Translate

24 dezembro 2023

Não choveu picanha, mas a tempestade de fake news inundou a TV

Rápida análise sobre o pronunciamento de Lula na TV

  • Lula expôs, mais uma vez, o que de fato representa o seu governo. Não tergiversou, foi direto ao ponto: um governo velho, sem rumo e sem projeto de Brasil. 
  • Os programas sociais citados existem há mais de duas décadas, desde os tempos de FHC.
  • No mundo paralelo de Lula, tudo está mais barato: combustível, comida, passagem aérea… mas infelizmente é só no mundo dele. 
  • No Brasil real isso não existe, só as passagens ficaram 16% mais caras em 2023. Com o aumento do ICMS, patrocinado pelo PT nos estados, a situação vai ficar ainda pior. 

Pra fechar com chave de ouro, Lula finaliza prometendo combater o discurso de ódio. Que patético pra quem disse que estava de volta ao poder para se “vingar daquela gente”. Até na noite de Natal o mau velhinho aparece pra enganar o povo…


Ninguém quer mais ouvir o Lula

A popularidade de Bolsonaro é negócio de outro mundo

Claro, e o leitor não precisará pestanejar duas vezes para concluir que é do Bolsonaro e não do Lula que está se falando. Deste, aliás, já se disse aqui que ninguém quer ouvir o ex-condenado.

Desde quando voltou de uma temporada de três meses nos Estados Unidos no começo do ano, Bolsonaro viajou para onze estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Retirando as visitas que faz no Distrito Federal e entorno, São Paulo é o estado que o ex-presidente mais visitou. Foram cinco visitas a capital e cidades do interior. Já em Santa Catarina e Goiás, foram três vezes; e Minas Gerais recebeu o ex-presidente duas vezes.

Evento recente que mostrou a popularidade de Bolsonaro foi a entrega do título de Cidadão Luzianiense, na cidade de Luziânia (GO), em 12 de dezembro. Ao chegar no Centro Poliesportivo da cidade, Bolsonaro foi ovacionado por uma multidão de apoiadores. Cenas como essa se repetiram em várias cidades que ele visitou em 2023, como Barretos (SP), Parnamirim (RN) e em Belém (PA).

Um outro exemplo veio do exterior através da recepção calorosa que teve ao participar, em Bueno Aires, da posse do presidente Argentino, Javier Milei. Ao chegar ao local, Bolsonaro foi muito aplaudido por brasileiros e argentinos que gritavam seu nome e empunhavam bandeiras do Brasil. As cenas contrastaram com a ausência de Lula, que foi convidado para ir à posse de Milei, mas declinou o convite devido a perspectiva de que a presença dele num ambiente lotado de apoiadores de Bolsonaro e Milei poderia render uma situação constrangedora, com vaias.


Os eventos foram teste para popularidade de Bolsonaro. Os casos acima mostram que a estratégia do Partido Liberal em usar Bolsonaro como principal cabo eleitoral da legenda para 2024 pode ter êxito significativo no próximo pleito. A sigla almeja eleger mil prefeitos.

Tal estratégia receberá a contribuição dos resultados econômicos das contas públicas, como a ilustrada na imagem abaixo.



PS.: Finalizando o ano. Maceió, 26/12/2023





23 dezembro 2023

Nova pesquisa revela que 16% dos eleitores de Lula já estão descontentes com a administração petista

 


Nova pesquisa realizada pelo PoderData entre os dias 16 e 18 de dezembro revela que 16% dos eleitores que votaram em Lula já estão descontentes com a administração petista no primeiro ano de mandato.



O porcentual de insatisfeitos equivale a aproximadamente 9,6 milhões de eleitores, quase cinco vezes mais que os 2,14 milhões de votos que decidiram a eleição em favor de Lula, segundo o TSE. No segundo turno das eleições de 2022, Lula recebeu 60.345.999 votos contra 58.206.354 de Jair Bolsonaro.

A pesquisa foi realizada por meio 2.500 entrevistas por telefone em 244 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.

Ninguém quer ouvir Lula

A popularidade de lula é extremamente decadente quando se observa os números de visualizações de suas lives. A última delas "Conversa com o Presidente #22" (transmissão ao vivo) em 19/12/2023, em determinado momento estava registrando que apenas 36 pessoas o assistiam simultaneamente. 

Após um dia da referida transmissão, este número atingiu a marca 2.300 visualizações. É muito pouco para quem supostamente obteve 60 milhões de votos há pouco mais de um ano.

Para efeito de comparação, em 15 lives o petista teve cerca de 1 milhão de visualizações, enquanto o Bolsonaro alcançou 13,8 milhões de visualizações em uma única transmissão. Gráficos ilustrativos estão disponíveis aqui.

Os meses vão se passando e a desconfiança dos brasileiros sobre os resultados eleitorais de outubro de 2022 só aumenta. A distância entre Lula e os brasileiros é cada vez maior sob qualquer ângulo que se queira observar, especialmente nas ruas. Já foi assim durante a campanha eleitoral em 2022 e permanece até hoje.

   



Rumble deixa o Brasil

A plataforma Rumble optou por encerrar suas atividades no Brasil em vez de cumprir ordens tirânicas do STF que está censurando discursos políticos que não lhe agradam -- constantemente ordenando que as plataformas proíbam vozes da oposição conservadora. 

No momento há brasileiros com suas contas nas plataformas bloqueadas. Para alguns deles as contas bancárias também e sendo obrigados a morar no exterior. Mas não fica por aqui. Há mais brasileiros, sem militância política que estão sendo surpreendidos pelas decisões do STF.

Veja o caso (vídeo no Youtube) de Flávia Magalhães  que mora nos EUA, há 22 anos, e foi surpreendida pela Polícia Federal ao viajar ao Brasil e ser informada que seu passaporte foi cancelado por ordem de Alexandre de Moraes.




Pois bem, não é difícil se concluir que no Brasil está se vivendo a DITADURA DA VERSÃO ÚNICA. A "novilíngua" e o "duplipensar" orwellianos, são agora tutelados judicialmente. Protegidos por um sistema jurídico que na origem deveria combatê-los ... tinyurl.com/mdpj23ea 


22 dezembro 2023

Ninguém quer ouvir Lula

Para efeito de comparação, em 15 lives o petista teve cerca de 1 milhão de visualizações, enquanto o Bolsonaro alcançou 13,8 milhões de visualizações em uma única transmissão

As imagens a seguir ilustram bem a popularidade de lula junto aos seus eleitores. A primeira, por ocasião da live "Conversa com o Presidente #22" (transmissão ao vivo) em 19/12/2023, registrando que apenas 36 pessoas o assistiam simultaneamente. 

Após um dia da referida transmissão, este número atingiu a marca 2.300 visualizações. É muito pouco para quem supostamente obteve 60 milhões de votos há pouco mais de um ano.

Entre os comentários nas redes sociais encontrados para justificar esses números, um deles (@HerculanoHoe) afirma que "o problema é que dentro das urnas eletrônicas, onde quase todos os eleitores de lula estão, não é possível assistir lives".


  

Já segundo o Metrópoles, no Instagram, imagem abaixo:

"Curiosamente, a crença de que houve fraude eleitoral avançou até mesmo entre eleitores que votaram em Lula no segundo turno, passando de 2% para 5%, variação acima da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais."


Desde a sua primeira live, a audiência de lula vem sistematicamente decaindo. Confira.



Para efeito de comparação, em 15 lives o petista teve cerca de 1 milhão de visualizações, enquanto o Bolsonaro alcançou 13,8 milhões de visualizações em uma única transmissão.


Ao se sair do mundo digital para o mundo das ruas a situação piora. Nelas ele não comparece. Lula só aparece em ambientes fechados e com participantes (poucos) previamente controlados e sem opositores. Fora desse ambiente, ele escutará o que ouviu no Congresso Nacional, nesta semana, durante a promulgação da reforma tributária. Confira.





20 dezembro 2023

DEI deve MORRER

No final da semana passada, sexta-feria, 15/12/2023, o CEO da Tesla e do X, o antigo Twitter, Elon Musk, criticou duramente programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI, na sigla em inglês), pedindo o fim dessas práticas em empresas e universidades.

“DEI deve MORRER”, escreveu Musk em sua conta no X, usando um jogo de palavras e explicando como “o objetivo era acabar com a discriminação, não substituí-la por uma discriminação diferente”.

Nesta terça-feira, 19/12/2023, Carlo Cauti produziu uma matéria publicada no site da Oeste, explicando os motivos que levaram Musk e uma lista crescente de personalidades de destaque a criticarem os resultados dos programas DEI. Veja a seguir alguns trechos de seu artigo:

"Para os críticos, esses programas favoreceriam certos grupos “protegidos”, ao mesmo tempo que permitem a hostilidade contra outros, como estudantes e docentes judeus.

Uma reação contra as reitoras de Harvard, da Universidade da Pensilvânia e do MIT, que durante uma audiência na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos sobre anti-semitismo se recusaram a dizer que pedir o genocídio dos judeus nos seus respectivos campi violava as suas regras e representava assédio.

O bilionário ex-aluno de Harvard, Bill Ackman, pediu que todas as três reitoras da Ivy League a “renunciassem de forma envergonhada”.

Reduzir o número de candidatos com base nos critérios exigidos de raça, gênero e/ou orientação sexual não é a abordagem correta para identificar os melhores líderes para nossas universidades mais prestigiadas”, escreveu Ackman no X.

Ele acrescentou: “Não acho que demorará muito para que olhemos para os últimos anos de supressão da liberdade de expressão e para as repetidas acusações de racismo que encerraram a carreira daqueles que questionaram o movimento DEI“.

Os movimentos Me Too e Black Lives Matter contribuíram para um aumento dramático nas iniciativas de DEI nos últimos anos.

A revista britânica The Economist publicou um estudo onde concluiu que os anúncios de vagas de empresas internacionais com as palavras “diversidade” ou “inclusão” no título mais do que quadruplicaram desde 2010.

O estudo também descobriu que as políticas de diversidade muitas vezes falham ou provocaram resultados opostos aos que foram pensadas. Exatamente o que Musk escreveu em sua rede social."

Senadora Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, participará do novo governo federal

Certamente a Senadora Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, participará do novo governo federal. Preenche todos os requisitos. Está madura para isto. A torcida da maior parte dos brasileiros é para que isto aconteça o mais rápido possível, numa caminhada similar ao que ocorreu em 2016 com a troca Dilma/Temer, desta vez com novas eleições (ainda não se atingiu a metade do mandato). Motivos para que isto volte rapidamente a acontecer já são abundantes.

A Senadora está notoriamente incluída na "receita" divulgada ontem pelo mestre político Eduardo Cunha. Em seu pronunciamento contido no vídeo a seguir, percebe-se a sua maturidade e entendimento sobre diversos assuntos que se situam nos âmbitos nacional e internacional. Entre esses assuntos, a necessária paz no campo, o aumento da produtividade agrícola e a regularização fundiária na Amazônia.

Tereza Cristina tratou também da PEC que limita as decisões individuais do STF, da pauta agroambiental, da soberania nacional, da economia, da reforma tributária e de um possível conflito entre a Venezuela e a Guiana.

Confira ...



O Brasil de ontem (19) para hoje (20/12/2023)

Um pequeno balanço, apenas de ontem para hoje, do momento atual vivido pela nação brasileira. Após o STF declarar que uma resolução do TSE está acima da Constituição (1), por 9 votos a 1(2), e uma reunião suspeitíssima entre lula e membros do judiciário (3), lemos/ouvimos, durante o dia, as seguintes notícias:

  • governo gastou R$16 bi em Rouanet somente esse ano (aumento de ~5x) (4); 
  • grande empresa (que esposa do ministro responsável pela causa advoga) ganhou ação de R$10 bi no STF (5); 
  • R$1 bi liberado pelo STF como remuneração adicional aos juízes federais (6);
  • verba de combate à criminalidade reduzida em R$708 milhões (7); e 
  • deputado do PT dando tapa na cara de outro deputado (8).

A verdade é que todos os dias tomamos tapa na cara com esse (des)governo. Certos dias são somente piores. É preciso continuar lutando, protestar. O mal só triunfa quando os bons cruzam os braços.


*. *. *

(1) A resolução entrou em vigor no dia 20 de outubro do ano passado em caráter temporário, sob a alegação de combater desinformação durante o período eleitoral, mas permanece em vigor até hoje permitindo que ministros do TSE ordenem a retirada de conteúdos nas redes sociais sobre fatos que considerem “sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados” , ou que atinjam a “integridade do processo eleitoral”. 

A manobra feita por ministros para tornar mais fácil a exclusão de conteúdos de ofício (ou seja, sem provocação) foi criticada até mesmo pelo jornal norte-americano New York Times, que afirmou que a partir dela “um homem pode decidir o que pode ser dito online no Brasil”. A referência está relacionada ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, que encabeçou a resolução. Foi graças a essa medida que Moraes já censurou as redes sociais de pessoas comuns e influenciadores até parlamentares com mandato. A ação contra a medida, que foi ajuizada pelo ex-procurador-geral da República, Augusto Aras, em 21 de outubro de 2022.

(2) Mendonça alegou que o TSE, embora tenha a melhor das intenções, não tem a “prerrogativa de inovar no ordenamento jurídico” mesmo que com o objetivo de “aperfeiçoar os mecanismos de controle dos indesejados abusos no direito de expressão e da disseminação de desinformação”.

A divergência cinge-se à forma, valendo rememorar, no ponto, o quanto afirmado por meu antecessor no Supremo Tribunal Federal, o eminente Ministro Marco Aurélio: ‘no direito, os meios justificam os fins, mas os fins não justificam os meios’”, escreveu André Mendonça na decisão. 

(3) 







(4)

  


(5) O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou nesta quarta (20) a multa de R$ 10,3 bilhões que foi imposta à J&F dentro do acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Greenfield. A liminar foi autorizada pelo magistrado tendo como parte a advogada Roberta Rangel, esposa dele, em um litígio envolvendo uma das empresas do grupo.



(6) 

(7) O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cortou em 31,5% os recursos voltados a ações de prevenção e enfrentamento à criminalidade na proposta de orçamento para 2024. Por outro lado, o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) destinou mais de R$ 2 bilhões para 2023. A previsão para o ano que vem é de R$ 1,536 bilhão - uma redução de R$ 708 milhões. 

(8)  


19 dezembro 2023

Melhoria da nota de crédito soberano do Brasil

O texto abaixo, autoexplicativo, desmistifica o embate político que está ocorrendo após a divulgação da melhoria da nota de crédito soberano do Brasil. Ele é de autoria da Senadora Tereza Cristina do Mato Grosso do Sul. Confira.

* * *

"A melhora da nota de crédito soberano do Brasil pela agência de classificação de risco S&P Global Rating, de BB-para BB, se deve também à resiliência e competência do Banco Central. 

O BC persistiu em 2023 na sua política responsável - apesar da constante pressão feita pelo governo Lula contra a autonomia da autoridade monetária. A ação do Banco Central conseguiu combinar redução da inflação com crescimento de atividade econômica e queda do desemprego, garantindo um “pouso suave”.

Outro fator sem dúvida importante foi o extraordinário desempenho do agronegócio para fortalecer as exportações, a balança comercial e a posição externa do Brasil.

A simplificação na cobrança de impostos que deverá vir com a reforma tributária também foi citada pela S&P como ponto positivo para promover ganhos de produtividade. Mas a agência alerta que esses ganhos potenciais só virão a longo prazo (2027 em nível federal e em 2033 nos Estados). Com o agravante de que a alíquota de IVA será majorada pelos vários benefícios fiscais concedidos a diversos setores. 

A agência de rating ressalta que a reforma tributária vem juntar-se a um já extenso histórico de reformas estruturais e microeconômicas desde 2016, que melhoraram a qualidade das instituições brasileiras.

O texto da S&P destaca ainda o que temos repetido sempre: “o governo tem afirmado repetidamente que os cortes nas despesas devem ser evitados tanto quanto possível”. Como resultado, o governo depende principalmente de aumento de arrecadação para cumprir as suas metas fiscais.

Por fim, a agência de risco também lembra que o governo enviou "sinais contraditórios" sobre o compromisso, previsto no arcabouço fiscal, de zerar, no Orçamento de 2024, a meta de déficit primário. 

Para ter um crescimento sustentável ao longo dos próximos anos, o governo Lula tem que rever a sua política fiscal, reavaliando a qualidade dos gastos públicos, para não atrapalhar o trabalho da Banco Central."

Bolsonaro X Eleições 2026 (*)

Veja a receita divulgada por um mestre do ramo



“ A demonização dos adversários, sempre foi a tática preferida do PT, pois é a única forma de manter a polarização e receber os votos daqueles que passam a rejeitar os demonizados.

Tanto deu certo, que conseguiram ganhar diversas eleições, mas só se esquecem que com Bolsonaro de opositor, a demonização não terá o mesmo efeito, até porque diferente de FHC, Bolsonaro não é simplesmente um nome a ser abatido, mas uma ideia que não será simplesmente derrotada por um processo bobo de críticas dos adversários. Bolsonaro está vivo e muito vivo na política e, na mente daqueles que não aceitam serem governados pelo PT, principalmente pelo PT de sempre, porque se o PT tivesse aproveitado a oportunidade que a rejeição de Bolsonaro e o 8 de Janeiro lhe proporcionaram, talvez a história pudesse mudar. Como estamos vendo, Lula não mudou nada, porque não quis ou porque o PT não deixou, mas de qualquer forma as pesquisas vão constatando a sua queda lenta e contínua de retorno ao tamanho real do PT, de cerca de um terço do eleitorado. Bolsonaro se tornou inelegível, cometeu o erro de permitir que parte dos seus apoiadores no Congresso patrocinassem uma CPI suicida sobre o 8 de Janeiro, que jamais teria chances de atingir a quem quer que seja, que não fosse a eles mesmo, mas não se iludam, será ator decisivo nas eleições de 2026. A exemplo do que ocorreu com Lula em 2018, Bolsonaro será candidato a presidente em 2026, deixando a Justiça Eleitoral o julgar inelegível, negando o seu registro, fazendo igual Lula fez em 2018, sendo substituído na última hora por Haddad, mas conseguindo alavancar a campanha que acabou derrotada por Bolsonaro em 2º turno. A diferença foi que Lula se lançou candidato de dentro da cadeia e de lá não podia fazer campanha. Bolsonaro já está fazendo campanha o tempo todo e a sua campanha continuará até setembro de 2026, podendo na última hora escolher o seu representante nas eleições, que já estará no 2º turno, dependendo aí de outros fatores, para que o resultado seja favorável. Não se iludam que a história será escrita dessa forma, sendo que o candidato inscrito como vice na chapa de Bolsonaro, deverá ser o escolhido para representá-lo, exatamente igual ao ocorrido em 2018 com Lula. Não se espantem, se não estiver alguém com o sobrenome Bolsonaro como substituto da candidatura inelegível, pois a campanha já estará tão polarizada, que será muito mais fácil passar esse apoio para si mesmo (outro Bolsonaro), do que para qualquer outro que queira representar a direita ou o antipetismo. Quem viver verá. “

(*) Por Eduardo Cunha.

Governo Lula prepara ofensiva contra o agro no Plano Nacional de Educação

A reportagem do jornalista Marcos Tosi, publicada na Gazeta do Povo deste domingo 17/12/2023, revela que no próximo mês de janeiro, férias de muitos brasileiros, o governo Lula receberá caravanas de militantes em Brasília numa mobilização para incluir pautas progressistas e de viés de esquerda dentro do Plano Nacional de Educação 2024-2034. Confira o seu conteúdo completo no texto a seguir e, posteriormente, este outro "O Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa. O Brasil é um horror, talvez o maior horror de hoje, para a “agenda 2030”, aqui neste link.

* * *.


O MST e a CUT foram convidados para contribuir com as políticas públicas nacionais que serão encampadas pelo Ministério da Educação na próxima década. Curiosamente, instituições como a Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), que é a principal representante do setor agropecuário, não estão listadas no documento oficial com os “atores sociais” convocados para a conferência.

Uma das diretrizes do documento-base da Conferência Nacional de Educação 2024, chancelado pela Presidência da República e pelo Ministério da Educação em outubro, diz que “se faz urgente a contraposição efetiva do Estado, nas suas diversas esferas federativas, às políticas e propostas ultraconservadoras”.

Dentre os alvos, são listados os colégios cívico-militares (pede-se sua “desmilitarização”), o homeschooling (visto como tentativa de descriminalizar a educação familiar) e, diz o texto, os diversos grupos “que desejam promover o agronegócio por meio da educação”.

Quanto aos colégios cívico-militares, o atual governo já acabou com o programa em nível federal, mas não conseguiu impedir que o sucesso do formato se espalhe pelo país. No Paraná, por exemplo, em consulta pública à comunidade, mais 83 escolas (de 126 consultadas) decidiram integrar o modelo cívico-militar no ano que vem. Isso elevará o total para 289 colégios, inclusive os 12 abandonados pelo MEC, que serão incorporados pelo estado. Outras 28 escolas vão votar, ainda este ano, a adesão ao sistema, podendo o número final ultrapassar 300 colégios.

Em relação à educação domiciliar, a tentativa de movimentos esquerdistas de criminalizá-la foi negada pelo STF, mas ainda falta regulamentação por parte do Poder Legislativo, o que deixa as famílias expostas a interpretações locais ideologizadas.

Esquerda declara guerra a iniciativas que valorizam o agro

Na frente de combate ao agronegócio, estão na mira o programa De Olho no Material Escolar (DONME), que surgiu no interior de São Paulo, em 2020, como reação a conteúdos ideológicos, distorcidos e desatualizados sobre a agropecuária brasileira em livros didáticos, e o programa Agrinho, iniciativa da Federação da Agricultura do Paraná (Faep) que existe desde 1996 e é replicada por vários outros estados.

No Paraná, o Agrinho mobiliza todos os anos mais de um milhão de estudantes, e 80 mil professores, em concursos de redação e projetos pedagógicos envolvendo temáticas sociais, de meio ambiente, saúde e cidadania.

Na plenária estadual preparativa para a conferência de educação em Brasília, sindicalistas reunidos em Curitiba aprovaram uma moção de repúdio à “série de prejuízos e violações que o Programa Agrinho acomete aos objetivos da escola pública”. Não foi detalhado, no entanto, quais prejuízos seriam esses. A Secretaria Estadual de Educação, que participou da conferência preparatória, informou que não assinou nenhuma moção contra o Agrinho e que, pelo contrário, dá total apoio ao programa.

Contatada pela Gazeta do Povo para comentar o ataque a seu projeto de responsabilidade social, a Faep informou, em nota, que o material didático do Agrinho apresenta um conteúdo “de acordo com a realidade das crianças e professores, com atualizações constantes de especialistas de diversos estados e também do exterior”.

Ideologia à frente da educação

“Em 2020, por exemplo, o tema ‘Agro pela Água’ permitiu que os alunos trabalhassem, em sala de aula e na comunidade, o uso racional deste recurso, para que não volte a faltar no futuro. Naquele ano, a estiagem castigou tanto o campo quanto a cidade”, aponta a Faep.

Na avaliação da instituição, “os ataques ao Programa Agrinho, consolidado na educação do Paraná e com diversos exemplos de contribuição para formação do cidadão, são infundados, e têm como origem pessoas despreparadas, que não conhecem a essência do trabalho e que, em muitos casos, colocam a ideologia à frente da educação”.

Outro alvo da Conae 2024 é o movimento De Olho no Material Escolar. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos e sem ligação com grupos políticos criada em São Paulo por pais de alunos inconformados com conteúdos distorcidos sobre a agropecuária nos livros didáticos. A proposta do movimento é revisar esses materiais, a partir de dados científicos, públicos e atualizados. A curadoria tem o apoio de instituições como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Instituto de Zootecnia, Embrapa, Insper e FGV.

A empresária Letícia Jacintho, de Barretos (SP), fundadora do movimento, observa que muitas afirmações encontradas nos materiais didáticos retratam realidades obsoletas, de cem anos atrás.

O que particularmente tem irritado os ativistas de esquerda é que o movimento não busca confrontação, mas cooperação com editoras de livros didáticos, para que os autores conheçam a realidade do agronegócio nacional, com visitas a fazendas, feiras agropecuárias e agroindústrias.

Agro do século 20 ou 21?

O movimento criou uma dinâmica positiva junto às principais editoras do país. Mario Ghio, CEO da editora Somos Educação, classifica o "De Olho" como "uma ponte fundamental com a geração de tecnologia, com os pesquisadores e com a atividade econômica do mundo agro".

"De fato, na sala de atual, o mundo agro está sendo retratado ainda muito mais com a imagem do século 20 do que do século 21. Então, nosso esforço é trazer a percepção do mundo agro para o século 21", afirmou Ghio após encontro de editoras.

No interior de São Paulo, durante uma filmagem o autor de um livro didático quis ver onde estavam os boias-frias cortando cana, sem se dar conta de que, atualmente, quase a totalidade da colheita da cana-de-açúcar no estado é mecanizada. Muitos nunca ouviram falar do Vale do Silício Caipira, em Piracicaba, que concentra dezenas de empresas agritechs, várias delas incubadas pela Esalq, ao lado de gigantes como Bayer, Raízen e Suzano. 

“É algo que eles não conheciam, é uma cortina que se abre. E o setor educacional se encanta com isso, afinal, a editora quer mostrar o melhor. Não consigo acreditar que um professor levante de manhã planejando dar a pior aula. Todo mundo tem vontade de dar uma boa aula. Muitas das editoras estão listadas na bolsa, empregam gente, e tem noção da sua importância para a sociedade”, observa Letícia Jacintho.

Visitas in loco e Agroteca mostram a realidade

Estudantes e professores também têm participado dessas excursões para ver in loco as áreas de conservação nas fazendas, o uso de EPI, o plantio direto, a Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) e outras boas práticas que não são contadas pelos detratores do agronegócio.

Nesta reação aos mitos e ataques contra o setor rural, o movimento De Olho no Material Escolar criou uma biblioteca digital, a Agroteca, com dezenas de conteúdos de livre acesso, como artigos, games, vídeos, infográficos, reportagens e livros, abordando em bases científicas temas sobre o agronegócio exigidos das escolas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“Para saber sobre índio, a pessoa tinha que entrar no site da Funai; se é desmatamento, no site do Ibama; se é solo, na Embrapa. Com frequência, são materiais muito técnicos, de difícil tradução para as crianças. Por isso, às vezes o autor vai no Google e acaba adotando a linguagem das ONGs internacionais, de fácil acesso. O que nós estamos fazendo é pegar conteúdos que estão prontos e trazendo para um repositório, que é a biblioteca virtual. Não estamos influenciando na escrita. A gente simplesmente abre fontes para os autores. Eles usam o que quiserem”, ressalta a fundadora do movimento.

Grupos marxistas defendem ataques do Enem ao agro

Desde que surgiu, o movimento De Olho no Material Escolar tem sido atacado pela esquerda, por associações como a De Olho nos Ruralistas, e por grupos de professores ligados ao marxismo agrário.

“Buscam a todo custo impedir que nas escolas públicas e particulares se debata sobre desmatamento e queimadas, sobre trabalho escravo e superexploração do trabalho, sobre concentração fundiária, da riqueza e da renda, sobre a violência no campo, como se tudo isso fosse coisa do passado e não existisse mais no campo brasileiro, no qual reinaria o agro pop, tech, tudo”, reagiram, ainda em 2021, professores do Grupo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Geografia Agrária da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e do Grupo de Trabalho sobre Assuntos Agrários da Associação dos Geógrafos Brasileiros, também do Rio de Janeiro. Este último aprovou recentemente “Nota de Repúdio à Tentativa de Censura ao ENEM 2023”, defendendo as questões ideologicamente distorcidas para atacar o agronegócio.

Sobre a crítica de que o movimento De Olho no Material Escolar tem viés ideológico e anticientífico – justamente aquilo que se propõe a combater – Letícia Jacintho lembra que os questionamentos são feitos a partir de dados científicos atuais. “Temos o apoio de grandes instituições de pesquisa que participaram de toda a transformação que aconteceu na agricultura ‘tropical’ nas últimas décadas, e que nos dão curadoria e embasamento científico sobre os temas do setor rural, como Esalq e Instituto de Zootecnia (IZ), além de instituições educacionais como Embrapa, Insper, FGV e outras”, rebate.

Instituições ligadas ao agro reagem à ofensiva ideológica

Em reação à ofensiva do governo Lula contra o agro no setor educacional, quatro instituições assinaram uma "carta à nação brasileira" preparada pela Associação de Olho no Material Escolar, que aponta pontos críticos e equivocados do documento-base para o Plano Nacional de Educação.

De saída, causou estranhamento o curto prazo entre a convocação da conferência (11 de setembro) e a divulgação do documento-base (18 de outubro). "A expectativa de obtenção de documento plural, passível de beneficiar o pleno acesso à educação de qualidade por todos os brasileiros, foi frustrada", diz a carta. Em vez de construir consensos, despertou debates acalorados que podem se estender por meses e anos. "É inegável que o conteúdo divulgado pela CONAE 2024 é motivo de séria e constante preocupação para o cidadão brasileiro, combalido pelo fardo de desafios históricos que o setor educacional nacional não tem conseguido superar", pontua a nota.

Além da DONME, assinam a carta a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Sociedade Rural Brasileira (SRB).

Querem embutir no PNDE posição refratária à iniciativa privada

Veja os pontos críticos apontados pelas instituições no documento-base da Conae 2024, que norteará o Plano Nacional de Educação:

Ausência de base técnico-científica na abordagem do conteúdo: há referências pejorativas e parciais com juízos de valores questionáveis sobre gestões anteriores desde a democratização do País;

Postura refratária à inciativa privada e seu papel no desenvolvimento econômico, além de pautas legítimas à sociedade, como o amplo debate ao direito das famílias de educarem seus filhos (democratização da educação); a exemplo da educação domiciliar;

Limitado rigor técnico na análise do PNE 2014-2024, atendo-se apenas a sumário descritivo dos seus resultados, sem refletir sobre a pertinência das metas, das estratégias ou dos indicadores;

Falta de rigor técnico na contextualização do tema de cada eixo, utilizando-se de um discurso prolixo com margem a questionamento do teor ético, o que dificulta a comunicação (para a sociedade) e o entendimento das razões que levaram às escolhas dos direcionamentos;

Ausência de análise metódica dos problemas, das suas causas e consequências e das suas relações lógicas de modo a se permitir a definição de objetivos, diretrizes e metas, além da concatenação de iniciativas a fim de se garantir efetividade e maximização de recursos;

Ausência de clareza, aprofundamento e contextualização de temas relacionados à ideologia e identidade de gênero. Ausência de proposição de letramento.

Necessidade de distinguir fatos dos mitos

Ouvido pela reportagem ainda antes da divulgação do documento esquerdizante preparatório para a Conae 2024, José Otavio Menten, professor da Esalq/USP e presidente do Conselho Científico Agro Sustentável, sublinhou que o desafio na área educacional, no que tange à agropecuária, está em fazer prevalecer os fatos, e não os mitos.

“Essas pessoas, ou mal informadas, ou por vontade ideológica de ser contra o agro, acabam sendo mais eficientes na comunicação do que os técnicos e os cientistas. Essa tentativa de desvalorizar o campo é extremamente injusta. Aquela história do Jeca Tatu indolente, do coronel que explora o empregado e que produz muito pouco, do filho menos competente do proprietário que fica na roça, o resto vai para a cidade, isso mudou completamente", diz Menten.

"O Brasil é líder mundial na agricultura tropical. Fizemos uma revolução. Não dá para entender hoje no Brasil quem não tenha orgulho de nosso agro. Não somos fiscais. No ambiente acadêmico é normal a divergência, mas queremos competência técnica”, assegura.

Se o agro brasileiro fez uma revolução tecnológica e produtiva nas últimas décadas, um novo capítulo da contrarrevolução do governo Lula já tem data para lançamento: de 28 a 30 de janeiro de 2024, em Brasília, na Conferência Nacional de Educação 2024.


O Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa. O Brasil é um horror, talvez o maior horror de hoje, para a “agenda 2030”

Depois da Holanda agora é a vez da Alemanha - O protesto dos agricultores em Berlim já começou.  Agricultores alemães mobilizam-se em Berlim, contra as Regulamentações Ambientais (Agenda 2030). 

Esse protesto foi principalmente contra a aprovação iminente de novos regulamentos, particularmente a Lei de Proteção de Insetos, que os agricultores argumentaram que teria um impacto significativo nos seus meios de subsistência em nome da proteção ambiental. 

 O presidente da Associação Alemã de Agricultores, Joachim Rukwied, anunciou que se o governo não retirar as suas medidas “ a partir de 8 de janeiro estaremos presentes em todos os lugares de uma forma que o país nunca experimentou antes.” 

 Joachim explicou que, com a abolição dos regulamentos sobre o gasóleo agrícola (até agora os agricultores podem ter parte do imposto reembolsado) e a isenção do imposto sobre veículos, a indústria agrícola seria asfixiada com bilhões de euros por ano. “Basta, é demais”, gritou Rukwied no comício. 


Ele apelou ao Ministro Federal da Agricultura, Cem Özdemir, que estava presente ao seu lado, para pressionar o governo em prol dos agricultores e das zonas rurais. O grupo de agricultores por trás do protesto, Land Creates Connection, afirmou que a sua oposição ao projeto de lei se baseia na crença de que este projeto “é impulsionado mais pela ideologia do que pelo raciocínio científico.” 

 A Holanda foi apenas uma batalha, a guerra ainda está longe de terminar. A ideologia produz investigação científica, e a investigação científica é muitas vezes ideológica. 

Eles querem que você coma insetos enquanto pressiona a “Lei de proteção contra insetos” - que contradição, não é mesmo? 

 A agenda 2030 não passa de uma fraude, eles só querem controlar todos os aspectos da nossa cadeia alimentar e abastecimento, em nome de uma agenda climática - em outras palavras, eles querem a sua propriedade e tudo o que você produz. 

 Despertem.

O Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa

É pior, na verdade: o Brasil não apenas imita os europeus e americanos em sua busca inesgotável por causas cretinas, ou que não têm nada a ver com as necessidades brasileiras, mas tornou-se, ele próprio, um dos maiores alvos da perseguição “globalista”. 

O Brasil é um horror, talvez o maior horror de hoje, para a “agenda 2030” — para os delicados burocratas que comandam os governos do Primeiro Mundo, para os bilionários socialistas de Davos, para os departamentos de marketing de multinacionais que se converteram à prática “do bem”. Sua ideia fixa, acima de qualquer outra, é a Amazônia e a sua floresta. 

O Brasil, segundo eles, não tem o direito de governar a Amazônia, que deveria ser declarada “área internacional”. De atores de Hollywood a reis da Escandinávia, de governos da Europa às universidades de primeira linha, mais a “comunidade científica” mundial, todos exigem que a vida humana cesse para a Amazônia e os 20 milhões de brasileiros que vivem ali; só devem existir árvores, bichos e peixes. 

Numa ação paralela, querem parar o agronegócio brasileiro — o Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa, como é o caso da Holanda, onde se acha uma boa ideia proibir as pessoas de cultivarem o solo.

Toda essa gente tem aliados ativos na vida pública e privada do Brasil. Banqueiros de esquerda, por exemplo, escrevem manifestos anunciando “boicotes” fatais contra a economia brasileira por parte dos grandes fundos de investimento internacionais e das múltis mais globalizadas, para punir a nossa pouca atenção à “crise do clima”. 

Os boicotes nunca aparecem no mundo das realidades; a produção e as exportações do agro brasileiro batem novos recordes a cada ano. Mas fazem grande sucesso nos salões, na mídia e nos meios “bem informados”. 

Também há as ONGs, é claro — essas fazem dia e noite, e frequentemente com dinheiro público, um trabalho de agressão em tempo integral contra tudo o que o país tem de bom, ou tenta construir para se desenvolver. 

Há as classes intelectuais, a universidade pública e o universo artístico. Há as empresas socialistas. Há as agências de publicidade inclusivas. Há o Ministério Público, a justiça e as “agências reguladoras”. 

Há, em geral, tudo o que se descreve como “esquerda”. Querem, todos eles, um Brasil desenhado por funcionários das agências temáticas da Comunidade Europeia, ou por executivos da Disney, ou por professores de Harvard.

Acham que o que é virtude em Bruxelas tem de ser virtude em Piracicaba. Não imaginam, nunca, que o Brasil faça parte dos 90% do mundo que está fora da Europa e dos Estados Unidos; acham que estamos nos 10%. São um atestado da falência de si próprios.