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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

BATEU O DESESPERO

Leio hoje nas redes sociais e em alguns jornais da grande imprensa, manifestações surpreendentes de políticos tradicionais, velhas raposas que estiveram no poder, candidatos a presidente da República.

Tais manifestações atestam os seus reconhecimentos de que já perderam as eleições, após a divulgação das últimas pesquisas. Atestam também que não possuem conduta política adequada e esperada de uma candidato ao mais alto posto hierárquico do País. Dois deles em curva descendente. Confira a seguir.

Um dos candidatos, o ex-governador São Paulo, Geraldo Alckmin, emprega o mesmo artifício - A MENTIRA E O MEDO - utilizado pelo marqueteiro João Santana para retirar Marina Silva da disputa do segundo turno nas eleições de 2014.

Em uma de suas propagandas veiculadas hoje no horário de propaganda eleitoral, no rádio e na TV, o candidato apela à distorção dos fatos para dizer que a proposta de Paulo Guedes, assessor econômico de Jair Bolsonaro, chamado na peça de "banqueiro milionário", de unificar impostos vai aumentar impostos dos pobres. Também, textualmente em seu twitter encontramos: "A proposta de Bolsonaro e Paulo Guedes é atrasada e cruel. Além da absurda volta da CPMF, querem fazer quem ganha menos pague mais imposto de renda. O candidato está infeliz porque o seu pacote de maldades foi revelado. O que mais será que le esconde ?"

Um outro candidato, o ex-governador do Paraná,  Álvaro Dias, fez pronunciamento deselegante e vergonhoso - viveu um momento Ciro Gomes - em caminhada pelas ruas e atacou Jair Bolsonaro chamando-o de bandido, vagabundo e dizendo que ele está quase morto. Ouça por completo o que ele disse neste link do Youtube.

BATEU O DESESPERO !

PS.: O Ciro Gomes, cuja presença no escopo acima já é bastante conhecida. Seus impropérios são manchetes diárias nos meios de comunicação.



DATAFOLHA DE AGORA A NOITE CONFIRMA VALORES DO IBOPE

O Datafolha acabou de divulgar os resultados de uma nova pesquisa eleitoral com valores próximos aos divulgados pelo IBOPE ontem a noite.

O Datafolha apontou o crescimento do Bolsonaro de 26% para 28% e do Haddad de 13% para 16%.

Ciro Gomes e Geraldo Alckmin se mantiveram estáveis, apresentando os mesmos valores da pesquisa anterior, 13% e 9% respectivamente. Marina Silva perdeu 1 ponto percentual, caiu de 8% para 7%.


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

NO MAIOR COLÉGIO ELEITORAL DO PAÍS, BOLSONARO ATINGIU 30%

No maior colégio eleitoral do País, São Paulo, o candidato Jair Bolsonaro é líder isolado na pesquisa do IBOPE, divulgada agora há pouco. Atingiu 30% de preferência do eleitorado do estado ante 23% registrado na pesquisa anterior, divulgada no último dia 10. Na pesquisa nacional do IBOPE, divulgada ontem, Bolsonaro tem 28%.

Na contramão, Geraldo Alckimin perdeu 7 pontos e agora marca apenas 13%. Uma perda de 5 pontos percentuais. Haddad cresceu 6% se igualando ao Alckmin. Ciro Gomes perdeu 3 pontos e Marina 2. Ambos somam agora 8% e 6% respectivamente.

Por região, os resultados são os seguintes:

Norte/Centro-Oeste Jair Bolsonaro (PSL): 32% Fernando Haddad (PT): 15% Ciro Gomes (PDT): 11% Marina Silva (Rede): 10% Geraldo Alckmin (PSDB): 7%  Branco/Nulo: 10% Não soube/não respondeu: 6%.

Nordeste  Jair Bolsonaro (PSL): 16% Fernando Haddad (PT): 31% Ciro Gomes (PDT): 17% Marina Silva (Rede): 6% Geraldo Alckmin (PSDB): 5%  Branco/Nulo: 11% Não soube/não respondeu: 8%.

Sul Jair Bolsonaro (PSL): 38% Fernando Haddad (PT): 11% Ciro Gomes (PDT): 7% Geraldo Alckmin (PSDB): 7% Alvaro Dias (Podemos): 6% Marina Silva (Rede): 4% Branco/Nulo: 12% Não soube/não respondeu: 9%.

Sudeste Jair Bolsonaro (PSL): 29% Fernando Haddad (PT): 15% Ciro Gomes (PDT): 9% Geraldo Alckmin (PSDB): 9% Marina Silva (Rede): 4% Branco/Nulo: 18% Não soube/não respondeu: 7%.



terça-feira, 18 de setembro de 2018

PROBABILIDADE DE JAIR BOLSONARO GANHAR AS ELEIÇÕES ATINGIU 61%

IBOPE divulgou agora há pouco o crescimento das intenções de votos de #JairBolsonaro que alcança marca de 28% nas intenções de votos.


A Polling Data que faz a média ponderada de todos os levantamentos afirma que suas chances de vitória nas #Eleições2018 são, neste momento, de 61%. A chance de #GeraldoAlckmin caiu para 1%, assim como #MarinaSilva.

Confira nas imagens a seguir.




segunda-feira, 17 de setembro de 2018

CNT/MDA - DISTANCIAMENTO MAIOR ENTRE A PONTUAÇÃO DOS CANDIDATOS

No final da manhã, saiu o resultado da pesquisa CNT/MDA que aponta crescimento das intenções de votos, apenas para Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Marcaram, respectivamente, 28,2% e 17,6%. O demais candidatos perderam posições.

Neste sentido, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Marina Silva. O primeiro desceu para 10,8%, o segundo para 6,1% e a terceira para 4,1%. Estabeleceu-se assim, quatro blocos com distanciamento maior entre a pontuação dos candidatos, sendo agora o quarto bloco o maior deles que já continha o Amoedo e o Álvaro Dias.



Tais resultados espelham uma realidade já vista a olhos nus. Os eleitores estão divididos entre petistas e antipetistas. O Geraldo Alckmin, por exemplo, não pertence a nenhum desses grupos e, portanto, seus índices nas pesquisas diminuem com a aproximação do dia das eleições.





ESTRATÉGIA DE CAMPANHA DE ALCKMIN DIVIDE O CENTRÃO

O Centrão, bloco formado pelo partidos DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, estão desnorteados após a divulgação dos resultados das pesquisas de opinião nas duas últimas semanas.

E esta semana, que hoje se inicia, não trouxe notícias melhores. Nova pesquisa BTG/FSB, mostra Jair Bolsonaro subindo mais três pontos percentuais em relação a pesquisa anterior, atingindo a marca dos 33%.

Em sentido inverso, Geraldo Alckmin perde mais dois pontos percentuais em relação aos resultados da semana anterior, caindo de 8% para 6%, praticamente deixando o grupo dos segundos colocados, ficando mais próximo do terceiro grupo, imediatamente abaixo.

Para piorar, os dois outros candidatos que compunham o segundo grupo, dividindo o segundo lugar, Ciro Gomes e Haddad, este saído do terceiro para o segundo grupo na última semana, avançaram e alcançaram as marcas de 14% e 16% respectivamente.

A estratégia de atacar o candidato Jair Bolsonaro, no rádio e na TV, não trouxe o retorno esperado levando o bloco a se dividir sobre os próximos passos a serem dados nas últimas semanas da campanha. Um parcela dos aliados defende a continuidade dos ataques a Bolsonaro e outra parte prega o voto útil antipetista como o único caminho para o tucano subir nas pesquisas.


BOLSONARO CHEGOU A 33%

Nova pesquisa BTG/FSB, desta segunda-feira, 17/09, mostra Jair Bolsonaro subindo mais três pontos percentuais em relação a pesquisa anterior, atingindo a marca dos 33%.

Na corrida pelo segundo lugar, Haddad ultrapassou Ciro Gomes. O primeiro dobra sua participação passando de 8% para 16% e o segundo passa de 12% para 14%.

Na contramão dos candidatos acima citados, Geraldo Alckmin e Marina Silva desabam. O primeiro perde dois pontos percentuais em relação aos resultados da semana anterior, caindo de 8% para 6% e a segunda recua de 8% para 5%.

Caso queira informações sobre as pesquisas anteriores, acesse este link.




domingo, 16 de setembro de 2018

ORDEM E PROGRESSO

Esta semana, ao divulgar o crescimento do candidato Jair Bolsonaro nas pesquisas de opinião, fui alertado com o texto a seguir: "Os dados estão rolando no pano verde-oliva permeando diferentes classes, raças, gêneros, gerações e culturas... ao final, quem será vencedor ou arrependido sofredor? Só o tempo dirá! Este sórdido filme já foi exibido, em tela cinemascope de 64 a 85 polegadas! A avaliação e respectivos resultados foram dilacerantes!"

Confesso que gostei do alerta. Este me forçou a recordar os meus tempos vividos no período citado, como criança, adolescente, jovem estudante universitário e início de minha carreira profissional. Da mesma forma, expressar sobre a tela subsequente: a de1985 a 2018. Vamos lá.

Para mim, e para todos aqueles com quem convivi durante o primeiro período, a tela cinemascope de 64 a 85 polegadas foi deslumbrante e não dilacerante como mencionada no alerta. Foram tempos de ordem e de progresso.

Lembro-me bem, para começar, do ambiente alegre de minha residência, a casa de meus pais. Foram quinze anos contínuos de boa educação familiar e social que forneceram ao jovem de então as bases para enfrentar os próximos desafios da vida nos anos seguintes, em alguns momentos em cidades distintas, por opção das escolas selecionadas para minha educação formal.

Em todo aquele período, testemunhei os avanços conseguidos pelo Brasil em curto espaço de tempo. Como, por exemplo, em uma só canetada do governo, a obrigatoriedade de matrícula em escolas para crianças de 7 a 14 anos. A criação de novas vagas em todos os níveis. No ensino superior 110 mil em 1969, juntamente com o estabelecimento do credito educativo para alunos que não conseguissem matrícula em universidades públicas, mas tivessem passado em vestibulares de universidade privadas e que tinham renda inferior a 15 salários mínimos.

Nas telecomunicações, um avanço considerável. Em 1970, a copa do mundo em tempo real nas TVs das residências brasileiras, sem esquecer de que, em 1969 vi, pela TV, um ser humano, ao vivo, Neil Armstrong, pisar na Lua pela primeira vez. Nesses mesmos tempos, consegui realizar chamadas telefônicas, nacionais e internacionais, a partir da minha própria residência.

Também nesses idos, percorri, de automóvel, o trecho João Pessoa-Rio de Janeiro-Brasilia, ida e volta, alguns mil quilômetros, em boas estradas asfaltadas, inclusive cruzando a ponte Rio-Niterói, recém inaugurada.

Posteriormente, de 1977 a 1985, já exercendo atividades profissionais, também em cidades distintas, não houve mudança na minha avaliação sobre a tela cinemascope referenciada. Tínhamos notícias do Proalcool, do programa nuclear brasileiro, da construção da usina de Itaipú (a maior do mundo), dos avanços conseguidos no agronegócio a partir dos resultados da EMPBRAPA e por ai vai.

O clima vigente sempre foi de otimismo e constatação de avanços econômicos e sociais na nação brasileira, apesar das crises surgidas e vencidas em todo esse período.

Tínhamos avançado bastante e muito ainda por fazer em diversas áreas, incluindo as citadas acima, mas já éramos a 8a. economia do mundo após conquistar 41 posições nesse período. Também, não tínhamos medo de permanecer ou sair de casa a qualquer hora do dia ou da noite, e ninguém queria deixar o Brasil para morar em outro País.

Chegamos a 1985 após um processo de anistia política, e o retorno do poder a um civil de forma indireta depois da derrota da emenda das Diretas Já, no Congresso Nacional.

Passamos a respirar uma nova atmosfera que alimentou a formulação de uma nova Constituição. A Constituição Cidadã, como a denominou o Deputado Ulysses Guimarães.

Infelizmente, de lá para cá, com a tela cinemascope de 1985 a 2018 polegadas, hoje constato que as emergentes lideranças, de minha geração, que assumiram o poder nesse período, ficaram olhando para trás e fizeram com que perdêssemos o futuro.

Se olharmos de forma mais ampla, estamos diante de resultados de três décadas de políticas implantadas/praticadas no País, que contaram com o apoio, e/ou a liderança, e/ou a contribuição de parcela considerável da denominada elite de vários setores de nossa sociedade, intelectual e empresarial. 

Neste momento, apesar de todos os passos dados no sentido da modernização do País e temos de reconhecer que o Brasil avançou em algumas áreas, mas em outras continua o mesmo de décadas atrás.

O que, então, depois de 30 anos, essa última tela, ou o grupo que governou o Brasil nos entregou ? 

Um País atrasado, ultrapassado por vários outros. Basta compararmos, mundialmente, nossos índices de desigualdade, de renda per capta, de nível educacional, de saúde, de infraestrutura e de segurança. A criminalidade já ultrapassou a marca dos 64 mil assassinatos por ano, 60% a mais do que em 2001(40 mil). E o nosso IDH ? Em 2001 ocupávamos a vergonhosa 69a. posição, e hoje a 79a., que vexame!

A análise de tais índices demonstram que esse grupo, ao longo desses últimos anos, não observou, de forma isenta, os fatos que estavam acontecendo no mundo afora e passou a ressuscitar e apregoar conceitos ideológicos e práticas políticas vencidas, pelo menos, desde a queda do muro de Berlim. 

Os componentes desse grupo, olharam, e continuam olhando, pro passado e não para o futuro. E para dar um exemplo neste sentido, uma das sementes ultrapassadas foi plantada no sistema educacional brasileiro em todo o seu espectro: do fundamental ao superior. 

Nessa estratégia, as universidades, e as demais escolas públicas no Brasil, passaram a ser administradas, com raras exceções, com forte viés político em detrimento de suas qualidades científicas e gerenciais.

Na Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional, o local de ressonância dos problemas nacionais, vê-se debruçado diante de uma crise permanente. A imagem da Casa é de corrupção e de desmandos que invadem os olhares da sociedade, desmanchando a moldura de riquezas e grandezas de nosso território.

Portanto, a nossa democracia esvaziada de conteúdo social, sem igualdades de oportunidades e que não tem servido para atenuar as constrangedoras distâncias entre as classes sociais é uma caricatura de si mesma.

O resultado desse modelo é um estado desolador, de degradação de amplas dimensões, encontrado atualmente no País.

Hoje, diferentemente de 1985, temos medo de permanecer ou sair de casa a qualquer hora do dia ou da noite, e muitos de seus habitantes já saíram ou querem deixar o Brasil para morar em outro País. Saíram do Brasil para residirem em outros países mais de 70 mil brasileiros nos últimos três anos.

Assim, nesta tela de 1985-2018 polegadas, caminhamos para trás em termos de formação das novas gerações e os frutos já estão sendo colhidos. Se não consertarmos esse modelo agora, além de já termos perdido o século XXI, corremos o risco de também perdermos o próximo.

E o começo dessa mudança é uma reforma política. Uma reforma em profundidade no sistema político há de proibir, por exemplo, o troca-troca partidário, a proliferação de siglas de aluguel, as leis eleitorais casuísticas e promover a moralização das campanhas eleitorais.

TUDO ISSO COM ORDEM E PROGRESSO !




terça-feira, 11 de setembro de 2018

DEZ DIAS APÓS O INÍCIO DA PROPAGANDA ELEITORAL NO RÁDIO E NA TV



Ultrapassados 10 dias do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, os índices nas pesquisas de opinião de Geraldo Alckimin não mostraram alterações significativas e, dessa forma, vai se confirmando a tendência de que o candidato não chegará ao 2o. turno das eleições em outubro próximo. Esta conclusão é derivada do que afirmou seu consultor ao Estadão, cujo conteúdo é reproduzido abaixo.

"Primeiros dez dias de TV são vitais, afirma consultor tucano.O sociólogo Antonio Lavareda é o principal consultor de pesquisas da campanha do presidenciável do PSDB. O Ipespe, instituto do qual ele é presidente do conselho científico, tem contrato com o partido na campanha. Ele disse que a propaganda na TV precisa de até 10 dias para dar resultado. “Os primeiros 10 dias de TV são vitais para mostrar os pequenos sinais de redução de uns e crescimento de outros.”

Na mesma matéria, a diretora executiva do Ibope, Márcia Cavallari, disse que as intenções de voto do deputado Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL, estão consolidadas e que deverá ser muito difícil reverter esse cenário até o dia da eleição. “É um fenômeno. É muito difícil reverter esse voto. Não me lembro de ter visto uma pergunta espontânea que caiu ao longo da campanha. Nunca vi espontânea cair de uma pesquisa para outra, oscilar negativamente. Sempre crescente. O voto dele é firme e consistente”, afirmou.

Duas pesquisas divulgadas nesta 2a.feira 10/09/2018 reafirmam o exposto acima. O candidato #JairBolsonaro ganhou 5 pontos na pesquisa espontânea do Datafolha e na pesquisa estimulada, BTG/FSB, ele já atingiu a marca de 30%.

Ainda segundo o Datafolha, #BOLSONARO LIDERA ENTRE AS MULHERES. "Jair Bolsonaro está em primeiro lugar entre as mulheres. Ele tem 17% do eleitorado feminino e derrota Ciro Gomes, com 12%. Marina Silva, que apostou todas as fichas no voto das mulheres, despencou de 19% para apenas 12%. As pesquisas mostram que Jair Bolsonaro é muito mais rejeitado por mulheres do que por homens. Mas ele tem margem para crescer no voto feminino.

Atualização: Agora à noite, o IBOPE divulgou os resultados de uma nova pesquisa, a primeira após o atentado a Jair Bolsonaro. O desempenho dos candidatos foram os seguintes: Jair Bolsonaro: de 22 para 26%; Ciro Gomes: de 12 para 11%; Marina Silva: de 12 para 9%; Geraldo Alckmin se manteve com os mesmos 9%; Fernano Haddad: de 6 para 8%; Álvaro Dias e João Amoedo mantiveram 3% cada um; Henrique Meirelles: de 2 para 3%; Cabo Daciolo e Vera Lúcia mantiveram 1%. Brancos e Nulos: 19%. Não sabe ou não respondeu: 7%.

Atualização 2 (12/09/2018 - 15:05): A pesquisa Crusoé-Empiricus-Paraná Pesquisas confirmou a tendência das pesquisas anteriores. Bolsonaro lidera isoladamente o primeiro bloco com 26,6%. No segundo bloco, embolados, estão Ciro Gomes (11,9%), Marina Silva (10,6%), Alckimin (8,7%) e Haddad (8,35).

Atualização 3 (14/09/2018 - 11:57) Divulgada hoje pela manhã, a nova pesquisa XP/IPESPE revela que Jair Bolsonaro saltou de 23% para 26% e agora está 14 pontos à frente do segundo colocado, Ciro Gomes, que possui 12%. Ainda neste grupo, Haddad atingiu 10%, alta de 2%, Geraldo Alckmin permaneceu com 9% e Marina Silva despencou de 13%, há duas semanas, para 8% agora. A pesquisa também pontuou a rejeição aos candidatos. Bolsonaro recuou 5 pontos, de 62% para 57%. À sua frente estão os candidatos Marina Silva (64%) e Geraldo Alckmin (60%).

Atualização 4 (14/09/2018 - 2015) Pesquisa Datafolha recém divulgada confirma crescimento de Jair Bolsonaro que atinge a marca de 26%, o dobro dos segundos colocados, Ciro Gomes e Fernando Haddad, ambos com 13%. Marina Silva e Geraldo Alckmin despencaram. A primeira de 11% para 8% e o segundo de 10% para 9%. Confira o desempenho dos candidatos nos gráficos abaixo.


















quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O BRASIL PRIMEIRO VAI SE ... PRA TER ALGUMA CHANCE DE SE REORGANIZAR


Desde que os portugueses puseram os seus pés aqui, fica difícil destacarmos um momento mais grave do que o atual. O que estamos vendo/convivendo no Brasil, neste momento, é muito grave. Talvez o pior de toda a sua história.

Se olharmos de forma mais ampla, estamos diante dos resultados de três décadas de políticas implantadas/praticadas no País, que contaram com o apoio, e/ou a liderança, e/ou a contribuição de parcela considerável da denominada elite de vários setores de nossa sociedade.

Os acontecimentos atuais demonstram que esse grupo perdeu a capacidade de observar os fatos de forma isenta e passou a ressuscitar e apregoar conceitos ideológicos e práticas políticas vencidas, pelo menos, desde a queda do muro de Berlim. Os componentes desse grupo, olharam, e continuam olhando, para o passado e não para o futuro.

Para ilustrar o acima exposto, vamos usar, como exemplo, a educação e a cultura, cujos fatos estiveram na mídia nos últimos dias. Na educação, os recentes dados divulgados do ensino do segundo grau são os piores da história do Brasil e sabemos que situação similar está ocorrendo no primeiro e no terceiro graus.

Se olharmos especificamente para a situação das universidades, o mote está no incêndio do Museu Nacional que é uma unidade da UFRJ.

As fotos e videos que foram divulgados, esta semana, nas redes sociais, mostram a posse do Reitor da UFRJ e palestras suas e de seus colaboradores. Tudo conta um pouco da história do Reitor e do ambiente atual vigente nas unidades de ensino brasileiras.

As universidades, e porque não dizer as demais escolas públicas no Brasil, órgãos também públicos e organizações não governamentais, passaram a ser administradas, com raras exceções, nas últimas três décadas, com forte viés político em detrimento de suas qualidades científicas e gerenciais. O resultado desse modelo é um estado desolador, de degradação de amplas dimensões, encontrado nessas unidades.

Do lado da cultura, logo após a criação do respectivo Ministério, o modelo adotado na sua gestão e dos seus órgãos vinculados tomou rumo semelhante ao exposto acima, ou seja, açodamento do viés político, péssimas administrações, benesses injustificáveis e corrupção sem freio. São essas as manchetes com as quais nos deparamos diariamente nos principais órgãos de imprensa do País.

E pra envergonhar ainda mais os CIDADÃOS BRASILEIROS, um dos responsáveis por esse quadro desolador em que se encontra o País, embora já tenha sido condenado e esteja preso, continua recebendo apoio e aplausos de pessoas com o perfil mencionado no início deste post. Nominalmente, vários componentes desse grupo compõem uma lista que circula nas redes sociais e estiveram presentes, recentemente, em um ato público ocorrido na Lapa, no Rio de Janeiro.

O que aconteceu até então? Caminhamos em todo esse período para trás em termos de formação das novas gerações. Estamos colhendo os frutos, entre eles os citados acima.

Pra terminarmos. Após conversar com um amigo diante desse contexto, concordamos com a frase que ele nos endereçou no WhatsApp, e que a copiamos literalmente agora "eu tô começando a ficar convencido de que o BRASIL primeiro vai SE ... pra ter alguma chance de se reorganizar..."

domingo, 2 de setembro de 2018

JAIR BOLSONARO E O "AUTORITARISMO"

A campanha eleitoral no rádio e na TV teve início neste último 31 de agosto. Não foi um bom começo para uma disputa democrática. Para os candidatos que dispõem de mais tempo nesses veículos, grande parte dele foi ocupado por ataques de adversários ao candidato Jair Bolsonaro, desejando carimbá-lo com o selo de autoritarismo.

Ora, o autoritarismo que se atribui a Jair Bolsonaro, a bem da verdade, significa firmeza e empenho do candidato quando se expressa para explicitar a necessidade para impor a ordem no Brasil. Em um país com mais de 60 mil homicídios por ano, além dos vergonhosos recordes de estupros e latrocínios, é necessário um presidente que não tenha medo de fazer cumprir as leis.

Nesse sentido, é fundamental, portanto, que chegue ao Palácio um presidente enérgico para que os demais setores, inclusive o econômico, funcionem a pleno vapor para se tentar conter a crise atual e serem fixados os alicerces para a construção, em todos os sentidos, de uma nova e bem sucedida Nação.

PS.: Este post responde também, pelo menos em parte, ao artigo "Bolsonaro ameaça a democracia brasileira", escrito por Steven Levitsky, publicado na Folha de São Paulo, também em 31 de agosto último, com conteúdo bastante alinhado com as ações promovidas pelos candidatos adversários de Jair Bolsonaro.

domingo, 26 de agosto de 2018

O PARTIDO NOVO E SUA PROPOSTA PARA A EDUCAÇÃO

Retorno ao assunto EDUCAÇÃO, após leitura de matéria no Estado de São Paulo, deste sábado (25/08). Em resumo, o artigo, já em seu tendencioso titulo afirma que as escolas militares custam três vezes mais que as demais escolas públicas. "Estudantes de colégios militares custam três vezes mais ao País / Exército gasta R$ 19 mil ao ano por aluno e rede pública, R$ 6 mil; modelo defendido por Bolsonaro é considerado de alto custo e elitista."

Entretanto, o propósito central do artigo não está em discutir o tema educação, e sim adentrar na seara política, para criticar o candidato Jair Bolsonaro que já afirmou que se for eleito multiplicará o número de colégios militares em todo o País, PARA QUE SIRVAM DE MODELO para as demais escolas públicas. Não custa lembrar que estas, nos ensinos fundamental e médio, por força legal, são de responsabilidade das prefeituras municipais e dos governos estaduais, respectivamente.

Não irei me aprofundar em detalhes, mas afirmo que, considerando os resultados da relação custo benefício em termos gerenciais e qualitativos, a proposta do #Bolsonaro sobre a implantação de colégios militares, #Brasil afora, poderá ser o início de uma revolução educacional que o País necessita para chegar bem ao século XXII - Este, o século XXI, já o perdemos.

Outro fato atual, que me espanta, é a proposta do Partido Novo de tornar a educação uma mercadoria. Tomei conhecimento, pela primeira vez, dessa proposta, em 28/jan/2018, no próprio Twitter do João Amoêdo, o cacique do partido, fato que me levou a escrever um post acessível neste link .


Em outro post, mostro os resultados da educação no Brasil, piorada a partir do governo FHC que trocou qualidade por quantidade, numa jogada com empresas privadas, todas elas na busca do dinheiro público fácil sem a contrapartida de qualidade devida. Os números obtidos falam por si só sobre o quesito qualidade. Só no ensino superior temos hoje 2.391 instituições, sendo 301 públicas e 2.090 privadas. Consulte-o aqui

Por fim, acrescento abaixo uma imagem que ajudará o leitor a pensar um pouco mais sobre a proposta do Partido Novo para a educação.