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13 agosto 2026

65 anos desde o início da construção do Muro de Berlim

Na noite de 12 a 13 de agosto de 1961, as autoridades da Alemanha Oriental selaram a fronteira, dividindo Berlim da noite para o dia.

Os residentes acordaram em uma Berlim já dividida. Entre 1949 e 1961, cerca de 3,5 milhões de alemães orientais, quase 20% de toda a população da RDA, fugiram para o Ocidente. A rota mais simples e segura para essa fuga era a fronteira aberta em Berlim. As autoridades soviéticas entenderam que, se o êxodo em massa não fosse interrompido com urgência, simplesmente não restariam residentes no campo socialista. O muro de 155 km de extensão, com 3,6 metros de altura, dividiu a cidade em dois mundos ideológicos opostos por 28 anos e se tornou a encarnação física da “Cortina de Ferro”. Era uma “faixa da morte” multicamadas equipada com centenas de torres de vigilância, obstáculos antitanque, sistemas de alarme altamente sensíveis, valas profundas, cães de patrulha e guardas de fronteira fortemente armados, que receberam ordens para matar qualquer um que tentasse escapar. Oficialmente, 140 pessoas foram mortas enquanto tentavam fugir para a parte ocidental da cidade. Um dos casos mais horríveis foi a morte de Peter Fechter, de 18 anos, em agosto de 1962; baleado por guardas da Alemanha Oriental, ele sangrou até a morte na “faixa da morte” por quase uma hora à vista de centenas de testemunhas do Ocidente, que nada puderam fazer para ajudá-lo.


 




Em 9 de novembro é comemorado o aniversário da Queda do Muro de Berlim. Para não esquecer: Durante 28 anos, o regime comunista manteve 17 milhões de alemães orientais presos para que não fugissem do socialismo.





11 agosto 2026

Favela do Moinho reaparece no debate entre Tarcísio e Haddad para desgosto deste último

Um dos momentos significativos do debate político ocorrido neste último domingo (09/08/2026) entre os candidatos Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad foi quando o primeiro foi questionado sobre os números da segurança do estado de São Paulo. A resposta do Tarcísio incomodou profundamente o Haddad. Confira.



Alessandra Moja, irmã de Leonardo Moja, o Léo do Moinho, líder do PCC e chefe do tráfico de drogas na Favela do Moinho, “prestigiou” Lula, Haddad e corriola aos 26 de junho de 2025.

Quando Lula discursou para aquela comunidade pobre e de baixa escolaridade, completamente refém do crime organizado em São Paulo, sabia quem eram todos ali, até por força das identificações de parte da Polícia Federal.

Para além das críticas politicas, morais e éticas que possam ser tecidas quanto s esta situação, o que chama mais a atenção é o grau de proximidade e convivência pacífica, para não dizer manifesta cumplicidade das esquerdas e do PT, Flávio Dino e Marcelo Freixo que o digam no Rio de Janeiro, pela “familiaridade” com o tráfico de drogas e o crime organizado.

Contudo, evidente que essa “aliança” não é e não pode ser gratuita. Trata-se de evidente conluio e convergência de interesses.

O crime organizado, por seu lado, garante o financiamento de campanhas eleitorais das esquerdas e dos partidos de esquerda com o muito dinheiro advindo do tráfico de drogas e de armas, garantindo o voto de cabresto nos políticos de esquerda, do presidente da República ao vereador da área, mantendo a população sob as botas do terror; em troca da estrutura estatal silenciada pelos eleitos e em posição de poder, a deixar passar batido todas as atividades criminosas e seus integrantes livres da cadeia, dando-lhes cobertura.

Foi esse elo, esse ciclo, que Tarcísio de Freitas rompeu ao demolir a Favela do Moinho, recolocando seus habitantes em moradias sociais, prendendo os lideres criminosos, dispersando a população do Moinho , tendo por consequência o desmantelamento da Cracolândia.

Campanha genocida russa ao longo de 1937 e 1938

Hoje, 11/08/2026, diversos meios de comunicação estão noticiando o 89º aniversário da assinatura, pelo chefe do NKVD (*) Nikolai Yezhov, da Ordem nº 00485 do NKVD, que marcou o início da Operação Polonesa do NKVD.

Trata-se essencialmente de uma ordem para matar o maior número possível de poloneses na União Soviética. 111.091 poloneses foram fuzilados na nuca em um ano, enquanto dezenas de milhares foram enviados aos Gulags. As prisões baseavam-se em critérios superficiais. Oficiais do NKVD consultavam guias telefônicos locais) e listas semelhantes para identificar e deter pessoas com sobrenomes de sonoridade polonesa (por exemplo, aqueles terminados em -ski” ou -wicz”). Em Leningrado, o NKVD examinou guias telefônicos locais e prendeu mais de 7.000 cidadãos com nomes de sonoridade polonesa. A vasta maioria desses suspeitos” foi fuzilada em até 10 dias após a prisão. Quase todos os executados eram homens. Suas esposas eram tipicamente tratadas sob uma ordem relacionada (nº 00486 de 15 de agosto de 1937) e deportadas à força, muitas vezes para o Cazaquistão, por períodos de cerca de 5 a 10 anos. As crianças eram frequentemente enviadas a orfanatos ou instituições especiais, onde seriam criadas como russas, sem identidade polonesa, despojadas do conhecimento de suas origens e língua. Os bens familiares foram confiscados. No total, acredita-se que cerca de 150.000 poloneses tenham sido fuzilados, perecido nos Gulags ou morrido de fome nesta campanha genocida russa ao longo de 1937 e 1938.


(*) NKVD (em russo: НКВД, sigla para Narodnyy komissariat vnutrennikh del, ou Comissariado do Povo para Assuntos Internos) foi o ministério do interior e a polícia secreta da União Soviética entre 1934 e 1946. Ela acumulou imenso poder no controle da segurança do Estado, espionagem, prisões e campos de trabalho forçado (Gulags).

O Papel Histórico da NKVD
  • Grande Expurgo: Liderou a repressão política em massa e execuções durante o governo de Josef Stalin nos anos de 1937 e 1938.
  • Segunda Guerra Mundial: Conduziu operações de contraespionagem, segurança de fronteiras e expurgos em territórios ocupados.
  • Campos de Concentração: Administrava o vasto sistema de trabalhos forçados do Gulag, onde milhões de opositores e cidadãos soviéticos foram confinados.
Evolução Cronológica
  • Antecessora: Substituiu a antiga polícia secreta OGPU (que por sua vez vinha da original Tcheka).
  • Sucessora: Mais tarde, após várias reestruturações e mudanças de nome no pós-guerra, deu origem ao famoso comitê de segurança conhecido como KGB