1937: Palestinos rejeitam a Plano Peel para criar um estado Judeu e um Palestino.
1947: Palestinos rejeitam o plano de partilha da ONU para criar um estado Judeu e um Árabe. Declaram guerra contra a nova nação de Israel. Perdem mais terras do que o plano de partilha havia lhes concedido. 1967: Israel vence mais uma guerra contra seus vizinhos árabes, conquistando Gaza, a Cisjordânia e o Sinai em uma guerra defensiva. A Liga Árabe declara os "três nãos": Não a paz com Israel, Não ao reconhecimento de Israel, Não a negociações com Israel. Israel entrega voluntariamente o controle do Monte do Templo, o local mais sagrado do judaísmo, de volta para o Waqf (uma espécie de fundação) islâmico, mantida e gerida pelo Reino da Jordânia, tornando ilegal para os judeus orarem lá. 1979: Israel entrega voluntariamente o Sinai de volta para o Egito, devolvendo terras conquistadas em uma guerra defensiva. 1993: Israel reconhece a soberania da Autoridade Palestina sobre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza nos Acordos de Oslo. Yasser Arafat, líder da Autoridade Palestina, usa isso para apoiar o terrorismo. 2000: Israel oferece a Yasser Arafat reconhecimento de um estado palestino em toda a Gaza e 94% da Cisjordânia, com Jerusalém Oriental como sua capital. Arafat rejeita e inicia a Segunda Intifada. 2005: Israel retira-se da Faixa de Gaza, desmantela todos os seus assentamentos e obriga os judeus a deixarem suas casas. Os palestinos respondem elegendo o Hamas, que transforma a região em um estado terrorista. 2008: Israel oferece a Mahmoud Abbas, novo líder da novamente, reconhecimento de um estado palestino em toda a Gaza e 94% da Cisjordânia, com Jerusalém Oriental como sua capital e oferece até desmantelar todos os seus assentamentos. E, mais uma vez, os palestinos rejeitam. 2010-2021: Hamas lança ataques periódicos com foguetes contra o estado de Israel e constrói túneis de terror para sequestrar e assassinar judeus, enquanto usa o povo de Gaza como escudos humanos contra as Forças de Defesa de Israel (IDF).Translate
11 outubro 2023
Linha do tempo sobre a criação de um estado Judeu e um Palestino
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10 outubro 2023
Brasil: status de anão diplomático reduzido ao de bactéria diplomática
Para somar mais um dia vergonhoso para a nação brasileira, Lula e o Itamaraty trataram o assassinato do brasileiro Ranani Nidejelski Glazer como “falecimento”. Ranani é um dos brasileiros mortos pelo grupo terrorista Hamas durante os ataques a Israel.
Ao confirmar a morte de Ranani sem citar o Hamas, o Ministério das Relações Exteriores expressou “profundo pesar” pelo “falecimento” do brasileiro, que era natural do Rio Grande do Sul. Na mesma linha, Lula foi às redes sociais prestar solidariedade à família de Ranani pelo “falecimento” do brasileiro.
A publicação do comunicado do Itamaraty na rede social X (ex-Twitter) foi checada pelos usuários e passou a exibir uma nota dos leitores informando que, na verdade, “Ranani Glazer foi assassinado pelo grupo terrorista Hamas”.
Em pouco mais de seis horas, a publicação teve 2,2 milhões de visualizações. Após as críticas, o Itamaraty bloqueou os comentários.
Em São Paulo, ao comentar a publicação de Lula, o deputado Gil Diniz (PL-SP) disse que “Ranani foi brutalmente e covardemente assassinado pelo grupo terrorista Hamas” e completou: “Esta triste e cruel página na história da humanidade ficará marcada não somente pela barbárie promovida pelo Hamas mas também por todos que se recusaram a condená-los nominalmente”.
O fundador e ex-presidente do Partido Novo, João Amoedo, compartilhou o comunicado do Itamaraty com a seguinte mensagem: “Não foi um ‘falecimento’, foi o assassinato de um jovem pelo grupo terrorista Hamas”.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também questionou o governo: “Falecimento?? O Itamaraty não consegue condenar o terrorismo que assassinou um brasileiro?”, escreveu o parlamentar em seu perfil na rede social X.
Anteriormente, no domingo, na ONU, em reunião presidida pelo Brasil, este não criticou os atentados que incluíram estupros, profanação de corpos de mulheres, sequestros de crianças, degolações a golpes de enxadas e outras atrocidades praticadas pelos animais do Hamas. Nosso país acaba de ter seu status de anão diplomático reduzido ao de bactéria diplomática.
É muito importante você saber que Lula e o PT apoiam o grupo terrorista Hamas e este parabenizou Lula por ocasião da sua vitória nas eleições de 2022. .
É muito importante você saber também que o Irã, o Afeganistão, Cuba, Taliban, Hezbollah, FARC, ELN e tantos outros grupos terroristas também apoiam o Hamas.
E por último é importante você saber também que aqui no Brasil os partidos PSOL, Rede, PCdoB também adoram o Hamas.
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08 outubro 2023
Dia do Nordestino
Autora: Deputada Carla Zambelli
Hoje é o Dia do Nordestino, uma data que celebra a riqueza cultural e a força do povo que colore de alegria e calor humano essa parte tão especial do nosso Brasil! Eu, como esposa de um nordestino cearense, sinto-me honrada em fazer parte desse universo tão rico e diversificado. O Nordeste é mais do que uma região geográfica; é um pedaço do nosso coração, é a música que embala nossas vidas, é o sabor das comidas incríveis, é a alegria e a resiliência de um povo incrível. É também a beleza das paisagens, das praias de águas cristalinas às serras imponentes. É a história que nos ensina lições de luta e superação. É a poesia que nos faz suspirar com cordéis que encantam a alma. É a religiosidade que fortalece a fé. Hoje, celebremos a cultura nordestina, seus artistas talentosos, sua música que toca nossos corações e sua gente acolhedora. Viva o Nordeste, viva a força desse povo que faz parte da minha vida, que me inspira e que me faz sentir, cada dia mais, como se eu também fosse um pouquinho nordestina! #DiadoNordestino #CulturaNordestina #AmorNordestino

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A constatação de que o Congresso não tem medo do Supremo melhorou a primavera

A constatação de que o Congresso não tem medo do Supremo melhorou a primavera. A mobilização popular poderá torná-la ainda mais luminosa, afirma Augusto Nunes em seu artigo "O medo acabou", publicado na edição da revista Oeste 185.
O artigo trata da reação do Congresso Nacional aos avanços cometidos pelo STF nos últimos quatro anos, a começar pela anulação e arquivamento da Lava Jato. O artigo também lembra ocasiões em que o Congresso já agiu dessa forma. Cita os casos ocorridos em 1961 após a renúncia de Jânio Quadros e em 1967 durante a formulação da nova Constituição.
Os eleitores dos parlamentares atuais esperam que as luzes do Congresso continuem acesas e que as horas não ultrapassem a meia-noite, mesmo que para isso os ponteiros do relógio sejam novamente paralisados como ocorreu em 1967.
Inconformado com o martírio imposto a centenas de brasileiros punidos sem julgamento, presos sem provas ou castigado sem culpa, o senador Mourão anexou ao acervo de propostas criativas apresentadas no decorrer desta primeira semana de outubro, a decretação de uma anistia.
Tomara que o Congresso se mostre igualmente compassivo - e rápido no gatilho. As vítimas do ministro Alexandre de Moraes ficarão livres de grades, tornozeleiras eletrônicas, restrições absurdas e acordos indecorosos.
Ampliada a abrangência do texto do Mourão, o país se livrará da mancha vergonhosa. Nas democracias genuínas, não existem presos ou exilados políticos, nem há motivos para temer um Tribunal concebido para garantir o cumprimento da Constituição, conclui Augusto Nunes.
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Ataque do Hamas a Israel: o que disse Lula, o PT e parlamentares que o apoiam
As imagens a seguir foram divulgadas nas redes sociais por membros da esquerda brasileira, representantes do PT, do PCdoB e do PSOL. Todas comunistas e defensoras ferrenhas da "Resistência Palestina", eufemismo esquerdista usado para apoiar o terrorismo islâmico.
Todas sabem que o Hamas rejeita, por escrito, em seu estatuto, todas iniciativas e todos os acordos de paz. Está no ESTATUTO da organização terrorista. Ademais, o “conflito” não é e nunca foi por causa de território.
O Hamas tem por objetivo a destruição do Estado Judeu e TODO seu povo. Não querem um Estado Palestino, mas um Califado (Estado Islâmico) em toda região.
Uma verdadeira vergonha para o Brasil declarações como essas, referendadas pelo presidente da República. Que, aliás, só mostram de que lado tais figuras estão, quem apoiam e quem, de fato, são.
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Declaração do Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
O que disse Lula sobre essa guerra
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Cerco a liberdade de manifestações cresce no mundo
Procedimentos tirânicos, praticados por ditaduras, se reproduzem no mundo e hoje, infelizmente, o Brasil participa deste clube que priva os seus cidadãos da liberdade de manifestações, condenado-os a prisão e/ou obrigando-os a viverem refugiados no exterior, como no caso da jornalista russa relatado a seguir.
Segundo as agências de notícias internacionais, o tribunal do distrito de Basmanny, de Moscou, condenou, à revelia, a jornalista russa Marina Ovsyannikova a oito anos e meio de prisão, após esta ter exibido, em março do ano passado uma faixa contra a guerra na Ucrânia, atrás da apresentadora do principal programa de notícias da televisão russa.
A pena inclui ainda a proibição de trabalhar durante quatro anos, após o cumprimento da pena, na administração de sites de redes de telecomunicações.
O tribunal acrescentou que o prazo da pena começará a contar após a sua prisão em território russo ou sua extradição para a Rússia. Ovsyannikova está atualmente na França, onde recebeu o status de refugiada política.
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06 outubro 2023
OS INGREDIENTES PARA A PROSPERIDADE
Imagine um Brasil com desemprego zero, 4% de crescimento do PIB ao ano, um sistema educacional em acelerada modernização, indústria em expansão e um agronegócio cujas dimensões garantem a pujança da economia. O que parece ficção já se tornou realidade no oeste de Santa Catarina.
Os ingredientes para a prosperidade extraordinariamente bem-sucedida incluem pouca interferência estatal, ensino de alta qualidade e nenhum medo do trabalho.
Uma tradição muito visível na capital da região, Chapecó, que sozinha gera quase um quinto do PIB do oeste catarinense. Além de se tornar um vibrante polo econômico, com indústrias de grande porte, a cidade de 250 mil habitantes possui nada menos que 40 instituições de ensino superior. E conseguiu se consolidar como um centro de inovação e tecnologia. Para efeito de comparação, Campinas, a segunda cidade mais importante do Estado de São Paulo, tem uma população quase cinco vezes maior e apenas 22 faculdades e universidades.
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05 outubro 2023
Pesquisa mostra que maioria do país ver Brasil no rumo errado
Segundo o levantamento do instituto IBESPE, 55,7% da população acredita que o Brasil está caminhando na direção errada
Pesquisa realizada pelo Instituto IBESPE entre os dias 1 e 2 de outubro com 1.112 brasileiros de todos os estados indica que 55,7% da população acredita que o Brasil está caminhando na direção errada. Apenas 35,8% dos entrevistados disseram acreditar que o país está na direção certa, enquanto 8,5% não souberam ou não quiseram opinar.
O levantamento, feito por telefone, tem margem de erro de 3 pontos percentuais e 95% de nível de confiança, segundo o instituto.
Analisando os dados por região, o Nordeste foi a única onde mais pessoas (47,5%) consideram que o Brasil está na direção certa. Ainda assim, este percentual não chega à metade dos nordestinos ouvidos. Já no Norte e no Sul, a visão majoritária é amplamente de que o país segue rumo errado, com 70,7% e 72,4% respectivamente compartilhando desta opinião pessimista.
Analisando pela escolaridade, aqueles com ensino fundamental foram o único segmento majoritariamente otimista, com 49,2% avaliando positivamente o rumo do país. Já no grupo com ensino superior, 63,3% veem o Brasil na direção errada atualmente.
Sob a perspectiva política, a pesquisa mostrou que 67,6% dos eleitores de Lula e impressionantes 91,6% dos eleitores de Bolsonaro acham que o Brasil está na direção errada. Até mesmo entre os eleitores petistas, 1 em cada 5 avaliou negativamente o rumo atual do país.
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01 outubro 2023
Pornografia política explícita
Na semana que se passou, entre os dias 23-28/09/2023, a Gazeta do Povo publicou três artigos do jornalista J. R. Guzzo, reproduzidos abaixo e acessíveis em sua forma original através de um clique no título de cada um deles.
Em todos os artigos fica evidente a usurpação do poder e a evidência, cada vez mais gritante, do abismo que se formou entre as crenças do STF e a vontade efetiva da maioria dos brasileiros. Os ministros querem uma coisa. Os cidadãos querem o contrário.
A propósito, a Gazeta do Povo está com uma promoção de assinatura por apenas R$ 1 durante os primeiros seis meses. Aos interessados basta clicarem neste link, é rápido e fácil ser um assinante de um JORNAL que se mantém jornal com letras maiúsculas por mais de um século.
Boa leitura.
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No STF de hoje, o que vale não é a lei, é a vontade dos donos do governo
23/09/2023
É uma espécie de frenesi. O Supremo Tribunal Federal decidiu que as provas de corrupção contra a construtora Odebrecht não valem mais, apesar da confissão de culpa dos seus próprios diretores e da devolução de bilhões de reais em dinheiro roubado. Decidiu que os índios têm direito de reivindicar qualquer espaço do território nacional, mesmo aqueles que não ocupam há mais de 35 anos – e que são propriedade legal de outros brasileiros.
Decidiu anular a lei que tornou voluntário o pagamento do “imposto sindical”; o trabalhador vai ser obrigado a pagar de novo, na prática, com desconto direto em seu salário na folha. Decidiu colocar em votação (por computador) a exigência de um partido de extrema esquerda para legalizar o aborto até doze semanas de gravidez, em desrespeito direto ao Código Penal em vigor. A coisa não para, nem por um minuto.
Como acontece em qualquer regime onde os que mandam se dão o direito de decidirem tudo, sem respeito a nenhum tipo de limite, o STF também não se obriga a obedecer à lógica comum. A presidente do tribunal, ora em vias de se aposentar, disse tempos atrás que o quebra-quebra do dia 8 de janeiro em Brasília foi um novo “Pearl Harbour” – o ataque aéreo japonês que matou 2.400 pessoas no Havaí, em 1940, e fez os Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial.
Não tem pé nem cabeça, é claro, mas o mínimo que o STF podia fazer em deferência a esse desvario seria um julgamento público, com o máximo de exposição dos condenados. Está fazendo o contrário. Depois do show de abertura, e dos protestos que provocou pela flagrante violação das leis penais brasileiras, o processo virou “virtual”. Os advogados não poderão fazer a defesa oral – um direito básico de qualquer acusado. Não haverá debate entre os julgadores. Tudo volta a ser empurrado para baixo do computador. É algo tão doentio que até a Ordem dos Advogados do Brasil protestou.
Depois da excitação inicial, os ministros acharam mais conveniente se esconder do público. Não querem que o cidadão veja com seus próprios olhos réus serem condenados a 17 anos de cadeia por participarem de uma arruaça. Não querem mostrar para o público que as pessoas estão sendo punidas duas vezes pela mesma coisa, “golpe de Estado” e “abolição violenta do estado democrático de direito” – um truque primitivo para somar duas penas e dobrar o tempo de prisão.
Não querem que os advogados digam na frente de todo mundo que os seus clientes estão sendo acusados de um crime impossível; sua chance real de dar um golpe sempre esteve entre o zero e o triplo zero. Não querem que o povo ouça seu argumento de que não é preciso haver provas contra os réus – culpado não é quem fez isso ou aquilo, mas quem o inquisidor-chefe do processo decide que é culpado.
É assim que funciona o STF de hoje. Quando há provas indiscutíveis contra alguém que os ministros querem proteger, as provas são anuladas. Quando não há prova nenhuma contra alguém que querem perseguir, as provas não são necessárias. Como sempre ocorre quando quem tem a força deixa de ter limites, o Sistema de Justiça é substituído pela anarquia – o que vale não é a lei, é a vontade individual dos donos do governo. É inevitável que fique do jeito que está.
Voto pró-aborto de Rosa Weber mostra como STF tomou lugar do Legislativo
25/09/2023
A ministra Rosa Weber, que daqui a pouco vai se aposentar do Supremo Tribunal Federal, fez uma das piores despedidas que se pode esperar de um ocupante de função pública – embora, cada vez mais, o que se espera deles todos é cada vez menos. Rosa não deu um voto ao se manifestar sobre a questão do aborto no Brasil. Leu um manifesto de “coletivo” feminista, desprovido de raciocínios com padrão mínimo de inteligência e escrito em português infame, para anunciar o que já tinha decidido muito antes de votar – quer impor à sociedade brasileira a liberação do aborto para mulheres com até doze semanas de gravidez.
O STF não precisava votar agora sobre o tema. Aliás, o certo seria que não votasse nunca, porque essa questão só poderia ser decidida pelo Congresso Nacional. Mas a ministra fez questão de só sair do tribunal com o seu voto dado; imagina que vai ser algum tipo de “figura histórica” em favor do aborto no Brasil. O resultado foi o que se viu.
O voto pró-aborto é mais um avanço na aberração fundamental que o STF está impondo à sociedade brasileira: a eliminação sistemática do Poder Legislativo como autor das leis neste país. É a ferramenta mais simples para eliminar a participação do povo nas decisões de real importância para ele. No caso, um partido de extrema-esquerda quer anular os artigos do Código Penal que vetam o aborto salvo quando a vida da mulher está em risco, a gravidez é resultado de estupro ou o feto tem deformações incuráveis. Muito bem: tudo o que tem de fazer para isso é aprovar um projeto de lei na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Mas como não há nenhuma possibilidade de se aprovar nada de parecido, pelo menos no presente, o partido em questão corre ao STF e pede que os ministros “se manifestem” – e criem, na prática, a lei que o Parlamento não quer criar.
Já aconteceu, só para se ficar nos últimos casos, com a anulação da lei, aprovada pelo Congresso em 2017, tornando voluntário o pagamento do “imposto sindical”. Já aconteceu com a anulação do “marco temporal”, já aprovado pela Câmara e em vias de aprovação no Senado. Fica suprimido, assim, o direito do Poder Legislativo de fazer as leis do país – exigência elementar da Constituição em vigor.
Os parlamentares podem, é claro, decidir os negócios do seu interesse, como “emendas” geradoras de verba, cargos na máquina pública e coisas dessa espécie, mas têm de ficar nisso. Quando aprovam uma lei que o STF e o governo não gostam, a lei é anulada. Quando querem manter a legislação como está, ou se recusam a mexer nela, o STF declara que há “um vazio legal” e toma a decisão que os deputados e senadores não se decidiram a tomar. Um dos direitos constitucionais mais indiscutíveis do Congresso é justamente esse: o de não fazer as leis que não quer.
Há brasileiros contra e a favor do aborto. Há argumentos sérios dos dois lados. Há pessoas bem-intencionadas numa e na outra posição. É natural que seja assim. A questão envolve diretamente a proteção da vida humana e a liberdade da mulher. Na verdade, é um dos grandes divisores na nossa época. Por que a ministra Rosa acha que é a sua opinião pessoal que tem de valer? Temas assim são um caso clássico em que é a população, e só ela, que tem de decidir – e seu único representante legal, para isso, é o Poder Legislativo.
Há um abismo entre as crenças do STF e a vontade efetiva dos brasileiros
28/09/2023
É difícil achar no Brasil, em qualquer época, uma prova tão flagrante da vontade popular quanto a decisão do Congresso Nacional sobre o marco temporal que deveria regular a demarcação de reservas indígenas no Brasil. A Câmara dos Deputados aprovou por 283 votos a 155, em maio, uma lei estabelecendo que a partir de agora só poderão ser demarcadas as terras que estivessem ocupadas pelos índios até 1988, quando entrou em vigor a atual Constituição. Agora o Senado Federal, por 43 votos a 21, deu a sua aprovação ao projeto, completando o processo legal para que uma lei seja criada.
Se o Brasil fosse uma democracia, e se o poder de fazer leis viesse do povo, através dos seus representantes eleitos para o Congresso pelo voto livre e direto, a questão estaria resolvida. Mas o Supremo Tribunal Federal, por 9 votos a 2, acha que o marco temporal aprovado pelo Congresso Nacional não vale – no seu entender, ele é contrário à Constituição. O resultado é que uma decisão clara e indiscutível dos representantes do povo está sendo anulada pelo STF. De um lado, há o voto de 326 parlamentares eleitos pela população brasileira. De outro, há o voto de 9 magistrados que não passaram por nenhuma eleição; foram nomeados pela Presidência da República, como determina a lei. A vontade dos 9 vale mais que a vontade dos 326.
A lei que o Congresso aprovou vai ser vetada pelo presidente Lula, como é seu direito legal, e esse seu veto, depois, pode ser rejeitado pelos parlamentares. O caso, de qualquer forma, deixa de ser com ele. O marco, que a esquerda nacional considera uma aberração “direitista” incurável, fica vetado pelo presidente – e, a partir daí, o Congresso que resolva. O problema é que nem Lula e nem o Congresso valem nada nessa questão; tanto faz se vai haver veto, ou se o veto vai ser rejeitado ou aceito. O STF vai continuar considerando que a lei do marco temporal é ilegal. Pois é. Na democracia brasileira existe isso – a lei ilegal. Uma decisão tomada pela Câmara e o Senado juntos, na qual a posição da maioria teve o dobro dos votos da posição da minoria, vale menos que uma decisão de assembleia de condomínio.
O governo Lula sofreu a sua pior derrota parlamentar desde que assumiu suas funções no dia 1º de janeiro – é óbvio que queria a rejeição da lei, ou então que ela não fosse votada nunca no Senado. Mas a “maioria” da “base aliada”, adquirida no papel com a compra de lotes do “centrão”, não funcionou na prática. O resultado é o marco temporal – e um pacote de outras questões que agora podem ser resolvidas não como o governo quer, e sim como quer a maioria dos deputados e senadores.
Mas a questão central não é a disputa de votos no Congresso entre governo e oposição. É a evidência, cada vez mais gritante, do abismo que se formou entre as crenças do STF e a vontade efetiva da maioria dos brasileiros. Os ministros querem uma coisa. Os cidadãos querem o contrário.
Não vale dizer, como a esquerda está dizendo com graus cada vez mais agressivos de cólera, que o Congresso é ruralista, fascista, direitista, terraplanista, bolsonarista etc. etc. etc. Não “teria o direito”, por isso, de decidir nada. É irrelevante se o Congresso Nacional é isso ou aquilo, se é assim ou assado. O que realmente interessa é que esse Congresso, exatamente esse, é o único que o Brasil tem, e o único que foi eleito livremente pelos brasileiros – não foi importado da Suécia, e não vem de nenhum planeta “woke” que está na imaginação do STF, das classes intelectuais e da maior parte da mídia. Os 9 ministros, e o sistema de forças que lhes dá apoio, vão ter de conviver com os representantes desses lamentáveis 200 milhões que tanto os irritam, não pensam como deveriam pensar e não se adaptam ao Brasil desenhado pelo Supremo.
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30 setembro 2023
Tempos estranhos
Não é à toa que há uma crescente perda de credibilidade, associada ao desgaste da imagem dos principais veículos de comunicação do país. A primeira dama do Brasil, a senhora Janja da Silva, como se presidente da República fosse, foi ao Rio Grande do Sul, após decorridos meses dos primeiros registros da pior catástrofe climática que o estado sofreu nos últimos sessenta anos, anunciar ações do governo do PT em socorro à unidade federativa. Foi recebida com vaias e com o repúdio da população local, sendo obrigada, inclusive, a sair pela porta dos fundos de um hotel para evitar o contato com a população.
Poderíamos dizer que isso ocorreu em um estado onde o presidente Lula sofreu uma dura derrota nas eleições de 2022. Entretanto, no mesmo dia, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro foi a Fortaleza, no Ceará, estado em que foi derrotado. E, ao contrário da primeira-dama, foi ovacionado por uma multidão nas ruas e acolhido, calorosamente, em shoppings e nos lugares em que passou. Grande parte da imprensa nacional não publicou uma linha a respeito desses importantes fatos jornalísticos.
Parece que quem "venceu" as eleições não tem o respeito e a acolhida da população, e quem foi derrotado é homenageado por onde passa. Tempos estranhos. Não é à toa que grande parte da população, hoje, se informe através das redes sociais, que ainda são livres neste país. Ademais, há um grande movimento de parte do Judiciário e do atual governo para tentar controlar e censurar esse importante meio de comunicação.
E são nelas, nas redes sociais, que se confere, através de pronunciamentos como o indicado abaixo, proferido pelo procurador Felipe Giménez que Lula não foi eleito pelo povo brasileiro, pois "São requisitos essenciais de governança e transparência: (1) a verificação do voto pelo eleitor, (2) a contagem pública dos votos, (3) a certificação prévia independente de equipamentos e programas, (4) auditorias independentes da Justiça Eleitoral, antes, durante e após as eleições".
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27 setembro 2023
FFAA brasileiras estão sendo vilipendiadas por parcela de fardados de alta patente

Reproduzo abaixo a informação postada por Paulo Figueiredo Filho. Considero-a muito grave levando em consideração o papel das FFAA brasileiras e que estão sendo vilipendiadas por parcela de fardados de alta patente.

Tais "figuras" vieram ao conhecimento pleno da população brasileira logo após o resultado eleitoral de 2022, atingido o ápice dessa revelação com o ocorrido em 8 de janeiro de 2023 e, no dia seguinte, com a prisão das pessoas que estavam em frente ao Quartel do Exército em Brasilia. O comportamento de seus comandantes foi um desastre e uma afronta à população brasileira, inclusive com repercussões em outros países.
Com exceção do comandante da Marinha que se recusou a ir prestar continência a Lula, os demais "beijaram os pés" do novo presidente. É o que ilustram a imagem e o meme logo abaixo.

Boa leitura.
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