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08 maio 2025

USA-UK garantiram uma vitória para as relações comerciais

 


    O Presidente
Donald Trump
e o Primeiro Ministro britânico
Keir Starmer
garantiram uma vitória para as relações comerciais EUA-Reino Unido, aprofundando uma parceria de longa data e expandindo a integração econômica entre as duas nações.     O histórico Acordo de Princípio entre EUA e Reino Unido para negociar um Acordo de Prosperidade Econômica está reduzindo tarifas, removendo barreiras comerciais, aumentando o acesso ao mercado e fortalecendo a cooperação em segurança econômica. 

   O anúncio de hoje é um acordo histórico e define o tom para que outros parceiros comerciais alcancem comércio recíproco com os Estados Unidos. 

    O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer afirmou: 

    "O que mostramos é que é hora de mudar a forma como fazemos comércio. As pessoas disseram que não poderíamos implementar uma tarifa global. Nós implementamos uma tarifa global. Disseram que ninguém iria querer negociar conosco. As pessoas querem um acordo... Concordamos em ter um comércio justo e recíproco. "

    O acordo comercial mantém uma tarifa de 10% sobre os produtos importados britânicos, enquanto Londres concordou em reduzir suas tarifas de 5,1% para 1,8% e oferecer maior acesso aos produtos norte-americanos.

    “O acordo inclui bilhões de dólares em maior acesso ao mercado para as exportações americanas, especialmente na agricultura, aumentando drasticamente o acesso à carne bovina americana, ao etanol e a praticamente todos os produtos produzidos por nossos grandes agricultores”, disse Trump.

    O anúncio é o primeiro feito por Trump desde a imposição de altas tarifas a dezenas de parceiros comerciais dos EUA. Posteriormente, o presidente suspendeu temporariamente essas tarifas para permitir que as nações chegassem a acordos com os EUA.





Mapa-múndi de Pochmann reflete bem o desastroso governo Lula

    Marcio Pochmann, presidente do IBGE, lançou um novo mapa-múndiA novidade foi colocar o Brasil no centro do mundo buscando ressaltar a posição atual de liderança do Brasil!!!

4ª feira, 07/052025, em seu perfil no X.

    Acertou em cheio em concordância com o momento, de ponta-cabeça, vivido pelo Brasil neste momento. Sim, liderança, no maior escândalo de corrupção do mundo que atingiu diretamente os aposentados, refletindo que o retorno de Lula foi o da permissão da corrupção, do roubo de pobres, do bacanal de banqueiros, de mentiras ...

    Pochmann foi nomeado para o cargo em 18 de agosto de 2023. Já presidiu a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, e o Instituto Lula. Também foi presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Com visão econômica mais heterodoxa, o chefe do IBGE já fez críticas ao Pix, às reformas trabalhista e previdenciária. A gestão de Pochmann à frente do IBGE tem sido alvo de diversas críticas do AssIBGE (Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE), que acusa o presidente do órgão de “autoritarismo”. Sua atuação no instituto é também criticada internamente por ter supostamente aparelhado o IBGE e feito uma administração mais ideológica. Funcionários do instituto divulgaram uma carta aberta em janeiro em que afirmam que a gestão “tem sido pautada por posturas autoritárias e desrespeito ao corpo técnico”.

06 maio 2025

Educação: A desconstrução do Brasil

“A educação é um campo de disputa permanente. É um campo de conflito também”, disse o sociólogo Cesar Callegari, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), ao site da fundação Perseu Abramo — mantida pelo PT com dinheiro do fundo partidário.


Cesar Callegari: contrário a propostas como o homeschooling,
os vouchers e as escolas cívico-militares


    Cesar Callegari já havia participado do CNE¹ em outras duas ocasiões e integrou a equipe de transição de Lula. Em novembro, elegeu-se por unanimidade presidente do Colegiado. Não demorou para o sociólogo imprimir sua marca ideológica à frente do Conselho. Recentemente, o órgão foi alvo de críticas ao aprovar uma resolução controversa sobre os itinerários formativos do ensino médio (disciplinas optativas selecionadas pelos estudantes para se concentrarem em áreas específicas de afinidade, como profissões ou assuntos que desejam explorar além do básico). Chama a atenção o fato de o texto não fazer referências diretas a matérias como matemática, português, física ou química.


    Para especialistas críticos ao documento, os novos parâmetros prejudicam os jovens mais pobres, matriculados na rede pública — que, impedidos de se aprofundar em áreas decisivas do conhecimento, ficarão ainda mais defasados em relação aos alunos das escolas particulares. O resultado é um país menos preparado e competitivo (e mais desigual). A fala dá o tom da atuação militante de Callegari no cenário da educação brasileira. Ex-secretário em governos de Lula, Dilma Rousseff e Fernando Haddad, ele agora está à frente de um órgão estratégico para o projeto petista de controle curricular, combate ao conservadorismo, imposição de pautas identitárias e, claro, garantia de mais financiamentos públicos. Callegari, em sua trajetória política ainda inclui dois mandatos como deputado estadual pelo PSB paulista (1995-2003). 


    Não bastasse ser um defensor da tese de que não existe neutralidade na elaboração de currículos, ele tem se esforçado em refutar propostas que ganharam força no campo da direita nos últimos anos. Entre elas o homeschooling, o sistema de vouchers e, principalmente, as escolas cívico-militares. “Escola não é quartel”, afirma o título de um artigo escrito pelo presidente do CNE e publicado na revista de esquerda CartaCapital. Segundo o sociólogo, é “espantoso” que essa ideia tenha a simpatia de famílias e professores. Callegari tem apreço pelo conceito de “controle social da educação” — o tipo de expressão que parece saída da cartilha de um regime autoritário.

    

    Em agosto de 2024, Lula indicou 13 novos membros para o CNE. Entre os escolhidos estão ex-deputados do PT e do PSB, educadores populares (voltados para grupos “marginalizados e oprimidos”) e um sindicalista conhecido por organizar greves que paralisaram aulas em todo o país (Heleno Araújo, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, ligada à CUT).


"A falta de atitudes proativas do PT , malgrado os discursos recorrentes em contrário, pereniza nossas revoltantes condições de analfabetismo e sub-alfabetização. E, na outra ponta, conduz à deterioração paulatina e contínua da qualidade de nosso ensino universitário. Isso é uma vergonha para nosso país e um adeus a nossas possibilidades de verdadeiro desenvolvimento."  (*) Texto do livro "Dez anos de PT e a desconstrução do Brasil", 2013. p. 23-24, do autor José Gobbo Ferreira




¹ O CNE tem a função, em linhas gerais, de “pensar” as políticas nacionais para o setor. Seu quadro é composto por dois secretários do próprio MEC e 22 representantes da sociedade civil, que têm mandatos de quatro anos.

Lula escolheu comemorar o Dia da Vitória em Moscou ao lado de líderes autoritários

    O assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, disse que 29 líderes de países amigos da Rússia devem comparecer às comemorações do Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial em Moscou, a ser celebrada no próximo dia 9. O mundo ocidental a celebra no dia anterior, 8 de maio, dia de 1945 em que foi assinada a rendição alemã.

    Na madrugada de 7 de maio de 1945, uma delegação alemã, sob as ordens do Almirante Karl Dönitz, dirigiu-se ao quartel-general do general Eisenhower em Reims, na França, e assinou os documentos de rendição. O líder soviético, Josef Stalin, insistiu numa outra cerimônia de assinatura em Berlim, que ocorreu na madrugada de 9 de maio.

    As democracias da Europa, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e Coreia do Sul, entre outras, ignoraram o convite de Putin, como têm feito desde a primeira invasão da Ucrânia ordenada por ele, em 2014.

Os companheiros de Lula
no desfile do próximo 9 de maio em Moscou

    Pode-se observar na imagem que os líderes mencionados acima não possuem uma história compatível com um regime democrático, regime este que deixou de existir no Brasil logo após ser montado o consórcio Lula-STF. Único governante eleito democraticamente é o primeiro-ministro da Eslováquia. 

    Previsto para acompanhar Lula nesta viagem estão as seguintes pessoas:




04 maio 2025

LADY GAGA


Nossa bandeira verde e amarela
Jamais será vermelha


“Esta noite estamos fazendo história. Mas ninguém faz história sozinha. Sem todos vocês, o povo incrível do Brasil, eu não teria este momento. Obrigado por fazerem história comigo!

O povo do Brasil é a razão pela qual eu posso brilhar. Hoje vocês estão tão vibrantes e lindos quanto o sol e a lua surgindo sobre o oceano, bem aqui na praia de Copacabana. Mas de todas as coisas pelas quais eu poderia agradecer, a que mais me toca é esta: vocês esperaram por mim. Vocês esperaram mais de 10 anos.

Talvez vocês estejam se perguntando por que demorei tanto para voltar. A verdade é que eu estava me curando, me fortalecendo. Mas, enquanto eu me curava, algo poderoso acontecia. Vocês continuavam lá, torcendo por mim, pedindo para eu voltar quando estivesse pronta. Brasil: eu estou pronta!

Eu amo vocês. Obrigada por esperarem. Obrigada por me receberem de volta com tanta gentileza e de braços abertos. Esta noite eu quero ajudar vocês a brilhar junto comigo, quero que o mundo veja o tamanho do coração de vocês e se inspire com seu espírito.

Hoje eu vou dar tudo de mim. Vamos fazer deste o maior show que já fizemos juntos. Vamos fazer com que cada segundo de espera tenha valido à pena. Eu amei vocês há 10 anos e eu amo vocês esta noite. Obrigada, Brasil. Amo vocês para sempre!”

 

    Com 2,1 milhões de pessoas na praia de Copacabana, Lady Gaga bateu Madonna e entrou pro Top 3 dos maiores shows do Brasil e ocupou o 5° lugar no ranking mundial.





PS.: Toda estrutura para o evento foi orçada em R$ 92 milhões, incluindo o cachê da artista, estimado em R$ 5 milhões, transporte e aluguel de equipamentos, além da hospedagem de Gaga e sua comitiva. Os patrocinadores privados são Corona, Santander, LATAM, Zé Delivery, Guaraná Antarctica e a marca de bebidas prontas Beats.

Ousadia e inovação fazendo diferença na Ucrânia

    Foram divulgadas fotos do novo drone naval Magura V7 da Ucrânia que derrubou dois caças russos Su-30SM sobre o Mar Negro há dois dias. O Tenente-General Kyrylo Budanov, disse ao site de notícias War Zone que a tripulação de um avião russo foi resgatada das águas geladas por um navio comercial, enquanto os tripulantes do segundo avião não sobreviveram.. Os dois aviões custaram US$ 50 milhões cada.


   

    Su-30SM


    


Vídeo divulgado pelo exército ucraniano 

    A reportagem relata que a Ucrânia afirmou ter abatido os dois caças russos usando drones navais equipados com mísseis modificados de fabricação americana, no que autoridades militares em Kiev disseram ser o primeiro ataque desse tipo na história da guerra.

    Os abates demonstram a ameaça que a Ucrânia representa para a Rússia, com um complexo militar-industrial que está inovando para se manter firme contra o exército muito maior de Moscou. O país menor encontrou meios cada vez mais ousados ​​de enfraquecer seu inimigo.

    Em um discurso em vídeo no sábado, o presidente Volodymyr Zelensky descreveu o ataque como "brilhante" e "uma prova das capacidades da Ucrânia". Kiev afirmou que este é o primeiro caso de uma aeronave de combate abatida por um drone marítimo.

    A Ucrânia afirmou que o míssil usado para atingir os jatos russos era um AIM-9 guiado por infravermelho de fabricação americana, fornecido pelos EUA e Canadá à Ucrânia.

03 maio 2025

Brasil: o país das contradições. Para alguns a guerra não acabou

    Em várias partes do mundo está se celebrando o 80० aniversário do final da Segunda Guerra Mundial. Há muitos livros disponíveis sobre a participação do Brasil no referido conflito. Chamam a atenção de seus leitores os relatos dedicados a Força Expedicionária Brasileira (FEB), principalmente o que aconteceu com os seus participantes após a guerra.

    A FEB foi dissolvida em 6 de julho de 1945 ou seja, menos de 60 dias após o final da guerra, quando os expedicionários sobreviventes ainda estavam na Itália se preparando para a sua viagem de volta ao Brasil. Nos meses seguintes a maioria deles, principalmente os de baixa patente, foram para a reserva, inclusive os que permaneceram no Brasil atuando, por exemplo, na vigilância do litoral do País.

    Com isso todos passaram a compor o grupo dos inúmeros brasileiros anônimos que foram negligenciados pelo Estado brasileiro ao não estabelecer um programa de reintegração social, conforme se pode ler no livro de Francisco Cesar Ferraz, "A guerra não acabou", [...] "Convocados, armados e treinados para o combate, os cidadãos -soldados brasileiros - lutaram contra o nazifascismo, na Campanha da Itália. Vitoriosos, foram recebidos com festas e promessas de valorização social. Mas, aos poucos, os ex-combatentes e seu passado caíram no esquecimento. Ao longo de décadas, os veteranos da FEB têm lutado pelo reconhecimento concreto e simbólico de seus feitos. Para esses brasileiros, trata-se de uma guerra que ainda não acabou".

    Em relato detalhado, a historiadora Cristina Feres, publicou, em 2023, o livro "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro", baseado no diário do cabo Waldemar Reinaldo Cerezoli, que expõe as desgraças vivenciadas durante a IIGM e o Holocausto. Waldemar ao ser excluido do Exército foi jogado à própria sorte, como se a reintegração à sociedade civil pudesse dar-se naturalmente e repentinamente apagar o stress do combate e do enfrentamento com a morte, eliminar a dor de seus ferimentos e o sofrimento decorrente da fome e do frio, calar o som das granadas e das metralhadoras, apagar a imagem daqueles que tombaram diante de si e dos que fora obrigado a matar.

    A história de Waldemar é uma entre um universo de desajustados psíquicos, a ponto de reportagens da época chamarem a atenção para o problema que, segundo dados da associação dos Ex-combatentes do Brasil, devia afetar cerca de mil ex-combatestes pelo País. Por incrível que se pareça, o Posto Avançado de Neuropsiquiatria da FEB foi extinto em 6 de junho de 1945, como se finda a guerra todos os impactos físicos e emocionais sobre o combatente igualmente fossem eliminados. Entre os que morreram como indigentes - vítimas descartáveis e vítimas do abandono, da miséria e alguns também do alcoolismo, pode-se dizer que Waldemar, de certa forma teve sorte, afirma Cristina, por sua solicitação de reforma por incapacidade ser aprovada - mesmo que isto se tenha dado 17 anos após seu retorno da guerra. Tal processo teve início em dezembro de 1959 e só foi concluído em outubro de 1962. O parecer médico o definiu como "incapaz definitivamente para o serviço do Exército e de prover meios de subsistência". Waldemar obteve então reforma passando a ocupar o posto de 3० sargento. Note-se que o benefício foi adquirido graças à incapacidade para o trabalho e não por sua participação na FEB.

    Porém, em 2002, Fernando Henrique Cardoso criou a Comissão da Verdade  para premiar aqueles que lutaram para destruir o Brasil. FHC nunca enganou ninguém. Também em 2002 trabalhou para Lula ganhar a eleição. Tudo quanto é porcaria de política pública comportamental no Brasil ganhou força no governo FHC: drogas, desarmamento, gênero, MST, comissão da verdade etc., sem se distanciar, portanto, da cartilha utilizada pela esquerda caviar: discurso comunista e vida de burguês. FHC foi um cérebro operante por trás da implementação definitiva do comunismo no Brasil desde seus tempos como estudante e, posteriormente, como professor na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL) da USPEntre 1966 e 1968, as ideias de Gramsci repercutiram no interior de um restrito circulo de intelectuais e professores universitários de ciências sociais, sobretudo na USP. FHC foi um dos primeiros intelectuais brasileiros a fazer menção ao conceito gramsciano de hegemonia.

    Sobre FHC ainda se pode ler no livro 1889, de Laurentino Batista, que ele teve seu caminho pavimentado pela própria família. O avô de FHC, Joaquim Inácio Batista Cardoso, chegou a sugerir a Benjamin Constant, o fuzilamento de Pedro II caso ele resistisse ao exílio (p. 41). O tio de FHC, Felicíssimo Cardoso, era membro do Conselho Mundial para a Paz, uma organização criada pela KGB, a polícia secreta soviética. O pai de FHC, General de Exército Leônidas Cardoso, foi militante do CEDPEN, entidade diretamente envolvida na campanha popular "O Petróleo é nosso!", perseguido pelo Conselho de Segurança Nacional em 1953, sob a alegação de envolvimento com atividades comunistas, subversivo" (Última Hora 26/5/1953, p.3).  O General Leônidas chegou a ter seu nome citado como eventual candidato do então Partido Comunista do Brasil (PCB) em 1954.


Deputado do PL pede o afastamento do novo ministro da Previdência

 

    Em menos de 24 horas após sua designação para substituir Lupi na Previdência Social, o deputado Sóstenes Cavalcante protocolou neste sábado, 3, um pedido formal à Procuradoria-Geral da República pedindo o afastamento do novo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz. Sóstenes também requer a abertura de investigação por suposta omissão diante das denúncias sobre o esquema bilionário de descontos irregulares em aposentadorias do INSS.

    No documento enviado à PGR neste sábado, o líder afirmou que “Wolney Queiroz, participou ativamente de reuniões no ano de 2023 nas quais foram apresentados relatórios técnicos detalhados e alertas inequívocos sobre a existência de um esquema fraudulento de proporções bilionárias no âmbito do INSS”. 

“Wolney Queiroz quedou-se inerte, abstendo-se de adotar qualquer medida administrativa eficaz para a imediata cessação das fraudes, a responsabilização dos envolvidos e a comunicação aos órgãos de controle competentes”, justificou Sóstenes. 

Ainda no pedido enviado à PGR, Sóstenes afirmou que “a omissão deliberada, por parte de um agente público com poder decisório e o dever de agir, revela, prima facie, conduta dolosa e negligência grave no cumprimento de suas atribuições ou ainda o que levanta indícios de conivência institucional e desvio de finalidade. O líder argumentou que a nomeação de Wolney Queiroz “não apenas fragiliza a necessária apuração isenta dos fatos, mas também configura um atentado aos princípios da moralidade e da probidade administrativa”. 

Sóstenes alertou que a atuação de Wolney Queiroz pode se enquadrar nos seguintes crimes:

• Prevaricação – “ao retardar ou omitir ato de ofício, contrariando dever funcional”;

• Improbidade administrativa – “por violação dos princípios da legalidade, moralidade e eficiência”;

• Desvio de finalidade e afronta à moralidade administrativa – “ao ser nomeado para liderar uma pasta sobre a qual já demonstrou omissão grave, ferindo o interesse público e a ética administrativa”.

    

    Nesse sentido, Sóstenes solicita: “A imediata instauração de investigação para apurar a conduta do ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, em relação à sua omissão diante das denúncias formais de fraude bilionária no INSS, investigando sua responsabilidade administrativa, cível e criminal”.

 
  




A esquerda brasileira atual não busca mais o socialismo, mas, sim, o poder para roubar recursos públicos

    Quando um povo é mantido na pobreza e alimentado na ignorância, o voto deixa de ser um ato de cidadania e vira uma ferramenta de manipulação. Bandido vira político, compra a consciência de quem mal sobrevive, e depois rouba o pouco que esse eleitor tem. É um ciclo perverso onde a corrupção se alimenta da miséria e a esperança é sufocada pela falta de educação e oportunidade. O resultado? Uma sociedade sem ética, onde o justo é desacreditado e o corrupto, aplaudido.

    Segundo J. R. Guzzo, em seu artigo na Oeste deste final de semana, o Brasil está vivendo hoje uma situação que nunca experimentou — o regime da ditadura meia-boca. É algo inédito em 525 anos de uma história na qual os governos, de todos os tipos e de todas as naturezas, tiveram a obsessão única de governar contra o povo e a favor de si próprios. Ninguém do consórcio STF-Lula está interessado em “socialismo”, e muito menos no fim da propriedade privada. O que todos eles querem, de verdade, é roubar tudo o que puder ser roubado neste país. A esquerda, via Lula, chegou ao governo no Brasil em 2003. Começou a roubar ali e não parou nunca mais, até hoje. A esquerda brasileira atual não busca mais o socialismo, mas, sim, o poder para roubar recursos públicos em todas as esferas desde que chegou ao governo com Lula, em 2003. A chave de tudo é uma noção de ordem estritamente prática: a corrupção é muito melhor quando tem apoio, parceria e proteção de um regime totalitário, a começar pelos tribunais que decidem quem vai preso e quem fica solto.

    O regime de exceção imposto ao país pelo consórcio que se formou entre o STF e o governo Lula não se baseia em ideologia nenhuma. Hoje o grande lema do Estado brasileiro, como o “Ordem e Progresso” da bandeira nacional, é: “Roube que o Supremo Garante”. Falam, é claro, que são guerreiros da distribuição de renda, das “políticas públicas” para acabar com a pobreza e do socialismo em geral. São claramente neuróticos na discurseira “pró-igualdade”, pró-impostos em cima dos “ricos” e pró-doutrinas pelas quais homem pode tirar documento com nome de mulher e jogar no time de basquete feminino, ou entrar no banheiro das mulheres. São ferozmente contra a “mudança do clima”, o “racismo” e a classe média — para não falar no agronegócio, nos alimentos industrializados e nas cores verde e amarela, que consideram um símbolo do “fascismo. Têm, talvez mais do que tudo, um ódio sem limites ao proletário que quer melhorar de vida. Mas as “causas” são pura mentira. O que eles querem mesmo é outra coisa. O objetivo, a estratégia e a raison d’être da esquerda brasileira de hoje não têm nada a ver com a “propriedade coletiva dos bens de produção”, a “mais valia” e os outros contos do vigário básicos do comunismo-raiz.

    Neste Primeiro de Maio que acaba de passar, o governo Lula simplesmente não promoveu nenhum ato público. Não quis repetir o desastre que foi a sua tentativa de comemorar o Dia do Trabalhador no ano passado; em vez de mobilizar a classe operária, Lula e os seus socialistas consomem a vida em conversinhas com Alexandre de Moraes, com os Mottas e Alcolumbres, e com os escroques que roubam sem parar o Erário. Houve um tempo — alguém ainda se lembra? — em que o grande mandamento da esquerda era: “Trabalhadores de todo o mundo — uni-vos!”. No Brasil da junta STF-Lula a coisa é outra. O que dizem hoje é: “Precisamos estancar a sangria”, relembra Guzzo no artigo já citado.

02 maio 2025

Lula passará por maus bocados na reta final do mandato

    O Dia do Trabalhador que outrora já foi o dia de festa para Lula já não o é mais. Deixou de sê-lo há muito tempo. Neste de 2025, Lula ficou trancado no Palácio da Alvorada.

    E este ano foi pior. Foi além do não comparecimento de trabalhadores aos eventos do PT e das Centrais Sindicais. Maio começou com a criação da federação União Brasil/Progressistas, batizada de “União Progressista” (UP). Nasceu robusta, com 109 deputados federais e 17 senadores e uma consequência dramática para a estabilidade do governo Lula: serão entregues os quatro ministérios ocupados pelo grupo, que também deixou clara a busca de uma candidatura de centro-direita para presidente, em 2026. O distanciamento ficou evidente com a recusa do deputado Pedro Celso (MA) para ser ministro das Comunicações. Foi humilhante para Lula.

    A federação UP sinaliza um novo partido de centro-direita, forte no Congresso, 1.368 prefeituras e quase R$1 bilhão de Fundo Eleitoral. O novo UP deixa claro para Lula que as diferenças ideológicas os afastam. Na prática, Lula passará por maus bocados na reta final do mandato. “O governo acabou”, diz um senador aliado, muito pessimista.

    No Congresso a instalação de uma CPMI do INSS anda rápido. Em entrevista concedida à CNN, o senador Rogério Marinho explica o andamento sobre a concessão da anistia e a fraude bilionária no INSS. Confira-a a partir dos 02:00 minutos.

    
    Na tribuna do Senado assim se pronunciou o senador Rogério Marinho sobre os dois assuntos: INSS e Anistia.




    As manchetes de outros veículos de comunicação já são suficientes para estabelecerem a dimensão da corrupção no atual governo. Aliás, o fato não é nenhuma surpresa.

     










   

Bom, na corrupção, é dos carecas que o PT gosta mais, ...




01 maio 2025

Uma tecnologia nuclear americana há muito abandonada está de volta à China


A China vem se superando ao longo do tempo - e a outros países também. Neste caso, em um marco na área de energia limpa — seu novo reator nuclear é supostamente um dos primeiros a usar tório em vez de urânio como combustível e o primeiro do tipo que pode ser reabastecido enquanto está em operação. É o assunto de um artigo publicado no The Spark, MIT Technology Review.


Segundo o artigo, trata-se de um desenvolvimento interessante (embora decididamente experimental) de um país que está se aproximando da liderança mundial em energia nuclear. A China ultrapassou a França em termos de geração, mas não em capacidade; ainda está atrás dos EUA em ambas as categorias. Mas um tema recorrente na cobertura da mídia sobre o reator chamou a atenção, por ser tão familiar: essa tecnologia foi inventada décadas atrás e depois abandonada.

E este reator de pesquisa na China, operando com combustível alternativo, diz muito sobre este momento para a tecnologia de energia nuclear: muitos grupos estão buscando tecnologias no passado, com um novo apetite para desenvolvê-las.

*. *. *

Tal artigo, e por decorrência de outros acontecimentos hoje presentes envolvendo aquele país, nos impõe a imaginar que se alguém fosse à China em qualquer momento de sua história moderna e tentasse projetar 20 anos no futuro, quase certamente acabaria errando. Em 1900, ninguém que serviu no final da dinastia Qing esperava que em 20 anos o país se tornasse uma república disputada por senhores da guerra. Em 1940, enquanto uma China fragmentada cambaleava diante de uma invasão japonesa massiva, poucos imaginariam que, em 1960, seria um gigantesco Estado comunista prestes a se separar da União Soviética. Em 2000, os Estados Unidos ajudaram a China a cruzar a linha de chegada para ingressar na Organização Mundial do Comércio, conduzindo o país ao sistema comercial capitalista liberal com grande alarde. Em 2020, China e Estados Unidos estavam em desacordo e no meio de uma guerra comercial.

Daqui a vinte anos, o líder chinês Xi Jinping ainda poderá estar no poder de alguma forma, mesmo após os 90 anos; Deng Xiaoping, líder supremo da China de 1978 a 1989, manteve considerável influência até sua morte, aos 92 anos, em 1997. Desde que assumiu o poder em 2012, Xi tem pressionado a China em direções que a colocam cada vez mais em desacordo com seus vizinhos, potências regionais e os Estados Unidos. Internamente, as autoridades estão ampliando e aprofundando os sistemas de vigilância e controle, reprimindo minorias étnicas e reduzindo o espaço para dissidência. Em suas fronteiras marítimas, a China se envolve em atos cada vez mais conflituosos, que correm o risco de desencadear conflitos não apenas com Taiwan, mas também com o Japão e países do Sudeste Asiático. Mais além, Pequim apoiou tacitamente a invasão da Ucrânia por Moscou e é amplamente considerada responsável por grande interferência cibernética na infraestrutura ocidental. Essa tendência não é nada promissora, e as coisas poderiam piorar ainda mais se a China tomasse a ousada medida de iniciar uma guerra por Taiwan, uma operação para a qual os militares chineses vêm se preparando há muito tempo.

Pois bem. Ainda assim, outra China permanece possível — uma que permitiria um certo grau de coexistência com os Estados Unidos e seus aliados e parceiros sem exigir o sacrifício de interesses ou valores globais essenciais. Certamente, a China pode nunca se tornar o tipo de país que muitos otimistas ocidentais imaginaram nas primeiras décadas do pós-Guerra Fria: um membro gradualmente mais liberal e complacente da ordem internacional liderada pelos EUA. Esse cavalo fugiu do estábulo há muito tempo

Mas, em 20 anos, poderá emergir uma versão da China com a qual o Ocidente e o resto do mundo possam coexistir, desde que tanto a China quanto os governos ocidentais evitem as políticas que tornariam o conflito inevitável. Fica a nossa torcida para que isto venha a ocorrer.