
Desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, os veículos de comunicação abdicaram da prerrogativa de apresentar ao público sua visão particular dos acontecimentos. A adesão a uma espécie de pool doutrinário tem como consequência a reprodução do mesmo discurso em todos os jornais e emissoras de TV.
A democracia está sendo atacada desde 2019, da instalação ilegal do arbitrário inquérito do fim do mundo. Desde então, a direita democrática e conservadora está no alvo do STF e sendo atacada sem que lhes sejam garantidos os direitos mais básicos. Não teve sequer a solidariedade constitucional de um montão de gente pretensamente ilustrada.
Agora, essa mesma gente "descobriu" que a democracia e a Constituição estão sendo atacadas pelo Supremo.
Em todo os lugares do nosso planeta, os brasileiros vêm testemunhando a lamentável decadência, em alta velocidade, da imprensa nacional. E os motivos não são decorrentes dos recentes avanços tecnológicos.
As verdadeiras razões foram expostas em junho de 2022 numa edição da Revista Oeste. Em matéria de capa, Branca Nunes e Silvio Navarro assim resumiram:
"O ódio a Jair Bolsonaro transformou as redações em comitês político-eleitorais empenhados em levar de volta ao poder um ex-presidente condenado por corrupção."
O texto é rico em exemplos que dão suporte ao seu conteúdo.

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