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29 outubro 2026

01 de fevereiro de 2027, uma data decisiva para o destino do Brasil

Em todo o País, fala-se muito da "fuga" de Flávio Bolsonaro e quase nada sobre o acordo que está em curso para abafar simultaneamente todos os escândalos que atingem poderosos nos três poderes. A peça fundamental neste acordo é a reeleição de Davi Alcolumbre para a presidência do Senado com o compromisso de não instalação de CPIs ou processos de impeachment.

Justificar a necessidade de pacificação política não deve incluir esse item em qualquer agenda. Pelo contrário, caso ele apareça a pauta já nasce destruída. A sociedade brasileira não suporta mais tanta desconexão entre suas necessidades reais e as vontades de uma elite corrompida.

Felizmente começam a surgir senadores que já declararam que não votarão no Alcolumbre como Guilherme Derrite-SP,  Jorge Seif-SC e Marcelo van Hattem-RS e cogita-se as candidaturas de Rogério Marinho-RN e Tereza Cristina-MS. 

O Senado Federal precisa ser a Casa da Federação e da representação democrática, não um espaço de perpetuação de grupos corruptos no poder.

E talvez esteja aí a questão mais grave: de que adianta o eleitor renovar o Congresso se os mecanismos internos de poder continuam reproduzindo as mesmas práticas que ele esperava modificar?



Um comentário:

  1. Foram eleitos com esta bandeira não podem voltar atrás!!!!

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