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16 setembro 2026

Uma sessão do STF é um reflexo no espelho de fim de noite da alma do país

O mundo lá fora hoje discute questões do futuro, de IAs sem controle a crise energética pesada, de saltos quânticos a bases na lua, mas nós aqui, no brasilzinho minúsculo e eternamente preso ao seu passado, temos uma turma que aplaude chicaninha jurídica de ditadores de toga e que chama juízes corruptos de heróis da democracia. 

Em entrevistas e participações em podcasts, Lula afirmou que o ministro Alexandre de Moraes prestou "dois grandes serviços à democracia brasileira" por sua atuação à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2022 e na condução dos julgamentos dos atos do 8 de janeiro. O Brasil nunca foi lá grande coisa, convenhamos, mas jamais se imaginou que se chegaria um nível tão baixo como o de ontem. 

Essa frase resume bem o teatro do absurdo em que se transformou aquela sessão caótica do STF, nesta terça-feira 15 de setembro de 2026.

Coloquem um microfone à frente de qualquer um de nossos juízes, por horas, que em algum momento, é inescapável, sua verdadeira índole se revelará. Se não sua índole, seu despreparo. Se não seu despreparo, sua arrogância. Se não sua arrogância, sua humana tibieza. Se não sua humanidade, sua patente podridão. Uma sessão do nosso Supremo é um reflexo no espelho de fim de noite da alma do país.
A esquerda brasileira via petismo e tucanismo destruiu nossa saúde, nossos hospitais, nossa economia, nossa educação, nosso futuro. Vimos e sentimos isso todos os dias no país que nos cerca. Porém, o atual Supremo é a grande obra-prima da nossa esquerda, seu grande monumento, seu anticristo não redentor, um valhacouto de concreto armado cravado em Brasília, intocável em todos os sentidos, para os principais bandidos do país. O STF brasileiro hoje é a representação máxima do nosso atraso, o símbolo máximo do que de pior o país já produziu.

Um comentário:

  1. Concordo! E mais: se o STF está desde jeito, imagine o resto - PGR, PF, Presidência, Senado, Câmara... tudo podre

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