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15 abril 2022

ACELERA PARA CRISTO REUNIU MILHARES DE APOIADORES DE BOLSONARO

Nesta sexta-feria, 15, o evento (motociata), denominado de "Acelera para Cristo", reuniu milhares de apoiadores do presidente Bolsonaro. Reunidos na região do Sambódromo em São Paulo, o presidente e seus milhares de apoiadores partiram, em motocicletas, para a cidade de Americana, a 130 Km da capital paulista.

O evento repetiu outras edições similares ocorridas em anos anteriores, no Rio em maio de 2021, em São Paulo e Chapecó-SC, em junho de 2021, e em Roraima, em fevereiro deste ano.

Em todos esses eventos a população -  de forma espontânea - compareceu às ruas, demonstrando apoio ao Bolsonaro e que não querem mais o retorno do Lula, já condenado a mais de 26 de prisão, inclusive em terceira instância, até o momento, e que, por malandragem judicial, obteve desimpedimento para concorrer nas próximas eleições, após nossa Suprema Corte demonstrar à sociedade que virou um partido.

Em Americana, o presidente Jair Bolsonaro, disse que fará “de tudo” para o Brasil “continuar livre da esquerda”, além de criticar o acordo feito entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp para atrasar, no Brasil, o lançamento da ferramenta “Comunidades”, que permite unir diversos grupos em um único canal. 

Bolsonaro defendeu a liberdade: “Mais valioso do que a nossa própria vida, é a nossa liberdade. Vocês sabem o quanto a nossa democracia é açoitada diariamente, e vocês sabem por quem. O nosso direito de ir e vir, a nossa liberdade de pensar, a nossa liberdade de culto, isso não tem preço. O Brasil é um país livre e eu o farei livre, custe o que custar”. Eu hoje sou o presidente da República por uma missão de Deus, junto com esse povo, que apoia as nossas decisões, escorada na lei maior, que é a nossa Constituição, é a certeza que de que seremos livres”, afirmou o Presidente.


14 abril 2022

MINISTROS CONTINUAM DESTRUINDO A REPUTAÇÃO DO STF

No último domingo (10), dois ministros do Supremo Tribunal Federal participaram do seminário Brazil Conference, em Boston (EUA). Lá estavam por serem ministros da Corte e partidários atuantes da esquerda. Ricardo Lewandowski e  Luis Roberto Barroso usaram esse chapéu e criticaram o governo brasileiro. Não podiam fazer o que fizeram, nem lá e nem cá, e o sabem disto desde que começaram a frequentar os bancos das faculdades de Direito. Não deviam ter esquecido que todo juiz, em qualquer grau, deve se conduzir com imparcialidade, isenção e muito distante da política. Não podem elogiar e/ou criticar qualquer candidato.

Bom, os ministros o fazem isto, pois contam com a subserviência do Senado Federal que, por obrigação constitucional, deve analisar tais fatos e outros mais, para evitar que a instituição de um dos Poderes da República caia em desgraça. Infelizmente, ambos (STF e Senado Federal) estão se arrastando pelo mesmo lamaçal que vem destruindo a imagem republicana e democrática do País.

A composição atual do STF parece estar em Nárnia, aquele mundo fantástico criado pelo escritor Irlandês Clive Staples Lewis,  como local narrativo para As Crônicas de Nárnia, uma série de sete livros. Em Nárnia, alguns animais podem falar.

Não é preciso ser extenso, basta citarmos apenas cinco temas/decisões do STF, decepcionantes para os brasileiros:

1) A descondenação do ex-presidiário Lula;

2) A intromissão do STF na gestão da Covid-19;

3) A interferência da Corte nas atribuições dos poderes executivo e legislativo;

4) O cerceamento à liberdade de expressão dos brasileiros em decisões tomadas pelo STF;

5) A determinação da prisão de brasileiros, pelo STF, em processos ilegais, tornando-os presos políticos.

As matérias sobre cada um dos itens acima, detalhando-os e expressando a opinião de muitos brasileiros, incluindo consagrados juristas, são públicas e facilmente encontradas na Internet. Entre elas esta uma do Cláudio Humberto, do "Diário do Poder".



07 abril 2022

LULA NÃO QUER SER PRESIDENTE - LULA ACABOU TAMBÉM VIRANDO UM POSTE

Há três dias (4/4) escrevi que aproxima-se a vitória do Bolsonaro no primeiro turno das eleições e comentei sobre a ocorrência das primeiras desistências de pré-candidatos. Disse também que a próxima desistência não demorará muito a acontecer, e que terá maior repercussão.  Trata-se da candidatura do ex-presidiário Lula. O próprio coordenador da sua campanha, neste fim de semana, afirmou que o PT não tem força para vencer o presidente Jair Bolsonaro em outubro de 2022. 

No início da noite (6/4), leio que Lula não quer ser presidente, em ótimo artigo do Paulo Cursino(*) que transcrevo mais abaixo.


Praticamente todos os assuntos citados no artigo pelo Cursino - falas do Lula nos últimos dias - são verdadeiras afrontas à democracia. Como estão em videos que foram divulgados nas redes sociais, o Lula já deveria estar preso, pelo mesmo critério usado por Alexandre de Moraes - flagrante
permanente - para prender o deputado Daniel Silveira.

Boa leitura.

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Lula não quer ser presidente (*)

Está na hora da esquerda e a mídia admitirem. Ele apenas entrou num buraco do qual não sabe sair. Se desistir, o PT será esmigalhado. Se continuar e perder, sairá humilhado. Se vencer, enfrentará um país divididíssimo e sem quadros confiáveis para governar. Em suma: Lula não ganha nada com esta eleição ainda que a vença. Uma encalacrada.

Seu ar está cansado, lento, empurra uma campanha com a barriga. Lula quer desistir e não sabe como. Está fazendo força para que desistam dele e ninguém percebe. Prefere ser tirado da jogada, ser traído, seria muito mais digno do que assumir que não quer mais concorrer. Lula precisa da narrativa de vítima das circunstâncias para sair por cima, para não parecer que arregou. Alguém no PT precisa entender seus sinais e dar o tiro de misericórdia. Porque ele está fazendo de tudo para não ser eleito e parece que ninguém tem coragem de encarar esta realidade.
Exemplos deste desejo abundam. Lula chamou Alckmin pra vice, dividindo a base e comprando briga feia dentro do partido. Afirmou que censurará redes sociais, para arrepio da parte pensante da mídia. Disse que vai chamar o MST pra governar junto, queimando pontes com o agronegócio. Em um evento do próprio MST deu piti por ter palanque pequeno e "esqueceu" de tirar do pulso um relógio de setenta mil reais. Também já disse que não sairá em campanha corpo a corpo porque tem medo de atentado e que não irá a debates. Oi? Ontem apelou dizendo que a militância tem que cercar as casas dos deputados. Um absurdo. Como se não bastasse, disse que a classe média brasileira consome demais e que isto precisa ser revisto. E ainda triplicou a aposta: defendeu o aborto, comprando briga com o apoio de parte dos evangélicos pelo qual o PT ainda briga, e hoje a quadruplicou afirmando que DEUS É PETISTA!
Ou seja, encaremos os fatos: já passou da fase de ser mero tiro no pé. Lula realmente está jogando contra e implorando por uma intervenção. O que mais ele precisa fazer? Chutar um vira-lata caramelo diante das câmeras? Se bem que até esse tipo de coisa perdoarão, claro. O antibolsonarismo psicótico é uma doença incurável.
O mais irônico disso tudo é a grande virada da narrativa da trajetória de Lula. Um cara que já deixou sua marca na história brasileira, para o bem ou para o mal, já teve muito mais poder do que tem hoje, e não precisava passar por tudo isso novamente. Sua fase já passou, já cumpriu sua missão. Um político que gerou nulidades como Dilma e Haddad tornou-se, ele próprio, o maior exemplo da falta de alternativas para um partido e para um país. Hoje tem que encarar uma candidatura e uma disputa que claramente não deseja, ainda que afirme o contrário. Lula foi político, tornou-se uma idéia e, quem diria, acabou virando também um poste.

(*) Por Paulo Cursino - Roteirista e Produtor na empresa Cinema Brasileiro.

04 abril 2022

APROXIMA-SE A VITÓRIA DE BOLSONARO NO PRIMERO TURNO DAS ELEIÇÕES

Encerrado o prazo para mudança de partido sem perda do mandato vigente (janela partidária), o resultado foi avassalador em favor do presidente Jair Bolsonaro. 

Os políticos que seguiram esse caminho, detentores de olfato afinado como o mundo político exige, sentiram, antecipadamente, o cheiro de sua vitória já assegurada. O povo, então, já não mais esconde sua preferência. Aliás, neste caso, nunca a escondeu. O que agora se percebe mais claramente é a explicitação dessa escolha que fez exalar o odor sentido pelos políticos que trocaram de siglas partidárias, indo para aquelas que apoiam a reeleição do Presidente.

A partir desta semana, o partido de Bolsonaro tornou-se a maior bancada da Câmara dos Deputados. A campanha do Presidente também vai contar com mais tempo de televisão e dinheiro para chegar a mais brasileiros. Essa adesão deu, portanto, mais musculatura política e apoio a sua candidatura, além de continuar contando com um forte apoio popular, seu trunfo eleitoral em 2018.

Nas Assembleias Legislativas do Sul, Centro-Oeste e Norte, as forças do bloco PL-PP-Republicanos ampliaram suas bancadas e se tornaram dominantes em praticamente todos os Estados.

Essa tática de fincar posições em sua área de influência ainda ganha o reforço da munição de governadores de outros partidos em busca de reeleição - como Ratinho Júnior (PSD-PR), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Mauro Mendes (União Brasil-MT) e Wilson Lima (União Brasil-AM) - e de candidaturas em ascensão, como Tarcísio Freitas (SP) e Onyx Lorenzoni (RS).

PRESIDENCIÁVEIS SEM NUNCA TEREM SIDO

A oposição também já sentiu esse odor e já vem provocando uma sequencia de - disse me disse - de candidatos ao longo da última semana. Neste caminho, em primeiro lugar, foram destaques os traidores: João Doira e Sergio Moro. Na política este ato é imperdoável. Morreram nesse momento e nunca mais irão conseguir se ressuscitar como um candidato de verdade.

APROXIMA-SE A DESISTÊNCIA DE MAIOR DESTAQUE

A próxima desistência não demorará muito a acontecer, e terá maior repercussão.  Trata-se da candidatura do ex-presidiário Lula. O próprio coordenador da sua campanha, neste fim de semana, já afirmou que o PT não tem força para vencer o presidente Jair Bolsonaro em outubro de 2022.


01 abril 2022

A LUTA PELA LIBERDADE TERÁ SIDO PERDIDA?

No final dos anos 60, o historiador Warren Carroll e Mike Djordjevich, refugiado da Iugoslávia comunista, compilaram indicadores do caminho para a servidão (escravidão) de um povo. Entre esses indicadores selecionamos os listados abaixo: 

  • Detenção de indivíduos sem processo judicial
  • Declaração oficial de que organizações anticomunistas são subversivas e ações legais para suprimí-las
  • Qualquer tentativa de restringir a livre circulação dentro do país 
  • Abolição da propriedade privada de armas
  • Censura
  • Leis que limitem o número de pessoas que podem se reunir em uma residência privada.
  • Qualquer mudança significativa para dificultar a obtenção e o uso de passaportes
  •  . . .

A imposição de qualquer uma dessas restrições à liberdade seria uma advertência clara de que o Estado totalitário está muito próximo; e uma vez que um número significativo delas - cinco, talvez - tenha sido imposto, pode-se concluir racionalmente que o restante não estará muito longe, e que a luta pela liberdade terá sido perdida, alertam os autores.

Pense bem. Aqui no Brasil, recentemente, já tiraram a liberdade de alguns. Amanhã poderá ser a sua !


29 março 2022

O BEM CONTRA O MAL


No último domingo (27), durante o evento de sua filiação partidária, o presidente Jair Bolsonaro, de improviso, fez um denso discurso que remeteu aos brasileiros, nas linhas e nas entrelinhas, muitos temas para reflexões no decorrer deste ano, pois terão repercussões significativas para as próximas décadas da Nação e de seu povo, dependendo do resultado das próximas eleições.

Destaco um de seus trechos. O presidente chamou à atenção do povo brasileiro, de que, no momento, a questão mais importante não está na disputa ideológica e sim na luta do bem contra o mal. Um mal que o brasileiro já conheceu, de perto, durante o exercício do poder pelo ex-presidiário Lula e pela Dilma Rousseff. Ambos deram prosseguimento ao que se planejou e ainda se planeja no âmbito do Foro de São Paulo.

O reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, em 12/02/2020, um artigo no qual o escritor chama a atenção para os planos do Foro de São Paulo, planejados para o período 2019-2023. Está disponível neste link.

Em novembro do ano passado, foi lançado, em Madri, um filme para denunciar a aliança entre as narcoditaduras latino-americanas e o partido espanhol Podemos, por meio do chamado Grupo de Puebla, herdeiro do Foro de São Paulo. Este filme pode ser acessado clicando-se neste link.

No Brasil, durante o período 2003-2016, ficaram explícitas as atuações dos governos petistas nesse contexto. Alguns exemplos são encontrados nesses posts:  Lula e Dilma sob as ordens de Chávez - Eleições de Chávez e Maduro sob o comando de Lula - Narcobolivarionismo visitou o BrasilLeia-os e tire suas conclusões, especialmente, lições.

A escolha é sua. Você pode dizer: "Não é possível que aconteça aqui", - mas, sem dúvida, quase todas as pessoas dentre + 1bilhão daquelas que foram escravizadas pelo comunismo dissseram a mesma coisa.

A escolha está diante de você, e ela foi enunciada por Winston Churchill quando ele disse ao povo inglês: 

"Se não estiver disposto a lutar pelo que é correto quando pode vencer facilmente sem derramamento de sangue; se não estiver disposto a lutar quando a vitória será certa e não muito cara; você poderá chegar ao ponto em que terá de lutar com todas as probabilidades contra você e apenas uma chance precária de sobrevivência."

"Pode haver um destino ainda pior. Você poderá ter de lutar quando não houver nenhuma esperança de vitória, porque é melhor perecer do que viver como escravo". 

Essas palavras de Churchill são as entrelinhas contidas no discurso do presidente Jair Bolsonaro, cuja hashtag é: #OBEMCONTRAOMAL.

28 março 2022

OS PERFIS DE LULA E DO PT POR POR MEIO DE UM RELÓGIO

Altiplano Watchrelógio de luxo, tem uma pulseira de couro e uma moldura dourada para a tela de 38 milímetros. O relógio tem ouro 18 quilates, além de um movimento mecânico de corda manual ultrafino, fabricado pela própria Piaget.

O ex-presidente Lula (PT) publicou em suas redes sociais registros de sua participação no evento de comemoração do centenário do PC do B, realizado no sábado (26). Em uma das imagens, aparece usando um relógio fino da marca Piaget,  - o Altiplano Watch -  avaliado em 84 mil reais.

Agora se ler nas redes sociais que a deputada Jandira Feghali (PCdoB) postou uma foto em seu Instagram, na qual Lula aparece usando o relógio. A imagem também foi publicada pelo perfil do PT e por integrantes da sigla. Imediatamente surgiu uma enxurrada de reações com repercussão fortemente negativa. 

Tentando consertar aquilo que não tem conserto, ler-se também que, logo a seguir, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), publicou um outro post no Instagram cortando o relógio de luxo da imagem.

Precisa se dizer mais alguma coisa? As imagens falam por si mesma e só reproduzem o que são, de fato, os perfis de Lula, do PT e de suas respectivas lideranças.


26 março 2022

LULA E SEUS CAMARADAS COMEMORANDO OS 100 ANOS DA CHEGADA DO COMUNISMO AO BRASIL

Hoje, o ex-presidiário Lula, que se encontra, entre quatro paredes, no Rio de Janeiro, compareceu à Niterói para comemoração dos 100 anos da chegada do comunismo ao Brasil. 

Compareceram ao evento, conforme divulgado na Internet, figuras carimbadas vinculadas à partidos que dizem pregar o socialismo - antigamente comunismo - mas esta palavra foi jogada sob o tapete após o desmanche da URSS, em 1991.

  • Paulo Camara (PSB-PE), governador de Pernambuco

  • Marcelo Freixo (PSB-RJ), pré-candidato ao governo do Rio 
  • Manuela D'ávila (PCdoB-RS), candidata a vice-presidente na chapa petista em 2018 
  • Jandira Feghali (PCdoB-RJ), deputada federal 
  • Talíria Perrone (PSOL-RJ), deputada federal 
  • Gleisi Hoffmann, deputada federal e presidente do PT 
  • Lindbergh Farias (PT-RJ), vereador e ex-senador 
  • Alessandro Molon (PSB-RJ), deputado federal 
  • Aloísio Mercadante, ex-senador 
  • Rodrigo Neves (PDT-RJ), pré-candidato a governador 
  • Tainá de Paula (PT-RJ), vereadora 
  • André Ceciliano (PT-RJ), presidente da Alerj


As figuras citadas, entre outras, e seus respectivos partidos utilizam o termo SOCIALISMO  em suas pregações. Mas como esse conceito tornou-se a palavra-chave dessa turma? As razões estão em sua definição e na sua maior facilidade de lavagem cerebral dos que serão iludidos. Veja o que encontramos, na literatura, para definí-lo. (Allen, G. e Abraham, L., Política, ideologia e conspirações: a sujeira por trás das ideias que dominam o mundo, Faro Editorial, 2017).

"Geralmente se define socialismo como propriedade ou controle por parte do governo dos meios básicos de produção e distribuição de bens e serviços. Visto de perto, isso significa controle governamental de todas as coisas, inclusive você. Todo controle é controle de pessoas. Se o governo controlar essas áreas, chegará ao ponto em que poderá fazer aquilo que Marx se dispôs a recomendar/fazer:

  • Destruir o direito à propriedade privada
  • Eliminar a família, e
  • Dizimar a religião."

Na realidade, há uma enorme diferença entre aquilo que as pessoas que o promovem definem como socialismo e o que o socialismo é de fato na prática. A idéia de que o socialismo é um programa de distribuição de riqueza é rigorosamente uma história da carochinha para convencer as pessoas a cederem a própria liberdade a um governo coletivista e totalitário, afirmam os mesmos autores.

No mundo e, especialmente no Brasil, essa história e seus crimes estão relatados aqui. 

25 março 2022

PORQUE BOLSONARO

Já passam de dois anos que o Brasil e o mundo enfrentam momentos difíceis que têm influenciado suas relações diplomáticas, econômicas, humanas e sociais.

O Brasil, modéstia à parte, está situado entre aquele países que melhor administraram esse período. Podemos afirmar que o governo federal revolucionou a maneira de gerir o país, - com ações substantivas nas áreas diplomática, econômica, humana e social - e rompendo com os paradigmas impostos pela esquerda, o maior dos quais, a institucionalização da corrupção desenfreada, marca registrada do PT e partidos asseclas, desde seus retornos à cena política no final dos anos 1970.

Nesses pouco mais de três anos de um novo governo, moldado em conceitos ilibados e determinação de trabalhar pela Nação e pelo seu povo, tem alcançado resultados que têm deixado os brasileiros com a certeza de um futuro melhor.

Nesse contexto, com a execução de obras por todo o País, sobressaem-se aquelas nunca acabadas que só serviram para encher os bolsos da quadrilha de ladrões. Entre elas destaca-se a efetivação da transposição das águas do Rio São Francisco, interiorizando-o nos sertões nordestinos, facilitando sua produção agrícola, trazendo assim uma razoável melhora da qualidade de vida de sua população, que viveu, por décadas, enganada pela esquerda corrupta.

Na economia, merece destaque o setor agropecuário, aqui ilustrado com os resultados de exportação. Recorde superando recorde.

Contudo, o governo Bolsonaro, em curso de final de mandato, foi um milagre. Mais uma vez o presidente se superou ultrapassando todas as barreiras impostas por aqueles que não querem vê-lo na direção do Brasil.

Barreiras essas, impostas pelas presidências hostis na Câmara do Deputados e no Senado Federal, sem falar no STF, com Barroso e Moraes à frente do discurso e das ações institucionais de verdadeiro ódio contra o presidente da República.

Bolsonaro merece sim a confiança dos brasileiros, pelo muito que fez desde 2019, razão pela qual é aplaudido por onde passa e terá a maioria dos votos dos brasileiros em outubro próximo.

24 março 2022

ASCENSÃO DE BOLSONARO NAS PESQUISAS

As empresas de pesquisa vêm divulgando, semanalmente, a ascensão de Bolsonaro nas pesquisas burocráticas de intenção de votos. O "consórcio", a imprensa velha, esconde aquela de campo, a mostrada nas ruas com o comparecimento ao vivo do Presidente. Há uma diferença muito grande entre elas, e o eleitor, sem dúvida, acredita naquilo que ver. A multidão abraçando o Bolsonaro, de norte a sul do País, em qualquer lugar que ele vá. Os fatos são teimosos.

Contribui para isso, a - ASCENSÃO DE BOLSONARO NAS PESQUISAS - a constatação de que a chamada terceira via patina e que o candidato do PT será o Lula, cujo histórico de corrupção e de todo o tipo de desmandos foram objeto dos governos petistas. Essa lista é enorme e pode ser conferida aqui

Também tem contribuído para a - ASCENSÃO DE BOLSONARO NAS PESQUISAS -  a desacreditação do judiciário através de decisões tomadas pelas cortes superiores do País, semana após semana, insultando a boa índole dos brasileiros.Todos sabem que apesar da justiça ter retirado as condenações do petista, nenhuma delas foi por absolvição e, sim, pelo uso de manobras ridículas atribuídas ao trâmite processual.

De acordo com o líder do Republicanos no Senado, senador Mecias de Jesus (RR), a recuperação do eleitorado do presidente já era esperada e tem base na forma como as ações populares vão se consolidando. 

"É natural que ele tenha recuperado o capital que até ele mesmo afastou. Esse eleitor não estava perdido, estava distante em razão do clima que se formou no país. Mas uma eventual rejeição não se compara com a onda de corrupção feita pelo PT no país. Ninguém quer voltar para isso".  "[...]  O que a população está cada vez mais enxergando é que, na dificuldade, Bolsonaro não deixou que os municípios falissem, ele abriu os cofres para manter o equilíbrio. Foi tão drástico que se ele não fizesse isso, o país estaria numa desgraça. Então, as pessoas começaram a ver isso", avaliou o parlamentar.

Last but not least,  a - ASCENSÃO DE BOLSONARO NAS PESQUISAS - se dá especialmente pelos seus resultados na gestão do governo e porque nenhum outro candidato consegue empolgar os eleitores.  

22 março 2022

BRASILEIROS NOVAMENTE INSULTADOS: QUARTA TURMA DO STJ MANDA DALLAGNOL INDENIZAR LULA EM R$ 75 MIL POR APRESENTAÇÃO DE POWERPOINT

Hoje os brasileiros foram novamente enxovalhados, insultados, com a decisão do STJ condenando o ex-procurador Deltan Dallagnol a indenizar o ex-presidiário Lula. 

O ex-procurador, que era chefe da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, deve indenizar o ex-condenado Lula em R$ 75 mil por danos morais. O caso se refere a uma entrevista coletiva de 2016 em que Dallagnol fez uma apresentação de PowerPoint sinalizando Lula como chefe de uma organização criminosa. A defesa nega qualquer violação da conduta funcional pelo então procurador, que pode recorrer da decisão, e Dallagnol classificou a decisão como "reação do sistema".

É mais uma decisão que não se coaduna com uma justiça que possa ser escrita com letras maísculas. Perdeu, e muito, o Brasil como nação, os brasileiros e as futuras gerações.

Aliás, a fala do ex-condenado Lula, durante os últimos dias, só se coaduna com o que lhe foi apontado pelos procuradores, ou seja, como a de comandante máximo do esquema de corrupção, o chefão da propinocracia instalada no País, nos últimos anos, período em que o Partido dos Trabalhadores esteve no poder sob o seu comando.

Além de repetir clichês para seus comparsas dessa fraude estabelecida no Brasil, desde 2003, o ex-condenado nunca apontou respostas contundentes sobre os fatos das denúncias que lhe foram atribuídas e por elas condenado em três instâncias. Nem mesmo as decisões tomadas pelo STF o inocentou. Apenas anulou, para decepção dos brasileiros e exposição de uma justiça sob o tapete, os processos por questões de foro (CEP) e nunca por inexistência dos crimes apontados nas denúncias.

Hoje, burocraticamente, o ex-condenado ficou apto a deixar a cadeia e até disputar eleições, contudo, jamais conquistou o direito de andar de cabeça erguida por todo o País. Alguém já o viu andando nas ruas como qualquer cidadão de bem o faz ? Jamais o verá. O que se constata, na prática, é que o Chefão não tem cabeça erguida nem para voar em avião de carreira.

Vivemos um momento histórico. A população espera, isto sim, uma virada de mesa para que no País prevaleçam a honradez, a decência, a dignidade e a justiça.

21 março 2022

COMUNISMO NO BRASIL: 100 ANOS DE HISTÓRIA E DE MUITOS CRIMES

A infelicidade do Século

"O século passado nos deixou uma marcante característica não encontrada em outros tempos: a extraordinária amplitude dos massacres de homens feitos por homens. Isso só foi possível pela tomada do poder pelo comunismo de tipo leninista e pelo nazismo tipo hitlerista," afirma o historiador Alain Besançon (A Infelicidade do Século).

Besançon, nos diz também que ainda que inimigos e originários de histórias diferentes, os dois regimes têm traços em comum. Eles se colocaram com o objetivo de chegar a uma sociedade perfeita, destruindo os elementos negativos que se opusessem a ela. Eles pretendiam ser filantrópicos, pois queriam, um deles, o bem de toda a humanidade, o outro o do povo alemão. Mas o que os aproxima mais é que ambos se deram ao direito - e mesmo dever - de matar, e o fizeram com métodos que se assemelham.

"O livro negro do comunismo" (Stephanie Courtois et al.,1999), ousou calcular a soma de mortos que era possível atribuir-se ao comunismo. Uma cifra de 85 a 100 milhões, sem que tenham sido seriamente contestadas. No caso do nazismo, calcular com exatidão o número correto de pessoas mortas como resultado de suas políticas é uma tarefa extremamente difícil. Não há um só documento criado por funcionários nazistas na época da Guerra que explicite exatamente quantas pessoas foram mortas. Estima-se em cerca de 20 milhões, os civis e soldados desarmados mortos pelo regime.

O comunismo no Brasil

Fundadores do PCB, em março de 1922.
De pé, da esquerda para a direita:
Manuel Cendon, Joaquim Barbosa,
Astrogildo Pereira,João da Costa Pimenta,
 Luís Peres e José Elias da Silva;
 sentados, da esquerda para a direita:
Hermogênio Silva, Abílio de Nequete e
Cristiano Cordeiro

No próximo dia 25 de março de 2022, completa-se 100 anos da criação do Partido Comunista Brasileiro (PCB).  100 anos de história e de muitos crimes. Fundado por nove comunistas, por ex-militantes anarquistas inspirados pela Revolução Russa tinha a denominação de Partido Comunista-Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC), e no mesmo ano de sua fundação foi colocado na ilegalidade. Voltou à legalidade em 1927. Em 1934, o PC-SBIC passou a denominar-se Partido Comunista Brasileiro (PCB). O partido tinha a obrigação de seguir as "21 condições" para novos partidos comunistas ingressarem no Komintern (Internacional Comunista). 

Luiz Carlos Prestes foi o mais famoso “militante” do PCB, ocupando o cargo de Secretário-Geral por 37 anos. Passou a ser membro do PC-SBIC em 1931. Deflagrou a sangrenta Intentona Comunista, em 1935. Esse primeiro grande crime de lesa-pátria do PCB, ocorrido em Natal, Recife e Rio de Janeiro, ocasionou a morte de 34 militares (alguns friamente assassinados enquanto dormiam nos quartéis) e de mais de 1.000 civis.

Em 1935, antes do levante comunista, um “Tribunal Vermelho” do PCB promoveu o “justiçamento” (assassinato) de Bernardino Pinto de Almeida, o ”Dino Padeiro”, por crime de traição. Em 2 de dezembro de 1935, o PCB fez “justiçamento” de Afonso José dos Santos, cujo crime só foi elucidado em 1941. 

Um dos crimes mais horrendos perpetrados pelo PCB foi o assassinato de Elvira Cupelo Colônio, a “Elza Fernandes” ou “Garota”, amante, desde os 16 anos, de Antônio Maciel Bonfim, o “Miranda”, na época secretário-geral do PCB. Presa junto com “Miranda” após a Intentona Comunista, no início de janeiro de 1936, a “Garota” foi solta e passou a ser considerada traidora junto à cúpula do PCB. 

Condenada à morte por Luís Carlos Prestes, a “Garota” foi então estrangulada com uma corda em volta do pescoço e, como o corpo não coubesse em um saco, foi partido ao meio e enterrado nos fundos de uma casa, em Guadalupe, no Rio de Janeiro. Estava perpetrado um dos crimes mais hediondos cometidos pelo PCB. A história do Partidão e “Os crimes do PCB”, incluindo outros “justiçamentos”, podem ser conferidos aqui.

Após o levante militar de 1935, o PCB foi colocado na ilegalidade. Preso em 15 de março de 1936, Prestes foi anistiado pelo Presidente Getúlio Vargas, em 1945, ano em que o PCB retorna à legalidade e Prestes se elegeu senador pelo PCB. A bancada comunista, em 1945, foi de 17 deputados federais, entre eles Jorge Amado, Carlos Marighella e Gregório Bezerra. O PCB foi colocado novamente na ilegalidade em 1947 pelo Superior Tribunal Eleitoral, por ser um partido supranacional que defendia a ditadura do proletariado. Em 1948, os parlamentares do PCB foram cassados. 

Em 1962, ocorre a primeira grande dissidência dentro do PCB, com a criação do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Essa dissidência ocorreu após as denúncias dos crimes de Stálin apresentadas por Nikita Krutschev durante o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), em 1956. O PCdoB teria destaque, anos mais tarde, na Guerrilha do Araguaia (1967-1974). 

O PCB conheceu seu mais longo período de clandestinidade durante o governo dos generais-presidentes, de 1964 a 1985. Diferente do PCdoB, o PCB não se envolveu diretamente na luta armada durante o “regime militar”, empunhando armas pela “redemocratização” do Brasil, mas na luta gramscista de “ocupação de espaços” em todos os setores nacionais, onde “Herbert Marcuse dava o pretexto ideológico e Antonio Gramsci a modalidade de organização partidária”, no dizer de Olavo de Carvalho. 

Ainda na década de 1970, essa tomada de “ocupação de espaços” ocorreu especialmente nas redações de jornais e revistas, com destaque para a atuação de Frei Betto e frades dominicanos, que tinham contato com o Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP), embrião da Ação Libertadora Nacional (ALN), fundado em 1968 por Carlos Marighella, por discordar do PCB quanto à luta armada após este participar da OLAS, em Cuba, em 1967. Marighella havia abandonado um curso de Engenharia para se filiar ao PCB em 1934. O AC/SP tinha assistência jurídica, composta de 3 advogados: Nina Carvalho, Modesto Souza Barros Carvalhosa e Raimundo Paschoal Barbosa. Quando procurado pela polícia, em São Paulo, Frei Beto, que havia ingressado no convento dos dominicanos, em São Paulo, em 1966, foi acobertado pelo Provincial da Ordem, Frei Domingos Maia Leite, e transferido para o seminário dominicano Christo Rei, em São Leopoldo, RS. Frei Beto foi preso no RS, onde atuava junto com a ALN para fuga de terroristas ao Uruguai. 

Frei Betto, quando atuava como repórter na Folha da Tarde, recrutou os jornalistas Jorge Miranda Jordão (Diretor), Luiz Roberto Clauset, Rose Nogueira e Carlos Guilherme de Mendonça Penafiel. A “ocupação de espaços” incluía também a TV Cultura (Vladimir Herzog), as universidades (método Paulo Freire), as editoras de livros (Civilização Brasileira, de Ênio Silveira), o meio intelectual (Caio Prado), os centros de cultura popular e até as igrejas, especialmente a Igreja Católica dos “progressistas” (neomarxistas) Dom Paulo Evaristo Arns, Dom Hélder Câmara e Frei Leonardo Boff. 

Na Editora Abril, a base de apoio era de aproximadamente 20 pessoas, comandadas pelo jornalista Roger Karman, e composta por Karman, Raymond Cohen, Yara Forte, Paulo Viana, George Duque Estrada, Milton Severiano, Sérgio Capozzi e outros, que elaboraram um arquivo secreto sobre as organizações armadas (servia também como fonte de informações para organizações subversivas). O antigo membro do PCB, escritor e filósofo Olavo de Carvalho, em depoimento à “História Oral do Exército - 31 Março 1964”, descreve como ocorreu essa nova intentona comunista, cujas consequências permanecem até os dias atuais, com destaque para a predominância do ensino da ideologia comunista nas escolas e nas universidades

Assim, pode-se afirmar que tanto a ALN de Carlos Marighella, quanto a VPR de Carlos Lamarca, são filhos diletos do PCB. Durante o “regime militar”, mais de uma centena de “genéricos do PCB” foram criados no Brasil, para propagar o terrorismo e a subversão, com vistas a implantar uma ditadura comunista no País. Para isso, os terroristas fizeram cursos em Moscou, Pequim e em Cuba. Uma lista desses movimentos terroristas que infernizaram o Brasil nas décadas de 1960 e 1970 pode ser conferida neste link . 

Em maio de 1980, Prestes foi substituído na presidência do Partidão pelo cabo Giocondo Dias, por muitos anos seu motorista e guarda-costas. Em 1985, com o fim do governo militar, tanto o PCB, quanto o PCdoB voltaram a funcionar como partidos políticos. 

Roberto Freire foi o último comunista brasileiro a receber dinheiro da antiga URSS, o tal “ouro de Moscou”, por ocasião de sua campanha eleitoral à Presidência do Brasil, em 1989. Quem fez esta declaração foi o ex-diplomata da União Soviética no Brasil, Vladimir Novikov, coronel da KGB, que serviu em Brasília sob a fachada de Adido Cultural junto à Embaixada Soviética, nos anos de 1980. 

Nesses 100 anos de história e inúmeros crimes praticados, o PCB teve três candidatos a Presidente da República: Minervino de Oliveira (1930), Yedo Fiúza (1945) e Roberto Freire (1989). 

Em 1992, o PCB transformou-se em Partido Popular Socialista (PPS) após a dissolução da União Soviética, porém foi recriado em 1995 (bandeira com foice e martelo) por comunistas históricos, que não aceitaram a nova ordem mundial após o fim da URSS. Em março de 2019 alterou seu nome para Cidadania e continuando no seu comando o Roberto Freire, cuja extensa presidência tem levado alguns de seus membros a deixarem o partido, como foi o caso recente (2022) do senador Alessandro Vieira, de Sergipe, que já se filiou ao PSDB.