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07 maio 2026

É o terceiro fracasso do mês



Os dois primeiros foram o da reprovação do Bessia e a derrubada do veto da dosimetria, ambos no Brasil.
O completo fracasso é a única explicação possível para que Lula tenha cancelado a coletiva de imprensa no salão Oval com o Donald Trump e tenha sido filmado com uma cara de constrangimento impossível de disfarçar.

Posteriormente, na Embaixada do Brasil, Lula falou e sua expressão só confirmou o que antes já se noticiava. Diferentemente do habitual em visitas de Estado, não houve declaração conjunta dos dois líderes na Casa Branca.


A jornalista da Folha de São Paulo perguntou sobre a classificação do CV e do PCC como células terroristas, e o Lula, de forma rápida e sucinta, saiu em defesa do narcotráfico. É incrível como o Lula tem a capacidade de estar sempre do lado do crime, ele de fato mostra ao mundo que o crime compensa! 

Lula ainda disse que a economia brasileira está indo bem. Como? Se o principal programa do governo é o Desenrola 2 para milhões de brasileiros endividados pelo caos do governo dele? Empresas indo para o Paraguai, PIB crescendo menos, rombo fiscal e inflação em alta ...


PS.: FOXNEWS também confirmou que foi Lula quem IMPLOROU para não ter coletiva de imprensa.








07 maio 2024

AGI - Seu domínio poderá oferecer superioridade a uma nação similar ao ocorrido com a bomba atômica na década de 1940


A ideia ainda está no campo teórico e em alguns aspectos até lembra algo vindo da ficção científica, mas pode virar uma realidade em longo prazo. Trata-se da AGI (Artificial General Intelligence), uma tecnologia mais poderosa do que a inteligência artificial de hoje, comentada neste artigo

Enquanto a IA tradicional é projetada para resolver um problema discreto, a AGI deverá ser capaz de realizar qualquer tarefa mental que um ser humano possa realizar. Dessa forma, consegue agir como uma pessoa para aprender, responder e raciocinar sobre um tema, inclusive com uma capacidade cognitiva similar ou ligeiramente superior a dos humanos.

O advento da AGI ainda está a anos, talvez até décadas de distância, mas qualquer país que saia na frente do desenvolvimento dessa tecnologia terá uma enorme vantagem, uma vez que poderá então usar a AGI para desenvolver versões cada vez mais avançadas, ganhando uma vantagem em todos os outros domínios da ciência e tecnologia. Um avanço neste campo poderia inaugurar uma era de predominância não muito diferente do curto período de superioridade nuclear que os Estados Unidos desfrutaram no final da década de 1940.Conhecimento é poder.

O que falta para chegarmos à AGI?

O caminho para alcançar a AGI ainda envolve muitas evoluções nas áreas de hardware e software. No primeiro caso, é necessário desenvolver uma estrutura de supercomputadores capaz de comportar todo o processamento e treinamento da IA — vale lembrar que os modelos mais modernos da OpenAI, Microsoft e Google já demandam uma grande rede de computadores para funcionarem. Microsoft e OpenAI projetam avançados data centers. Plano supera US$ 100 bilhõesA parte de software envolve a construção de novos algoritmos e modelos de IA para processar novas informações. Isso inclui novas formas para alimentar os LLMs (large language models).

Quando isso poderá acontecer?

As expectativas ainda são mantidas a longo prazo, mas as recentes evoluções do mercado podem acelerar o processo. A OpenAI já estipulou que uma IA superior à mente humana poderia surgir a partir do final dessa década, mas ainda depende da evolução e do treinamento de outras tecnologias.

A OpenAI supostamente já conseguiu desenvolver uma IA superior as tecnologias atuais e com facilidade para resolver problemas matemáticos. O modelo do chamado Projeto Q teria deixado a diretoria do projeto em alerta sobre os riscos à humanidade, mas também representaria um avanço em direção à AGI. O CEO da DeepMind (divisão de IA do Google) Demis Hassabis tem uma opinião parecida.

No seu site oficial, a OpenAI explica que adota os cronogramas mais curtos porque são mais fáceis de serem coordenados e levam a uma sobrecarga computacional menor. O teste mais lento, por sua vez, “dá mais tempo para descobrir empiricamente como resolver o problema de segurança e como nos adaptarmos”, registra a página.

Riscos e benefícios

A AGI poderia potencializar todos os aspectos da IA generativa — o problema é que isso inclui pontos positivos e negativos.

Uma IA com o mesmo nível de cognição do cérebro humano traria inúmeras vantagens para o desenvolvimento da sociedade como um todo. A ferramenta poderia ser usada para promover insights, tomar decisões, simplificar cálculos e processos, oferecer mais soluções criativas para problemas, e por aí vai. Isso poderia ser integrado em sistemas empresariais, ações governamentais e até em dispositivos pessoais para ajudar durante o cotidiano.

Por outro lado, uma IA mais poderosa pode colocar a humanidade em risco: não dá para prever como a ferramenta será usada e quais interesses seriam defendidos pela máquina. Um dos cenários apocalípticos envolve o desenvolvimento acelerado da AGI a ponto dela ficar mais inteligente do que os humanos — assim, não seria mais possível controlar os computadores, num cenário quase apocalíptico digno de filmes como Matrix e Exterminador do Futuro.

Porém, todo o processo ainda esbarra em alguns obstáculos atuais que envolvem a IA, como a regulamentação da tecnologia e as medidas adotadas para evitar alucinações ou respostas enviesadas. Pesquisadores reforçam a importância da atuação humana no treinamento para um desfecho positivo e citam como exemplo o ChatGPT que no seu início, se pedido, ele dava a fórmula da bomba atômica.

Enchentes no Rio Grande do Sul - tragédias anunciadas


Porto Alegre, uma diferença de 83 anos separam essa duas imagens que mostram que o que fizeram não foi suficiente para não acontecer de novo. Também joga por terra a narrativa sobre mudanças climáticas, a não ser que já existisse o tal do aquecimento global em 1941, nos alertou via WhatsApp, o colega José Joaquim de Oliveira.

Joaquim também se referiu a suposta coincidência se olharmos para o calendário. Ambas ocorreram na mesma data mensal.

No grupo do Zap (Poli-74, engenheiros de 1974), outros dois colegas também se manifestaram.

"As ações humanas interferem no clima, mas numa grandeza bem inferior aos fenômenos naturais", disse Cláudio de Andrade Aguiar que recebeu o seguinte comentário de Rubens Torres: "Papo furado de mudanças climáticas. Coisa de Marina Silva Doida, Greta, DiCaprio e outros vigaristas que não têm o que fazer." 

Junto-me aos três, assino embaixo ao que todos afirmaram. E tais afirmações estão de acordo com os resultados de muitos pesquisadores de renome, bem distantes do papo furado dos vigaristas.

Um bom resumo do assunto está em "Águas de maio: a enchente de 1941 em Rio Grande", publicado no periódico Historiæ, em 2012. 

"Foi, em verdade, uma revolução dos elementos da natureza, associados numa empreitada sinistra de destruição e angústia, contra a inteligência e os recursos humanos, impotentes e impassíveis ante a fúria das águas – fonte soberba de vida – transformadas em motivo de desalento, de desespero e de dor."

[ ... ] O evento da Grande Enchente de 1941 é um exemplo de que este convívio faz parte de um processo dinâmico e não imutável. Não podemos esquecer que não é só o homem que modela as paisagens, mas a natureza continua a fazer novas modelagens de acordo com dinâmicas climáticas complexas. Esses eventos extremos, como a Enchente de 1941, fazem questionar a suposta imutabilidade da paisagem e especialmente, refletir sobre os fatores e também as prevenções para acontecimentos climáticos de grande porte que tem se intensificado no Brasil nas últimas décadas.

[ ... ] O ano de 1941 trouxe uma provação difícil para os moradores do município do Rio Grande: a Grande Enchente, um fenômeno de dimensões até então desconhecido nos registros. Os anos de 1940-1941 foram de excesso de chuvas, atuando o El Niño. Em seguida, os anos seguintes foram de seca, associado ao fenômeno La Niña. ... As medições da temperatura do Oceano Pacífico Equatorial somente começaram em 1877, quando da ocorrência deste fenômeno com forte intensidade.

Tais mudanças criam condições para variações climáticas, como chuvas intensas, enchentes e secas. As imagens exemplificam como algumas regiões do planeta são afetadas por esses fenômenos.  

El Niño

La Niña



Tragédia anunciada 

No final de abril o mapa do Rio Grande Sul começou a ser tingido de vermelho no sistema do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) , representando alto nível de ocorrências de inundações graduais e bruscas, alagamentos em áreas rebaixadas e desabamentos em encostas. No dia 29, por exemplo, Estrela, Lajeado e Encantado estavam com muito alto risco de inundações. Na sequência, o fenômeno da tragédia anunciada só se intensificou sobre as cidades do Sul do país.

As informações emitidas eram corretas e oportunas, mas não bastam se as políticas públicas não existem ou não têm efetividade há dezenas de anos.

Segundo os especialistas, duas medidas são fundamentais para salvar e proteger vidas nestes casos: sirenes para alterar a população dos riscos iminentes e retirada dos milhões de pessoas que vivem em áreas ribeirinhas e encostas.

Porém, por parte dos governantes pouco ou nada se fez. Há, por exemplo, um plano nacional desde 2016. Os mesmos especialistas afirmam que o plano é muito bom no papel, e está sempre sendo revisado para poder comunicar e criar metas específicas, focado diretamente em questões para atender as pessoas atingidas por catástrofes naturais, mas não foi efetivado pelos ministérios, vamos assim dizer, na escala federal.


07 maio 2023

UOL REPETE GLOBO E DEMITE JORNALISTAS


Audiência da imprensa velha - o consórcio militante - não para de cair e com ela os seus profissionais. É o que informa a matéria do Portal do Jornalista.

"O UOL promoveu nesta sexta-feira (5/5) uma série de cortes em sua equipe. Segundo fontes ouvidas por este Portal dos Jornalistas, o total chegaria a 10% do efetivo da área de conteúdo da plataforma, incluindo profissionais ligados a tecnologia e desenvolvimento, mas com expressivo impacto também na redação."

 . . .

"Segundo informou um dos profissionais que deixaram a casa nesta leva, há alguns meses já havia um alerta em relação a números e desempenho do portal. Com isso, algumas ações com objetivo de reduzir custos e despesas já vinham acontecendo, como desligamento de colaboradores, mas até então nenhum profissional CLT havia sido atingido no processo." 

A demissão de jornalistas pelo Grupo Folha ocorreu depois da Rede Globo seguir esta mesma opção para cortar despesas.  No início de abril, a emissora dispensou dezenas de profissionais de imprensa.

Na quarta-feira (26/04), a TV Globo comemorou 58 anos sem ter o que comemorar. Sua audiência segue ladeira abaixo, com uma perda acumulada de 33% nos últimos 20 anos. A participação da Globo no total de televisores ligados, que era de 50% há 19 anos, hoje está na casa dos 32%. Nos anos 1990, quando as métricas de medição de audiência eram diferentes, seu share batia nos 80%.

No comunicado, a Globo sinalizou que as mudanças devem continuar. “Um cenário que exige uma atuação ainda mais conectada com nossos objetivos de conduzir a empresa para um futuro sólido e sustentável, revisitando custos, adotando novas práticas e tomando decisões assertivas e alinhadas à nossa estratégia”, disse Paulo Marinho, diretor-presidente do grupo.

07 maio 2021

EMPATIA: ELEMENTO ESSENCIAL PARA OS NEGÓCIOS DOS NARCOTRAFICANTES

Roberto Motta (engenheiro, executivo, ... e autor de 3 livros), nos alerta através de seu Twitter (@rmotta2) que nenhuma sociedade estará jamais livre do tráfico de drogas, mas que podemos sim nos livrar dos narcoterroristas, e em pouco tempo. Mas para isso é preciso que a sociedade conheça a verdade.

Nesse sentido, através de uma thread no Twitter,  e, também em seu site, explicou que os narcotraficantes agem da mesma forma que terroristas do Oriente Médio que usam a população local como escudo humano.

Os narcotraficantes do Rio usam a população das favelas para proteger o seu negócio.

De certa forma, essa estratégia já é conhecida de um bom número de pessoas. Mesmo assim, ainda é pouco. É mandatório que a maioria da sociedade a conheça. Vamos lá. Acompanhem abaixo a thread do Roberto Motta.
  1. Os grandes entrepostos de distribuição de drogas estão em favelas, mas não porque os traficantes são pobres coitados sem oportunidades. Eles estão lá porque a população local - inclusive mulheres, crianças e idosos - serve como escudo humano e sistema de alerta contra a policia.
  2. Toda a vez que você ver uma machete que diz “jovem trabalhador baleado em troca de tiros” lembre-se disso. Essas pessoas não são baleadas por acaso.
  3. Seus ferimentos ou morte servem de proteção ao tráfico, e ainda trazem o benefício adicional de demonizar a polícia e levar a sociedade a ter empatia com os narcoterroristas.
  4. Essa empatia - essencial para os negócios - é estimulada por uma "mídia" que, juntamente com ONGs de “direitos humanos”, muitas vezes, são meros departamentos de marketing dos narcoterror.
  5. Você já deve ter visto inúmeros depoimentos de famílias de vítimas de “bala perdida”acusando a polícia. Mas você lembra de algum depoimento em que a família acusa o tráfico?
  6. Você já deve ter visto os comoventes - e convenientes - desenhos feitos por crianças das “comunidades” que mostram helicópteros atirando em pessoas.
  7. O que você provavelmente não sabe é que o helicóptero oferece proteção essencial para operacoes policiais contra narcoterroristas profundamente escondidos em favelas, e por isso impedir seu uso é fundamental.
  8. A tática de usar crianças para proteção e propaganda é a mesma que a organização terrorista Hamas usa na faixa de Gaza. É EXATAMENTE IGUAL. Lendo os jornais e ouvindo algumas ONGs e “redes” de comunidades é inevitável que você, cidadão comum, conclua que: 
    • a polícia não sabe o que faz, e é uma ameaça permanente ao bem estar dos pobres 
    • o traficante é um empreendedor social que não atrapalha ninguém 
    • os traficantes são queridos pela “comunidade”
  9. A verdade é que os narcoterroristas impõem um regime de terror nas favelas que ocupam, abusando dos moradores e os usando como escudo. Os traficantes são odiados pelos cidadãos de bem e trabalhadores, que são a maioria absoluta em todas as “comunidades”.
  10. A verdade é que o narcoterrorismo gera e financia boa parte das atividades criminosas, espalhando crime, corrupção e medo por todo lugar. Mas você jamais saberá isso lendo um jornal. Isso não acontece por acaso.
  11. O Rio pode voltar a ser um lugar tranquilo para se viver, assim como Nova Iorque, Miami, San Francisco, Milão, Frankfurt, Londres ou Bruxelas. Em todas essas cidades existe tráfico; em nenhuma delas existe narcoterror.
PS.: 
1. 
Abraham Weintraub
@AbrahamWeint

Cenário horrível!
29 mortos e um arsenal de guerra apreendido. Não é uma simples operação policial, mas sinal que o Brasil está em guerra. Enfrentamos o narcoterrorismo, com seu exército revolucionário, seus representantes na economia, em várias esferas do Estado e na política.

2. jrguzzo @jrguzzofatos 
O ministro Fachin tem uma ideia fixa : proteger os criminosos do Rio de Janeiro. Já proibiu voos de helicóptero sobre as favelas, e proibiu a polícia de chegar a 100 m das escolas. Agora quer punir policiais que trocaram tiros com bandidos armados para guerra.
A bandidolatria contaminou os meios de comunicação. Ouça esse jornalista, mais um da CNN, o que ele fala sobre “carinho” com a situação de violência, praticamente culpar a polícia por aumentar a violência e as mortes e, PASMEM, falar sobre respeito aos DIREITOS dos BANDIDOS.

4. Roberto Motta @rmotta2 
A aliança da extrema-esquerda com o narcotráfico não é acidental. As decisões judiciais pró-bandidos, vindas das mais altas esferas, não são acidentais. A postura da mídia de atacar a polícia e apresentar bandidos como “vítimas” não é acidental. Isso tudo faz parte de um ecossistema que vive do medo e do sangue do cidadão comum, sacrificado nos altares da ideologia, do populismo e da corrupção.

Morei na Rocinha por 4 anos, no Morro do Andaraí por 23 anos. Na Rocinha fui como missionário para ajudar uma Igreja lá, no Andaraí sou nascido e criado. Conheço bem a ação do tráfico nas favelas e só tenho uma coisa a dizer: Sentir pena dos culpados é trair os inocentes!