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09 junho 2020

COVID-19: A DANÇA DOS NÚMEROS

A semana começou dando continuidade a uma discussão oportunista iniciada com a mudança do horário de divulgação dos números brasileiros relacionados ao COVID-19. Ela surgiu estimulada pelas lideranças ocultas do ANTIFAS (não aqueles "inocentes" úteis que vão pras ruas), apoiadas pela mídia comprometida em ajudar a incendiar o País com o propósito de encerrar antecipadamente o mandato do presidente da República, eleito democraticamente pelos brasileiros em 2018. Todos insatisfeitos por ainda não terem implantado no País eleições onde o "eleito" sempre tem 99,99% dos votos.

Muitas dessas lideranças possuem o viés totalitário do Foro de São Paulo, que desde 1990 tem enfraquecido nossas instituições democráticas. Além desse viés, algumas delas são as mesmas que, ao longo dos últimos anos, jogaram o País numa crise ética, moral e fiscal.

Tais lideranças são as mesmas, também, que saúdam o presidente atual da OMS e que, por muito tempo, em conluio com as lideranças chinesas, esconderam do resto do mundo o surgimento do vírus chinês.

No outro lado está o governo.  Governo este que diariamente nos revela suas ações no combate à pandemia. Governo este que colocou à disposição do País vultuosos recursos, 5,8% do PIB, entre outras ações realizadas diariamente. As duas imagens a seguir lembram esses fatos, incluindo o destaque à decisão do STF que transferiu aos governadores e aos prefeitos a gestão desses recursos.

 


Sobre as estatísticas do COVID-19, é falsa a informação de que o governo não quer divulgá-las e/ou suspendeu as atividades desenvolvidas pelo Ministério da Saúde (MS) nessa área.

Na verdade, essas mesmas lideranças, repito, bem como os profissionais da imprensa, desconhecem essas atividades e nunca leram nada a respeito das estatísticas de mortalidade no Brasil.

Para elas, os interesses subalternos e subjacentes, não republicanos, são mais importantes do que cuidar da saúde do povo brasileiro, ainda mais quando se está liberando bilhões de reais sob a rubrica de calamidade pública.

Desconhecem, por exemplo, que esses dados são rotineiramente elaborados, desde 1975, por iniciativa do médico mineiro (Uberaba) e ex-ministro da saúde Paulo de Almeida Machado, durante o governo Geisel (1974-79), através do denominado Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, que tem cobertura estimada em torno de 82%, com variações nas regiões do País, segundo a literatura científica sobre este assunto

Quanto à confiabilidade dos dados, está ocorrendo uma melhora gradativa, mas há, ainda, cerca de 14% de mortes classificadas como mal definidas. Certamente, a este porcentual virá se somar, portanto, uma parcela das informações coletadas sobre a pandemia atual e que precisam ser checadas o mais rápido possível. Por conseguinte, checar informações é um propósito legítimo do MS, visando a obtenção de insumos para um melhor planejamento de ações para solução da crise vigente no País e que não possui data definida para o seu encerramento.

Por outro lado, conforme já nos alertou o médico Rubens de Fraga Junior, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, "o excesso de informações diárias sobre o COVID-19 pode comprometer uma parte da saúde bastante relevante: a saúde mental. A pandemia é um período penoso, e, quando temos em nossas mãos uma grande carga de informações, instrumentos variados de acesso, alguns com certeza sem confiabilidade, esta fase pode se tornar estressante. Pode nos adoecer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que temos que combater a COVID-19 e também a “infodemia”, uma “superabundância de informações”, sendo algumas fakes. Duas das principais consequências dessa condição são: ansiedade, medo, pânico e informações que possam levar ao descuido e quebra do isolamento. O ideal é avaliar qualquer material, duvidar das informações, buscar sites confiáveis e pesquisar dados oficiais sobre a COVID-19".

02 junho 2020

STF: A responsabilidade política, social e jurídica-constitucional da Corte está adormecida

    Prestes a completar 130 anos, o que ocorrerá em 28 de fevereiro do próximo ano, dificilmente serão encontradas, na longa história do STF, manchetes como as relacionadas abaixo, ocorridas recentemente.




    A primeira manchete foi publicada em agosto de 2019, quando a procuradora-geral a República, Raquel Dodge, defendeu que fosse anulado o inquérito aberto pelo STF para apurar notícias falsas, ameaças e calúnia contra os seus ministros. Em sua manifestação ela pediu que a portaria que instaurou as apurações, assinada pelo ministro Dias Toffoli, em março daquele ano, fosse declarada ilegal e inconstitucional.

    Neste domingo, 31/05/2020, a Nação se surpreendeu, mais uma vez, ao tomar conhecimento do texto abaixo, produzido pelo ministro Celso de Mello, no qual cita Hitler e fala em destruição da ordem democrática.

"GUARDADAS as devidas proporções, O 'OVO DA SERPENTE', à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933), PARECE estar prestes a eclodir NO BRASIL!", escreveu o decano do STF, usando letras maiúsculas e exclamações para enfatizar trechos do comentário.
"É PRECISO RESISTIR À DESTRUIÇÃO DA ORDEM DEMOCRÁTICA, PARA EVITAR O QUE OCORREU NA REPÚBLICA DE WEIMAR QUANDO HITLER, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo Presidente Paul von Hindenburg, em 30/01/1933, COMO CHANCELER (Primeiro Ministro) DA ALEMANHA ("REICHSKANZLER"), NÃO HESITOU EM ROMPER E EM NULIFICAR A PROGRESSISTA, DEMOCRÁTICA E INOVADORA CONSTITUIÇÃO DE WEIMAR, de 11/08/191, impondo ao País um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição , em março de 1933 , da LEI (nazista) DE CONCESSÃO DE PLENOS PODERES (ou LEI HABILITANTE) que lhe permitiu legislar SEM a intervenção do Parlamento germânico!!!! "INTERVENÇÃO MILITAR", como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia, NADA MAIS SIGNIFICA, na NOVILÍNGUA bolsonarista, SENÃO A INSTAURAÇÃO , no Brasil, DE UMA DESPREZÍVEL E ABJETA DITADURA MILITAR!!!!", completou Celso de Mello.

    À noite, no mesmo domingo, em entrevista a um canal de televisão, foi a vez do ministro Gilmar Mendes se pronunciar, desta vez pedindo ponderação e cuidado.

    Certamente, em todos os momentos citados acima, a tumba do inesquecível Ruy Barbosa estremeceu. Nela, ele está sentindo que seu trabalho pela conscientização do STF para que atue em alto nível e na plenitude de suas altas funções está sendo ignorado. Atualmente, a responsabilidade política, social e jurídica-constitucional da Corte está adormecida.

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PS.: Hoje (03/06), em artigo publicado no Estadão, "A legítima defesa da democracia está fundada na prática da tolerância e do diálogo", o vice-presidente da República, Antonio Hamilton Martins Mourão, entre outros assuntos que abordou, comentou, de forma elegante, o texto do ministro Celso de Mello, copiado acima. Disse o VP Mourão":

"... é razoável comparar o regime político que se encerrou há mais de 75 anos com o momento que vivemos no País? Lendo as colunas de opinião, os comentários e até despachos de egrégias autoridades, tem-se a impressão de que sessentões e setentões nas redações e em gabinetes da República resolveram voltar aos seus anos dourados de agitação estudantil, marcados por passeatas de que eventualmente participaram e pelas barricadas em que sonharam estar".



Atualizações: 



(10/06/2020): Em 08/06/2020, Gilmar Mendes voltou atrás, segundo informa o Metrópoles, cuja matéria recebeu a manchete acima.


(15/06/2020) Articulado por oficiais da Aeronáutica, documento foi publicado (13/06/2020) em meio a mais uma crise entre o governo Bolsonaro e o Supremo


(16/06/2020) Alguns ministros parecem sonhar com a ditadura do Supremo 


(16/06/2020) Os que hoje acusam o governo Bolsonaro de querer fechar o STF são os que defenderam um golpe no passado. Confira momentos em que o PT e aliados atacaram o STF . Augusto Nunes, José Maria Trindade, Vitor Brown e Guilherme Fiuza comentam. #OsPingosNosIs 


Não foram as fake news que destruíram a imagem do STF

(17/06/2020) Augusto Nunes: O Supremo tem a imagem que tem e vai piorar.


(19/12/2020) Alexandre Siqueira - Aguardei o final da votação no STF sobre a vacinação obrigatória para divulgar este texto. A referência é o que acontece nos bastidores da política, que nos remetem a algumas conclusões sobre decisões de alta relevância da corte superior brasileira ...

(20/12/2020) Parte cortada por Kassio Nunes Marques determinava que inelegibilidade começava a contar após cumprimento de pena.


(23/12/2020)
Mais uma manchete que envergonha o Brasil.

24 maio 2020

ORDEM INSTITUCIONAL E HARMONIA ENTRE OS PODERES

                                                                                        


    Nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro divulgou trecho da Lei do Abuso de Autoridade.

    Essa divulgação é extremamente oportuna para que os brasileiros tomem conhecimento de que um dos componentes dos três poderes da República, no caso um ministro do STF, atropelou a lei.

    Trata-se da decisão tomada pelo ministro Celso de Mello, do STF, autorizando a divulgação do vídeo da reunião ministerial ocorrida no Palácio do Planalto no último dia 22 de abril.

    Vendo o vídeo, em sua totalidade, todos aqueles, mesmo não sendo profissionais do direito, irão constatar que o ministro ultrapassou os limites da Lei 13.869/2019.

    E esse não foi o único caso. Fatos similares vêm se repetindo com frequência, caracterizando-se assim numa interferência sistemática que fere a autonomia entre os Poderes. 

    A sua continuidade obrigará o presidente da República a cumprir o seu dever e o seu poder, conforme explicitado na Constituição Federal, para restabelecer a ordem institucional e a harmonia entre os três Poderes no País.

    PS.: Para quem deseja conhecer um pouco sobre o perfil do ministro Celso de Mello, leia o Episódio sobre Celso de Melloescrito por Saulo Ramos ex-Consultor Geral da República, em seu livro Código da Vida. 

23 maio 2020

NOSSA BANDEIRA É VERDE E AMARELA

    Tenho expressado aqui, neste Blog, minha visão sobre temas relacionados com o presente e o futuro do Brasil. A maioria do que já escrevi contém traços políticos e/ou de governos.

    Recentemente fui questionado da seguinte forma: "Tinha o entendimento que você reconhecia limitações no ex-capitão, o presidente Jair Bolsonaro, mas que esse reconhecimento tem se transformado em crescente admiração. Espero que esteja certo nesse caminho, pois acredito no seu interesse que o Brasil ande pra frente, mas tenho a impressão que lembraremos  do ex-capitão como uma das mais desastrosas experiências que teremos no campo da representação política... A ver... acho que você tem aumentado o apreço por ele ...".

    Respondi ao amigo que, de fato, o que tem aumentado é o meu apreço pela democracia e isto se reflete pra ele, o Presidente, pois identifico isto - interesse que o Brasil ande pra frente - em diversas ocasiões e trechos de seus pronunciamentos.

    Esclareci ainda, que minha atuação crítica se dá contra aqueles que navegam em sentido contrário ao regime democrático, cuja bandeira atual é apear o Presidente de seu cargo, do poder, antes das próximas eleições. 

    Não quero presenciar um novo 24/agosto parecido com aquele de 1954, nem um outro 31/março de 1964. Disse também, que todos os que defendem essa bandeira não irão contar com o meu apoio. Ao contrário, irei criticá-los. 

    Quanto ao desempenho do governo propriamente dito, isto é outra coisa e tenho apontado erros e acertos. Já escrevi assim, aqui mesmo neste blog, em vários momentos. Mas compreendo que muitas vezes é difícil separar o lado político/ideológico do executivo. 

    Entendo que críticas e movimentos mais pesados, vindo dos partidos e das lideranças políticas são até compreensíveis, afinal a disputa pelo poder faz parte do jogo democrático. Mas de outros setores, não. Pois aí entra no jogo o interesse particular. E cresceu, substantivamente, ser contra esse jogo no atual governo, traduzido, na prática, no fechamento das torneiras de dinheiro e de outros favores/privilégios públicos. Esta página tem que ser virada se quisermos ser uma república com letras maiúsculas. 

    É lamentável que isso não tenha acontecido anteriormente,   por exemplo, em todo o período transcorrido após a redemocratização do País. Infelizmente, o que se presenciou, o que se viu, até recentemente, foi o contrário: as lideranças que assumiram o poder de 1985 para cá, se tornaram líderes e cúmplices desses interesses e da corrupção subjacente. 

    Portanto, minha admiração pelo presidente Bolsonaro é decorrente do fato de que ele, desde a sua campanha, já se posicionava contra esse vírus da corrupção e contra aquilo que está representado pelo Foro de São Paulo.

    São, principalmente, dessas duas questões que devemos cuidar - antes que seja tarde demais - e não entrarmos na brincadeira (guiada pela mídia e outras lideranças nada inocentes) de se escolher qual a "boneca" ou o "carrinho" que deveremos brincar no fundo do quintal. Esse tempo não existe mais. Definitivamente não somos mais crianças e há bastante tempo já vivemos em outro mundo, o da frente da casa e não mais no seu quintal.

Não, não podemos aceitar essa brincadeira. Nossa bandeira é, e continuará sendo, a verde e amarela. Pra frente Brasil.




22 maio 2020

APÓS DIVULGAÇÃO DO VÍDEO, BOLSONARO SAIU MAIS FORTALECIDO


Acabei de ouvir/ver o vídeo (parte1, parte2, parte3, parte4, parte5, parte6, parte7, parte8, parte9, parte10) da reunião de 22/abril, liberado pelo ministro Celso de Mello, do STF. Não enxerguei nenhum crime cometido pelo presidente da República. O JB saiu por cima.
JB sendo sempre o JB
Em todos os momentos da reunião, JB guardou coerência acentuada com o que foi durante toda a sua vida e com o que disse durante a sua campanha eleitoral, incluindo combate a corrupção. Mais uma vez, enfatizou a sua vocação pela defesa da liberdade, do povo e da Nação brasileira.
Quanto ao tom e aos palavrões usados durante a reunião, também não há nenhuma novidade. Já vi/ouvi esse mesmo tom e os mesmos palavrões, no passado, em outras reuniões similares (fechadas) em diversos escalões da República, e até participei de algumas delas, inclusive em reuniões departamentais de universidades, lotadas de doutores.
E já vi/ouvi também momentos piores em ambiente público. Reuniões oficiais, como por exemplo, as sessões do STF e as do Congresso Nacional. Nelas o clima foi além dos palavrões. Em diversas vezes seus participantes foram aos tapas, e, em pelo menos uma delas, um senador foi morto a tiros.
Desse "angú" todo, o Presidente saiu mais fortalecido e, se as eleições fossem hoje, ele teria mais votos do que na eleição passada. Nas redes sociais já repercutem manifestações nesse sentido. Confira aqui e abaixo algumas delas.
Pra fechar esse dia de sucesso, no início da noite, o Presidente concedeu uma ótima entrevista à JovemPan, cujo conteúdo pode ser acessado aqui.








20 maio 2020

O BRASIL VENCERÁ

Diariamente estamos acordando, e dormindo também, bombardeados, pela maior parte da imprensa, com notícias que tentam deixar a população brasileira em pânico.

Isso está sendo conduzido, descaradamente, com o propósito de estimular brasileiros a não mais aceitarem o governo por eles eleito nas últimas eleições. É um crime contra a democracia, contra o Brasil.

As notícias manipuladas - deixaram de ser fatos e se tornaram opinião - vão desde o que se passa na intimidade do presidente da República até os assuntos mais críticos tratados pelo governo, como aqueles que dizem respeito à saúde.

Não irei entrar em detalhes sobre fatos da intimidade presidencial que a imprensa tem abordado de forma desprezível. Entretanto, aproveito esse gancho para saudar o Presidente pela manutenção de sua simplicidade existente anteriormente a sua investidura no cargo.

Em casa, digo, no Palácio, o Presidente continua usando havaianas, bermudas, camisetas de clubes ou que fazem menção à cultura popular. O Jair Bolsonaro continua, para alegria de seus eleitores, a ser o mesmo que, no passado, ajudou um idoso a transportar, carregando na cabeça, um saco de latinhas colhidas na rua.

Da mesma forma, também podemos dizer o mesmo para o uso de expressões populares que utiliza em momentos de descontração como, por exemplo, quando disse que a direita toma cloroquina e a esquerda tubaína. Ah, e veja esse vídeo por inteiro e não o que tem sido divulgado pela mídia com o objetivo de tirá-lo do contexto da entrevista que estava sendo concedida.

Do outro lado do disco, ou melhor, quando a imprensa troca o seu pendrive, ouvimos a mesma gravação dos dias anteriores. No caso do COVID-19, por exemplo, a ênfase é dada, de forma maquiavélica, para o número de mortos. Nunca para dizer que o Brasil não atingiu a mesma proporção do número de óbitos por habitantes já verificados em outros países.

Por exemplo, há poucos dias foi divulgado, com destaque, que o Brasil tinha ultrapassado o número de mortos da Bélgica. Ora, isso é muita fdp. As estatísticas internacionais, na mesma data, mostravam que o índice de mortalidade do Brasil era 10 vezes menor do que a do país citado. Enquanto lá o número era de 80 óbitos por 100 mil habitantes, aqui esse valor estava em apenas 8. Essa marca, também é menor do que a de outros países, como mostra a imagem abaixo.



Infelizmente, todos sabemos que a tendência desses números é aumentar. A história registra, em casos similares, que a queda de óbitos só ocorrerá quando estiver disponível, no mercado e não em laboratórios, uma vacina. É doloroso, todos lamentamos as mortes já ocorridas e aquelas que irão ocorrer. Porém, essa dor não pode ser expandida como, atualmente, de forma criminal, está sendo feita pela mídia brasileira. É hora de se promover conforto e não o pânico à população.

O Brasil e os brasileiros estão contribuindo, estão trabalhando muito para que os efeitos nefastos decorrentes dessa pandemia sejam minimizados. Em favor disto, parabéns ao Presidente pela nomeação dos militares para ocuparem funções no Ministério da Saúde. Popularmente, se pode dizer: "homens certos, nos lugares e nas horas certas.

O BRASIL VENCERÁ ! Saiba mais porque afirmo isto  assistindo este vídeo na íntegra.

É por aí, Presidente!

19 maio 2020

COVID-19: AS PROMISSORAS NOTÍCIAS SOBRE O SURGIMENTO DA VACINA

A indefinição em torno do isolamento social em diferentes países e o temor por novas ondas da Covid-19 em nações que já superaram o pico da doença lançam grandes expectativas em torno de uma vacina capaz de imunizar populações inteiras contra o coronavírus.
Um imunizante seria a única forma de garantir o retorno seguro às atividades rotineiras, uma vez que nem mesmo o tempo de duração da imunização de pacientes curados é consenso na comunidade científica.
Especialistas ponderam que o prazo para uma vacina eficaz chegar às prateleiras deve ser de um ano, enquanto, normalmente, levariam uma década. Governos como o dos Estados Unidos, por outro lado, têm prometido acelerar ainda mais esse processo, sem apresentar, no entanto, garantias de que isso ocorrerá.
A divulgação de um levantamento do banco de investimentos Morgan Stanley que mapeou 110 pesquisas em busca de uma fórmula imunizante e identificou seis vacinas promissoras em curso, ganhou a manchetes da maioria das empresas de comunicação, principalmente nos meios digitais.
O relatório avaliou como promissoras vacinas candidatas com os prazos mais adiantados e cujas empresas têm mais capacidade de ampliar a escala de produção para além de 500 milhões de doses.
Na lista de seis fórmulas constam desde trabalhos com tecnologia mRNA quanto vetores de vírus, como o adenovírus:
CanSino Biologics 1
Batizada de Ad5-nCoV, a vacina usa o mesmo vetor de uma fórmula aprovada para combater o ebola: um adenovírus, considerado um parente inofensivo do vírus do resfriado comum, com o objetivo  de fornecer antígenos que estimulam as respostas imunes do organismo.
A Ad5-nCoV se encontra na segunda fase de testes clínicos desde o mês passado, e foi testada em 500 pacientes até o fim de abril. Segundo o relatório, é esperado que a terceira fase comece no próximo inverno incluindo outros países além da China.
A companhia tem capacidade de produzir milhões de doses e pretende expandir para 100 milhões em 2021.
Oxford/Vaccitech
A vacina candidata, ChAdOx1 nCoV-19, usa um adenovírus de chimpanzé conhecido como ChAdOx1. Ainda está na primeira fase de testes, na qual contemplou 1.102 voluntários entre 18 e 55 anos.
A segunda e a terceira fases, que contemplarão pessoas entre 55 e 70 anos e menores de 18, respectivamente, deverão começar em junho e testarão 5.000 pessoas.
A produção em larga escala começou e a expectativa é que 100 milhões doses sejam produzidas até o fim de 2020. Até o ano que vem, espera-se que haja centenas de milhões disponíveis.
BioNTech/Pfizer
A vacina testada pelas duas empresas, chamada BNT162, é formada a partir da combinação de três formatos de mRNA (ou seja, a inoculação do RNA mensageiro) e dois antígenos.
As duas empresas já tinham uma parceria para a produção de vacinas contra a influenza, firmada em 2018. Os testes clínicos estão em andamento e a expectativa é que centenas de milhões de doses estejam disponíveis no mercado em 2021.
Moderna/NIH
A vacina candidata mRNA-1273 ganhou os holofotes globais na última segunda-feira depois que a Moderna anunciou êxito na imunização de um grupo pequeno de pacientes.
Assim como a fórmula imunizante da BioNTech e da Pfizer, a aposta da companhia americana é a técnica do RNA mensageiro. Os trabalhos são formalmente apoiados pelo National Institutes of Health (NIH), órgão do governo dos Estados Unidos.
Após estudos que apontaram para a segurança da pesquisa, a primeira fase foi estendida para a inclusão de três grupos de adultos entre 55 e 71 anos e outros três de idosos acima dessa faixa de idade, que compõem o chamado grupo de risco.
A segunda etapa contemplará 600 voluntários e foi aprovada pela Food and Drug Administration, agência americana equivalente à Anvisa no Brasil. O planejamento da terceira fase está em fase final e o trabalho prático deve começar a partir de junho.
A Moderna afirma ser capaz de produzir milhões de doses e, recentemente, selou um acordo com a farmacêutica Lonza para ampliar a produção. Até o fim do ano, a pretensão é ampliar a escala em 10 milhões a cada mês até chegar a uma taxa de 1 bilhão de doses por ano na metade de 2021.
Johnson & Johnson
Outra vacina candidata baseada na técnica de adenovírus, a Ad26 Sars-CoV-2 começará os testes clínicos em setembro. A Johnson & Johnson pretende produzir entre 600 milhões e 900 milhões no primeiro trimestre de 2021 e 1 bilhão até o fim do próximo ano. Embora em fase pré-clínica, a fórmula imunizante se encaixou nos critérios da Morgan Stanley. 
Sanofi/GSK
Ainda sem nome, a fórmula pesquisada pelas duas companhas pretende misturar as técnicas de recombinação (uso do vírus inativo) de baculovírus usada na produção da Flublok, uma vacina contra gripe da Sanofi, com a tecnologia de sistemas adjuvantes (substâncias adicionadas a vacinas para aumentar a resposta imune) presente na vacina Shingrix, contra herpes-zóster, da GSK.
Os primeiros testes em humanos devem ocorrer no último trimestre deste ano. A capacidade de produção, segundo as empresas, deverá ser de 1 bilhão de doses por ano até o fim da primeira metade de 2021. Assim como a vacina da Johnson & Johnson, o imunizante está na fase pré-clínica, mas também é visto como promissor.




17 maio 2020

Uma Lágrima por Moro (na companhia de Drummond)

AUTOR: anônimo 

E agora, José?  

A festa acabou, 
a luz apagou, 
o povo sumiu. 
A toga rasgou, 
você não é mais juiz, 
nem ministério você tem. 

E agora? 

Você que era gigante, 
amado do povo, 
admirado pelo mundo.

E agora, José Moro?

Andavas na rua, 
era abraçado, 
selfies a mil.

Era celebridade, 
sujeito ilustre, 
um dignitário. 

E agora?

A fama acabou, 
o dinheiro entrou(?), 
mas a honra se foi. 

Virou  um bordão, 
na moral um anão, 
agora está só. 

O povo lhe amava, 
ao vê-lo chorava, 
gritava Môôro. 

Agora acabou, 
você faleceu, 
um judas nasceu, 
a honra se foi. 

E agora, José?

Sem a luz do palco, 
sem o brilho de outrora, 
o que vai fazer?

A esquerda lhe odeia, 
a direita lhe despreza, 
pra onde fugir? 

Você tinha gloria, 
cargo e fama, 
mas virou um traíra. 

Por quê você fez isso, 
tomou alguma, 
ou cheirou o que não devia?

Você era herói, 
agora nos dói vê-lo contando lorotas, 
fazendo fofocas, 
perdido pela ambição.

Você tinha tudo, 
era sortudo, 
o nosso guerreiro.

Mas em plena pandemia, 
união se pedia, 
e olha o que você fez?

A mosca azul lhe infectou, 
ou virou  um robô, 
pra Globo e pro Dória? 

Pobre de você,
Moro José, você acabou.

É coisa pra chorar,
mas somente uma lágrima vou deixar, 
sobre seu caixão moral.

Que pena, Moro. 

Nós brasileiros vestimos nosso herói, 
mas ao acordarmos vimos que o nosso rei estava nu. 

E agora, Moro?

Você não traiu Bolsonaro e o Brasil. 
Você traiu a si próprio, 
você se matou. 

Que pena, Moro! 

E agora, Moro José?