Próximo a completar um ano de prisão, após ser condenado em segunda instância a doze anos e um mês, Lula recebeu nesta tarde, em sua "prisão gourmet", na Polícia Federal, em Curitiba, sua segunda condenação.
Desta vez, no caso conhecido como Sítio Atibaia, a pena aplicada em primeira instância, pela juíza Gabriela Hardt, substituta do juiz Sérgio Moro, foi de doze anos e onze meses. No total, as duas penas somam 25 anos, "bodas de prata". Não demorará muito, para receber as de diamante.
Lula é réu em outras sete ações penais, que estão correndo nas varas criminais no Paraná, DF e São Paulo.
Além da condenação de Lula e de mais dez outros envolvidos, apenas um dos implicados foi absolvido, a juíza Gabriela Hardt mandou confiscar o sítio em Atibaia: “Diante disto, não vislumbrando como realizar o decreto de confisco somente das benfeitorias, decreto o confisco do imóvel, determinando que após alienação, eventual diferença entre o valor das benfeitorias objeto dos crimes aqui reconhecidos e o valor pago pela totalidade do imóvel seja revertida aos proprietários indicado no registro.”
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06 fevereiro 2019
EM PRISÃO GOURMET, LULA RECEBE SUA SEGUNDA CONDENAÇÃO
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05 fevereiro 2019
REFORMAS A CAMINHO
Uma dia após o envio da mensagem presidencial ao Congresso Nacional, circularam as minutas de propostas nas áreas da segurança pública e da previdência. Estão no contexto das reformas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro. Os brasileiros estão satisfeitos. Estão vendo, ao vivo, Bolsonaro reiterar o que disse em campanha e logo após a sua vitória, com propostas concretas que serão submetidas ao Congresso Nacional.
O que de lá sairá é uma incógnita, afinal os poderes são independentes e ao Congresso Nacional cabe legislar. Qualquer que seja o resultado obtido, um dos paradigmas da velha política está com seus dias contados.
É animador ver que a maioria dos novos parlamentares, antigos também, está contribuindo nesse sentido. Veremos, pela primeira vez, o fim do estelionato eleitoral. Alguns deles podem ser relembrados aqui, durante o governo do PT.
Keywords:
Governo
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04 fevereiro 2019
O BRASIL ESTÁ VIVENDO UMA NOVA POLÍTICA
Nesta segunda-feira, 04/fev/2019, teve início a 1a. Sessão Legislativa Ordinária da 56a. Legislatura do Congresso Nacional.
Como de praxe, a Sessão se inicia com a leitura resumida da Mensagem ao Congresso Nacional encaminhada pelo Presidente da República, cujo texto, em sua íntegra, está acessível aqui e apenas sua apresentação está copiada mais adiante.
Nela se percebe, desde o seu início, a coerência mantida pelo Presidente da República com os seus pronunciamentos de campanha e no discurso que fez logo após a sua vitória nas últimas eleições. O Brasil está vivendo uma NOVA POLÍTICA.
Boa leitura.
Senhoras e Senhores Congressistas,
Como de praxe, a Sessão se inicia com a leitura resumida da Mensagem ao Congresso Nacional encaminhada pelo Presidente da República, cujo texto, em sua íntegra, está acessível aqui e apenas sua apresentação está copiada mais adiante.
Nela se percebe, desde o seu início, a coerência mantida pelo Presidente da República com os seus pronunciamentos de campanha e no discurso que fez logo após a sua vitória nas últimas eleições. O Brasil está vivendo uma NOVA POLÍTICA.
Boa leitura.
Senhoras e Senhores Congressistas,
O Governo brasileiro vem ao Parlamento – na abertura deste ano legislativo – trazer uma mensagem de esperança. A esperança de que falo é a esperança da atitude e da liberdade.
Falo, ainda, da resistência de um povo, de uma Nação. O Brasil resistiu a décadas de uma operaçãocultural e política destinada a destruir a essência mais singela e solidária de nosso povo, representadanos valores da civilização judaico-cristã. Esse processo começou pela dominação cultural nos espaços de formação e informação, passou pela ocupação do poder nas estruturas públicas e instituições e, por fim, chegou ao próprio Governo. O Estado foi assaltado. O Erário foi colocado à disposição de tiranetes mundo afora. E a democracia ficou vulnerável diante de tamanha dilapidação moral e ética.
Os brasileiros, especialmente os mais pobres, conhecem o resultado da era que terminou: a pior recessão econômica da história nos foi legada. Treze milhões de desempregados! Isso foi resultado direto do maior esquema de corrupção do planeta, criado para custear um projeto de poder local e continental.
O combate à miséria foi limitado à maquiagem nos números. Indicadores foram alterados para fins de propaganda, sem implicar melhoria nas condições de vida da população.
A criminalidade bateu recordes, fruto do enfraquecimento das forças de segurança e de leis demasiadamente permissivas. O governo de então foi tímido na proteção da vítima e efusivo na vitimização social do criminoso. A mentalidade era: quem deve ir para o banco dos réus é a sociedade.
Isso acabou! O Governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena e nem medo de criminoso. A eles sejam dadas as garantias da lei e que tais leis sejam mais duras. Nosso governo já está trabalhando nessa direção.
Os mais vulneráveis foram os que mais sofreram com a degradação da segurança. Mulheres, crianças, pobres e negros eram objeto de discurso, mas não de políticas consistentes de proteção. Não vamos descansar enquanto o Brasil não for um país mais seguro, em que as pessoas possam viver em paz com suas famílias.
Falo, ainda, da resistência de um povo, de uma Nação. O Brasil resistiu a décadas de uma operaçãocultural e política destinada a destruir a essência mais singela e solidária de nosso povo, representadanos valores da civilização judaico-cristã. Esse processo começou pela dominação cultural nos espaços de formação e informação, passou pela ocupação do poder nas estruturas públicas e instituições e, por fim, chegou ao próprio Governo. O Estado foi assaltado. O Erário foi colocado à disposição de tiranetes mundo afora. E a democracia ficou vulnerável diante de tamanha dilapidação moral e ética.
Os brasileiros, especialmente os mais pobres, conhecem o resultado da era que terminou: a pior recessão econômica da história nos foi legada. Treze milhões de desempregados! Isso foi resultado direto do maior esquema de corrupção do planeta, criado para custear um projeto de poder local e continental.
O combate à miséria foi limitado à maquiagem nos números. Indicadores foram alterados para fins de propaganda, sem implicar melhoria nas condições de vida da população.
A criminalidade bateu recordes, fruto do enfraquecimento das forças de segurança e de leis demasiadamente permissivas. O governo de então foi tímido na proteção da vítima e efusivo na vitimização social do criminoso. A mentalidade era: quem deve ir para o banco dos réus é a sociedade.
Isso acabou! O Governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena e nem medo de criminoso. A eles sejam dadas as garantias da lei e que tais leis sejam mais duras. Nosso governo já está trabalhando nessa direção.
Os mais vulneráveis foram os que mais sofreram com a degradação da segurança. Mulheres, crianças, pobres e negros eram objeto de discurso, mas não de políticas consistentes de proteção. Não vamos descansar enquanto o Brasil não for um país mais seguro, em que as pessoas possam viver em paz com suas famílias.
Nas relações internacionais, o Brasil deu as costas para o mundo livre e desenvolvido.
Na saúde, o povo foi abandonado e os índices de mortalidade infantil voltaram a subir, depois de décadas de queda.
O meio ambiente virou bandeira ideológica, prejudicando quem produz e quem preserva – que, diferentemente do que se prega, são as mesmas pessoas. De novo: mais um objeto de discurso, que, na prática, ficou desprotegido.
O Estado sobrepõe dezenas de estruturas de fiscalização, inibe quem quer produzir, mas não conseguiu coibir a tragédia de Brumadinho. Aproveito para enfatizar que continuaremos empregando toda nossa energia para dar suporte às famílias, para melhorar o modelo de fiscalização de barragens e para colaborar com as investigações. Não é com um Estado mais pesado que vamos resolver e, sim, com um Estado mais eficiente.
A propósito disso, cito outra herança: o aumento do custo Brasil. Com carga tributária impeditiva, modais logísticos insuficientes e burocracia paralisante, formou-se uma combinação que – além de não protegero meio ambiente – destruiu nossa produtividade e nossa competitividade.
Nosso país, de dimensões continentais e com uma população plural e de espírito livre, rejeitou essa forma de governar. Caiu por terra a mentira. E eis que vimos nascer a verdade e a esperança de quem segue em frente.
É fato que essa nova esperança se materializou em 2018. A esperança do trabalhador, do empreendedor, do cidadão do Brasil mais profundo, de todos que lutam de sol a sol para proteger suas famílias e serem felizes.
Nós – Executivo e Legislativo – temos grandes responsabilidades. A concretização dos nossos sonhos começa por acreditar mais no Brasil e nos brasileiros do que nas soluções de Brasília. É verdade! E, acima de tudo, não esquecer: governamos para Sua Excelência, a população brasileira!
Na saúde, o povo foi abandonado e os índices de mortalidade infantil voltaram a subir, depois de décadas de queda.
O meio ambiente virou bandeira ideológica, prejudicando quem produz e quem preserva – que, diferentemente do que se prega, são as mesmas pessoas. De novo: mais um objeto de discurso, que, na prática, ficou desprotegido.
O Estado sobrepõe dezenas de estruturas de fiscalização, inibe quem quer produzir, mas não conseguiu coibir a tragédia de Brumadinho. Aproveito para enfatizar que continuaremos empregando toda nossa energia para dar suporte às famílias, para melhorar o modelo de fiscalização de barragens e para colaborar com as investigações. Não é com um Estado mais pesado que vamos resolver e, sim, com um Estado mais eficiente.
A propósito disso, cito outra herança: o aumento do custo Brasil. Com carga tributária impeditiva, modais logísticos insuficientes e burocracia paralisante, formou-se uma combinação que – além de não protegero meio ambiente – destruiu nossa produtividade e nossa competitividade.
Nosso país, de dimensões continentais e com uma população plural e de espírito livre, rejeitou essa forma de governar. Caiu por terra a mentira. E eis que vimos nascer a verdade e a esperança de quem segue em frente.
É fato que essa nova esperança se materializou em 2018. A esperança do trabalhador, do empreendedor, do cidadão do Brasil mais profundo, de todos que lutam de sol a sol para proteger suas famílias e serem felizes.
Nós – Executivo e Legislativo – temos grandes responsabilidades. A concretização dos nossos sonhos começa por acreditar mais no Brasil e nos brasileiros do que nas soluções de Brasília. É verdade! E, acima de tudo, não esquecer: governamos para Sua Excelência, a população brasileira!
É hora de a Administração Pública voltar a SERVIR, a resolver os problemas da Nação. É isso que significa dizer “mais Brasil, menos Brasília”. O Estado brasileiro, ao longo do tempo, foi se voltando muito para si e pouco para a sociedade. É uma máquina que se retroalimenta e não percebe os anseios das pessoas, especialmente dos mais necessitados. O Brasil precisa voltar seu olhar para a vida real. Afinal, o Estado deve estar a serviço da sociedade, e não o contrário! A realidade acontece nos Municípios, nos mais de cinco mil rincões de vários sotaques que moldam a Nação brasileira.
Logo, a mudança que queremos – e precisamos – passa pela união das pessoas de bem, pela coragem dos que conosco irão resistir a todos os ataques que virão pela frente. Passa não só pela escolha de Ministros, com trajetória de serviços prestados à Nação, como também pelos representantes escolhidos pela população brasileira.
Portanto, Senhores Congressistas, para construir uma nova esperança ao lado das senhoras e dos senhores, antes o nosso Governo precisa deixar claro o que rejeita. Para saber por onde queremos ir, é preciso primeiro entender o caminho que se deve evitar. E nós – como a imensa maioria dos brasileiros – rejeitamos as ditaduras, a opressão, o desrespeito aos direitos humanos. Rejeitamos, também, os modelos que subjugam o Poder Legislativo e os demais Poderes, seja por corrupção, seja por ideologia, ou ambos. Rejeitamos, ainda, a perseguição à oposição, a quem pedimos apenas: respeito ao País e dignidade no exercício de seu legítimo papel.
Olhar para trás e ver o que está errado faz parte do aprendizado para o futuro. Mas, feito isso, é hora de olharmos para frente e levar o Brasil adiante!
Um país só é livre se livre é seu Parlamento. Se respeita e zela pela Constituição. E um País só é desenvolvido se o seu Parlamento tem responsabilidade com a evolução, com a transformação e com o progresso. É hora de evoluirmos juntos – política e institucionalmente. É o mínimo que cada um de nós, depositários da esperança, deve ao povo brasileiro.
Os primeiros passos dessa esperança concreta já estão sendo dados, tanto no ambiente interno quanto no externo. O Brasil volta a ser olhado pelo mundo como um lugar seguro para investir, repleto de oportunidades. E mais do que isso: nossos empreendedores começam a recuperar coragem para gerar emprego e renda. Os níveis de confiança melhoraram, a taxa de investimento parou de cair, os postos de trabalho voltaram a ser criados e a renda real das famílias começou a dar sinais de melhora.
Logo, a mudança que queremos – e precisamos – passa pela união das pessoas de bem, pela coragem dos que conosco irão resistir a todos os ataques que virão pela frente. Passa não só pela escolha de Ministros, com trajetória de serviços prestados à Nação, como também pelos representantes escolhidos pela população brasileira.
Portanto, Senhores Congressistas, para construir uma nova esperança ao lado das senhoras e dos senhores, antes o nosso Governo precisa deixar claro o que rejeita. Para saber por onde queremos ir, é preciso primeiro entender o caminho que se deve evitar. E nós – como a imensa maioria dos brasileiros – rejeitamos as ditaduras, a opressão, o desrespeito aos direitos humanos. Rejeitamos, também, os modelos que subjugam o Poder Legislativo e os demais Poderes, seja por corrupção, seja por ideologia, ou ambos. Rejeitamos, ainda, a perseguição à oposição, a quem pedimos apenas: respeito ao País e dignidade no exercício de seu legítimo papel.
Olhar para trás e ver o que está errado faz parte do aprendizado para o futuro. Mas, feito isso, é hora de olharmos para frente e levar o Brasil adiante!
Um país só é livre se livre é seu Parlamento. Se respeita e zela pela Constituição. E um País só é desenvolvido se o seu Parlamento tem responsabilidade com a evolução, com a transformação e com o progresso. É hora de evoluirmos juntos – política e institucionalmente. É o mínimo que cada um de nós, depositários da esperança, deve ao povo brasileiro.
Os primeiros passos dessa esperança concreta já estão sendo dados, tanto no ambiente interno quanto no externo. O Brasil volta a ser olhado pelo mundo como um lugar seguro para investir, repleto de oportunidades. E mais do que isso: nossos empreendedores começam a recuperar coragem para gerar emprego e renda. Os níveis de confiança melhoraram, a taxa de investimento parou de cair, os postos de trabalho voltaram a ser criados e a renda real das famílias começou a dar sinais de melhora.
Estamos conscientes – nós e todos os formadores de opinião responsáveis –: o grande impulso deste novo ambiente virá com o projeto da Nova Previdência. Estamos concebendo uma proposta moderna e, ao mesmo tempo, fraterna, que conjuga o equilíbrio atuarial, com o amparo a quem mais precisa, separando “previdência” de “assistência”, ao tempo em que combate fraudes e privilégios.
A Nova Previdência vai materializar a esperança concreta de que nossos jovens possam sonhar com seu futuro, por meio da Poupança Individual da Aposentadoria, um dos itens que está sendo formulado. É uma iniciativa que procura elevar a taxa da poupança nacional, criando condições de aumentar os investimentose o ritmo de crescimento. É um caminho consistente para liberar o País do capital internacional.
Ao transformar a Previdência, começamos uma grande mudança no Brasil. A confiança sobe, os negócios fluem, o emprego aumenta. E eis que se inicia um círculo virtuoso na economia. Não tenham dúvida disso! Essa é uma tarefa do Governo, do Parlamento e de todos os brasileiros.
Mas, é claro, temos outros desafios igualmente importantes. Nossa educação, muitas vezes transformada em espaço de doutrinação ideológica, precisa resgatar sua qualidade. Os pais do Brasil querem que seus filhos saibam português, matemática, ciências, que saibam ler, escrever, evoluir por suas próprias pernas. E que as minorias e as diferenças sejam respeitadas em ambiente acolhedor, afetivo e fraterno. Nosso governo quer recolocar o aluno no centro do projeto educacional, a partir de professoresrespeitados e valorizados.
É nesse ambiente de liberdade que queremos desenvolver nossas crianças. E é LIBERDADE que queremos oferecer também a quem trabalha, a quem empreende, a quem investe. Queremos abrir o Brasil para as parcerias com a iniciativa privada, seja de capital nacional, seja de capital externo – desde que se cumpram as exigências legais.
Vamos defender sempre a liberdade de opinião, de crença, de imprensa, de manifestação religiosa, de pensamento!
A Nova Previdência vai materializar a esperança concreta de que nossos jovens possam sonhar com seu futuro, por meio da Poupança Individual da Aposentadoria, um dos itens que está sendo formulado. É uma iniciativa que procura elevar a taxa da poupança nacional, criando condições de aumentar os investimentose o ritmo de crescimento. É um caminho consistente para liberar o País do capital internacional.
Ao transformar a Previdência, começamos uma grande mudança no Brasil. A confiança sobe, os negócios fluem, o emprego aumenta. E eis que se inicia um círculo virtuoso na economia. Não tenham dúvida disso! Essa é uma tarefa do Governo, do Parlamento e de todos os brasileiros.
Mas, é claro, temos outros desafios igualmente importantes. Nossa educação, muitas vezes transformada em espaço de doutrinação ideológica, precisa resgatar sua qualidade. Os pais do Brasil querem que seus filhos saibam português, matemática, ciências, que saibam ler, escrever, evoluir por suas próprias pernas. E que as minorias e as diferenças sejam respeitadas em ambiente acolhedor, afetivo e fraterno. Nosso governo quer recolocar o aluno no centro do projeto educacional, a partir de professoresrespeitados e valorizados.
É nesse ambiente de liberdade que queremos desenvolver nossas crianças. E é LIBERDADE que queremos oferecer também a quem trabalha, a quem empreende, a quem investe. Queremos abrir o Brasil para as parcerias com a iniciativa privada, seja de capital nacional, seja de capital externo – desde que se cumpram as exigências legais.
Vamos defender sempre a liberdade de opinião, de crença, de imprensa, de manifestação religiosa, de pensamento!
Temos uma equipe de Ministros e técnicos altamente qualificada. Um time de ponta! Queremos transformar o País a partir de estudos sólidos e fundamentados que estão sendo elaborados pelos Ministros em suas respectivas áreas. Juntamente com o Congresso Nacional, vamos resgatar o Brasil!
Já somos um grande País. Iremos, juntos, transformar esse País em uma grande Nação: Pátria Amada, Brasil!
Já somos um grande País. Iremos, juntos, transformar esse País em uma grande Nação: Pátria Amada, Brasil!
Muito obrigado!
Jair Messias Bolsonaro
Presidente da República
Keywords:
Bolsonaro,
Congresso Nacional,
Mensagens
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02 fevereiro 2019
DIA MEMORÁVEL. VAMOS COMEMORÁ-LO !
Em curva ascendente de seu processo de reconstrução política e administrativa, a pressão, as vozes das ruas, dos brasileiros contribuíram, mais uma vez, para que o Brasil supere os entraves, os obstáculos que resistem a essa mudança.
Esse recado foi assimilado e colocado à público pela maioria dos senadores que elegeram o novo presidente do Senado Federal, após mais de 30 horas de sessões ocorridas nesta sexta-feira e neste sábado, primeiros dias do mês de fevereiro de 2019.
Pela TV e pelas redes sociais, milhões de brasileiros acompanharam de perto o que lá no Senado se desenrolava e mantiveram a pressão para a renovação do comando da Casa por um político da nova geração.
Lograram êxito. Foi confortante ouvir, da maior parte dos senadores, os seus discursos e posicionamentos que traduziam os recados vindos desses brasileiros.
O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) mostrou em seu celular o resultado de enquete, em tempo real, apontando em qual candidato o senador deveria votar para presidente da Casa. Disse o Senador: “O meu voto seria para o senador Reguffe (sem partido-DF) de coração, mas os meus eleitores e os brasileiros pediram por 77% que eu votasse em Alcolumbre e será neste que irei votar".

O movimento #ForaRenan saiu-se vitorioso !
Tratou-se de impedir que o Senador Renan Calheiros, que representa, como um dos mais antigos políticos em exercício de mandato parlamentar da velha política, assumisse a presidência do Senado Federal.
Lograram êxito. Foi confortante ouvir, da maior parte dos senadores, os seus discursos e posicionamentos que traduziam os recados vindos desses brasileiros.
O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) mostrou em seu celular o resultado de enquete, em tempo real, apontando em qual candidato o senador deveria votar para presidente da Casa. Disse o Senador: “O meu voto seria para o senador Reguffe (sem partido-DF) de coração, mas os meus eleitores e os brasileiros pediram por 77% que eu votasse em Alcolumbre e será neste que irei votar".

O movimento #ForaRenan saiu-se vitorioso !
Tratou-se de impedir que o Senador Renan Calheiros, que representa, como um dos mais antigos políticos em exercício de mandato parlamentar da velha política, assumisse a presidência do Senado Federal.
A maioria da sociedade brasileira não quer mais que um cidadão com a ficha do referido senador volte a ocupar a presidência do Senado Federal e, por consequência, a do Congresso Nacional.
O que a sociedade brasileira deseja, é que o referido senador, alvo de mais de uma dezena de inquéritos, seja julgado, sem demora, pelo STF e, se condenado, tenha o destino previsto no Código de Processo Penal.
DIA MEMORÁVEL. VAMOS COMEMORÁ-LO !
Keywords:
Senado Federal
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TRILHOS NO BRASIL ILUSTRAM HERANÇAS MALDITAS - O PT NÃO ESTEVE SOZINHO
Há quase três décadas de seu início, a construção da ferrovia Norte-Sul ainda está incompleta, mas escândalos surgiram logo na fase de licitação, em 1987, durante o governo Sarney (MDB). A obra se converteu em símbolo de corrupção, incompetência e desfaçatez do governo federal.
De lá para cá, outras "viagens" similares. É o caso, por exemplo, das ferrovias que ligariam a Norte-Sul a Goiás e ao litoral da Bahia, durante o governo Lula, do PT.
Posteriormente, a presidente Dilma Rousseff passou a ampliar esse enredo ao "viajar" na ideia do trem-bala, aquele que estaria pronto para ligar São Paulo ao Rio já na Copa de 2014.
No mesmo embalo, a presidente surgiu com a história do trem do Peru, que ligaria o centro do Brasil ao Pacífico passando em parte pela Amazônia e pelos Andes, "corredor da exportação agropecuário" por onde nem os agropecuaristas querem correr.
Hoje (01/02/2019), em seu artigo "O monotrilho", publicado no Estadão, o ex-ministro do trabalho, Almir Pazzianotto, nos relata a herança deixada pelo ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB, do qual copio, literalmente, o trecho a seguir.
"Uma das obras mais discutíveis, entravadas e onerosas do governo paulista é o conhecido monotrilho. Construído sobre a Avenida Jornalista Roberto Marinho, também conhecida como Avenida das Águas Espraiadas, ligará o Aeroporto de Congonhas e o Jabaquara à região do Morumbi.
Projetado para entrar em funcionamento na Copa do Mundo de 2014, por erro de planejamento, incompetência dos construtores, falta de dinheiro ou perversa conspiração dos três fatores, ignora-se quando será inaugurado. Para os moradores da região o monotrilho deixou de ser o sonho do transporte rápido e eficiente para se converter em terrível fonte de problemas e de aborrecimentos.
Sob a construção, às margens de pestilento córrego, verdadeiro esgoto a céu aberto, abrigam-se famílias de moradores de rua, marginais e drogados, em permanente abandono. É comum encontrá-los revolvendo caçambas e sacos de lixo à procura de algo aproveitável. Alguns assumem atitude agressiva, para amedrontar quem caminha pelas imediações. O que fazer? Ninguém responde. São fotografias em branco e preto da infinita miséria que assola os subterrâneos ocultos da sociedade."
O ex-ministro Pazzianotto conclui o seu artigo afirmando que: "Durante décadas vivemos sob falsa República, gerida pela bandalheira e pelo abuso de poder. Como diria Machado de Assis, a vulgaridade tornara-se título e a mediocridade, brasão. As eleições de outubro foram decididas pela indignação e pelo desejo de restauração da moralidade (grifo meu). Ao presidente Jair Bolsonaro e ao governador João Doria cabe, agora, corresponder à confiança do eleitorado."
Dá para apostar ? À conferir !
Keywords:
Corrupção,
Ferrovias,
PT - Partido dos Trabalhadores
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BRASIL E ISRAEL FIRMAM ACORDO DE US$ 10 MILHÕES PARA PROJETOS DE INOVAÇÃO INDUSTRIAL
Para ampliar a competitividade da indústria nacional e promover a cooperação tecnológica e econômica entre Brasil e Israel, os dois países firmaram acordo pelo qual vão destinar 10 milhões de dólares a projetos inovadores realizados em conjunto por empresas com sede nos dois países, nas áreas de energia, IoT, agricultura e ciências da vida.
As empresas interessadas têm até o dia 18 de abril para submeter as suas propostas. As regras seguem os regulamentos de cada agência financiadora, ou seja, no Brasil as da EMBRAPII e em Israel as da IIA.
A proposta deve envolver ao menos uma empresa de cada país e resultar no desenvolvimento de um novo produto, novo processo produtivo ou serviço de aplicação industrial. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 42 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto.
As empresas interessadas têm até o dia 18 de abril para submeter as suas propostas. As regras seguem os regulamentos de cada agência financiadora, ou seja, no Brasil as da EMBRAPII e em Israel as da IIA.
A proposta deve envolver ao menos uma empresa de cada país e resultar no desenvolvimento de um novo produto, novo processo produtivo ou serviço de aplicação industrial. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 42 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto.
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31 janeiro 2019
BRASIL É NOVO PARCEIRO DA CORNET / UE
Através da EMBRAPII, o Brasil passou a integrar a rede de Pesquisa Coletiva Cornet - Collective Research Network, que reúne órgãos públicos e agências de fomento à inovação da União Europeia, com diversos países parceiros pelo mundo, como Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, Japão e Peru.
A adesão vai possibilitar que pequenas e médias empresas brasileiras realizem projetos de PD&I em parceria com a indústria dos 11 países membros da rede. Guidelines e templates para submissão de propostas podem ser acessados aqui neste link. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de março de 2019. Após o fechamento do edital, a EMBRAPII e o órgão do país que irá cooperar farão uma análise conjunta das propostas.
Cada projeto tem financiamento médio de R$ 600mil. Os interessados em participar da chamada devem montar consórcios com pelo menos cinco empresas, por meio de sua associação, e apresentar uma proposta de projeto que promova a inovação em todo o setor industrial ao qual as empresas pertencem. A ideia é promover projetos que unam empresas diferentes com o objetivo de promover o desenvolvimento geral do setor. Neste sentido, a participação de associações de setores industriais é primordial.
Nesse modelo de cooperação internacional, cada país financia suas respectivas empresas. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 42 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto.
Keywords:
Inovação
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24 janeiro 2019
SETOR PRODUTIVO TAMBÉM REAGE POSITIVAMENTE SOBRE A PRESENÇA DE BOLSONARO EM DAVOS
Durante a presença de Jair Bolsonaro em Davos, na Suíça, o presidente além de fazer o discurso de abertura do World Economic Forum (WEF), também se reuniu com 11 chefes de estado e de governo, e representantes de outros países. O ministro da economia, Paulo Guedes, teve encontros com presidentes de 10 empresas estrangeiras e com dirigentes de quatro organismos internacionais ligados ao desenvolvimento e ao comércio mundial. Além disso, fez cerca de 10 palestras e debates com empresários e governantes.
Da mesma forma se pronunciou o presidente executivo da Abiquim, entidade que representa o setor químico, Fernando Figueiredo também não viu problemas no tempo usado por Bolsonaro em seu discurso. “Existe uma crença no Vale do Silício de que, se você precisa de mais de cinco minutos para expressar sua ideia, a ideia não é boa. As palestras da famosa série de conferências TED Talks, por exemplo, têm geralmente duração limite de 10 a 15 minutos”, compara.
As repercussões dessa viagem no mercado financeiro brasileiro foi positivo, fazendo o Ibovespa atingir sua máxima histórica nesta quinta-feira (24).
No setor produtivo não foi diferente e ganhou destaque nas páginas sobre a conjuntura econômica do País. De acordo com a matéria "Bolsonaro acertou na estreia internacional", publicada pelo Correio Brazilense (24),
A impressão do presidente da Cbic, José Carlos Martins, sobre a passagem de Bolsonaro por Davos foi semelhante à de muitos empresários do setor da construção e da indústria de uma forma geral. Martins expressou o seguinte.
“Tenho uns 10 grupos no WhatsApp, formados por empresários, pessoas da construção, da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Só vi críticas em relação à imprensa internacional, que não transmitiu o que foi dito por Bolsonaro. Por outro lado, não será um discurso que vai mudar a imagem do país para alguém que quer investir. Os investidores precisam de alguma materialidade, de um executivo ou alguém do governo que diga o que eles esperam ouvir”.
Para Figueiredo, o discurso do presidente brasileiro foi “adequado para a audiência de líderes mundiais que não têm tempo a perder com longos discursos. O presidente passou as mensagens de forma clara e objetiva. Davos não é lugar para se aprofundar sobre a reforma da Previdência ou a reforma tributária”, observa. Segundo ele, o momento era para mostrar o rumo que o país adotará. “O presidente Bolsonaro, nesse sentido, foi eficiente em seu discurso. O nosso país caminha para a modernização, redução da burocracia, redução do custo-Brasil e a retomada do desenvolvimento”. Fonte CB, 24/01/2019.
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IBOVESPA REAGE POSITIVAMENTE DURANTE A SEMANA DE BOLSONARO NA SUIÇA
Depois de abrir o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, com um discurso simples, curto e assertivo e posteriores encontros com lideranças políticas, econômicas e investidores, juntamente com seus ministros da Fazenda. da Justiça e das Relações Exteriores, o presidente Jair Bolsonaro chegará ao Brasil, nesta sexta-feira (25), recebendo boas notícias locais, no campo econômico, em reação ao que lá ocorreu.
Uma delas, a de que a bolsa paulista fechou a semana (amanhã é feriado em SP) com o Ibovespa em nova máxima histórica nesta quinta-feira, acima dos 97 mil pontos pela primeira vez.
Esse crescimento está apoiado em apostas positivas para a economia do País e na esteira de sinalizações ouvidas do governo, em Davos, reiterando o compromisso com o ajuste fiscal, tema crucial para investidores.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,16%, a 97.677 pontos. Se continuar nesse ritmo, a bolsa em breve alcançará o patamar de 100.000 pontos, segundo as estimativas de bancos e corretoras.
Para o setor produtivo, Bolsonaro acertou na estreia internacional. Sobre o seu discurso, na abertura do World Economic Fórum: “Acho que foi satisfatório, além de ter sido um discurso enorme para quem se comunica tanto pelo Twitter. Foi sucinto, mas disse tudo que era preciso. No exterior, a imagem que foi feita do governo Bolsonaro nos últimos meses foi a pior possível. É importante que ele vá a um evento como o Fórum Econômico Mundial e se mostre para tirar um pouco da imagem criada em torno dele”, avalia José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).
Keywords:
Bolsa de Valores,
Bolsonaro,
Davos
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
22 janeiro 2019
DE SINDICALISTAS À CIENTISTAS
Lí, com satisfação, a notícia sobre a indicação do cientista Nívio Ziviani para o Conselho de Administração da Petrobras. A brilhante trajetória profissional do Nívio está disponível na Internet, em vários sites. Não irei repetí-la aqui. Ao NÍVIO os meus PARABÉNS e ao GOVERNO os meus APLAUSOS.
Além do merecedor registro feito acima, é preciso destacar essa nomeação, também, pelo que ela representa, notadamente sob o ângulo da mudança de paradigma explicitada pelo novo governo em relação aos anteriores, antecipada em campanha eleitoral pelo presidente Jair Bolsonaro.
Refiro-me à escolha dos componentes de escalão superior do governo e de suas empresas vinculadas, em cujo processo deixariam de existir o toma-lá-dá-cá e prevaleceriam os critérios de idoneidade, ética e meritocracia.
No caso particular da Petrobras, desde o primeiro minuto do novo governo, as lupas da sociedade estão dirigidas para a composição do seu novo time de gestão. A entrada do Nívio Ziviani nesse time é bem vista. Deixou-se de se escolher um sindicalista para se indicar um cientista. Que assim se prossiga, e que este paradigma se perpetue para o bem da Nação.
Adicionam-se à essas justificativas para comemoração desse evento, os ensinamentos obtidos com a execução da maior operação de corrupção já vista no mundo, o denominado Petrolão, na qual muitos dos acusados e já condenados ocupavam os gabinetes da Petrobras, de sindicatos trabalhistas, de partidos políticos e de empresas, sob a batuta de um maestro ex-sindicalista.
Que jamais tenhamos um maestro com esse perfil regendo uma orquestra denominada Brasil !
Além do merecedor registro feito acima, é preciso destacar essa nomeação, também, pelo que ela representa, notadamente sob o ângulo da mudança de paradigma explicitada pelo novo governo em relação aos anteriores, antecipada em campanha eleitoral pelo presidente Jair Bolsonaro.
Refiro-me à escolha dos componentes de escalão superior do governo e de suas empresas vinculadas, em cujo processo deixariam de existir o toma-lá-dá-cá e prevaleceriam os critérios de idoneidade, ética e meritocracia.
No caso particular da Petrobras, desde o primeiro minuto do novo governo, as lupas da sociedade estão dirigidas para a composição do seu novo time de gestão. A entrada do Nívio Ziviani nesse time é bem vista. Deixou-se de se escolher um sindicalista para se indicar um cientista. Que assim se prossiga, e que este paradigma se perpetue para o bem da Nação.
Adicionam-se à essas justificativas para comemoração desse evento, os ensinamentos obtidos com a execução da maior operação de corrupção já vista no mundo, o denominado Petrolão, na qual muitos dos acusados e já condenados ocupavam os gabinetes da Petrobras, de sindicatos trabalhistas, de partidos políticos e de empresas, sob a batuta de um maestro ex-sindicalista.
Que jamais tenhamos um maestro com esse perfil regendo uma orquestra denominada Brasil !
Keywords:
Petrobras
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
20 janeiro 2019
DAVOS À ESPERA DO BRASIL
Em sua primeira viagem internacional, como presidente da República, Jair Bolsonaro estreará no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
O encontro deste ano tem como tema a "Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura na era da quarta revolução industrial".
Davos está à espera do Brasil. Esse recado foi dado ao novo governo em suas três primeiras semanas, estampado na valorização da Bolsa de Valores de São Paulo, que subiu quase 10%, cravando um recorde atrás do outro.
A responsabilidade do Presidente teve, proporcionalmente, igual acréscimo. A expectativa dos donos do dinheiro é animadora, ávidos por encontrarem no Brasil a melhor oportunidade para os seus investimentos, tendo como base um país sério, que respeita contratos, desburocratizado e menos corrupto.
A tarefa de Bolsonaro se tornará mais fácil porque o ambiente desejado pelos investidores fez parte de suas promessas durante a sua campanha eleitoral, reafirmado durante a sua diplomação e em momentos subsequentes, por ele e por sua equipe ministerial.
O País está vivendo uma nova política, com a construção de uma narrativa, com mensagem única - nela incluídos menos desgoverno, menos politicagem, menos privilégios menos incompetência menos roubalheira - estabelecendo vínculo direto e permanente do político com os eleitores, que apesar de virtual, tem sido feito com transparência, paciência e empatia.
Sob o ponto de vista econômico, a mensagem reforçará a imagem de que o Brasil é uma democracia que funciona e vai fazer com que os mercados aqui também funcionem, sem viés ideológico e com foco em parcerias bilaterais, temas abordados durante as posses dos ministros da Economia e das Relações Exteriores, respectivamente.
O Brasil não decepcionará. O Presidente repetirá o que já disse em suas redes sociais (Twitter, 14/01), copiados a seguir:
"Na próxima semana embarco rumo a Davos, Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial. Estou confiante e feliz com essa grande oportunidade de apresentar a lideres do mundo todo um Brasil diferente, livre das amarras ideológicas e corrupção generalizada."
"Mostrarei nosso desejo de fazer comércio com o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal. Com esses pilares, o Brasil caminhará na direção do pleno emprego e da prosperidade. Espero trazer boas experiências e avanços ao nosso País."
Boa sorte, Presidente. Davos está à sua espera e os brasileiros que ficam também.
O encontro deste ano tem como tema a "Globalização 4.0: Moldando uma arquitetura na era da quarta revolução industrial".
Davos está à espera do Brasil. Esse recado foi dado ao novo governo em suas três primeiras semanas, estampado na valorização da Bolsa de Valores de São Paulo, que subiu quase 10%, cravando um recorde atrás do outro.
A responsabilidade do Presidente teve, proporcionalmente, igual acréscimo. A expectativa dos donos do dinheiro é animadora, ávidos por encontrarem no Brasil a melhor oportunidade para os seus investimentos, tendo como base um país sério, que respeita contratos, desburocratizado e menos corrupto.
A tarefa de Bolsonaro se tornará mais fácil porque o ambiente desejado pelos investidores fez parte de suas promessas durante a sua campanha eleitoral, reafirmado durante a sua diplomação e em momentos subsequentes, por ele e por sua equipe ministerial.
O País está vivendo uma nova política, com a construção de uma narrativa, com mensagem única - nela incluídos menos desgoverno, menos politicagem, menos privilégios menos incompetência menos roubalheira - estabelecendo vínculo direto e permanente do político com os eleitores, que apesar de virtual, tem sido feito com transparência, paciência e empatia.
Sob o ponto de vista econômico, a mensagem reforçará a imagem de que o Brasil é uma democracia que funciona e vai fazer com que os mercados aqui também funcionem, sem viés ideológico e com foco em parcerias bilaterais, temas abordados durante as posses dos ministros da Economia e das Relações Exteriores, respectivamente.
O Brasil não decepcionará. O Presidente repetirá o que já disse em suas redes sociais (Twitter, 14/01), copiados a seguir:
"Na próxima semana embarco rumo a Davos, Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial. Estou confiante e feliz com essa grande oportunidade de apresentar a lideres do mundo todo um Brasil diferente, livre das amarras ideológicas e corrupção generalizada."
"Mostrarei nosso desejo de fazer comércio com o mundo todo, prezando pela liberdade econômica, acordos bilaterais e saúde fiscal. Com esses pilares, o Brasil caminhará na direção do pleno emprego e da prosperidade. Espero trazer boas experiências e avanços ao nosso País."
Boa sorte, Presidente. Davos está à sua espera e os brasileiros que ficam também.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
19 janeiro 2019
CHEGA DE FARSA
Desta vez, aqui no blog, deixo o Caso Queiroz, para ir ao BNDES, visitar à lista do Joaquim Levy, seu presidente. Trata-se da abertura/divulgação da caixa preta do BNDES.
O que a sociedade quer saber, e foi prometido por Bolsonaro durante a sua campanha eleitoral, são, POR EXEMPLO, as informações sobre contratos firmados entre o BNDES e os governos de Cuba e Angola, e de todos os documentos nesse sentido considerados secretos, pelo então ministro Fernando Pimentel (2013) durante o governo Dilma.
Tais fatos levaram o senador Álvaro Dias, no início de 2014 (24/02), a impetrar junto ao STF, mandado de segurança contra a presidente Dilma Rousseff, o ministro Mauro Borges Lemos (MDIC) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, por "ato atentatório à moralidade e à transparência pública".
Na ocasião, o governo alegou que os contratos com Cuba e Angola continham informações "estratégicas" e eram "cobertos por sigilo comercial". Apenas em 2012, o BNDES desembolsou US$ 875 milhões para os dois países.
Elio Gaspari, em sua coluna de 30/03/2014 - aviso amigo, escreveu que se o governo quer evitar surpresas, deve dar uma olhada nos negócios que copatrocina juntando grandes empreiteiras, bancos oficiais e cleptocratas africanos. Nunca é demais lembrar que Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, é a mulher mais rica d'Africa, com uma poupança estimada em US$ 4,1 bilhões.
Levy, Bolsonaro, ... são dessas informações que a sociedade brasileira quer saber, e não de uma LISTA, que, por sinal, já era pública.
CHEGA DE FARSA !
O que a sociedade quer saber, e foi prometido por Bolsonaro durante a sua campanha eleitoral, são, POR EXEMPLO, as informações sobre contratos firmados entre o BNDES e os governos de Cuba e Angola, e de todos os documentos nesse sentido considerados secretos, pelo então ministro Fernando Pimentel (2013) durante o governo Dilma.
Tais fatos levaram o senador Álvaro Dias, no início de 2014 (24/02), a impetrar junto ao STF, mandado de segurança contra a presidente Dilma Rousseff, o ministro Mauro Borges Lemos (MDIC) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, por "ato atentatório à moralidade e à transparência pública".
Na ocasião, o governo alegou que os contratos com Cuba e Angola continham informações "estratégicas" e eram "cobertos por sigilo comercial". Apenas em 2012, o BNDES desembolsou US$ 875 milhões para os dois países.
Elio Gaspari, em sua coluna de 30/03/2014 - aviso amigo, escreveu que se o governo quer evitar surpresas, deve dar uma olhada nos negócios que copatrocina juntando grandes empreiteiras, bancos oficiais e cleptocratas africanos. Nunca é demais lembrar que Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, é a mulher mais rica d'Africa, com uma poupança estimada em US$ 4,1 bilhões.
Levy, Bolsonaro, ... são dessas informações que a sociedade brasileira quer saber, e não de uma LISTA, que, por sinal, já era pública.
CHEGA DE FARSA !
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
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