Translate

14 abril 2023

COMO OS REPÓRTERES DESPREZÍVEIS MENTEM

Esta semana esteve nos trending topics das redes sociais um fato ocorrido durante a entrevista que o CEO do Twitter, Elon Musk, concedeu ao jornalista James Clayton, da BBC, que foi ao ar na terça-feira (11/04).

Ao ser interpelado sobre a existência de “conteúdos de ódio” na plataforma, o bilionário pediu demonstrações. Clayton, contudo, não conseguiu exemplificar.

O jornalista tentou dizer que essas postagens seriam aquelas que podem incluir “algo ligeiramente racista e ligeiramente sexista”. “Então, você acha que algo ‘levemente sexista’ deveria ser banido?”, perguntou Musk. Em seguida, pediu ao jornalista para citar um exemplo.

Clayton disse que não conseguia. Para tentar demonstrar conhecimento, o jornalista observou que “muitas organizações disseram” que esse tipo de publicação está aumentando nas plataformas. Clayton também disse ter notado um “leve” aumento das publicações e visto algumas “há algumas semanas”. 

Depois de não receber uma resposta, Elon Musk afirmou que Clayton não sabia do que estava falando. “Você não pode me dar um único exemplo de conteúdo de ódio, nem mesmo um tuíte”, afirmou. “Ainda assim, você afirmou que o conteúdo odioso está em alta. Isso é falso. Você acabou de mentir.”

Aos brasileiros tal acontecimento não causou surpresa. Há mais de quatro anos estamos convivendo com episódios similares, oriundos das empresas de comunicação que estabeleceram um grupo denominado de consórcio. Integrantes dele, "jornalistas", antigos e novos, que estão compondo a velha e carcomida imprensa brasileira - com algumas exceções - nos dias atuais.

O jornalista Glenn Greenwald, de esquerda, constatou que a cena mostra “como os repórteres desprezíveis mentem”. Congratulations Glenn,  um adjetivo bem escolhido para qualificá-los.

11 abril 2023

O BRASIL VOLTOU

Nesta segunda-feira (10), Lula, o descondenado, desconversou sobre os 100 dias de desgoverno instalado no Brasil a partir de 01 de janeiro de 2023. Nada melhorou. Ao contrário, tudo só piorou inclusive relembrando palavras ditas desde a campanha de 1989. Desta vez com mais ódio e rancor.

Novamente fez jus a charge do Spon Holz. Repetiu e expandiu o que já se constatava e se dizia em 2007.

As expectativas pelos 100 dias do governo Lula já eram ruins, mas este conseguiu se sair pior do que se imaginava.

Um governo sem rumo, pautado pelo revanchismo e por idéias equivocadas já conferidas no passado.

Com ele, só a verdade de que o "Brasil voltou".  Sim, os corruptos e criminosos nacionais com seus aliados internacionais que estão comemorando. Sim, voltaram ao ápice das negociações, incluindo não atrapalhar os planos do narcotráfico, do Partido Comunista Chinês e do Great Reset ("Nova Ordem Mundial").

Não poderia ser diferente. Lula só voltou ao poder após o colapso moral, político e social do País, que o retirou da cadeia, de onde não deveria ter saído, e foi alçado ao poder através de um processo eleitoral (antes, durante e depois) bastante duvidoso, para se dizer o mínimo.

100 dias de destruição

Diversos decretos essa destruição forma assinados já no primeiro dia de governo. Entre eles o que cria o 'ministério da verdade", como previsto no livro 1984 de George Orwell, para perseguir críticos do governo. Junto a isto, um calhamaço de propostas para censurar os usuários da Internet, incluindo a criação de uma agência oficial de "fact-checking".

O exteriorA lista de interessados em conversar com Lula, tem crescido diariamente, em especial os dirigentes de países africanos e latino-americanos.

Todos os seus mandatários fizeram o L e estão sedentos pelo dindin do BNDES, Banco do Brasil, ... cujos empréstimos anteriores nunca pagaram, mas parte deles - propinas - foram destinadas à contas de "gente grande" e bem conhecida, como aquelas que foram investigadas e condenadas, pela operação Lava Jato.

Da mesma forma, Amanda Rossi, em seu livro "Moçambique, o Brasil é aqui" (2015), nos revelou que o BNDES financiou obras de empreiteiras fechando créditos de cerca de 3 bilhões de dólares. e o Banco do Brasil emprestou outro 1,3 bilhão de dólares.

CorrupçãoOs irmãos Joesley e Wesley Batista, descobertos em corrupção com políticos pela Lava Jato, integram a comitiva de Lula para a China. Simultaneamente, a  J&F, da família Batista, quer reduzir no mínimo R$ 3 bilhões da multa que deve pela participação nos casos de corrupção. No ano de 2017, a multa foi definida em R$ 10,3 bilhões: apenas R$ 580 milhões foram pagos até agora.

A desconstrução: Um grande avanço iniciado no governo Michel Temer para suspender a corrupção no âmbito das estatais foi desmobilizado, a Lei das Estatais, e, novamente, com a assinatura do STF (Ricardo Lewandowski), o que permitirá a nomeação de "cumpanheiros" para a direção dessas empresas. O primeiro deles, Aloisio Mercadante, o Aracaju nos caderninhos da Odebrecht. Para completar, empresas que estavam na fila para privatização, como os Correios, foram retiradas. Privatização não está no dicionário petista nem naqueles de países comunistas.

Na área econômica (política monetária), o destempero do Lula durante declarações sobre o presidente do Banco Central, condenando-o pessoalmente e, também, a independência do BC, um dos marcos do governo Bolsonaro. De Fernando Haddad, ministro da Economia, surge a proposta de um arcabouço fiscal que, segundo analistas econômicos, levará a uma alta brutal da carga tributária no País, inclusive já anunciada para alguns segmentos.

E não fica por aí. Lula pretende derrubar o marco do saneamento. Algo que foi amplamente discutido no Congresso e que, depois de aprovado, seus resultados positivos já se tornaram visíveis. Uma penalização direta ao brasileiros mais pobres que não possuem água (35 milhões) nem esgotos tratados (95 milhões).

O pessimismo voltou: A indústria crescerá apenas 0,1% em 2023, prevê o Informe Conjuntural da CNI, após alta de 1,6% em 2022. E o crescimento do PIB será quase 60% menor no primeiro ano de Lula que no último ano de Bolsonaro.

Resumindo, 100 dias de desgoverno.



08 abril 2023

O Calabouço Fiscal (*)

O "novo arcabouço fiscal" do governo é um Powerpoint - um conjunto de slides. Quando foi apresentado, não havia sequer um texto que o sustentasse ou explicasse.


O que mais chama a atenção nesse plano é que, segundo suas regras, as despesas do governo JAMAIS cairão. Elas subirão, no mínimo, 0.6% - isso no ano em que as receitam caírem.

Qual é a principal diferença entre as regras do antigo Teto de Gastos e as regras do novo “arcabouço fiscal”?

Ambas as regras - a antiga e a nova - são mecanismos para procurar o equilíbrio fiscal do Estado.

O Teto de Gastos limitava as despesas. Já o “arcabouço fiscal” torce para que a receita tributária - a arrecadação de impostos - cresça o suficiente para cobrir as despesas e ainda sobrar alguma coisa.

A regra do Teto de Gastos buscava um Estado eficiente e contido, que controlasse seus gastos.

A regra do “arcabouço” quer o oposto: expandir o papel do Estado na economia e da vida privada.

Todo o resto é filigrana.

E Powerpoint.

(*) Por Roberto Motta

O DESCONTROLE

O colunista do UOL, Chico Alves, começou a disseminar que o convite do G7 é prova do prestígio de Lula. O convite a Lula foi feito pelo primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida — a reunião será realizada em maio, na cidade japonesa de Hiroshima.

Triste memória. Do colunista e da própria Folha/UOL. Nela, há tempos não muito distantes líamos textos diversos, como o de há exatos 13 anos, reproduzido abaixo, escrito pelo jornalista, âncora da Folha, Jânio de Freitas.



O histórico dos resultados de lula com o exterior, recebendo ou visitando autoridades, de qualquer continente, não o recomenda. É muito vergonhoso para o dirigente de uma nação.

A lista de interessados em conversar com lula, tem crescido diariamente, em especial os dirigentes de países africanos e latino-americanos.

Todos os seus mandatários fizeram o L e estão sedentos pelo dindin do BNDES, Banco do Brasil, ... cujos empréstimos anteriores nunca pagaram, mas parte deles - propinas - foram destinadas à contas de "gente grande" e bem conhecida, como aquelas que foram investigadas e condenadas, pela operação Lava Jato.

Através desse canal, esquemas de corrupção chocaram o mundo e até já foram objeto de livros, como o que foi escrito pela jornalista Malu Gaspar, "A organização" (2020), com mais de 600 páginas, revelando as entranhas da líder das empreiteiras - Odebrecht - que liderava com folga, o ranking das empresas de engenharia nacionais. Deste livro, duas imagens estão reproduzidas mais abaixo.

Da mesma forma, Amanda Rossi, em seu livro "Moçambique, o Brasil é aqui" (2015), nos revelou que o BNDES financiou obras de empreiteiras fechando créditos de cerca de 3 bilhões de dólares. Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez receberam a maior parte, para mais de quarenta projetos em Angola. O Banco do Brasil emprestou outro 1,3 bilhão de dólares para vendas externas para a África.

Outras informações constam do acordo de leniência assinado pelas empresas Odebrecht e sua subsidiária, a Braskem, com a Suíça e os Estados Unidos, em decorrência da Operação Lava-Jato, no “maior caso de suborno internacional na história”. Mais de 100 projetos, em Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela.

Portanto, eis aí os "bons motivos" para o restabelecimento imediato dos "diálogos" entre os chefes das nações.





A imprensa também registrou incidentes diplomáticos durante as gestões petistas Lula e Dilma. A maioria deles registrados pela própria Folha.






MARX E SEU LEGADO DE MISÉRIA E OPRESSÃO

Passada a eleição de outubro/2022, ímpar pela exposição explícita da parcialidade escancarada do TSE e do STF, ao privilegiarem um candidato, inclusive agindo inconstitucionalmente, antes e depois de sua realização, a próxima segunda-feira, 10/04, marcará 100 dias do novo governo.

"O país passou a ser governado por portarias e resoluções do STF, ou dos tribunais superiores de Brasília que estão logo abaixo dele e sob a sua dependência — e não mais pela legislação em vigor." Um Brasil sem lei, escreveu J. R. Guzzo, em seu último artigo na Revista Oeste.

Nos bastidores do novo governo lula, sua principal liderança, Zé Dirceu, acaba de defender que o projeto do PT deve ser executado ao longo de três mandatos consecutivos na Presidência, com a reeleição de lula em 2026.

A bizarrice maior na fala de Zé Dirceu reside no fato de que o PT, seus membros e seu líder estão enlaçados em páginas e mais páginas de relações íntimas com comunistas pelo mundo.

E é na direção do comunismo que os participantes do novo governo, muitos deles não mais escondem que são comunistas, estão agindo de forma deliberada, seguindo a cartilha das piores ditaduras já implantadas no mundo.

Diversos artigos mostrando isso já foram publicados neste blog, mas é recomendável que sempre se volte ao assunto. Neste sentido, trago abaixo o primoroso artigo de Roberto Motta, publicado no início do ano, na Revista Oeste. Em cima da hora, um alerta aos brasileiros.

Boa leitura.

* * * 

MARX E SEU LEGADO DE MISÉRIA E OPRESSÃO

Como filosofia, o marxismo é uma bobagem. Como doutrina política, uma fraude

Roberto Motta, Oeste, 06/01/2023

Marxismo é uma doutrina política tatibitate, que tem obsessão por uma única ideia: tudo no mundo se resume à “luta de classes”.

Para essa questão, a solução universal marxista é sempre “derrubar a classe dominante” e implantar uma certa “ditadura do proletariado”.

É lógico que esse termo sempre causa estranheza. Afinal, ditadura é uma coisa ruim, certo? Nem sempre, apressam-se a explicar os teóricos marxistas (eles estão em todos os lugares). Na verdade, a tal “ditadura do proletariado” é o reino da “justiça social”, onde ninguém será mais dono de nada e todo mundo será feliz.

Essa é uma das características principais do modelo comunista de sociedade: acaba a propriedade privada. No comunismo, nada pertencerá a ninguém, nem mesmo ao Estado. Toda a propriedade será comum; tudo pertencerá a todos.

Se parece tolice, é porque é tolice mesmo.

Como filosofia, o marxismo é uma bobagem — uma doutrina reducionista, incapaz de compreender o mundo e ignorante dos princípios básicos da economia, do funcionamento da sociedade e da natureza humana. Disse Edmund Wilson:

“O pensamento de Marx […] apresenta os processos sociais em termos de abstrações lógicas […] Ele quase nunca enxerga os seres humanos comuns”.

Marx viveu durante o período da Revolução Industrial, e não soube interpretar o que testemunhava.

Marx

Na sua visão, os operários ficariam cada vez mais pobres, e os empresários cada vez mais ricos, até que o sistema capitalista desabaria. A realidade se mostrou diferente: graças aos ganhos de produtividade, à evolução das técnicas de gestão e à criação de um mercado de consumo de massa, a prosperidade capitalista foi compartilhada com toda a sociedade.

Um operário de hoje tem acesso a bens e serviços com os quais um nobre do século 18 nem poderia sonhar. A riqueza foi compartilhada, e o padrão de vida de toda a humanidade melhorou. Jamais houve uma revolução operária comunista; todas as revoluções “comunistas” foram projetos de tomada de poder liderados ou dirigidos por indivíduos de classe média, e camuflados com beisteirol ideológico para consumo das “massas” e como justificativa para as monstruosidades e genocídio cometidos em nome da “justiça social”.

O. de Meira Penna, no seu livro A Ideologia do Século XX, chama Fidel Castro de “um pequeno burguês intelectualizado”.
Diz o ideólogo esquerdista Saul Alinsky:

“Foi da classe média que vieram os grandes líderes das mudanças nos séculos passados: Moisés, Paulo de Tarso, Martin Luther King, Robespierre, Danton, Samuel Adams, Alexander Hamilton, Thomas Jefferson, Napoleão Bonaparte, Giuseppe Garibaldi, Lenin, Mahatma Gandhi, Fidel Castro, Mao e tantos outros”.

Por isso, como doutrina política o marxismo é uma fraude. Todos os políticos, ativistas e ideólogos que chegaram ao poder em revoluções “marxistas” se tornaram a nova classe dominante, reproduzindo e, quase sempre, piorando muito a opressão que diziam combater.

A repressão política, a censura, a tortura e os massacres ordenados por Stalin e Lenin superaram em muito as piores atrocidades cometidas pelos czares russos que eles substituíram.

Stálin


Pierre-Joseph Proudhon foi um socialista, político, filósofo e economista francês do século 19. Em 1846, Marx convidou Proudhon para fazer parte do que era o nascente projeto comunista.

Proudhon respondeu que ficaria feliz em participar, mas:

“Tomo a liberdade de fazer certas reservas, que são sugeridas por vários trechos de sua carta […] Vamos colaborar na tentativa de descobrir as leis da sociedade, a maneira como essas leis funcionam, o melhor método para investigá-las; mas, pelo amor de Deus, depois de termos demolido todos os dogmatismos, não podemos tentar incutir outro tipo de doutrina no povo[…] simplesmente porque estamos à frente de um movimento, não podemos nos colocar como líderes de uma nova intolerância, não nos façamos passar por apóstolos de uma nova religião — mesmo que esta religião seja a religião da lógica, a religião da própria razão. Vamos receber e encorajar todos os protestos; condenemos todas as exclusões, todos os misticismos; nunca consideremos uma questão como encerrada, e, mesmo depois de termos esgotado nosso último argumento, vamos recomeçar, se necessário, com eloquência e ironia. Nessas condições, ficarei honrado em participar do seu projeto — se não for assim, minha resposta é não”.

Proudhon nunca aderiu ao comunismo. Ele, antes da maioria, percebeu que o projeto de Marx era apenas substituir uma forma de opressão por outra, que seria justificada ideologicamente.

Como uma espécie em extinção, o marxismo encontrou no meio acadêmico seu último refúgio

A verdade, como disse o sociólogo Gert Hofstede, é que o “poder cria a sua própria justificativa”. O marxismo fornece uma justificativa despótica pronta para uso, das estepes geladas da Rússia às florestas da América Latina, passando pelos desertos e selvas da África.

A verdade é muito simples, e fácil de verificar: nenhum ditador comunista acredita em comunismo. Eles apenas usam a ideologia marxista como instrumento para conquistar e manter o poder, como poderiam usar qualquer outra.

Como sistema de governo, o marxismo se reduz a um método de extermínio em massa, responsável pelo assassinato de centenas de milhões de pessoas. É impossível contar o número exato de vítimas que foram mortas para que o triunfo do marxismo fosse possível em países como Rússia e China. No Camboja, o ditador marxista Pol Pot — que tinha sido educado na França — matou o equivalente a 25% da população do seu país.

Se isso tivesse acontecido no Brasil, 50 milhões de pessoas teriam sido assassinadas — mais do que toda a população do Estado de São Paulo.

O livro Rumo à Estação Finlândia, do historiador Edmund Wilson, dá informações importantes sobre como o marxismo já nasceu contaminado pelo erro e pela destruição de vidas.


O criador do marxismo — Marx — foi um fracassado, que gastou a herança da esposa, Jenny von Westphalen, jogou a família na miséria e dependeu a vida inteira, para seu sustento, de um amigo, Friedrich Engels, cujo pai, Caspar Engels, era um rico empresário capitalista, com negócios em Barmen, na Alemanha, e Manchester, na Inglaterra.

Engels, o precursor da esquerda caviar, usava o dinheiro paterno para financiar o nascimento do comunismo, mas tinha desprezo pelo pai, que o sustentava, e repulsa pela empresa que ele havia construído. Em uma carta a Marx, ele relata:

“Deixei-me influenciar pelos argumentos de meu cunhado e pelos rostos melancólicos de meus pais para fazer mais uma tentativa de trabalhar neste comércio imundo, e estou trabalhando no escritório há 14 dias […] roubar dinheiro é muito assustador […] perder tempo é muito assustador e, acima de tudo, é muito assustador permanecer não apenas um burguês, mas um dono de fábrica, um burguês trabalhando contra o proletariado. Alguns dias na fábrica do meu velho me forçaram a reconhecer o horror disso…”.

Marx era violento e arrogante, diz Edmund Wilson, além de “anormalmente desconfiado e invejoso; certamente era capaz de ser vingativo e de cometer maldades gratuitas”. Marx gostava de humilhar adversários e rivais, especialmente aqueles sem muita escolaridade, usando seu título acadêmico de doutor em filosofia. “O comportamento de Marx costumava ser tão provocador e intolerável que suas propostas eram sempre rejeitadas, porque todos aqueles cujos sentimentos haviam sido feridos por seu comportamento apoiavam tudo o que Marx não queria“.

Diz Wilson:

“…Karl Marx não hesitou, em sua busca pelo poder sobre a classe trabalhadora, em romper com líderes operários, ou mesmo em destruí-los. Ele não conseguia persuadir ou vencer ninguém; exceto no caso de poucos discípulos devotados, ele era incapaz de gerar lealdade pessoal; ele não conseguia convencer as pessoas que o desafiavam, ou de quem ele discordava, a trabalhar para ele; e, no que diz respeito à classe trabalhadora em particular […], suas ligações com ela sempre foram muito remotas”.

A família de Marx sofreu tanto com sua inconsequência que vários de seus filhos morreram ainda na infância, e duas de suas filhas adultas cometeram suicídio.

Como se pode esperar que uma teoria de salvação do mundo pudesse ser criada por um homem incapaz, moral e fisicamente, de criar, nutrir e proteger a própria família? Como esperar uma teoria geral das relações econômicas vinda de uma pessoa incapaz de prover o seu próprio sustento e o de seus filhos?

Apesar disso, ainda encontramos muitos marxistas no mundo de hoje.

Por quê?

Quem explica é A. C. Grayling, que diz que as ideias marxistas continuam a exercer influência na cultura e na filosofia:

[…] Principalmente na análise e na crítica de tendências nas artes e na mídia, em certas escolas de pensamento sociológico, no pensamento feminista, e como uma posição conveniente para críticos de quase todos os assuntos. No confortável mundo dos professores universitários assalariados, a retórica marxista pode ser combinada com, digamos, ideias lacanianas — na verdade, com qualquer ideia — para produzir dissidência instantânea e sob medida.

Como uma espécie em extinção, o marxismo encontrou no meio acadêmico seu último refúgio. O marxismo é muito útil para aqueles que precisam aparecer e chamar a atenção da mídia, mas não têm nada a dizer.

Demolição da estátua de Lenin, na Ucrânia, em 2016


A solução é simples. Basta apelar para o marxismo e sua “luta de classes”.

Aplicado a qualquer assunto, o marxismo transforma a questão — seja ela qual for —  em uma luta revolucionária entre oprimidos e opressores, e gera visibilidade e prestígio para o “especialista” ou acadêmico que a invoca.

Muitas questões importantes hoje são tratadas quase exclusivamente de forma marxista.

O marxismo aplicado às questões étnicas virou a “teoria crítica da raça”.

O marxismo aplicado ao direito virou “garantismo penal”.

O marxismo aplicado à educação virou a “pedagogia do oprimido”.

O marxismo aplicado à religião virou a “teologia da libertação”.

O marxismo aplicado à sexualidade virou a “ideologia de gênero”.

O domínio das ideias marxistas na sociedade moderna é quase completo. Os únicos que resistem a isso são os conservadores e alguns liberais (há liberais que escolheram interpretar o liberalismo como um marxismo sapatênis).

Antes que eu esqueça: Karl Marx, o patrono da classe operária, engravidou a empregada de sua família, Helen Demuth.

Engels fingiu que era o pai, e Helen Demuth foi obrigada a confirmar a farsa.

A criança, Fredrick Demuth, foi doada, para ser criada por uma família de classe trabalhadora, em Londres.

O segredo foi preservado por mais de quatro décadas.

Em 1895, em seu leito de morte, Engels confessou a verdade a Eleanor Marx — uma das duas filhas sobreviventes de Marx.

Ela ficou arrasada com a revelação.

Três anos depois, Eleanor se suicidou.

Em 1911, a outra filha de Marx, Jenny, suicidou-se.

O filho descartado por Marx, Freddy Demuth, cresceu como uma criança abandonada e solitária.

O criador da ideologia que iria redimir a humanidade e pôr fim a todas as desigualdades e injustiças deixou um legado de sofrimento, traição, miséria e opressão, que matou milhões e atormenta a humanidade até hoje.

Esse é o legado do marxismo.

Marx, Engels e as três filhas de Marx:
Caroline, Eleanor e Laura


07 abril 2023

CARTA DE UM BRIGADEIRO

Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!

Hoje perdemos a maior delas!
Perdemos nossa Coragem!
Perdemos nossa Honra!
Perdemos nossa Lealdade!
Não cumprimos com o nosso Dever!
Perdemos a nossa Pátria!

Eu estou com vergonha de ser militar! 

Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.

Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!

Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.

Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.

Joguem todas as nossas canções no lixo!
A partir de hoje, só representam mentiras!

Como disse Churchill:
“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”

E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.

A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio.

Todos verão os militares como traidores.
Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
Generais não serão mais representantes de suas tropas.
Perderão o respeito dos honestos.
As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
Mas outros, civis, conseguiram! 

A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!

E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?

E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
Isso também não aconteceu?
Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?

Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?

NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!

A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.

O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
Não vai ser agora que irão.

Ah, sim, generais:
Entrarão para a História!
Pela mesma porta que entrou Calabar.

QUE VERGONHA!


 Assina:
Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

02 abril 2023

A DIREITA RESPIRA DE NOVO

 


É primoroso o artigo, deste fim de semana, "A DIREITA RESPIRA DE NOVO", escrito por J. R. Guzzo, na revista OESTE, edição 158, revelando o que aconteceu no Brasil nos últimos quatro anos do governo Bolsonaro e o provável cenário que se avizinha após a chegada do ex-presidente dos EUA. Dele destaco a parte que se segue, com pequenas edições que visam dar uma melhor compreensão (e opinião) para quem não leu, na íntegra, o seu texto. Guzzo escreveu:

"O fato é que Lula não está disposto a ir para uma segunda disputa mano a mano com Bolsonaro — não numa eleição limpa, realizada como se faz nas democracias, em vez de se basear em sistemas de votação e apuração só utilizados no Butão e em Bangladesh." 

Guzzo e a maioria dos brasileiros continuam acreditando que a contagem dos votos sem auditagem do processo de votação é incapaz de conceder a qualquer ser humano o direito de afirmar que seu resultado segue o 2 + 2 = 4.

"Da boca para fora, Lula continua a falar e a se comportar como se fosse o maior líder político do sistema solar — e a se exibir no papel de homem que foi eleito pelos próprios méritos. 

Da boca para dentro, não está claro o que ele realmente acha dessa história. 

  • Ache o que ache, de todo o modo, quem ganhou a eleição de 2022 para ele foi o STF, em especial os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes; 

  • Lula só está na presidência da República, objetivamente, porque foi colocado lá pelos três.  

  • Acabaram, contra o que determina a lei brasileira, com o cumprimento das penas na cadeia para os condenados em segunda instância.  

  • Anularam todos os seus processos penais, alegando erro de endereço. 

  • Fizeram uma eleição em que a censura do TSE proibia até que se dissesse que Lula é um defensor explícito do ditador da Nicarágua; 

  • o juiz e os bandeirinhas da partida jogavam no time de Lula. 

  • Organizaram a votação. Contaram os votos. Se Bolsonaro continuar na política, Lula e o STF teriam de fazer tudo de novo."

São afirmações óbvias para se dizer que a direita brasileira, com ou sem Bolsonaro, disputando novamente a presidência da República terá a maioria dos votos dos eleitores brasileiros. E a esquerda brasileira, da boca para dentro, sabe disso, como foi também expressado, pelo Guzzo, em outro parágrafo. Veja:

  • "O STF não está isolado no sonho de liquidar Bolsonaro. Lula, o PT e a esquerda também querem isso, com paixão.  

  • Querem a mesma coisa, junto com eles, os empreiteiros de obras públicas, os banqueiros socialistas e os advogados do Grupo Prerrogativas.  

  • Também estão nessa, enquanto acharem que “vai dar”, todos os políticos ladrões — mais o MST, a CUT, a UNE, a Associação Brasileira de Imprensa, o Sindicato dos Bispos, os que controlam o “movimento” LGBT+, os homens que se sentem mulheres presas em corpos de homem, os parasitas do Estado em geral e o resto da manada que se conhece. 

  • Na opinião de todos, o ex-presidente é a maior ameaça para o futuro do Brasil, e mesmo do mundo." 

29 março 2023

AGÊNCIAS DE CHECAGEM TOMARAM UMA FACADA NAS COSTAS

Como agentes de esquerda, as agências de checagem se transformaram em juízes da verdade, especialmente durante a campanha eleitoral. Ajudaram a eleger o descondenado, só para, em menos de 100 dias, tomarem uma facada das costas do PT, que resolveu fazer o serviço de propagada e censura diretamente, sem intermediários.

O desgoverno totalitário petista resolveu lançar o seu próprio serviço de "fact-checking", produzindo a ira dos donos das agências de "checagem de fatos", que denunciam a falta de "transparência e metodologia".

A @ctardaguila, por exemplo, já meteu a narrativa de "apropriação indevida e ofensiva", e ainda chamou a iniciativa de "propaganda".

Na verdade, essas agências não passam de serviços terceirizados de censura, bancados pelas próprias empresas de tecnologia, e por bilionários globalistas como Soros, entusiasta da agenda esquerdista radical. 

Posteriormente, as agências passaram a atuar como agentes de censura de órgãos estatais, como a própria Justiça Eleitoral, ganhando uma chancela que obviamente nunca deveriam ter. 

Faz o L e continue comendo abóbora!



FLAVIO DINO SABIA, PREVIAMENTE, DO 8 DE JANEIRO

Hoje (29/03), o deputado Kim Kataguiri apresentou denúncia na Comissão de Fiscalização e Controle (CFFC), da Câmara dos Deputados, anexando ofício do Diretor da Polícia Federal avisando ao Ministro da Justiça, na véspera dos atos de 8 de janeiro e cobrando providências.

Portanto, o Ministro da Justiça tinha conhecimento dos fatos e não tomou as providências cabíveis para impedir a ação de - black blocs - turma esta que arrastou para a Praça dos Três Poderes, os manifestantes que se encontravam em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília.

Confira a seguir a imagem do ofício apresentado pelo deputado Kim Kataguiri e tire suas conclusões sobre a atitude do Ministro da Justiça perante os fatos que ocorreram, inclusive ter negado que tinha conhecimento de tais informações.





#CPMI8JANEIROJÁ




EM 20 ANOS, JORNAL NACIONAL PERDE QUASE METADE DO PÚBLICO E SOFRE DERROCADA

O pós-pandemia tem sido ruim para o JN no comparativo com anos mais recentes, pouco antes da Covid-19. 

No PNT (Painel Nacional de Televisão), que mede as audiências nas 15 principais regiões metropolitanas do país, o JN caiu de 29,2 pontos em 2018 para 23,1 de média neste ano. 

A maior queda foi no Distrito Federal: de 32,6 pontos de Ibope para 22,7 de média.

Fonte: Notícias da TV

De acordo com a coluna de Guilherme Ravache, do Uol, a Globo registrou prejuízo de R$ 41 milhões no ano passado. A bandeira vermelha continua sendo erguida e o cenário é de mais cortes nas despesas, incluindo demissões de colaboradores nos próximos meses.

28 março 2023

ELEIÇÕES 2022: AS CONSEQUÊNCIAS NÃO TARDARAM A CHEGAR


Aumenta, diariamente, o número de pessoas, de todas as classes sociais, declarando arrependimento porque fizeram o L nas últimas eleições

Contudo, as que fizeram o L não podem dizer que foram enganados. Tudo o que foi anteriormente anunciado pelo ex-presidiário está sendo posto em prática, pela sua equipe "Nota Dez", também previamente conhecida.

Os números se impõem e costumam ser indiferentes às narrativas. Sempre se pode optar, é claro, por ignorar os números e ficar com as narrativas. Mas as consequências não tardam a chegar.

Alguns desses números já foram expostos neste link. Nesta segunda-feira (27/03), o Banco Central divulgou que a entrada de recursos internacionais no Brasil em fevereiro foi de quase US$ 6,5 bilhões, ou seja, 39,8% menos em relação ao mesmo período do ano passado (2022). Portanto, menos dinheiro a ser aplicado no setor produtivo, o setor que gera empregos.

Tal queda está ligada fortemente ao cenário de incertezas vigente no País e ao mau desempenho de nosso PIB, que começou a cair logo após as eleições de outubro de 2022. O Ipea revê para cima projeção da inflação em 2023; estimativa passou de 4,9% para 5,6%.

Desastre: o rombo de R$ 41 bilhões nas contas públicas em fevereiro foi o maior e o pior de toda história.

Desemprego: sobe a 8,6% no trimestre encerrado em fevereiro, diz IBGE. Em relação ao trimestre anterior, entre setembro e novembro, o resultado traz aumento de 0,5 ponto percentual (8,1%). 

Por último, ...



26 março 2023

TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL EMITE ORDEM DE PRISÃO CONTRA PUTIN

O Tribunal Penal Internacional de Haia emitiu uma ordem de prisão contra Putin por supostos crimes de guerra na Ucrânia, marcando o ponto mais baixo da relação entre a Rússia e o Ocidente.

Desde que Putin resolveu invadir a Ucrânia, a resposta do Ocidente foi basicamente isolar a Rússia, chegando ao ponto de bloquear recursos financeiros e retirar o acesso do país aos sistemas de negociação internacionais. A venda de energia russa à Europa diminuiu sensivelmente, fazendo os preços multiplicarem por até 10 vezes. Um inverno ameno e um rearranjo na cadeia de fornecimento europeu evitaram o pior, mas a situação está longe de estar normalizada. No front militar, a guerra na Ucrânia fez seu primeiro aniversário, produzindo até aqui a perda massiva de vidas e a destruição do país, além de milhões de refugiados. Do lado russo, as perdas também são muito pesadas. A OTAN oferece cada vez mais armas aos ucranianos, além de ajuda financeira que já ultrapassa os US$ 100 bilhões, bancada principalmente pelo pagador de impostos americano.

As repercussões dessa decisão estão se refletindo no relacionamento entre os países em todo o mundo, especialmente no fortalecimento das ditaduras comunistas e ao encontro do projeto chinês de, até o ano 2050, ter o domínio mundial. 

Durante a semana que se passou, Xi Jinping visitou Putin em Moscou. No encontro, os dois ditadores assinaram acordos de cooperação. A Rússia venderá energia e produtos agrícolas para a China, que, em contrapartida, substituirá o Ocidente como principal provedor de produtos e serviços de maior valor agregado, de alta tecnologia.







É obvio que há muitos interesses por trás em tudo o que ocorre no mundo das relações entre as nações. Sempre foi assim. A China já preparou seus próximos 50 anos, e procura intensificar sua influência no Brasil, que se intensificou durante o governo Lula. Eles têm uma estratégia de longo prazo, e a aplicam com interesses densos de cooptação.

A maioria dos especialistas em China avalia que o sharp power não tem o propósito de criar um cenário em que sejam viabilizadas ações de interferência política direta — esse é o jogo da Rússia, que até financia grupos de mercenários na região do Báltico para influenciar eleições e ameaçar militarmente a vizinha Ucrânia. 

A ditadura chinesa, que precisa tirar da extrema pobreza mais de 100 milhões de pessoas, estaria na verdade em busca de vantagens comerciais para a expansão de negócios e de segurança alimentar a longo prazo. O continente africano tem testemunhado a execução dessa estratégia. Quase todos os setores estratégicos na África são atualmente controlados pela China, de logística a telefonia, de energia a exploração mineral. Para contar com áreas cultiváveis no futuro, o PCC concede empréstimos a juros camaradas até a países inviáveis como Serra Leoa e República Democrática do Congo.

Nesse contexto, o Brasil aparece como alvo importante. Trata-se, afinal, do único país do mundo com potencial de dobrar rapidamente a produção do agronegócio sem causar danos ao meio ambiente. A China precisará consumir cada vez mais alimentos. E usará o sharp power para assegurar a elevação dos níveis de qualidade de vida de sua população. Cabe ao Ocidente jogar com inteligência para calibrar o poder dos chineses. E o Brasil terá de avaliar bem sua atuação e quanto estará disposto a ceder, o que, infelizmente, não está na pauta do governo atual.