O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e o aumento da rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriram, nos bastidores do PT e do Palácio do Planalto, uma discussão sensível: a possibilidade de o petista não disputar a próxima eleição presidencial.
A notícia está nas páginas de revistas, entre elas a edição da Oeste deste fim de semana, no artigo de Adalberto Piotto e da Veja, artigo da imagem abaixo.
"Ninguém mais aguenta Lula. Com a aprovação derretendo, vendo Flávio Bolsonaro crescer e perdido na própria incompetência, o governo se pergunta o que deu errado. A resposta está no espelho", disse Piotto.
Às vésperas da eleição, o Palácio do Planalto bate cabeça para encontrar soluções para problemas reais que o próprio governo criou ou não se preparou para enfrentar. Mas, de novo, a emergência não é o país, é Lula. As medidas precisam estancar a sangria de imagem do presidente que não governa, sem planos e propostas conhecidas desde a última campanha.
É preciso lembrar que Lula não apresentou um programa de governo na eleição de 2022, aquela em que só foi candidato porque foi resgatado da prisão de Curitiba pelo STF, que inventou a estapafúrdia tese do CEP e o fez candidato.
Não assusta que tenha assumido que não conseguiria governar sem o Supremo, seu parceiro de consórcio. Porque plano não tinha. Dado o desespero de agora, ainda não tem. Fato é que não há nada no governo lulopetista que se sustente como uma administração minimamente competente ou preocupada com o país.
O Brasil inteiro conheceu a seleção escolhida pelo descondenado. E não foi porque seus componentes marcaram gols no passado, e sim pelos "lances sensacionais" de, grande parte deles, que ocupou manchetes policiais.
Mais uma vez LULA NA VANGUARDA DO ATRASO. O chefe do PT nem esperou o dia de sua posse para confirmar a opção pelo passado. Por fim, o petista ainda ameaçou aqueles que perderam as eleições: “Fiquem quietinhos”.
Relembre os "jogadores" escolhidos pelo petista para iniciar o desgoverno previsto. Boa parte dele estará concorrendo nas próximas eleições. Cabe ao eleitor reprová-los também pelas más administrações do desgoverno.
- Educação, Camilo Santana (PT-CE)
- Desenvolvimento Agrário e Familiar, Paulo Teixeira (PT-SP)
- Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP);
- Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB-MS);
- Povos Indígenas, Sônia Guajajara (Psol-SP);
- Transportes, Renan Calheiros Filho (MDB-AL).
- Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB-SP)
- Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR)
- Casa Civil, Rui Costa (PT-BA)
- Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP)
- Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)
- Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo (PT-MG)
- Esportes, André Fufuca (PP-MA)
- Cidades, Jader Filho (MDB-PA)
- Igualdade Racial, Anielle Franco (PT-RJ)
- Agricultura. Pecuária, Carlos Fávaro (PSD-MT)
- Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França (PSB-SP)
"Tudo se resume a um projeto pessoal de poder de um narcisista que, neste caso, contrariando a música de Caetano, seu defensor nos palcos da esquerda artística regada a incentivos fiscais, detesta um espelho. Afinal, espelhos não inventam, não criam narrativas, só refletem a realidade que o Brasil quer superar, deixar para trás e seguir em frente", concluiu Piotto em seu artigo já mencionado.
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