
A Globo, que passou os últimos sete anos sustentando, aplaudindo e JUSTIFICANDO a imposição de um verdadeiro regime de exceção — através da censura, da perseguição política, da criminalização da direita e da blindagem de um establishment PODRE —, resolveu agora mudar de posição, ao começar a expor a lama que envolve o cerne do poder no Brasil.
As mais recentes foram divulgadas esta semana e a última é objeto desta matéria obtida no Jornal Nacional, em sua forma integral está acessível aqui e o seu final no vídeo abaixo.
A pergunta que todos fazem: por que a mudança de postura?
Não se engane
Ainda não está completamente claro, mas a lógica é cristalina: cumprida a tarefa de blindagem do sistema, Moraes deixou de ser um ativo. Virou um passivo. O cão de guarda mordeu demais, e agora incomoda o próprio dono.
Os registros históricos nunca poderão ser apagados
A Globo sabe que Moraes não poderá colocar os jornalistas da Globo no "inquérito" das Fake News e mandar fechar a emissora — como fez com outros órgãos de comunicação, o Terça Livre, por exemplo, sob aplausos da própria Globo e do resto da militância de redação.
Até então, conseguiram usar a ladainha da "defesa da democracia" como esteio de legitimidade por um tempo. Até porque o STF resolveu descondenar e alçar Lula à presidência, angariando o suporte entusiasmado de toda a esquerda e seus aparelhos — a Academia, a "imprensa", os artistas e outros setores influentes da sociedade. A Corte tem 95% de apoio da esquerda. Porém, 95% da direita a repudia. Mas não há condições objetivas, como diriam os comunistas, para esse nível de repressão no Brasil. Não agora. Não com o mundo inteiro olhando. Logo, é preciso outro caminho. E esse caminho passa pela velha fórmula: entregar os anéis para preservar os dedos. Por enquanto, os anéis a serem entregues são Toffoli e Moraes.
A torneira secou
Tudo isso foi precipitado pela implosão do Banco Master, que aparentemente assumiu o papel que já foi das empreiteiras: principal fonte de recursos para o establishment.
Quando a torneira secou, e a lama explodiu, a engrenagem começou a ranger. O arranjo de poder que manteve o sistema em pé começou a rachar. A Globo, como um dos pilares desse establishment, faz agora o que sempre fez: trabalha para rearranjar a dinâmica de poder. Moraes, antigo esteio do sistema, passa a ser o alvo que precisa ser removido. Não por amor à Justiça. Por autopreservação. Resta saber se Moraes aceitará esse novo arranjo e sua decisão definirá o grau de caos que o Brasil enfrentará nos próximos meses. Mas, qualquer que seja o caso, uma coisa é evidente: a mínima pacificação do país SÓ será alcançada com a ANULAÇÃO das condenações POLÍTICAS dos últimos anos e com o fim do estado de exceção — representado pelo Ato Institucional que o Supremo baixou, disfarçado de "Inquérito das Fake News".




















