Muitas dessas lideranças possuem o viés totalitário do Foro de São Paulo, que desde 1990 tem enfraquecido nossas instituições democráticas. Além desse viés, algumas delas são as mesmas que, ao longo dos últimos anos, jogaram o País numa crise ética, moral e fiscal.
Tais lideranças são as mesmas, também, que saúdam o presidente atual da OMS e que, por muito tempo, em conluio com as lideranças chinesas, esconderam do resto do mundo o surgimento do vírus chinês.
No outro lado está o governo. Governo este que diariamente nos revela suas ações no combate à pandemia. Governo este que colocou à disposição do País vultuosos recursos, 5,8% do PIB, entre outras ações realizadas diariamente. As duas imagens a seguir lembram esses fatos, incluindo o destaque à decisão do STF que transferiu aos governadores e aos prefeitos a gestão desses recursos.

Na verdade, essas mesmas lideranças, repito, bem como os profissionais da imprensa, desconhecem essas atividades e nunca leram nada a respeito das estatísticas de mortalidade no Brasil.
Para elas, os interesses subalternos e subjacentes, não republicanos, são mais importantes do que cuidar da saúde do povo brasileiro, ainda mais quando se está liberando bilhões de reais sob a rubrica de calamidade pública.
Desconhecem, por exemplo, que esses dados são rotineiramente elaborados, desde 1975, por iniciativa do médico mineiro (Uberaba) e ex-ministro da saúde Paulo de Almeida Machado, durante o governo Geisel (1974-79), através do denominado Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, que tem cobertura estimada em torno de 82%, com variações nas regiões do País, segundo a literatura científica sobre este assunto.
Quanto à confiabilidade dos dados, está ocorrendo uma melhora gradativa, mas há, ainda, cerca de 14% de mortes classificadas como mal definidas. Certamente, a este porcentual virá se somar, portanto, uma parcela das informações coletadas sobre a pandemia atual e que precisam ser checadas o mais rápido possível. Por conseguinte, checar informações é um propósito legítimo do MS, visando a obtenção de insumos para um melhor planejamento de ações para solução da crise vigente no País e que não possui data definida para o seu encerramento.
Por outro lado, conforme já nos alertou o médico Rubens de Fraga Junior, da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, "o excesso de informações diárias sobre o COVID-19 pode comprometer uma parte da saúde bastante relevante: a saúde mental. A pandemia é um período penoso, e, quando temos em nossas mãos uma grande carga de informações, instrumentos variados de acesso, alguns com certeza sem confiabilidade, esta fase pode se tornar estressante. Pode nos adoecer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que temos que combater a COVID-19 e também a “infodemia”, uma “superabundância de informações”, sendo algumas fakes. Duas das principais consequências dessa condição são: ansiedade, medo, pânico e informações que possam levar ao descuido e quebra do isolamento. O ideal é avaliar qualquer material, duvidar das informações, buscar sites confiáveis e pesquisar dados oficiais sobre a COVID-19".















