Translate
12 maio 2026
Sandra Bréa
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
10 maio 2026
Você usa IA todo dia? Mas como?
Leve sempre isto em conta: as ferramentas mudam, mas o desejo humano de pensar, criar e compreender o mundo por conta própria é permanente e muito mais difícil de automatizar. Os registros históricos, desde os tempos paleolíticos, há cerca de 2,5 milhões de anos, atestam isto.
Por que imaginar que a IA seria tão diferente de outras tecnologias às quais o cérebro humano já se adaptou? "A ferramenta, por si só, não é boa nem ruim."
Como ocorre com qualquer tecnologia, os efeitos da IA dependem do modo como ela é usada. Ainda assim, as preocupações são sérias o suficiente para levar usuários a repensar a forma como utilizam essas ferramentas, antes que seja tarde.
Estudos sugerem que pessoas que dependem excessivamente de IA podem enfrentar prejuízos em áreas como criatividade, capacidade de atenção, pensamento crítico e memória.
Muitos pesquisadores levantam a preocupação de que o uso da IA esteja reduzindo o esforço mental necessário para desenvolver pensamento crítico, e de que, como sociedade, possamos passar a produzir menos ideias originais. Ainda assim, essa linha de pesquisa é muito recente, e as respostas continuam incertas. Devemos nos preocupar?
Há cerca de 20 anos, surgiu a ideia de que a dependência excessiva da tecnologia poderia provocar uma espécie de "demência digital", marcada pela deterioração da memória de curto prazo e de outros processos cognitivos. Em outras palavras, o cérebro tende a perder habilidade em tarefas que delegamos a ferramentas externas. E a IA pode ser o instrumento de terceirização cognitiva mais poderoso já criado.
"O que a IA está fazendo é nos oferecer, pela primeira vez, uma maneira fácil de trocar o processo pelo resultado", afirmam estudiosos do tema. O texto pode ficar melhor escrito. A apresentação pode parecer mais sofisticada. Mas o esforço mental, a dificuldade, as tentativas frustradas e o momento em que algo finalmente faz sentido são justamente o que o cérebro precisa.
Então, como usar IA sem deixar de exercitar o cérebro?
a) Não passem a confiar mais na IA do que no seu próprio julgamento, Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, chamam esse fenômeno de "rendição cognitiva".
b) Um estudo da Microsoft Research concluiu que o risco aumenta justamente em áreas nas quais a pessoa tem menos familiaridade. "Se o usuário não tem conhecimento suficiente para avaliar se a resposta é boa ou não, aí está o perigo".
c) A solução começa antes mesmo de abrir o aplicativo. Se você não confia automaticamente na resposta de um desconhecido, também não deveria confiar cegamente na IA. São justamente esses temas que exigem julgamento próprio.
d) Uma alternativa é formular antes uma visão inicial sobre o assunto e usar a IA para testar ou confrontar esse raciocínio, em vez de simplesmente aceitar a resposta da ferramenta. Assim, a IA funciona como um instrumento para colocar o pensamento à prova, e não para substituí-lo.
e) Um estudo de 2024 ainda não publicado, por exemplo, sugere que resolver pequenos problemas antes de usar um chatbot de IA pode melhorar o aprendizado obtido com a ferramenta.
f) Ao recorrer à IA para buscar informações importantes, especialistas recomendam desacelerar e se envolver mais ativamente com o conteúdo. Fazer anotações, de preferência à mão, embora digitá-las também ajuda, pode contribuir para a retenção.
g) O que importa, segundo pesquisadores, é que o cérebro faça suas próprias conexões, recorrendo a experiências, memórias e conhecimentos pessoais para produzir algo singular. É aí que acontece o exercício mental. Só depois disso a IA deveria entrar em cena, para desenvolver, questionar ou aprimorar as ideias já formuladas.
E, como já se disse no primeiro parágrafo, essa não é a primeira vez que a humanidade passa por uma transformação tecnológica desse tipo. Os pesquisadores estudiosos desses assunto reiteram:
"O cérebro humano sempre se adaptou à tecnologia. Nós nos adaptamos o tempo todo. Essa é uma das forças da nossa espécie".
"Perdemos a capacidade de correr maratonas porque existem carros? Não. Isso apenas passou a ser uma atividade que as pessoas escolhem praticar."
PS.: Com uso de IA, o pesquisador brasileiro, Marcelo de Oliveria Souza, da Universidade Estadual Norte Fluminense, criou um modelo de viagem rápida a Marte que chamou atenção internacional. Depois de anos realizando cálculos manualmente, o físico passou a utilizar sistemas de IA para simular cenários orbitais e validar combinações matemáticas que seriam praticamente inviáveis de se analisar de forma tradicional. Em vez de viagens que podem durar de dois a três anos, como ocorre nos modelos convencionais, o estudo aponta trajetos entre 153 e 226 dias - cerca de sete meses entre ida e volta, incluindo permanência temporária em Marte.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
09 maio 2026
Os desfiles do Dia da Vitória na Praça Vermelha foram reduzidos
A Rússia celebrou o 81º aniversário do Dia da Vitória sobre a Alemanha nazista com um desfile reduzido na Praça Vermelha, em Moscou. O evento, liderado por Vladimir Putin, ocorreu sem tanques ou equipamentos pesados, focando em marchas militares e sobrevoo de caças, refletindo tensões com a Ucrânia.
Rodeado por temores de novos ataques por parte da Ucrânia, o evento ocorreu em formato reduzido, com duração de 45 minutos. O discurso de Vladimir Putin durou apenas 8 minutos para justificar a guerra com a Ucrânia e atacar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
"O grande feito da geração vitoriosa inspira os soldados que hoje executam as tarefas da operação militar especial. [...] Eles estão enfrentando uma força agressiva, armada e apoiada por todo o bloco da Otan. E, apesar disso, nossos heróis avançam. Estou firmemente convencido de que nossa causa é justa. Estamos juntos. A vitória foi nossa, e será para sempre", disse Putin.
“Um desfile militar serve para demonstrar força e bravura, mas, se é realizado de forma furtiva (...) e com a internet bloqueada (para reduzir as chances de um drone de ataque ucraniano conseguir se orientar até o local), ele não demonstra nada além de medo e fraqueza”, escreveu Alexander Baunov, do centro de estudos Carnegie Russia Eurasia Center, com sede em Berlim, em uma análise publicada nesta semana.
Reduzido também foi o número de lideranças de outros países que compareceram ao evento. Apenas seis e de pouca expressão política internacional. Diferentemente do ano anterior, Lula escapou do vexame ocorrido em 2025 expresso em sua própria fotografia durante o evento.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
08 maio 2026
II Guerra Mundial, 8 de maio de 1945. O Dia da Vitória
Há 81 anos o mundo celebra o fim da II Guerra Mundial um triunfo monumental sobre a tirania e o mal na Europa.
A Segunda Guerra Mundial foi uma guerra sem precedentes na magnitude de seus efeitos sobre a vida das pessoas e o destino das nações. Foi uma combinação de muitos conflitos, incluindo ódios étnicos e nacionais, que se seguiram ao colapso de quatro impérios e à redefinição de fronteiras na Conferência de Paz de Paris, após a Primeira Guerra Mundial. Vários historiadores argumentam que a Segunda Guerra Mundial foi uma fase de uma longa guerra que durou de 1914 a 1945 ou mesmo até o colapso da União Soviética em 1991 — uma guerra civil global, primeiro entre o capitalismo e o comunismo, depois entre a democracia e a ditadura.
A Segunda Guerra Mundial também produziu um equilíbrio muitas vezes instável entre a Europa e os Estados Unidos. As ambições hegemônicas de Hitler forçaram o Reino Unido a abandonar seu autoproclamado papel de polícia mundial e recorrer aos americanos em busca de ajuda. Os britânicos estavam genuinamente orgulhosos de sua participação na vitória final dos Aliados, mas tentaram esconder a dor de sua influência global em declínio, repetindo o clichê de que o Reino Unido havia conseguido "superar suas expectativas" na guerra e se apegando à sua "relação especial" com os Estados Unidos. Churchill ficou consternado com a perspectiva de que as tropas americanas pudessem simplesmente voltar para casa após o fim da guerra no Pacífico, em 1945. Embora as atitudes americanas continuassem a oscilar entre a busca por um papel global ativo e o recuo para o isolacionismo, a ameaça de Moscou garantiu que Washington permaneceria profundamente engajado na Europa até o colapso da União Soviética em 1991.
Quando a Guerra terminou, as potências aliadas vitoriosas tiveram que decidir o que fazer com os altos funcionários nazistas. Algumas opções foram levantadas — incluindo execuções sumárias — mas, no fim, França, União Soviética, Reino Unido e Estados Unidos decidiram convocar os julgamentos de Nuremberg, O tribunal inicial levou à justiça apenas alguns dos líderes nazistas, mas sua abordagem inovadora para processar crimes de guerra estabeleceu as bases para grande parte do direito internacional moderno.
O Brasil participou diretamente da Guerra em campos da Itália com a FEB. A Força Expedicionária Brasileira (FEB) embarcou para a Itália em 2 de julho de 1944, com a partida dos primeiros soldados. No total, cerca de 25 mil soldados brasileiros participaram da campanha na Itália, lutando ao lado dos Aliados.
Em relato detalhado, a historiadora Cristina Feres, publicou, em 2023, o livro "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro", baseado no diário do cabo Waldemar Reinaldo Cerezoli, que expõe as desgraças vivenciadas durante a IIGM e o Holocausto. Waldemar ao ser excluido do Exército foi jogado à própria sorte, como se a reintegração à sociedade civil pudesse dar-se naturalmente e repentinamente apagar o stress do combate e do enfrentamento com a morte, eliminar a dor de seus ferimentos e o sofrimento decorrente da fome e do frio, calar o som das granadas e das metralhadoras, apagar a imagem daqueles que tombaram diante de si e dos que fora obrigado a matar. A história de Waldemar é uma entre um universo de desajustados psíquicos, a ponto de reportagens da época chamarem a atenção para o problema que, segundo dados da associação dos Ex-combatentes do Brasil, devia afetar cerca de mil ex-combatestes pelo País.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
Lula tentou controlar a sua imagem, mas esta está cada vez menos favorável a ele
| Lula já retornou ao Brasil, voltou menor |
Lula foi à Casa Branca para tentar transformar uma reunião de trabalho com Donald Trump em ativo político de campanha. A narrativa desejada era simples: após meses de tensão com Washington, após tarifas, sanções de visto, crise diplomática, pressões sobre autoridades brasileiras e desgaste crescente com a nova doutrina hemisférica da administração Trump, Lula apareceria ao lado do presidente americano como um estadista capaz de dialogar com seu principal adversário ideológico. O problema é que a política internacional raramente obedece à versão que um governo deseja vender para sua própria imprensa.
Antes mesmo de o conteúdo da reunião começar a ser conhecido, a forma já havia criado ruído. A agenda previa a chegada de Lula às 11 horas da manhã, horário de Washington, mas a comitiva brasileira chegou atrasada. A informação que circulava entre pessoas próximas à cobertura era de que Trump ficou contrariado com a demora.
O que se viu, na prática, foi uma disputa entre duas versões dos fatos. De um lado, a versão administrada pelo governo brasileiro, construída depois da reunião, em ambiente mais favorável, diante de jornalistas brasileiros e com Lula falando longamente sobre a “boa conversa”, a “sinceridade” da relação com Trump e os supostos avanços do encontro. De outro, a versão observada no ambiente da Casa Branca, marcada por atraso, mudança de agenda, frustração da imprensa, ausência de aparição conjunta no Salão Oval e uma comunicação americana que, mesmo ao tratar oficialmente da reunião, preferiu preservar a centralidade visual de Trump, sem transformar Lula em personagem de destaque.
O próprio Trump publicou, após o encontro, uma declaração protocolar, positiva e cuidadosamente medida:
“Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos tópicos, incluindo comércio e, especificamente, tarifas. A reunião foi muito boa. Nossos representantes estão programados para se reunir para discutir certos elementos-chave. Reuniões adicionais serão agendadas ao longo dos próximos meses, conforme necessário. Presidente DONALD J. TRUMP.”
A formulação foi positiva, mas seca. Não houve ali celebração política, fotografia de grande reconciliação ou gesto simbólico de apoio à imagem de Lula. Houve um recado protocolar de encerramento de reunião.
O dado mais revelador, portanto, não está apenas naquilo que Trump escreveu. Está naquilo que a Casa Branca evitou entregar. A imprensa que aguardava acesso ao Salão Oval não teve a oportunidade que esperava. A presença dos dois líderes diante das câmeras, que poderia ter rendido a Lula uma imagem de prestígio internacional, não se concretizou da forma imaginada. A Fox News, ao comentar o episódio, registrou que havia expectativa de ver os dois presidentes, mas que isso não ocorreu. O comentarista John Roberts observou que não se esperava uma reunião “calorosa e amigável”, justamente porque Trump e Lula tinham uma relação tensa e já haviam trocado declarações duras em público.
A própria ausência das câmeras, nesse contexto, tornou-se parte da mensagem política. Se Lula tivesse sido recebido com todo o aparato visual de prestígio, com imprensa no Salão Oval, declarações conjuntas e imagens amplamente distribuídas pela Casa Branca, o governo brasileiro poderia vender a reunião como triunfo diplomático. Mas o formato final limitou esse ganho. Lula saiu com uma coletiva na embaixada brasileira, em português, diante de uma audiência muito mais controlada, enquanto a imprensa americana registrava a estranheza da ausência de uma aparição conjunta diante das câmeras.
O que houve foi uma reunião longa, densa, cercada de desconforto e seguida por duas narrativas concorrentes. A narrativa brasileira tentou vender maturidade, normalização e grandeza. A leitura americana foi mais fria: uma conversa necessária com um parceiro importante, mas difícil, dentro de uma agenda que envolve tarifas, segurança, minerais críticos, crime organizado e competição com a China. Para Lula, o encontro era um palco. Para Trump, parece ter sido mais uma peça dentro de um tabuleiro maior.
No tabuleiro real do poder, essa conta dificilmente fecha. Lula saiu da Casa Branca dizendo que a reunião foi boa. Trump disse que a reunião foi muito boa. Mas, para além dos adjetivos diplomáticos, o que se desenha é um Brasil tentando vender normalidade enquanto caminha sobre uma linha cada vez mais estreita entre a necessidade de negociar com os Estados Unidos e a incapacidade ideológica de abandonar os velhos compromissos.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
07 maio 2026
É o terceiro fracasso do mês
Os dois primeiros foram o da reprovação do Bessia e a derrubada do veto da dosimetria, ambos no Brasil. O completo fracasso é a única explicação possível para que Lula tenha cancelado a coletiva de imprensa no salão Oval com o Donald Trump e tenha sido filmado com uma cara de constrangimento impossível de disfarçar.
Posteriormente, na Embaixada do Brasil, Lula falou e sua expressão só confirmou o que antes já se noticiava. Diferentemente do habitual em visitas de Estado, não houve declaração conjunta dos dois líderes na Casa Branca.
A jornalista da Folha de São Paulo perguntou sobre a classificação do CV e do PCC como células terroristas, e o Lula, de forma rápida e sucinta, saiu em defesa do narcotráfico. É incrível como o Lula tem a capacidade de estar sempre do lado do crime, ele de fato mostra ao mundo que o crime compensa!
Lula ainda disse que a economia brasileira está indo bem. Como? Se o principal programa do governo é o Desenrola 2 para milhões de brasileiros endividados pelo caos do governo dele? Empresas indo para o Paraguai, PIB crescendo menos, rombo fiscal e inflação em alta ...
PS.: FOXNEWS também confirmou que foi Lula quem IMPLOROU para não ter coletiva de imprensa.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
06 maio 2026
A SpaceXAI é a nova parceira de computação da Anthropic
A SpaceXAI (Elon Musk) firmou um acordo com a Anthropic (Claude) para fornecer acesso ao Colossus 1, um dos maiores e mais rápidos supercomputadores de IA implantados no mundo.
Construído do zero em tempo recorde, o Colossus (*) oferece escalabilidade sem precedentes para treinamento de IA, ajuste fino, inferência e cargas de trabalho de computação de alto desempenho. O Colossus 1 conta com mais de 220.000 GPUs NVIDIA, incluindo implantações densas de aceleradores H100, H200 e GB200 de última geração. O cluster oferece desempenho paralelo extremo para grandes modelos de linguagem, sistemas multimodais, simulações científicas e IA generativa em escala de ponta.
A Anthropic planeja usar essa capacidade computacional adicional para melhorar diretamente a capacidade dos assinantes do Claude Pro e do Claude Max.
Como parte deste acordo, a Anthropic também manifestou interesse em firmar uma parceria para desenvolver vários gigawatts de capacidade computacional orbital de IA. A capacidade computacional necessária para treinar e operar a próxima geração desses sistemas está superando a capacidade de geração de energia, o espaço terrestre e o sistema de refrigeração disponíveis nos prazos relevantes.
A SpaceX é a única organização com a cadência de lançamentos, a viabilidade econômica da conversão de massa em órbita e a experiência em operações de constelações espaciais que permitem transformar a computação orbital em um programa de engenharia de curto prazo, em vez de um conceito de pesquisa. Se os desafios de engenharia forem superados, a computação espacial oferecerá energia sustentável praticamente ilimitada, com menor impacto na Terra.
Hoje, a Anthropic anunciou o Projeto Glasswing, uma nova iniciativa, após se observar em um novo modelo de vanguarda treinado pela Anthropic, que se acredita ter o potencial de remodelar a cibersegurança. O Claude Mythos Preview é um modelo de vanguarda de propósito geral, ainda não lançado, que revela um fato incontestável: os modelos de IA atingiram um nível de capacidade de programação que lhes permite superar quase todos os humanos, exceto os mais habilidosos, na detecção e exploração de vulnerabilidades de software.
O Mythos Preview já encontrou milhares de vulnerabilidades de alta gravidade, incluindo algumas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores da web. Dado o ritmo acelerado do progresso da IA, não demorará muito para que essas capacidades se proliferem, potencialmente além dos agentes comprometidos com sua implementação segura. As consequências — para as economias, a segurança pública e a segurança nacional — podem ser graves.
(*) Colossus é um supercomputador desenvolvido pela xAI . Sua construção começou em setembro/2023 em Memphis, Tennessee ; o sistema entrou em operação em julho de 2024. Atualmente, acredita-se que seja o maior supercomputador de IA do mundo. O principal objetivo do Colossus é treinar o chatbot da empresa, Grok. Além disso, o Colossus fornece suporte computacional para a plataforma de mídia social X e para outros empreendimentos de Elon Musk, como a SpaceX . Em 2025, expandiu-se para a cidade vizinha de Southaven, Mississippi, do outro lado da fronteira entre Tennessee e Mississippi.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
05 maio 2026
IA: SubQ - um grande avanço na inteligência de LLMs
SubQ (Subquadrática), é o primeiro modelo construído sobre uma arquitetura de atenção esparsa totalmente sub-quadrático (SSA). É o primeiro modelo de fronteira com uma janela de contexto de 12 milhões de tokens, que é:
- 52x mais rápido que o FlashAttention em 1MM de tokens
- Menos de 5% do custo do Opus
LLMs baseados em Transformer desperdiçam computação ao processar todas as relações possíveis entre palavras (atenção padrão). Apenas uma pequena fração realmente importa. SubQ encontra e foca apenas nas que importam. Isso é quase 1.000x menos computação e uma nova maneira para os LLMs escalarem.
Vídeo
LLM significa Large Language Model (Modelo de Linguagem de Grande Escala) — um tipo de inteligência artificial treinado para entender e gerar linguagem humana.
Um LLM aprende padrões da língua a partir de enormes volumes de texto (livros, sites, artigos, etc.). Ele consegue:
- Completar frases
- Responder perguntas
- Traduzir idiomas
- Escrever textos (redações, códigos, resumos)
Exemplo: o ChatGPT é baseado em LLMs da família GPT (Generative Pre-trained Transformer).
Os LLMs usam uma arquitetura chamada:
- Transformer (modelo de aprendizado profundo)
Essa arquitetura permite que o modelo:
- Analise o contexto das palavras
- Preveja a próxima palavra mais provável
- Gere textos coerentes
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
Mudam os atores. A farsa não.
O Estado de S. Paulo (Estadão) hoje repete o que já vem sendo dito, de forma enfática, nos últimos dias pelos demais meios de comunicação. Em seu Editorial desta terça-feira, 5 de maio de 2026, o jornal cita, inclusive, ao seu final, o mesmo personagem utilizado aqui, em post anterior. Ambos citam Stalin e seu respectivo comissário Beria que dizia ao seu ditador:“Mostre-me o homem e eu lhe direi o crime”.
Boa leitura.
*. *. *
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
04 maio 2026
Palantir supera previsões com faturamento de US$ 1,63 bilhão
A Palantir superou previsões com faturamento de US$ 1,63 bilhão no primeiro trimestre, impulsionada por aceleração nas vendas. Entre os clientes está o exército americano que utilizou o software da empresa na guerra com o Irã e no ataque à Venezuela, e os negócios com o setor privado que cresceram rapidamente.
Resultados divulgados nesta segunda-feira, que eles foram impulsionados pela forte demanda do exército americano e pelo rápido crescimento dos negócios com a venda de software de análise de dados para empresas americanas.
A empresa de análise de dados com sede em Denver informou que teve vendas de US$ 1,63 bilhão nos primeiros três meses deste ano, um aumento de 85% em relação ao ano anterior, seu maior salto anual e acima das expectativas dos analistas. A combinação da crescente visibilidade da Palantir como uma grande concorrente em inteligência artificial, os avanços que conquistou em Washington e a demanda crescente de clientes comerciais colocou a empresa em uma sequência de lucros expressivos.
O lucro líquido da empresa no primeiro trimestre totalizou US$ 876 milhões, quadruplicando em relação ao mesmo período do ano passado e superando as expectativas dos analistas. Suas vendas para clientes comerciais nos EUA totalizaram US$ 595 milhões, mais que o dobro do ano anterior, A Palantir também anunciou um acordo de US$ 300 milhões com o Departamento de Agricultura e um contrato de cinco anos, no valor de US$ 1 bilhão, com o Departamento de Segurança Interna, consolidando ainda mais a presença da empresa nos esforços de fiscalização da imigração do governo Trump.
Muitos analistas afirmam que a Palantir não é tão vulnerável quanto outros fornecedores de software, pois desenvolveu um sistema operacional que se integra a diversos modelos de IA e pode torná-los mais úteis. Outros alertam, no entanto, que empresas de IA inovadoras, como a Anthropic, podem acabar oferecendo alternativas mais baratas aos serviços da Palantir. A Palantir vende software para centralizar, gerenciar e analisar grandes volumes de dados, auxiliando agências governamentais e empresas privadas a obterem insights a partir de bancos de dados dispersos. Tornou-se parte integrante do planejamento de guerra, direcionamento de alvos e funções administrativas do Departamento de Defesa dos EUA. As forças armadas implantaram o Maven Smart System, um sistema de comando e controle que utilizou/utiliza o software da Palantir, na operação na Venezuela em janeiro e na guerra com o Irã.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
01 maio 2026
Em 61 páginas o PT reescreve seu futuro com os ideais da década de 60
Impropérios constam na mais nova versão do programa do Partido dos Trabalhadores (PT). Intitulado Documento de programa para o VIII Congresso, o texto ocupa 61 páginas e está dividido em cinco tópicos que reforçam o pensamento petista nos mais diferentes campos, de políticas socioeconômicas no âmbito nacional às relações exteriores. O mentor intelectual é uma figura que, mesmo com condenações na Justiça, jamais se afastou do comando do PT: José Dirceu.
Dirceu discursou no congresso anual do PT, que ocorreu no último fim de semana, em Brasília. No evento, foi aprovado o manifesto que serve como resumo do programa elaborado pelo ex-ministro.
1. Denunciar como “sequestro” a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por há quase 70 anos.
2. Elogiar o “papel moderador” da China no cenário global atual.
3. Atacar o “imperialismo decadente” dos Estados Unidos.
4. Marcar posição contra liberdades econômicas e da imprensa.
5. Advogar em prol da diminuição de poder das Forças Armadas e do Judiciário.
Aos 80 anos, ele, que foi ministro-chefe da Casa Civil no início do primeiro governo de Lula, cumpriu temporadas na cadeia por causa de envolvimento com dois dos maiores esquemas de corrupção do país: o Mensalão e o Petrolão. Em vez do ostracismo, o petismo oferece a Dirceu o papel de protagonista. Além de idealizar o projeto do partido, ele almeja voltar a ter status de autoridade e, para isso, se apresenta como pré-candidato a deputado federal por São Paulo, cargo para o qual já foi eleito em 1998 e 2002.
Dirceu, além de defender o conteúdo presente no material, afirmou que o principal objetivo deste ano será “derrotar a família Bolsonaro”. “Derrotar a intervenção externa”, oficializar o PT como partido socialista e “quebrar a ortodoxia neoliberal” foram outros mantras ditos pelo ex-ministro, que acabou sendo tietado por militantes.
Vale relembrar o que concluiu o jornalista Otávio Cabral em seu livro "Dirceu, a biografia".

Além de sua participação no mensalão, o livro também assinala outros episódios típicos de sua atuação na esquerda brasileira. Entre eles, um que relata que, por sua determinação, foi realizado o sequestro, seguido de prisão e sevícias do então universitário João Parisi Filho, estudante da Universidade Mackenzie.
Naquela ocasião José Dirceu liderava o movimento estudantil de esquerda e tinha se aquartelado nas dependências do Conjunto Residencial da USP, o Crusp, o qual era também usado, pelo movimento estudantil, como delegacia e como local para o armazenamento de munições, armas e livros considerados subversivos.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
Sempre serão lembrados pela decadência moral
Nese grupo estão inclusos membros que tiveram exposição elogiável em seu desempenho acadêmico, inclusive como professores e autores de livros. Outros, em sentido contrário, após obterem os diplomas universitário foram reprovados nos testes (concursos) a que se submeteram. Todos, entretanto, participaram, desde o início de suas careiras profissionais, de negociatas, segundo os diversos casos que estão sendo revelados com uma frequência quase que quotidiana. É o que nos diz, por exemplo, a edição 320 da Revista Oeste, publicada neste fim de semana. Literalmente:
"Por aqui, Alexandre de Moraes ainda não viu motivos para explicar o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, e Daniel Vorcaro, dono do falido Banco Master. Também Dias Toffoli não se deu ao trabalho de comentar a venda de sua parte num resort no Paraná ao cunhado do banqueiro larápio. E Gilmar Mendes continua achando que pode ameaçar políticos e candidatos com a inclusão no interminável Inquérito das Fake News. Foi o que fez recentemente para punir o ex-governador de Minas Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência da República.
“A crise é de formação”, afirma Alexandre Garcia. “É moral — ou ética, se quiserem. É de conduta, de comportamento, de princípios, de decoro, de civilidade. É de civilização. Uma civilização desmorona sem esses valores. Parece haver um código entre os espertalhões e o estado de coisas. Nesse código, o peso da Justiça cai sobre, por exemplo, os manifestantes do 8 de janeiro, mas alivia os da Lava Jato, os da dancinha parisiense dos guardanapos.'

O Brasil vive hoje um colapso moral, político e social, objetivo de qualquer regime socialista, somado à "intelligentsia" dos que vivem às custas do Estado e aos empresários amigos do rei.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.

