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19 abril 2023

LULA, O SAPO E O ESCORPIÃO

Declarações de Lula à plateia que acompanhava a cerimônia de posse do Conselho de Participação Social e de lançamento do Processo de Elaboração do Conselho de Participação Social (PPA).

“Nesse coração aqui não tem mais ressentimento, não tem mais mágoa, mas eu quero dizer para vocês que cada pessoa que participou do golpe do dia 8 vai ser julgada, vai ter direito à presunção de inocência, que eu não tive, mas nós não deixaremos de julgar cada um golpista porque neste país não existe espaço para nazista, fascista e para quem não gosta de democracia."

Lula - ex e futuro presidiário que a CPMI8JAN irá denunciar, atesta mais uma vez que só dá espaço para comunistas e seus gurus que torturaram e assassinaram milhões de pessoas ao longo de suas ditaduras. Algumas imagens testemunham essa predileção.


  


 



 



 

Lula, o sapo e o escorpião

Todos mudamos com o tempo. Mas nossa natureza é a mesma.

16 de Setembro, 2016 às 15:57

Alguns momentos de uma entrevista dada por Lula à revista Playboy, em 1979. O então sindicalista tinha 34 anos (não tratava-se portanto de um adolescente) e já era nacionalmente conhecido. A entrevista completa está neste link. Lula diz que gostava dos ditadores Fidel Castro e o iraniano Khomeini. Mas um nome chama atenção ... 


Playboy – Alguém mais que você admira?

[...]

Lula – Por exemplo… O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer.

Playboy – Quer dizer que você admira o Adolfo?

Lula – [enfático] Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a dedicação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele.




LULA ENTREGANDO O BRASIL À CHINA



A viagem de Lula à China foi um vexame para o Brasil. Só a diplomacia lulista e a velha imprensa já alimentada em seus cofres pelo novo governo dizem o contrário.

Aqui, trataremos apenas de um dos capítulos da viagem.  O que diz respeito a não utilização do dólar nas transações comerciais entre os países, com o estabelecimento de uma moeda única e/ou a utilização da moeda de cada país para suas transações comerciais.

Lula defendeu publicamente, em seus discursos, a submissão do Brasil aos interesses econômicos e políticos da China, ao propor que os chineses deixem de pagar as exportações brasileiras em dólares, como sempre foi e como todo mundo faz, e passem a pagar em yuans. O Brasil, por sua vez, passaria a pagar em reais o que compra da China. No mundo das realidades é um desastre – e um desastre que só interessa à China. Entreguismo puro.

Ora, a China é hoje uma das principais fontes de dólar para o Brasil; só em 2022, o saldo em favor dos brasileiros em suas compras e vendas com os chineses foi de 30 bilhões de dólares. Na proposta de Lula, esses 30 bi somem. Passam a ser yuan – e com yuan não se compra nada, nem um palito de fósforo, em lugar nenhum do mundo. O Brasil - como qualquer outro país - precisa de dólar. Sem dólar não se compra nenhum dos produtos que a economia brasileira exige para sobreviver, a começar pelo petróleo.

Prevaleceram assim, em toda a viagem, os propósitos políticos e pessoais de Lula, dos seus aliados e da esquerda nacional que quer substituir o capitalismo no Brasil por um “outro modelo”. O modelo sugerido pelo Foro de São Paulo. Neste artigo, o reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, em 12/02/2020, os planos do Foro de São Paulo planejados para o período 2019-2023. Dois de seus parágrafos são copiados a seguir e neles encontramos, inclusive, outros temas já pautados na agenda do novo governo.

"Conforme a lo que establece la agenda del Foro de Sao Paulo, estos son los objetivos para 2021 y 2022: control de las redes sociales; magnificar la «corrupción» de los sectores neoliberales; perseguir a los grandes empresarios para que huyan del país; control total de internet; multiplicar los gastos de la Administración, creando puestos en favor de los miembros de la izquierda comunista; establecer estructuras paralelas para diluir las administraciones públicas hostiles; control de los Bancos, de los cambios y las divisas.

La etapa tercera del Foro de Sao Paulo especifica en su agenda para 2022 y 2023 lo siguiente: expropiaciones masivas de terrenos y empresas otorgando su gestión a los líderes de la extrema izquierda comunista; reparto de las viviendas en favor de los afiliados; reforma de las Constituciones y de las leyes electorales para garantizarse la reelección; colocar en manos del Estado todos los bienes de producción, y, finalmente, sí al trabajo, fuera el capital."

16 abril 2023

ALEMANHA DEU ADEUS A ENERGIA NUCLEAR

A Alemanha fechou, neste sábado (15/04), seus últimos três reatores nucleares, concluindo o abandono desse tipo de energia, um velho compromisso, acordado em 2002, às vezes incompreendido em um contexto de urgência climática.

As três últimas usinas nucleares forneciam apenas 6% do consumo total de eletricidade da Alemanha, mas foram consideradas necessárias para a segurança do abastecimento, principalmente após o início da guerra Rússia x Ucrânia.

Porém, ao mesmo tempo em que concluiu a eliminação progressiva da energia nuclear, a Alemanha reativou várias usinas elétricas a carvão, embora ainda pretenda eliminar essa fonte de energia entre 2030 e 2038. Não deixa de ser uma contradição sob o ponto de vista ambiental, defendido pelos partidos componentes do atual governo.

A indústria e a oposição conservadora da Alemanha criticaram o apagão nuclear no país e negaram que o fornecimento de energia esteja garantido, como afirma o governo.

"A segurança energética foi alcançada no difícil inverno passado e assim continuará no futuro", disse Habeck, vice-chanceler da coalizão tripartite de social-democratas, verdes e liberais.

O ministro lembrou que os estoques de gás estão em níveis adequados, que os primeiros terminais de GNL foram instalados e estão operando no norte do país, e que estão sendo feitos progressos no desenvolvimento de energias renováveis, que devem fornecer 80% do consumo até 2030.

Sabe-se contudo, que apenas as energias de fontes solar e eólica não serão suficientes para garantir um futuro neutro em carbono. Por isso, enquanto os países buscam cumprir metas de emissões, o hidrogênio volta aos holofotes.

Daí a já reconhecida necessidade de se investir em hidrogênio como fonte de energia. Apesar de a produção de energia por hidrogênio não ser novidade, o debate de propostas envolvendo esta fonte de energia está atrasado.

Consideradas muito caras e muito complexas, tecnologias de hidrogênio perderam a corrida pelo financiamento à energia limpa.

Um exemplo do reconhecimento do papel crucial do hidrogênio na diminuição das emissões de carbono é o investimento anunciado em julho/2022 pela União Europeia. O grupo planeja alcançar 40 GW de eletrólise de hidrogênio renovável até 2030 — o que equivale a 40 reatores nucleares.

O que é hidrogênio?

O hidrogênio é um elemento químico. Tem o símbolo H e o número atômico 1. As principais características do hidrogênio são: tem um peso atômico padrão de 1,008, o que significa que é o elemento mais leve da tabela periódica. O hidrogênio é o elemento químico mais comum no Universo, constituindo 75% de toda a matéria normal (bariônica) (em massa).

O que é hidrogênio combustível?

O hidrogênio é um combustível limpo que, quando consumido em uma célula a combustível, produz apenas água. O hidrogênio pode ser produzido a partir de uma variedade de recursos, como gás natural, energia nuclear, biomassa e energia renovável como solar e eólica. Essas qualidades o tornam uma opção de combustível atraente para aplicações de transporte e geração de eletricidade. Ele pode ser usado em carros, em casas, para energia portátil e em muitas outras aplicações.

Como é produzido o hidrogênio combustível?

Hoje, o hidrogênio combustível pode ser produzido por vários métodos. Os métodos mais comuns para a produção de hidrogênio em escala industrial são a reforma do gás natural(processos térmicos¹) e a eletrólise. Outros métodos incluem processos movidos a energia solar e biológicos².

Eletrólise do hidrogênio

Como aprendemos na aula de Química (Prof. Plácido Xavier de Andrade), a água (H2O) pode ser separada em oxigênio e hidrogênio por meio de um processo chamado eletrólise. Os processos eletrolíticos ocorrem em um eletrolisador, que funciona como uma célula a combustível ao contrário – em vez de usar a energia de uma molécula de hidrogênio, cria hidrogênio a partir de moléculas de água.

Quais são as diferentes cores de classificação do hidrogênio combustível?

O hidrogênio, por si só, é um combustível limpo. Mas a fabricação de hidrogênio combustível, no entanto, consome muita energia. Nesse caso, convencionou-se classificar a produção de hidrogênio em cores. Veja quais são elas:

  • Hidrogênio marrom: É o criado por meio da gaseificação do carvão.
  • Hidrogênio cinza: É o processo de produção a partir do gás natural em que há liberação de resíduos de carbono.
  • Hidrogênio azul: Usa a captura e o armazenamento de carbono para os gases de efeito estufa produzidos na criação do hidrogênio cinza.
  • Hidrogênio verde: É o recurso definitivo de produção do hidrogênio combustível limpo. Ele usa energia renovável para a produção do combustível. Essa energia pode ser usada, por exemplo, na eletrólise, fazendo com que sua produção seja inteiramente renovável.

De acordo com a BloombergNEF (BNEF), o hidrogênio azul custa hoje entre US$ 2,50 e US$ 6,80 por quilograma, contra US$ 1 a 1,80/kg do hidrogênio cinza e US$ 1,40 a 2,40/kg para o verde.

A produção de cada 5.000 toneladas de hidrogênio verde requer cerca de 250 GWh de energia renovável, o equivalente a uma capacidade instalada de 79 MW de energia eólica offshore (com um fator de capacidade de 36%) ou 130 MW de energia eólica onshore (fator de capacidade de 22%). Vale lembrar que as eólicas brasileiras trabalham com fatores de capacidade maiores do que esses.

Sendo assim, a Alemanha considera realizar leilões de eólicas offshore especiais para produzir hidrogênio verde. A proposta inicial é que o hidrogênio forneça 20% das necessidades do produto no país até 2030, o que equivaleria a quase 1,5 milhão de toneladas, de acordo com a Platts.

Atualmente, o país produz 70 milhões de toneladas de hidrogênio por ano. O hidrogênio verde é utilizado principalmente para uso em refinarias de petróleo e na produção de amônia.

O governo alemão pretende assegurar € 2 bilhões em projetos de hidrogênio verde, com participação de 20% no investimento. Este investimento pode significar uma capacidade de eletrólise de 3 GW aproximadamente, porém a meta é 5 GW de capacidade de eletrólise.

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¹ Os processos térmicos para a produção de hidrogênio normalmente envolvem a reforma a vapor, um processo de alta temperatura no qual o vapor reage com um hidrocarboneto para produzir hidrogênio. Entre eles, gás natural, diesel, combustíveis líquidos renováveis, carvão gaseificado ou biomassa gaseificada. Hoje, cerca de 95% de todo o hidrogênio é produzido a partir da reforma a vapor do gás natural. Nesse caso, contudo, o hidrogênio não é considerado um combustível limpo, já que é produzido a partir de hidrocarbonetos.

² Energia solar e hidrogênio - A produção de hidrogênio por energia solar usa a luz como agente para a produção do combustível. Existem alguns processos movidos a energia solar, incluindo fotobiológico, fotoeletroquímico e termoquímico solar, que permitem a produção de hidrogênio.



15 abril 2023

BANCO MUNDIAL DESTACA DESEMPENHO DO BRASIL DURANTE A PANDEMIA

Contrariando o teor das falas da esquerda e de Lula em particular, o Banco Mundial elogiou a redução da pobreza no Brasil durante a pandemia, apontando que o país teve uma recuperação melhor do que outros países da América Latina. 

O estudo do BID divulgado neste mês (04/04) apontou que as transferências de renda durante a gestão Bolsonaro impediram que muitos “cruzassem” o limiar para a pobreza. "O país não apenas evitou que as famílias caíssem na pobreza, mas também retirou muitas pessoas da pobreza em 2020", afirma o documento.

Em relação ao PIB brasileiro, o Banco Mundial antecipou que irá crescer aproximadamente 0,8% este ano de governo lulista, enquanto estima que o crescimento em 2022 - de governo bolsonarista - tenha sido de 2,9%, bem diferente do que disse/diz Lula em seus "discursos" recheados de mentiras.

14 abril 2023

COMO OS REPÓRTERES DESPREZÍVEIS MENTEM

Esta semana esteve nos trending topics das redes sociais um fato ocorrido durante a entrevista que o CEO do Twitter, Elon Musk, concedeu ao jornalista James Clayton, da BBC, que foi ao ar na terça-feira (11/04).

Ao ser interpelado sobre a existência de “conteúdos de ódio” na plataforma, o bilionário pediu demonstrações. Clayton, contudo, não conseguiu exemplificar.

O jornalista tentou dizer que essas postagens seriam aquelas que podem incluir “algo ligeiramente racista e ligeiramente sexista”. “Então, você acha que algo ‘levemente sexista’ deveria ser banido?”, perguntou Musk. Em seguida, pediu ao jornalista para citar um exemplo.

Clayton disse que não conseguia. Para tentar demonstrar conhecimento, o jornalista observou que “muitas organizações disseram” que esse tipo de publicação está aumentando nas plataformas. Clayton também disse ter notado um “leve” aumento das publicações e visto algumas “há algumas semanas”. 

Depois de não receber uma resposta, Elon Musk afirmou que Clayton não sabia do que estava falando. “Você não pode me dar um único exemplo de conteúdo de ódio, nem mesmo um tuíte”, afirmou. “Ainda assim, você afirmou que o conteúdo odioso está em alta. Isso é falso. Você acabou de mentir.”

Aos brasileiros tal acontecimento não causou surpresa. Há mais de quatro anos estamos convivendo com episódios similares, oriundos das empresas de comunicação que estabeleceram um grupo denominado de consórcio. Integrantes dele, "jornalistas", antigos e novos, que estão compondo a velha e carcomida imprensa brasileira - com algumas exceções - nos dias atuais.

O jornalista Glenn Greenwald, de esquerda, constatou que a cena mostra “como os repórteres desprezíveis mentem”. Congratulations Glenn,  um adjetivo bem escolhido para qualificá-los.

11 abril 2023

O BRASIL VOLTOU

Nesta segunda-feira (10), Lula, o descondenado, desconversou sobre os 100 dias de desgoverno instalado no Brasil a partir de 01 de janeiro de 2023. Nada melhorou. Ao contrário, tudo só piorou inclusive relembrando palavras ditas desde a campanha de 1989. Desta vez com mais ódio e rancor.

Novamente fez jus a charge do Spon Holz. Repetiu e expandiu o que já se constatava e se dizia em 2007.

As expectativas pelos 100 dias do governo Lula já eram ruins, mas este conseguiu se sair pior do que se imaginava.

Um governo sem rumo, pautado pelo revanchismo e por idéias equivocadas já conferidas no passado.

Com ele, só a verdade de que o "Brasil voltou".  Sim, os corruptos e criminosos nacionais com seus aliados internacionais que estão comemorando. Sim, voltaram ao ápice das negociações, incluindo não atrapalhar os planos do narcotráfico, do Partido Comunista Chinês e do Great Reset ("Nova Ordem Mundial").

Não poderia ser diferente. Lula só voltou ao poder após o colapso moral, político e social do País, que o retirou da cadeia, de onde não deveria ter saído, e foi alçado ao poder através de um processo eleitoral (antes, durante e depois) bastante duvidoso, para se dizer o mínimo.

100 dias de destruição

Diversos decretos essa destruição forma assinados já no primeiro dia de governo. Entre eles o que cria o 'ministério da verdade", como previsto no livro 1984 de George Orwell, para perseguir críticos do governo. Junto a isto, um calhamaço de propostas para censurar os usuários da Internet, incluindo a criação de uma agência oficial de "fact-checking".

O exterior: A lista de interessados em conversar com Lula, tem crescido diariamente, em especial os dirigentes de países africanos e latino-americanos.

Todos os seus mandatários fizeram o L e estão sedentos pelo dindin do BNDES, Banco do Brasil, ... cujos empréstimos anteriores nunca pagaram, mas parte deles - propinas - foram destinadas à contas de "gente grande" e bem conhecida, como aquelas que foram investigadas e condenadas, pela operação Lava Jato.

Da mesma forma, Amanda Rossi, em seu livro "Moçambique, o Brasil é aqui" (2015), nos revelou que o BNDES financiou obras de empreiteiras fechando créditos de cerca de 3 bilhões de dólares. e o Banco do Brasil emprestou outro 1,3 bilhão de dólares.

Corrupção: Os irmãos Joesley e Wesley Batista, descobertos em corrupção com políticos pela Lava Jato, integram a comitiva de Lula para a China. Simultaneamente, a  J&F, da família Batista, quer reduzir no mínimo R$ 3 bilhões da multa que deve pela participação nos casos de corrupção. No ano de 2017, a multa foi definida em R$ 10,3 bilhões: apenas R$ 580 milhões foram pagos até agora.

A desconstrução: Um grande avanço iniciado no governo Michel Temer para suspender a corrupção no âmbito das estatais foi desmobilizado, a Lei das Estatais, e, novamente, com a assinatura do STF (Ricardo Lewandowski), o que permitirá a nomeação de "cumpanheiros" para a direção dessas empresas. O primeiro deles, Aloisio Mercadante, o Aracaju nos caderninhos da Odebrecht. Para completar, empresas que estavam na fila para privatização, como os Correios, foram retiradas. Privatização não está no dicionário petista nem naqueles de países comunistas.

Na área econômica (política monetária), o destempero do Lula durante declarações sobre o presidente do Banco Central, condenando-o pessoalmente e, também, a independência do BC, um dos marcos do governo Bolsonaro. De Fernando Haddad, ministro da Economia, surge a proposta de um arcabouço fiscal que, segundo analistas econômicos, levará a uma alta brutal da carga tributária no País, inclusive já anunciada para alguns segmentos.

E não fica por aí. Lula pretende derrubar o marco do saneamento. Algo que foi amplamente discutido no Congresso e que, depois de aprovado, seus resultados positivos já se tornaram visíveis. Uma penalização direta ao brasileiros mais pobres que não possuem água (35 milhões) nem esgotos tratados (95 milhões).

O pessimismo voltou: A indústria crescerá apenas 0,1% em 2023, prevê o Informe Conjuntural da CNI, após alta de 1,6% em 2022. E o crescimento do PIB será quase 60% menor no primeiro ano de Lula que no último ano de Bolsonaro.

Resumindo, 100 dias de desgoverno.



08 abril 2023

O Calabouço Fiscal (*)

O "novo arcabouço fiscal" do governo é um Powerpoint - um conjunto de slides. Quando foi apresentado, não havia sequer um texto que o sustentasse ou explicasse.


O que mais chama a atenção nesse plano é que, segundo suas regras, as despesas do governo JAMAIS cairão. Elas subirão, no mínimo, 0.6% - isso no ano em que as receitam caírem.

Qual é a principal diferença entre as regras do antigo Teto de Gastos e as regras do novo “arcabouço fiscal”?

Ambas as regras - a antiga e a nova - são mecanismos para procurar o equilíbrio fiscal do Estado.

O Teto de Gastos limitava as despesas. Já o “arcabouço fiscal” torce para que a receita tributária - a arrecadação de impostos - cresça o suficiente para cobrir as despesas e ainda sobrar alguma coisa.

A regra do Teto de Gastos buscava um Estado eficiente e contido, que controlasse seus gastos.

A regra do “arcabouço” quer o oposto: expandir o papel do Estado na economia e da vida privada.

Todo o resto é filigrana.

E Powerpoint.

(*) Por Roberto Motta

O DESCONTROLE

O colunista do UOL, Chico Alves, começou a disseminar que o convite do G7 é prova do prestígio de Lula. O convite a Lula foi feito pelo primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida — a reunião será realizada em maio, na cidade japonesa de Hiroshima.

Triste memória. Do colunista e da própria Folha/UOL. Nela, há tempos não muito distantes líamos textos diversos, como o de há exatos 13 anos, reproduzido abaixo, escrito pelo jornalista, âncora da Folha, Jânio de Freitas.



O histórico dos resultados de lula com o exterior, recebendo ou visitando autoridades, de qualquer continente, não o recomenda. É muito vergonhoso para o dirigente de uma nação.

A lista de interessados em conversar com lula, tem crescido diariamente, em especial os dirigentes de países africanos e latino-americanos.

Todos os seus mandatários fizeram o L e estão sedentos pelo dindin do BNDES, Banco do Brasil, ... cujos empréstimos anteriores nunca pagaram, mas parte deles - propinas - foram destinadas à contas de "gente grande" e bem conhecida, como aquelas que foram investigadas e condenadas, pela operação Lava Jato.

Através desse canal, esquemas de corrupção chocaram o mundo e até já foram objeto de livros, como o que foi escrito pela jornalista Malu Gaspar, "A organização" (2020), com mais de 600 páginas, revelando as entranhas da líder das empreiteiras - Odebrecht - que liderava com folga, o ranking das empresas de engenharia nacionais. Deste livro, duas imagens estão reproduzidas mais abaixo.

Da mesma forma, Amanda Rossi, em seu livro "Moçambique, o Brasil é aqui" (2015), nos revelou que o BNDES financiou obras de empreiteiras fechando créditos de cerca de 3 bilhões de dólares. Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez receberam a maior parte, para mais de quarenta projetos em Angola. O Banco do Brasil emprestou outro 1,3 bilhão de dólares para vendas externas para a África.

Outras informações constam do acordo de leniência assinado pelas empresas Odebrecht e sua subsidiária, a Braskem, com a Suíça e os Estados Unidos, em decorrência da Operação Lava-Jato, no “maior caso de suborno internacional na história”. Mais de 100 projetos, em Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela.

Portanto, eis aí os "bons motivos" para o restabelecimento imediato dos "diálogos" entre os chefes das nações.





A imprensa também registrou incidentes diplomáticos durante as gestões petistas Lula e Dilma. A maioria deles registrados pela própria Folha.






MARX E SEU LEGADO DE MISÉRIA E OPRESSÃO

Passada a eleição de outubro/2022, ímpar pela exposição explícita da parcialidade escancarada do TSE e do STF, ao privilegiarem um candidato, inclusive agindo inconstitucionalmente, antes e depois de sua realização, a próxima segunda-feira, 10/04, marcará 100 dias do novo governo.

"O país passou a ser governado por portarias e resoluções do STF, ou dos tribunais superiores de Brasília que estão logo abaixo dele e sob a sua dependência — e não mais pela legislação em vigor." Um Brasil sem lei, escreveu J. R. Guzzo, em seu último artigo na Revista Oeste.

Nos bastidores do novo governo lula, sua principal liderança, Zé Dirceu, acaba de defender que o projeto do PT deve ser executado ao longo de três mandatos consecutivos na Presidência, com a reeleição de lula em 2026.

A bizarrice maior na fala de Zé Dirceu reside no fato de que o PT, seus membros e seu líder estão enlaçados em páginas e mais páginas de relações íntimas com comunistas pelo mundo.

E é na direção do comunismo que os participantes do novo governo, muitos deles não mais escondem que são comunistas, estão agindo de forma deliberada, seguindo a cartilha das piores ditaduras já implantadas no mundo.

Diversos artigos mostrando isso já foram publicados neste blog, mas é recomendável que sempre se volte ao assunto. Neste sentido, trago abaixo o primoroso artigo de Roberto Motta, publicado no início do ano, na Revista Oeste. Em cima da hora, um alerta aos brasileiros.

Boa leitura.

* * * 

MARX E SEU LEGADO DE MISÉRIA E OPRESSÃO

Como filosofia, o marxismo é uma bobagem. Como doutrina política, uma fraude

Roberto Motta, Oeste, 06/01/2023

Marxismo é uma doutrina política tatibitate, que tem obsessão por uma única ideia: tudo no mundo se resume à “luta de classes”.

Para essa questão, a solução universal marxista é sempre “derrubar a classe dominante” e implantar uma certa “ditadura do proletariado”.

É lógico que esse termo sempre causa estranheza. Afinal, ditadura é uma coisa ruim, certo? Nem sempre, apressam-se a explicar os teóricos marxistas (eles estão em todos os lugares). Na verdade, a tal “ditadura do proletariado” é o reino da “justiça social”, onde ninguém será mais dono de nada e todo mundo será feliz.

Essa é uma das características principais do modelo comunista de sociedade: acaba a propriedade privada. No comunismo, nada pertencerá a ninguém, nem mesmo ao Estado. Toda a propriedade será comum; tudo pertencerá a todos.

Se parece tolice, é porque é tolice mesmo.

Como filosofia, o marxismo é uma bobagem — uma doutrina reducionista, incapaz de compreender o mundo e ignorante dos princípios básicos da economia, do funcionamento da sociedade e da natureza humana. Disse Edmund Wilson:

“O pensamento de Marx […] apresenta os processos sociais em termos de abstrações lógicas […] Ele quase nunca enxerga os seres humanos comuns”.

Marx viveu durante o período da Revolução Industrial, e não soube interpretar o que testemunhava.

Marx

Na sua visão, os operários ficariam cada vez mais pobres, e os empresários cada vez mais ricos, até que o sistema capitalista desabaria. A realidade se mostrou diferente: graças aos ganhos de produtividade, à evolução das técnicas de gestão e à criação de um mercado de consumo de massa, a prosperidade capitalista foi compartilhada com toda a sociedade.

Um operário de hoje tem acesso a bens e serviços com os quais um nobre do século 18 nem poderia sonhar. A riqueza foi compartilhada, e o padrão de vida de toda a humanidade melhorou. Jamais houve uma revolução operária comunista; todas as revoluções “comunistas” foram projetos de tomada de poder liderados ou dirigidos por indivíduos de classe média, e camuflados com beisteirol ideológico para consumo das “massas” e como justificativa para as monstruosidades e genocídio cometidos em nome da “justiça social”.

O. de Meira Penna, no seu livro A Ideologia do Século XX, chama Fidel Castro de “um pequeno burguês intelectualizado”.
Diz o ideólogo esquerdista Saul Alinsky:

“Foi da classe média que vieram os grandes líderes das mudanças nos séculos passados: Moisés, Paulo de Tarso, Martin Luther King, Robespierre, Danton, Samuel Adams, Alexander Hamilton, Thomas Jefferson, Napoleão Bonaparte, Giuseppe Garibaldi, Lenin, Mahatma Gandhi, Fidel Castro, Mao e tantos outros”.

Por isso, como doutrina política o marxismo é uma fraude. Todos os políticos, ativistas e ideólogos que chegaram ao poder em revoluções “marxistas” se tornaram a nova classe dominante, reproduzindo e, quase sempre, piorando muito a opressão que diziam combater.

A repressão política, a censura, a tortura e os massacres ordenados por Stalin e Lenin superaram em muito as piores atrocidades cometidas pelos czares russos que eles substituíram.

Stálin


Pierre-Joseph Proudhon foi um socialista, político, filósofo e economista francês do século 19. Em 1846, Marx convidou Proudhon para fazer parte do que era o nascente projeto comunista.

Proudhon respondeu que ficaria feliz em participar, mas:

“Tomo a liberdade de fazer certas reservas, que são sugeridas por vários trechos de sua carta […] Vamos colaborar na tentativa de descobrir as leis da sociedade, a maneira como essas leis funcionam, o melhor método para investigá-las; mas, pelo amor de Deus, depois de termos demolido todos os dogmatismos, não podemos tentar incutir outro tipo de doutrina no povo[…] simplesmente porque estamos à frente de um movimento, não podemos nos colocar como líderes de uma nova intolerância, não nos façamos passar por apóstolos de uma nova religião — mesmo que esta religião seja a religião da lógica, a religião da própria razão. Vamos receber e encorajar todos os protestos; condenemos todas as exclusões, todos os misticismos; nunca consideremos uma questão como encerrada, e, mesmo depois de termos esgotado nosso último argumento, vamos recomeçar, se necessário, com eloquência e ironia. Nessas condições, ficarei honrado em participar do seu projeto — se não for assim, minha resposta é não”.

Proudhon nunca aderiu ao comunismo. Ele, antes da maioria, percebeu que o projeto de Marx era apenas substituir uma forma de opressão por outra, que seria justificada ideologicamente.

Como uma espécie em extinção, o marxismo encontrou no meio acadêmico seu último refúgio

A verdade, como disse o sociólogo Gert Hofstede, é que o “poder cria a sua própria justificativa”. O marxismo fornece uma justificativa despótica pronta para uso, das estepes geladas da Rússia às florestas da América Latina, passando pelos desertos e selvas da África.

A verdade é muito simples, e fácil de verificar: nenhum ditador comunista acredita em comunismo. Eles apenas usam a ideologia marxista como instrumento para conquistar e manter o poder, como poderiam usar qualquer outra.

Como sistema de governo, o marxismo se reduz a um método de extermínio em massa, responsável pelo assassinato de centenas de milhões de pessoas. É impossível contar o número exato de vítimas que foram mortas para que o triunfo do marxismo fosse possível em países como Rússia e China. No Camboja, o ditador marxista Pol Pot — que tinha sido educado na França — matou o equivalente a 25% da população do seu país.

Se isso tivesse acontecido no Brasil, 50 milhões de pessoas teriam sido assassinadas — mais do que toda a população do Estado de São Paulo.

O livro Rumo à Estação Finlândia, do historiador Edmund Wilson, dá informações importantes sobre como o marxismo já nasceu contaminado pelo erro e pela destruição de vidas.


O criador do marxismo — Marx — foi um fracassado, que gastou a herança da esposa, Jenny von Westphalen, jogou a família na miséria e dependeu a vida inteira, para seu sustento, de um amigo, Friedrich Engels, cujo pai, Caspar Engels, era um rico empresário capitalista, com negócios em Barmen, na Alemanha, e Manchester, na Inglaterra.

Engels, o precursor da esquerda caviar, usava o dinheiro paterno para financiar o nascimento do comunismo, mas tinha desprezo pelo pai, que o sustentava, e repulsa pela empresa que ele havia construído. Em uma carta a Marx, ele relata:

“Deixei-me influenciar pelos argumentos de meu cunhado e pelos rostos melancólicos de meus pais para fazer mais uma tentativa de trabalhar neste comércio imundo, e estou trabalhando no escritório há 14 dias […] roubar dinheiro é muito assustador […] perder tempo é muito assustador e, acima de tudo, é muito assustador permanecer não apenas um burguês, mas um dono de fábrica, um burguês trabalhando contra o proletariado. Alguns dias na fábrica do meu velho me forçaram a reconhecer o horror disso…”.

Marx era violento e arrogante, diz Edmund Wilson, além de “anormalmente desconfiado e invejoso; certamente era capaz de ser vingativo e de cometer maldades gratuitas”. Marx gostava de humilhar adversários e rivais, especialmente aqueles sem muita escolaridade, usando seu título acadêmico de doutor em filosofia. “O comportamento de Marx costumava ser tão provocador e intolerável que suas propostas eram sempre rejeitadas, porque todos aqueles cujos sentimentos haviam sido feridos por seu comportamento apoiavam tudo o que Marx não queria“.

Diz Wilson:

“…Karl Marx não hesitou, em sua busca pelo poder sobre a classe trabalhadora, em romper com líderes operários, ou mesmo em destruí-los. Ele não conseguia persuadir ou vencer ninguém; exceto no caso de poucos discípulos devotados, ele era incapaz de gerar lealdade pessoal; ele não conseguia convencer as pessoas que o desafiavam, ou de quem ele discordava, a trabalhar para ele; e, no que diz respeito à classe trabalhadora em particular […], suas ligações com ela sempre foram muito remotas”.

A família de Marx sofreu tanto com sua inconsequência que vários de seus filhos morreram ainda na infância, e duas de suas filhas adultas cometeram suicídio.

Como se pode esperar que uma teoria de salvação do mundo pudesse ser criada por um homem incapaz, moral e fisicamente, de criar, nutrir e proteger a própria família? Como esperar uma teoria geral das relações econômicas vinda de uma pessoa incapaz de prover o seu próprio sustento e o de seus filhos?

Apesar disso, ainda encontramos muitos marxistas no mundo de hoje.

Por quê?

Quem explica é A. C. Grayling, que diz que as ideias marxistas continuam a exercer influência na cultura e na filosofia:

[…] Principalmente na análise e na crítica de tendências nas artes e na mídia, em certas escolas de pensamento sociológico, no pensamento feminista, e como uma posição conveniente para críticos de quase todos os assuntos. No confortável mundo dos professores universitários assalariados, a retórica marxista pode ser combinada com, digamos, ideias lacanianas — na verdade, com qualquer ideia — para produzir dissidência instantânea e sob medida.

Como uma espécie em extinção, o marxismo encontrou no meio acadêmico seu último refúgio. O marxismo é muito útil para aqueles que precisam aparecer e chamar a atenção da mídia, mas não têm nada a dizer.

Demolição da estátua de Lenin, na Ucrânia, em 2016


A solução é simples. Basta apelar para o marxismo e sua “luta de classes”.

Aplicado a qualquer assunto, o marxismo transforma a questão — seja ela qual for —  em uma luta revolucionária entre oprimidos e opressores, e gera visibilidade e prestígio para o “especialista” ou acadêmico que a invoca.

Muitas questões importantes hoje são tratadas quase exclusivamente de forma marxista.

O marxismo aplicado às questões étnicas virou a “teoria crítica da raça”.

O marxismo aplicado ao direito virou “garantismo penal”.

O marxismo aplicado à educação virou a “pedagogia do oprimido”.

O marxismo aplicado à religião virou a “teologia da libertação”.

O marxismo aplicado à sexualidade virou a “ideologia de gênero”.

O domínio das ideias marxistas na sociedade moderna é quase completo. Os únicos que resistem a isso são os conservadores e alguns liberais (há liberais que escolheram interpretar o liberalismo como um marxismo sapatênis).

Antes que eu esqueça: Karl Marx, o patrono da classe operária, engravidou a empregada de sua família, Helen Demuth.

Engels fingiu que era o pai, e Helen Demuth foi obrigada a confirmar a farsa.

A criança, Fredrick Demuth, foi doada, para ser criada por uma família de classe trabalhadora, em Londres.

O segredo foi preservado por mais de quatro décadas.

Em 1895, em seu leito de morte, Engels confessou a verdade a Eleanor Marx — uma das duas filhas sobreviventes de Marx.

Ela ficou arrasada com a revelação.

Três anos depois, Eleanor se suicidou.

Em 1911, a outra filha de Marx, Jenny, suicidou-se.

O filho descartado por Marx, Freddy Demuth, cresceu como uma criança abandonada e solitária.

O criador da ideologia que iria redimir a humanidade e pôr fim a todas as desigualdades e injustiças deixou um legado de sofrimento, traição, miséria e opressão, que matou milhões e atormenta a humanidade até hoje.

Esse é o legado do marxismo.

Marx, Engels e as três filhas de Marx:
Caroline, Eleanor e Laura


07 abril 2023

CARTA DE UM BRIGADEIRO

Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!

Hoje perdemos a maior delas!
Perdemos nossa Coragem!
Perdemos nossa Honra!
Perdemos nossa Lealdade!
Não cumprimos com o nosso Dever!
Perdemos a nossa Pátria!

Eu estou com vergonha de ser militar! 

Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.

Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!

Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.

Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.

Joguem todas as nossas canções no lixo!
A partir de hoje, só representam mentiras!

Como disse Churchill:
“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”

E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.

A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio.

Todos verão os militares como traidores.
Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
Generais não serão mais representantes de suas tropas.
Perderão o respeito dos honestos.
As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
Mas outros, civis, conseguiram! 

A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!

E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?

E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
Isso também não aconteceu?
Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?

Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?

NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!

A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.

O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
Não vai ser agora que irão.

Ah, sim, generais:
Entrarão para a História!
Pela mesma porta que entrou Calabar.

QUE VERGONHA!


 Assina:
Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

02 abril 2023

A DIREITA RESPIRA DE NOVO

 


É primoroso o artigo, deste fim de semana, "A DIREITA RESPIRA DE NOVO", escrito por J. R. Guzzo, na revista OESTE, edição 158, revelando o que aconteceu no Brasil nos últimos quatro anos do governo Bolsonaro e o provável cenário que se avizinha após a chegada do ex-presidente dos EUA. Dele destaco a parte que se segue, com pequenas edições que visam dar uma melhor compreensão (e opinião) para quem não leu, na íntegra, o seu texto. Guzzo escreveu:

"O fato é que Lula não está disposto a ir para uma segunda disputa mano a mano com Bolsonaro — não numa eleição limpa, realizada como se faz nas democracias, em vez de se basear em sistemas de votação e apuração só utilizados no Butão e em Bangladesh." 

Guzzo e a maioria dos brasileiros continuam acreditando que a contagem dos votos sem auditagem do processo de votação é incapaz de conceder a qualquer ser humano o direito de afirmar que seu resultado segue o 2 + 2 = 4.

"Da boca para fora, Lula continua a falar e a se comportar como se fosse o maior líder político do sistema solar — e a se exibir no papel de homem que foi eleito pelos próprios méritos. 

Da boca para dentro, não está claro o que ele realmente acha dessa história. 

  • Ache o que ache, de todo o modo, quem ganhou a eleição de 2022 para ele foi o STF, em especial os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes; 

  • Lula só está na presidência da República, objetivamente, porque foi colocado lá pelos três.  

  • Acabaram, contra o que determina a lei brasileira, com o cumprimento das penas na cadeia para os condenados em segunda instância.  

  • Anularam todos os seus processos penais, alegando erro de endereço. 

  • Fizeram uma eleição em que a censura do TSE proibia até que se dissesse que Lula é um defensor explícito do ditador da Nicarágua; 

  • o juiz e os bandeirinhas da partida jogavam no time de Lula. 

  • Organizaram a votação. Contaram os votos. Se Bolsonaro continuar na política, Lula e o STF teriam de fazer tudo de novo."

São afirmações óbvias para se dizer que a direita brasileira, com ou sem Bolsonaro, disputando novamente a presidência da República terá a maioria dos votos dos eleitores brasileiros. E a esquerda brasileira, da boca para dentro, sabe disso, como foi também expressado, pelo Guzzo, em outro parágrafo. Veja:

  • "O STF não está isolado no sonho de liquidar Bolsonaro. Lula, o PT e a esquerda também querem isso, com paixão.  

  • Querem a mesma coisa, junto com eles, os empreiteiros de obras públicas, os banqueiros socialistas e os advogados do Grupo Prerrogativas.  

  • Também estão nessa, enquanto acharem que “vai dar”, todos os políticos ladrões — mais o MST, a CUT, a UNE, a Associação Brasileira de Imprensa, o Sindicato dos Bispos, os que controlam o “movimento” LGBT+, os homens que se sentem mulheres presas em corpos de homem, os parasitas do Estado em geral e o resto da manada que se conhece. 

  • Na opinião de todos, o ex-presidente é a maior ameaça para o futuro do Brasil, e mesmo do mundo."