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09 maio 2024

Diante do sofrimento, homens do Exército fogem

Diante do sofrimento, homens do Exército fogem

Hoje (9) vejo este vídeo sobre a atuação do Exército na enchente do Rio Grande do Sul. É apavorante. Diante do sofrimento, homens do Exército fogem. E tem o respaldo de um artigo que li na terça-feira (7). Abaixo seguem o vídeo e o artigo.


As Forças Armadas estão com a imagem na lama

Por Paulo Polzonoff Jr. 07/05/2024 11:53

Só observo. No dia 2 de maio, o perfil do Ministério da Defesa no Twitter estufou o peito cheio de medalhas para dizer que as Forças Armadas estavam atuando, e atuando bem, no resgate aos afetados pela enchente no Rio Grande do Sul. “Efetivo ampliado de 335 para 626 militares, 45 viaturas, 12 embarcações, 5 aeronaves”. E se você acha esses números ridículos é porque eles são mesmo. Mas, como disse no comecinho do texto: só observo. E continuo observando.

Quatro dias mais tarde, o mesmo perfil publicou números atualizados. Agora vai, dois pontos: “3.406 militares, 243 embarcações, 16 aeronaves e 2.500 viaturas e equipamentos de engenharia (civis e militares)”. Tudo isso teria resultado no resgate de 46 mil pessoas. Mas antes que você se empolgue e bata continência para as Forças Armadas, deixe-me falar rapidamente da reação a essas publicações.

As reações ficaram entre a incredulidade e a acusação franca de que as Forças Armadas mentem. “Deixa a água baixar que aí vocês poderão fazer o que fazem de melhor: pintar meios-fios”, escreveu alguém e eu ri. “Mostre os vídeos”, pediram muitos, desconfiando dos números inflados. “Se fosse verdade eu daria os parabéns ao general Xandão”, disse outro e eu ri de novo. Mas sou um bobo-alegre e rio de qualquer coisa mesmo. Desculpe, ministro Múcio.

De volta ao doce ofício de observar, noto que os poucos comentários elogiosos à atuação das Forças Armadas vêm da esquerda estatólatra, para a qual os números oficiais valem mais do que a realidade – em qualquer situação. “Mas quando foi que a esquerda, eterna viúva dos porões da ditadura militar, começou a defender, apoiar e idolatrar as Forças Armadas?”, pergunto um tanto quanto debilmente ao observar esse até então improvável caso de amor. A pergunta é retórica, claro.

Vida mansa a soldo gordo

E pensar que durante muito tempo as Forças Armadas foram a instituição mais amada, idolatrada, salve!, salve! desta República fundada por marechais. Uma República cuja história foi marcada pelo tenentismo, lá nas décadas de 1920 e 1930, e pela ditadura/regime militar de 1964 a 1985 – período que a esquerda considera sua versão particular de nazismo, como já escreveu muito bem alguém.

Apesar da intensa campanha de difamação dos militares nas últimas décadas, as Forças Armadas sempre contaram com a admiração, ora discreta, ora exacerbada, daqueles que viam na instituição uma garantia natural da lei e da ordem. E não estou falando de golpe de Estado nem nada. Estou falando de uma confiança que fazia parte do imaginário. Aliás, outro dia revi “Os Trapalhões em Serra Pelada” e adivinha quem salva nossos heróis e a riqueza nacional? Sim, o outrora glorioso Exército de Caxias.

Mas aí veio aquele episódio que no livro de história que jamais escreverei será chamado de A Grande Perfídia – quando militares prenderam até crianças e idosos que se manifestavam pacificamente diante de um quartel. Aí vieram a submissão ao ex-presidiário-em-chefe, a continência para Maduro, o “não existe comunismo no Brasil” do presidente do STM e, mais recentemente, a rendição aos instintos autoritários de Alexandre de Moraes.

Deu no que deu: a despeito daqueles que ainda honram a farda (sim, eles existem!), as Forças Armadas são hoje sinônimo de vida mansa a soldo gordo, de saudosismo, de alguma-coisa-a-ver-com-positivismo, de incompetência e derrota certa numa eventual guerra. Em suma, de desonra – que é o que de pior poderia acontecer às Forças Armadas de um país. Aí você arregala os olhos e eu pergunto: por que esse seu espanto agora? Não é assim com tudo o que a esquerda toca? Veja o que aconteceu com a autoridade moral do cargo de Presidente. Veja o que aconteceu com o Supremo Tribunal Federal.

28 abril 2024

Exército: " Não vamos admitir criticas, vamos bloquear!"

        Os melancias continuam se tornando cada vez mais ridículos. Desta vez publicou o denominado Manual para moderação de perfis nas redes do Exército. A assessoria de imprensa do Exército disse que a intenção da nova Política de Moderação nas Redes Sociais é “garantir um ambiente democrático nas contas da instituição” e que “a ideia é regular, não censurar”. 😂😂😂

 Veja abaixo a transcrição da matéria publicada pela Oeste.

"O Exército Brasileiro emitiu um alerta público sobre a Política de Moderação nas Redes Sociais, na qual destaca a possibilidade de encaminhar às autoridades competentes comentários que incitem “ódio, violência e discriminação”. O texto foi divulgado nesta semana no site da corporação.

O documento ressalta que os usuários dos canais da instituição devem estar “cientes das regras de uso e convivência”, podendo ser bloqueados imediatamente caso desrespeitem as normas, sem necessidade de justificativa.

“O usuário que desrespeitar essas regras poderá, a critério do CComSEx [Centro de Comunicação social do Exército], ser bloqueado imediatamente, independentemente de justificativa, consulta ou aviso, e, conforme o conteúdo, as mensagens poderão ser encaminhadas às autoridades competentes”, informou o Exército.

Mensagens que contenham linguagem consideradas “inapropriada, apologia a práticas ilícitas, incitação ao ódio, violência, racismo, entre outros comportamentos reprováveis”, serão moderadas ou excluídas.

“O Exército Brasileiro não aprova, apoia, declara nem garante a integridade, a veracidade, a exatidão ou a confiabilidade de qualquer mensagem do usuário, tampouco endossa as opiniões expressas nela”, informou a corporação.

Além disso, a política de moderação do Exército abrange a remoção de conteúdos que envolvam “ameaças, assédio, calúnia, difamação, spam, conteúdo comercial, publicitário, político-partidário, manifestações políticas ou ideológicas, links suspeitos, violação de direitos de imagem e propriedade intelectual, divulgação de informações pessoais indevidas, conteúdo fraudulento ou inverídico”.

Veja a lista de razões para a exclusão de mensagens nas redes do Exército

• Usem linguagem inapropriada, obscena, caluniosa, grosseira, abusiva, difamatória, ofensiva ou de qualquer outra forma reprovável;

• Concretizem apologia a práticas ilícitas;

• Incitem o ódio, a violência, o racismo ou façam discriminação de qualquer ordem;

• Contenham ameaças, assédio, injúria, calúnia ou difamação, ou configurem qualquer outra forma de ilícito penal;

• Divulguem conteúdos na forma de spam ou “correntes”;

• Caracterizem intuito comercial ou publicitário;

• Estejam repetidas, desde que publicadas pelo mesmo autor;

• Sejam ininteligíveis ou descontextualizadas;

• Contenham propagandas político-partidárias;

• Manifestações ou opiniões de cunho político ou ideológico;

• Contenham links suspeitos ou representem ameaça à segurança da informação;

• Usem informações e imagem de pessoas e instituições indevidamente; 

• Contenham dados pessoais do autor ou de terceiros;

• Violem os direitos de imagem e de propriedade intelectual;

• Sejam fraudulentas ou promovam conteúdo inverídico.

“Ressalte-se que o pedido de acesso a informações e o envio de sugestões, reclamações, críticas e elogios acerca das atividades da instituição devem ser tratados em canais próprios”, afirmou o Exército.


24 maio 2023

Comandante do Exército intensifica luta contra o que chama de ” forças desagregadoras” ( * )


Uma extensa ordem do Comandante do Exército, que vale para os próximos 4 anos, tem pontos estratégicos e nevrálgicos que visam impor a visão atual comando do exército para todo o efetivo