Estamos próximos de completar quatro anos das eleições que ocorreram em outubro/2022. Eleições estas que expuseram a parcialidade escancarada do TSE e do STF, ao privilegiarem um candidato, inclusive agindo inconstitucionalmente, conforme foi mencionado no artigo citado a seguir:
"O país passou a ser governado por portarias e resoluções do STF, ou dos tribunais superiores de Brasília que estão logo abaixo dele e sob a sua dependência — e não mais pela legislação em vigor." Um Brasil sem lei, escreveu J. R. Guzzo, em seu último artigo na Revista Oeste.
Naquela época, nos bastidores do novo governo Lula, sua principal liderança, Zé Dirceu, insistia (e insiste) em defender que o projeto do PT deve ser executado ao longo de três mandatos consecutivos na Presidência, com a reeleição de Lula em 2026.
Diversos artigos mostrando isso já foram publicados neste blog e em outros meios de comunicação, mas é recomendável que sempre se volte ao assunto. Neste sentido, indicamos novamente o artigo de capa da Oeste, edição 318, de Adalberto Piotto, cujo conteúdo mostra que o Brasil estabeleceu novo recorde no número de brasileiros endividados: 80 milhões, em fevereiro. “Desde que Lula voltou ao poder, o patamar esteve sempre acima dos 70 milhões, mas nos últimos 12 meses o crescimento acelerou.” O panorama é semelhante em relação às empresas, sobretudo as micro e pequenas. Enquanto a classe média empobrece e se endivida, figurões da República acumulam fortunas, como mostram os casos do Banco Master e a roubalheira do dinheiro dos aposentados do INSS.
A bizarrice maior na fala de Zé Dirceu reside no fato de que o PT, seus membros e seu líder estão enlaçados em páginas e mais páginas de relações íntimas com comunistas pelo mundo.
E é na direção do comunismo que os participantes do PT, muitos deles não mais escondem que são comunistas, estão agindo de forma deliberada, seguindo a cartilha das piores ditaduras já implantadas no mundo, cujo lado econômico é literalmente exposto na charge abaixo, e que nos traz um alerta para os eleitores de outubro próximo e se coaduna perfeitamente com o artigo do Adalberto Piotto já citado.
"Eu odeio a classe média”, berrou Marilena Chauí, uma das ideólogas do PT, durante um evento em 2013. Ao lado, sentados num sofá, Lula e Emir Sader riam de forma abobalhada. Passados 13 anos, o que antes parecia ser a opinião isolada de uma professora fanática, hoje resume o desempenho econômico do governo.
À ideologia se somam o inchaço da máquina pública, a gastança desenfreada, o assistencialismo eleitoreiro e irresponsável, a inflação, o aumento de impostos, fora o resto.
“Quem trabalha, produz e paga impostos que sustentam o governo — essa gente ‘odiosa’ da classe média — foi sendo cada vez mais asfixiada”.
“O modelo de achatar a classe média real é insensato porque beira a estupidez. Vai contra tudo o que deu certo no mundo”, afirma Adalberto Piotto.
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