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29 novembro 2018

INDULTO DE CARTA MARCADA

O indulto natalino 2017 do #Temer em discussão no #STF é um jogo de cartas marcadas. O ministro #GilmarMendes sabe de memória (e os outros ministros também) os nomes dos beneficiários desse indulto. Todos  eles condenados por #corrupção

Em sua fala, durante a seção, Gilmar apontou que as redes sociais mencionam 22 nomes de presos que seriam perdoados pelos crimes cometidos contra o erário público, mas adiantou que 15 deles já foram soltos porque fizeram delação premiada. Ou seja, os ministros do #STF sabem que os demais são amigos do rei e, por isso, querem torná-los inocentes.

Já o ministro Lewandowski, em seu deprimente pronunciamento, argumentou, justificando o seu voto, que a soltura dos criminosos contribuiria para diminuição da população carcerária e para a diminuição dos gastos públicos. Nenhuma palavra sobre o aumento desses gastos decorrentes do vergonhoso aumento salarial negociado recentemente com o rei.


Enfim, na tarde hoje, na Casa Maior da justiça brasileira, a maioria de seus componentes se apequenou perante o rei e ignorou a população brasileira. Um indulto contra o Brasil.


Entre a minoria surgiu o ministro Fux com o seu pedido de vista obstrutiva. Este ano o processo não voltará a ser analisado, livrando, temporariamente, o País desse vexame, ou melhor, desse imoral acordão.








25 novembro 2018

A NECESSIDADE DA CONTINUIDADE DA REFORMA POLÍTICA

O ano de 2018 está acabando. Foi um ano em que o Brasil obteve destaque, mundo afora, por um bom motivo. Isto se deu logo que foram conhecidos os resultados das eleições ímpares realizadas em toda a sua história democrática, especialmente aquelas destinadas a eleger o novo presidente da República. Um golaço !

O novo ano está chegando. Mesmo diante de tais resultados, dentre os aspectos a serem considerados, já em 2019, está a necessidade do aperfeiçoamento do sistema político, particularmente no que diz respeito à criação, ao funcionamento e ao 
financiamento dos partidos políticos. Ficou bastante claro que o modelo atual precisa ser urgentemente reformulado.

Nesse sentido, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, está dando importante contribuição ao repudiar, na montagem de seu governo, o modelo denominado presidencialismo de coalizão, conhecido também como o toma-lá-dá-cá, no qual as unidades que compõem o governo, ministérios e empresas estatais, são entregues, de porteira fechada, ou não, aos partidos do fragmentado sistema político vigente com o objetivo de se construir maioria parlamentar no Congresso.


Em 2017 a mini reforma politica efetuada teve com foco o financiamento eleitoral que acabou num retrocesso com o aumento do uso de recursos públicos - é preciso rever isto, extinguindo os dois fundos: o partidário e o eleitoral - e avançou com a implantação de cláusulas de barreira (*) e o fim das coligações (**). 


Entretanto, ficaram de fora da reforma temas como o sistema de governo (presidencialista, ou parlamentarista), o recall dos eleitos, o número de parlamentares no Congresso, regras civilizadas para a criação de partidos, o voto distrital, o tempo de mandato de cada um dos eleitos, a candidatura avulsa (sem filiação partidária), reeleição, eliminação das benesses ultrajantes para parlamentares, etc, etc.


O ano para a retomada desse tema é 2019, até setembro, devido ao calendário eleitoral cujas regras para as próximas eleições, em 2020, deverão estar definidas com, pelo menos, um ano de antecedência. 


REFORMA POLÍTICA JÁ, feita pelo Congresso Nacional, e não pelo STF, com respeito aos votos dos eleitores.


(*) Será iniciada para as eleições de 2018, começando com 1,5% dos votos válidos a deputados federais, distribuídos em pelo menos nove estados e atingindo 3,0% (desejável seria 5,0%) em 2030, com o mínimo de 2,0% em cada um dos estados.
(**) Proibição de coligações partidárias ficaram para 2020.


10 novembro 2018

GOLAÇO, SEM MIMIMI



Passadas duas semanas da realização do 2o. turno da eleição presidencial, cujo resultado foi favorável ao candidato Jair Bolsonaro, na qual obteve 55,13% dos votos válidos (57.797.847 votos), muito ainda será estudado e escrito sobre como ela se desenvolveu, principalmente sobre o que cada candidato gastou com a sua campanha e sobre os contatos ocorridos entre os candidatos e os eleitores.

Mas, já neste momento, é impossível não reconhecer a reviravolta ocorrida na área de comunicação. Jair Bolsonaro a revolucionou e impôs uma pauta e suas verdades sobre toda a mídia, falada escrita e digital. O presidenciável estabeleceu um contato direto e ininterrupto com o eleitor.

Não adiantou inventar fatos nem dizer mentiras, as fake news. A população diariamente atenta aguardava o que ele iria dizer em suas redes sociais. Marcou um golaço. Sem mimimi. Com elas, ganhou as #Eleições2018 e, pelo que vem acontecendo após a divulgação do resultado, o agora Presidente Eleito continuará assim durante o exercício de seu mandato.

Confirmada essa opção pelo novo presidente, os eleitores e a sociedade em geral terão muito a ganhar através do acesso à informação direto da fonte. Estaremos convivendo com transparência em letras maiúsculas para assuntos de interesse público e, como desdobramento direto, será enterrado o modelo parcial utilizado pelos grandes conglomerados de comunicação atualmente em operação no País.

Muda Brasil. "Uma nação livre, democrática e próspera. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos."




05 novembro 2018

PETROBRAS SAI DO SUFOCO


Em outubro, as vendas de petróleo bruto e de derivados para o exterior atingiram US$ 2,9 bilhões (+24% em relação a setembro e +138% comparativamente a outubro de 2017) e ajudaram a alavancar as exportações de bens primários brasileiros. A contribuição desses itens ajudou os resultados da balança comercial, que apresentou um superávit (exportações menos importações) de US$ 6,1 bilhões no mês e de US$ 47,7 bilhões neste ano.

Contratos futuros foram impulsionados pelo acordo comercial entre os EUA, Canadá e México, conhecido como USMCA e perspectiva de redução de oferta do Irã.

Em 2016, enquanto os maiores produtores do óleo já projetavam ganhos com o barril de Brent  indo de US$ 41 para US$ 52, no Brasil, o preço das ações da Petrobras afundava, devido as más notícias do governo Dilma Rousseff, atingindo o valor de R$4,20.

Considerando os dados de seu último balanço à época, o endividamento da empresa atingia um valor próximo dos R$ 500 bi no final do 3o. trimestre, ou seja, um adicional de R$100 bi em relação ao trimestre anterior. Para completar, em 5 anos, a empresa tinha perdido 69% de seu valor.

No momento atual, após uma gestão sem interferência política,  nos últimos 2 anos, a Petrobras voltou a ser a maior empresa brasileira em valor, depois que o preço de sua ação saltou para R$ 27,32 (05/11/2018).

01 novembro 2018

O PLANALTO, DE TOGA, DESCONHECE O QUE OCORRE NA PLANÍCIE

A ministra Cármen Lúcia, relatora no STF da ação contra as medidas da Justiça Eleitoral em universidades do País, afirmou nesta quarta-feira (31) que "A única força legitimada a invadir uma universidade é a das ideias livres e plurais. Qualquer outra que ali ingresse sem causa jurídica válida é tirana, e tirania é o exato contrário da democracia", disse a ministra.

Digo eu: O Planalto, de toga, desconhece o que ocorre na planície. E eu não estou inventando. Leia abaixo um manifesto de um aluno universitário que não quer ser da esquerda.
x x x

"Sou aluno de uma universidade pública federal de um Curso de Humanas. Você não sabe o que é isso aqui dentro. Vejo algumas matérias de intolerância, mas nada se compara.

Aqui tem frase feminista que diz: morte aos machos. Aqui o laicismo é só pra religião cristã, pq as outras religiões e seitas são, inclusive, incentivadas pelos professores.

Se alguém questionar algo, é o racista e intolerante. Aqui vc tem que fingir que é a favor do PT, caso contrário eles não sentam com vc no refeitório, não pegam o mesmo elevador, ficam lhe xingando, perseguem, falam absurdamente que vc é algum "Ista" só e puramente pq vc não concorda com eles.

Me diga, cidadão, isso é liberdade de pensamento?

Tem mais, ele fazem sexo ali na sua frente. Usam o termo hétero como xingamento. Você será um homofóbico se não concordar com eles.

E os professores. Ah esses são os melhores. Falam do Karl Marx como se ele fosse o Batman. O socialismo é ótimo, não para eles, com carrões, apartamento em área nobre e filhos estudando no repressor Estados Unidos.

O pior é o que vou relatar agora, que foi o que me motivou a escrever esse manifesto. Os alunos criaram um filtro para o Facebook, no qual eles colocam uma foto e abaixo tem escrito "desaparecido". Eles dizem que é pra simular como será os perfis se a ditadura voltar. Pois, segundo eles, muitos vão sumir.

Eu achei isso tão absurdo e cheguei a conclusão de que quem quer a ditadura são eles.

Você já percebeu que quem mais fala da ditadura é a esquerda? Eles tem um fetiche por esse assunto. Parece até que querem viver isso. Parece que eles têm um desejo de ser herói, mas aquele herói martirizado. Não percebem que estamos em outro tempo. Eles não frequentam as aulas.

Ganham discussão no grito. Se montam um debate, todos os presentes concordam entre si. Se vc ousar, sugerir pensar algo diferente. Tá frito, amigo.

Querem dar aula de história sobre o Facismo. Daí quando vc fala que o Facismo surgiu com a esquerda eles gritam, esbravejam, mas nada de argumento.

Não leem nem o nome do ônibus, decoram o número.

Eles têm um desejo de ser diferente. 3 meses depois que entra um aluno na faculdade, ele já se veste, fala, se comporta igual aos outros. Cópias que repetem o mesmo discurso.

Falam que sofrem repressão. Daí quando vc vai analisar o caso, na verdade ele transgrediu uma regra civil, foi punido e acha que ainda sofreu abuso.

Isso que vi são, apenas, 6 meses de universidade.

Precisamos urgentemente fazer com essa repressão e doutrinação acabe. Ou vai continuar sendo uma máquina de zumbis repetidores de jargões e que funcionam a base de maconha.

Não posso assinar. Queria poder dizer isso abertamente, mas vivemos numa ditadura de pensamento esquerdista."

29 outubro 2018

PRONUNCIAMENTO DE JAIR BOLSONARO APÓS A VITÓRIA



Ao contrário de Fernando Haddad que mudou, por várias vezes, o seu discurso de campanha, Jair Bolsonaro percorreu um caminho inverso mantendo o que começou a dizer ao povo brasileiro desde os idos de 2014, quando tomou as primeiras iniciativas para concorrer ao cargo de Presidente da República.

Ontem à noite não foi diferente. Logo após o anuncio de sua vitória, pelo TSE, o presidente eleito voltou a demonstrar a autenticidade de seu discurso ao longo de todo esse período. Fez um pronunciamento à Nação de compromisso com a liberdade ("liberdade de ir e vir, liberdade política e religiosa, liberdade de opinião"), com a Constituição e com reformas mencionadas em sua campanha.

“Vou buscar pacificar o nosso Brasil. Nós vamos pacificar. Sem eles contra nós ou nós contra eles. Nós temos como fazer políticas que atendam o interesse de todos”, afirmou Bolsonaro.

A vitória veio "para mostrar que o eleitor brasileiro não é refém desse ou daquele partido. Vocês votaram no candidato do Brasil. Quando assumirmos no ano que vem, serei o presidente de todos", afirmou.

Bolsonaro voltou a fazer forte discurso em defesa da família e disse que a "família estará em primeiro lugar no Ministério da Educação". Segundo Bolsonaro, será deixado "de lado qualquer temática voltada para a ideologia ou para o desgaste dos valores familiares".

Concluindo o seu discurso, Bolsonaro disse: "É com essa mesma convicção que afirmo: oferecemos a vocês um governo decente que trabalhará verdadeiramente para todos os brasileiros. Somos um grande País e agora vamos juntos transformar esse País em uma grande nação."

"Uma nação livre, democrática e próspera. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos."

A integra desse pronunciamento está acessível neste link.

HADDAD RETORNOU AO SEU DISCURSO ORIGINAL



Neste domingo após a divulgação de sua derrota para Jair Bolsonaro, Fernando Haddad retornou rapidamente ao seu discurso original. Voltou às bravatas do PT.

Em seu discurso da derrota negou o que havia pregado durante a campanha do segundo turno. Revelou a mentira de sua pregação pela democracia, voltou a acusar o Congresso pela cassação ilegal da Dilma Rousseff e criticou o judiciário pela condenação de Lula.

Não cumprimentou o presidente eleito, desrespeitando a maioria dos brasileiros que deram a vitória ao eleito. Esqueceu-se, assim, da lição primária da democracia.

Bem ao contrário, partiu para o confronto, convocando sua parcela de eleitores para se unirem na resistência e se arvorou como o seu líder. Nenhuma palavra sobre a formação de uma oposição consistente, dura mas respeitando os ditames encontrados nas melhores democracias e líderes mundiais.

Hoje, segunda-feria (29), provavelmente retornará a Curitiba para ouvir as novas ordens do presidiário Lula. Certamente também retornará com as cores originais do PT, escancarando mais outra falácia ocorrida em sua campanha no segundo turno.




28 outubro 2018

TRUE NEWS. GAME OVER. DO LEME AO PONTAL



Hoje, o Brasil inteiro compareceu as urnas e elegeu, de forma consagradora, Jair Messias Bolsonaro como seu Presidente da República, para os próximos quatro anos, a partir de 2019.

Jair Bolsonaro, o Mito, denominação esta recebida de seus eleitores desde o início de sua campanha, faz jus ao que disse o saudoso Tim Maia: "Não há nada igual ... no mundo" ao cantar o seu sucesso Do Leme ao Pontal. "Todo mundo batendo palmas, todo mundo dançando, todo mundo cantando ...  alô Vitória Régia, bem forte ...", e a moçada presente começava a cantar e a dançar. Chegou a hora de ouvirmos novamente o Tim Maia e comemorarmos a vitória do Mito.

Uma boa percepção sobre essa caminhada foi dada recentemente por Francisco Dornelles, vice-governador do Rio de Janeiro e correligionário do Bolsonaro no PP, por quase duas décadas, em entrevista à revista Época,

Segundo Dornelles, Jair Bolsonaro o procurou em 2015, querendo a legenda do PP, para disputar a Presidência da República e dizia que ganharia no primeiro turno ou daria um passeio no segundo.

Não conseguindo a legenda, Bolsonaro deixou o PP e filiou-se a outro partido. Obstinado, acreditou nele mesmo. Ainda segundo Dornelles, "é incrível, nunca houve no Brasil um candidato que veio de baixo, sem partido, e teve esse sucesso".

E o Dornelles continua: "O PT entrou em desgraça no País todo e ele se posicionou radicalmente contra o partido. Mas não é só isso, Bolsonaro se apresentou contra o 'status quo' e as regras da política tradicional. Além disso, deu atenção a núcleos. Atraiu ruralistas e militares com o discurso da segurança. Se converteu e agradou evangélicos, sem perder pontes com os católicos. No vazio político, acabou subindo sem perceberem. Por fim, conseguiu o milagre de reduzir a rejeição durante a campanha".

Sobre se acha o Bolsonaro preparado para governar o Brasil, Dornelles disse que tem notado uma maturidade e evolução do Bolsonaro. 'Ele evoluiu no conteúdo e na forma de falar as coisas. Parece político mineiro, se porta de maneira tranquila e sossegada".

Boa sorte Presidente Bolsonaro. Continue evoluindo. A Nação e o povo brasileiro precisam que continue assim.

Copiando Tim Maia, "Não há nada igual ... no mundo".

Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

25 outubro 2018

O PINÓQUIO PETISTA

Estamos próximos do encerramento da campanha eleitoral com um final melancólico para o candidato do PT.

Isso pode ser observado, por exemplo, quando o eleitor ficou sem conhecer a versão verdadeira de seu eventual programa de governo. O candidato já o refez por pelo menos três vezes. Em qual delas se pode acreditar?, ou é mesmo tudo mentira?

Buscamos, para ilustrar o que dissemos acima, as afirmações encontradas no(s) programa(s) onde pode se ler: "o povo brasileiro sabe de nossa capacidade de conduzir o Brasil como ocorreu com a liderança durante as crises de 2003 e 2008 ...", "esquecendo-se" que o PT esteve no governo até 2016.

E segue ..."nosso governo vai recuperar a capacidade de nossa indústria num amplo esforço de reindustrialização".  Mentira. Para se conhecer a herança - maldita - deixada pelo PT, especialmente no governo Dilma, acessem os números para a inflação, rombos nas contas públicas, desemprego, PIB, taxa de juros, entre outros, que podem ser encontrados sumariamente neste link.

Não bastasse casos como os acima citados, esta semana o candidato, em entrevista ao O Globo, fez uma acusação mentirosa contra o vice de seu adversário, afirmando que o general da reserva Hamilton Mourão havia sido torturador durante o período militar. Haddad reproduziu uma informação falsa baseada numa afirmação do cantor Geraldo Azevedo, que poderá ser vista e ouvida neste link.

A lista de casos assim é imensa. Por hoje ficamos com essas, já suficientes para dizer que o senhor Fernando Haddad explicitou em sua campanha o seu lado PINÓQUIO.

O rapper Mano Brown em público, frente à frente com o candidato o advertiu: "a comunicação é a alma. Se não está conseguindo falar a língua do povo, vai perder mesmo. Falar bem do PT para a torcida do PT é fácil. Tem uma multidão, que não está aqui, que precisa ser conquistada.”

14 outubro 2018

UM TSUNAMI CHAMADO JAIR BOLSONARO

Segundo longa matéria publicada hoje (14) na Folha, já no primeiro turno, 412 redutos petistas (imagem abaixo) migraram para Bolsonaro, após escolherem o PT, no primeiro turno, em três eleições anteriores (2006/2010/2014).

Dentre as cidades analisadas pela Folha, as 30 maiores, em número de eleitores, apresentaram os seguintes percentuais de votos válidos para cada um dos candidatos.

Votos válidos em Bolsonaro (%) / em Haddad (%)

Manaus (AM) 57 / 23
Belém (PA) 43 / 22
São Gonçalo (RJ) 60 /17
Duque de Caxias (RJ) 61 /17
Nova Iguaçu (RJ) 65 / 15
Natal (RN) 44 / 23
João Pessoa (PB) 50 / 24
Uberlândia (MG) 54 / 20
Juiz de Fora (MG) 46 / 23
São João de Meriti (RJ) 64 / 15
Ananindeua (PA) 44 / 25
Campos dos Goytacazes (RJ) 55 / 17
Porto Velho (RO) 58 / 21
Diadema (SP) 40 / 31
Belford Roxo (RJ) 61 20
Macapá (AP) 45 / 25
Betim (MG) 52 / 24
Carapicuíba (SP) 45 / 24
Montes Claros (MG) 50 / 30
Cariacica (ES) 52 / 26
Itaquaquecetuba (SP) 45 / 26
Ribeirão das Neves (MG) 51 / 26
Várzea Grande (MT) 56 / 29
Sumaré (SP) 57 / 21
Mossoró (RN) 34 / 30
Ipatinga (MG) 66 / 16
Magé (RJ) 61 / 20
Imperatriz (MA) 48 / 29
Divinópolis (MG) 55 / 18
Itaboraí (RJ) 57 / 22

Em todo o País, Bolsonaro atém de ter vencido o Haddad por 46,03% a 29,28%, conseguiu tornar o PSL, o maior partido em números de votos para a Câmara Federal e eleger a segunda maior bancada (52) deputados federais.

Concluídas as apurações do primeiro turno das eleições, surgiu desta etapa um saldo bastante positivo para a democracia brasileira.


Seu melhor resultado foi o surgimento de sangue novo. Ele se fez presente em todos os cargos disputados Brasil afora. Com algumas exceções, os velhos caciques da política brasileira irão vestir o pijama, pelas ordens dos eleitores, a partir do início do próximo ano.

E, mantidos os números apresentados nas pesquisas eleitorais divulgadas logo após a eleição do último dia 07/10, a tendência é que a diferença de votos entre os candidatos à presidência e a inclusão de novas cidades, como essas que foram citadas pela Folha, deverão crescer até o próximo dia 28. 







POSTO IPIRANGA DO BOLSONARO NÃO É DE PEQUENO PORTE

A dimensão desse posto é bem superior ao que se divulgou até o momento. Paulo Guedes até então conhecido como o Posto Ipiranga do candidato Jair Bolsonaro não está sozinho. Matéria do Correio Braziliense, deste sábado (13), mostrou que o programa de governo do Bolsonaro mobiliza um grande contingente de economistas, com equipes de cinco a seis pessoas para cada tema. Além de profissionais renomados do eixo Rio-São Paulo, professores da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), engrossam o time de especialistas responsáveis pelo desenho do projeto econômico de governo do candidato. O ex-diretor do Banco Central (BC) Carlos Eduardo de Freitas avaliou como “espetaculares” os nomes que compõem o time. “Todos têm como diretrizes a economia de mercado baseada no tripé macroeconômico, o ajuste fiscal, a abertura econômica, privatizações e medidas de estímulo à produtividade”, enumerou. Freitas destacou nomes do Rio de Janeiro que colaboram com o projeto de Bolsonaro: Maria Sílvia Bastos Marques, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e Roberto Castello Branco, doutor em Economia pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, que também foi diretor do BC. Ele ressaltou a participação de quadros de Brasília, como o do professor de macroeconomia da UnB Roberto Ellery. O diretor-adjunto de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Adolfo Sachsida, tem sido o responsável pelo recrutamento de economistas para Bolsonaro. Além de Sachsida, pelo menos mais três nomes do Ipea estão na equipe de Bolsonaro. O ex-presidente da entidade Sergei Soares e os técnicos José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho e Márcio Bruno Ribeiro.

11 outubro 2018

CANDIDATO SEM IDENTIDADE



O que o Fernando Haddad representa mesmo?  Qual a sua identidade?

O referido candidato mudou as cores e as imagens de sua campanha. Já esteve com o Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, querendo a adesão deste à sua campanha, depois de concluir que sua imagem junto a do presidiário Lula não lhe rendeu um saldo positivo.

Continuando, o Haddad fez acenos ao eleitorado de centro que não manifestou apoio a ele. Em entrevista fez elogios ao juiz Sérgio Moro e ao Fernando Henrique Cardoso, ao mesmo tempo que não deixou de criticar a ex-presidente Dilma Rousseff. Como se diz popularmente, a barata voa.

O candidato determinou a retirada do Lula (ops, por determinação deste) de suas imagens de campanha, como foi feito por Lenin, Stalin, Mussolini, Hitler, Mao ... no século passado. O link desta passagem, sobre a manipulação de imagens no passado, cuja cartilha o PT, dentre outras similares, a segue, está disponível aqui. Vale a pena relembrar esses episódios.

Com relação aos debates programados pelas redes de TV para os próximos dias, discute-se a participação do Bolsonaro, ou não. Para registro e para recordação de quem já não se lembra, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma, de acordo com dados disponíveis na internet, também já tomaram idêntica atitude no passado, obviamente guiados pelos seus marqueteiros que traçavam as estratégias das respectivas campanhas. 

No caso atual, se eu tivesse que dar um pitaco, este seria do não comparecimento do Bolsonaro a nenhum dos debates programados, ainda mais por se tratar de um eventual diálogo com um pau mandado, guiado diretamente por alguém que se encontra encarcerado em um presídio.