
"Para uma nau sem rumo, todo vento é desfavorável"
Sêneca
O governo Lula, cuja ilegitimidade se evidencia nas ruas, praças e em qualquer evento, sobrevive hoje pendurado num esforço persecutório de um Supremo Tribunal igualmente impopular. Para se manter vivo mantém-se apoiado num factóide denominado "combate à forças antidemocráticas", enquanto corroem, de fato, a democracia na República.
Tal iniciativa é trauma psico-social da esquerda brasileira - fato presente em seus quadros. O mantra do "golpismo" é mecanismo neurolinguístico, preso num ciclo transacional vicioso e repetitivo, que conduz a esquerda nacional inevitavelmente a atribuir a terceiros, seus constantes e episódicos fracassos.
Triste, muito triste mesmo é ver o País navegar em direção aos rochedos... ignorando o farol da história.
Se confirmou a ausência dos presidentes da Câmara, Hugo Motta; do Senado, Davi Alcolumbre; e do Supremo Tribunal Federal , Edson Fachin, do evento alusivo aos três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023. Nem mesmo o ministro do STF Alexandre de Moraes, que conduz com mão de ferro os processos contra as centenas de brasileiros presos na Praça dos Três Poderes ou no acampamento diante do quartel-general do Exército, deu o ar da graça – na verdade, nenhum integrante do Supremo apareceu no ato esvaziado, prestigiado quase que exclusivamente por ministros do governo Lula e aliados da esquerda.
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