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29 outubro 2026

Venezuela e Brasil: covardia da repressão não tem pátria

 

Por Paulo Cursino - 28/10/2026

Maria Corina e Flavio Bolsonaro.
Dois exilados de duas ditaduras.
Uma de Maduro e suas eleições fraudadas.
Uma de Lula e suas eleições sujas e STF aparelhado.
Ambos da mesma América Latina subdesenvolvida de sempre.
Ambos salvos pela América da liberdade de sempre.
Maria Corina foi chamada de covarde por canalhas da Venezuela.
Flavio também foi chamado de covarde por canalhas no Brasil.
Caluniados pelos mesmos motivos, pelas mesmas pessoas, porque a vagabundagem moral e a covardia da repressão não tem pátria.
Ambos vítimas da corrupção moral, sistêmica, e endêmica de seus países de origem.
Uma mulher. Um homem.
Dois seres humanos.
Com sonhos, com amores, com famílias.
Ambos obrigados a viver longe da terra onde nasceram.
Dois heróis da liberdade.
Ambos lutando contra políticos com prazos de validade vencidas.
Ambos tentando tirar seus países do século XX das mãos de líderes com ideias do século XIX.
E ambos envolvidos em uma poética coincidência:
Flavio foi roubado no domingo dia 25 de outubro e teve que sair de um país onde não há mais justiça.
Maria Corina voltou para a Venezuela no mesmo dia, no mesmo 25 de outubro, em uma Venezuela livre e voltando a ter justiça.
Um sinal de esperança.
Uma prova de que o mundo dá voltas e de que a verdade sempre vence e a paz sempre retona.
O inferno da Venezuela acabou.
O do Brasil também acabará um dia.
Lula quebrou o Brasil e pagará por isso.
Flavio não quebrará seu espírito e sairá vitorioso.
Lula não viverá para sempre e os coniventes com regimes repressores sempre vão para a lata de lixo da história.
E, ah, sim, sempre bom lembrar: no meio do caminho, Maria Corina ainda ganhou o prêmio Nobel da Paz.
Vai que é tua, Flavio.
Lute a boa luta.
A boa América está contigo.
Os bons brasileiros também.
E Deus está conosco.


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