A semana terminou sem novidades em sua pauta. Há anos ela vem sendo a mesma: a desmoralização do STF. Desta vez através das entrevistas de Gilmar Mendes e o respectivo embate com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema. 7 x 0 pro Zema.
E não fica por aí. Bem próximo ao STF está o TSE. Este, sem que o processo eleitoral sequer tenha se iniciado, já passou a ocupar espaços nos meios de comunicação indicando que decisões estapafúrdias, novamente, vão interferir nas próximas eleições. O alvo não mudou: continuará sendo a direita, principalmente no entorno de nomes mais próximos ao Bolsonaro.
Enfim, quatro anos após 2022 os togados já estão entrando em cena. Pensando bem, nunca saíram dela. Na semana passada, Alexandre de Moraes abriu um inquérito para investigar o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, por suposta prática de calúnia contra Lula. Em nota pública, a associação de juristas Lexum apontou falhas na decisão de Moraes. A Associação questionou entre outros motivos, a ausência de análise sobre a imunidade parlamentar, prevista no artigo 53 da Constituição, e levantou dúvidas sobre a imparcialidade na condução do caso. Na avaliação da Lexum, a abertura de inquéritos contra adversários políticos em período pré-eleitoral pode produzir um “efeito de silenciamento”, ao impor custos jurídicos e reputacionais que desestimulam a crítica.
Os episódios têm um ponto em comum: atingem diretamente quem se opõe ao
consórcio Lula-STF. Flávio, por exemplo, lidera diversas pesquisas de intenções de voto. Zema, por sua vez, se consolidou como um dos principais nomes do conservadorismo na disputa presidencial.
Contudo, apesar das tentativas do STF e do TSE de reescrever o roteiro de 2022, o cenário agora é outro. Antes intocáveis, ministros passaram a enfrentar desgaste público em razão do escândalo que envolve o Banco Master, entre outros.
Pesquisas de opinião reforçam o descontentamento dos brasileiros com os ministros. Levantamento da Futura Inteligência, em parceria com a Apex Partners, mostra que 43,4% dos brasileiros avaliam a atuação do STF como ruim ou péssima, ante 28,4% que a classificam como ótima ou boa; outros 23,8% a consideram regular. Esse resultado reforça a perda de apoio na opinião pública e contrasta com o ambiente observado na eleição anterior, quando a Corte operava sob maior respaldo institucional.
Fico pensando onde estão os profissionais do direito e os devidamente credenciados para agirem efetivamente contra os crimes do stf, hoje somente apoiado pela gang comunista X socialista ATEIA satânica que desgoverna o Brasil atual, porque estão sendo beneficiados pelos crimes.
ResponderExcluirEleições 2026. Legislação ignorada, TSE já em ação
ResponderExcluirEste ano ainda teremos presos provisórios votando nas eleições, foi o que decidiu o Tribunal Superior Eleitoral. A decisão do TSE contraria o que foi aprovado pela Lei Antifacção, sancionada em fevereiro.