Donald Trump concedeu asilo político para Flávio Bolsonaro. Trump poderá ser lembrado como o Churchil de 1940, quando deu abrigo a De Gaulle. Quiçá o Flávio tenha a mesma determinação do De Gaulle e crie o movimento Brasil Livre a partir do solo americano. Estamos em guerra.
Relembre abaixo os acontecimentos ocorridos naquela época, em plena Segunda Guerra Mundial.
Em 17 de junho de 1940, o destino da Europa continental parecia traçado. Com o avanço avassalador das forças da Alemanha Nazista sobre o território francês e o colapso iminente das defesas aliadas, o Marechal Philippe Pétain assumiu o governo da França e anunciou pelo rádio a intenção de solicitar o armistício com o Terceiro Reich.

Recusando-se a aceitar a rendição e o jugo nazista, o então Subsecretário de Estado da Guerra e da Defesa Nacional, General Charles de Gaulle, tomou uma das decisões mais audaciosas da história moderna.
Na manhã de 17 de junho de 1940, na pista de pouso de Bordeaux, De Gaulle embarcou num avião britânico da RAF fornecido pelo primeiro-ministro Winston Churchill. Levava consigo poucas bagagens e uma determinação inflexível: fundar o movimento França Livre (France Libre) a partir do solo britânico.
Ao aterrisar em Londres naquele mesmo dia, Charles de Gaulle era uma figura praticamente solitária, destituída de exército, recursos ou reconhecimento oficial formal por parte dos diplomatas europeus. No entanto, contava com o apoio vital do governo britânico para iniciar a reconstrução do orgulho e da soberania do seu país a partir do exílio.
Embora a partida decisiva da França tenha ocorrido em 17 de junho, foi na tarde do dia seguinte, 18 de junho de 1940, que a voz de De Gaulle ecoou pelo mundo a partir dos estúdios da BBC em Londres. No célebre discurso conhecido como o "Apelo de 18 de Junho", o general dirigiu-se aos seus compatriotas:
“Aconteça o que acontecer, a chama da resistência francesa não deve ser apagada e não será apagada.”
Ele convocou militares, engenheiros e civis franceses no Reino Unido ou nas suas colônias a unirem-se a ele para combater o nazismo. De Gaulle lembrou que aquela não era apenas uma batalha no solo da França, mas sim uma guerra mundial com recursos imensos à disposição dos Aliados, incluindo os impérios colonial e britânico e a capacidade industrial dos Estados Unidos.
A viagem de 17 de junho de 1940 transformou o General de Gaulle de um oficial militar num líder político global. A partir da Inglaterra, organizou tropas que lutaram na África, apoiou a Resistência Francesa interna e garantiu que a França terminasse a Segunda Guerra Mundial como uma das nações vitoriosas.
Começou a "Operação Alba" de Marco Rubio: Flávio Bolsonaro deve liderar a oposição diretamente dos EUA.
ResponderExcluirA chamada “Operação Alba” colocou o Brasil no centro de uma nova controvérsia política internacional.
Em publicações feitas nos dias 26 e 27 de outubro, o advogado e empresário mexicano Simón Levy, aliado do presidente americano Donald Trump, afirmou que o senador Flávio Bolsonaro, agora asilado nos EUA, poderia assumir a liderança da oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva a partir do exterior.
A declaração sugere que a disputa política brasileira poderá ganhar uma dimensão internacional, envolvendo interesses diplomáticos e econômicos entre Brasília e Washington.
O mexicano também atribuiu ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, a articulação da suposta operação. “O cérebro por trás dessa operação é o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio”, declarou nas redes sociais.
Um dos pontos mais relevantes da chamada Operação Alba é a possibilidade de pressão econômica contra o Brasil. Levy afirmou que Washington estaria intensificando sua atuação sobre países como Venezuela, Cuba e México e que o governo brasileiro poderia ser pressionado justamente por meio de sua economia.
Que Deus nos proteja!
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