Translate

13 janeiro 2024

8 de janeiro, o mais recente "dia santo" do calendário brasileiro

O (des)governo Lula, o Supremo Tribunal Federal e o seu sistema de apoio resolveram que o dia 8 de janeiro de 2023 não acabou e, no que depender deles, não vai acabar nunca. Acabaram de fazer uma comemoração oficial da data; é o mais recente dia santo do calendário brasileiro.

Segundo a revista Oeste, "utilizaram a oportunidade para insistir, como vêm fazendo há um ano, que a balbúrdia ocorrida naquele dia em Brasília foi uma “tentativa de golpe de Estado”. É uma alucinação. 

Um ano inteiro de investigações sobre o caso, no STF e na grande delegacia de polícia em que se transformou o serviço público no Brasil, não conseguiu produzir uma única prova de golpe, ou de qualquer coisa remotamente parecida com um golpe. 

Mas não é só isso — mais uma invenção como as obras do PAC, a nova posição de “líder mundial” atribuída ao presidente Lula e a picanha. O “8 de janeiro” perpétuo tem um propósito muito mais destrutivo:  

impedir que o Brasil volte a ter um ambiente de paz política, de convívio entre ideias diferentes e de liberdade real para escolher os governantes pelo voto de todos os cidadãos".

*. *. *

A quem interessa perpetuar a narrativa de que, em 8 de janeiro de 2023, houve uma tentativa de golpe de Estado no país?

Vamos começar vendo este vídeo que a mídia comunista militante nunca quis mostrar. São bastante elucidativas as diferenças entre os propósitos dos lulistas e os bolsonaristas que compareceram à Praça dos Três Poderes em 08/01/2023.



A tese de golpe não chega a ser uma novidade dentro do PT. Foi amplamente explorada durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. A então senadora Fátima Bezerra (PT-RN), hoje governadora do Rio Grande do Norte, repetia em todos os seus discursos, de forma constrangedora: “É ‘gopi’”. Tanto naquela época quanto agora, essa teoria é usada como cortina de fumaça em um momento bastante oportuno para o governo de plantão.

Lula apresenta-se, ao lado do PT, como “guardião da democracia”, ao mesmo tempo em que trabalha para impor um discurso único, exterminando o contraditório. Nós, “os bons”, contra eles, “os maus”. Um roteiro digno das distopias de George Orwell.

O controle das mídias sociais, a propósito, passou a ser a grande obsessão do governo federal. Com o apoio de parte da mídia e de integrantes do Judiciário, entendeu que precisa calar aqueles que pensam de forma diferente para impor sua narrativa. 

“Nossa democracia estará sob constante ameaça enquanto não formos firmes na regulação das redes sociais”, declarou Lula em solenidade alusiva aos atos de 8 de janeiro. “É o momento de olharmos para o futuro e reafirmarmos a urgente necessidade de neutralização de um dos grandes perigos modernos da democracia: a instrumentalização das redes sociais pelo novo populismo digital extremista”, endossou o ministro do STF Alexandre de Moraes no mesmo evento. 

O mesmo Lula que estimula o ódio contra seus oponentes é o que foi alçado ao poder ao lado de nomes como Dilma Rousseff, José Genoino e José Dirceu, que no passado (o comunismo no Brasil) tiveram envolvimento com movimentos armados (diferentemente da maioria dos que estiveram nos protestos em 8 de janeiro de 2023).

Ex-integrantes de organizações que no passado se envolveram em atos considerados terroristas foram beneficiados pela reconciliação do país, que se deu com o projeto de anistia e redemocratização

Infelizmente, Lula não tem estatura para reconhecer isso. Demonstra não saber exatamente o que é a democracia. 

12 janeiro 2024

Urna eletrônica / Voto impresso - Senado discutiu as implicações do uso da tecnologia no processo eleitoral brasileiro

Em dezembro último (12/12/2023) a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT) realizou audiência pública para discutir as implicações do uso da tecnologia no processo eleitoral brasileiro. Participaram da reunião parlamentares, especialistas da área de tecnologia e um jurista.


Presidida pelo senador Izalci Lucas (DF), foram ouvidos  como palestrantes as seguintes pessoas, citadas pela ordem de seus pronunciamentos:

  1. Amilcar Brunão Filho - Auditor do Comitê Multidisciplinar Independente, que relatou toda a sua experiência com o sistema e o processo eleitoral eletrônico brasileiro, desde o seu início em 1996. A sua conclusão final (38') é triste e vergonhosa e tem como principal motivo o acúmulo de poder pelo STF/TSE.
  2. Carlos Manuel Baigorri - Presidente da Anatel, falou por poucos minutos e não se envolveu na análise do processo.
  3. Adriel Tavares de Andrade - Tecnólogo em Automação Industrial, que mostrou a diferença de resultados obtidos nas diversas urnas eletrônicas por ano de fabricação.
  4. Pedro Antônio Dourado de Rezende - Professor de Ciência da Computação, especialista em segurança de informação e membro do Comitê Multidisciplinar Independente.
  5. Carlos Rocha - presidente do Instituto Voto Legal, engenheiro formado pelo ITA, liderou o desenvolvimento e a fabricação da urna eletrônica inicial, em 1995/96. Logo no início ele lembra que essa urna, modelo mais antigo, fazia a impressão do voto. Apresentou também uma nova proposta para o sigilo do voto. Deixou várias sugestões para o aprimoramento do sistema eleitoral.
  6. Felipe Marcelo Gimenez - Procurador do estado de Mato Grosso do Sul. Enfatizou a necessidade da contagem pública dos votos, fato este que foi retirado do povo a partir da implantação do voto eletrônico. No momento atual o sistema e os resultados eleitorais não estão sob o domínio dos eleitores.

Seguiu-se, após os respectivos pronunciamentos, comentários dos parlamentares presentes e as conclusões finais de cada palestrante. Abaixo a íntegra do vídeo dessa audiência no canal oficial do Senado no Youtube. Aprende-se muito assistindo-o.


Finalmente, não resta dúvida que essa audiência foi importante não só pelo conteúdo mas, também, por ser bastante oportuna como ponto de partida para a retomada das discussões sobre esse assunto.

Do exposto ficou claro que as sugestões de aperfeiçoamento do processo eleitoral são bem vindas, sob todos os aspectos mencionados, além de não deixar dúvida de que o buraco é mais embaixo e que a ameaça existente sabiamente está representada nesta imagem. 

Acorda Brasil.



Ex-chanceler Celso Lafer critica, em bases jurídicas, o governo brasileiro por ter apoiado à África do Sul

Nesta quarta-feira (10/01/2024) Lula declarou o apoio do Brasil (não dos brasileiros) ao pedido da África do Sul para condenar Israel por genocídio, através da Corte Internacional de Justiça.

Ao contrário de Lula, diversos outros países, como os EUA e a Alemanha (veja aqui) têm se manifestado condenando a iniciativa da África do Sul.

No Brasil, as manifestações contrárias a esse posicionamento, que envergonham, cada vez mais, a nação brasileira estão se multiplicando. Uma delas, de forma oficial, através de carta, foi encaminhada ao Itamaraty.

De autoria do ex-chanceler Celso Lafer, a carta critica, em bases jurídicas, o governo brasileiro por ter apoiado a iniciativa da África do Sul contra Israel. Confira a íntegra da carta nas imagens abaixo.





11 janeiro 2024

É o Brasil desarrumado

Foi a definição dada pelo ex-ministro Marco Aurélio Mello em entrevista ao Poder360 nesta quinta-feira (11/01/2024), sobre a indicação de Ricardo Lewndowski para o cargo de Ministro da Justiça.

“O caminho deve ser inverso –do Ministério da Justiça para o Supremo. Um ministro aposentado ser auxiliar do presidente da República, demissível a qualquer momento? Isso não passa pela minha cabeça. Mas, paciência, é o Brasil ‘desarrumado'”, afirmou Marco Aurélio ao Poder360.

Durante o anúncio, Lula disse também que sempre sonhou em ter no STF um ministro com a cabeça política, referindo-se ao Flavio Dino que assumirá o cargo no próximo dia 22 de fevereiro de 2024. Claro, Lula reler diariamente a cartilha do Foro de São Paulo.

Porém, retornando ao que disse Marco Aurélio, muita gente achou que ele foi modesto em sua definição sobre o Brasil atual. Ele não deixa de ter razão mas há gente que vai mais além sobre a realidade política brasileira de 2024. Confira.




Nota oficial da embaixada de Israel no Brasil


Hoje assistimos a uma das maiores demonstrações de hipocrisia da História, agravada por uma série de afirmações falsas e infundadas.

A África do Sul, que funciona como o braço legal da organização terrorista Hamas, distorceu totalmente a realidade em Gaza após o massacre de 7 de outubro e ignorou completamente o fato de que os terroristas do Hamas se infiltraram em Israel, assassinaram, executaram, massacraram, violaram e raptaram cidadãos israelenses, simplesmente porque eram israelenses, numa tentativa de levar a cabo um genocídio. 

 A África do Sul pretende permitir que o Hamas repita os seus crimes de guerra, crimes contra a Humanidade e crimes sexuais que cometeu repetidamente em 7 de outubro, como declararam seus líderes várias vezes. 

 Os representantes do Hamas no Tribunal, os advogados sul-africanos, também ignoram o fato de o Hamas utilizar a população civil de Gaza como escudos humanos e operar a partir do interior de hospitais, escolas, abrigos da ONU, mesquitas e igrejas com a intenção de pôr em perigo a vida dos habitantes da Faixa de Gaza. 

 O Hamas continua mantendo em cativeiro 136 reféns, sem acesso a representantes da Cruz Vermelha ou a cuidados médicos. 

 O Estado de Israel continuará a proteger os seus cidadãos de acordo com o direito internacional, distinguindo simultaneamente entre os terroristas do Hamas e a população civil e fará tudo o que estiver ao seu alcance para libertar todos os sequestrados e eliminar a organização terrorista Hamas, uma organização terrorista racista e antissemita que, em seu estatuto de fundação, defende a destruição do Estado de Israel e o assassinato de judeus.


* * *

Ontem (10/01/2024) Lula declarou o apoio do Brasil (não dos brasileiros) ao pedido da África do Sul para condenar Israel por genocídio, através da Corte Internacional de Justiça, com o apoio de sua "muié", através de mensagem publicada na sua conta no X.

Lula também tem tentado minimizar os crimes cometidos pela Rússia ao invadir a Ucrânia.

Em contraposição, o governo dos EUA rejeitou, também nesta quinta-feira (11), essa acusação. Em um comunicado, o Departamento de Estado americano defendeu o direito de Israel de se proteger dos atos terroristas do Hamas e afirmou que as alegações de genocídio do país sul-africano são “infundadas” e “sem base factual”.

O genocídio é um dos atos mais hediondos que podem ser cometidos por qualquer entidade ou indivíduo, e tais acusações só devem ser feitas com o máximo cuidado. Israel tem o direito de se defender contra os atos terroristas do Hamas”, disse o comunicado.

O governo americano também acusou os que atacam violentamente Israel de serem os que “continuam clamando abertamente pela aniquilação de Israel e o assassinato em massa de judeus”.

A Alemanha também emitiu NOTA rejeitando essa acusação de genocídio reiterada por outros países. A nota: 

“Sabemos que diferentes países avaliam de forma diferente a operação de Israel na Faixa de Gaza. No entanto, a Alemanha rejeita firme e expressamente a acusação de genocídio agora feita perante o Tribunal Internacional de Justiça contra Israel.”

O que está por trás disso tudo? 

Entre as respostas possíveis, virar as costas para a única democracia e aliar-se cada vez mais aos ditadores da Região.

Atualização: 12/01/2024 16:10 h

Falso brilhante

Falso Brilhante foi o décimo quarto álbum de estúdio da cantora brasileira Elis Regina, lançado no Brasil em 1976 pela gravadora Phonogram. O álbum surgiu de um espetáculo planejado para contar a história de vida e profissional de Elis Regina.


O álbum está na lista dos 100 maiores discos da música brasileira, de acordo com a revista Rolling Stones. Segundo o Jornal do Brasil, o álbum vendeu cerca de 182 mil cópias no Brasil, até 23 de março de 1980, sendo o disco mais vendido da carreira da cantora.

Atualmente, Falso Brilhante é considerado não apenas um dos maiores sucessos da carreira de Elis Regina, como um dos discos mais representativos da MPB dos anos 1970.

Antecedentes - O Espetáculo Falso Brilhante

Em 1975, Elis Regina estreou uma temporada solo intitulada Falso Brilhante, com o objetivo de contar sua história, vida e carreira, sem deixar de lado as críticas à ditadura militar brasileira. 

Tudo isso num ambiente um tanto circense. As apresentações, sob direção cênica de Myriam Muniz e direção musical de Cesar Camargo Mariano, ocorreram no Teatro Bandeirantes, ficando em cartaz por praticamente dois anos, de 1975 a 1977. 


Ocorreram, apenas em São Paulo, 257 apresentações, com público aproximado de 280 mil pessoas. O título, Falso Brilhante, foi extraído do bolero “Dois pra lá, dois pra cá”, de João Bosco e Aldir Blanc, lançado por Elis em novembro de 1974, sendo ressignificado como metáfora de sua vida.

“Sentindo frio em minh’alma / te convidei pra dançar / a tua voz me acalmava / são dois pra lá, dois pra cá / no dedo um falso brilhante / brincos iguais ao colar / e a ponta de um torturante / bandaid no calcanhar...”

Devido à popularidade do espetáculo Falso Brilhante, foi solicitado que Elis e seus músicos gravassem parte do repertório em estúdio para que fosse lançado um LP. O disco foi gravado em apenas dois dias entre as folgas das apresentações ao vivo e, talvez por isso mesmo, Falso Brilhante foi, à época, tido como produção de qualidade menor, em termos técnicos e de arranjos.

O Beco das Garrafas

O Beco das Garrafas fica na Rua Duvivier, no Rio de Janeiro. É uma rua estreita e sem saída. Batizado inicialmente como ‘Beco das Garrafadas’, surgiu do costume dos moradores dos edifícios dali jogarem garrafas nos frequentadores das boates que ficavam na rua. No início da década de 1960 havia quatro boates muito famosas: Ma Griffe, Bacará, Little Club e Bottle’s. 

O Beco - onde Miele e Bôscoli iniciaram suas carreiras - era um lugar que os fascinava. Estavam sempre lá em busca de bebida, boa música e amor ao Beco. 

Fascinados ficaram também ao se depararem com uma cantora minúscula, de voz forte, alegre, vibrante e senso rítmico espetacular. Foi nesse mesmo período que Elis conheceu o incomparável Lennie Dale.




08 janeiro 2024

A garantia de nossa democracia está em xeque

Decorridas menos de 24 horas do evento "Democracia Inabalada", realizado nesta segunda-feira (08/01/2024), constata-se que os cidadãos irão ficar mais atentos dioturnamente.

Os brasileiros passaram a ter mais motivos para temer que nossa democracia não está garantida e passará a ecoar de maneira mais enfática suas preocupações, considerando o que hoje ouviu no referido evento

O que vai acontecer nas próximas eleições? Ficou um sentimento de maior aterrorização com o que poderá acontecer mesmo depois de tudo o que já se conviveu nas eleições de 2022. 

O que se ouviu daquele púlpito de intimidação afetará de maneira crescente esse sentimento. 

Repetindo, o sentimento que ficou é o de que não podemos considerar nossa democracia garantida. 

E não é porque as pessoas estão passando demasiado tempo nos seus telefones e nas redes sociais, conforme já insinuou, certa vez, um dos oradores do evento, ou por causa do ex-presidente Bolsonaro que nunca foi uma ameaça a democracia e que sai às ruas em qualquer lugar do País e imediatamente é ovacionado.

Saiba mais sobre esse assunto lendo: A grande farsa do 8 de janeiro

Sem democracia no Brasil

É o que se pode concluir após o término do evento "Democracia inabalada", promovido pelo consórcio composto pelas lideranças dos poderes executivo, legislativo e judiciário, realizado no Salão Negro do Senado Federal, neste 8 de janeiro de 2024, com duração aproximada de uma hora e meia.

Essa conclusão se tornou óbvia ao se analisar, mesmo sem necessidade de maior profundidade, os discursos de ódio proferidos pelos representantes do consórcio. Ódio é  algo inexistente em uma DEMOCRACIA.

De forma escancarada, nesse cercadinho (na rua, em ambiente aberto jamais seria realizado), os brasileiros de bem foram tratados como otários e denominados de aprendizes de terroristas, como disse um dos membros do consórcio que usou da palavra.

Também se pode depreender dos respectivos discursos que os seus autores não desejam uma democracia no Brasil, ao deixarem, de forma clara e contundente, repetidamente, o desejo da implantação de restrição das liberdades individuais, da censura e até da eliminação da oposição.

Em sentido oposto ao evento do consórcio, de ontem para hoje, várias personalidades se pronunciaram dizendo que jamais os eventos ocorridos em 8 de janeiro de 2023 podem ser classificados como tentativa de golpe e de atentado à democracia. Dentre elas, com disponibilidade de acesso às suas manifestações, podemos citar: Miro Teixeira, Aldo Rebelo, Ives Gandra e  José Múcio Monteiro.  Aqui também.

A pesquisa da AtlasIntel também mostra que a
democracia é defendida por 80%.

Veja também: A garantia de nossa democracia está em xeque.


07 janeiro 2024

A grande farsa do 8 de janeiro

A propósito da programação para o próximo dia 8 de janeiro (segunda-feira), que está sendo promovida por Lula, mais uma vez, ele faz uso de sua prática contumaz (mentir) para enganar o provo brasileiro, como o fez em sua última entrevista à Globo.

Contudo, além de ninguém querer mais ouvir Lula, a comunicação de uma única via deixou de existir há muito tempo e as respostas ao que ele fala imediatamente surgem dos quatro cantos do País, sejam por escrito ou através de vídeos.

Esta por exemplo, neste curto vídeo "A farsa do 8 de janeiro", Antonio Fernando Pinheiro Pedro, de forma bastante simples, sem tergiversação, retrata com precisão o que ocorreu no dia 8 de janeiro de 2023, ao comentar a entrevista de Alexandre de Moraes.

Antônio Pinheiro afirma (leia a transcrição do vídeo no YouTube) que o 08 de janeiro parece ser uma grande farsa engendrada pelo próprio governo, com o intuito de incriminar os manifestantes em Brasília.

"O que houve, portanto, foi um "gatilho" armado para justificar as medidas de exceção e censura... que já levaram à morte de inocentes injustamente presos... e à caracterização de uma ditadura em curso, sob o malho de um judiciário "engajado" e de um governo notoriamente predador. 

Vivemos um regime que se alega democrático, mas, na verdade, a cada dia, se revela uma patética ditadura bolivariana. 

Por isso, o dia 8 de janeiro deveria ser decretado, não como "dia da infâmia" - pois infâmia é o que passamos a sofrer DEPOIS dessa data. Sugiro que a data seja tida, por quem ama o Brasil, a economia de mercado, a família e os valores morais que sustentam a democracia, como o "Dia do Patriota", e os cidadãos mortos quando injustamente presos, em função do episódio, devidamente homenageados, como vítimas do que pode ter sido uma enorme farsa."

Essa manifestação do Antônio Pinheiro é também um exemplo e um estímulo a todos os brasileiros para não ficarem calados. Manifeste-se da forma que lhe for mais conveniente, compartilhando a sua opinião e/ou a sua análise dos fatos, de forma pessoal ou através da Internet. Comece, faça isto já.

Saiba mais sobre esse assunto lendo: A garantia de nossa democracia está em xeque


3 meses da guerra Israel x Hamas: Briefing de imprensa do porta-voz das FDI

Israel comunicou o desmantelamento do quadro militar do Hamas no norte da Faixa de Gaza e que continua buscando o mesmo no centro e no sul da Faixa.

Na área de Jabaliya, eliminou o comandante do batalhão, os subcomandantes da brigada e 11 comandantes de companhia que lideravam os terroristas no terreno, entre eles o terrorista sênior Ahmad Randor.

Lá se vão três meses de guerra. Para Israel, um dos objectivos da guerra é desmantelar o Hamas. Isto significa desmantelar as capacidades militares que o Hamas construiu ao longo dos anos e utilizou para levar a cabo o massacre bárbaro de 7 de Outubro.

Abaixo o contexto para se entender melhor o que lá ocorre

O Hamas está estruturado em batalhões. Os batalhões do Hamas utilizam um complexo sistema subterrâneo com infra-estruturas para fabricar armas, salas de guerra, centros de comando e controlo e capacidade para lançar foguetes acima e abaixo do solo. 

Os terroristas deslocam-se entre diferentes áreas da Faixa de Gaza utilizando essa infra-estrutura, o que lhes permite fazê-lo secretamente. As fortalezas do inimigo estão localizadas sob e perto de locais civis sensíveis, como o Hospital Indonésio, que você vê aqui no vídeo, e ao lado dele uma escola, usada pelo Hamas como escudo humano. 

Os terroristas do Hamas movem-se desarmados, vestidos com roupas civis, plantando explosivos para as forças das FDI (Forças de Defesa de Israel) nas ruas e na entrada dos túneis. Como é essa luta em campo? 

A Faixa de Gaza abrange 365 quilômetros quadrados e sua população é de mais de dois milhões de pessoas. No norte da Faixa de Gaza foi iniciada a operação terrestre e tem sido palco dos principais confrontos nos últimos três meses. 

No norte da Faixa de Gaza, o Hamas tinha duas brigadas militares com 12 batalhões no total, compostas por cerca de 14.000 terroristas no total. 

De Jabaliya, por exemplo, centenas de terroristas cometeram o massacre assassino nas comunidades de Sderot, Nir Am, Erez, Kfar Aza e Netiv HaAsara no dia 7 de Outubro. 

Eles massacraram civis e sequestraram outros para Jabaliya. Jabaliya é uma área densamente povoada, como você pode ver no vídeo abaixo, com cerca de 25 mil edifícios. Antes de se entrar numa área tão densa para combate, a população foi evacuada com o objectivo de prevenir danos e proteger os civis e, ao mesmo tempo, permitir a acção militar, uma vez que priva o Hamas de protecção sob o disfarce de populares e permite distinguir as pessoas entre a população e os terroristas do Hamas. Isto protege as FDI e a população civil não envolvida. 

Depois de evacuar a maioria dos residentes, antes da entrada das forças terrestres das FDI, a Força Aérea Israelense lança ataques. Atingi-se infra-estruturas subterrâneas, terroristas, postos de vigia e casas equipadas com explosivos. Só em Jabaliya, cerca de 670 alvos aéreos foram atingidos antes da entrada das forças terrestres. Atacou-se com precisão, com base na inteligência e de acordo com o direito internacional. Tudo isso permitiu condições ideais de entrada para as FDI.

O desmantelamento do Hamas possui cinco objectivos – o primeiro e mais importante, eliminar os comandantes do Hamas, impactando assim o seu comando e controle. Nestes ataques, na área de Jabaliya, foram eliminados o comandante do batalhão, os subcomandantes da brigada e 11 comandantes de companhia que lideravam os terroristas nessas áreas. O terrorista sênior que se eliminou na área é Ahmad Randor; você pode vê-lo aqui na foto (vídeo)  sentado com seu escalão de comando em seu bunker subterrâneo, a 40 metros de profundidade. 

Com precisão foram atacados e eliminados todas as pessoas que estavam com ele. A eliminação dos comandantes dificultou o combate organizado dos terroristas e levou à rendição de muitos deles. 

O segundo objectivo é o combate terrestre contra os terroristas. As FDI cercaram e limparam a área de Jabaliya, o que significa que a combinação de forças blindadas, cerca de 200 tanques, forças de engenharia de combate, forças de infantaria e forças especiais cercaram a área de Jabaliya de várias direções simultaneamente. 

Tudo isso com inteligência e apoio aéreo de dezenas de aeronaves que atacam qualquer ameaça rapidamente. As FDI dirigiram os caças que atingiram cerca de 300 alvos. A colaboração entre a Força Aérea Israelita e as forças terrestres não foi vista em nenhuma outra guerra até esta data. Mesmo neste momento (do vídeo) os jatos da Força Aérea Israelense continuam a acompanhar as forças terrestres e a atacar qualquer ameaça às FDI. 

Os soldados das FDI no terreno estão lutando bravamente. Eles eliminam células terroristas que disparam de dentro de casas, aberturas de túneis e becos; As FDI travam batalhas corpo-a-corpo com terroristas. 

Esta filmagem, da Go-Pro de um soldado ferido por um terrorista, mostra o soldado se levantando, atacando e eliminando um terrorista. Existem dezenas dessas operações no campo. 

Combater o terrorismo é complexo e dispendioso. Infelizmente, também custa a vida das FDI.



O poder da IA ​​e seu impacto no plágio


Agora que se sabe que o corpo acadêmico de cada membro do corpo docente de todas as faculdades e universidades dos EUA (e eventualmente do mundo) será analisado por plágio, é importante perguntar quais serão as implicações.

Se todos os membros do corpo docente obedecerem aos atuais padrões de plágio das suas próprias instituições, e as universidades aplicarem as suas próprias regras, provavelmente terão de despedir a maioria substancial dos seus membros do corpo docente.

Nas últimas semanas têm sido divulgados os esforços para ajudar a se resolver os problemas em Harvard, MIT, Penn e o sistema de ensino superior nos EUA. Dito isto, a maioria tem sido pessimista quanto a oportunidade para a mudança necessária, já que quase todos acreditam que serão necessárias décadas para resolver o problema devido ao sistema de estabilidade vitalícia para o corpo docente.

A boa notícia, porém, é que, com a IA, livrar-se de docentes efetivos não é mais um grande desafio, porque é muito mais fácil demitir docentes que tenham problemas com seu histórico acadêmico. 

É quase certo que os autores perderão algumas aspas e não citarão ou fornecerão atribuição adequada a outro autor em pelo menos uma porcentagem modesta das páginas de seus artigos. Porcentagem de páginas em vez de número de ocorrências, já que o plágio de hoje pode ser melhor compreendido em comparação com erros ortográficos anteriores ao advento da verificação ortográfica.

Por exemplo, não seria justo dizer que dois artigos estão repletos de erros ortográficos se cada um tiver 10 erros, quando um artigo tiver 20 páginas e o outro 220. O padrão tem que ser um padrão percentual.

Quão difundidos são os erros de ortografia/plágio? é outra pergunta que deve ser feita. O suposto plágio aparece numa pequena minoria dos artigos ou na maioria dos trabalhos?

É importante ressaltar que os acadêmicos mais produtivos e importantes correm maior risco no sistema atual porque quanto mais artigos e páginas escrever, maior será a probabilidade do autor ter perdido uma citação ou algumas aspas, e é muito mais provável que alguém o faça. 

O plágio é a maior ameaça para os estudiosos mais destacados e mais citados, porque se ninguém ler o seu trabalho e o autor não tiver um perfil público (nem for casado com uma pessoa importante), ninguém jamais perderá tempo para olhar .

Quanto mais impactante e importante for o trabalho, maior será a probabilidade dele ser analisado por plágio. Mas se foi publicado apenas uma dúzia de artigos de extensão modesta e os artigos não são particularmente impactantes ou altamente citados, o risco de um autor ter um grande número de casos de plágio e dele ser descoberto deve ser relativamente pequeno.

Se você pensar sobre para que foram criados os padrões de plágio, o objetivo era proteger os acadêmicos do roubo de sua propriedade intelectual. E proteger a propriedade intelectual é extremamente importante, pois é a força vital dos autores, compositores, investigadores, designers, arquitectos, artistas, empresas e, efetivamente, de todas as instituições modernas.

Curiosamente, embora a IA possa identificar o plágio, a própria IA é o plágio definitivo. Grandes modelos de linguagem são construídos intencionalmente a partir do trabalho de outros, já que os computadores não possuem conhecimento inato, pelo menos não ainda.

Como resultado da IA, todas as instituições de ensino superior terão de atualizar os seus padrões de plágio.

A boa notícia é que, provavelmente, nenhum artigo escrito por um membro do corpo docente após os acontecimentos da semana passada será publicado sem uma cuidadosa revisão da IA ​​em busca de plágio, o que, à luz dos acontecimentos recentes, tornou-se uma certeza.

Mas o que deve se fazer com os artigos escritos antes de hoje, que inevitavelmente serão reprovados em um teste de plágio de IA? A resposta será que existem diferentes tipos de plágio.


Algum plágio se deve à preguiça do autor. A preguiça não é uma boa desculpa para um docente, mas não parece ser crime. É mais um reflexo da competência e motivação do docente. 

Algum plágio surge por se ser humano, pelo menos antes dos sistemas de IA. Um membro efetivo do corpo docente com milhares de páginas de trabalhos publicados antes do lançamento dos sistemas de IA poderia(á) cometer alguns erros não intencionais. Quanto mais artigos publicar e quanto mais páginas tiverem, maior será a probabilidade de casos de plágio.

Outros tipos de plágio, no entanto, são muito mais perniciosos, como por exemplo, quando ideias importantes são roubadas intencionalmente sem atribuição. A pior forma de plágio seria o caso em que um autor roubasse propositadamente o trabalho de outra pessoa e o apresentasse como seu, e isso representasse uma parte importante do novo artigo. Presume-se que este tipo seja raro, mas é claramente um roubo total e deve ser tratado como tal.

Permanecem(rão), no entanto, muitas questões em aberto sobre o plágio.


06 janeiro 2024

Brasil tem exportações recordes de commodities em 2023

As exportações de commodities deram impulso importante para o resultado recorde do superávit comercial brasileiro em 2023, com quase US$ 100 bilhões

Embora distantes do governo (lula o critica, Bolsonaro o apoia) o agronegócio mais uma vez não decepcionou e salvou a balança comercial brasileira  gerando um expressivo superávit.

Em 2023, as exportações de soja, principal produto de exportação do Brasil, confirmaram recorde, somando de 101,9 milhões de toneladas, alta de 29,4%, com receitas de 53,2 bilhões de dólares (+14,4). Na imagem abaixo os resultados de dezembro de 2023 e sua comparação com os de 2022. 

Os embarques de petróleo brasileiro em 2023 totalizaram um recorde de 81,8 milhões de toneladas, em linha com o avanço da produção do Brasil no pré-sal, com crescimento de 19,1%. O faturamento com as vendas externas do produto somou 42,5 bilhões de dólares, praticamente estável ante 2022.

Em 2023, os embarques de minério de ferro do Brasil alcançaram 378,5 milhões de toneladas, alta anual de 10% e o maior patamar desde as 389,8 milhões de toneladas registradas em 2018, antes do desastre com uma barragem da Vale em Brumadinho (MG), em 2019, o que impactou a produção da mineradora.

No ano passado, o Brasil exportou 31,4 milhões de toneladas de açúcar, um novo recorde com alta de 15% ante 2022, apagando máxima histórica registrada em 2020.

As exportações de milho confirmaram um recorde anual de 55,9 milhões de toneladas, com alta de 29,4%, enquanto os embarques de carnes bovina e de aves, notadamente frango, tiveram máximas histórias em volumes também em 2023.

No caso da carne bovina, o setor superou 2 milhões de toneladas pela primeira vez em um ano, ainda que o faturamento tenha ficado 19,6% abaixo do ano passado. Nas aves, os embarques somaram cerca de 4,8 milhões de toneladas, com alta de 8,4%.

No farelo de soja, a exportação atingiu 23,3 milhões de toneladas, avanço anual de 11%.

No café verde, o Brasil o desempenho anual ficou aquém de anos anteriores. Mas o país embarcou 243,56 mil toneladas em dezembro, o equivalente a mais de 4 milhões de sacas de 60 kg, total próximo do resultado de outubro, quando foi visto o maior patamar de exportações dessa commodity em quase três anos.