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09 janeiro 2019

VOU-ME EMBORA PRÁ PASÁRGADA. LÁ SOU AMIGO DO REI

Eu irei me manter implacável: acertou, terá o meu aplauso entusiástico. Errou, terá o meu veemente repúdio. 

O próprio Bolsonaro em seu discurso, durante a posse dos presidentes dos bancos governamentais (BNDES, BB e CEF), afirmou: "se errarmos vocês sabem quem voltará". 

As suas duas principais bandeiras para ganhar as eleições foram: segurança e combate a corrupção/desmandos/aparelhamento no governo. Basta o Jair Messias Bolsonaro dar conta disso para, ao final de seu governo, ser louvado.

No caso especifico do filho do General Hamilton Mourão, mesmo que ele possua todos os requisitos para a sua nova função, não deveria ser promovido para nenhum cargo que furasse a progressão funcional no Banco do Brasil.  

Entretanto, em uma só canetada, o Amigo do Rei, digo Amigo do Capitão, foi de APC para P2 (de sargento para coronel). Em checagem rápida com funcionários graduados do Banco do Brasil, a informação obtida é de que há funcionários mais antigos e de competência igual ou superior ao que foi promovido.

Esse caso é um mau exemplo para o governo que se inicia e para o País. A porteira foi aberta.

Nesses tempos atuais continua sendo válida a frase: "À mulher de César não basta ser honesta, deve, também, parecer honesta". 

Ou o Bolsonaro pega a vareta e rege a sua orquestra com rigor, ou então, rapidamente, se tornará o maestro do Titanic Brasil.



PS.: 

06 janeiro 2019

ORDENHADOR ÁVIDO

O jornalista Merval Pereira, repetindo o que fez em 2018 e continua fazendo em 2019, falou bobagens mais uma vez em seu artigo em O Globo deste domingo (06/01), com o propósito de criticar o presidente Jair Bolsonaro.

Desta vez, o Merval afirmou que "Bolsonaro foi identificado como o que mais ajuda ricos, primeira vez em que um candidato à Presidência da República liderou a disputa com essa definição, que era depreciativa e hoje parece ser uma qualidade almejada pela maioria com sonhos de ascensão social".

Ora, os números mostram que o Merval mentiu mais uma vez. O Bolsonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos e o Brasil, segundo o IBGE, não possui essa quantidade de ricos: 63,7% de sua população recebe menos que um salário mínimo. Os que recebem mais do que R$5.214,00/mês só compõem apenas 10% da população. E os ricos mesmo não são mais do que 1%.

Junto-me aos que dizem que o Merval Pereira é um idiota, como o meu amigo Ronaldo Conde Aguiar em sua página no Facebookapós assistir a entrevista da ministra Damares Alves na GlooboNews:

"O idiota da noite foi o Merval Pereira, que, conforme o Velhote já disse aqui, é sempre agressivo quando o entrevistado é mulher. Merval atacou covardemente a Marina e, ontem, tentou fazer o mesmo com a Damares. Quando o entrevistado é homem, como foram os casos do Bolsonaro, Paulo Guedes e Ciro Gomes, ele pisa de mansinho. Não sei se Merval não gosta de mulher ou se é apenas um covarde. Talvez as duas coisas."

"Merval Pereira jamais escreveu algo que mesmo longinquamente pudesse ser chamado de livro, mas reuniu artigos que publicou em O Globo – e, por causa disso, e contando com os bons auspícios da família Marinha, de quem é um ordenhador ávido, tornou-se imortal. "



05 janeiro 2019

MAIS UM SINTOMA DO DECLÍNIO DA GRANDE MÍDIA


Passei os olhos nas manchetes dos quatro maiores jornais do País, deste sábado (05/01). É desastroso e lamentável ver o nível a que chegaram. Em nenhum deles há textos construtivos, substantivos a favor do desenvolvimento do #Brasil.
Ao contrário do que deveria ser posto à disposição dos leitores, as matérias são dedicadas a fatos irrelevantes, notadamente desejando ridicularizarem componentes do governo que tomou posse há cinco dias.
Tais manchetes me fizeram lembrar da época em que morei no Rio e lá se dizia que se alguém desejasse beber sangue comprasse um exemplar do jornal O Dia.
É o que está ocorrendo hoje em todo o Brasil, desta vez desejando-se - toda a grande mídia - que o "jorramento de sangue" seja o do Brasil como Nação. Nela, está difícil se encontrar um bom conteúdo, seja lá qual for o seu canal de divulgação.



02 janeiro 2019

AS NOVAS TECNOLOGIAS NA POSSE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

As novas tecnologias permitiram, neste primeiro dia de ano novo no Brasil, ouvir, ver, presenciar uma festa cívica em Brasília que deixou encantados os brasileiros e muita gente mundo afora.

Em números oficiais, as autoridades declararam que 115 mil pessoas estiveram presentes na Esplanada dos Ministérios, enquanto outras 100 milhões, à distância de metros ou de quilômetros, acompanharam as solenidades, em tempo real, pelas redes de comunicações digitais.

Áudios, fotos e todo tipo de imagens, de natureza pessoal, ou não, eram transmitidas instantaneamente para o mundo todo em comunicação bidirecional, passando aquele sentimento de realização de uma festa em que todos estavam presentes e manifestando suas impressões sobre o que estava acontecendo.

Foi bom ver o nosso novo presidente se sentido totalmente à vontade nesse ambiente. Aliás, foi usando as redes sociais que, de forma indiscutível, aproximou-se diretamente dos brasileiros e venceu as eleições.

Nesse sentido, em pleno curso da posse, tão logo o presidente Jair Bolsonaro terminou o seu discurso no Congresso Nacional, recebeu, via Twitter, uma mensagem do presidente dos Estados Unidos cumprimentando-o e, em seguida, recebendo a respectiva resposta. As mensagens estão reproduzidas aqui: "Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro, que acaba de fazer um ótimo discurso de posse. Os EUA estão com você".

E bem antes de atravessar o percurso entre o Congresso e o Palácio do Planalto, Bolsonaro respondeu: "Caro senhor presidente Donald Trump, eu realmente aprecio suas palavras de encorajamento. Juntos, sob a proteção de Deus, iremos trazer prosperidade e progresso ao nosso povo!"

As novas tecnologias também supriram as redes de comunicações convencionais, especialmente a televisão, ao ponto de serem destacadas em um dos blocos do Jornal Nacional:

"Historicamente, sempre que o Jornal Nacional sai do estúdio para fazer uma transmissão ao vivo, ao ar livre, como essa em Brasília, uma das primeiras providências é estender centenas e centenas de cabos até um caminhão de externa. Esse caminhão era responsável por mandar som e imagem daqui pra emissora. Era. Aqui em Brasília, esse ano, não tem caminhão de externa. Nós estamos fazendo a chamada produção remota. Não tem caminhão porque tem o rack. É um equipamento supercompacto e potente. É como se eu estivesse dentro do estúdio do Jornal Nacional no Rio de Janeiro."

Finalizando, não poderíamos deixar de citar o uso das novas tecnologias no capítulo da segurança. Do chão, dos automóveis, dos tetos dos edifícios, dos balões com câmeras e dos aviões que sobrevoaram o espaço aéreo de Brasília, em todos os momentos elas estavam presentes, especialmente as TICs.

Parabéns a Ciência, a Tecnologia e a Inovação !