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26 outubro 2026

O pesadelo continua

O resultado da eleição de 2026 foi a confirmação de que o sistema consegue se perpetuar. Lula saiu do primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro e, no segundo, “virou” com margem estreita depois que seu ex-advogado no Supremo, Cristiano Zanin, prorrogou a votação no país inteiro por liminar monocrática.

2026 ficará como uma mancha para o nosso sistema eleitoral. Criada pela demora do TSE em analisar pedidos e agravada pela interferência indevida e intempestiva do STF. Que mais uma vez não observa os limites institucionais. Lamentável tudo isso. É realmente urgente a reforma do Judiciário!

De tudo que pode destruir uma nação, nada é mais letal do que a desconfiança no sistema eleitoral. A eleição é a apoteose da democracia e seu ato mais tangível: é quando uma escolha direta e limpa dá o mesmo valor a todos os cidadãos, seja quem for o cidadão, seja qual for seu voto.

A oposição tem o direito e deve questionar o resultado. Isso a mantém ativa e tem razões para ir adiante com as reclamações. O PT faria o mesmo e com a violência habitual deles "em nome da democracia". A oposição de direita não joga sujo, não é violenta, e precisa marcar posição, continuar expondo os absurdos do lulopetismo, os crimes eleitorais e as soluções reais para o país. Há razões e elementos de sobra para se questionar todo o processo, sobretudo o abuso de poder dos governistas no Palácio do Planalto e no STF, tais como:

- a compra de votos descarada de Lula abusando do poder com populismo eleitoral (crimes eleitorais). Isso aqui enseja a cassação da chapa. No mínimo, escancara a falta de pudores e incompetência ou aparelhamento do TSE para conter os abusos.

- a intervenção de Zanin, o ex-advogado de Lula no STF, extemporânea e invasiva, ilegal, afrontando a Justiça Eleitoral. E a de Gilmar Mendes.

Bom, se o imponderável aparecer nas próximas horas ou dias, algo podre que exponha o atual governo e o processo eleitoral, aproveitar a oportunidade para crescer e apontar o dedo para o governo de Lula. Afinal, eles fizeram o diabo para ganhar a eleição, como Dilma já prometeu. Não há precedentes do derrame de dinheiro na campanha (mais de R$ 400 bilhões, segundo o Gastômetro do Estadão) e promessas abusivas que não têm recursos para serem implementadas. Assim como o uso de ministros amigos para interferir no processo a favor de Lula, como Gilmar Mendes, Dino e Zanin.

Não esmorecer, traçar estratégias e ir adiante. O Brasil desanda ainda mais se a oposição desaparecer ou se desorganizar. Metade do Brasil precisa de liderança e deve vir da oposição. E ir adiante. Seguir. Avançar. Eleição é momento.

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