Translate

Mostrando postagens com marcador 03ago. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 03ago. Mostrar todas as postagens

03 setembro 2026

Sem retorno. Sempre serão lembrados pela decadência moral


Esta semana se encerra com a divulgação de um dos maiores escândalos institucionais já ocorrido no Brasil. Para a maioria dos brasileiros não há novidade, até porque, há quase uma década, o STF vem sendo manchete permanente das piores notícias sobre a democracia brasileira, sob diversos ângulos como corrupção, condução do processo eleitoral, desrespeito a harmonia entre os poderes da República e a própria composição inadequada de seus componentes sob o ponto de vista pessoal, como os citados nos principais telejornais, nas redes sociais e no conteúdo editorial da velha imprensa mostrados na parte final do artigo.

Sem retorno. Sempre serão lembrados pela decadência moral. É o que ocorrerá, ao longo da história, com a maioria dos componentes atuais do Supremo Tribunal Federal (STF). Optaram por serem citados como expoentes das falcatruas praticadas no exercício do mais alto cargo jurídico do País e pelo desrespeito constante à Constituição Federal.

Nese grupo estão inclusos membros que tiveram exposição elogiável em seu desempenho acadêmico, inclusive como professores e autores de livros. Outros, em sentido contrário, após obterem os diplomas universitário foram reprovados nos testes (concursos) a que se submeteram. Todos, entretanto, participaram, desde o início de suas careiras profissionais, de negociatas, segundo os diversos casos que estão sendo revelados com uma frequência quase que quotidiana. É o que nos diz, por exemplo, a edição 320 da Revista Oeste. Literalmente:

"Por aqui, Alexandre de Moraes ainda não viu motivos para explicar o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, e Daniel Vorcaro, dono do falido Banco Master. Também Dias Toffoli não se deu ao trabalho de comentar a venda de sua parte num resort no Paraná ao cunhado do banqueiro larápio. E Gilmar Mendes continua achando que pode ameaçar políticos e candidatos com a inclusão no interminável Inquérito das Fake News. Foi o que fez recentemente para punir o ex-governador de Minas Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência da República.

“A crise é de formação”, afirma Alexandre Garcia. “É moral — ou ética, se quiserem. É de conduta, de comportamento, de princípios, de decoro, de civilidade. É de civilização. Uma civilização desmorona sem esses valores. Parece haver um código entre os espertalhões e o estado de coisas. Nesse código, o peso da Justiça cai sobre, por exemplo, os manifestantes do 8 de janeiro, mas alivia os da Lava Jato, os da dancinha parisiense dos guardanapos.' 

 

 A bandeira levantada pela "ética na política" demonstrou ser mais uma prova do que já disse um certo ditador e seus aliados: "acuse os adversários daquilo que você faz".

O Brasil vive hoje um colapso moral, político e social, objetivo de qualquer regime socialista, somado à "intelligentsia" dos que vivem às custas do Estado e aos empresários amigos do rei.















  




Editorial do Estadão de 3 de setembro de 2026

----------------------------------------------------

UM APELO AO QUE RESTA DO SUPREMO

Roga-se aos ministros que ainda colocam a instituição acima de seus interesses pessoais que manifestem sem medo seu horror diante do colapso moral que ameaça o STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, veio a público na manhã de ontem para dizer que os indícios reunidos pela Polícia Federal (PF) sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro “reclamam o devido encaminhamento institucional” e que, ademais, o cargo de ministro do STF “não confere privilégios, mas impõe deveres”. Fachin também anunciou que, “no tempo devido e sem precipitação”, tomará as medidas cabíveis. É pouco, mas um sinal de que ainda resta vida republicana na Corte.

Não ficou claro qual é o “devido encaminhamento” que Fachin pretende dar ao caso, mas não deveria haver dúvida: o relatório da PF deve ser submetido o quanto antes à deliberação do plenário do STF, em sessão pública e presencial. Se o ministro Fachin fizer a coisa certa, roga-se aos ministros que ainda colocam a instituição acima de seus interesses pessoais que manifestem sem medo seu horror diante do colapso moral que ameaça o STF. Não será fácil, diante da conhecida truculência de alguns ministros, mas o Brasil precisa saber que ainda há genuínos e destemidos republicanos no Supremo.

Diante da extrema gravidade do que está em jogo, não há espaço para outro arranjo clandestino, como aquele a que o plenário se rebaixou para acomodar a evidente suspeição do ministro Dias Toffoli como o primeiro relator do caso Master no STF. Independentemente do parecer pusilânime e suspeito do procurador-geral da República, Paulo Gonet, o relatório da PF documenta, de forma cabal, que Vorcaro tratava Moraes como um funcionário regiamente pago, cobrando-lhe providências, digamos assim, que nem a um advogado se cobra. Não estamos diante de um conjunto de ilações. Como revelou o Estadão, estão documentadas as relações promíscuas entre um investigado pela maior fraude financeira já praticada no País e um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Se Moraes cometeu crimes ao se vender aos interesses comerciais de Vorcaro, só uma investigação técnica e um julgamento justo haverão de concluir. Mas é preciso reiterar com todas as letras: a despeito de sua situação jurídico-penal, Moraes já é um estorvo para o STF. Sua permanência na Corte se tornou o maior problema do Poder Judiciário desde a redemocratização do País. A premente necessidade de seu afastamento – seja voluntário, seja pela via constitucional do impeachment – independe do que um futuro inquérito policial venha a apurar sobre prevaricação, advocacia administrativa, obstrução de justiça e corrupção passiva. A questão é moral antes de tudo. E questões morais têm de ser enfrentadas com coragem e um mínimo senso de decência pessoal.

Este jornal crê que ainda há, no Supremo, quem se preocupe com o papel da Corte como um dos pilares da República. É a essas autoridades que nos dirigimos, pedindo que examinem suas consciências e reconheçam que, ou bem o destino pessoal do sr. Moraes é desassociado do destino da instituição, ou o STF morrerá abraçado a um dos seus por reles corporativismo, quiçá cumplicidade. As consequências dessa segunda opção são imprevisíveis, mas, no limite, não será surpreendente se chegarem à desobediência civil.

Como presidente do STF, Fachin tem o dever de evitar esse desfecho trágico. A crise, no ponto a que chegou, não será debelada com um acerto de contas nos corredores da Corte nem muito menos com covardia. O plenário do STF precisa autorizar que uma investigação sobre a conduta de Moraes seja instaurada – e não só a dele, haja vista a relação que há entre Toffoli e Vorcaro por meio de investimentos do ministro no resort Tayayá – e criar as condições para que o próprio Moraes se afaste do cargo enquanto ela tramita, supondo, é claro, que o ministro tenha respeito por este país e pela instituição que integra.

A sobrevivência moral do STF como o conhecemos desde 1988 depende hoje da capacidade de seus ministros de provar à Nação que sabem o que significa proteger um dos seus e proteger a instituição.

03 agosto 2025

Desenvolvimento tecnológico de uma civilização - A Escala de Kardashev

    A Escala de Kardashev é um método proposto pelo astrofísico Nikolai Kardashev para classificar o nível de desenvolvimento tecnológico de uma civilização com base em sua capacidade de utilizar e controlar a energia. A escala original divide as civilizações em três tipos, com base na quantidade de energia que elas podem aproveitar: Tipo I (planeta), Tipo II (estrela) e Tipo III (galáxia).

    Tipo I: Uma civilização que controla toda a energia disponível em seu planeta natal. 

    Tipo II: Uma civilização que controla toda a energia de sua estrela hospedeira, possivelmente através de estruturas como a Esfera de Dyson. 

    Tipo III: Uma civilização que controla toda a energia de sua galáxia. 

    A escala também pode ser expandida para incluir níveis mais altos, como Tipo IV (controle de energia de um aglomerado de galáxias) e Tipo V (controle de energia de todo o universo). 

    A Escala de Kardashev também é usada para especular sobre as capacidades tecnológicas de civilizações extraterrestres e para direcionar a busca por sinais de vida inteligente (SETI). O conceito também tem sido utilizado para refletir sobre o futuro da humanidade e os desafios de alcançar níveis mais altos de desenvolvimento tecnológico. 

    A humanidade, atualmente, é considerada uma civilização do Tipo 0.7, pois ainda não controla completamente a energia disponível em seu planeta e depende muito de fontes de energia não sustentáveis.

    Ainda há um longo caminho a percorrer para que a humanidade se torne uma civilização Tipo I.

O impacto dos data centers no consumo de energia

    Os data centers consomem uma quantidade significativa de energia, e esse consumo está aumentando com o avanço da Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias. Estima-se que data centers, mineração de criptomoedas e IA representem cerca de 2% da demanda global de eletricidade. Em alguns locais, como a Irlanda, os data centers já respondem por mais de 20% do consumo total de eletricidade. O consumo de energia de um data center pode variar bastante, mas pode ser comparável ao de uma pequena cidade. 

    De acordo com o Lincoln Laboratory, do MIT, até 2030 os data centers podem consumir até um quinto da energia elétrica gerada no mundo. O percentual é estimado pelos especialistas, com base em várias análises, e faz sentido, uma vez que quase todo o tráfego mundial da Internet passa por data centers. São edifícios grandes, cada vez mais “em hiperescala”, que albergam máquinas e equipamentos que demandam energia. Além disso, são sistemas de condicionamento de ar que mantêm o aparato de dispositivos em temperatura ideal.

    A Agência Internacional de Energia (IEA) tem outra estimativa que corrobora a tendência de maior consumo de energia dos data centers. Segundo a instituição, eles consumiram 220-330 Terawatts-hora em 2021. Outro ponto de vista é pontuado pelo site Energy Post, que aponta a estimativa de 5 bilhões de usuários de internet ativos no mundo. Com a decolagem da IA, a demanda de energia deve ser ainda mais turbinada, na avaliação do site.

    Vale lembrar que os modelos de IA são treinados em petabytes de dados para gerar novos conteúdos com base em padrões e informações que aprenderam a reconhecer e imitar. Todo esse aprendizado e inferência requerem muito mais poder de computação do que as pesquisas tradicionais no Google.

    Dados do MIT mostram que treinar um modelo de IA – o processo pelo qual ela aprende padrões de enormes conjuntos de dados – requer o uso de unidades de processamento gráfico (GPUs), que são hardwares que consomem muita energia. Como exemplo, estima-se que as GPUs que treinaram o GPT-3 (o precursor do ChatGPT) consumiram 1.300 megawatts-hora de eletricidade, quantidade aproximadamente igual à utilizada por 1.450 residências médias nos EUA, por mês.

    Em função da alta demanda de energia pelos data centers e da entrada maciça de IA no sistema, várias instituições estão pesquisando formas de minimizar o problema. O próprio Lincoln Laboratory está desenvolvendo técnicas para ajudar os data centers a diminuir o uso de energia. Suas técnicas variam desde mudanças simples, mas eficazes, como hardwares de limitação de energia, até a adoção de novas ferramentas que podem interromper o treinamento de IA desde o início.

    Embora os data centers atuais representem uma fração minúscula da energia planetária, eles ilustram um modelo de crescimento exponencial do consumo de energia tecnológica.

    Abaixo está o gráfico comparando o consumo de energia dos data centers, da humanidade e os níveis da Escala de Kardashev.

  • Data Centers (2023): Cerca de 300 GW (uma fração pequena, mas crescente).

  • Humanidade (2023): Aproximadamente 20 TW.

  • Tipo I: 10¹⁶ W (toda a energia do planeta).

  • Tipo II: 10²⁶ W (energia de uma estrela como o Sol).

  • Tipo III: 10³⁶ W (energia de uma galáxia).

    A escala logarítmica mostra claramente como estamos ainda longe do Tipo I, mas o crescimento de infraestruturas como data centers é um pequeno passo nessa direção.




Como isso foi parar no meio da Antártida?

 


Resposta do 
    Esta imagem retrata um obelisco negro fabricado com hieróglifos em estilo egípcio, falsamente colocado na Antártida para alimentar teorias da conspiração. Não existe tal artefato lá — provavelmente foi gerado por IA ou editado no Photoshop. A referência a "BlackRock" é um trocadilho enganoso com a empresa de investimentos.

    Grok é um chatbot de inteligência artificial desenvolvido pela xAI, empresa de Elon MuskEle é integrado à plataforma X (antigo Twitter) e se destaca por responder perguntas de forma mais direta e, por vezes, irreverente, com um toque de humor e sarcasmo. É alimentado por um "modelo de linguagem grande" (LLM) e se propõe a oferecer respostas que outros modelos de IA podem evitar, incluindo informações em tempo real da web. 

03 agosto 2024

Kamala Harris fala com fãs de CGI em comício de campanha em Atlanta

De acordo com o Real Raw News (01/08/2024), o público no primeiro comício de Harris como candidata à Casa Branca foi CGI (Computer Graphic Imagery, ou seja, imagens feitas com computação gráfica). A análise das imagens desse comício, que aconteceu em Atlanta/Geórgia (30/07/2024), chegou à conclusão de que apenas 500 pessoas eram pessoas reais e o restante dos 10.000 participantes foram criados por computador usando tecnologia CGI. Essa análise foi realizada por um especialista digital do Marine Corps Forces Cyberspace Command.

Especificamente, referem-se a um torcedor que segurou uma placa em apoio a Harris e passou três minutos sem piscar ou demonstrar qualquer emoção e outro que tinha 6 dedos de uma mão e quatro da outra, além de outros 23 erros encontrados.

A análise de 2.460 rostos no banco de dados do Departamento de Segurança Interna revelou que 2.136 não correspondiam, 458 estavam “inacabados” e apenas 46 correspondiam a superdelegados democratas, ou seja, políticos. A prova definitiva foi que das 10 mil pessoas que supostamente compareceram ao evento, apenas 500 deixaram o local.

Ainda segundo a reportagem, quando o Deep State praticamente esqueceu seu antigo fantoche, Joseph R. Biden, substituindo-o pela mulher mais detestável a entrar no reino político, Kamala Harris, amplamente considerada a política mais liberal da história americana e uma ameaça iminente aos valores constitucionais que governam uma nação magnífica. Desde que substituiu Biden, Harris tem desfrutado de uma lua de mel na mídia — CNN, MSNBC, Washington Post e Newsweek — todos os suspeitos de sempre — concederam a ela uma imponência de rainha. A fracassada "czar da fronteira" que raramente mostrava seu rosto em público de repente se tornou a majestade da mídia. Os jornalistas do Fake Stream saíram em sua defesa e a protegeram contra críticas legítimas, até mesmo fabricando pesquisas mostrando que ela ultrapassou o ex-presidente Trump em estados-chave e criticando qualquer um que a ridicularizasse.

Dois outros artigos disponíveis aqui, alertam para o perigo que, caso Kamala seja eleita, correrão os EUA, em primeiro lugar, e o resto do mundo também.

03 agosto 2015

PEDALANDO PARA TRÁS

Questionado sobre se já estávamos saindo da crise econômica durante o programa Canal Livre, da Rede Bandeirantes, no domingo (02/08/2015), o economista Luiz Gonzaga Belluzzo respondeu que ainda estamos no meio do túnel. Não se arriscou a dizer se já estávamos perto de sua saída.

Ao observarmos todo o programa e se juntarmos a este as demais notícias que nos chegam, diariamente, pela mídia e pelo próprio Planalto, a sensação é a de que o governo continua pedalando sua máquina para trás.

Nesse sentindo, a presidente Dilma Rousseff, e o PT, caminham celeremente para ocuparem um lugar na história por terem desconstruído, em tão curto espaço de tempo, os pilares que permitiram ao Brasil, depois de duas décadas perdidas, consideradas pelo próprio Prof. Belluzzo, livrar-se das mazelas que prejudicavam o seu desenvolvimento e tornar-se um Pais mais próximo do futuro, almejado por todos os brasileiros.

Desde que tomou posse, em janeiro de 2011, a presidente conseguiu trazer a inflação de volta, mergulhar o pais na recessão, destruir as contas públicas, desestruturar setores econômicos e assombrar a população com o fantasma do desemprego.

Não há, nos tempos recentes do Brasil, um presidente que tenha cometido tantos erros de uma só vez.

Vejam bem o que aconteceu em infraestrutura, setor mencionado durante o programa como sendo imprescindível à superação da crise.

No inicio de 2012, a presidente Dilma anunciou um pacote de R$ 32 bilhões, acrescidos de mais R$ 50 bilhões, após as manifestações de junho/2013, para implantar linhas de metrô nas maiores capitais do País, em projetos de mobilidade urbana. Entre a promessa e a realidade, o retrato é frustrante.

De tudo o que foi anunciado, quase 100 quilômetros de linhas de metrô ou de veículos leves sobre trilhos (VLTs) ficaram apenas no papel e hoje encontram-se em estado letárgico. Quase três anos após o lançamento do pacote, apenas R$ 824 milhões do prometido foram efetivamente pagos e nenhum passageiro transportado.

Para se ter uma idéia, em termos comparativos, a segunda linha férrea instalada no Brasil, entre o Forte das Cindo Pontas, no Recife, e a Vila do Cabo, com 31,5 km de extensão, inaugurada em 1858, demorou menos de 3 anos, mesmo tendo sua construção interrompida por uma epidemia de cólera que chegou a matar cerca de 38.000 pernambucanos.

Ah, e naquele tempo os trabalhos eram braçais e os materiais de construção, trilhos e locomotivas carregados em carros de boi. Em sua inauguração transportou mais de 400 pessoas e demorou 30 minutos para vencer o percurso.

Em outra intervenção desastrosa da presidente Dilma, nenhum setor sofreu tanto como o de energia. Ela conseguiu desestabilizar a Petrobras, ao segurar os preços dos combustíveis e fechar os olhos para a corrupção que se entranhou na empresa. Quebrou as pernas dos produtores de etanol, ao manter a gasolina barata demais nas bombas.

Inviabilizou as concessionárias de eletricidade ao forçar a redução das tarifas de luz (MP 579). O populismo tarifário, por sinal, esta hoje na base da inflação alta — a conta de luz ficou ao menos 50% mais cara neste ano — e fragilizou o caixa do Tesouro Nacional, que foi obrigado a bancar subsídios.

Além do Professor Belluzzo e de seus entrevistadores, também se manifestaram dois outros economistas: Delfim Neto e Roberto Giannetti da Fonseca.

Uma das conclusões a que se pode chegar, face ao exposto no programa, é a de que, isoladamente, o ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma não estancará a crise vigente no Pais.

Todos se manifestaram no sentido de que medidas complementares devem ser implementadas simultaneamente, especialmente as de perfil estruturante como é o caso dos investimentos em infraestrutura, em modelo capaz de atrair o capital privado.

A essas deve se adicionar profundas modificações nos métodos e práticas de gestão do governo que façam ressurgir a sua credibilidade. Só assim se começará a se pedalar para a frente.