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05 maio 2026

IA: SubQ - um grande avanço na inteligência de LLMs


SubQ (Subquadrática), é o primeiro modelo construído sobre uma arquitetura de atenção esparsa totalmente sub-quadrático (SSA). É o primeiro modelo de fronteira com uma janela de contexto de 12 milhões de tokens, que é:

- 52x mais rápido que o FlashAttention em 1MM de tokens

- Menos de 5% do custo do Opus

LLMs baseados em Transformer desperdiçam computação ao processar todas as relações possíveis entre palavras (atenção padrão). Apenas uma pequena fração realmente importa. SubQ encontra e foca apenas nas que importam. Isso é quase 1.000x menos computação e uma nova maneira para os LLMs escalarem.

Vídeo

LLM significa Large Language Model (Modelo de Linguagem de Grande Escala) — um tipo de inteligência artificial treinado para entender e gerar linguagem humana.

Um LLM aprende padrões da língua a partir de enormes volumes de texto (livros, sites, artigos, etc.). Ele consegue:

  • Completar frases
  • Responder perguntas
  • Traduzir idiomas
  • Escrever textos (redações, códigos, resumos)

Exemplo: o ChatGPT é baseado em LLMs da família GPT (Generative Pre-trained Transformer).

Os LLMs usam uma arquitetura chamada:

  • Transformer (modelo de aprendizado profundo)

Essa arquitetura permite que o modelo:

  • Analise o contexto das palavras
  • Preveja a próxima palavra mais provável
  • Gere textos coerentes

Mudam os atores. A farsa não.

O Estado de S. Paulo (Estadão) hoje repete o que já vem sendo dito, de forma enfática, nos últimos dias pelos demais meios de comunicação. Em seu Editorial desta terça-feira, 5 de maio de 2026, o jornal cita, inclusive, ao seu final, o mesmo personagem utilizado aqui, em post anterior. Ambos citam Stalin e seu respectivo comissário Beria que dizia ao seu ditador:“Mostre-me o homem e eu lhe direi o crime”.

Boa leitura.

*. *. *

Editorial do Estadão de 5 de maio de 2026
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STF EM PERMANENTE ESTADO DE EXCEÇÃO

O processo no Supremo contra Malafaia é um compêndio das ilegalidades cometidas pelo império da lei do mais forte fabricado pelo tribunal a título de ‘salvar a democracia’
O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria. A fala resumia-se a invectivas genéricas contra generais: “frouxos”, “covardes”, “omissos” – o feijão com arroz da política. Ainda assim, foi suficiente para mover o maquinário penal da Corte. O STF gabaritou um catálogo de agressões – ao devido processo legal, à liberdade de expressão, ao bom senso –, o que faz do caso uma espécie de biópsia do Estado policial instaurado em consórcio com a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Malafaia não tem foro privilegiado. Os supostos ofendidos não se incomodaram a ponto de apresentar queixa. Mas a PGR se incomodou. A relatoria foi direto, sem sorteio, para o ministro Alexandre de Moraes, por “conexões” com o inquérito das “fake news”. Quais? O que seria um episódio corriqueiro do debate político foi tragado por um circuito penal onde investigação, acusação e julgamento se confundem.
Há evidências abundantes de um padrão. Já na inauguração do inquérito das “fake news”, aberto há longínquos sete anos pelo ministro Dias Toffoli, Moraes censurou uma reportagem sobre uma menção ao próprio Toffoli em uma delação premiada. Agora, o ministro Gilmar Mendes solicitou a inclusão do pré-candidato à Presidência Romeu Zema no inquérito por um vídeo com fantoches do próprio Gilmar. Moraes ordenou busca e apreensão contra um blogueiro que noticiou o uso de veículos oficiais por parentes do ministro Flávio Dino. Manifestações políticas ou jornalísticas incômodas aos togados são tratadas como violações a serem reprimidas pelo aparato penal.
O ministro Gilmar Mendes avisou que o inquérito será “necessário” nas eleições. O deputado Gustavo Gayer foi tornado réu pela Primeira Turma por associar o presidente Lula ao nazismo. O próprio Gayer foi chamado de “nazista” pelo deputado José Nelto, mas a denúncia foi rejeitada pela Primeira Turma. Dino associou Jair Bolsonaro ao nazismo e o chamou de “serial killer”. O mesmo Dino abriu queixa-crime contra um influencer que o chamou de “gordola”.
Moraes abriu um inquérito contra o principal adversário de Lula, Flávio Bolsonaro, por um post que menciona o presidente e acusa o Foro de São Paulo de crimes. Mas quantas vezes Lula, como todos os seus companheiros – incluindo Dino –, acusou Jair Bolsonaro do pior dos crimes: o genocídio? No STF, punitivismo e garantismo são servidos à la carte, ao gosto do freguês.
O procurador-geral, Paulo Gonet, opera como fiel tarefeiro de seu ex-sócio Gilmar Mendes e companhia limitada. Quando se trata de incriminar falas genéricas, ríspidas ou satíricas contra o governo ou os ministros, é solerte e valente. Já para a máfia de Daniel Vorcaro e os negócios nebulosos dos clãs Toffoli e Moraes, faz ouvidos de mercador. Para críticos, meia inferência basta; para os camaradas, nem um contrato de espantosos R$ 129 milhões entre Vorcaro e o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes é indício suficiente.
O caso Malafaia não é um ponto fora da curva. É a curva. Nele se acumulam a expansão de competências, o uso elástico do Direito Penal, a criminalização seletiva da linguagem política, a equiparação de críticas a autoridades a “ataques às instituições”, as conexões misteriosas com os inquéritos infinitos, a contradição jurisprudencial e o pas de deux entre STF e PGR.
Nesse jogo de cena, o Supremo investiga, acusa, julga e executa. A Procuradoria chancela. E o consórcio pune – ou blinda – quem bem entende, como bem entende, pelo que bem entende. Ninguém sabe exatamente o que pode dizer, quem pode julgá-lo e segundo quais regras. O cidadão já não responde pelo que faz, mas por quem é e por quem desagrada. A lei, que deveria limitar o poder, é manietada por ele. O nome disso é conhecido – e não é “Estado Democrático de Direito”.
“Mostre-me o homem e eu lhe direi o crime”, dizia o comissário Beria ao chefão Stalin. Mudam os atores. A farsa não.

05 maio 2023

O CONSÓRCIO

A obsessão em fazer parte do eixo Cuba−Rússia−China, mais as Venezuelas da vida

Chegamos ao fim de semana mas não ao término do embate entre o consórcio formado por Lula, pelo Supremo Tribunal Federal e pelo bloco esquerdista (de extremistas) que governa hoje o Brasil e os brasileiros que, em sua maioria, desejam o que estabelecem os símbolos brasileiros sob o manto da Constituição Federal.

Do primeiro componente do consórcio, não há novidade. Com antecedência ele avisou aos seus cupinchas como iria governar o País, após ser nomeado pelo seu parceiro maior. Deste, o STF, o Brasil e o mundo vem acompanhando - estupefatos - a sua abdicação do significado de sua própria sigla e do texto da Constituição, cujo último exemplar (nos parece) foi entregue a Jair Bolsonaro durante a sua diplomação, em dezembro de 2018, como Presidente da República.

Logo, logo ficamos sabendo que a entrega do exemplar da Constituição ao Bolsonaro não foi por acaso. Já no início de seu governo, por volta de março de 2019, foram expostas as primeiras decisões da ditadura judicial que começava a se instalar no Brasil com o apoio do bloco esquerdista, o último componente do consórcio acima mencionado. Dava-se início ao cumprimento de um dos itens sempre presente nas cartilhas dos regimes totalitários, no caso o comunismo, a opção ideológica do bloco dos extremistas brasileiros.

Esta semana, após sofrerem derrotas no plenário da Câmara dos Deputados, a reação automática foi aumentar a repressão tendo como alvo principal o ex-presidente Bolsonaro e a todos aqueles que tinham publicado textos com críticas ao projeto de lei. O Ministro da Justiça decidiu que não é permitido fazer isso. Inventou, inclusive, uma multa de 1 milhão de reais por hora para punir o Google.

Tanto quanto Lula e os extremistas que controlam suas decisões e os atos do seu governo, e frequentemente com mais resultados objetivos, o STF joga o mesmo jogo. 

A derrota da lei da censura levou a represálias imediatas do STF, com mais uma ameaça clara ao Congresso — "vocês podem votar o que quiserem, mas quem manda aqui somos nós. Falta muita gente para prender. Falta muita gente para multar. Perderam, manés", são as manifestações que vêm daquela Casa, aliás de seus ministros, com letras minúsculas.

Nesse sentido, somos testemunhas virtuais de que cidadãos que estavam diante do QG de Brasília, em manifestação legal e pacífica no dia 8 de janeiro — e a 8 quilômetros de distância dos incidentes na Praça dos Três Poderes, foram conduzidos ao campo de concentração da polícia a serviço do STF. 

Foram/são atos flagrantes de perseguição política ao estilo praticado pelos regimes totalitários comunistas; não há nenhuma possibilidade de se dar uma justificativa legal para nada disso. Uma violência dessas só tem similar nos perseguidos pela ditadura de Stalin na Rússia comunista, ou no sanatório geral da tirania de Mao Tsé-tung e subsequentes, na China.

Mas talvez eles queiram mesmo ser algo assim, com sua obsessão em fazer parte do eixo Cuba−Rússia−China, mais as Venezuelas da vida.

Afinal, a Venezuela é bem ali.