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24 maio 2020

ORDEM INSTITUCIONAL E HARMONIA ENTRE OS PODERES

                                                                                        


    Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro divulgou trecho da Lei do Abuso de Autoridade.

    Essa divulgação é extremamente oportuna para que os brasileiros tomem conhecimento de que um dos componentes dos três poderes da República, no caso um ministro do STF, atropelou a lei.

    Trata-se da decisão tomada pelo ministro Celso de Mello, do STF, autorizando a divulgação do vídeo da reunião ministerial ocorrida no Palácio do Planalto no último dia 22 de abril.

    Vendo o vídeo, em sua totalidade, todos aqueles, mesmo não sendo profissionais do direito, irão constatar que o ministro ultrapassou os limites da Lei 13.869/2019.

    E esse não foi o único caso. Fatos similares vêm se repetindo com frequência, caracterizando-se assim numa interferência sistemática que fere a autonomia entre os Poderes. 

    A sua continuidade obrigará o presidente da República a cumprir o seu dever e o seu poder, conforme explicitado na Constituição Federal, para restabelecer a ordem institucional e a harmonia entre os três Poderes no País.

    PS.: Para quem deseja conhecer um pouco sobre o perfil do ministro Celso de Mello, leia o Episódio sobre Celso de Melloescrito por Saulo Ramos ex-Consultor Geral da República, em seu livro Código da Vida. 

23 maio 2020

NOSSA BANDEIRA É VERDE E AMARELA

    Tenho expressado aqui, neste Blog, minha visão sobre temas relacionados com o presente e o futuro do Brasil. A maioria do que já escrevi contém traços políticos e/ou de governos.

    Recentemente fui questionado da seguinte forma: "Tinha o entendimento que você reconhecia limitações no ex-capitão, o presidente Jair Bolsonaro, mas que esse reconhecimento tem se transformado em crescente admiração. Espero que esteja certo nesse caminho, pois acredito no seu interesse que o Brasil ande pra frente, mas tenho a impressão que lembraremos  do ex-capitão como uma das mais desastrosas experiências que teremos no campo da representação política... A ver... acho que você tem aumentado o apreço por ele ...".

    Respondi ao amigo que, de fato, o que tem aumentado é o meu apreço pela democracia e isto se reflete pra ele, o Presidente, pois identifico isto - interesse que o Brasil ande pra frente - em diversas ocasiões e trechos de seus pronunciamentos.

    Esclareci ainda, que minha atuação crítica se dá contra aqueles que navegam em sentido contrário ao regime democrático, cuja bandeira atual é apear o Presidente de seu cargo, do poder, antes das próximas eleições. 

    Não quero presenciar um novo 24/agosto parecido com aquele de 1954, nem um outro 31/março de 1964. Disse também, que todos os que defendem essa bandeira não irão contar com o meu apoio. Ao contrário, irei criticá-los. 

    Quanto ao desempenho do governo propriamente dito, isto é outra coisa e tenho apontado erros e acertos. Já escrevi assim, aqui mesmo neste blog, em vários momentos. Mas compreendo que muitas vezes é difícil separar o lado político/ideológico do executivo. 

    Entendo que críticas e movimentos mais pesados, vindo dos partidos e das lideranças políticas são até compreensíveis, afinal a disputa pelo poder faz parte do jogo democrático. Mas de outros setores, não. Pois aí entra no jogo o interesse particular. E cresceu, substantivamente, ser contra esse jogo no atual governo, traduzido, na prática, no fechamento das torneiras de dinheiro e de outros favores/privilégios públicos. Esta página tem que ser virada se quisermos ser uma república com letras maiúsculas. 

    É lamentável que isso não tenha acontecido anteriormente,   por exemplo, em todo o período transcorrido após a redemocratização do País. Infelizmente, o que se presenciou, o que se viu, até recentemente, foi o contrário: as lideranças que assumiram o poder de 1985 para cá, se tornaram líderes e cúmplices desses interesses e da corrupção subjacente. 

    Portanto, minha admiração pelo presidente Bolsonaro é decorrente do fato de que ele, desde a sua campanha, já se posicionava contra esse vírus da corrupção e contra aquilo que está representado pelo Foro de São Paulo.

    São, principalmente, dessas duas questões que devemos cuidar - antes que seja tarde demais - e não entrarmos na brincadeira (guiada pela mídia e outras lideranças nada inocentes) de se escolher qual a "boneca" ou o "carrinho" que deveremos brincar no fundo do quintal. Esse tempo não existe mais. Definitivamente não somos mais crianças e há bastante tempo já vivemos em outro mundo, o da frente da casa e não mais no seu quintal.

Não, não podemos aceitar essa brincadeira. Nossa bandeira é, e continuará sendo, a verde e amarela. Pra frente Brasil.




22 maio 2020

APÓS DIVULGAÇÃO DO VÍDEO, BOLSONARO SAIU MAIS FORTALECIDO


Acabei de ouvir/ver o vídeo (parte1, parte2, parte3, parte4, parte5, parte6, parte7, parte8, parte9, parte10) da reunião de 22/abril, liberado pelo ministro Celso de Mello, do STF. Não enxerguei nenhum crime cometido pelo presidente da República. O JB saiu por cima.
JB sendo sempre o JB
Em todos os momentos da reunião, JB guardou coerência acentuada com o que foi durante toda a sua vida e com o que disse durante a sua campanha eleitoral, incluindo combate a corrupção. Mais uma vez, enfatizou a sua vocação pela defesa da liberdade, do povo e da Nação brasileira.
Quanto ao tom e aos palavrões usados durante a reunião, também não há nenhuma novidade. Já vi/ouvi esse mesmo tom e os mesmos palavrões, no passado, em outras reuniões similares (fechadas) em diversos escalões da República, e até participei de algumas delas, inclusive em reuniões departamentais de universidades, lotadas de doutores.
E já vi/ouvi também momentos piores em ambiente público. Reuniões oficiais, como por exemplo, as sessões do STF e as do Congresso Nacional. Nelas o clima foi além dos palavrões. Em diversas vezes seus participantes foram aos tapas, e, em pelo menos uma delas, um senador foi morto a tiros.
Desse "angú" todo, o Presidente saiu mais fortalecido e, se as eleições fossem hoje, ele teria mais votos do que na eleição passada. Nas redes sociais já repercutem manifestações nesse sentido. Confira aqui e abaixo algumas delas.
Pra fechar esse dia de sucesso, no início da noite, o Presidente concedeu uma ótima entrevista à JovemPan, cujo conteúdo pode ser acessado aqui.








20 maio 2020

O BRASIL VENCERÁ

Diariamente estamos acordando, e dormindo também, bombardeados, pela maior parte da imprensa, com notícias que tentam deixar a população brasileira em pânico.

Isso está sendo conduzido, descaradamente, com o propósito de estimular brasileiros a não mais aceitarem o governo por eles eleito nas últimas eleições. É um crime contra a democracia, contra o Brasil.

As notícias manipuladas - deixaram de ser fatos e se tornaram opinião - vão desde o que se passa na intimidade do presidente da República até os assuntos mais críticos tratados pelo governo, como aqueles que dizem respeito à saúde.

Não irei entrar em detalhes sobre fatos da intimidade presidencial que a imprensa tem abordado de forma desprezível. Entretanto, aproveito esse gancho para saudar o Presidente pela manutenção de sua simplicidade existente anteriormente a sua investidura no cargo.

Em casa, digo, no Palácio, o Presidente continua usando havaianas, bermudas, camisetas de clubes ou que fazem menção à cultura popular. O Jair Bolsonaro continua, para alegria de seus eleitores, a ser o mesmo que, no passado, ajudou um idoso a transportar, carregando na cabeça, um saco de latinhas colhidas na rua.

Da mesma forma, também podemos dizer o mesmo para o uso de expressões populares que utiliza em momentos de descontração como, por exemplo, quando disse que a direita toma cloroquina e a esquerda tubaína. Ah, e veja esse vídeo por inteiro e não o que tem sido divulgado pela mídia com o objetivo de tirá-lo do contexto da entrevista que estava sendo concedida.

Do outro lado do disco, ou melhor, quando a imprensa troca o seu pendrive, ouvimos a mesma gravação dos dias anteriores. No caso do COVID-19, por exemplo, a ênfase é dada, de forma maquiavélica, para o número de mortos. Nunca para dizer que o Brasil não atingiu a mesma proporção do número de óbitos por habitantes já verificados em outros países.

Por exemplo, há poucos dias foi divulgado, com destaque, que o Brasil tinha ultrapassado o número de mortos da Bélgica. Ora, isso é muita fdp. As estatísticas internacionais, na mesma data, mostravam que o índice de mortalidade do Brasil era 10 vezes menor do que a do país citado. Enquanto lá o número era de 80 óbitos por 100 mil habitantes, aqui esse valor estava em apenas 8. Essa marca, também é menor do que a de outros países, como mostra a imagem abaixo.



Infelizmente, todos sabemos que a tendência desses números é aumentar. A história registra, em casos similares, que a queda de óbitos só ocorrerá quando estiver disponível, no mercado e não em laboratórios, uma vacina. É doloroso, todos lamentamos as mortes já ocorridas e aquelas que irão ocorrer. Porém, essa dor não pode ser expandida como, atualmente, de forma criminal, está sendo feita pela mídia brasileira. É hora de se promover conforto e não o pânico à população.

O Brasil e os brasileiros estão contribuindo, estão trabalhando muito para que os efeitos nefastos decorrentes dessa pandemia sejam minimizados. Em favor disto, parabéns ao Presidente pela nomeação dos militares para ocuparem funções no Ministério da Saúde. Popularmente, se pode dizer: "homens certos, nos lugares e nas horas certas.

O BRASIL VENCERÁ ! Saiba mais porque afirmo isto  assistindo este vídeo na íntegra.

É por aí, Presidente!

19 maio 2020

COVID-19: AS PROMISSORAS NOTÍCIAS SOBRE O SURGIMENTO DA VACINA

A indefinição em torno do isolamento social em diferentes países e o temor por novas ondas da Covid-19 em nações que já superaram o pico da doença lançam grandes expectativas em torno de uma vacina capaz de imunizar populações inteiras contra o coronavírus.
Um imunizante seria a única forma de garantir o retorno seguro às atividades rotineiras, uma vez que nem mesmo o tempo de duração da imunização de pacientes curados é consenso na comunidade científica.
Especialistas ponderam que o prazo para uma vacina eficaz chegar às prateleiras deve ser de um ano, enquanto, normalmente, levariam uma década. Governos como o dos Estados Unidos, por outro lado, têm prometido acelerar ainda mais esse processo, sem apresentar, no entanto, garantias de que isso ocorrerá.
A divulgação de um levantamento do banco de investimentos Morgan Stanley que mapeou 110 pesquisas em busca de uma fórmula imunizante e identificou seis vacinas promissoras em curso, ganhou a manchetes da maioria das empresas de comunicação, principalmente nos meios digitais.
O relatório avaliou como promissoras vacinas candidatas com os prazos mais adiantados e cujas empresas têm mais capacidade de ampliar a escala de produção para além de 500 milhões de doses.
Na lista de seis fórmulas constam desde trabalhos com tecnologia mRNA quanto vetores de vírus, como o adenovírus:
CanSino Biologics 1
Batizada de Ad5-nCoV, a vacina usa o mesmo vetor de uma fórmula aprovada para combater o ebola: um adenovírus, considerado um parente inofensivo do vírus do resfriado comum, com o objetivo  de fornecer antígenos que estimulam as respostas imunes do organismo.
A Ad5-nCoV se encontra na segunda fase de testes clínicos desde o mês passado, e foi testada em 500 pacientes até o fim de abril. Segundo o relatório, é esperado que a terceira fase comece no próximo inverno incluindo outros países além da China.
A companhia tem capacidade de produzir milhões de doses e pretende expandir para 100 milhões em 2021.
Oxford/Vaccitech
A vacina candidata, ChAdOx1 nCoV-19, usa um adenovírus de chimpanzé conhecido como ChAdOx1. Ainda está na primeira fase de testes, na qual contemplou 1.102 voluntários entre 18 e 55 anos.
A segunda e a terceira fases, que contemplarão pessoas entre 55 e 70 anos e menores de 18, respectivamente, deverão começar em junho e testarão 5.000 pessoas.
A produção em larga escala começou e a expectativa é que 100 milhões doses sejam produzidas até o fim de 2020. Até o ano que vem, espera-se que haja centenas de milhões disponíveis.
BioNTech/Pfizer
A vacina testada pelas duas empresas, chamada BNT162, é formada a partir da combinação de três formatos de mRNA (ou seja, a inoculação do RNA mensageiro) e dois antígenos.
As duas empresas já tinham uma parceria para a produção de vacinas contra a influenza, firmada em 2018. Os testes clínicos estão em andamento e a expectativa é que centenas de milhões de doses estejam disponíveis no mercado em 2021.
Moderna/NIH
A vacina candidata mRNA-1273 ganhou os holofotes globais na última segunda-feira depois que a Moderna anunciou êxito na imunização de um grupo pequeno de pacientes.
Assim como a fórmula imunizante da BioNTech e da Pfizer, a aposta da companhia americana é a técnica do RNA mensageiro. Os trabalhos são formalmente apoiados pelo National Institutes of Health (NIH), órgão do governo dos Estados Unidos.
Após estudos que apontaram para a segurança da pesquisa, a primeira fase foi estendida para a inclusão de três grupos de adultos entre 55 e 71 anos e outros três de idosos acima dessa faixa de idade, que compõem o chamado grupo de risco.
A segunda etapa contemplará 600 voluntários e foi aprovada pela Food and Drug Administration, agência americana equivalente à Anvisa no Brasil. O planejamento da terceira fase está em fase final e o trabalho prático deve começar a partir de junho.
A Moderna afirma ser capaz de produzir milhões de doses e, recentemente, selou um acordo com a farmacêutica Lonza para ampliar a produção. Até o fim do ano, a pretensão é ampliar a escala em 10 milhões a cada mês até chegar a uma taxa de 1 bilhão de doses por ano na metade de 2021.
Johnson & Johnson
Outra vacina candidata baseada na técnica de adenovírus, a Ad26 Sars-CoV-2 começará os testes clínicos em setembro. A Johnson & Johnson pretende produzir entre 600 milhões e 900 milhões no primeiro trimestre de 2021 e 1 bilhão até o fim do próximo ano. Embora em fase pré-clínica, a fórmula imunizante se encaixou nos critérios da Morgan Stanley. 
Sanofi/GSK
Ainda sem nome, a fórmula pesquisada pelas duas companhas pretende misturar as técnicas de recombinação (uso do vírus inativo) de baculovírus usada na produção da Flublok, uma vacina contra gripe da Sanofi, com a tecnologia de sistemas adjuvantes (substâncias adicionadas a vacinas para aumentar a resposta imune) presente na vacina Shingrix, contra herpes-zóster, da GSK.
Os primeiros testes em humanos devem ocorrer no último trimestre deste ano. A capacidade de produção, segundo as empresas, deverá ser de 1 bilhão de doses por ano até o fim da primeira metade de 2021. Assim como a vacina da Johnson & Johnson, o imunizante está na fase pré-clínica, mas também é visto como promissor.




17 maio 2020

Uma Lágrima por Moro (na companhia de Drummond)

AUTOR: anônimo 

E agora, José?  

A festa acabou, 
a luz apagou, 
o povo sumiu. 
A toga rasgou, 
você não é mais juiz, 
nem ministério você tem. 

E agora? 

Você que era gigante, 
amado do povo, 
admirado pelo mundo.

E agora, José Moro?

Andavas na rua, 
era abraçado, 
selfies a mil.

Era celebridade, 
sujeito ilustre, 
um dignitário. 

E agora?

A fama acabou, 
o dinheiro entrou(?), 
mas a honra se foi. 

Virou  um bordão, 
na moral um anão, 
agora está só. 

O povo lhe amava, 
ao vê-lo chorava, 
gritava Môôro. 

Agora acabou, 
você faleceu, 
um judas nasceu, 
a honra se foi. 

E agora, José?

Sem a luz do palco, 
sem o brilho de outrora, 
o que vai fazer?

A esquerda lhe odeia, 
a direita lhe despreza, 
pra onde fugir? 

Você tinha gloria, 
cargo e fama, 
mas virou um traíra. 

Por quê você fez isso, 
tomou alguma, 
ou cheirou o que não devia?

Você era herói, 
agora nos dói vê-lo contando lorotas, 
fazendo fofocas, 
perdido pela ambição.

Você tinha tudo, 
era sortudo, 
o nosso guerreiro.

Mas em plena pandemia, 
união se pedia, 
e olha o que você fez?

A mosca azul lhe infectou, 
ou virou  um robô, 
pra Globo e pro Dória? 

Pobre de você,
Moro José, você acabou.

É coisa pra chorar,
mas somente uma lágrima vou deixar, 
sobre seu caixão moral.

Que pena, Moro. 

Nós brasileiros vestimos nosso herói, 
mas ao acordarmos vimos que o nosso rei estava nu. 

E agora, Moro?

Você não traiu Bolsonaro e o Brasil. 
Você traiu a si próprio, 
você se matou. 

Que pena, Moro! 

E agora, Moro José?

16 maio 2020

LA QUE SE AVECINA

O reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, em 12/02/2020, o artigo abaixo copiado, na íntegra, no qual o escritor chama a atenção para os planos do Foro de São Paulo, planejados para o período 2019-2023.

Em seu primeiro parágrafo, Ansón aponta aqueles que lideraram a criação do Foro e suas motivações e objetivos. O primeiro deles, Fidel Castro e o segundo, o Lula. Ambos deixaram uma biografia vergonhosa para os seus respectivos países. 


Sobre a ditadura que Fidel implantou em Cuba, um bom relato sobre o que lá aconteceu se encontra no livro "Nossos anos verde-oliva", do chileno Roberto Ampuero, romance autobiográfico sobre os anos em que viveu exilado em Cuba (jul/1974-ago/1979), após fugir do Chile, perseguido pela DINA e pelos carabineros de Augusto Pinochet. Capa e pequenos trechos deste livro estão acessíveis neste artigo e nos seus respectivos comentários.


Quanto ao Lula, nosso ex-presidente já condenado a mais de 26 anos de prisão, até o momento, sua biografia é vastamente encontrada nas principais páginas policiais da imprensa local e mundial. Para o Brasil, o período Lula-Dilma, em quase 16 anos de governo, deixou um estoque infernal de miséria e pobreza, cujo resumo pode ser conferido aqui.


A partir do segundo parágrafo de seu artigo, Ansón revela os planos do Foro de São Paulo para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023. Nada difere do que já conhecemos sobre os conceitos e propósitos dos já citados Fidel e Lula. Felizmente, para os cubanos e para o mundo, o primeiro já se encontra em uma caixa de concreto.


Boa leitura.

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La que se avecina

Luis María Ansón. El Mundo, 12/02/2020. 
FIDEL Castro y Lula da Silva pusieron en marcha en 1990 el Foro de Sao Paulo para evitar que la extrema izquierda comunista, tras el fin de la Unión Soviética, se derrumbara en Iberoamérica. Cuba, México, Argentina, Venezuela, Nicaragua son algunos de los países que alientan el Foro, con ramificaciones en España.
Para los años 2019 y 2020, el Foro, al que pertenecen más de cien partidos y agrupaciones, ordenó los siguientes objetivos: someter los poderes legislativo y judicial al ejecutivo; modificar los mandatos constitucionales para manejar el dinero de los presupuestos del Estado; desmitificar la religión, introduciendo elementos que confundan sus principales celebraciones con leyendas y frivolidades; incrementar el manejo de los medios de comunicación; defender a ultranza la relatividad de los valores establecidos; controlar la educación y dedicarla al adoctrinamiento político; introducir en el Ejército a personas afines al partido.
Conforme a lo que establece la agenda del Foro de Sao Paulo, estos son los objetivos para 2021 y 2022: control de las redes sociales; magnificar la «corrupción» de los sectores neoliberales; perseguir a los grandes empresarios para que huyan del país; control total de internet; multiplicar los gastos de la Administración, creando puestos en favor de los miembros de la izquierda comunista; establecer estructuras paralelas para diluir las administraciones públicas hostiles; control de los Bancos, de los cambios y las divisas.
La etapa tercera del Foro de Sao Paulo especifica en su agenda para 2022 y 2023 lo siguiente: expropiaciones masivas de terrenos y empresas otorgando su gestión a los líderes de la extrema izquierda comunista; reparto de las viviendas en favor de los afiliados; reforma de las Constituciones y de las leyes electorales para garantizarse la reelección; colocar en manos del Estado todos los bienes de producción, y, finalmente, sí al trabajo, fuera el capital.
No se trata de especulaciones. Este es el programa escrito de la ultraizquierda comunista para los próximos cuatro años. Los sectores liberales pueden mirar hacia otro lado y pensar que aquí no pasa nada. La España sanchista está ya de hecho en la letra del Foro de Sao Paulo. Y la que se avecina, lo que nos espera, salvo que el liberalismo democrático ponga freno, aparece claramente especificado en el programa del extremismo comunista.
Luis María Ansón, de la Real Academia Española.

09 maio 2020

O MUNDO À ESPERA DE UMA LUZ NO FINAL DO TÚNEL



Durante esta semana o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar, desta feita no Supremo Tribunal Federal, que Economia é vida."Devemos nos preocupar com a vida, sim, mas também com empregos. Economia é vida. Sem ela a expectativa de vida vai lá pra baixo e o IDH também".

Nesta sexta-feira, portanto na mesma semana da afirmação acima, foi publicada uma extensa matéria nas páginas de economia do "The Washington Post" que reforça o que disse o nosso Presidente da República, sob o título "U.S. unemployment rate soars to 14.7 percent, the worst since the Depression era".

A matéria, já em seu título, nos diz que a taxa de desemprego nos EUA subiu para 14,7%, a pior desde a era da Depressão e, na sequencia, que 20,5 milhões de pessoas perderam o emprego em abril, acabando com uma década de ganhos em um único mês e que muitos analistas acreditam que pode levar anos para se recuperar. O número oficial também exclui o recorde de 6,6 milhões de trabalhadores que deixaram a força de trabalho por completo e os 5 milhões que foram forçados a reduzir suas horas e trabalhar meio expediente. 

A súbita contração econômica forçou milhões de americanos a recorrerem aos bancos de alimentos e buscarem ajuda do governo pela primeira vez ou pararem de pagar aluguel e outras contas. Alguns perderam também o seguro de saúde e até colocaram suas casas à venda, é o que nos diz a matéria.

Lá (aqui no Brasil também) as perdas de empregos começaram no setor hoteleiro e atingiu a marca de 7,7 milhões de empregos em abril. O varejo perdeu 2,1 milhões e a indústria 1,3 milhão. 

Houve até 1,4 milhão de demissões no setor de saúde no mesmo mês, já que os pacientes adiaram atendimento odontológico, cirurgias menores e outras coisas além do atendimento de emergência.

Aqui, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou uma pesquisa na qual 40% dos brasileiros tiveram perdas na renda desde o início da pandemia. Segundo Agência Brasil, 23% dos entrevistados perderam totalmente os ganhos e 17% tiveram redução no valor mensal de renda. Ainda de acordo com o estudo, 77% dos trabalhadores têm medo de perder o emprego. Para 48% das pessoas esse temor é grande, para 19% é médio e para 10%, pequeno.

Tanto nos EUA como no Brasil, os trabalhadores com baixos salários, em restaurantes e no varejo, foram os mais atingidos pela crise do emprego. Muitos desses trabalhadores já estavam vivendo de salário em salário e tinham a menor poupança antes da pandemia.

Também aqui como lá, há um consenso crescente de que a economia não vai se recuperar rapidamente. Muitas empresas não sobreviverão e aquelas que escaparem da crise irão precisar de menos trabalhadores nos próximos meses, ou possivelmente anos.

Enfim, não estamos sós, ambos os países e o resto do mundo, enfrentam problemas e tensões que não imaginavam há apenas poucos meses atrás. Todos estão à  espera de uma luz no final do túnel. 

No Brasil, as ações para por luz no túnel, até o momento, estão resumidas neste video.

08 maio 2020

UMA CAMINHADA PELA VIDA

É vergonhoso para o Brasil e para o mundo, chegarmos ao estágio em que dezenas de empresários, responsáveis pela geração de cerca de 30 a 40 milhões de empregos no País, que economicamente levam o País nas costas - representam cerca de 45% do PIB, tenham que comparecer e solicitar (ou implorar) a sua Suprema Corte para que não impeçam os seus empreendimentos de continuarem funcionando e gerando empregos em benefício da Nação. O presidente da República, na ocasião, afirmou ao presidente do STF que "devemos nos preocupar com a vida, sim, mas também com empregos. Economia é vida. Sem ela a expectativa de vida vai lá pra baixo e o IDH também".

Estamos falando, obviamente, da caminhada efetuada, nesta data, 07/05/2020, entre o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, sob a liderança do Presidente da República.

Do outro lado, no STF, se encontraram com o seu presidente que lá chegou não por mérito (incapaz de passar num concurso público e que nunca deu emprego para ninguém) mas por ser amigo do presidente da República de então, hoje condenado, em segunda instância, a mais de 26 anos de prisão por crimes de corrupção.

O quadro se tornou ainda mais vergonhoso, quando, agora à noite, lemos que ministros do STF, criticaram a visita do presidente da República e dos empresários, classificando-a como "presepada", "molecagem" e "pegadinha".

Em oposição aos que criticaram essa caminhada está o povo brasileiro, que a aplaudiu e que se manifestouatravés das redes sociais, todos aqueles que foram ao STF.


Atualizado em 18/05/2020 às 22:16 h