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18 agosto 2026

Estela

Nos autos do inquérito da época e dos relatos das testemunhas. Dilma Vana Rousseff foi acusada de participar do assalto à Casa Diana, a mais famosa loja de armas localizada na Rua do Seminário, no centro de São Paulo, em janeiro de 1969, enquanto militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, resultando no roubo de dezenas de armas de fogo de uso militar e civil.

Maior certeza se tem da participação de Dilma, vulgo Estela, no assalto, do fato que na abordagem guerrilheira miraram no dono da loja e atirando, acertaram o gerente, distante cerca de três ou mais metros do alvo.

Bem … É só olhar a foto abaixo para saber do porquê da falta de mira tendo-se, por esta razão, forte indício de ter sido mesmo ela quem atirou …



21 novembro 2025

“justiça revolucionária”


    Em 8 de maio de 1970, o Tenente Alberto Mendes Júnior, da Polícia Militar de São Paulo, comandava um pelotão em uma patrulha na região de Sete Barras/SP. Durante a operação, ele e seus homens foram emboscados por militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Após ser rendido, Mendes Júnior foi feito refém para proteger seus subordinados. A VPR era financiada por Rubens Paiva.


Detalhes do ocorrido

- Dois dias depois, em 10 de maio de 1970, os guerrilheiros montaram um “tribunal revolucionário” improvisado e o condenaram à morte.

- A execução foi brutal: o tenente foi golpeado com sucessivas coronhadas na cabeça, esfacelando seu crânio.

- Seu corpo foi enterrado no local e permaneceu desaparecido por cinco meses, até ser encontrado em 17 de outubro de 1970.

- A morte foi registrada como homicídio doloso e consta nos arquivos da Comissão Nacional da Verdade e do Ministério Público.


Contexto

- Idade e carreira: Alberto Mendes Júnior tinha 23 anos, era filho de Alberto Mendes e Angelina Plácido Mendes, e servia como tenente da Polícia Militar. Foi promovido postumamente a capitão.

- Motivação: O assassinato foi justificado pelos guerrilheiros como uma retaliação ao regime militar e uma tentativa de “justiça revolucionária”, prática comum em grupos armados de esquerda durante o Regime Militar.

- Impacto: O caso chocou a corporação policial e a sociedade, sendo usado como exemplo da violência de ambos os lados do conflito. Mendes Júnior é lembrado como herói pela Polícia Militar e homenageado em cerimônias oficiais.


Observações

- O crime foi confessado por um dos envolvidos, Carlos Lupi, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, mas a VPR nunca assumiu oficialmente a autoria.

- A morte de Alberto Mendes Júnior é um dos casos emblemáticos de violência política durante o regime militar brasileiro (1964‑1985) e integra os relatórios de direitos humanos sobre o período.