Translate

17 janeiro 2026

Estamos retornando à “Idade das Trevas”?

Holanda
  

    Amanhecemos o dia e topamos com notícias e manchetes como as citadas abaixo. De propósito copiamos aqui apenas aquelas referentes ao Hemisfério Norte mas abaixo dα linha do equador o que ocorre não é muito diferente.

FBI

 

Por que o Canadá está prestes a se fragmentar. 
É impressionante como o aparelhamento progressista 
está destruindo as bases civilizatórias de todos os países do ocidente.

Estamos retornando à “Idade das Trevas”?


    Recentemente, nos últimos anos, tem se tornado comum a afirmação de que a sociedade contemporânea estaria vivendo um “retorno à Idade das Trevas”. Embora essa ideia seja impactante, ela não se sustenta do ponto de vista histórico, mas é bastante apropriada como uma metáfora crítica.


    A popularização dessa comparação pode ser explicada por fenômenos atuais que evocam, simbolicamente, momentos de retrocesso intelectual. Observa-se, por exemplo, o crescimento do negacionismo, a disseminação de desinformação e a rejeição do debate racional. Tais práticas enfraquecem a razão crítica, um dos pilares da modernidade, e geram a sensação de regressão civilizatória.


    Além disso, a fragilização das instituições democráticas e o descrédito em relação ao conhecimento acadêmico contribuem para a percepção de um ambiente hostil ao pensamento racional. Nesse cenário, emoções, crenças absolutas e interesses políticos frequentemente se sobrepõem ao diálogo fundamentado, o que aprofunda a polarização social e o empobrecimento do debate público em pleno século XXI.


2 comentários:

  1. COM CERTEZA AS CONSEQUÊNCIAS IRÃO APONTAR , DIAGNOSTICAR E CONCLUIR DESASTROSOS EQUÍVOCOS.

    ResponderExcluir
  2. Canadá: A agenda globalista comprometeu a soberania e a economia do país. Se antes de Trudeau (que assumiu após o auge econômico de 2011-2012) o PIB per capita canadense era próximo ao dos EUA, hoje ele mal chega a 60% do vizinho.

    Atualmente, o estado mais pobre americano é mais rico que a média do Canadá. O resultado? Províncias já articulam movimentos de separação.

    ResponderExcluir