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15 maio 2021

15 DE MAIO HISTÓRICO

Mais uma semana está se encerrando com boas notícias e comemorada de forma esfuziante em todo o Brasil através de festas pela democracia.

O ápice das festas ocorreu na Esplanada dos Ministérios, em Brasilia, nesta tarde do sábado (15).  Vide as fotos a seguir.



Por volta das 16h, Bolsonaro apareceu montado em um cavalo. O presidente estava acompanhado dos ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles; da Agricultura,Tereza Cristina;  do Turismo, Gilson Machado e da Infraestrutura, Tarcísio Gomes.

Muita gente que não pode comparecer se manifestou por meio das redes sociais.  Em fotos e vídeos publicados nessas redes, e alguns replicados pelo próprio Bolsonaro, os manifestantes afirmam que o ato é em defesa da “direita brasileira” em “total apoio ao presidente Bolsonaro” e contra as medidas restritivas, adotadas por diversos governadores.

Bom, presente, ou de forma remota, os brasileiros disseram chega! Presidente nós autorizamos, faça o que tem que ser feito”. 

Que o Presidente continue sendo aclamado nas ruas e apoiado nas redes sociais e que, junto com Deus, nos livre do PT, da Globo e similares. Confira as preces neste vídeo.



13 maio 2021

ESSA CPI É UM CIRCO

Além de termos de enfrentar a pandemia, a pobreza e a miséria deixada pelo PT, os brasileiros passaram a conviver, nos últimos dias, com palhaços, mágicos e domadores numa CPI da COVID-19 que parece um circo sem que seus participantes possuam os méritos dos profissionais do ramo.

É muita malandragem e pouco caso aos brasileiros, embora estes já saibam até aonde alguns políticos e outros animais da República podem chegar. Todos na defesa de seus "legítimos" interesses e fingindo defender a população, em discussões patéticas, inclusive entre senadores que se consideram excluídos do palco circense.

"A pauta deveria ser os caminhos para os milhões de desempregados, acabar de vacinar o Brasileiro, apoio aos milhões de autônomos ... Não sei vocês mas as perguntas que estou escutando de algumas "vossas excelências"são completamente típicas de quem nunca fez nada útil pelo país, todo mundo virou cientista, especialista  estão fazendo o que sabem fazer: nada e torcer pelo caos". Confiram na imagem à direita.

Nela, "Sempre tem alguém picareta, vagabundo querendo atrapalhar o trabalho daqueles que produzem", disse o presidente Jair Bolsonaro, hoje (13,) pela manhã, em Maceió-AL. 

No fim de tudo, é lastimável o que lá estamos vendo acontecer. É um retrato de um quadro político caindo aos pedaços, completamente sem rumo, em discussões que são de enlouquecer as pessoas que ainda guardam alguma seriedade dentro de si.








11 maio 2021

O VOTO AUDITÁVEL E A REAÇÃO DE MINISTROS TOGADOS

Em reação ao que vem dizendo o presidente Bolsonaro sobre a necessidade de voto auditável nas próximas eleições -  “se não tiver voto impresso, é sinal de que não terá eleição” - apontando uma possível fraude eleitoral nas eleições de 2022, caso não seja viável auditar os votos até lá.

Em “em caráter reservado” à CNNdois ministros togados disseram que esses “ataques ao sistema eleitoral despertam desconfiança em parte da sociedade”. 

Ora, como a sociedade pode confiar em uma eleição conduzida por Ministros militantes políticos, sem isenção, sem equidade? Para saber mais sobre essa militância leia o artigo UM SUPREMO QUE VIROU PARTIDO.

É conhecido, é sabido no meio técnico, que "hoje não existem instrumentos de auditoria independente que permitam ao TSE e à sociedade garantir a integridade dos resultados das eleições brasileiras".

De amplo conhecimento também, é sabido que qualquer sistema eletrônico controlado por um pequeno grupo de pessoas está sujeito a fraudes. Estatísticas comprovam que mais de 70% das quebras de segurança de sistemas informatizados tem origem nas próprias organizações.

Portanto, qualquer brasileiro, e não apenas o Presidente da República, tem o direito e o dever de questionar e exigir mudanças que assegurem 100% de garantia aos resultados eleitorais processados eletronicamente nos dias atuais. É preciso se provar que não houve fraude eleitoral.

E fazer isto não é tecnicamente difícil. Mas, até então, está faltando vontade política (e certamente outras coisas mais) para se demonstrar que os eleitores tiveram seus votos contabilizados exatamente como votaram nas urnas. São apenas quatro procedimentos já repetidamente indicados por técnicos estudiosos e conhecedores do assunto, os quais copio a seguir:

  1. Auditoria independente do sistema eletrônico de votação, após a eleição. 
  2. Voto registrado em um documento eletrônico legalmente válido com a assinatura digital da ICP-BRASIL, e protegido contra alteração.
  3. Equipamentos e programas certificados por laboratórios independentes credenciados pelo INMETRO.
  4. Totalização dos votos distribuída pelos TRE's nos Estados e auditada localmente.

09 maio 2021

BOA SEMANA !

Acabo de chegar de minha caminhada dominical que durou cerca de 90 minutos. Durante o percurso pude verificar, pessoalmente, o entusiasmo de muitos CIDADÃOS aplaudindo o presidente Jair Bolsonaro e os que o acompanhavam - centenas de motociclistas - em seu passeio pelas ruas de Brasília para comemorar o Dia das Mães. Bolsonaro rodou por cerca de uma hora com o comboio.


Todo esse entusiasmo expresso com naturalidade, apesar da pandemia e dos efeitos sobre o emprego e a economia, da politização da Justiça e do STF, da oposição de governadores, da manipulação da imprensa, da liberdade de corruptos e criminosos condenados, dos esforços internacionais da esquerda para prejudicar o agronegócio. Apesar de tudo isso o país está progredindo. E o Presidente continua sendo aclamado nas ruas e apoiado nas redes sociais.


Não é para menos. As notícias da semana que se encerrou - não divulgadas pela imprensa militante - foram muito boas. Vejamos algumas delas.

No âmbito do combate ao COVID-19, o
 Brasil rompeu a barreira de 50 milhões de doses vacinas aplicadas e já ultrapassou o Reino Unido.


Na economia, a bolsa de valores atingiu +122 mil pontos e o dólar fechou no menor patamar desde janeiro. O real tem o maior valor entre os países emergentes (Chile, Africa do Sul, Rússia, Mexico, Canadá, Austrália, Colômbia, Nova Zelândia). O lucro do Banco do Brasil foi a R$ 5 bilhões no primeiro trimestre. 


O preço internacional do minério de ferro superou os US$ 200 por tonelada pela primeira vez, beneficiando as exportações brasileiras e os lucros da Vale e a Brasken (maior petroquímica do país) teve o melhor trimestre da sua história, com resultados excepcionais (80% de crescimento na receita).


No segmento de privatizações, o governo do Rio arrecadou R$ 22 bilhões com a privatização da CEDAE e o presidente da Câmara dos Deputados prometeu aprovar até o dia 17 a MP que autoriza a privatização da Eletrobrás que deverá render cerca de R$ 100 bilhões ao governo. No mês de abril foram licitadas 14 concessões em rodovias, aeroportos, portos, trens urbanos e saneamento, totalizando 48 bilhões de investimentos privados, nacionais e internacionais.


Numa expiada mundo afora, já se ouve que a expansão da economia será nos EUA (7%) e na China (9%) este ano, o que terá impacto positivo no país, já levando a FGV a projetar um crescimento do nosso PIB acima de 3,2%


E para fechar a semana, nesta sexta-feira (7), foi inaugurada a ponte de Abunã, que ligou o Acre e Rondônia e passou a permitir o acesso aos portos do Pacifico, via Peru ("Estrada do Pacifico", asfaltada, que liga Porto Velho a San Juan de Marcona).


Ops, já ia esquecendo. Pesquisa realizada pelo Paraná Pesquisas mostrou que o presidente Jair Bolsonaro, mesmo enfrentando o pior momento de sua popularidade desde a posse no cargo, continua liderando todos os cenários possíveis de candidaturas presidenciais em 2022. Bolsonaro não é a melhor opção..., Ele é a ÚNICA OPÇÃO !!!


Boa semana !




08 maio 2021

UM SUPREMO QUE VIROU PARTIDO





07 MAIO 2021 - 09:33

Uma das ficções mais prodigiosas da política brasileira de hoje, e que está presente em cada gesto, palavra ou pensamento da mídia, das classes intelectuais e de quem mais acredita que há “instituições democráticas” de verdade em funcionamento no Brasil atual, sustenta o seguinte: o Supremo Tribunal Federal é a entidade que cuida da prestação de justiça no país, garante que a Constituição Federal e as leis sejam cumpridas e faz disso aqui uma nação civilizada, diferente das ditaduras, países governados por gângsteres e repúblicas bananeiras que existem por este mundo afora. É bonito. Ao mesmo tempo, é tão falso como um relógio suíço fabricado em Pedro Juan Caballero.

O STF, de acordo com essa miragem, é uma força imparcial; pode agradar a uns e desagradar a outros, como acontece com os verdadeiros tribunais de Justiça do planeta, mas não tem lado. Pode errar neste ou naquele caso, como é próprio das organizações humanas, mas também pode acertar. Toma decisões que são disparates integrais, é verdade, mas cada disparate é independente do outro; não têm nada em comum entre si, não vão sempre na mesma direção e não chegam a formar uma tendência. Seus juízes, segundo o credo vigente em nossa elite, não têm nenhum interesse político, ideológico ou pessoal nas sentenças que assinam; jamais, aliás, dão qualquer opinião política. Não interferem em nada que seja atribuição óbvia dos outros dois poderes, Legislativo e Executivo. Não mantêm relações de amizade com advogados, empresários ou políticos — nem acham que possa haver alguma coisa de errado quando julgam causas patrocinadas por escritórios de advocacia nos quais trabalham pessoas de sua família. Não conversam com jornalistas, não dão entrevistas e não mantêm assessorias de imprensa. Em suma: parecem, por fora e pelo jeito da toga, com os magistrados supremos dos países que deram certo no resto do mundo.

Nenhuma das afirmações feitas ao longo do parágrafo anterior tem a mais remota relação com a realidade. De todas essas fantasias, porém, nenhuma chega perto, em matéria de credulidade em estágio terminal, de algo que é dado como verdade científica pelo Brasil considerado “bem-pensante”. Segundo esse teorema, é impossível que os onze ministros do STF atual, algum dia ou em algum caso, tomem qualquer decisão em obediência ou por fidelidade à orientação do presidente da República que lhes deu o cargo. Isso não, indignam-se os vigilantes das instituições — digam o que quiserem, mas, na hora de dar um despacho, ninguém no Supremo sequer se lembra de quem o indicou para a função. Estamos, aí, diante da imaginação em estado puro. Acreditar nisso é o equivalente a dizer que os cinco evangelistas eram três — Esaó e Jacu.

No caso, os ministros do STF que temos no momento formam um partido político de “A” a “Z” — partido que até tem as suas alas, rivalidades e facções internas, mas é partido, sim, na cabeça, corpo e membros. É muito simples. O STF, na vida real, é um grupo de pessoas que agem na mesma direção de forma intencional, clara e constante. Têm os mesmos objetivos gerais. Dividem os mesmos interesses. É assim que se comporta um partido — e é assim que se comporta o Supremo. No caso do STF atual, a atividade em comum é a linha ideológica, política e partidária que se vê no PT, nos seus satélites no Congresso e em tudo aquilo que, de forma geral, se identifica com a chamada “esquerda”. O tribunal, em suas sentenças, atende de forma quase automática a tudo o que lhe pedem o Psol, as “organizações sociais” e o universo contido no “campo progressista”. Decide, também de maneira praticamente sistemática, contra o governo. Anula leis e outras decisões do Poder Legislativo quando a esquerda, derrotada no plenário e no resto da ação parlamentar, pede que suas derrotas sejam convertidas em vitórias; diz quem ganha o jogo num campeonato disputado o tempo todo no tapetão. Prende um deputado e um jornalista, militantes de direita, por terem dito e escrito coisas que desagradaram os ministros. Conduz há quase dois anos um inquérito inteiramente ilegal contra adversários políticos. Tem um candidato à Presidência da República nas eleições de 2022 — o ex-presidente Lula. Falta alguma coisa?

O STF transformou-se numa vara penal para absolver acusados de ladroagem

Dos onze ministros atuais do STF, sete foram indicados por Lula e Dilma Rousseff: Ricardo Lewandowski, Antonio Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. A ficção, em seu modo mais extremado, pede que você acredite no seguinte: o fato de três deles terem sido colocados nos seus cargos por Lula e outros quatro por Dilma não tem nada a ver com nada. Sim, estão lá por causa deles, mas na hora de darem uma liminar esquecem quem os nomeou e decidem puramente de acordo “com os autos”, segundo manda a lei. Chegam, até mesmo, ao extremo de se convencer — e convencer uma multidão de advogados criminais, professores de ciência política e jornalistas — que estão lá pelos próprios méritos como juristas. A militância política e partidária de cada um deles pode ser vista em público, por meio de suas decisões. De qualquer forma, seu histórico é o que é. Lewandowski é ligado a Lula desde os tempos de São Bernardo. Toffoli foi advogado privado do PT e advogado-geral da União durante seu governo. Fachin foi advogado do MST e trabalhou na campanha eleitoral de Dilma; ainda há pouco, disse que a última eleição presidencial teria sido mais justa se Lula, que na ocasião estava na cadeia, estivesse entre os candidatos. Luís Roberto Barroso foi advogado do terrorista italiano Cesare Battisti, herói do PT e da esquerda brasileiro-europeia. Enfim: um dos quatro que não foram nomeados por Lula-Dilma é, justamente, o ministro Gilmar Mendes — o construtor número 1 da destruição da Lava Jato e autor principal da candidatura Lula. Dizer mais o que, depois disso?

O STF anula as quatro ações penais que Lula tinha nas costas, inclusive a que o condenou em terceira e última instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro — condenação assinada por nove juízes diferentes, um depois do outro. Declara legalmente “suspeito” o magistrado que comandou a maior operação anticorrupção da história do Brasil. Transformou-se numa vara penal para absolver acusados de ladroagem e para perseguir “a direita”. Proíbe a construção de uma estrada de ferro entre Mato Grosso e Pará. Dá ordens para que o Exército, ou ministros de Estado, ou o presidente da República, “se expliquem” em tantos dias e horas — chega até a ameaçar de prisão, só para ameaçar, os que são convocados para dar as explicações. Impede que entre em vigor uma lei aprovada legitimamente pelo Congresso que estabelece o voto impresso e auditável nas eleições de 2022. Manda o governo federal entregar vacinas que não fabrica nem controla. Em seu último surto, suspendeu todas as operações de reintegração de posse, legalmente decididas na Justiça, enquanto durar “a pandemia” — negando com isso a aplicação da lei em sua manifestação mais elementar. Nem Lula e Dilma, que foram eleitos para os seus cargos, conseguiram sequer uma parcela de tudo o que o STF tem imposto ao Brasil.

A sociedade brasileira tem uma extraordinária capacidade de dizer mentiras para si mesma. Está fazendo isso, mais uma vez, ao considerar que o STF é um tribunal de Justiça.

ELEIÇÕES 2022: BOLSONARO LIDERA PESQUISA EM TODOS OS CENÁRIOS


Levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas em todo o País - o Paraná Pesquisas entrevistou 2.010 eleitores em 198 municípios de todos os Estados, incluindo o Distrito Federal, entre os dias 28 de abril e 4 de maio últimos. - mostra que o presidente Jair Bolsonaro, mesmo enfrentando o pior momento de sua popularidade desde a posse no cargo, continua liderando todos os cenários possíveis de candidaturas presidenciais em 2022.

Bolsonaro venceria o ex-presidiário Lula em todos os cenários, sempre registrando intenções de voto acima dos 32%, e também quando os pesquisadores fazem simulação de segundo turno.

No Cenário 1, o mais provável, Bolsonaro soma 32,7% contra 29,3% do ex-presidiário Lula (PT), seguindo-se Ciro Gomes (PDT) com 6,2%, Luciano Huck (5,8%), Sérgio Moro (5,8%) e João Doria (PSDB) com 3,6%.

No Cenário 2 do levantamento, sem a participação de Sérgio Moro, Bolsonaro ganha com essa ausência, passando a liderando com 34,1% das intenções de voto, enquanto Lula somaria 29,6, Ciro Gomes tem 6,5% e Huck 6,3%.

Nesse cenário, Doria soma 4,6%, Amoêdo 2,9% e Mandetta 2,4%, enquanto 9,4% responderam “nenhum” ou afirmaram que votaria em branco ou nulo.


No Cenário 3, quando o candidato do PSDB seria o senador Tasso Jereissati (CE) e não Doria, Bolsonaro aumenta mais um pouco os números de intenção de votos, com 34,5%. Lula também sobe, para 30,2%.

Nesse cenário, Huck cresce para 7,9%, à frente de Ciro (6,8%), Amoêdo (3,5%), Jereissati (1,8%) e Rodrigo Pacheco (DEM) 0,7%. “Nenhum, branco ou nulo” totalizam 10,1% e não sabem ou não opinaram 4,4%.


No Cenário 4 do levantamento nacional, o Paraná Pesquisas simulou uma eleição em que o candidato a presidente do PSDB seria o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Nessa hipótese, o presidente Bolsonaro continua liderando com 34,1%, seguido de Lula, que soma 30%.

Os demais candidatos mantêm desempenho semelhante em outros cenários, mas Huck aparece em terceiro lugar com 7,9%, seguido de Ciro (6,9%), Amoêdo (3,4%), Leite (3,2%) e Rodrigo Pacheco (0,5%).

O presidente Jair Bolsonaro também lidera todas as simulações para a eleição em segundo turno, mas o cenário mais apertado é mesmo quando a disputa é contra o ex-presidiário petista.

Nessa simulação, Bolsonaro tem 42,5% das intenções de voto, contra 39,8% de Lula. “Nenhum, branco ou nulo” somam 13,5%, enquanto 4,2% não sabem ou não responderam.

07 maio 2021

EMPATIA: ELEMENTO ESSENCIAL PARA OS NEGÓCIOS DOS NARCOTRAFICANTES

Roberto Motta (engenheiro, executivo, ... e autor de 3 livros), nos alerta através de seu Twitter (@rmotta2) que nenhuma sociedade estará jamais livre do tráfico de drogas, mas que podemos sim nos livrar dos narcoterroristas, e em pouco tempo. Mas para isso é preciso que a sociedade conheça a verdade.

Nesse sentido, através de uma thread no Twitter,  e, também em seu site, explicou que os narcotraficantes agem da mesma forma que terroristas do Oriente Médio que usam a população local como escudo humano.

Os narcotraficantes do Rio usam a população das favelas para proteger o seu negócio.

De certa forma, essa estratégia já é conhecida de um bom número de pessoas. Mesmo assim, ainda é pouco. É mandatório que a maioria da sociedade a conheça. Vamos lá. Acompanhem abaixo a thread do Roberto Motta.
  1. Os grandes entrepostos de distribuição de drogas estão em favelas, mas não porque os traficantes são pobres coitados sem oportunidades. Eles estão lá porque a população local - inclusive mulheres, crianças e idosos - serve como escudo humano e sistema de alerta contra a policia.
  2. Toda a vez que você ver uma machete que diz “jovem trabalhador baleado em troca de tiros” lembre-se disso. Essas pessoas não são baleadas por acaso.
  3. Seus ferimentos ou morte servem de proteção ao tráfico, e ainda trazem o benefício adicional de demonizar a polícia e levar a sociedade a ter empatia com os narcoterroristas.
  4. Essa empatia - essencial para os negócios - é estimulada por uma "mídia" que, juntamente com ONGs de “direitos humanos”, muitas vezes, são meros departamentos de marketing dos narcoterror.
  5. Você já deve ter visto inúmeros depoimentos de famílias de vítimas de “bala perdida”acusando a polícia. Mas você lembra de algum depoimento em que a família acusa o tráfico?
  6. Você já deve ter visto os comoventes - e convenientes - desenhos feitos por crianças das “comunidades” que mostram helicópteros atirando em pessoas.
  7. O que você provavelmente não sabe é que o helicóptero oferece proteção essencial para operacoes policiais contra narcoterroristas profundamente escondidos em favelas, e por isso impedir seu uso é fundamental.
  8. A tática de usar crianças para proteção e propaganda é a mesma que a organização terrorista Hamas usa na faixa de Gaza. É EXATAMENTE IGUAL. Lendo os jornais e ouvindo algumas ONGs e “redes” de comunidades é inevitável que você, cidadão comum, conclua que: 
    • a polícia não sabe o que faz, e é uma ameaça permanente ao bem estar dos pobres 
    • o traficante é um empreendedor social que não atrapalha ninguém 
    • os traficantes são queridos pela “comunidade”
  9. A verdade é que os narcoterroristas impõem um regime de terror nas favelas que ocupam, abusando dos moradores e os usando como escudo. Os traficantes são odiados pelos cidadãos de bem e trabalhadores, que são a maioria absoluta em todas as “comunidades”.
  10. A verdade é que o narcoterrorismo gera e financia boa parte das atividades criminosas, espalhando crime, corrupção e medo por todo lugar. Mas você jamais saberá isso lendo um jornal. Isso não acontece por acaso.
  11. O Rio pode voltar a ser um lugar tranquilo para se viver, assim como Nova Iorque, Miami, San Francisco, Milão, Frankfurt, Londres ou Bruxelas. Em todas essas cidades existe tráfico; em nenhuma delas existe narcoterror.
PS.: 
1. 
Abraham Weintraub
@AbrahamWeint

Cenário horrível!
29 mortos e um arsenal de guerra apreendido. Não é uma simples operação policial, mas sinal que o Brasil está em guerra. Enfrentamos o narcoterrorismo, com seu exército revolucionário, seus representantes na economia, em várias esferas do Estado e na política.

2. jrguzzo @jrguzzofatos 
O ministro Fachin tem uma ideia fixa : proteger os criminosos do Rio de Janeiro. Já proibiu voos de helicóptero sobre as favelas, e proibiu a polícia de chegar a 100 m das escolas. Agora quer punir policiais que trocaram tiros com bandidos armados para guerra.
A bandidolatria contaminou os meios de comunicação. Ouça esse jornalista, mais um da CNN, o que ele fala sobre “carinho” com a situação de violência, praticamente culpar a polícia por aumentar a violência e as mortes e, PASMEM, falar sobre respeito aos DIREITOS dos BANDIDOS.

4. Roberto Motta @rmotta2 
A aliança da extrema-esquerda com o narcotráfico não é acidental. As decisões judiciais pró-bandidos, vindas das mais altas esferas, não são acidentais. A postura da mídia de atacar a polícia e apresentar bandidos como “vítimas” não é acidental. Isso tudo faz parte de um ecossistema que vive do medo e do sangue do cidadão comum, sacrificado nos altares da ideologia, do populismo e da corrupção.

Morei na Rocinha por 4 anos, no Morro do Andaraí por 23 anos. Na Rocinha fui como missionário para ajudar uma Igreja lá, no Andaraí sou nascido e criado. Conheço bem a ação do tráfico nas favelas e só tenho uma coisa a dizer: Sentir pena dos culpados é trair os inocentes!







06 maio 2021

BRASIL VACINOU MAIS RÁPIDO DO QUE O REINO UNIDO

O Brasil rompeu a barreira de 50 milhões de doses e empata com o Reino Unido. A grande diferença é que os britânicos alcançaram 50,3 milhões em 147 dias, enquanto o Brasil precisou de apenas 108 dias.

Os números são da plataforma independente vacinabrasil.org. A grande diferença é que os britânicos alcançaram 50,3 milhões na 2ª feira (3), 147 dias depois da aplicação da primeira dose, em 8 de dezembro, enquanto o Brasil precisou de apenas 108 dias para fazer o mesmo.

Em média, o Reino Unido aplicou 342,1 mil por dia enquanto, no Brasil, é como tivessem sido aplicadas 467 mil doses por dia: ritmo 36,4% maior.




03 maio 2021

MODELO DE COMBATE À PANDEMIA É CRUCIAL PARA QUE A ECONOMIA E O MERCADO DE TRABALHO SE RECUPEREM

Já dissemos anteriormente que o mundo sofre com o coronavírus, uma doença grave e com muitas questões por esclarecer. Até o momento só se sabe que o vírus teve origem na China e que se questiona muito como se deu o seu espalhamento pelo planeta. Já são mais de 3 milhões de mortes, de um total aproximado de 150 milhões de contaminados.

Além dessa situação lamentável, estamos convivendo, como decorrência dela, com o aumento do desemprego e da fome em todo o mundo com exceção da China, de acordo com as notícias que nos chegam. 

Na América Latina (AL) a pandemia gerou uma recessão econômica sem precedentes, já considerada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como a Região mais afetada, principalmente por se tratarem de nações emergentes. Segundo seu relatório, 26 milhões de pessoas da Região perderam os seus empregos durante o último ano.

Também a Organização das Nações Unidas (ONU) alertou, no final do ano passado, que a pandemia pode levar a América Latina a uma crise de fome de proporções inéditas nas últimas três décadas. 

Antes do início do surto da Covid-19, a região possuía 47,7 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza, sem acesso sequer a uma cesta básica de alimentos e, agora, outras 28 milhões de pessoas podem entrar para a lista, o que faria com que os números se igualassem aos registrados em 1990.

Esses dados cada vez mais salientam que o modelo adotado de combate à pandemia é crucial para que a economia e o mercado de trabalho se recuperem.

No Brasil, a partir da decisão do STF que retirou do Governo Federal a responsabilidade de coordenar ações e de estabelecer um modelo nacional de combate à pandemia, o assunto se tornou um saco de gatos, com confrontos políticos entre autoridades e poderes estabelecidos em todo o País.

Que os dados acima nos sirvam para aprender a seguinte lição: combater o vírus chinês é preciso, é mandatório, mas não perder o emprego também.

02 maio 2021

O JOGO DO GIGANTE E OS TENTÁCULOS DO PARTIDO COMUNISTA

O mundo sofre com o coronavírus, uma doença grave e com muitas questões por esclarecer. São mais de 3 milhões de mortes, de um total aproximado de 150 milhões de contaminados.

Até o momento já se sabe que o vírus teve origem na China e que se questiona muito se o seu espalhamento pelo planeta, também faz parte de seu planejamento que o país vem fielmente executando desde que os EUA - Richard Nixon/Henry Kissinger - em 1972, lhes abriram as portas para o resto do mundo. Será que já chegamos ao estágio de estarmos vivendo uma guerra biológica mundial?

Além dessa situação lamentável, estamos convivendo, como decorrência dela, com o aumento do desemprego e da fome em todo o mundo com exceção da China, de acordo com as notícias que nos chegam. No último dia 16/4, o governo chinês anunciou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 18,3% no primeiro trimestre de 2021, o mais rápido em três décadas desde que os dados foram divulgados.

A isso se somam as notícias de que a China tem sido brutal com a vizinha Taiwan. Opera de modo abominável para corroer a democracia em Hong Kong.

Foi também responsável pela primeira recessão enfrentada pela Austrália em trinta anos — ao rejeitarem a tecnologia 5G da Huawei, por suspeitas de espionagem, os australianos viram seus vinhos serem sobretaxados, tiveram de arcar com o prejuízo gerado pelo cancelamento de vários contratos e enfrentam novas represálias a cada semana.

Toda essa história é ainda mais longa e já chegou ao Brasil. E quem nos diz isso, com detalhes, é a ótima reportagem de capa da Revista Oeste deste fim de semana, copiada a seguir.

Não a deixe de ler e de divulgá-la entre seus amigos.

Boa leitura.




O JOGO DO GIGANTE

As manobras da China já alcançam sindicatos brasileiros, empresas europeias, escolas britânicas e a grande mídia
No fim da década de 1980, o cientista político norte-americano Joseph Nye criou o termo soft power (poder suave) em alusão à capacidade de um país de influenciar outros por meio de instrumentos culturais e ideológicos. Por décadas, os Estados Unidos exerceram esse poder sobre o mundo ao exportar seu modo de vida. A China não é uma exceção. Mas a conduta do país asiático vem mostrando que mudou a estratégia do Partido Comunista (PCC) de interferir em outras nações, sobretudo com a chegada do coronavírus. Estamos falando de uma etapa além e mais perigosa: o chamado sharp power (poder afiado, ou agudo, em tradução livre), conhecido como a diplomacia da chantagem.

Trata-se do uso de meios autoritários e silenciosos com a finalidade de alcançar objetivos geopolíticos. Não se busca ganhar corações e mentes mas sim manipular e extorquir; distorcer e ocultar informações, conforme definiu o periódico norte-americano de política internacional Foreign Affairs. Em artigo publicado na Edição 2 da Revista Oeste, a jornalista Selma Santa Cruz observou: “A epidemia de coronavírus deu visibilidade a um fenômeno que tem passado quase despercebido, apesar de sua importância crítica: a expansão vertiginosa da presença chinesa no planeta, inclusive no Brasil, foco de interesse estratégico pela abundância de recursos naturais. A China ameaça a hegemonia dos EUA e joga pesado para promover seus interesses por toda parte.”

Segundo o mais recente estudo do Banco Mundial, o Produto Interno Bruto da China cresceu 1,9% em 2020 e, este ano, deve se expandir 8,2%. Já a economia global, de acordo com a instituição financeira, teve contração de 4,4% em 2020, a pior queda desde a Grande Depressão de 1930. “A China foi a única grande economia a registrar crescimento em 2020”, celebrou o secretário-geral do Partido Comunista da China, Xi Jinping, em pronunciamento no início deste ano. “Somos o primeiro país, entre as principais economias, a conseguir aumento do PIB, com a previsão de atingir patamar de 100 trilhões de iuanes no ano de 2020”, acrescentou o líder, referindo-se a soma superior a US$15 trilhões. “Sigamos adiante”, concluiu ele, certo de que se confirmarão as previsões segundo as quais a China se tornará a maior economia do mundo em 2028.


Tentáculos do Partido Comunista

A Global Data, consultoria de análise de dados, publicou em maio de 2020 um relatório preocupante, dando conta de que têm sido progressivamente elevados os investimentos de estatais chinesas em companhias ocidentais. O movimento se deu durante os primeiros meses da epidemia de coronavírus. De janeiro a abril de 2020, a China firmou 57 acordos de fusão e aquisição de empresas em Hong Kong, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, França, Canadá e Índia, ao custo de US$ 9,9 bilhões. Em paralelo, o PCC desembolsou US$ 4,5 bilhões de modo a comprar ações de companhias em dificuldade que operam em setores estratégicos da economia, como os de alimentos e de tecnologia. Os principais destinos foram Coreia do Sul, Alemanha, Austrália, EUA, Índia, Reino Unido, Hong Kong, Japão e França.

Ainda segundo o documento da Global Data, esses países demonstraram preocupação com a investida estrangeira. À época, deputados do Parlamento da União Europeia instituíram mecanismos legais para proteger de aquisições e investimentos as empresas do bloco.

Além de áreas importantes da economia, a China cobiça a educação. No Reino Unido, o PCC adquiriu 15 escolas particulares à beira da falência durante a pandemia, entre elas, centros de estudo do pensamento conservador. Do total, nove são de propriedade de empresas cujos fundadores ou chefes estão entre os membros mais importantes da ditadura asiática, garante reportagem do jornal Daily Mail. O Bright Scholar Group, que está comprando as unidades educacionais, pertence à filha de um dos conselheiros do PCC.


O Brasil não ficou de fora. Antes mesmo de o coronavírus desembarcar aqui, a China já vinha pondo dinheiro no Colégio São Bento, reduto tradicional da elite paulistana. A instituição viu-se preterida à medida que as famílias ricas se distanciavam do centro da cidade. Vivia uma crise financeira até 2007, com pouca quantidade de alunos e sob ameaça de encerrar as atividades. Isso mudou depois de um acordo firmado entre a Associação dos Chineses do Brasil e o governo estadual, além das adequações pedagógicas para receber os filhos dos migrantes chineses, que hoje são 30% dos matriculados na instituição. Atualmente, a escola oferece aulas de português voltadas a adultos no período noturno e de mandarim ao público. Alguns empresários chineses da região também fizeram doações financeiras, que permitiram amplas reformas na estrutura do colégio. Publicada no ano passado, reportagem do jornal O Globo informou que estatais do país asiático injetaram cerca de R$ 700 mil em projetos de educação no Estado.

A aproximação entre São Paulo e a China intensificou-se durante a gestão do governador João Doria (PSDB), não só pela parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório Sinovac, mas também porque o advogado Marcelo Braga Nascimento comanda uma filial chinesa do Lide (empresa de Doria) “promovendo eventos pagos e reuniões entre empresários e agentes públicos na China e no Brasil, inclusive com o próprio governador e com seu vice, Rodrigo Garcia”, revelou reportagem da revista Crusoé. A relação entre Doria e Braga teria se estreitado depois de o tucano entrar na política. Em 2017, por exemplo, o advogado espalhou dezenas de bandeiras do Brasil pelas ruas de São Paulo para fazer propaganda de seu escritório — com aval da gestão Doria, então prefeito da capital. Braga assumiu a presidência do Lide China em julho daquele ano, no mesmo mês em que Doria realizou sua primeira viagem oficial ao país asiático como prefeito, com o objetivo de vender projetos de parcerias público-privadas e privatizações.

Na esfera nacional, além dos aportes corriqueiros, o governo chinês decidiu investir em sindicatos. Em 30 de março, o Fórum das Centrais Sindicais do Brasil recebeu US$ 300 mil (R$ 1,7 milhão, na cotação atual) da ditadura asiática. A entidade nacional reúne CSB, CUT, Força Sindical, UGT, CTB e NCST. Ainda em nosso país, o PCC já é dono da companhia de energia CPFL; do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá, o segundo maior do Brasil; da Concremat, gigante do setor eólico; tem ações na Petrobras, dada a aquisição de parte do campo de Libra, do pré-sal; entre outros negócios vantajosos.

O interesse prioritário, entretanto, continua concentrado nas commodities — e até em razão disso circulam várias fake news segundo as quais a China estaria comprando largas extensões do nosso território. Soja, minério de ferro e petróleo representaram 74% das exportações brasileiras para o país no ano da pandemia. O PCC foi também o maior comprador de açúcar, carne bovina, celulose e carne de frango. A China é ainda o principal mercado de outros importantes segmentos da economia. Sete dos dez principais produtos de exportação em 2020 tiveram como destino o país asiático, o maior parceiro comercial do Brasil e responsável por US$ 33,6 bilhões do superávit de US$ 50,9 bilhões da balança comercial em 2020.

Na linha do pragmatismo com foco na manutenção de um bom ambiente para expansão de negócios, o embaixador chinês já elogiou o novo chanceler, Carlos França, e faz questão de afirmar que não há questões sensíveis a resolver com o governo Bolsonaro. Igualmente, teve consequência zero a recente fala de Paulo Guedes numa reunião privada — o ministro comentou que a China teria “inventado” o coronavírus e as vacinas produzidas no país são menos eficazes que os imunizastes ocidentais. Os chineses sabem que as democracias são barulhentas e poucas declarações resultam em algo concreto.

Já na vizinha Argentina, o regime mirou a artilharia de investimentos em outro setor. Em dezembro do ano passado, o presidente Alberto Fernández anunciou quatro acordos de investimento com o PCC. A China gastou US$ 4,69 bilhões para revitalizar ferrovias do interior do país sul-americano em troca de alta participação nas empresas nacionais do ramo.

Influência na mídia

Documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicados em junho do ano passado revelaram que a imprensa estrangeira vinha sendo financiada com dinheiro da ditadura comunista antes mesmo da pandemia. Nos últimos cinco anos, o jornal China Daily, controlado pelo regime de Xi Jinping, pagou cerca de US$ 6 milhões ao The Wall Street Journal e US$ 4,6 milhões ao The Washington Post. Outras empresas da mídia norte-americana também foram beneficiadas com verbas para informes publicitários e matérias patrocinadas, tais como o jornal Los Angeles Times (US$ 753 mil) e a revista bimestral Foreign Policy (US$ 240 mil). Talvez em razão da linha editorial tão escancaradamente progressista, o maior jornal do mundo, The New York Times, não precisou de muito incentivo — ficou com apenas US$ 50 mil. A papelada do Departamento de Justiça garante que o PCC já distribuiu US$ 19 milhões a veículos de imprensa espalhados pelo mundo.

Os documentos mostram que o China Daily pagou a veículos de comunicação brasileiros de modo a promover conteúdo governamental. Na lista, a Empresa Folha da Manhã S.A., dona do título Folha de S.Paulo, arrecadou US$ 405 mil entre 2016 e 2020. Só em janeiro de 2019, a companhia jornalística recebeu US$ 41,4 mil para publicar material chapa-branca. Os recursos também se destinaram à Editora Globo, que faturou US$ 109 mil entre 2017 e 2018. Ao Correio Braziliense foram encaminhadas algumas migalhas, pouco mais de US$ 15 mil em novembro de 2019.








Diplomacia da vacina e o 5G

Jeffrey Wilson, diretor do think thank australiano Perth USAsia Centre, adverte que o PCC utilizará suas vacinas, a CoronaVac e a Sinopharm, de modo a viabilizar o 5G do gigante de tecnologia Huawei — a empresa é acusada de espionar usuários. Segundo o especialista, a China mira em países emergentes e faz com que fiquem dependentes dela. As negociações têm peculiaridades em cada país, mas geralmente envolvem chantagem com a finalidade de viabilizar a tecnologia de comunicação. “É um caminho comum do programa de ‘ajuda’ chinês”, declarou Wilson, em entrevista ao jornal The Australian, publicada em 25 de março deste ano, ao mencionar contratos de imunizantes do PCC com a Indonésia, os Emirados Árabes Unidos, o Brasil e as Filipinas, tendo em vista o 5G.

Por não ceder a pressões do PCC nesse ramo, Ernesto Araújo deixou o governo Bolsonaro, insinuou o agora ex-chanceler em publicações no Twitter. Segundo o diplomata, em um almoço, a senadora Kátia Abreu (PP-TO) pediu acenos ao lobby pró-5G chinês que há no Congresso Nacional. Ao se negar, acabou isolado. A briga, entretanto, não é de hoje. Em janeiro, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, condicionou a liberação de insumos e doses da CoronaVac à queda de Araújo, informou reportagem do jornal Gazeta do Povo. O problema foi gerado por trocas de farpas com o então chanceler, que, à época, saiu em defesa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), cujas declarações insinuaram que o PCC havia ocultado o patógeno do mundo. “Com o Ernesto, nós não conversamos mais”, disparou Wanming.

O cientista político Márcio Coimbra, coordenador de pós-graduação na Universidade Presbiteriana Mackenzie e diretor-executivo do Interlegis no Senado, afirma que falar em 5G é apenas a ponta do iceberg. “Trata-se de uma tecnologia estratégica, mas é só o que estamos conseguindo ver por enquanto. Há outros interesses por trás. A China já preparou seus próximos 70 anos”, declarou, ao mencionar que a influência do país no Brasil se intensificou durante o governo Lula. “Eles têm uma estratégia de longo prazo”, acrescenta Coimbra. “São interesses densos de cooptação.”

A maioria dos especialistas em China avalia que o sharp power não tem o propósito de criar um cenário em que sejam viabilizadas ações de interferência política direta — esse é o jogo da Rússia, que até financia grupos de mercenários na região do Báltico para influenciar eleições e ameaça militarmente a vizinha Ucrânia. A ditadura chinesa, que precisa tirar da extrema pobreza mais de 100 milhões de pessoas, estaria na verdade em busca de vantagens comerciais para a expansão de negócios e de segurança alimentar a longo prazo. O continente africano tem testemunhado a execução dessa estratégia. Quase todos os setores estratégicos na África são atualmente controlados pela China, de logística a telefonia, de energia a exploração mineral. Para contar com áreas cultiváveis no futuro, o PCC concede empréstimos a juros camaradas até a países inviáveis como Serra Leoa e República Democrática do Congo.

Nesse contexto, o Brasil aparece como alvo importante. Trata-se, afinal, do único país do mundo com potencial de dobrar rapidamente a produção do agronegócio sem causar danos ao meio ambiente. A China precisará consumir cada vez mais alimentos. E usará o sharp power para assegurar a elevação dos níveis de qualidade de vida de sua população. Cabe ao Ocidente jogar com inteligência para calibrar o poder dos chineses. E o Brasil terá de avaliar bem sua atuação e quanto estará disposto a ceder.