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15 junho 2026

Ditadura disfarçada de democracia

    O Poder Judiciário brasileiro foi colocado à margem e com este, o Brasil, do rol das nações livres e justas do planeta, ou seja, um país marginal, que não bastasse tudo o que ocorre em termos políticos e de grassa corrupção agora, também, declarado um país que já não tinha ordem, não tendo mais lei.

    Agora, oficialmente, o ministro do STF Alexandre de Moraes foi declarado, e isto por uma das cortes constitucionais mais tradicionais do mundo, em uma terra, Itália, que é berço das escolas e instituições de direito ocidentais, pelo Direito Romano, um pária jurisdicional.

 

A Corte declarou que o magistrado faltou e violou o princípio do juiz natural e do devido processo legal, por ele se colocar no papel de vítima, acusador e juiz, tendo o poder estatal de punir de forma calibrada e vingativa.

    Ao anular o processo, a Corte italiana atesta que a Corte Suprema brasileira está a serviço de uma ditadura disfarçada de democracia, a serviço de um regime tirânico, e que seus juízes não podem mais julgar, porque lhes faltam todos os atributos basilares da magistratura, sendo o primeiro deles, a imparcialidade.

    Portanto, os ministros do STF que participaram e votaram pela condenação de Zambelli, assim como dos réus no processo do 8/1/2023, condenando Jair Bolsonaro, oficiais das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal, Alexandre Ramagem e Felipe Martins, por exemplo, devem ser todos denunciados na Corte Internacional de Direitos Humanos e no Tribunal Penal Internacional como criminosos, arguindo a nulidade de todos os processos que passaram por suas mãos parciais e interessadas.



    

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