Houve encontros. Vários. Em residências. O relatório aponta pelo menos seis a oito reuniões.
E tem o contrato: o escritório da esposa de Moraes fechou R$ 130 milhões com o banco de Vorcaro. A PF diz que o próprio ministro analisou e fez alterações no contrato.
Moraes nega. Diz que as mensagens não eram para ele. Que a análise técnica não bate. Mas as mensagens existem. Os encontros existem. O contrato existe. A gratidão existe. A pergunta sobre fuga existe.
Enquanto isso, Vorcaro está preso. Moraes continua no Supremo, julgando os outros.
O NYT foi claro: o escândalo energizou a direita e deu força a Flávio Bolsonaro contra Lula. Porque o país cansou de ver o mesmo filme.
O banqueiro que quebrou o banco está na cadeia.
Quem deveria estar na cadeia é Alexandre de Moraes.
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