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19 maio 2022

MILITANTE GLOBALISTA É INDICADA POR BIDEN PARA O CARGO DE EMBAIXADORA NO BRASIL

O governo dos Estados Unidos indicou Elizabeth Frawley Bagley como candidata a nova embaixadora para ocupar o posto diplomático no Brasil, portanto,   passará a chefiar a embaixada norte-americana em Brasília e comandar as relações diplomáticas entre os dois países.



Bagley é advogada e diplomata. Atualmente é proprietária e membro da diretoria da SBI, uma empresa de telefonia celular em Show Low, Arizona. A única experiência como embaixadora foi no comando da representação diplomática dos EUA em Portugal.

Bagley trabalhou como conselheira de secretários de Estado durante os governos democratas de Bill Clinton e Barack Obama.

Nas redes sociais, encontramos também que Balgey é aliada do WBO e militante globalista, indicada pela extrema esquerda norte-americana para apoiar a implantação de ditaduras socialistas na América Latina.

Começou mal

Antes mesmo de ter seu nome aprovado pelo Senado americano, a indicada "pisou no tomate" ao se referir politicamente sobre o Brasil. Afirmou que prevê dificuldades nas nossas eleições de outubro.

"[O presidente Jair] Bolsonaro tem dito muitas coisas, mas o Brasil tem sido uma democracia, tem instituições democráticas, Judiciário e Legislativo independentes, liberdade de expressão. Eles têm todas as instituições democráticas para realizar eleições livres e justas", disse a candidata.

A candidata também falou em outro tema sensível ao governo Bolsonaro. Ela disse que terá como principal bandeira o combate ao desmatamento e aos crimes ambientais no Brasil.

"Uma das minhas maiores prioridades será encorajar esforços para aumentar a ambição climática e reduzir dramaticamente o desmatamento, proteger os defensores [da floresta] e processar crimes ambientais e atos de violência correlatos", afirmou. 

Para a confirmação do posto, a indicação precisa ser confirmada pelo Senado norte-americano..

SUPREMOS ATOS INSTITUCIONAIS

Mal chegamos ao meio desta semana, estamos novamente diante de uma enxurrada de "supremos atos institucionais", oriundos do STF e endereçados ao presidente da República. Desde 2019, mais de uma centena de medidas foram tomadas pelo STF contra o presidente Jair Bolsonaro. Uma a cada sete dias. Vão desde medidas exóticas quando o ex-ministro Marco Aurélio Mello exigiu que o Executivo resolvesse em três anos os problemas do sistema carcerário acumulados ao longo de cinco séculos,  até o kafkaniano inquérito das fake news concebido por Alexandre de Moraes, como nos revela esse artigo, escrito por Branca Dias, Cristyan Costa e Paula Leal.

Os ministros do Supremo politizaram a atividade jurídica, e o que vale são suas posições ideológicas e interesses pessoais. Retroagimos ao estágio primitivo das sociedades, no qual funcionava, unicamente, o desejo do ditador de plantão que, no atual momento brasileiro, é exercido por ministros do Supremo, bem diferente das sociedades democráticas bem-sucedidas, nas quais existem verdadeiros tribunais superiores de Justiça.  

Não se trata de um ponto de vista; é a conclusão dos fatos objetivos, à disposição de todos e do conhecimento geral. Há exemplos diários, alguns deles contraditórios entre si mesmos, como esses dois casos envolvendo o representante do partido ao qual os ministros se tornaram seus representantes na Suprema Corte.

Fato: o ministro Edson Fachin afirmou publicamente, num despacho ao presidente Luiz Fux, que o trabalho da Justiça no combate à corrupção “tem sido pautado pela legalidade constitucional”. Fato: três meses depois, em março de 2021, tomou a prodigiosa decisão de anular todas as ações penais contra o ex-presidente Lula por um detalhe burocrático miserável — CEP errado, no seu entender. Ou seja: tudo estava perfeitamente legal num dia, segundo o ministro, mas - pouco tempo depois - tornou-se ilegal, segundo o mesmo ministro.

Fato: há pouco tempo o ministro Gilmar Mendes disse, também em público, que a Operação Lava Jato tinha obtido confissões por meio de “tortura” — o que transforma os criminosos em vítimas e a autoridade judiciária em autora de crime previsto no Código Penal Brasileiro. Fato: o ministro Gilmar Mendes, em 2015, declarou que a Lava Jato era um modelo de virtude, e que o PT dos governos Lula e Dilma estava executando um processo para se perpetuar no poder através do roubo de dinheiro público; calculou, até, em quantos bilhões eles tinham metido a mão até aquele momento.

Acorda Brasil. Esse é o tipo de "justiça" que se pratica no Brasil de 2022. Estamos diante do suicídio moral de nossa Corte Suprema, como  afirmou este Editorial, publicado há mais de um ano.


PS.: Atos Institucionais são mecanismos de legalização de ações políticas, estabelecendo diversos poderes extra constitucionais.

17 maio 2022

CHILE DIZ QUE SEU INIMIGO É O CAPITALISMO

A primeira página do El Mercúrio, principal veículo impresso de comunicação chileno, trouxe, nesta capa, o destino que chegou ao Chile, após algumas décadas de progresso, após ter chegado bem próximo ao clube dos países desenvolvidos. 

Nessa foto, cuja manchete é um horror, padrão MST, eles não exibem uma única bandeira chilena e se encontraram, de propósito, nas ruínas de uma fundição de 1888, para demonstrarem explicitamente que se inspiraram naquilo que deu origem ao comunismo - o combate ao capitalismo.

Contudo, a emoção e o simbolismo, palavras contidas na manchete, na realidade, explicitam mesmo, o abandono de um brilhante futuro para a Nação e a adoção de caminhos já bastante conhecidos em todo mundo - o de regimes corruptos e totalitários como os dos nossos vizinhos, Venezuela e Cuba - vida boa para poucos e miserável para muitos.

Para os brasileiros, o que está ocorrendo no Chile é um alerta importante às vésperas de nossas eleições presidenciais 

A nossa esquerda, no momento concorrendo às eleições com o descondenado Lula, está aplaudindo e reproduzindo, em larga escala, essa imagem do El Mercurio. Obviamente, ela conta com o apoio da maioria do consórcio de imprensa que está alinhado e em conluio na busca pela implementação, no Brasil, da mesma opção escolhida pelos chilenos.

É possível compreender que quem votou no ex-presidiário nos anos 90 e 2000, tinha informação muito restrita, com dominação total dos grandes grupos de comunicação (o consórcio). Mas votar no descondenado em 2022 após mensalão, petrolão, Dilma, Foro de São Paulo, financiamento de obras em ditaduras, é algo incompreensível. Lula é a representação fiel dos comunistas: pensam como Marx, governam como Stálin e vivem como Rockefeller.

ACORDA BRASIL !


13 maio 2022

APERFEIÇOAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL DEVE SER FEITO OLHANDO PARA O FUTURO

O processo eleitoral brasileiro continua - e parece que continuará assim - sendo questionado, pois grande parte dos eleitores, até o momento, não confia na contabilização de seus votos (no que urnas expressam em seus boletins impressos e mais além). E com toda razão.

Hoje (13/05/2022), a propósito dos pronunciamentos - inadequados - efetuados pelo atual presidente do TSE, o general Sérgio Etchegoyen disse que a discussão sobre aperfeiçoamentos no processo eleitoral deve ser feita olhando para o futuro, defendeu o trabalho feito pelo colega de patente, general Heber Garcia Portella, e disse que o TSE parece querer desqualificar diversas instituições com seu posicionamento.

[ ... ] "A ser verdadeira a afirmação, seria muito ruim, o papel de lacrador não cai bem a um juiz da Suprema Corte", disse.

[ ... ]  

"As respostas do TSE - carregadas de imprecisões, superficialidades e evasivas - às oportunidades de melhoria levantadas por grupo de trabalho das FFAA integrado por órgãos reconhecidamente competentes, como do Comando de Defesa Cibernética, o Instituto Militar de Engenharia, o Instituo Tecnológico da Aeronáutica e o Centro de Análises de Sistemas Navais, não ajudaram em nada e me deixaram a impressão de que o Tribunal esperava uma adesão e não um trabalho sério, isento e técnico", disse.

Urnas eletrônicas

Entre as mensagens publicados nas redes sociais, selecionei a que está indicada na imagem, e que define, com precisão, que a fraude já pode ocorrer na origem do processo, sem impedir, também, que em outras etapas volte a acontecer.

Urnas eletrônicas, são computadores, processam dados (votos), todo mundo sabe disso. Se o software implementado e em operação (processamento) está gerando resultados incorretamente, o software contém erro (bug). Só se pode verificar isto quando há a possibilidade de se conhecer o dado de entrada (o voto) não importando se o dado de entrada é consistente (correto), ou não. Neste último caso, o voto inconsistente, a urna (o software) simplesmente deverá rejeitá-lo e oferecer uma nova oportunidade para o eleitor votar.

No outro caso, o do voto consistente, só o eleitor (e não mais a urna) poderá dizer que o resultado de seu voto (pois este é secreto) está correto. Por isto a extrema necessidade de sua impressão para que o eleitor confirme se esse resultado está de acordo com o seu voto e o deixe disponível e - não identificado - para a necessidade de uma eventual conferência, como mencionaremos a seguir.

Suponhamos que na etapa anterior tudo está correto. Assunto encerrado? Não.

A próxima etapa, a da apuração, é preciso conferir se o Boletim de Urna corresponde aos votos depositados. E isto só pode ser realizado através de uma apuração manual em cada seção eleitoral, conferindo-o com o voto impresso que o eleitor deixou depositado conforme indicado anteriormente.

As próximas etapas de apuração, as totalizações dos votos - estaduais e nacional - precisam também terem sua segurança verificada. Mesmo com dados corretos obtidos na etapa anterior, a totalização dos votos poderá apresentar resultados incorretos (fraude), pois, de novo, teremos um software que irá dirigir o seu processamento e que pode ter sido programado com o mesmo propósito indicado pelo Paulo Emendabili, na imagem acima, ou seja, o software poderá possuir um "bug" desejado para obtenção de um resultado específico, ou não.

Anteriormente, já publicamos o que disse Engenheiro Carlos Rocha que liderou o desenvolvimento das urnas eletrônicas brasileiras na década de 90. A íntegra da conversa pode ser vista neste vídeo, acessível no youtube neste link: https://youtu.be/2hgmWLCaij4.

Carlos Rocha

Nela, Carlos Rocha reafirma que o maior problema das invasões, cerca de 2/3 delas, nascem dentro das próprias organizações. Elas não acontecem a partir de invasões externas, e que 95% dos eventos de quebra de segurança ocorrem por falhas humanas, sendo este o problema mais crítico de nosso sistema de votação eletrônica.

Carlos Rocha também volta a lembrar que para se eliminar o poder de manipular resultados da eleição, que hoje existe nas mãos de um grupo restrito de técnicos na administração, é necessário adotar o Principio da Segregação de Funções, recomendados pela norma ISO 27001 de segurança da informação, pelo Tribunal de Contas da União e por qualquer empresa de segurança da informação.


PS.: Nesta quinta-feira, 19/05/2022, a Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul debateu o Sistema Eleitoral Brasileiro e a confiabilidade da urna eletrônica. O debate revelou que o sistema atual retrocedeu em relação ao usado em 2018 no que diz respeito ao registro individual do voto do eleitor - confira aqui 


11 maio 2022

DISCURSO DO NOVO MINISTRO DAS MINAS E ENERGIA PRIORIZA O FUTURO DO PAÍS

O novo ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida, fez um dos pronunciamentos mais atualizados já vistos no atual governo e no novo século em que vivemos, em qualquer lugar do mundo. Muito diferente daqueles discursos que ainda estão prometendo o passado como tem feito o ex-presidiário Lula em seus - comícios de campanha fora do calendário eleitoral - não observados pelo TSE, que se tornou o seu maior cabo eleitoral, segundo pronunciamentos recentes de seus ministros, no Brasil e no exterior.

O ministro Sachsida afirmou que irá priorizar a privatização da Eletrobras e da Petrobras. Além disso, Sachsida disse que pretende incluir a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), estatal responsável por gerir os contratos da União no pré-sal, no Programa Nacional de Desestatização (PND).

"Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro Paulo Guedes, presidente do conselho do PPI, que leve ao conselho a inclusão da PPSA no PND para avaliar as alternativas para a sua desestatização. Ainda como parte do meu primeiro ato, solicito também o início dos estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias à desestatização da Petrobras", afirmou Sachsida nesta noite.

[ ... ] "Deixo claro que essa meta, esse objetivo e esse norte foram expressamente apoiados pelo presidente Bolsonaro. Tudo o que estou falando tem 100% de aval do presidente da República", disse o novo ministro.. 

Com doutorado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-doutorado pela Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, Sachsida lecionou na Universidade do Texas. É também advogado, com estudos na área de Direito Tributário, e técnico de Planejamento e Pesquisa da Carreira Pública pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Tem experiência em Macroeconomia e é autor de publicações sobre política econômica, monetária e fiscal, avaliação de políticas públicas e tributação.

08 maio 2022

NAS REDES SOCIAIS, NEM OS CUMPRIMENTOS PELO DIA DAS MÃES ESCAPOU DA CENSURA

O impacto da censura presente nas redes sociais forçosamente chegou a ser comentado no dia das mães.

Várias pessoas têm indicado que seus cumprimentos por esse referido dia não têm sido lidos, pelos menos, por seus seguidores.

Nesse sentido, acabo de ler a postagem da Dra. Nise Yamaguchi mencionando o assunto. Leia-a na imagem ao lado.

Shadow ban

O shadow ban pode ser definido como o ato de bloquear um usuário, um tema ou uma hashtag de forma que este não perceba o bloqueio. Em essência, é quando você publica conteúdo nas mídias sociais, mas o conteúdo não aparece nos feeds de seus seguidores. Seus seguidores podem ir diretamente ao seu perfil para encontrar o post, mas é mais difícil encontrá-lo. E, adicionalmente, nem você nem o seu seguidor são informados de que isso está acontecendo ou o porquê.

No Twitter

O Twitter definiu o shadow ban de forma radical: “a melhor definição que encontramos é a seguinte: tornar deliberadamente o conteúdo de alguém inacessível a todos, exceto a pessoa que o postou”.

No Facebook

A rede social chegou, inclusive, a patentear um método que oculta conteúdos da plataforma sem que o autor do post perceba. Isso torna, por exemplo, comentários invisíveis para todos os usuários, menos para quem os escreveu.

Algoritmos similares aos das duas plataformas citadas acima também são aplicados nas demais redes sociais, como Instagram, Tik Tok, ...

07 maio 2022

UM GRANDE PASSO PARA A ELIMINAÇÃO DOS GULAGS VIRTUAIS

A compra do Twitter por Elon Musk representa, sem dúvida, um ponto de virada na guerra contemporânea pelo controle do fluxo de informações. Vitória da liberdade de expressão, item cada vez mais escasso numa internet majoritariamente controlada por extremistas de esquerda.  “A liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento e o Twitter é a praça da cidade digital onde são debatidos assuntos vitais para o futuro da humanidade”  – declarou Musk.

Mas não há de se compreender o real significado do gesto de Musk, e em que ponto da trama histórica se insere, quem não atentar para os acontecimentos decisivos, como foram a vitória de Donald Trump e do Brexit em 2016 e, posteriormente, no Brasil, em 2018, a vitoria de Jair Bolsonaro. 

De um dia para o outro, por exemplo, misteriosos “especialistas” puseram-se a condenar o processo de formação da opinião pública com toda a tecnologia disponível de imposição de falsos consensos (a monocultura político-ideológica da academia e da grande imprensa, a censura das Big Techs e suas ‘agências de checagem’, as iniciativas legislativas e judiciárias – sob o pretexto do combate às ‘fake news’ e ao ‘discurso de ódio’).

O efeito político desse processo de descentralização da informação e democratização do debate público – que, com a entrada de novos atores antes proscritos, se tornou culturalmente mais diverso e complexo – não demorou a aparecer. 

Diante de tão inaceitáveis resultados, a esquerda endinheirada - como, também, manifestado diversas vezes pelo ex-presidiário Lula - passou a condenar a internet livre. Teve início, então, a busca por pretextos pseudo-humanitários (combate às “fake news”, à “desinformação”, ao “discurso de ódio” etc.) que pudessem conferir uma aparência de dignidade e interesse público àquilo que não passava de uma defesa mesquinha e reacionária do status quo

"O Twitter deixou de ser uma ágora e se tornou um gulag contra conservadores". Vítima da censura das big techs, a humanidade espera que Elon Musk possa tornar o Twitter uma praça da liberdade de expressão.

EX-PRESIDIÁRIO LANÇA PRÉ-CANDIDATURA PRESIDENCIAL

O ex-presidiário Lula da Silva e o seu ex-inimigo político Alckmin lançaram neste sábado (7) a chapa em que os dois concorrerão a presidente da República e vice em outubro deste ano.

Desde o início das movimentações do ex-presidiário, ele e o PT propagavam a intenção de formar uma frente ampla, para além da esquerda, para impedir a reeleição do atual presidente.

Até o momento, essa frente não passa de um aglomerado de siglas da esquerda (PT, PCdoB, PV, PSB, Solidariedade, Rede e PSOL), que não se entendem nem mesmo entre eles, embora tenham os mesmos gurus ideológicos oriundos do comunismo, relembrada dias atrás, no Congresso do PSB, em Brasília, com a entoação do hino da Internacional Socialista.

Imagem brasileira despenca ainda mais

Tais eventos projetam no mundo inteiro a péssima imagem atual do judiciário brasileiro, após as decisões tomadas pelo STF. Todos fazendo a mesma pergunta: como uma pessoa condenada em todas as instâncias judiciais do país, por nove juízes, pode ter os seus processos anulados e concorrer à presidência da República? Só mesmo em republiquetas há fatos semelhantes.

A estratégia eleitoral: criticar o presidente Jair Bolsonaro e elogiar as gestões petistas

Em ambas as opções o ex-presidiário enfrentará enormes dificuldades. Na primeira, o mundo inteiro reconhece a boa gestão de Jair Bolsonaro e seu respectivo sucesso na condução de seu governo. Não são discursos, são realizações no mundo real. Confira aqui, segundo a sua preferência.

Na segunda opção, o ex-presidiário não cumprirá o seu desejo. As capas de revistas daquele período não o auxiliam. São inúmeras as reportagens que tratam do fiasco de seu governo. Além da espantosa corrupção, a maior no mundo, seus "programas" como “Minha Casa, Minha Vida”, “Luz Para Todos” e “Fome Zero” tiveram resultados pífios. Nesse contexto também pode ser inserido os resultados na economia, na educação, ou em qualquer outro setor da preferência do leitor. Selecionamos alguns deles. Basta clicar nos títulos dos artigos que os respectivos conteúdos ficarão disponíveis.

Mas não basta criticar os adversários e/ou elogiar sua quadrilha. O eleitor deve estar muito atento para o que disse o ex-presidiário nos últimos dias. Selecionamos cinco temas sobre os quais o ex-condenado se pronunciou.

Aborto 

“Mulheres pobres morrem tentando fazer aborto, porque o aborto é proibido, é ilegal. […]. Quando que a madame pode ir fazer um aborto em Paris, escolher ir pra Berlim. Na verdade, deveria ser transformado em uma questão de saúde pública e todo mundo ter direito, e não vergonha”. (5/04/2022); diante da má repercussão, Lula disse posteriormente ser contra o aborto, mas manteve a defesa para que a questão seja tratada como problema de saúde pública. “Sou contra o aborto. O que eu disse é que é preciso transformar essa questão do aborto em uma questão de saúde pública. […] Qual é o crime? Mesmo eu sendo contra o aborto, ele existe”. (7/042022) 

Policiais

“Ele [Bolsonaro] não gosta de gente, ele gosta de policial. Ele não gosta de livro, se não ele estaria distribuindo livro didático nas escolas, ele gosta de arma”. Depois Lula disse ter se enganado. “Eu ontem cometi um erro quando quis dizer que Bolsonaro não gosta de gente, só de polícia. Gostaria de pedir desculpas aos profissionais da segurança. Eu que vivo pedindo que a imprensa admita seus erros contra mim, não poderia deixar de pedir desculpas pelo meu erro”. (1/05/2022)

Guerra na Ucrânia

“Fico vendo o presidente da Ucrânia [ Volodymyr Zelensky] na televisão como se estivesse festejando, sendo aplaudido em pé por todos os parlamentos, sabe? Esse cara é tão responsável quanto o [Vladimir] Putin [presidente da Rússia]. Porque numa guerra não tem apenas um culpado. […] “Eu não conheço o presidente da Ucrânia. Agora, o comportamento dele é um comportamento um pouco esquisito, porque parece que ele faz parte de um espetáculo. Ou seja, ele aparece na televisão de manhã, de tarde, de noite, aparece no Parlamento inglês, no parlamento alemão, no Parlamento francês como se estivesse fazendo uma campanha. Era preciso que ele estivesse mais preocupado com a mesa de negociação”. (4/05/2022) 

Privatização da Eletrobras

“Eu espero que os empresários sérios que querem investir no setor elétrico brasileiro não embarquem nesse arranjo esquisito que os vendilhões da pátria do governo atual estão preparando para a Eletrobras”. (16/02/2022); “Os empresários que vão comprar essa empresa, tomem cuidado. Porque se o PT ganhar as eleições a gente vai querer rediscutir o papel soberano no Brasil em ser dono do seu nariz e ser dono da sua energia”. (3/03/2022) 

Reforma trabalhista

“Não adianta falar: ‘Vamos mudar tudo e voltar ao que era antes’. Não! Nós nem queremos o que era antes. Nós queremos melhorar as coisas. Nós queremos adaptar uma nova legislação trabalhista à realidade atual”; “Nós vamos precisar transformar essa questão da geração de empregos em uma obsessão para nós”; “Precisamos fazer um debate justo na sociedade. Nós não queremos negar ao empresário o direito dele falar, mas ele precisa falar em uma mesa de negociação onde o trabalhador possa defender os seus interesses”. (14/04/2022) 

Campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro

Além do exposto acima, é preciso dizer que o teatro lulista encontrou comparsas fora do Brasil, cabendo a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se dar conta do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-la à altura. Leia aqui e aqui, e tome consciência deste assunto.



06 maio 2022

O MILHO ESTARÁ PRESENTE NA MESA DOS BRASILEIROS


Nas próximas festas juninas não faltarão milho cozido e assado, nem canjica, curau, pamonha ou pipoca. A nova safra de milho ajudará no barateamento das rações e talvez traga quedas nos preços de frangos, suínos, embutidos, leite e outros produtos. Quem sabe até da cerveja.

A safra total de milho (verão + outono) está estimada em 115,6 milhões de toneladas, 32,7% superior à do ciclo anterior, segundo a Conab

“O resultado até o final desta safra vai depender muito do comportamento climático, fator preponderante para o desenvolvimento das culturas”  [ ... ] As chuvas foram mais regulares em toda a região produtora, inclusive no sul do país, o que permitiu o plantio em boas condições de umidade. O produtor fez sua parte. Agora vamos esperar pelo clima”, afirmou o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro.

De acordo com o levantamento, a área plantada total no país está estimada em 72,9 milhões de hectares, ou seja, crescimento de 4,4% se comparada à safra 2020/21. Os maiores incrementos de área são observados na soja, com 4,1% ou 1,6 milhão de hectares e, no milho, com 6,5% ou 1,3 milhão de hectares.

05 maio 2022

EIS ELES AÍ OUTRA VEZ

Parece brincadeira: por algum tipo de compulsão incontrolável, nem Lula nem o PT conseguem ficar mais do que cinco minutos longe de algum tipo de roubalheira. Não chega o que já aconteceu? Não chega. 

Eis eles aí outra vez 

No desastroso comício do dia 1º de maio no Pacaembu, a cantora e militante petista Daniela Mercury iria receber R$ 100 mil da prefeitura de São Paulo para fazer o show com o qual os organizadores esperavam trazer algum público para aplaudir o candidato Lula. 

Não veio ninguém, como se constatou — nem para ouvir Lula, nem para ouvir Daniela. Contudo, os R$ 100 mil já estavam voando mas, como disse a Daniela, apertei um botão e o arremeti de volta aos cofres da Prefeitura de São Paulo. Só não disse que foi depois de descoberto o corrupto voo. 

A Prefeitura de São Paulo abriu procedimento para investigar a conduta adotada. De acordo com a administração, a apuração é para verificar desacordo com as regras de contratações desse tipo, nas quais é vedada a manifestação político-partidária e será coordenada pela Controladoria Geral do Município.


PS.: A propósito do que disse a Mercury sobre a disponiblização de R$ 260 bi para o agronegócio e a reformulação da Lei Rouanet que diminuiu os recursos para o setor cultural, mais uma vez, demonstrou que desconhece o Brasil. Enquanto o primeiro é empréstimo, a Rouanet sempre foi "injeção direta na veia", enchendo bolsos dos privilegiados do setor cultural e de atravessadores que recebiam respectivas propinas. E como ela e seu guru, o cumpanheiro Lula, tomam uma cervejinha, confira aqui  de onde ela vem. 

APROXIMA-SE O FIM DO ENGODO SOBRE A LIDERANÇA DA CORRIDA PRESIDENCIAL

Com a aproximação da eleição, os institutos de pesquisa já não conseguem mais manter o engodo de que Lula lidera a corrida presidencial. A última pesquisa, publicada pelo Instituto Paraná de Pesquisas, apontou empate técnico entre os candidatos. Até meados do ano serão obrigados a dizer a realidade dos fatos: a liderança é do candidato Bolsonaro e o ex-condenado Lula afunda cada vez mais.

A militância do descondenado sabe disso e está em polvorosa. Em suas hostes se pergunta o que aconteceu com o ex-presidiário. E a cada nova fala dele a situação só piora. Foi o que ocorreu com a recente matéria publicada pela revista Time, incluindo sua desqualificada manifestação, entre outras, sobre a guerra em curso na Ucrânia.

Antes, nas semanas anteriores, Lula já tinha conclamado os seus seguidores a bater na porta dos deputados e a abordar as suas famílias e, em seguida, afirmar que Bolsonaro não gosta de gente, só gosta de policial.

Embora a imprensa militante abafe suas colocações, as redes sociais não o perdoam. Agora são milhões de pessoas que repercutem suas notícias, diferentemente da meia dúzia de empresas de comunicação que faziam isto no passado, o que tem levado a loucura os seus seguidores.

Está na hora de rever a reação química processual do CEP, manipulada no laboratório do Fachin, no STF, e despachar o Lula novamente para a cadeia, cumprir as condenações impostas em três instâncias pelos crimes que cometeu. É o seu devido lugar. Com isto se poderá recuperar o conceito anterior da justiça brasileira, que hoje se encontra no fundo do poço.

WASHINGTON BRAZIL OFFICE - O PARTIDO DAS SOMBRAS NO BRASIL

Ocupam as redes sociais durante esta semana o artigo de capa da Time e mensagem do ator Leonardo DiCaprio, ambos com imersão na política brasileira. Mas como nos alertou Filipe Martins(1), há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras que ocorrerão em outubro próximo. Segue a thread publicada em seu Twitter.

1. A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.
2. Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.
3. Trata-se do "Washington Brazil Office", think tank fundado no dia 31 de janeiro, na capital dos EUA, com a finalidade de difamar o governo no exterior e promover em nosso país idéias estranhas à nossa cultura, à nossa história, às nossas tradições e ao nosso ethos político.
4. Duas informações bastarão para lhes dar uma idéia do que Soros e seus aliados pretendem com essa organização. A primeira é que o think tank tem um Conselho Consultivo, que conta com representantes indicados por ONGs como MST, MTST, APIB, Sou da Paz, e Instituto Marielle.
5. A segunda é que o think tank também conta com um grupo de cinco "embaixadores", pessoas que trabalharão em conjunto com organizações e políticos estrangeiros com a finalidade de solapar nossa soberania e influenciar a política brasileira através do lobby e da propaganda.
6. Os embaixadores escolhidos não poderiam ser mais reveladores: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura — todos vinculados, de uma forma ou de outra, com a campanha de Lula e comprometidos com interesses alheios aos dos brasileiros.
7. Segundo a própria organização, seu objetivo é se valer da localização da sede do think tank, em Washington, para defender a inocência de Lula, organizar boicotes contra produtos brasileiros e propagar desinformações junto a parlamentares americanos e outros agentes políticos.
8. Tudo, é claro, com a finalidade de manipular os rumos da política no Brasil e influenciar o resultado eleitoral de 2022 e outras disputas políticas em todas as esferas; da esfera governamental à cultural, da esfera educacional à informacional, da esfera legislativa à judicial.
9. Embora alguns se apeguem às dificuldades naturais do percurso (sobretudo a uma corrente política recém-nascida e anti-hegemônica) para dizer que o resultado da eleição não importa, essa é uma visão extremamente equivocada e as forças globalistas e da esquerda sabem BEM disso.
10. Há muitos problemas que estão em um patamar civilizacional e que não podem ser resolvidos eleitoralmente, mas também há muitas questões relevantes que serão decididas neste ano — e a esquerda, dentro e fora do país, já está trabalhando para conseguir o desfecho que almeja.
11. Diante disso, cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se dar conta do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-lá à altura.

Repete-se assim, a iniciativa do George Soros, que em 1973 criou a Soros Fund e em 1993, estabeleceu o carro-chefe de sua rede de fundações - o Open Society Institute (OSI), com sede em Nova York, visando alcançar o poder nos EUA e em outras nações, através do Partido das Sombras, denominação esta atribuída ao historiador David Horowitz em seu livro "From Shadow Party to Shadow Government: George Soros and the Effort to Radically Change America".

A partir de então, tem apoiado grupos e bandeiras extremistas, desde a legalização de drogas, passando pelo incentivo da abertura de fronteiras e indo até a criação de um judiciário de esquerda. A sua agenda ideológica pessoal, tem como objetivos centrais a diminuição da influência americana no cenário internacional, o enfraquecimento da soberania do país em favor de um governo mundial, o fim do livre mercado e da liberdade de expressão.

Partido das Sombras conseguiu realizar o sonho de Soros de colocar seu homem na Casa Branca, Barack Obama.

"O Partido das Sombras é muito mais do que um reflexo dos preconceitos de um interesse especial ou de uma geração passageira. O Partido das Sombras uniu as forças de extrema esquerda e "progressista" ao expulsar os moderados da coalizão do Partido Democrata. O Partido das Sombras é a atual encarnação de um movimento socialista que está em guerra com a economia de livre mercado e o sistema político baseado na liberdade e nos direitos individuais há mais de duzentos anos.", escreveu David Horowitz.

Recentemente, foram publicados três artigos neste Blog detalhando a atuação política de George Soros e o seu "Partido das Sombras", tendo como referência o livro do David Horowitz. 


(1)
Professor de Política Internacional, analista político, e Assessor Especial para Assuntos Internacionais do Presidente Jair Bolsonaro.