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14 outubro 2018

POSTO IPIRANGA DO BOLSONARO NÃO É DE PEQUENO PORTE

A dimensão desse posto é bem superior ao que se divulgou até o momento. Paulo Guedes até então conhecido como o Posto Ipiranga do candidato Jair Bolsonaro não está sozinho. Matéria do Correio Braziliense, deste sábado (13), mostrou que o programa de governo do Bolsonaro mobiliza um grande contingente de economistas, com equipes de cinco a seis pessoas para cada tema. Além de profissionais renomados do eixo Rio-São Paulo, professores da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), engrossam o time de especialistas responsáveis pelo desenho do projeto econômico de governo do candidato. O ex-diretor do Banco Central (BC) Carlos Eduardo de Freitas avaliou como “espetaculares” os nomes que compõem o time. “Todos têm como diretrizes a economia de mercado baseada no tripé macroeconômico, o ajuste fiscal, a abertura econômica, privatizações e medidas de estímulo à produtividade”, enumerou. Freitas destacou nomes do Rio de Janeiro que colaboram com o projeto de Bolsonaro: Maria Sílvia Bastos Marques, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e Roberto Castello Branco, doutor em Economia pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, que também foi diretor do BC. Ele ressaltou a participação de quadros de Brasília, como o do professor de macroeconomia da UnB Roberto Ellery. O diretor-adjunto de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Adolfo Sachsida, tem sido o responsável pelo recrutamento de economistas para Bolsonaro. Além de Sachsida, pelo menos mais três nomes do Ipea estão na equipe de Bolsonaro. O ex-presidente da entidade Sergei Soares e os técnicos José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho e Márcio Bruno Ribeiro.

11 outubro 2018

CANDIDATO SEM IDENTIDADE



O que o Fernando Haddad representa mesmo?  Qual a sua identidade?

O referido candidato mudou as cores e as imagens de sua campanha. Já esteve com o Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, querendo a adesão deste à sua campanha, depois de concluir que sua imagem junto a do presidiário Lula não lhe rendeu um saldo positivo.

Continuando, o Haddad fez acenos ao eleitorado de centro que não manifestou apoio a ele. Em entrevista fez elogios ao juiz Sérgio Moro e ao Fernando Henrique Cardoso, ao mesmo tempo que não deixou de criticar a ex-presidente Dilma Rousseff. Como se diz popularmente, a barata voa.

O candidato determinou a retirada do Lula (ops, por determinação deste) de suas imagens de campanha, como foi feito por Lenin, Stalin, Mussolini, Hitler, Mao ... no século passado. O link desta passagem, sobre a manipulação de imagens no passado, cuja cartilha o PT, dentre outras similares, a segue, está disponível aqui. Vale a pena relembrar esses episódios.

Com relação aos debates programados pelas redes de TV para os próximos dias, discute-se a participação do Bolsonaro, ou não. Para registro e para recordação de quem já não se lembra, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma, de acordo com dados disponíveis na internet, também já tomaram idêntica atitude no passado, obviamente guiados pelos seus marqueteiros que traçavam as estratégias das respectivas campanhas. 

No caso atual, se eu tivesse que dar um pitaco, este seria do não comparecimento do Bolsonaro a nenhum dos debates programados, ainda mais por se tratar de um eventual diálogo com um pau mandado, guiado diretamente por alguém que se encontra encarcerado em um presídio.