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Mostrando postagens com marcador George Soros. Mostrar todas as postagens
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10 março 2025

O jogo da guerra cultural e educacional

    Circula nas redes sociais um vídeo do professor Mauro Rosa mostrando os vínculos existentes entre as elites financeiras, artísticas e culturais no mundo e em especial no Brasil. Por exemplo, as ligações entre as famílias Rockefeller, Moreira Salles e o narcotráfico, inclusive nesse mesmo contexto, as boas relações com famosos artistas e o mundo político. 

    O professor Mauro também aborda os objetivos dessas elites. Neles estão incluídos a implantação de uma "favelania" em todo o País e de uma "indústria" de massa marxista cultural, ... Há mais relatos assustadores ... confira.


    Sobre o globalismo, já dissemos anteriormente e iremos repetir aqui, que o globalismo é o modelo preferido pelos tiranos que desejam ter sob seu  comando uma sociedade  subserviente. Nela, cidadãos rebeldes e independentes devem ser processados, desempregados e falecerem de fome ou morrerem nos guetos e nas prisões. 

    Em pleno século XX a humanidade conviveu com três regimes adeptos a essa opção, implantados por lideranças que quiseram impô-los ao resto do mundo: o comunismo, o nazismo e o fascismo. Os dois últimos foram derrotados durante a II Guerra Mundial, mas o primeiro sobreviveu e não desistiu de seus objetivos: uma troupe rica e poderosa que governa e o restante da população vivendo em condições miseráveis, totalmente dependente do ditador de plantão.

    Esse cenário foi se alterando em favor do globalismo e a partir do século XVIII. No século XX, começaram a surgir as fundações. Foram criadas, inicialmente, para "aliviar" a imagem do "Barão-Ladrão", atribuída aos magnatas do aço, do petróleo, das ferrovias e do sistema financeiro. Entre elas as que foram criadas por Andrew Carnegie (1905) e J. D. Rockefeller (1913). 

    Na sequência, após uma pausa provocada pela Grande Depressão e pela II Guerra Mundial, o surgimento de novas organizações se expandiu: ONU (1945), FMI, Banco Mundial e BIRD (1945), Tribunal Internacional de Justiça de Haia (1945), UNESCO e UNICEF (1946), OEA (1948), OTAN (1949), Clube de Bilderberg (1954), Clube de Roma (1968), WEF (1971), Comissão Trilateral (1973), Diálogo Interamericano (1982) e Foro de São Paulo (1990). E tantas outras organizações muito influentes continuam surgindo, como a Open Society (1993) e a Fundação Bill e Melinda Gates (2000), ... 

Repercussões no Brasil

    Os continentes americanos - e o Brasil em particular - sempre estiveram na mira das lideranças do globalismo. Com esse propósito especifico, a organização "Dialogo Interamericano" (iniciativa dos Rockefeller), tinha como um de seus objetivos incentivar a criação de um bloco latino-americano.

    Foi por isso, nesse contexto, que a "Dialogo Interamericano" passou a financiar o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro, através do que ficou conhecido como Pacto de Princeton. Relembrando: a cor do globalismo, desde o seu início, foi mais vermelha do que se imagina e financiou os três regimes totalitários: comunismo, nazismo e fascismo.

O Pacto de Princeton foi um combinado de uma falsa oposição e da aplicação dos métodos de doutrinação de Gramsci, feito por Lula e FHC, ocorrido em janeiro de 1993 na cidade de Princeton, EUA. No Pacto, Lula representando o Foro de São Paulo que fomenta o socialismo comunista na América Latina e FHC representando a Diálogo Interamericano ligada ao Partido Democrata americano com pele socialista-fabiano.

No ano de 1995, FHC ganhou a eleição presidencial no Brasil e começou a por em prática os métodos de desconstrução dos valores estabelecidos na sociedade brasileira e a fomentar o crescimento socialista no País.

Em 2003 foi a vez de Lula ganhar a eleição presidencial, ficando até final de 2010 no poder, período esse onde aparelhou todas as instituições, investiu bilhões em nações socialistas e forjou pesado na implantação das disciplinas que compõem o marxismo cultural, colocando classes contra classes e pulverizando a discórdia entre pobre e rico, negro e branco, sulista e nortista, homossexual e heterossexual, filho e pai, sociedade civil e polícia. Apoiou a ideologia de gênero, incentivou a corrente feminista, buscou meios para legalizar o aborto, incentivou à promiscuidade e a impunidade, desarmou a população contra resposta do referendo de 2005, sucateou as Forças Armadas, investiu em ONGs trapaceiras que defendem os ideais do globalismo-comunismo e nos artistas consagrados através da Lei Rouanet para se aproveitar do público seguidor dos mesmos no sentido que eles ajudassem falar bem do sistema. 

07 janeiro 2025

🚨🇭🇺🇪🇺 GEORGE SOROS, O BILIONÁRIO POR TRÁS DA CRISE DOS MIGRANTES DA UE

George Soros

        O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, expôs como Soros disse à UE que ela deveria aceitar milhões de migrantes:

        “O Sr. George Soros publicou seu plano em inglês na publicação Project Syndicate em 2015.         Ele disse muito claramente que, citando novamente, a UE tem que aceitar pelo menos um milhão de requerentes de asilo anualmente.         Então é por isso que a história não é apenas sobre migração, mas sobre como esta União Europeia está funcionando e como George Soros foi capaz de capturar as principais posições dentro de muitas instituições da União Europeia, comprando parlamentares e outros líderes para executar o plano.”



        Em comentário nas redes sociais Elon Musk afirmou:

"Soros realmente era um gênio em arbitragem, tanto financeira quanto política.

Ele também descobriu como pegar uma pequena quantia de financiamento privado e transformá-la em um grande financiamento governamental.

Brilhante.

Eu só queria que ele amasse, em vez de odiar, a humanidade."

 *. *. *

         Em 2004, nos EUA, ao formar o Partido das Sombras, Soros forneceu aos democratas uma fonte alternativa de financiamento - uma que ele e as instituições que criou controlavam. Ele estava em condições de definir a agenda do partido e também de expurgar a pequena minoria de remanescentes moderados e planejar a próxima eleição para determinar o futuro presidente americano, tema este tratado neste post.

19 setembro 2023

George Soros financia "TikTokers" que atacam a direita e promovem a esquerda

A deputada Elise Stefanik, uma ferrenha defensora do ex-presidente americano Donald Trump, líder do Partido Republicano na Câmara dos Deputados do EUA, afirmou ao The Post: "George Soros está financiando a próxima geração de ativistas de extrema-esquerda em uma plataforma que é submissa ao Partido Comunista Chinês".

A Fundação Open Society de Soros desembolsou 5,5 milhões de dólares para a organização sem fins lucrativos Accelerate Action Inc. em 2020 e 2021 — que por sua vez deu pelo menos 300 mil dólares em 2022 para outra ONG, Gen Z for Change, que se orgulha de ter uma rede de 500 "ativistas, organizadores e criadores", mostram as declarações fiscais.

Soros, um bilionário de 93 anos, passou décadas financiando causas de extrema-esquerda em todo o mundo através de sua Fundação Open Society. Sob o chapéu de filantropo, Soros é o principal fomentador do radicalismo de esquerda herdado dos anos 1960, não só nos EUA, como no mundo todo. 

Num período de 20 anos, Soros foi capaz de exercer uma influencia inigualável por meio da rede de organizações políticas de esquerda criadas por ele - uma rede tão bem sucedida que é um poder em si mesmo e ganhou a alcunha: partido das sombras. Trata-se de uma rede que atua numa penumbra política, embora exija transparência de terceiros que trabalha à margem do sistema eleitoral, porém, afetar seus resultados seja a sua razão de ser. Resultados estes, atestados, em sua essência, no próprio EUA. Sob o título "Do partido das sombras ao governo clandestino", acessível aqui, um pouco da trajetória investidor e filantropo húngaro-estadunidense.

14 março 2022

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 3/3)

 ... Anterior (2/3)

O day after após a reeleição de Bush

Logo após a vitória de Bush, em 2004, Soros passou a se perguntar qual deveriam ser seus passos para a próxima eleição em 2008. Esses foram discutidos no início de 2005, em Phoenix, Arizona, quando Soros reuniu 70 ativistas ricos, escolhidos a dedo e com uma visão de mundo idêntica à sua. Nasceu então a Democracy Alliance (DA), a mais exclusiva de todas as instituições do Partido das Sombras. Os "parceiros"da Aliança, recrutados apenas por convite, pagaram contribuições financeiras de alto valor, dirigidas a pelo menos uma das quatro categorias: ideias, mídia, treinamento de lideranças e engajamento cívico. O dinheiro deveria então ser distribuído para grupos de esquerda aprovados em cada uma dessas categorias. Até agosto de 2008, estima-se que o valor arrecadado alcançou cerca de US$ 100 milhões.

Os resultados positivos começaram a aparecer já nas eleições de 2006, quando o Partido Democrata conquistou o controle de ambas as Casas (Câmara e Senado) do Congresso. Para isto foi fundamental a aprovação do Secretary of State Project, que permitiu a criação de uma "organização 527" independente, dedicada a ajudar os democratas a vencer as eleições para Secretáro de Estado em estados decisivos cruciais onde a margem de vitoria nas eleições presidenciais de 2004 foi de 120.000 votos ou menos. Quem assume essa posição certifica não apenas candidatos como também os resultados da eleição em seu estado.

Barack Obama entra na disputa presidencial

Era esperado por todos que Soros iria tomar o poder nos bastidores apoiando a candidatura de Hillary Clinton. Ambos tinham um relacionamento de mais de 15 anos, envolvendo uma visão em comum sobre vários temas em discussão. Mas em dezembro de 2006, Soros convocou Barack Obama para uma reunião. Em janeiro de 2007 Obama anunciou que iria disputar a candidatura dentro do Partido Democrata e Soros anunciou que o apoiava. O resultado das eleições deu a vitória a Obama e colocou Soros em posição privilegiada.

O Partido das Sombras na Casa Branca

O Partido das Sombras conseguiu realizar o sonho de Soros de colocar seu homem na Casa Branca. Com a posse de Obama, membros da coalizão de Soros começaram a assumir cargos de alto escalão na nova administração. Quase todos os lugares em que se olhasse para a nova administração, os membros do circulo interno de Soros proliferaram.

Com membros do Partido das Sombras desempenhando papéis centrais, a Casa Branca de Obama começou a implementar uma agenda ideológica logo após a posse, que envolveu muitas pautas com a cara de George Soros.

Conclusão

"O Partido das Sombras é muito mais do que um reflexo dos preconceitos de um interesse especial ou de uma geração passageira. O Partido das Sombras uniu as forças de extrema esquerda e "progressista" ao expulsar os moderados da coalizão do Partido Democrata. O Partido das Sombras é a atual encarnação de um movimento socialista que está em guerra com a economia de livre mercado e o sistema político baseado na liberdade e nos direitos individuais há mais de duzentos anos.

 É um movimento que aprendeu a esconder seu objetivo final que é um Estado totalitário, na sedutora retórica do "progressivismo" e da "justiça social". Mas sua determinação em equalizar resultados, seu zelo pelo poder estatal e pelo controle governamental como solução para os problemas sociais e seu antagonismo com os EUA como defensores da liberdade são os sinais de um movimento radical cuja agenda é mudar fundamentalmente e invariavelmente a maneira como os americanos viveram."

 

Titulo do original: From Shadow Party to Shadow Government: George Soros and the Effort to Radically Change America

Copyright 2010 © David Horowitz & John Perazzo

Copyright 2018 © Tradutores de Direita / Aramada

13 março 2022

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 2/3)

... Anterior (1/3)  

Reforma do financiamento de campanha

Trabalhando com outros interessados nessa questão, Soros usou sua rede institucional que havia criado para estabelecer a ilusão de um movimento de massas com o propósito de que os membros do Congresso sentissem que em toda a parte que olhassem - instituições acadêmicas, comunidade empresarial, grupos religiosos - haveria um clamor pela reforma do financiamento de campanha.

Nos anos subsequentes, Soros doaria US$ 12,6 milhões para essa causa e estimulou outras instituições filantrópicas a fazerem o mesmo. Tudo isso foi recompensado em 2002 com a aprovação da Lei McCain-Feingold que definiu os tipos e quantias de doação que os candidatos poderiam receber.

Soros viu imediatamente que o principal efeito da nova lei seria duplo: restringiria o uso do tipo de propaganda na TV que havia aniquilado o HillaryCare; e, finalmente, limitaria a influência dos dois partidos políticos, que dependiam de contribuições indiretas como sua fonte principal de financiamento. Isto permitiu a Soros assumir o controle das campanhas políticas dos democratas, anteriormente sob o controle do Partido Democrata, que deixou de ter dinheiro para custeá-las.

Soros se aproveitou dessa situação para criar um partido clandestino composto por 527 entidades financiadoras, organizações radicais de obtenção de votos e sindicatos do setor público para implementar a sua agenda política. Seu lançamento, sem anúncio oficial, ocorreu em 17 de junho de 2003 em El Mirador - propriedade de Soros em Southampton, Long Island e, posteriormente, foi considerado o evento mais significativo na política americana em décadas. Nele Soros expôs seu plano para derrotar George Bush na eleição presidencial de 2004.

Soros passou a acreditar que as eleições de 2004 ofereceriam a melhor oportunidade para "baixar a bola dos supremacistas americanos"; e, para conseguir isto, seria necessário um aparato político nunca antes visto nos EUA: uma rede que além de adquirir uma influencia profunda e duradoura, agiria de maneira tão dissimulada que os americanos mal saberiam o que estava acontecendo.

As eleições de 2004

Os agentes políticos que Soros havia contratado para assessorar a empreitada acreditavam que Bush poderia ser derrotado em 2004 se houvesse uma participação maciça de eleitores democratas nos Estados decisivos. Com esse objetivo, Soros criou a American Coming Together para arrecadar dinheiro que permitiria o envio de dezenas de milhares de voluntários para bater em portas e fazer telemarketing eleitoral, apostar no trabalho dos sindicatos de esquerda, de ambientalistas e ativistas dos direitos abortivos em uma ofensiva política sem precedentes. De início Soros disponibilizou US$ 10 milhões. A essa iniciativa se somaram vários milhões de dólares de outros simpatizantes da causa.

Depois de todas essas negociações, Soros concedeu uma entrevista ao Washington Post e fez a seguinte declaração: 

" Os EUA sob a administração Bush são um perigo para o mundo, derrubá-lo é a prioridade máxima de minha vida (...). E estou disposto a apostar o meu dinheiro nessa ideia."

Em novembro de 2004 Bush foi eleito, mas mesmo com a derrota dos democratas (e do Partido das Sombras), a alteração do panorama político americano foi profunda.

Ao formar o Partido das Sombras, Soros forneceu aos democratas uma fonte alternativa de financiamento - uma que ele e as instituições que criou controlavam. Ele estava em condições de definir a agenda do partido e também de expurgar a pequena minoria de remanescentes moderados e planejar a próxima eleição para determinar o futuro presidente americano, tema este que será tratado no próximo post.

12 março 2022

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 1/3)

 

George Soros, investidor e filantropo húngaro-estadunidense. Em fevereiro de 2018, ele tinha um patrimônio líquido de US$ 8 bilhões, tendo doado mais de US$ 32 bilhões para sua agência, a Open Society Foundation. Sob o chapéu de filantropo, é hoje o principal fomentador do radicalismo de esquerda herdado dos anos 1960, não só nos EUA, como no mundo todo. Num período de 20 anos, Soros foi capaz de exercer uma influencia inigualável por meio da rede de organizações políticas de esquerda criadas por ele - uma rede tão bem sucedida que é um poder em si mesmo e ganhou a alcunha: partido das sombras. Trata-se de uma rede que atua numa penumbra política, embora exija transparência de terceiros que trabalha à margem do sistema eleitoral, porém afetar seus resultados seja a sua razão de ser. Resultados estes, atestados, em sua essência, no próprio EUA.

Toda essa história está contada, em detalhes, no livro "Do partido das sombras ao governo clandestino", 136 p., do renomado escritor David Horowitz. Dele extraímos alguns conteúdos, expostos a seguir, não necessariamente na ordem e na forma em que se encontram escritos no respectivo livro. 

George Soros

Nascido na Hungria em 1930 em uma família judaica apóstata, Soros sobreviveu à Segunda Guerra Mundial trabalhando como assistente de um funcionário do governo fascista cujo trabalho era confiscar a propriedade de judeus condenados à câmara de gás.

Após a guerra, Soros mudou-se para a Inglaterra, onde frequentou a London School of Economics e foi influenciado pelo globalismo e pela perspectiva de aperfeiçoar a humanidade por meio da engenharia social. Mas nesta fase de sua vida suas ideias estavam subordinadas ao desejo de ganhar dinheiro. Depois de se formar em 1952, quatro anos depois mudou-se para Nova York e conseguiu um emprego de gerente de portfólio em um banco de investimentos.

Em 1973 criou a Soros Fund, renomeada em 1979 como Quantum Fund. Seu valor cresceu para US$ 381 milhões em 1980, e em mais de US$ 1 bilhão em 1985. Em 1987 deu início aos investimentos em suas preocupações sociais, US$ 3 milhões, saltando para US$ 300 milhões em 1992. Em 1993, Soros estabeleceu o carro-chefe de sua rede de fundações - o Open Society Institute (OSI), com sede em Nova York.

A partir de então, tem apoiado grupos e bandeiras extremistas, desde a legalização de drogas, passando pelo incentivo da abertura de fronteiras e indo até a criação de um judiciário de esquerda. A sua agenda ideológica pessoal, tem como objetivos centrais a diminuição da influência americana no cenário internacional, o enfraquecimento da soberania do país em favor de um governo mundial, o fim do livre mercado e da liberdade de expressão.

Com os pés na Casa Branca

Em 1995, durante o governo Bill Clinton. Soros gabou-se disso ao afirmar "Eu tenho agora um canal de acesso direto à administração Clinton. Na verdade, nós trabalhamos juntos, como uma equipe".  Soros se referia as iniciativas conhecidas por HillaryCare e que as chamou de "O projeto da morte na América". 

"Seu raciocínio era humanitário: incorporar hospícios e cuidados paliativos ao sistema de saúde americano. Mas seu objetivo principal era mais pragmático: racionar assistencia médica para pacientes terminais e gravemente enfermos para os quais a atenção médica resultavam em baixo custo-benefício e que, portanto, era um fardo para o sistema". 

Ao longo de dez anos esse projeto recebeu US$ 45 milhões do OSI. Contudo, a derrocada do HillaryCare gerou nele uma certeza de como o sistema político deveria mudar para que as ideias progressistas (neomarxistas) triunfassem. Soros estava menos preocupado com o fato de que sua iniciativa não foi recompensada imediatamente do que pela forma como o fato de que tais reformas socialmente progressistas foram derrotadas devido a uma liberdade de expressão desregrada.

A lição que Soros tirou da experiência foi que ele tinha colocado a carroça na frente dos bois. Antes de injetar dinheiro em reformas, ele deveria se livrar do discurso político não regulamentado que sempre estaria no caminho dos tipos de soluções progressistas (isto é, socialistas) para os problemas sociais que ele considerava crítico para o futuro da América e do mundo.

Para isso, havia uma solução em discussão: a reforma do financiamento de campanha, assunto este que será tratado no próximo post.