Por Paulo Emendabili de Carvalhosa - 06/08/2026
Não gosto de movimentos, sobretudo, quando surgem em momentos de graves crises econômicas, morais, sociais que abalam as sociedades, os povos e as nações.
Movimentos são liderados, normalmente, por personagens carismáticos, que se apresentam como grandes reformadores, espécies de “salvadores da pátria”.
Movimentos assim, logo se organizam em partidos que se inserem no panorama politico-institucional, passando a disputar eleições sob o “manto da pureza e da verdade”, as perdendo de início, até que de tanto insistirem e baterem moralmente e, não raro, fisicamente, nos adversários, as vencem e assumem o poder.
Quase certo que esse tipo de liderança, antes ou depois, levará à desgraça o seu povo e outros povos, também, que nada tinham a ver com isso.
Movimentos deram origem aos partidos: comunista; fascista e nazista, por exemplo…
O poder, nestes casos, é alcançado pela retórica, sempre se aproveitando dos eternos vícios da politica como: intrigas, alianças ocasionais e espúrias; pragmatismo; traições, ilusões; oportunismo; mentiras; corrupção; violência; inveja; servilismo; falta de caráter e jogos de poder; sempre buscando caminhos e alianças que permitam a tomada totalitária do poder, custe o que custar.
De triste memória exemplar um sujeito posudo, prepotente, carismático, que também usava retórica e um bigodinho, que alçou ao poder na Alemanha em 1933. PESBC
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