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14 julho 2023

Lula desmente o próprio Lula



Lula afirmou, nesta quinta-feira (13), ao discursar no congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), que o Brasil conheceu “o que é o nazismo”.

“Voltei à presidência pela luta de vocês junto a mim, para recuperarmos este país. Vocês precisam compreender a importância da democracia. Vocês conheceram em quatro anos o nazismo e o fascismo. Viram como pode-se destruir a democracia em quatro anos”, disse Lula.

“Aprendemos que a democracia pode não ser a coisa mais perfeita, mas não há nada como ela, em que podemos ver a pluralidade. É na democracia que vemos as manifestações. Voltaremos a fazer mais escolas tecnicas, laboratorias e universidades”, disse o ex-presidiário.

Nos bastidores o Ministério da Verdade, descrito por George Orwell, em seu livro, "1984", avança rápido em nosso País. Por trás desse avanço deleitam-se os admiradores de ditadores de plantão.

É o caso de um ator que voltou ao local do crime e que, desta vez, quer governar o Brasil através de um “regime forte”, em que só manda um “partido forte” e em que tudo se subordina a um “Estado forte” — tudo isso, claro, comandado por um “homem forte” que naturalmente só pode ser ele próprio. 

Pois é, além de Cuba e Venezuela, a China, ultimamente, foi promovida à condição de regime da sua preferência — sim, a ditadura do Partido Comunista. Confira no vídeo a seguir. Nele, Lula desmente o próprio Lula. Afirma que no Brasil não havia um estado forte (ditadura), não havia um partido forte.



Tal manifestação não é novidade para o PT. Está no seu âmago desde a sua criação e, por isso mesmo, todos os "cumpanheiros" prestam continência e estudam a cartilha de seu líder. Cumprem também a missão de divulgá-la nos ambientes escolares e de trabalho, "fazendo a cabeça" daqueles que os frequentam. Atingir 100% de foco nos ensinamentos políticos e na doutrinação ideológica.

13 julho 2023

‘Vamos perder qualquer resquício de liberdade no Brasil’, alerta advogado de presos do 8/1

É bastante importante essa entrevista do advogado Claudio Caivano e ela torna-se mais impactante para a sociedade brasileira, para a democracia no Brasil, quando, aos 13':50" ele compara o STF ao Tribunal do Povo, Volksgerichtshof (VGH), em alemão, um julgador de opositores políticos, criado por Hitler após o episódio do incêndio do Reichstag, em 27 de fevereiro de 1933, que havia sido provocado pelos nazistas para justificar a supressão das liberdades individuais que se seguiu.


Volksgerichtshof (VGH) 

O Tribunal é tristemente lembrado pelo grande número de sentenças de morte (mais de 5000) pronunciadas em seus poucos anos de existência, sobretudo entre 1942 e 1945, sob a presidência do juiz Roland Freisler, cuja atuação é tida como exemplo de desvio da lei (Rechtsbeugung) e submissão da justiça ao terror organizado de Estado, sob o nazismo.

O domínio de Freisler sobre textos legais, agilidade mental, força verbal, além de intensa atuação dramática no tribunal, em combinação com sua conversão zelosa à ideologia nazista, fizeram dele o juiz mais temido da Alemanha e a personificação do nazismo na lei doméstica. Um mês após a deflagração da II Guerra Mundial, Freisler introduziu o conceito de “criminoso juvenil precoce” no Decreto de criminosos juvenis.

Mais semelhanças

Hitler nomeou Freisler presidente do Tribunal Popular. Ele presidiu essa corte vestindo um vistoso manto judicial, em uma sala de audiência enfeitada com estandartes cobertos com suásticas escarlates e um grande busto da cabeça de Adolf Hitler esculpida em negro, montada em um alto pedestal atrás de sua cadeira. Ele abria cada sessão de audiência com a saudação nazista e atuou como promotor, juiz e júri juntos

A condução dos casos por Freisler foi muito além das regras de procedimento e do código de conduta dos juízes e, portanto, representou uma forma grave de perverter a lei.

Para Freisler, o Tribunal Popular era expressamente um “tribunal político”. Nos julgamentos ele humilhava os acusados, mal os ouvia e os interrompia constantemente.

Roland Freisler é exemplo de um Judiciário absolutamente dependente do poder, durante um estado de exceção, no qual o julgador também é acusador

Freisler morreu no tribunal, presidindo uma sessão de julgamento por traição, em 3 de fevereiro de 1945, quando uma bomba jogada pelos aliados atingiu o edifício no qual funcionava o Tribunal.




12 julho 2023

Professor doutrinador

 Jornalista da RIA Novosti e ex-informante da PGU KGB
que desertou para a Grécia, EUA e Canadá (1970-1972).

As discussões, ora em curso, sob o titulo "Professor doutrinador", expõem um grave problema convivido no Brasil desde meados dos anos 1960 por frequentadores de universidades, colégios, editoras e redações. 

O tema tem sido objeto de reflexões de muitos analistas e a emissão de opiniões como a do Yuri Bezmenov exposta na imagem ao lado. 

No Brasil, tal doutrinação perverteu a produção artística e intelectual, abrindo as ideias marxistas a todos os setores da vida: das rodas de samba à Academia Brasileira de Letras, dos sindicatos às universidades, das associações de bairro ao Palácio do Planalto, dos terreiros de umbanda à CNBB - uma teia de controle ideológico que abarca a programação televisiva, as políticas editoriais, a escola de nossos filhos, a filosofia e a teologia, a produção literária e os comentaristas das rádios, da Web e dos jornais.

A doutrinação marxista

Tudo começou quando o italiano Antonio Gramsci percebeu que, dada a complexidade do desenvolvimento capitalista no mundo ocidental à sua época, o modelo marxista-leninista ortodoxo de tomada violenta do poder mediante um golpe de estado, seguida de uma "ditadura do proletariado" conduzida com mão de ferro por uma vanguarda revolucionária, como a adotada pelos bolcheviques liderados por Lenin, tornara-se inadequado e passando a exigir uma tática mais sofisticada e de longo prazo. A essa nova tática, Gramsci a denominou de revoluçãao passiva.

Em tal contexto, a revolução haveria de ser conduzida por meio de pequenas e quase imperceptíveis rupturas, que se acumulariam lenta e gradativamente. Esse paciente processo de penetração na sociedade civil Gramsci chamou de hegemonia. No vocabulário gramsciano, a hegemonia se distingue do controle. Este se refere ao domínio do aparelho de Estado; aquela, à direção intelectual e moral da sociedade civil, ou em outras palavras, um plano para implantar o comunismo por vias democráticas, tendo a democracia aí um valor meramente estratégico. A ideia era que, quando os partidos comunistas conseguissem, enfim, assumir o controle da sociedade política, já houvesse toda uma cultura pronta para recebê-los de maneira consensual.

O problema é que, para organizar uma cultura preexistente, era preciso primeiro desorganizá-la. Para isto, Gramsci propôs uma distinção entre duas categorias de intelectuais: os tradicionais e os orgânicos. Estes um produto direto de suas classes, atuando tão somente na defesa e promoção dos interesses e valores de sua respectiva classe. Nesse sentido, o conceito gramsciano de intelectual passou a incluir indivíduos de diversas profissões e atividades. Um ator, um cineasta, um publicitário, um jornalista, um comediante, um roqueiro, um rapper, um cantor de axé, um agitador profissional, uma top model, uma drag queen, um apresentador de programa de auditório, um padre progressiva ..., todos eles como sendo intelectuais orgânicos em potencial, conquanto trabalhem (sabendo ou não) em favor da hegemonia comunista.

Gramsci no Brasil

O ano de 1966 marca a primeira tradução brasileira dos escritos de Gramsci, através da "Civilização Brasileira" que foi a maior editora comunista do País, dirigida pelos militantes  históricos Ênio Silveira e Edmar Morel.

Entre 1966 e 1968, as ideias de Gramsci repercutiram tão somente no interior de um restrito circulo de intelectuais e professores universitários de ciências sociais, sobretudo na USP. FHC (sempre ele), por exemplo, num artigo publicado na revista Les temps modernes, foi um dos primeiros intelectuais brasileiros a fazer menção ao conceito gramsciano de hegemonia.

Nessa mesma época, de modo geral, os partidos políticos de esquerda estavam muito presos ao modelo ortodoxo marxista-leninista, optando sistematicamente pela luta armada e o aparato conceitual de Gramsci - que eles não conheciam, é verdade, não parecia ser de grande serventia para os objetivos imediatos da luta política da esquerda nacional. No final do ano de 1968, a decretação do AI-5 acabou dificultando ainda mais a difusão da estratégia gramsciana para fora da academia.

Foi somente em meados da década de 1970 que as coisas começaram a mudar. Depois de aniquilada a luta armada, e com os primeiros sinais de um projeto de abertura política que fez surgir novos movimentos sociais e organizações da sociedade civil, o pensamento de Gramsci começa a ser reavaliado pela esquerda, transbordando da universidade para o campo político.

E, em 1976, o tradutor gramsciano Carlos Nelson Coutinho publicou um artigo sobre Gramsci em jornal de circulação nacional atingindo um publico mais amplo. Diante da própria academia, o interesse por Gramsci se intensificou e alcançou novas áreas. Só na década de 1990, aproximadamente um terço das dissertações ou teses no campo acadêmico-educacional citava o Gramsci.

Findo o AI-5, nascia no ano seguinte o PT e graças a um longo processo de guerra de posição, ele veio a se tornar a encarnação do que previa Gramsci sobre o aparelhamento do petista do Estado - que transformou os poderes Legislativo e Judiciário, além de dezenas de entidades e organizações da sociedade civil (UNE, OAB, CNBB, entre outras) em meros órgãos do partido.

Assim, partindo inicialmente de acadêmicos que abusavam de sua autoridade intelectual para dar ares de ciência ao que era puro ativismo político ideológico, logo passou a ser assumida por jornalistas e artistas, transformados, ato contínuo, em intelectuais orgânicos do partido.

E hoje como está ?

Sem demora, veja neste vídeo, o que Vitor Brown, jornalista da Jovem Pan,  acaba de declarar, neste momento, no Oeste Cast da revista Oeste.



09 julho 2023

Hitler e Lula. O nazismo e o petismo são iguais ?

Segundo Napoleão Bonaparte, são os homens de imaginação, antes que os líderes políticos e militares, quem determinam em última análise o rumo dos acontecimentos que, de acordo com a clássica hipótese trifuncional de Georges Dumézil, pode ser exposta como:

  • poder pollíco-militar - o poder dos nobres e guerreiros;
  • poder econômico -  o poder dos produtores e comerciantes; e o
  • poder ideológico-cultural -  o poder dos sacerdotes, clérigos e intelectuais.

É inevitável, portanto, que se presencie o triste espetáculo protagonizado por intelectuais brasileiros nos últimos 40-50 anos e, especialmente, nesta década e meia de regime lulopetista. Em todo esse período, a corrupção da inteligência mostrou-se bastante gritante.

Mas neste artigo, em particular, não trataremos  do grave problema convivido nessas décadas por frequentadores de universidades, colégios, editoras e redações. Isto ficará para uma outra oportunidade quando será comentado o processo que - no Brasil - perverteu a produção artística e intelectual, abrindo às idéias marxistas a todos os setores da vida: das rodas de samba à Academia Brasileira de Letras, dos sindicatos às universidades, das associações de bairro ao Palácio do Planalto, dos terreiros de umbanda à CNBB - uma teia de controle ideológico que abarca a programação televisiva, as políticas editoriais, a escola de nossos filhos, a filosofia e a teologia, a produção literária e os comentaristas das rádios, da Web e dos jornais.

Aqui se deseja mostrar as principais semelhanças existentes entre Lula e Hitler, talvez abordada /ou escrita pela primeira vez, apontadas por Flávio Gordon em seu livro "A corrupção da inteligência" (2017 e 2022), a partir do que foi descrito sobre Hitler, por Eric Voegelin, em seu livro "Hitler e os alemães" e por Hannah Arendt no livro "Eichmann in Jerusalem" (1964). Os três livros se encontram à venda.

De início, Gordon já diz que o nazismo e o petismo não são iguais. Que não está afirmando que A é igual a B, senão que A está para X assim como B está para Y. O que ele sugere não é o estabelecimento de uma relação entre os termos tomados em si mesmo, mas uma correlação, ou comparação entre relações: a relação da sociedade alemã com o nazismo e a relação da sociedade brasileira com o lulopetismo.

Voegelin explica como fora possível a chegada de uma figura como Hitler ao poder na Alemanha; ou, em outras palavras, o que houvera de corrompido na sociedade alemã da época para que tivesse se permitido representar por aquele homem e seus asseclas.

Voegelin desmantela as explicações recorrentes que apelam ao caráter pretensamente excepcional da personalidade de Hitler, enfatizando, ao contrário, sua representatividade social. "Nem gênio nem demônio, Hitler unia uma inteligência pragmática a uma perfeita estupidez moral, traço este que o Führer partilhava com o alemão médio dos anos 1930". 

"Tudo o que é preciso para o triunfo do mal é que nada façam os homens de bem" (Edmund Burke)

Os principais alvos da critica de Voegelin não são Hitler e seus seguidores fanáticos, mas sobretudo os intelectuais superiores, que, por um sem-números de ações e omissões, permitiram que a Alemanha chegasse até onde chegou e que foi descrito por Arendt no livro já citado.

O objeto de Voegelin foi investigar "a culpa dos inocentes", a misteriosa cumplicidade no mal daqueles que não parecem ser maus e que essa cumplicidade não pode ser encarada como uma fatalidade do destino ou produto dos condicionantes históricos e culturais, uma vez que, em meio àquele contexto de corrupção política e institucional, houve muitos alemães ilustres que tomaram a decisão moral de resistir ao projeto nazista, segundo o Flávio Gordon.

Olhando para o Brasil, Gordon escreveu: 

[ ... ] "o contexto alemão dos anos 1930 pode servir de paralelo para a compreensão da ascensão do lulopetismo ao poder no Brasil. Como foi possível? Quais segmentos sociais  agiram ou deixaram de agir para um tipo como Lula - sujeito sem caráter ou princípios, tal como reconhecido até mesmo por alguns de seus ex-companheiros de partido - ganhasse estatuto de grande estadista e símbolo pátrio?"

[ ... ] "Ocorreu no Brasil um fenômeno curiosamente parecido com o que foi descrito para a Alemanha nazista:  ...

... praticamente não houve instituição brasileira (aí incluídas a Igreja e as Forças Armadas) que, por ação ou omissão, não tenham colaborado com o projeto petista de poder, a despeito das recorrentes demonstrações de sectarismo e mentalidade totalitária por parte dos altos quadros do Partido dos Trabalhadores. ... 

... Logo, é perfeitamente compreensível e justificada a descrença generalizada que os brasileiros exibem hoje em face das instituições e não apenas do Estado."

[ ... ] "Tanto na Alemanha como no Brasil, a corrupção político institucional foi precedida e possibilitada pela corrupção da inteligência."

 [ ... ] "Lula não é e nunca foi um político particularmente brilhante. Ardiloso, isso sim, e malandro, seu sucesso deveu-se muito mais aos seus vícios - a sua mais completa amoralidade, por exemplo - que às suas virtudes". 

[ ... ] "Lula partilha com Hitler um traço de personalidade que os distingue de quase todos os grandes líderes políticos e militares da história: uma autopiedade histriônica e sentimentaloide, nada compatível com têmpera de um grande estadista." 

[ ... ] "Portanto, Hitler e Lula não impressionaram por terem sido excepcionais, mas representativos, - homem massa -. Contudo, são apenas dois homens medíocres, movidos por um orgulho doentio e pela crença totalmente irreal na própria grandeza." 

Ninguém menos que o próprio Lula reconheceu a sua admiração por Hitler ao afirmar: "O Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer",  de acordo com sua entrevista a revista Playboy, julho de 1979.

Adicionalmente ao que foi exposto acima, as semelhanças, as correlações entre os dois personagens não param por aí.

Por exemplo, Hitler chegou ao poder através de eleições. Lula também, inclusive chegando a afirmar que "a eleição é uma “farsa” pela qual é preciso passar a fim de se chegar ao poder". 



07 julho 2023

Lula: "A eleição é uma farsa necessária para se chegar ao poder"

Recebi um alerta para dar uma espiada no vídeo da Gazeta do Povo com o Paulo Polzonoff, "As últimas "m" faladas por Lula". 

As últimas "m" faladas por Lula, 06/07/2023

Ao vê-lo, escuto o Paulo comentar pronunciamentos do Lula e de seu caráter, como presidente do Brasil pela terceira vez. Foi o suficiente para me fazer compartilhar, a seguir, o que li há poucos dias no livro "A corrupção da inteligência", escrito por Flávio Gordon, também colunista da Gazeta do Povo.

Isso porque o Flávio revela que no dia 2 de outubro de 2002, seis dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil, o jornal francês Le Monde trazia uma matéria sobre Lula. Intitulada "A esquerda brasileira às raias do poder", a reportagem fazia uma retrospectiva da biografia do candidato do PT.


Avec << Lula >>, la gauche brésilienne parvient aux marches du pouvoir

Jean-Jacques Sevilla
Le Monde, 2 octobre 2002.

A certa altura da reportagem, lê-se o seguinte:

[ ... ]  “En privé, Lula, âgé de 56 ans, pense tout haut que l'élection est une farce et qu'il faut en passer par là pour prendre le pouvoir. D'où, entre autres innovations difficilement digérées par les ultras du parti, sa décision de confier l'organisation de sa campagne au gourou national du marketing politique, Duda Mendonça”

Tradução:

"Em privado, Lula, aos 56 anos de idade, confessa em alto e bom som que a eleição é uma “farsa” pela qual é preciso passar a fim de se chegar ao poder. Donde, entre outras inovações dificilmente digeríveis pelos radicais do partido, sua decisão de confiar a organização de sua campanha ao guru nacional do marketing político, Duda Mendonça."

Portanto, naquela época, (2002), Lula já mandou às favas princípios básicos de democracia, revelando o seu tradicional desprezo pelas eleições, entendida apenas como uma "farsa" para a tomada do poder, prática esta só encontrada em regimes totalitários.

Sobre a reportagem do Le Monde, Flavio Gordon afirma e pergunta:

[ ...] "Em todo esse desencontro de humores e objetivos, esse abismo, por quase todos ignorado, entre as perspectivas de um país crédulo e as de um líder político maquiavélico, onde estavam os intelectuais brasileiros responsáveis por explicar ao público os fatos da política? Será que todos haviam desaprendido a ler francês?"

[ ... ] "Ou calavam por cumplicidade com aquela nova tenebrosa transação (para citar um de seus famosos expoentes)? Como foi possível que tal declaração, feita às vésperas de uma eleição presidencial, não repercutisse em nossa imprensa? Ao que parece, a “festa da democracia” era mesmo a pauta e, como sabe quem conhece minimamente a prática jornalística contemporânea, nenhum fato novo ou imprevisto deve alterar a pauta."

Bom, diante desses fatos - antigos e novos - nos cabe perguntar o que entorpeceu a sociedade brasileira tão profundamente para que ela se permitisse representar por personalidades toscas e malformadas?

Acorda Brasil.

                                                 ***

P.S. Confirmando a declaração de Lula publicada no Le Monde, de que a eleição é apenas uma farsa, necessária à tomada do poder, o petista Marco Aurélio Garcia (top top Garcia) declarou ao jornal argentino La Nación de 5 de outubro de 2002: "A impressão de que o PT foi para o centro surge do fato de que tivemos de assumir compromissos que estão nesse terreno. Isso implica que teremos de aceitar inicialmente algumas práticas. Mas isso não é para sempre".

06 julho 2023

O socialismo petista

Depois de engolir e absorver o Estado, fazendo dele um órgão e extensão de si próprio, o PT coloca o Brasil em marcha acelerada rumo ao comunismo, rumo a democracia relativa.

Extinguir o capitalismo, instaurar em lugar dele uma democracia relativa, popular socialista, eis o que diz Lula, após assumir, pela 3a. vez, o Palácio do Planalto quando, finalmente, às escâncaras, resolveu dizer o que já dizia o PT há muitos anos, como neste vídeo:

No vídeo também se ver que o PT assumiu diante do público as glórias de fundador do "espaço de articulação estratégica continental " (sic), o Foro de São Paulo.

Contudo, esse upgrade petista não será fácil, como vimos na reunião do Mercosul, desta semana, na qual o presidente do Uruguai falou como verdadeiro líder do Mercosul e calou a narrativa do presidente brasileiro quanto a “democracia relativa”.

Os discursos de Lula, incluindo os mais antigos👇, são confissões explicitas de uma conspiração contra a soberania nacional, crime infinitamente mais grave do que todos os delitos de corrupção praticados e acobertados pelo establishment (esquerda chique). Crime que, por si, justificaria não só o impeachment como a prisão de seu autor.

Trechos do discurso de Lula no ato político de celebração
 aos 15 anos do Foro de São Paulo. 
São Paulo-SP, 02 de julho de 2005

Nesse sentido, diversos pedidos de impeachment de Lula estão sendo apresentados. A oposição citou falas do petista no Foro de São Paulo, que aconteceu na quinta-feira 29/06/2023, onde o presidente relativizou a falta de democracia no regime de Nicolás Maduro na Venezuela. Para parlamentares que apoiam o pedido de impeachment, a posição do presidente configura crime de responsabilidade.

O último pedido foi apresentado pelo deputado federal Evair de Melo (Progressista-ES) nesta terça-feira, 4. “O fato novo que vai ser apensado nos próximos passos foi a fala de Lula na reunião agora do Mercosul”, disse o deputado.

05 julho 2023

Silvia Waiãpi - discurso histórico no Senado Federal

Histórico o discurso da Deputada Federal Silvia Waiãpi na CPI das ONGs. A Deputada criticou as políticas de isolamento contra indígenas e elogiou os colonizadores portugueses que chegaram ao Brasil em 1500. Quem lucra com isso? perguntou Waiãpi.

Anteriormente, em programas de TV, ela já tinha afirmado: 

"Eu passei a minha infância inteira puxando a saia das professoras e pedindo, por favor, para eu hastear aquela bandeira [do Brasil], mas ninguém deixava. Só as crianças brancas e não índias podiam."

"Eu tenho muito orgulho de ser brasileira. Meu maior orgulho é ser indígena, é ser mulher, poder erguer minha cabeça todos os dias e ir trabalhar e acreditar que vou salvar o Brasil." 

 

Senado Federal, CPI das ONGs, 27/06/2023


Waiãpi defende a integração dos índios à sociedade formal, sobretudo por meio da continuidade dos estudos.

Recomendo fortemente a leitura de sua trajetória de vida, exemplo singular para qualquer brasileiro. Disponível aqui

03 julho 2023

A destruição de um país começa quando seus patriotas se idiotizam

Em decorrência do resultado das eleições de 2022 e dos eventos ocorridos em Brasília no último dia 8 de janeiro, imagens, textos e artigos têm circulado na Internet e estão expondo o comportamento de comandantes das FFAA, especialmente a dos generais do Exército Brasileiro (EB).

E tudo começou logo após a nomeação dos novos comandantes das FFAA, pelo novo governo, ocorrida ainda no mês de dezembro de 2022.

Com exceção do comandante da Marinha que se recusou a ir prestar continência a Lula, os demais "beijaram os pés" do novo presidente. É o que ilustram a imagem e o meme logo abaixo.

Essa exposição dos militares aumentou a partir do 8 de janeiro, especialmente após a prisão dos brasileiros que estavam acampados em frente ao QG do Exército em Brasilia e do vídeo exposto pela CNN com imagens do interior do Palácio do Planalto. O comportamento de seus comandantes foi um desastre e uma afronta à população brasileira, inclusive com repercussões em outros países. Vejamos uma delas: 

Esta outra foi imediatamente comparada a uma acusação do que ocorreu em  campos de concentração e exterminação nazistas, repelida em todo o mundo.                                            

Na sequência, ocorreram também diversas prisões de ex-auxiliares do ex-presidente Jair Bolsonaro, entre elas a do seu ajudante ordens Ten-Cel Mauro Cid, claramente reconhecida como sendo uma fishing expedition ou pescaria probatória, com a esperança de "pescar"qualquer prova, para subsidiar uma futura acusação, mas, mesmo assim, recebeu do comandante do EB a sua imediata aprovação.

Querem apostar? 

Foi a vez então de se aprender um pouco mais sobre as nossas FFAA a partir de outra imagem.


Olavo de Carvalho também disse que "a destruição de um país começa quando seus patriotas se idiotizam, deixando aos traidores, conspiradores e revolucionários o monopólio da esperteza". 

Tal afirmação se encontra em seu artigo "Por trás da subversão", publicado no Diário do Comércio, 5 de junho de 2006.

Nesse artigo, Olavo explica o quanto nossa elite econômica, política e militar está alienada e por fora do mundo, bastando notar que "a sua principal fonte de informação tem sido o sr. Lyndon LaRouche, cuja Executtive Intelligence Review é lida pelos luminares da Escola Superior de Guerra (ESG) como se fosse o exemplar mais puro de inside information". 

Continua Olavo de Carvalho:

[ ... ] "A história da manipulação dos patriotas brasileiros por espertalhões de esquerda é em si mesma uma tragicomédia. Há décadas, a liderança esquerdista vem submetendo essa gente a um tratamento pavloviano, na base de um-choque-um-queijo, que se demonstrou eficaz ao ponto de muitos oficiais de alta patente, ideologicamente anticomunista, acharem hoje que é uma lindeza sumamente honrosa transformar os nossos soldados em cavouqueiros e tratoristas a serviço do MST."

[ ... ] "Entre tapas e beijos, boa parte da nossa oficialidade se deixou facilmente cair no engodo, mostrando ter mesmo QI de ratinho de laboratório."

[ ... ] "Chegamos a um ponto em que uma instituição caluniada, marginalizada e espezinhada sente alivio e reconforto ante a oferta humilhante de um lugarzinho no banquete de seus tradicionais detratores."

Para concluir, passados dezessete anos do artigo do Olavo de Carvalho, o testemunho de hoje, ao vivo, relembra Rui Barbosa e nos diz que nada mudou. Ao contrário, piorou.

Acorda Brasil.







02 julho 2023

Ainda existe liberdade de expressão?

 Nos EUA, garantida pela Suprema Corte. No Brasil, não.


Após a ordem de prisão, o Brasil acionou os Estados Unidos, por meio do DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional), e enviou o pedido à Interpol para inclusão na difusão vermelha. Em geral, a inclusão ocorre de maneira célere, o que não ocorreu dessa vez — de forma inédita, como mostrou a Folha.

Mais uma lição à democracia relativa brasileira

Como revelou o Painel, em janeiro, a pasta de Flávio Dino procurou o governo dos Estados Unidos e a Interpol, em Lyon (França), com o objetivo de acelerar o processo de extradição. 

Desde então, no entanto, os trâmites não evoluíram, e a percepção no ministério é a de que um desfecho exitoso é improvável. Isso porque a maneira que os Estados Unidos abordam juridicamente o tema da liberdade de expressão, no qual se insere o caso do influenciador, é bastante distinto da maneira brasileira, comparativamente mais restritiva.

Traduzindo

Mais do que isso: nem mesmo a Interpol aceitou a difusão do pedido de prisão, provavelmente porque considerou o caso como PERSEGUIÇÃO POLÍTICA, o que é vedado pelas regras da polícia internacional.

No direito internacional, a extradição pode ser negada, entre outras razões, se o pedido for por motivos políticas e/ou parcialidade da autoridade que pede a extradição, como parece ser o caso do Allan dos Santos.

Assim, o pedido de prisão e extradição feito pelo ministro Alexandre de Moraes se somou a mais um vexame para o Brasil perante o mundo, dentre vários outros similares que têm ocorrido ultimamente.

A propósito da credibilidade do STF, reproduzo abaixo trechos do que escreveu o Dr. Carlos Alberto Di Franco, em seu artigo, "STF – Censura e autocensura".

...
Alexandre Moraes, em que pese meu respeito por sua pessoa e pelo cargo que ocupa, é, hoje, um dos ministros cujas ações mais têm contribuído para corroer as liberdades democráticas no Brasil, graças à sua condução dos abusivos inquéritos das fake news, dos atos antidemocráticos e das “milícias digitais”. O verdadeiro problema, que está implícito nas falas de Alexandre de Moraes, é que o Judiciário parece disposto a se tornar o que não pode ser: árbitro do que é manifestação de opinião ou do que é fake news.
...
Em um país onde já se instaurou, na prática, a existência do “crime de opinião”, no qual a perseguição ocorre sob o aplauso de parte da sociedade e de intelectuais e jornalistas, e em que repressão se dá apenas contra um lado, a carta branca para a Justiça Eleitoral agir como promete Alexandre de Moraes será uma ameaça à democracia muito maior que aquela que o ministro diz querer combater. Na prática, a censura e a autocensura, fruto do medo da retaliação, já são tristes realidades. E exigem firme condenação."

01 julho 2023

O GOLPE de Alexandre de Moraes, que escondeu a vitória de Bolsonaro na eleição presidencial e divulgou um resultado fraudado

Para quem ainda não leu, para quem não é assinante do LOCALS, segue abaixo -literalmente - matéria publicada nesse link, sob o título acima: https://rodrigoconstantino.locals.com/post/4172368/o-golpe-de-alexandre-de-moraes-que-escondeu-a-vit-ria-de-bolsonaro-na-elei-o-presidencial-e-div

Boa leitura.

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O GOLPE de Alexandre de Moraes, que escondeu a vitória de Bolsonaro na eleição presidencial e divulgou um resultado fraudado

Tem se publicado na grande imprensa notícias sobre as mensagens encontradas no celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do presidente Bolsonaro. As manchetes, principalmente do grupo Globo de jornal, TV, e de seus sites, como o G1, usam expressões como “plano do golpe”, “roteiro do golpe” e “minuta do golpe”. 

A palavra “golpe” é usada repetidamente, como fizeram o PT para se referir às condenações de Lula e ao impeachment de Dilma. 

Alexandre de Moraes usou o pretexto de investigar cartão de vacina adulterado para prender o tenente-coronel Mauro Cid e verificar o celular dele, mas o objetivo já se revela agora que era outro completamente diferente. E esse militar nem tem foro para ser investigado pelo STF, o que to  

rna o ato mais ilegal ainda. 

O verdadeiro golpe foi outro, praticado no TSE.

Visivelmente, essas notícias propagadas nas mídias associadas ao Consórcio Globo são conteúdos vazados pelos responsáveis pelos inquéritos ilegais, agindo a serviço do ministro Alexandre de Moraes. A finalidade é muito clara, ao querer desviar a atenção do que realmente aconteceu.

Percebe-se, nesses conteúdos vazados, que são as próprias “telas coloridas” de WhatsApp das mensagens, o que evidencia que é material original divulgado ilegalmente, o que já configura "violação de sigilo funcional" (crime previsto no art. 325 do Código Penal) dos que deveriam proteger e resguardar essas informações. Como o ministro Alexandre de Moraes nada faz para apurar esses vazamentos, fica evidente que é ele próprio o patrocinador desse crime, mostrando suas intenções de criar essa “versão” de golpe.

Só não estão mostrando as prováveis mensagens do período da eleição, que evidenciaram sobre a fraude praticada no sistema do TSE para retirar a vitória conseguida por Jair Bolsonaro já no 1º turno e que se repetiu no 2º turno. 

Ou seja, faltam os capítulos anteriores dessa história, mostrando a descoberta sobre a fraude, na eleição presidencial, pelo grupo que assessorava Jair Bolsonaro. 

Então, essas mensagens são obviamente as preocupações e dúvidas pós 2º turno sobre o que se poderia fazer em relação à fraude na eleição presidencial, já que não houve transparência por parte do TSE.

Ora, se Lula realmente tivesse ganhado, o TSE divulgaria o código-fonte e conseguiria provar. Mas não o fez, por motivos óbvios, para esconder a fraude.

Por parte do TSE, impediu-se, com isso, a “aferição” desse resultado fajuto de que Lula teria ganhado a eleição presidencial.

Essa atitude, sim, é que foi CRIME, por parte de ministros do TSE, especialmente de Alexandre de Moraes, vide o que diz o Código Penal:

Art. 359-N. IMPEDIR ou perturbar a ELEIÇÃO ou a AFERIÇÃO de SEU RESULTADO, mediante violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação estabelecido pela Justiça Eleitoral. (Incluído pela Lei nº 14.197, de 2021)

Mas qualquer contestação que é divulgada ao resultado fajuto faz com que Alexandre de Moraes utilize algum dos inquéritos ilegais no STF para mandar censurar e bloquear as redes sociais de quem o fizer, como o fez recentemente em relação ao influenciador digital Monark. 

Alexandre de Moraes desobedece ao que diz o art.359-T do mesmo Código Penal, que diz que “não constitui crime a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística”:

Art. 359-T. Não constitui crime previsto neste Título a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais. (Incluído pela Lei nº 14.197, de 2021)

A fraude na eleição presidencial é que foi o verdadeiro GOLPE, ao simular que Lula teria ganhado.

Como a FRAUDE se concentrou na eleição presidencial, a parte limpa do sistema permitiu a eleição de diversos governadores, deputados e senadores dos grupos apoiadores de Bolsonaro.

Relembremos que durante o período eleitoral, os ministros do TSE agiram deliberadamente para prejudicar o candidato Jair Bolsonaro e beneficiar o candidato Lula, com proibições inclusive de divulgação de fatos referentes aos crimes de Lula, numa censura inconstitucional à imprensa, a jornalistas, e às mídias alternativas.

Vale repetir, a seguir, o que já foi mostrado aqui neste locals.com. 

Em reunião com embaixadores, em julho de 2022, Bolsonaro mostrou a fragilidade do sistema eleitoral, cujas urnas eletrônicas de 1ª geração, de modelo somente usado atualmente por Butão e Bangladesh, países subdesenvolvidos, gerava incertezas quanto à segurança no resultado da eleição:
https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/06/so-brasil-bangladesh-e-butao-usam-urna-eletronica-sem-comprovante-do-voto-impresso.shtml

Conforme se lia nessa matéria, “A maioria dos países que usa urnas eletrônicas adota a segunda geração dessas máquinas, que “imprimem um comprovante em papel (o tal voto impresso)”, enquanto que o Brasil ainda utiliza as de primeira geração, sujeita a manipulações e fraudes.

Com isso, como alertou Bolsonaro naquela reunião, havia sim o “risco da possibilidade de fraude”, já que não poderia haver a CHECAGEM efetiva do resultado.

Temos hoje, então, ocupando a Presidência da República, um “usurpador”, Lula, que não conseguiu vencer a eleição pela via normal do voto dos eleitores. 

Por que será que o ministro Fachin, do STF, e que estava também no TSE, havia reunido embaixadores, em 31/5/2022, para tentar desmentir o que Bolsonaro já dizia sobre a fragilidade do sistema eleitoral? Não é competência de ministro do TSE se reunir com embaixadores. A competência é "privativa" de presidente da República, de se reunir com embaixadores, como está no art. 84, inciso VII, da Constituição Federal. 

E Fachin queria que esses embaixadores reconhecessem “imediatamente” o resultado da eleição que fosse divulgado pelo TSE. Isso seria para o 1º turno. E como é que ele saberia que a decisão da eleição seria logo no 1º turno? Só se algo já estivesse pronto, tal como um esquema para dar a vitória a quem eles desejassem. Óbvio. 

Mas, algo deve ter saído errado para o 1º turno.
Será que os programadores não fizeram o “cálculo correto” do algoritmo no código-fonte e, por isso, não se conseguiu atingir, por pouco, logo ali no 1º turno, o percentual que desejavam para já permitir Lula eleito fraudulentamente?

No Senado, em audiência pública no dia 30/11/2022 ( www.youtube.com/watch?v=6fKlEvrnj3U ) , durante mais de 11 horas de depoimentos de parlamentares e de diversos convidados, incluindo magistrados e especialistas em informática, foram apresentadas também “provas” de “fraudes” na eleição para presidente, “indicando que Lula não ganhou a eleição”. 

Inclusive nesses links ainda são disponibilizados “relatórios detalhados” sobre as irregularidades na eleição para presidente:
https://raw.githack.com/JohnRobson/Eleicoes2022/main/relatorio_eleicoes.html

Inúmeras pessoas reclamaram pela Internet, inclusive índios, dizendo que votaram no 22 para presidente, numa seção (urna específica), e também seus familiares e amigos, mas apareceram 0(zero) votos para Bolsonaro. Essas devem ter sido as fraudes no “varejo”.

Há que se considerar também o que aconteceu no “atacado”.


No Sistema de Totalização de Votos do TSE, a cada totalização divulgada, o “PERCENTUAL” de votos de Bolsonaro “DIMINUÍA” na “quantidade EXATAMENTE IGUAL” àquela em que o “PERCENTUAL” de votos para Lula “AUMENTAVA”, em “TODAS” as totalizações “a partir de um dado momento até o final”.


Isso é “matematicamente” “IMPOSSÍVEL” num “sistema normal”. Tal “LINEARIDADE” é “típica” de um “algoritmo” preparado para “FRAUDAR”.


O “mesmo padrão” de “votos para presidente” aconteceu tanto no 1° turno quanto no 2° turno.
Com uma “programação”, facilmente “milhões de votos” para “Bolsonaro” podem ter sido “desviados” para Lula. 

Além disso, comprovou-se, usando os dados do próprio TSE, que "milhares de urnas" tiveram as "votações realizadas após as 17h" no 2º turno e com diferenças entre os horários, de cerca de menos de 10 segundos, entre a votação de um “suposto” eleitor e de outro. Nem o personagem “Flash” conseguiria ser tão rápido. 

Parece muito claro que “Lula nunca teve 57 milhões de votos no 1º turno”, e nem 60 milhões de votos no 2º turno. Isso também ficava bem evidente “FISICAMENTE”, pois não se via, nem se viu onde poderia estar essa quantidade toda de eleitores que tivessem feito tal escolha. Os apoios públicos da população eram visíveis (e ainda são!) em grande quantidade a Bolsonaro, e onde ele ia apareciam multidões de pessoas, enquanto que Lula não conseguia reunir quase público algum.

Com o resultado divulgado pelo TSE após o 2º turno, as mídias (TODAS), TVs, imprensa, diziam sempre Lula “Eleito” presidente, sem citarem, em momento algum, as inúmeras “inconsistências matemáticas” óbvias e flagrantes na totalização de votos.

Como dizia Joseph Goebbels, ministro da propaganda na Alemanha Nazista:
“Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade".

O que faltou foi mostrar a verdade várias vezes, pois também:
“Uma verdade não dita mil vezes torna-se uma mentira.

Mais ainda: Já estava programada “antes da eleição”, desde “agosto de 2022”, a ida de ministros do STF a Nova York em novembro de 2022, para “palestras” sobre as perspectivas de um “Novo Governo no Brasil”.


Como é que eles poderiam já saber de antemão, “ANTES” da eleição, o que iria acontecer?

Então, estava certo Bolsonaro ao ter alertado em 18/7/2022, naquela reunião com os embaixadores, para o que poderia vir a acontecer, e que aconteceu.

Daí, então, fica exposto o porquê de toda essa sanha de Alexandre de Moraes de perseguir e impedir quem diga algo nas mídias sobre FRAUDE na eleição presidencial. 

E o objetivo agora é inutilizar o verdadeiro vencedor da eleição presidencial, que foi Jair Bolsonaro, pois se vier a público, com ampla repercussão, a divulgação de mais provas da fraude e se tiver que se fazer nova eleição presidencial, já o impediriam de concorrer, alegando inelegibilidade. 

O motivo torpe que se alega para tentar torná-lo inelegível, numa ação fajuta no TSE, é a de que, naquela reunião com embaixadores, Bolsonaro “criticou” o sistema eleitoral do TSE. Alegam, na ação, o art. 73 da Lei nº 9504, de 1997. Esse dispositivo trata de condutas vedadas para beneficiar “candidatos” na eleição.

Acontece que Bolsonaro “não” era “candidato” na data de 18/7/2022, quando houve a reunião com os embaixadores.
https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2022/07/18/interna_politica,1381023/bolsonaro-faz-novos-ataques-ao-tse-e-ministros-em-reuniao-com-embaixadores.shtml

A aplicação de inelegibilidade só seria possível legalmente se ele já fosse oficialmente candidato naquela data, o que não era.


Só se protocolou no TSE o registro de candidatura de Bolsonaro como “candidato” em 10/8/2022.
https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2022/noticia/2022/08/10/bolsonaro-pede-ao-tse-registro-de-candidatura-a-reeleicao-para-presidente.ghtml

E o próprio TSE já firmou jurisprudência no sentido de que “só se pode aplicar” “tal dispositivo da lei”, para atos considerados condutas vedadas, “a partir da formalização” do “registro da candidatura”, “NÃO” “antes disso”: 

Acórdão
REPRESENTAÇÃO N° 145-62.2014.6.00.0000 - CLASSE 42 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Admar Gonzaga
“...A hipótese de incidência do inciso I do referido art. 73 é direcionada às candidaturas postas, não sendo possível cogitar sua aplicação antes de formalizado o registro de candidatura. Precedente do Tribunal Superior Eleitoral.”
DJE 27/08/2014

Não precisa ser Sherlock Holmes para desvendar tudo isso quanto às armações fraudulentas e criminosas no TSE, para prejudicar Bolsonaro.

Assistimos no momento a versões propagadas diariamente pelas mídias comprometidas, numa enorme farsa, quando, na realidade, o VERDADEIRO GOLPE foi o das urnas, no sistema de totalização de votos adulterado do TSE, com a consequente divulgação de que teria sido vencedor o candidato Lula, que perdeu a eleição.

URNA ELETRÔNICA 2026

Já circula nas redes sociais o modelo da urna eletrônica (extraoficial) que será utilizado nas próximas eleições presidenciais no Brasil. Esse modelo é o resultado de um longo processo de aparelhamento completo das instituições brasileiras promovido pela esquerda, há décadas, seguindo uma estratégia gramsciana de tomada do poder.



Segundo a ótica do ex-presidiário, em entrevista à Rádio Gaúcha (29/06/2023), quando foi questionado sobre os motivos para o governo federal e setores da esquerda brasileira não considerarem o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, como uma ditadura, Lula afirmou:

“A Venezuela tem mais eleições do que o Brasil. O conceito de democracia é relativo para você e para mim. Eu gosto de democracia, porque a democracia que me fez chegar à Presidência da República pela 3ª vez."

À tarde, durante o encontro do Foro de São Paulo, Lula disse:

[ ... ] “Eles nos acusam de comunistas, achando que nós ficamos ofendidos com isso. Nós não ficamos ofendidos. Ficaríamos ofendidos se nos chamassem de nazista, de neofascista, de terrorista. Mas de comunista, de socialista, nunca. Isso não nos ofende. Isso nos orgulha muitas vezes”.

Bom, a cada cinco anos, a Coreia do Norte realiza eleições. Na festa da democracia norte-coreana, 100% dos eleitores comparecem para votar. Os candidatos vencedores recebem algo próximo de 100% dos votos.

Cuba, a ilha rebelde, também realiza eleições. Sendo assim, como chamar aquela ditadura de ditadura?  Lá os cubanos têm que simplesmente escolher entre um candidato do Partido Comunista de Cuba e outro do Partido Comunista de Cuba, previamente indicados pelos dirigentes do Partido Comunista de Cuba. Esses delegados vão compor a Assembleia Nacional que elege (valida) o presidente.

Em 2021, a ex-presidente Dilma Rousseff condenou as democracias ocidentais e disse que o futuro é a China. “Democracia com características chinesas”.

Pouca gente entendeu quando Dirceu afirmou: "vamos tomar o poder, que é muito diferente de ganhar uma eleição". Após as eleições passadas (2022), isso ficou muito claro nas palavras dos próprios petistas, ops, comunistas, para orgulho de seu dirigente superior.

Decisão do TSE que deixou Bolsonaro inelegível deverá antecipar discussão sobre segurança nas urnas eletrônicas

E ela, a discussão, retornará porque todo brasileiro pode expressar o seu pensamento sobre qualquer tema. É o que nos diz a nossa Constituição em seu Art. 5º, item IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. Ou já nos encontramos numa ditadura cujas liberdades permitidas são apenas as do gosto do ditador de plantão?

Pois bem, segundo o que foi divulgado e reafirmado pelo próprio ex-presidente Bolsonaro, sua inelegibilidade foi decretada porque disse o que pensa sobre as urnas eletrônicas brasileiras durante uma reunião com embaixadores ocorrida no Palácio da Alvorada, sua residência de então. Mais especificamente sobre um inquérito que se encontra na Polícia Federal (PF) há quase cinco anos. Ouça-o: 



O Brasil quer saber

Claro, todos os brasileiros desejam saber não só o conteúdo do inquérito conduzido pela PF como também os seus desdobramentos, incluindo as medidas tomadas para segurança do processo eleitoral, cuja demonstração de uma impossível ocorrência de fraude nunca foi apresentada pelo TSE, ao contrário do que deseja a sociedade brasileira. 

Até porque se sabe que o maior problema das invasões cibernéticas está nas próprias instituições. Cerca de 2/3 delas nascem dentro das próprias organizações. Elas não acontecem a partir de invasões externas, e que 95% dos eventos de quebra de segurança ocorrem por falhas humanas, conforme já se pronunciou o engenheiro Carlos Rocha, que liderou o desenvolvimento das urnas eletrônicas brasileiras na década de 90. Veja o que ele nos disse, ouça-o na íntegra, clicando aqui. 

Conhecer toda a verdade é o nosso direito e a busca pela verdade só é possível em uma discussão livre, já nos ensinou Józef Mackiewicz.

"Nenhum homem neste mundo conhece toda a verdade. Aquilo que nós, seres humanos, chamamos de "verdade" é somente a busca. A busca pela verdade só é possível em uma discussão livre. Por isso, o regime comunista que a proíbe é, por força das coisas, - uma grande mentira. Ao nos encontrarmos em um mundo que respeita liberdade individual e a liberdade de pensamento, devemos fazer todo o possível para não estreitar os horizontes de pensamento, mas ampliá-los; não limitar a discussão, mas ampliá-la." Józef Mackiewicz (Jornalista e escritor, São Petersburgo, 01/04/1902 - Munique, 31/01/1985).