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03 novembro 2026

O fator oculto da eleição: a MOBILIZAÇÃO eleitoral


"Este é o melhor vídeo até agora sobre alguns resultados bizarros nas urnas. 
Coisas que são mais difíceis de acontecer que ganhar a Mega Sena 16x seguidas, 
usando simulação de Monte Carlo. (@Burgos)



Muito distante de assinar embaixo sobre a confiabilidade do processo eleitoral brasileiro, não se pode deixar de observar certos fatos a ele relacionados. O vídeo acima e as imagens aqui postadas impõem certas reflexões.

Tanto a direita quanto a esquerda parecem cometer erros de estratégia por superestimar o quão extraordinária essa eleição realmente foi.

Estão dizendo que o Lula fez um "milagre" eleitoral ao abocanhar 7 de cada 10 votos novos disponíveis no segundo turno. Alguns chegam a falar, impropriamente, que isso seria "matematicamente impossível" e evidenciaria, por si só, fraude. Por que seria "impossível", segundo essas pessoas? Porque os candidatos de 3ª via eram quase todos de direita, então, na cabeça delas, seria "impossível" a maioria desses votos migrarem para Lula e não para Flávio. O que as pessoas não perceberam é que essa eleição foi um repeteco da de 2022 nesse aspecto. A situação era parecida: candidato de oposição (Lula) termina o 1º turno na frente e os candidatos de 3ª via (Ciro Gomes e Simone Tebet eram os destaques) são quase todos do mesmo lado do espectro político que ele (esquerda). Seria de se esperar que, por serem votos de esquerda, todos migrariam para o o primeiro colocado, que era Lula, certo? Errado: em 2022, o segundo colocado, Jair Bolsonaro, foi quem abocanhou 7 de cada 10 votos novos disponíveis no segundo turno. Quem diz que Lula fez "milagre" agora por abocanhar também 7 de cada 10 votos novos precisa então reconhecer que Bolsonaro também fez "milagre" na época ao conseguir números parecidos. De fato, Bolsonaro quase virou a eleição dessa forma, como Lula conseguiu: teve 50,9% dos votos. Perdeu por um fio de cabelo.

A eleição de 2026 teve, sim, uma discrepância em relação a 2022, que foi a queda da abstenção. Pode até ter havido algum ilícito aí a apurar, mas repare que a narrativa de fraude nas urnas por resultado "matematicamente impossível" só serve para distrair disso em vez de contribuir para a elucidação.

30 outubro 2026

Uma semana após a "vitória" de Lula

A expectativa dos brasileiros sobre ter que sobreviver em mais quatro anos de governo Lula veio ao ar no dia seguinte às eleições: o prenúncio do caos econômico. O mercado financeiro entrou em pânico, e o Ibovespa desabou quase 14%. Foi o pior resultado diário desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19, e a terceira maior queda da história da bolsa brasileira. 2026 ficará como uma mancha para o nosso sistema eleitoral que, mais uma vez, não observou os limites institucionais. É realmente urgente a reforma do Judiciário!

O desespero de grande parte da população é compreensível. Além das incontáveis dúvidas que cercam a votação, a campanha pela reeleição foi marcada pela compra de votos disfarçada de auxílio social e por uma avalanche de mentiras nas redes sociais.

Só neste ano eleitoral, Lula criou 51 novas medidas com impacto no Orçamento federal que somaram, segundo levantamento do Estadão, mais de R$ 405 bilhões.

Diferentemente do que faz desde 2003, quando estreou no Planalto, agora Lula não terá a quem culpar pela “herança maldita” que ele mesmo criou. A expressão foi usada pela primeira vez para se referir ao legado deixado por Fernando Henrique Cardoso. Mas Lula sabia que a história não era bem assim. Três meses depois da posse, o ministro Antônio Palocci telefonou para FHC para agradecer, “em nome do presidente”, pelo país que haviam recebido: economicamente organizado e com a estabilidade de preços promovida pelo Plano Real.

A história da herança maldita foi uma das mais duradouras mentiras usadas por Lula para enganar o eleitorado e tirar vantagem política. Neste ano, contudo, a tarefa de espalhar falsidades foi terceirizada para o deputado federal André Janones, promovido a general da mentira. Em junho, ao participar de evento com militantes do PT, Janones deu palestra sobre como criar versões dos fatos. Deixou claro que a qualidade do conteúdo, assim como a veracidade das histórias, pouco importa. André Janones é a cara da campanha de Lula à reeleição.

Depois de gastar mais de R$ 400 bilhões no que pode ser definido como o maior caso de abuso de poder econômico e político de uma reeleição na história do mundo, Lula ganhou a presidência pela quarta vez, mas perdeu o Brasil. No caso, o Brasil é representado por um Congresso majoritariamente de oposição.

A nova composição do Parlamento também preocupa integrantes do Supremo Tribunal Federal. Eles sabem que seus abusos poderão encontrar mais resistência.

A eleição terminou, mas o julgamento político continua. E será feito diariamente, não pelos discursos, pelas comemorações ou pelas articulações de Brasília, mas pelos resultados efetivamente entregues à população.

Afinal, uma vitória eleitoral pode garantir mais quatro anos de mandato. Mas somente um governo competente, responsável e comprometido com todos os brasileiros poderá transformá-la em uma verdadeira vitória para o país.

29 outubro 2026

01 de fevereiro de 2027, uma data decisiva para o destino do Brasil

Em todo o País, fala-se muito da "fuga" de Flávio Bolsonaro e quase nada sobre o acordo que está em curso para abafar simultaneamente todos os escândalos que atingem poderosos nos três poderes. A peça fundamental neste acordo é a reeleição de Davi Alcolumbre para a presidência do Senado com o compromisso de não instalação de CPIs ou processos de impeachment.

Justificar a necessidade de pacificação política não deve incluir esse item em qualquer agenda. Pelo contrário, caso ele apareça a pauta já nasce destruída. A sociedade brasileira não suporta mais tanta desconexão entre suas necessidades reais e as vontades de uma elite corrompida.

Felizmente começam a surgir senadores que já declararam que não votarão no Alcolumbre como Guilherme Derrite-SP,  Jorge Seif-SC e Marcelo van Hattem-RS e cogita-se as candidaturas de Rogério Marinho-RN e Tereza Cristina-MS. 

O Senado Federal precisa ser a Casa da Federação e da representação democrática, não um espaço de perpetuação de grupos corruptos no poder.

E talvez esteja aí a questão mais grave: de que adianta o eleitor renovar o Congresso se os mecanismos internos de poder continuam reproduzindo as mesmas práticas que ele esperava modificar?



Francês defende investigação das eleições brasileiras: “Desconfiança estrutural”

A situação de Flávio Bolsonaro, as dúvidas levantadas sobre o processo eleitoral brasileiro, as semelhanças entre Brasil e Venezuela e os possíveis efeitos das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos sobre a América Latina estão entre os temas de entrevista com o francês Jacob Safar, consultor em assuntos estratégicos internacionais especializado nos Estados Unidos e no Oriente Médio.

Da França, Safar afirma que a situação de Flávio Bolsonaro é vista, nos meios conservadores e por parte da opinião pública, como uma operação política para neutralizar um adversário que representa uma alternativa forte, e não apenas como uma questão judicial. Segundo ele, o caso já provoca debates nos Estados Unidos, onde há quem o considere um exemplo de lawfare.

O consultor também defende uma investigação internacional independente sobre o processo eleitoral brasileiro e aponta semelhanças entre o funcionamento das instituições no Brasil e na Venezuela, embora ressalte que os dois países não sejam equivalentes. Na entrevista, ele ainda analisa a política de Donald Trump para a América Latina, o combate ao PCC e ao Comando Vermelho e as causas da violência que tem marcado manifestações na França.

Venezuela e Brasil: covardia da repressão não tem pátria

 

Por Paulo Cursino - 28/10/2026

Maria Corina e Flavio Bolsonaro.
Dois exilados de duas ditaduras.
Uma de Maduro e suas eleições fraudadas.
Uma de Lula e suas eleições sujas e STF aparelhado.
Ambos da mesma América Latina subdesenvolvida de sempre.
Ambos salvos pela América da liberdade de sempre.
Maria Corina foi chamada de covarde por canalhas da Venezuela.
Flavio também foi chamado de covarde por canalhas no Brasil.
Caluniados pelos mesmos motivos, pelas mesmas pessoas, porque a vagabundagem moral e a covardia da repressão não tem pátria.
Ambos vítimas da corrupção moral, sistêmica, e endêmica de seus países de origem.
Uma mulher. Um homem.
Dois seres humanos.
Com sonhos, com amores, com famílias.
Ambos obrigados a viver longe da terra onde nasceram.
Dois heróis da liberdade.
Ambos lutando contra políticos com prazos de validade vencidas.
Ambos tentando tirar seus países do século XX das mãos de líderes com ideias do século XIX.
E ambos envolvidos em uma poética coincidência:
Flavio foi roubado no domingo dia 25 de outubro e teve que sair de um país onde não há mais justiça.
Maria Corina voltou para a Venezuela no mesmo dia, no mesmo 25 de outubro, em uma Venezuela livre e voltando a ter justiça.
Um sinal de esperança.
Uma prova de que o mundo dá voltas e de que a verdade sempre vence e a paz sempre retona.
O inferno da Venezuela acabou.
O do Brasil também acabará um dia.
Lula quebrou o Brasil e pagará por isso.
Flavio não quebrará seu espírito e sairá vitorioso.
Lula não viverá para sempre e os coniventes com regimes repressores sempre vão para a lata de lixo da história.
E, ah, sim, sempre bom lembrar: no meio do caminho, Maria Corina ainda ganhou o prêmio Nobel da Paz.
Vai que é tua, Flavio.
Lute a boa luta.
A boa América está contigo.
Os bons brasileiros também.
E Deus está conosco.


O oportunismo não está mais em banho maria

Pronunciamento de Tarcísio de Freitas, como o mostrado na imagem, o deixa mal na sua largada para disputar a presidência da República em 2030. O mais educado comentário encontrado nas redes sociais sobre esse tema o chama de traidor.

A justificativa é óbvia. Tarcísio jamais seria eleito governador de São Paulo nas eleições de 2022 sem a decisão e o apoio de Jair Bolsonaro. Não há nenhuma dúvida de que ele sem o apoio de Bolsonaro nem candidato seria.

Tal declaração surgiu no contexto da ida de Flávio Bolsonaro para os EUA e da publicação de sua carta dirigida aos brasileiros.

O que fica evidente é que diversas figuras políticas, incluindo o Tarcísio, estão querendo transformar a viagem de Flávio em um ato de fuga e ocupar a posição e/ou título de novo líder político brasileiro. 

Porém, todos eles precisam ler mais sobre Charles De Gaulle para aprenderem como surge um líder e passar a ter o apoio de sua nação.



PS.: a petezada está comemorando.

Os fabricantes de chips, antes acuados, agora dão o troco na Apple

Durante anos, a Apple pressionou os produtores de memória flash a conceder descontos agressivos — até que as gigantes da computação em nuvem (hyperscalers) voltadas para IA elevaram os preços e absorveram toda a oferta disponível.

Certo dia, enquanto andava de moto em um deserto no sul da Califórnia, o executivo de vendas Scott Nelson parou sua moto, sacou um rifle e disparou contra seu antigo iPod.

Nelson vendia memórias flash para a Apple e detestava a sensação de sempre sair perdendo nas negociações. A Kioxia, fabricante japonesa tinha pouco poder de barganha. A Apple era a maior compradora mundial de memórias flash — os chips presentes nos iPhones que armazenam fotos, músicas e aplicativos — e usava essa posição para espremer cada centavo de seus fornecedores. A Apple forçava os fabricantes a abrir seus registros contábeis para monitorar as vendas, garantindo que ninguém mais obtivesse um acordo melhor.

A Kioxia e outros fabricantes de memórias flash sentiam-se frustrados ao receber valores irrisórios da Apple por componentes que a gigante do iPhone revendia aos consumidores por preços muito mais altos. Essa disparidade no poder de negociação irritava profundamente Nelson, que, em forma de protesto, passou a usar celulares com sistema Android.

Nelson guardou os pedaços de seu iPod — o primeiro dispositivo da Apple a utilizar memória flash. Hoje, os fragmentos permanecem em sua mesa, carregando um significado especial agora que a situação se inverteu.

No último ano, a demanda por parte das gigantes da computação em nuvem (hyperscalers) voltadas para IA fez com que os preços das memórias flash quintuplicassem, segundo a empresa de pesquisa TechInsights, inaugurando uma nova era para a Kioxia e outros fornecedores. Há dois anos, a Apple comprava quase o dobro de memórias flash que Microsoft, Amazon, Meta e Google somadas, conforme estimativas da TechInsights. Atualmente, essas gigantes da nuvem compram o dobro do volume adquirido pela Apple.

Durante conversas informais na maior conferência do setor, realizada neste verão em Santa Clara, na Califórnia, fornecedores de memória flash e suas equipes de vendas não esconderam a satisfação ao ver a Apple enfrentar essa reviravolta. Os contratos voltados para a inteligência artificial deram à Kioxia e a outros fornecedores um novo poder de barganha, permitindo-lhes cobrar preços mais altos da Apple.

Este ano, Meta, Microsoft e Amazon firmaram contratos com a Kioxia para garantir o fornecimento a longo prazo, comprometendo-se a pagar preços mais elevados. Esses acordos protegem os lucros da Kioxia caso o cenário de mercado venha a mudar. A empresa não quis comentar.

As empresas de computação em hiperescala (*hyperscalers*) têm condições de pagar mais. O armazenamento em memória flash representa uma parcela menor na construção de um data center do que na fabricação de um iPhone, e as normas contábeis permitem que as empresas distribuam esse custo ao longo de vários anos.

O artigo completo (longo)
Espera-se que a Apple gaste US$ 25 bilhões em armazenamento flash este ano — um valor que, segundo estimativas da TechInsights, corresponde a uma quantidade de armazenamento similar à que a empresa adquiriu por US$ 6 bilhões em 2025. Tim Cook, CEO da Apple, comparou a escalada nos preços dos chips de memória a uma “enchente centenária”.

28 outubro 2026

“Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”, declarou Flávio Bolsonaro


O senador Flávio Bolsonaro optou por não realizar uma coletiva de imprensa e preferiu divulgar uma declaração. Flávio denunciou a interferência do STF no processo eleitoral, questionou a prorrogação do horário de votação, afirmou que houve fraude eleitoral e declarou o abuso de poder político e econômico em favor da reeleição de Lula. 

“Saí do Brasil, mas não abandonei os brasileiros”, afirmou. Flávio anunciou que pretende liderar a oposição a partir dos Estados Unidos, realizar pronunciamentos regulares e apresentar uma estratégia de mobilização por meios pacíficos e legítimos. Também pediu apoio à comunidade internacional e às instituições brasileiras. “Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre.”

Veja a seguir o documento:















27 outubro 2026

A chama da oposição brasileira não deve ser apagada

Donald Trump concedeu asilo político para Flávio Bolsonaro. Trump poderá ser lembrado como o Churchil de 1940, quando deu abrigo a De Gaulle. Quiçá o Flávio tenha a mesma determinação do De Gaulle e crie o movimento Brasil Livre a partir do solo americano. 

Estamos em guerra.


Relembre abaixo os acontecimentos ocorridos naquela época, em plena Segunda Guerra Mundial.

Em 17 de junho de 1940, o destino da Europa continental parecia traçado. Com o avanço avassalador das forças da Alemanha Nazista sobre o território francês e o colapso iminente das defesas aliadas, o Marechal Philippe Pétain assumiu o governo da França e anunciou pelo rádio a intenção de solicitar o armistício com o Terceiro Reich.

Recusando-se a aceitar a rendição e o jugo nazista, o então Subsecretário de Estado da Guerra e da Defesa Nacional, General Charles de Gaulle, tomou uma das decisões mais audaciosas da história moderna. Na manhã de 17 de junho de 1940, na pista de pouso de Bordeaux, De Gaulle embarcou num avião britânico da RAF fornecido pelo primeiro-ministro Winston Churchill. Levava consigo poucas bagagens e uma determinação inflexível: fundar o movimento França Livre (France Libre) a partir do solo britânico. Ao aterrisar em Londres naquele mesmo dia, Charles de Gaulle era uma figura praticamente solitária, destituída de exército, recursos ou reconhecimento oficial formal por parte dos diplomatas europeus. No entanto, contava com o apoio vital do governo britânico para iniciar a reconstrução do orgulho e da soberania do seu país a partir do exílio. Embora a partida decisiva da França tenha ocorrido em 17 de junho, foi na tarde do dia seguinte, 18 de junho de 1940, que a voz de De Gaulle ecoou pelo mundo a partir dos estúdios da BBC em Londres. No célebre discurso conhecido como o "Apelo de 18 de Junho", o general dirigiu-se aos seus compatriotas: “Aconteça o que acontecer, a chama da resistência francesa não deve ser apagada e não será apagada.” Ele convocou militares, engenheiros e civis franceses no Reino Unido ou nas suas colônias a unirem-se a ele para combater o nazismo. De Gaulle lembrou que aquela não era apenas uma batalha no solo da França, mas sim uma guerra mundial com recursos imensos à disposição dos Aliados, incluindo os impérios colonial e britânico e a capacidade industrial dos Estados Unidos. A viagem de 17 de junho de 1940 transformou o General de Gaulle de um oficial militar num líder político global. A partir da Inglaterra, organizou tropas que lutaram na África, apoiou a Resistência Francesa interna e garantiu que a França terminasse a Segunda Guerra Mundial como uma das nações vitoriosas.

Governos vêm e vão, mas o caráter de uma nação se revela nas escolhas de seu povo

Governos vêm e vão, mas o caráter de uma nação se revela nas escolhas de seu povo. Eleger pela quarta vez  o maior ladrão da história do país não representa apenas uma decisão política, mas um verdadeiro atestado de fracasso moral de grande parte da sociedade brasileira. 

Aceitar alguém com esse histórico na Presidência revela uma profunda deterioração dos valores éticos que deveriam orientar qualquer sociedade civilizada. Esse personagem passará. Não será eleito novamente e talvez sequer conclua seu mandato. 

Entretanto, o problema é muito maior. Como transformar um país em que mais da metade da população parece disposta a relativizar a honestidade, a integridade e o caráter? Como apostar em um lugar melhor para nossos filhos quando a grande maioria ignora a virtude moral? Como lutar por uma nação onde a moralidade e a ética são suplantadas pela corrupção? 

Governantes são passageiros, mas a degradação moral de uma sociedade pode atravessar gerações. E quando uma parcela tão expressiva da população já não reconhece e relativiza determinados limites éticos, torna-se difícil acreditar em qualquer transformação coletiva. 

Resta, portanto, uma conclusão tão amarga quanto inevitável: a salvação sempre será individual. Lutem por si. Defendam somente seus interesses. Deixem que as mentes moralmente deterioradas sucumbam às consequências do país que elas próprias escolheram.

Dom Adair José Guimarães - Bispo de Formosa-GO

26 outubro 2026

O segundo golpe: a caminhada final do regime totalitário

O pesadelo abordado aqui se tornou realidade no primeiro dia útil após as "eleições" realizadas neste domingo 26 de outubro. Portanto, não houve demora e seu surgimento veio do mercado conforme ilustram as imagens abaixo: 


A previsão não esbarra aí mas atinge também o mesmo segmento e vai muito além. Segundo Fernão Lara Mesquita o que virá por aí é muito pior. Ouça-o no vídeo a seguir:





PS.: Fotografia após às 18:00 horas desta segunda-feira (26)







O pesadelo continua

O resultado da eleição de 2026 foi a confirmação de que o sistema consegue se perpetuar. Lula saiu do primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro e, no segundo, “virou” com margem estreita depois que seu ex-advogado no Supremo, Cristiano Zanin, prorrogou a votação no país inteiro por liminar monocrática.

2026 ficará como uma mancha para o nosso sistema eleitoral. Criada pela demora do TSE em analisar pedidos e agravada pela interferência indevida e intempestiva do STF. Que mais uma vez não observa os limites institucionais. Lamentável tudo isso. É realmente urgente a reforma do Judiciário!

De tudo que pode destruir uma nação, nada é mais letal do que a desconfiança no sistema eleitoral. A eleição é a apoteose da democracia e seu ato mais tangível: é quando uma escolha direta e limpa dá o mesmo valor a todos os cidadãos, seja quem for o cidadão, seja qual for seu voto.

A oposição tem o direito e deve questionar o resultado. Isso a mantém ativa e tem razões para ir adiante com as reclamações. O PT faria o mesmo e com a violência habitual deles "em nome da democracia". A oposição de direita não joga sujo, não é violenta, e precisa marcar posição, continuar expondo os absurdos do lulopetismo, os crimes eleitorais e as soluções reais para o país. Há razões e elementos de sobra para se questionar todo o processo, sobretudo o abuso de poder dos governistas no Palácio do Planalto e no STF, tais como:

- a compra de votos descarada de Lula abusando do poder com populismo eleitoral (crimes eleitorais). Isso aqui enseja a cassação da chapa. No mínimo, escancara a falta de pudores e incompetência ou aparelhamento do TSE para conter os abusos.

- a intervenção de Zanin, o ex-advogado de Lula no STF, extemporânea e invasiva, ilegal, afrontando a Justiça Eleitoral. E a de Gilmar Mendes.

Bom, se o imponderável aparecer nas próximas horas ou dias, algo podre que exponha o atual governo e o processo eleitoral, aproveitar a oportunidade para crescer e apontar o dedo para o governo de Lula. Afinal, eles fizeram o diabo para ganhar a eleição, como Dilma já prometeu. Não há precedentes do derrame de dinheiro na campanha (mais de R$ 400 bilhões, segundo o Gastômetro do Estadão) e promessas abusivas que não têm recursos para serem implementadas. Assim como o uso de ministros amigos para interferir no processo a favor de Lula, como Gilmar Mendes, Dino e Zanin.

Não esmorecer, traçar estratégias e ir adiante. O Brasil desanda ainda mais se a oposição desaparecer ou se desorganizar. Metade do Brasil precisa de liderança e deve vir da oposição. E ir adiante. Seguir. Avançar. Eleição é momento.