Nesta terça-feira, 23, o petista Fernando Haddad foi novamente derrotado por Jair Bolsonaro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou a ação movida pela coligação encabeçada pelo PT contra a chapa Bolsonaro-Mourão. Desta vez a derrota foi por unanimidade.
Derrotada nas urnas em 2018, quando obteve apenas 44,9% dos votos válidos, a coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PCdoB/Pros) foi ao TSE com a intenção de tirar Bolsonaro do poder. Para isso, alegou que a chapa vitoriosa foi responsável por instalar, de forma “indevida e coordenada”, outdoors em 33 cidades espalhadas por 13 Estados brasileiros durante o período pré-eleitoral de 2018.
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24 junho 2020
HADDAD PERDE MAIS UMA PRO BOLSONARO
Keywords:
Bolsonaro,
Eleições 2018,
Haddad
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
29 outubro 2018
HADDAD RETORNOU AO SEU DISCURSO ORIGINAL
Neste domingo após a divulgação de sua derrota para Jair Bolsonaro, Fernando Haddad retornou rapidamente ao seu discurso original. Voltou às bravatas do PT.
Em seu discurso da derrota negou o que havia pregado durante a campanha do segundo turno. Revelou a mentira de sua pregação pela democracia, voltou a acusar o Congresso pela cassação ilegal da Dilma Rousseff e criticou o judiciário pela condenação de Lula.
Não cumprimentou o presidente eleito, desrespeitando a maioria dos brasileiros que deram a vitória ao eleito. Esqueceu-se, assim, da lição primária da democracia.
Bem ao contrário, partiu para o confronto, convocando sua parcela de eleitores para se unirem na resistência e se arvorou como o seu líder. Nenhuma palavra sobre a formação de uma oposição consistente, dura mas respeitando os ditames encontrados nas melhores democracias e líderes mundiais.
Hoje, segunda-feria (29), provavelmente retornará a Curitiba para ouvir as novas ordens do presidiário Lula. Certamente também retornará com as cores originais do PT, escancarando mais outra falácia ocorrida em sua campanha no segundo turno.
Keywords:
Eleições 2018,
Haddad,
Pronunciamento
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
25 outubro 2018
O PINÓQUIO PETISTA
Estamos próximos do encerramento da campanha eleitoral com um final melancólico para o candidato do PT.
Isso pode ser observado, por exemplo, quando o eleitor ficou sem conhecer a versão verdadeira de seu eventual programa de governo. O candidato já o refez por pelo menos três vezes. Em qual delas se pode acreditar?, ou é mesmo tudo mentira?
Buscamos, para ilustrar o que dissemos acima, as afirmações encontradas no(s) programa(s) onde pode se ler: "o povo brasileiro sabe de nossa capacidade de conduzir o Brasil como ocorreu com a liderança durante as crises de 2003 e 2008 ...", "esquecendo-se" que o PT esteve no governo até 2016.
E segue ..."nosso governo vai recuperar a capacidade de nossa indústria num amplo esforço de reindustrialização". Mentira. Para se conhecer a herança - maldita - deixada pelo PT, especialmente no governo Dilma, acessem os números para a inflação, rombos nas contas públicas, desemprego, PIB, taxa de juros, entre outros, que podem ser encontrados sumariamente neste link.
Não bastasse casos como os acima citados, esta semana o candidato, em entrevista ao O Globo, fez uma acusação mentirosa contra o vice de seu adversário, afirmando que o general da reserva Hamilton Mourão havia sido torturador durante o período militar. Haddad reproduziu uma informação falsa baseada numa afirmação do cantor Geraldo Azevedo, que poderá ser vista e ouvida neste link.
A lista de casos assim é imensa. Por hoje ficamos com essas, já suficientes para dizer que o senhor Fernando Haddad explicitou em sua campanha o seu lado PINÓQUIO.
Isso pode ser observado, por exemplo, quando o eleitor ficou sem conhecer a versão verdadeira de seu eventual programa de governo. O candidato já o refez por pelo menos três vezes. Em qual delas se pode acreditar?, ou é mesmo tudo mentira?
Buscamos, para ilustrar o que dissemos acima, as afirmações encontradas no(s) programa(s) onde pode se ler: "o povo brasileiro sabe de nossa capacidade de conduzir o Brasil como ocorreu com a liderança durante as crises de 2003 e 2008 ...", "esquecendo-se" que o PT esteve no governo até 2016.
E segue ..."nosso governo vai recuperar a capacidade de nossa indústria num amplo esforço de reindustrialização". Mentira. Para se conhecer a herança - maldita - deixada pelo PT, especialmente no governo Dilma, acessem os números para a inflação, rombos nas contas públicas, desemprego, PIB, taxa de juros, entre outros, que podem ser encontrados sumariamente neste link.
Não bastasse casos como os acima citados, esta semana o candidato, em entrevista ao O Globo, fez uma acusação mentirosa contra o vice de seu adversário, afirmando que o general da reserva Hamilton Mourão havia sido torturador durante o período militar. Haddad reproduziu uma informação falsa baseada numa afirmação do cantor Geraldo Azevedo, que poderá ser vista e ouvida neste link.
A lista de casos assim é imensa. Por hoje ficamos com essas, já suficientes para dizer que o senhor Fernando Haddad explicitou em sua campanha o seu lado PINÓQUIO.
O rapper Mano Brown em público, frente à frente com o candidato o advertiu: "a comunicação é a alma. Se não está conseguindo falar a língua do povo, vai perder mesmo. Falar bem do PT para a torcida do PT é fácil. Tem uma multidão, que não está aqui, que precisa ser conquistada.”
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
17 setembro 2015
PARA UM BOM ENTENDEDOR POUCAS PALAVRAS BASTAM
Em encontro com jornalistas do grupo Estado, o ex-presidente FHC foi questionado sobre seus diálogos com duas das principais lideranças do PT em São Paulo.
Arguto, como sempre, vejam abaixo quais foram as suas respostas.
Ao comentar sua amizade com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), FHC contou que foi "de propósito" com ele a ópera com intuito de demonstrar que é preciso manter um sentimento democrático, "politicamente é importante abrir espaço para diálogo".
Sobre a possibilidade de abrir um diálogo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, FHC afirmou que é cauteloso. "Deixa passar a Lava Jato".
O texto completo da matéria pode ser acessado aqui.
Arguto, como sempre, vejam abaixo quais foram as suas respostas.
Ao comentar sua amizade com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), FHC contou que foi "de propósito" com ele a ópera com intuito de demonstrar que é preciso manter um sentimento democrático, "politicamente é importante abrir espaço para diálogo".
Sobre a possibilidade de abrir um diálogo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, FHC afirmou que é cauteloso. "Deixa passar a Lava Jato".
O texto completo da matéria pode ser acessado aqui.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
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