Segundo a denúncia, o Brasil assiste inerte a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recebendo milhões por meio de laranjas, empresas de fachada e contratos obscuros ligados a parentes. Os valores seriam financiados por indivíduos e empresas corruptas que possuem processos em tramitação na própria Corte.
O documento aponta que os investigados nas grandes operações da última década estão livres, prosperando na política e até realizando negócios diretos com os magistrados. Em contrapartida, o tribunal atua para assediar judicialmente e afastar os juízes de instâncias inferiores que combateram os desvios financeiros.
A entidade alerta que o país jamais será íntegro e justo enquanto juízes, procuradores, auditores, policiais e jornalistas que ousam enfrentar o sistema continuarem virando alvos de campanhas incessantes de difamação e grave retaliação institucional.
Diante do agravamento da crise, a ANPR endossou as críticas por meio de uma nota pública oficial. A associação prestou total solidariedade a Gabriela Hardt e defendeu a independência inegociável das autoridades que atuam contra a corrupção sistêmica.
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