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12 junho 2023

Globalismo não é globalização e suas repercussões no Brasil

Globalização trata de relações comerciais entre as nações e sempre existiu. Globalismo é um conjunto de iniciativas e fenômenos que visam criar um ambiente de governança global, que tende a se sobrepor às soberanias nacionais e aos direitos naturais dos indivíduos, e de uma maneira geral à livre determinação dos povos ou seja, o buraco é mais embaixo. 

Globalismo é o modelo preferido pelos tiranos que desejam ter sob seu  comando uma sociedade  subserviente. Nela, cidadãos rebeldes e independentes devem ser processados, desempregados e falecerem de fome ou morrerem nos guetos e nas prisões. 

Em pleno século XX a humanidade conviveu com três regimes adeptos a essa opção, implantados por lideranças que quiseram impô-los ao resto do mundo: o comunismo, o nazismo e o fascismo. Os dois últimos foram derrotados durante a II Guerra Mundial, mas o primeiro sobreviveu e não desistiu de seus objetivos: uma troupe rica e poderosa que governa e o restante da população vivendo em condições miseráveis, totalmente dependente do ditador de plantão.

Historicamente a idéia de governo mundial sempre existiu na cabeça de imperadores e de tiranos, mas a impossibilidade tecnológica e as limitações de recursos e da logística mantinham a idéia no mundo da imaginação.

Esse cenário foi se alterando em favor do globalismo e a partir do século XVIII, diversas organizações foram criadas, com destaques para a Maçonaria em 1717 e a Illuminati (Ordem dos iluminados da Baviera) em 1776. 

No século XIX surgiram a Sociedade dos Justos, posteriormente denominada Liga dos Comunistas, a Fabian Society, a Burschenshenschaft Paulista - Bucha ... Esta teve forte influência na derrubada do Imperador D. Pedro II e na criação da república no Brasil.

No século seguinte (XX), começaram a surgir as fundações. Foram criadas, inicialmente, para "aliviar" a imagem do "Barão-Ladrão", atribuída aos magnatas do aço, do petróleo, das ferrovias e do sistema financeiro. Entre elas as que foram criadas por Andrew Carnegie (1905) e J. D. Rockefeller (1913). 

Também em 1913 foi criado o FED (Federal Reserve) que não é federal e não é uma reserva, mas funciona como uma espécie de banco central americano, de caráter privado, mas com aparente autoridade estatal, controlado por alguns poucos banqueiros. Ainda no segmento financeiro, em 1930 surge o BIS - Banco de Compensações Internacionais, o banco dos bancos centrais.

Também aderentes ao globalismo, ainda no início do século XX, foram criados think thanks, dentre eles o Chatam House, na Inglaterra e o Council on Foreign Relations (CFR), este mais uma iniciativa da família Rockefeller. Após o final da I Guerra Mundial, em 1919, foi instalada, em Paris, a Liga das Nações que precedeu a ONU.

Na sequência, após uma pausa provocada pela Grande Depressão e pela II Guerra Mundial, o surgimento de novas organizações se expandiu: ONU (1945), FMI, Banco Mundial e BIRD (1945), Tribunal Internacional de Justiça de Haia (1945), UNESCO e UNICEF (1946), OEA (1948), OTAN (1949), Clube de Bilderberg (1954), Clube de Roma (1968), WEF (1971), Comissão Trilateral (1973), Diálogo Interamericano (1982) e Foro de São Paulo (1990). E tantas outras organizações muito influentes continuam surgindo, como a Open Society (1993) e a Fundação Bill e Melinda Gates (2000), ... 

Todas elas, de uma forma ou de outra, estão relacionadas a idéia e ao desejo de se estabelecer um ambiente de governança global que, por sua vez, será o substrato para a construção de uma nova civilização, já denominada de Nova Ordem Mundial, cujo conceito mais amplo, envolve o globalismo e dá sustentação as iniciativas de incentivar e de promover modificações profundas na essência da sociedade.

Repercussões no Brasil

Os continentes americanos - e o Brasil em particular - sempre estiveram na mira das lideranças do globalismo. Com esse propósito especifico, a organização "Dialogo Interamericano" (iniciativa dos Rockefeller), tinha como um de seus objetivos incentivar a criação de um bloco latino-americano.

Foi por isso, nesse contexto, que a "Dialogo Interamericano" passou a financiar o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro, através do que ficou conhecido como Pacto de Princeton. Relembrando: a cor do globalismo, desde o seu início, foi mais vermelha do que se imagina e financiou os três regimes totalitários: comunismo, nazismo e fascismo.

O Pacto de Princeton foi um combinado de uma falsa oposição e da aplicação dos métodos de doutrinação de Gramsci, feito por Lula e FHC, ocorrido em janeiro de 1993 na cidade de Princeton, EUA. No Pacto, Lula representando o Foro de São Paulo que fomenta o socialismo comunista na América Latina e FHC representando a Diálogo Interamericano ligada ao Partido Democrata americano com pele socialista-fabiano.

No Pacto, os dois comunistas - Lula e FHC- demonstraram para a grande imprensa que eram adversários, adotando os ideais da política das tesouras, de Lênin, como única solução para implantar o socialismo-comunismo no Brasil. Forjaram uma falsa oposição para culminar com o grande projeto de instalação do socialismo em toda a América Latina. Desta forma, qualquer um dos dois que fosse eleito pelo voto democrático, estava comprometido com os ditames socialistas em toda a extensão da América Latina, objeto do Foro de São Paulo.

Além de forjar uma falsa oposição, o Pacto tinha como objetivo (do globalismo): a participação de revolucionários comunistas de 1964 nas eleições, bem como o controle populacional através do estímulo de uniões homossexuais, legalização do aborto, enfraquecimento da Igreja Católica para se prevenir de reações contrárias aos projetos estabelecidos, e também o enfraquecimento das Forças Armadas.

No ano de 1995, FHC ganhou a eleição presidencial no Brasil e começou a por em prática os métodos de desconstrução dos valores estabelecidos na sociedade brasileira e a fomentar o crescimento socialista no País.

Em 2003 foi a vez de Lula ganhar a eleição presidencial, ficando até final de 2010 no poder, período esse onde aparelhou todas as instituições, investiu bilhões em nações socialistas e forjou pesado na implantação das disciplinas que compõem o marxismo cultural, colocando classes contra classes e pulverizando a discórdia entre pobre e rico, negro e branco, sulista e nortista, homossexual e heterossexual, filho e pai, sociedade civil e polícia. Apoiou a ideologia de gênero, incentivou a corrente feminista, buscou meios para legalizar o aborto, incentivou à promiscuidade e a impunidade, desarmou a população contra resposta do referendo de 2005, sucateou as Forças Armadas, investiu em ONGs trapaceiras que defendem os ideais do globalismo-comunismo e nos artistas consagrados através da Lei Rouanet para se aproveitar do público seguidor dos mesmos no sentido que eles ajudassem falar bem do sistema. 

Enfim, nos mais de vinte anos que os esquerdistas estiveram na condução de governos para mudar a cor de nossa bandeira para o vermelho, as universidades públicas foram as que mais se esmeraram em entregar títulos, incluindo o de Doctor Honoris Causa, bem como todos os tipos de bolsas e incentivos para quem fosse convincente aos ideais marxistas e gramsciano no sentido de fomentar, cada vez mais a luta de classes, tendo no MST e em tantos outros organismos a bandeira de luta para destruir o capitalismo e implantar o decadente sistema socialista no Brasil.

Brasil 2023

Em 2023 Lula retornou ao Palácio do Planalto e com ele sua troupe viciada nos costumes comunistas, incluindo o globalismo. Lula já abriu mão da Amazônia brasileira ... e o Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois ... https://bit.ly/3oVnZ90.

Neste momento, as redes sociais começaram a divulgar que delegações de 23 países confirmaram participação na reunião do Foro de São Paulo que irá ocorrer em Brasília entre os dias 29/06 e 02/07/2023.

Tal reunião, suponho, servirá para atualizar os planos do Foro, cujos teores para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023, foram revelados pelo jornalista espanhol, Luis María Ansón, e publicados no jornal El Mundo, disponível neste link.

Mais informações sobre o Foro de São Paulo estão também disponíveis neste ótimo documentário lançado em Madrid. Um filme para denunciar a aliança entre as narcoditaduras latino-americanas e o partido espanhol Podemos, por meio do chamado Grupo de Puebla, herdeiro do Foro de São Paulo.

10 junho 2023

O TSE está aí para receber e cumprir missões e o Congresso para dizer amém

O TSE, como disse um dos seus integrantes na festa de diplomação de Lula como presidente, está aí para receber e cumprir missões oriundas de corruptos, ex-condenados, ex-presidiários etc. etc. etc.

É o que fez esta semana ao cassar o mandato do deputado federal Deltan Dallagnol. Aliás, o TSE não cassou apenas o mandato do Dallagnol. Declarou nula, para todos os efeitos práticos, a vontade de 344.000 cidadãos paranaenses que votaram nele nas últimas eleições e acabam de ser informados que os seus votos não valem nada. Em seu lugar, por decisão do STF, ficou um candidato que teve apenas 12.000 votos.


A nossa Constituição só vale quando o Supremo acha que ela vale, e nesse caso eles decidiram que não vale. Já tinham feito a mesma coisa, ou pior. 

A Constituição diz que nenhum deputado pode ser preso a menos em flagrante delito, e por crime inafiançável; o STF manteve preso por nove meses e, posteriormente, condenou a nove anos de prisão em regime fechado, o deputado federal Daniel Silveira, sem respeitar nenhuma das duas condições. Adicionalmente cancelou o indulto que lhe foi concedido pelo presidente da República. E o mesmo presidente da Câmara dos Deputados aceitou tudo e só repetiu amém.

É essa a atual democracia brasileira.

“O Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois”

Nova Ordem Mundial (NOM), que diabo é isso? Basicamente, é a entrega a organizações internacionais de decisões que devem ser tomadas pelo governo de um país, no caso do Brasil, por via dos seus Três Poderes. 

A NOM prega e deseja estabelecer uma governança global para o mundo - sem a participação (voto) popular - sob um modelo desenhado por um conjunto de megabilionários e de megaburocratas que passarão a dar ordens de como o mundo deverá ser em Nova York, Bruxelas ou Brasilia: você tem de fazer isso, você tem de fazer aquilo, porque seu país não tem capacidade para governar a si próprio.

No Brasil há adeptos desse modelo e que bajulam e recebem gorjetas desses megas ... para repetirem discursos pré-fabricados e criticarem os seus opositores, sob os aplausos da esquerda mundial - comunismo e globalismo sempre estiveram juntos - Tais figuras passaram os últimos quatro anos criticando o Bolsonaro pela defesa que fazia do território brasileiro, em especial da Região Amazônica.

Após a virada do ano, nomeado o novo presidente da República, este, em menos de cinco meses de governo, disse que “a Amazônia não é só nossa” – e se não é só dos brasileiros, é de mais gente. De quem, então? Da “governança global”? 

Lula propôs ao presidente dos EUA, Joe Biden, criar um “Fórum Internacional”, que supostamente servirá para legislar sobre o território da Amazônia, que é vista como a chave para a “internacionalização” de uma área do Brasil – que contém reservas de minérios, aquíferos, petróleo e gás.

Lula é o primeiro presidente brasileiro a defender em público posições entreguistas tão claras e reclamar que o Congresso se recusa a aprovar os seus acordos internacionais porque a maioria do povo brasileiro, de quem a Câmara e o Senado são os únicos representantes legítimos para a adoção de leis, não quer esses acordos.

“O Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois”


PS.: Desejando conhecer um pouco mais sobre a Nova Ordem Mundial e suas repercussões no Brasil, acesse este link

09 junho 2023

Lei de Alexandre de Moraes, prata [esquerda] ou prisão [direita]

No Brasil cresce o número de decisões favoráveis aos narcotraficantes. Será que estamos próximos da implantação da "lei de Pablo Escobar, prata [suborno] ou chumbo [morte]" no País?

Algumas manchetes corroboram esse entendimento. Vejamos algumas delas:


Tal entendimento também pode ser estendido para o plano político, que ganhou ênfase a partir da soltura de um ex-presidiário e o tornou presidente da República. 

Para esses casos, a sua denominação será bastante disputada entre os ministros do STF. Mas ao final de uma enquete para a escolha de seu título deve prevalecer  "lei de Alexandre de Moraes, prata [esquerda] ou prisão [direita].

  • . . .

De tudo o que o STF fez e está fazendo de ruim à sociedade brasileira, no dia a dia de suas decisões, pouca coisa é mais destrutiva do que a sua opção, como demonstram claramente os exemplos mostrados acima, por um sistema de governo não democrático, baseado em decisões de juízes, magistrados, desembargadores etc.

Acorda Brasil.

Aulas de São Paulo com o mestre Tarcísio de Freitas

Decorridos apenas cinco meses de novo governo, aulas proferidas por Tarcísio de Freitas estão vindo do estado de São Paulo para os demais dirigentes públicos brasileiros em todos os níveis: federal, estadual e municipal.

É o que está proporcionando, e já está em curso, um ambicioso plano que pode resultar em 15 projetos de privatizações, parcerias público-privadas (PPPs) e concessões. 

O pacote pretende garantir investimentos de até R$ 180 bilhões e é uma prioridade do governador Tarcísio de Freitas, que esteve recentemente em Nova York para participar de uma série de eventos com objetivo de captar investidores privados internacionais.

Tarcísio esta nos ensinando que o melhor programa social é a privatização do que for possível dos investimentos, isto é, conseguir que o setor privado faça o máximo investimento possível.

Dizendo de outro modo, quanto maior for o nível de investimento feito por empresas privadas mais recursos sobrarão para o governo priorizar os programas sociais e de obrigação do estado nas áreas de educação, saúde e segurança públicas.

Na contramão

Infelizmente no plano federal estamos diante de um governo que se recusa a transferir o máximo de investimentos ao setor privado, ou pretende elevar gastos com obras de investimento e, portanto, gastará menos com serviços e programas sociais, comprometendo o futuro do País.

Nesse sentido, joga contra a nação e contra os interesses dos mais pobres o atual presidente da República, quando chama os empreendedores do agronegócio de fascistas, quando grita contra a privatização de empresas estatais e ameaça reestatizar empresas já privatizadas, e quando diz que o governo vai cancelar todo o programa de privatizações, incluindo aquelas já em andamento.

Acorda Brasil!

08 junho 2023

Brasil governado pelo STF em parceria plena com o Sistema Lula-PT?

Rosa Weber, presidente do STF, ficou revoltada com o pedido de vista de André Mendonça no julgamento do Marco Temporal, nesta quarta-feira (7). Ele pediu mais tempo para analisar o caso e pode devolver o processo após a aposentadoria da magistrada, que ocorre em setembro.

“Eu só espero, e tenho certeza que vai acontecer, que eu tenha condições de votar, porque eu tenho uma limitação temporal para proferir o meu voto”, afirmou Rosa Weber. Em resposta, Mendonça afirmou que ela deve pautar o tema mesmo que ele não devolva o processo. “Sem dúvidas, é o que diz o nosso regimento: 90 dias volta automaticamente à pauta”, afirmou.

A ação foi pautada por Rosa Weber após um apelo feito pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara. Após o voto de Alexandre de Moraes que seguiu o relator Edson Fachin e votou contra a tese que estabelece que os povos originários só poderão reivindicar a posse dos territórios que já estivessem ocupando na data de promulgação da Constituição de 1988, a bancada da oposição no Senado protocolou um requerimento de urgência para a votação do projeto de lei do Marco Temporal na Casa. Se aprovado, o texto vai direto ao plenário, sem passar pelas comissões. No final de maio, a Câmara dos Deputados aprovou por vasta maioria – 283 votos a 155 – e contra a vontade do governo Lula. Opiniões no vídeo abaixo.


O problema é que, num Brasil governado pelo STF, em parceria plena com o Sistema Lula-PT, as decisões do Congresso Nacional podem não valer simplesmente nada.

O Supremo ao apreciar o tema pode resolver o oposto do que resolveram os deputados – e aí? A decisão da Câmara foi tomada por maioria claríssima – nada menos do que dois terços dos votos, contra um terço de votos a favor da posição do governo.

Se o STF derruba a lei aprovada na Câmara, está negando, diretamente, o direito à representação popular no Brasil. Para que servem os representantes do povo, se as leis que aprovam não têm valor?

Acorda Brasil !

Henry Kissinger completou 100 anos



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Kissinger nasceu na Alemanha em 1923, em família judia que, fugindo do nazismo, se radicou nos EUA em 1938. Após concluir seu PhD em Harvard em 1954, tornou-se professor daquela universidade e trabalhou também como consultor sobre política externa.

Com a eleição de Richard Nixon a presidente dos EUA em 1968, Kissinger foi indicado para chefiar o Conselho de Segurança Nacional - órgão vinculado à Casa Branca e de assessoria direta ao presidente.

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Coordenando o trabalho de outras agências do governo dos EUA (relações exteriores, inteligência, defesa), Kissinger transformou-se no centro operacional da política externa do país.

Em 1973, além de chefe do Conselho de Segurança Nacional, Kissinger foi indicado também ao cargo de Secretário de Estado (Ministro das Relações Exteriores), o único a ocupar os dois cargos simultaneamente na história dos EUA.

Depois da renúncia de Nixon em 1974, Kissinger permaneceu como chefe da diplomacia norte-americana durante o governo de Gerald Ford, até 1977. Mas o seu legado foi mais duradouro do que os oito anos em que ele geriu a política externa dos EUA.

Quando chegou à Casa Branca em 1969, Kissinger encontrou um cenário desfavorável aos EUA: a União Soviética estava em ascensão, a Guerra do Vietnã dilacerava a política e a economia americana, os protestos estudantis de 1968 questionavam a legitimidade da diplomacia do país.  


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Kissinger mudou esse panorama. Ele foi responsável por negociar o primeiro Tratado de Limitação de Armas Estratégicas e o Tratado de Mísseis Antibalísticos com a União Soviética, reduzindo significativamente a corrida armamentista entre Washington e Moscou.


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Kissinger e Le Duc Tho – ex-chefe do Partido Comunista do Vietnã – concluíram as negociações dos Acordos de Paz de Paris, que puseram fim à guerra entre seus países. Pela perseverança nessas negociações, ambos receberam o prêmio Nobel da Paz em 1973.

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Enquanto Kissinger chefiou a diplomacia americana, os EUA ratificaram o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP), em 1970, e a Convenção Internacional que proíbe o uso de armas biológicas, em 1975. Foi Kissinger que, com Zhou Enlai, abriu as comunicações diplomáticas entre os Estados Unidos e a China de Mao Zedong.


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A visita de Nixon a Pequim em 1972 – arquitetada por Kissinger e Enlai – foi uma das maiores jogadas políticas dos Estados Unidos no confronto com a União Soviética, ajudando na aproximação do gigante asiático com o Ocidente e enfraquecendo a posição geopolítica de Moscou.

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Ainda foi Kissinger quem negociou o fim da Guerra do Yom Kippur entre os estados árabes e Israel – e cuja diplomacia abriu caminho para os Acordos de Camp David.

Mas Kissinger também foi acusado de ser um estrategista atroz: antes de selar o término da Guerra do Vietnã, por exemplo, tentou enfraquecer a posição dos vietnamitas do norte por meio do aumento de bombardeios ilegais, ampliando o conflito para o Camboja e para o Laos. 

ImagemKissinger foi também acusado de ter sido negligente com a invasão do Timor Leste pela Indonésia, que resultou na morte de 150 mil pessoas – e der ter amparado politicamente as investidas militares do Paquistão contra Bangladesh. 

Ele apoiou supremacistas brancos no sul da África, bem como ditaduras militares na América Latina. O apoio dos EUA ao golpe no Chile é um dos exemplos mais clássicos. Na década de 2000, surgiram três ONGs dedicadas a levá-lo à justiça por crimes contra a humanidade.

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Bombardeio ao Palácio de la Moneda, Santiago, 11/09/1973

Kissinger é considerado um ícone do realismo na política externa: um calculista frio, que sabia manobrar o jogo de poder. Em 1956, ele afirmou a um amigo historiador que “a insistência na moralidade pura é em si a mais imoral das posturas, até porque muitas vezes leva à inação".

Mas Kissinger sabia que o realismo também podia ser paralisante. Ele pagou um preço pessoal elevado pelos fracassos diplomáticos da década de 1930, que levaram à 2a Guerra. Como ele apontou em 1957, os arquitetos britânicos do apaziguamento, “se consideravam realistas duros”. ImagemUma de suas vertentes analíticas – exposta desde os tempos de estudante em Harvard – é que a história não tem um significado predeterminado, o que permite espaços de manobras. A história fornece um palco sob qual operar, mas ela permite esculpir arranjos sociais desejados. Kissinger era um idealista no sentido filosófico. Sua tese em Harvard, “O significado da história”, foi uma crítica admirável da filosofia de Kant. Seu argumento central era que “a liberdade é uma experiência interior como um processo de decisão de alternativas significativas”. Ele escreveu que "qualquer que seja a concepção de alguém sobre a necessidade dos eventos, no momento de sua realização, sua inevitabilidade não pode oferecer nenhum guia para a ação". As ações são resultados da convicção e das escolhas.Kissinger também foi um antimaterialista convicto, tão hostil às formas capitalistas de determinismo econômico quanto ao marxismo-leninismo.

Era perigoso, ele argumentou em sua tese de conclusão de curso, permitir que “uma discussão sobre a democracia [se tornasse] uma discussão sobre a eficiência dos sistemas econômicos, que está no plano da necessidade objetiva e, portanto, discutível”.

Em contraste, Kissinger escreveu, “a intuição interior da liberdade rejeitaria o totalitarismo mesmo que fosse economicamente mais eficiente”.

“A menos que sejamos capazes de tornar os conceitos de liberdade e respeito pela dignidade humana significativos para as novas nações a muito alardeada competição econômica entre nós e o comunismo ficará sem sentido”.

Em outras palavras, os ideais democráticos tinham de ser defendidos por si mesmos, sem depender do sucesso material do capitalismo para defendê-los.

A vida de Kissinger perpassa mais de 1/3 da existência dos EUA como uma república independente. Sua influência para o desenho da ordem internacional do século XX é vasta. Não menos importante é sua influência intelectual.O estudioso de relações internacionais Hans Morgenthau certa vez descreveu Kissinger como Odisseu, “multifacetado”. Foi um estrategista atroz, um calculista frio, um idealista kantiano, um diplomata formidável. Um nome, enfim, que carrega, aos 100 anos, o peso da história.

Kissinger também participa de várias organizações que promulgam uma Nova Ordem Mundial. Dela assim se pronunciou (...) "Sim, muitas pessoas morrerão quando a Nova Ordem Mundial for estabelecida, mas será um mundo bem melhor para aqueles que sobreviverem".

Fonte: Diogo Ramos Coelho




O tempo não volta atrás

Em seu retorno ao poder, Lula tenta fazer o relógio voltar aos seus "bons" dias de governos passados. Mas as coisas mudaram muito no Brasil (e no mundo) nos últimos dez anos 

A série de erros cometidos por Lula no seu novo governo mostra que o presidente brasileiro não entende as mudanças ocorridas nos últimos anos ou se apega a uma estratégia que o leva ao fracasso.

Nesse sentido, no plano interno merecem destaques negativos a composição de seu governo em quantidade de novos cargos criados, na qualidade de seus ocupantes bem como nos critérios adotados para sua seleção. Segue-se a tudo isso as suas derrotas no Congresso Nacional e a sua subserviência ao STF, além de um dia a dia desmoralizante como as notícias sobre os gastos efetuados com móveis para o Palácio da Alvorada, com o uso de helicópteros e aviões etc. etc. etc.

"Até agora, em seu governo, os “pobres” não viram um tostão das fortunas que seriam entregues a eles. Quem está ganhando, como sempre, é o Brasil Velho dos políticos mercenários, dos marajás do serviço público e de todos os outros parasitas que prosperam com o dinheiro dos impostos – ou seja, com o trabalho do povo brasileiro. Os 5 bilhões de reais queimados até agora para garantir a “governabilidade” não resultam em nada de útil para a população que está pagando por tudo isso. Não geram um único emprego. Não respondem por um decimal de crescimento econômico. Não fornecem nenhuma oportunidade a quem precisa. Não melhoram em nada a saúde, a educação ou a segurança do país. Só produzem um governo ainda mais obeso, mais inepto e mais caro do que já é", escreveu J. R. Guzzo em sua última coluna na Revista Oeste.

No plano externo, sua obsessão para que seja reconhecido como um líder mundial tem produzido resultados irrelevantes e o colocado cada vez mais insignificante. Vários são os deslizes já contabilizados. Por exemplo, o que ocorreu na recente cúpula do G7, onde Lula chegou querendo traçar uma agenda bem diferente da dos EUA e da Europa, apoiando um suposto plano de paz chinês para a guerra na Ucrânia. Sua tentativa de ficar equidistante de Moscou e Kiev, e seus passos um tanto ridículos para evitar um encontro com o presidente Zelensky, foram assuntos da mídia global e geraram profundo desgosto em Washington e Bruxelas.

Sua segunda tentativa foi ainda mais negativa. Ele convocou todos os líderes regionais para um "retiro espiritual" em Brasília para relançar as relações e o comércio em nível continental, colocando-se no centro do processo e buscando exibir a sua liderança.

Contudo, Lula cometeu um erro decisivo. Ao receber o ditador venezuelano Nicolás Maduro na véspera do encontro, ele fez uma série de comentários totalmente inoportunos, defendendo o regime venezuelano, buscando "limpar" a imagem de um ditador, e dizendo que as denúncias de violações de direitos humanos e a falta de liberdade política na Venezuela são apenas uma questão de “narrativas”.

O tiro saiu pela culatra. O pronunciamento do presidente uruguaio Lacalle Pou, posicionando-se contrariamente ao que disse Lula sobre o Maduro, o projetou como novo líder político no continente. E para surpresa de praticamente todos os participantes do encontro, Lacalle contou com um alado inesperado: o presidente chileno Gabriel Boric. Apesar de sua visão esquerdista, Boric não apoiou a hipocrisia de muitas pessoas de seu campo ideológico sobre o que está acontecendo na Venezuela, Cuba e Nicarágua, e endossou as palavras do presidente uruguaio.

Last but not least, na verdade, Lula tem sido um fracasso retumbante para a política externa brasileira. Longe de se posicionar como o líder natural da região, Lula ficou em péssima posição, questionado, e com sua credibilidade na opinião pública continental e mundial, seriamente afetada.

03 junho 2023

A Nova Ordem Mundial, através de seus agentes, está avançando a passos largos. A estrutura que deve desaparecer é a nação

No Brasil, Lula já está marcando data para fechar o Congresso

Segundo matérias que estão circulando na imprensa, aqui por exemplo, no último esforço para reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa - GEE da agricultura, a Irlanda disse que pode matar 200.000 vacas nos próximos três anos para cumprir as metas climáticas.

A Reuters informou que a União Européia aprovou no mês passado um plano holandês de US$ 1,6 bilhão para comprar pecuaristas, em um esforço para reduzir a poluição por nitrogênio.

Agora, o governo Biden tem como alvo a agricultura americana. O enviado especial do presidente para o clima, John Kerry, alertou recentemente em uma cúpula do clima para o Departamento de Agricultura dos EUA que a necessidade da raça humana de produzir alimentos para sobreviver cria 33% do total de gases de efeito estufa do mundo.

“Não podemos chegar a rede-zero. Não realizamos esse trabalho a menos que a agricultura esteja na frente e no centro como parte da solução”, disse Kerry. 

A Rede Zero significa que não adicionaremos novas emissões à atmosfera. As emissões de dióxido de carbono, CO2, continuarão, mas serão equilibradas pela absorção de uma quantidade equivalente da atmosfera.

O bilionário da Microsoft Bill Gates também está obcecado com as emissões de gado, fornecendo apoio financeiro a empresas que estão desenvolvendo suplementos de algas marinhas e máscaras de gás para vacas.

Katy Atkinson, uma defensora da agricultura que cria gado no condado de Albany, disse que esta conversa sobre as emissões da indústria não está considerando os impactos benéficos do gado para o meio ambiente e o clima. Ela disse que o gado contribui para a resistência à seca, saúde do solo e redução de incêndios florestais. Pouco antes de o gado ser introduzido na América do Norte e a indústria começar a criá-lo, Atkinson disse que havia milhares de búfalos perambulando pelas planícies. 

Os produtores de carne bovina e leiteira britânicos estão agora muito nervosos. Parece cada vez mais claro que existe uma agenda ecomodernista para eliminar completamente a carne convencional. Não é apenas a turba do Extinction Rebellion ; muitos dos políticos do mundo estão a bordo. A agricultura precisa se tornar mais verde, mas através do aproveitamento de novas tecnologias, em vez de jogar o bebê fora com a água do banho.

(...) "Estamos à beira de uma transformação global. Tudo o que necessitamos é uma grande crise e as nações não apenas aceitarão a Nova Ordem Mundial, mas pedirão por ela", David Rockefeller, durante um jantar dos embaixadores das Nações Unidas.

 (...) "Sim, muitas pessoas morrerão quando a Nova Ordem Mundial for estabelecida, mas será um mundo bem melhor para aqueles que sobreviverem", Henry Kissinger.

(...) "Temos que conduzir este assunto do aquecimento global. Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, estaremos fazendo o correto em termos de política econômica e ambiental, Timothy Wirth, ex-subsecretário de Estado dos EUA e presidente da UN Fundation. 

( ...) "Não importa o que é a verdade. Só importa o que as pessoas acreditem que seja verdade", Paul Watson, fundador do Greenpeace. 

(...) "Requer-se uma Nova Ordem Mundial para manipular a crise da mudança climática", Gordon Brown, Primeiro Ministro Britânico (2007-2010). 

(...) "A elite globalista não é apenas uma vaga classe social de capitalistas e banqueiros. É uma entidade organizada, com existência continua há mais de um século, que se reúne periodicamente para assegurar a unidade de seus planos e a continuidade da sua execução, com a minúcia e a precisão científica com que um engenheiro controla a transmutação do seu projeto em edifício", Olavo de Carvalho, em seu debate com Alexandr Dugin.

A Nova Ordem Mundial, através de seus agentes, está avançando a passos largos. A estrutura que deve desaparecer é a nação. 

No Brasil, Lula já está marcando data para fechar o Congresso. Confira no vídeo abaixo.




COMUNISMO: A MÁQUINA DE CRIAR POBREZA, FOME E MORTE EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO


O Chile atualmente repete momentos vividos no final dos anos 60 e início dos 70. Há exatamente 50 anos (01/06/1973), os arcebispos de então publicaram uma carta onde apontaram que o Chile parecia um país devastado pela guerra. Textualmente o que segue em um de seus parágrafos. : 

"Nos duele ver las largas colas de chilenos - los miliones de horas que pierden cada semana sufriendo la humillación de vivir ne esas condiciones. Parece un pais azotado por la guerra" (Dói-nos ver as longas filas de chilenos - os milhões de horas que perdem todas as semanas sofrendo a humilhação de viver nessas condições. Parece um país devastado pela guerra.)

O final dessa situação ocorreu três meses depois (11 de setembro de 1973) com a deposição do presidente Salvador Allende, de perfil marxista que desejava instaurar o comunismo em seu país.

Após duas décadas do seu 11 de setembro, o Chile passou a constar das previsões de que seria o primeiro país da América do Sul a entrar no grupo das nações desenvolvidas.

Recentemente, infelizmente, tal previsão deu com os burros n'água. Argentina e Chile caminham na mesma direção do que ocorreu e está ocorrendo na Venezuela. Acorda Brasil.

Contudo, desta vez, não foram publicadas manifestações da igreja. O arcebispado chileno, como também o do Brasil, foi envenenado pela Teologia da Libertação.

A reportagem da matéria anexa nos alerta para a miséria humana em que se encontra o Chile, como conseqüência da chegada de mais um comunista, Gabriel Boric, a sua Presidência. De lá pra cá, já atearam fogo no Chile urbano, agora estão incendiando o Chile rural. O Chile começou a queimar pelos quatro lados.

Os atos terroristas da esquerda comunista têm se intensificado em todo o país. A imagem nos mostra o que ocorreu na região de Araucanía, ao sul do Chile, muito rica em paisagens naturais, após a queima de escolas, igrejas e caminhões, aterrorizando seus moradores, incluindo os mapuches (povo indígena da região).

No Brasil, em patrimônios privados e públicos, atos similares começaram a ressurgir, todos praticados por organizações com o mesmo perfil das chilenas.


COMUNISMO: A MÁQUINA DE CRIAR POBREZA, FOME E MORTE

O comunismo prospera ainda hoje sem que receba a mesma condenação de intelectuais, políticos e personalidades, mesmo que tenha provocado mais mortes que o nazismo. Mas por que, mesmo com tantos desastres documentados e milhões de mortos como resultado, o comunismo ainda não é tratado com o mesmo repúdio que o nazismo?

Por que há quem o defenda com unhas e dentes e partidos políticos abertamente comunistas, inclusive no Brasil ?

Um dos motivos do comunismo ainda ser aceito é o desconhecimento. A Gazeta do Povo nos apresentou uma seleção de textos exclusivos que mostra como o comunismo é, na verdade, uma máquina de criar pobreza, fome e morte.

Maio no Brasil não foi para as mães. Com o bicho solto e comendo a democracia brasileira, sobraram golpes para as mulheres

        O mês de maio se encerrou e com ele a ditadura brasileira - em nome do amor - se ampliou. Desta vez sobrou também para as mulheres através de atos de perseguição política e de agressões físicas.

        Em primeiro lugar, a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que aposentou compulsoriamente a juíza Ludmila Lins Grilo depois que ela foi afastada pelo Conselho Nacional de Justiça, por críticas ao inquérito do STF que apura supostas fake news. 

        Ludmila foi a primeira a denunciar de dentro a serpente que estava sendo criada dentro do Judiciário. Hoje, com o bicho solto e comendo a democracia brasileira, a veracidade da sua denúncia é confirmada pela sua cassação pela serpente denunciada. É o que podemos ler e ouvir em sua ótima e imperdível entrevista acessível após se clicar neste link.

        Em segundo lugar, Ana Paula Henkel nos disse, em seu artigo na Revista Oeste (167), que:

(...) "a semana para as mulheres na administração PT terceiro tempo seguiu como manda a genética do partido aliado a ditadores: com mais intimidações a mulheres. Durante o depoimento de Nelcilene Reis na CPI do MST, ex-integrante do movimento terrorista que invade propriedades violentamente, a presidente do PT e deputada Gleisi Hoffmann deu um show de intimidação e desrespeito ao depoimento de uma mulher. Nelcilene afirmou ter ingressado no MST com a expectativa de receber um pedaço de terra para plantar, mas que foi extorquida pelos líderes do acampamento. Ela relatou que sua família deixou o movimento após um desentendimento com os líderes por se sentir escravizada por trabalhar todos os dias, de graça, e não poder vender o resultado da sua plantação. Gleisi ameaçou “acionar a Justiça” para impedir que as declarações de Nelcilene sejam levadas a sério." 

        Last but not least, a semana para as mulheres na nova era do amor petista foi coroada com um golpe físico em uma mulher. Depois das cerimônias pomposas para receber o narcoditador da Venezuela Nicolás Maduro, seus seguranças agrediram a jornalista Delis Ortiz, repórter da TV Globo




02 junho 2023

Lula: os principais truques da semana

Visita do Maduro

Lula recepcionou o ditador venezuelano Nicolás Maduro no Palácio do Planalto. Durante o seu discurso, Lula citou uma integração cooperativa entre as forças armadas dos dois países para combate ao narcotráfico. Seria cômico se não fosse trágico: Lula disse isso ao lado do chefe do Cartel dos Sóis ("Cartel de los Soles"), grupo narcotraficante que opera dentro das forças armadas venezuelanas e é responsável pelo escoamento de 25% de toda a cocaína produzida no mundo.

De cinco em cinco minutos, o venezuelano ouvia de Lula: “Apresente a tua narrativa, Maduro”. O visitante mentia: tudo vai bem por lá.  Lula não conseguiu ressuscitar a Unasul e deixar Maduro melhor no retrato dos governantes sul-americanos. O Congresso Nacional e os presidentes do Uruguai e do Chile condenaram as atitudes e as falas de Lula.

O carro popular

O “carro popular” do governo Lula é tudo o que pode existir de mais atrasado em qualquer proposta de “política industrial”. E isto num contexto em que Lula e Alckmin, falam de uma “política de neo-industrialização” para o Brasil. E acredite se quiser, Lula fala em “trocar tecnologia” com a Venezuela — isso mesmo, a Venezuela, que não consegue produzir um parafuso de rosca, numa época em que a indústria mundial fala em nanociência, robôs e inteligência artificial.  É isso, na prática, que produz a “política econômica com preocupação social” do governo Lula — atraso direto na veia, com os “pobres” servindo de biombo para a promoção de interesses privados dos amigos, e dos amigos dos amigos.

Nomeação de Zanin

Lula, em mais um truque, veja neste vídeo, confirmou a indicação de Cristiano Zanin para o STF.  “Todos esperavam que indicássemos o Zanin. Não só pelo papel que teve na minha defesa, mas simplesmente porque acho que Zanin se transformará num grande ministro da Suprema Corte”, disse Lula.