Translate

Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições. Mostrar todas as postagens

17 julho 2026

O relatório da CIA sobre fraude eleitoral na Venezuela

Em seu discurso de ontem à noite, Donald Trump disse que um relatório da CIA prova que Nicolás Maduro manipulou o sistema de votação eletrônico para ser reeleito em 2020.

- Em 2012, havia um suposto plano envolvendo o governo e a empresa Smartmatic para pré-programar máquinas de votação em cerca de 300 centros tradicionalmente pró-Chávez, visando garantir vitória por aproximadamente 1,5 milhão de votos. Chávez teria parabenizado a equipe após vencer por ~1,6 milhão de votos.

- Em setembro de 2020, foram relatados planos técnicos detalhados para manipular as eleições de dezembro de 2020 usando um “segundo conjunto de máquinas virtuais” que replicariam resultados legítimos e depois substituiriam por dados manipulados, fazendo-os parecer originados de máquinas legítimas.





Vale lembrar que a empresa Smartmatic foi fundada por venezuelanos e, por exemplo, na eleição de 2014 treinou 14.000 funcionários que trabalharam na operação das urnas eletrônicas brasileiras naquele pleito. Nesta oportunidade Aécio Neves perdeu para Dilma Rousseff, o PSDB fez uma tentativa de auditoria e a conclusão foi a mesma da Comissão do Exército para Integridade Eleitoral de 2022 (convidados a fazê-lo pelo TSE) e da auditoria do PL em 2022: as maquininhas brasileiras são uma caixa preta, impossível de se auditar. Obs: apenas o PL foi multado em 2022 em… R$ 22 milhões - 22 era o número de Bolsonaro. Oficialmente consta no website do TSE que a auditoria feita pelo PSDB não encontrou nenhuma irregularidade. Mas o TSE esquece de dizer que não encontrou nada porque era impossível de se verificar o cruzamento de dados e demais técnicas de auditoria. Este foi o mesmo subterfúgio usado por Moraes, presidente do TSE na eleição de 2022, para atropelar o que disse o Exército e declarar “o Exército não encontrou nada de errado”. E antes que digam que isto é porque “o sistema é impenetrável” - como sempre arguido pelo então ministro Barroso - o TSE não menciona que o próprio tribunal reconheceu, através de um inquérito da PF aberto em 2018 a pedido da presidente do TSE, Rosa Weber, que houve uma invasão feita por um hacker e que esteve dentro dos sistemas, inclusive com a senha do ministro do TSE Sérgio Banhos, desde o início até o final de 2018, ou seja, abarcando os 2 turnos eleitorais de 2018.

Então se pergunta: ontem foi a vez de desmascarar a Venezuela de Maduro, mas alguém ficaria surpreso se algo semelhante fosse anunciado sobre o Brasil?


A TRADUÇÃO DAS EVIDÊNCIAS … “AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA (CIA) NOTA DA CIA Resumo de Relatórios Selecionados de Inteligência, de 2004–2020, sobre as Capacidades da Venezuela para Manipulação Eletrônica de Eleições 29 de junho de 2026 Resumo Os relatórios da Comunidade de Inteligência produzidos entre 2004 e 2020 documentaram preocupações persistentes acerca da manipulação, pelo governo venezuelano, de sistemas eletrônicos de votação e das potenciais implicações para a segurança nacional da infraestrutura eleitoral dos Estados Unidos. A inteligência concluiu que autoridades venezuelanas desenvolveram interesse contínuo e, provavelmente, alguma capacidade para manipular sistemas eletrônicos de votação, incluindo a tecnologia da Smartmatic, a fim de influenciar resultados eleitorais na Venezuela. A avaliação da Comunidade de Inteligência de 2006 concluiu que os vínculos da Smartmatic com a Venezuela representavam uma ameaça à segurança nacional, fundamentando-se em informações sólidas sobre a intenção do governo venezuelano de influenciar a política dos Estados Unidos e em evidências de manipulação dos próprios sistemas eleitorais venezuelanos. Essa avaliação levou o governo dos Estados Unidos a adotar medidas que forçaram a Smartmatic a alienar suas operações norte-americanas em 2007. Relatórios posteriores indicaram que sistemas eletrônicos de votação continham vulnerabilidades que poderiam, teoricamente, ser exploradas por agentes sofisticados com acesso interno. Entretanto, embora a inteligência tenha validado preocupações relevantes acerca de fornecedores de tecnologia eleitoral ligados ao exterior, não confirmou de forma definitiva que fraudes eletrônicas em larga escala tenham sido efetivamente executadas em eleições específicas na Venezuela, mantendo como avaliação-base da CIA que outros fatores explicavam melhor os resultados eleitorais. Os relatórios relativos a técnicas avançadas forneceram informações preocupantes sobre alegadas capacidades e intenções do governo venezuelano, embora derivadas de fontes limitadas.

Nota de Escopo Este resumo concentra-se nas informações da Comunidade de Inteligência referentes às intenções e capacidades da Venezuela para manipular máquinas de votação, tanto internamente quanto, potencialmente, em outros países. Não constitui uma reavaliação abrangente de toda a inteligência disponível sobre o tema, mas sim um resumo das principais conclusões constantes de documentos selecionados produzidos entre 2004 e 2020. Interesse do Governo Venezuelano na Manipulação Eleitoral Fontes de inteligência entre 2004 e 2020 relataram que o presidente venezuelano Hugo Chávez e, posteriormente, seu sucessor Nicolás Maduro demonstraram interesse contínuo em manipular resultados eleitorais por meio de sistemas eletrônicos de votação. Em abril de 2004, informações de inteligência indicaram que Chávez pretendia impedir a reeleição do então presidente dos Estados Unidos, sugerindo intenção de influenciar a política norte-americana. A avaliação concluiu que a aquisição da empresa norte-americana Sequoia pela Smartmatic representava uma ameaça moderada à segurança nacional dos Estados Unidos. Antes da eleição presidencial venezuelana de 2012, relatórios de inteligência informaram que os serviços de inteligência de Chávez, incluindo a Direção Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM) e o Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN), trabalharam juntamente com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e a Smartmatic para desenvolver planos destinados à manipulação dos resultados eleitorais mediante máquinas de votação previamente programadas. Segundo esses relatórios, o plano previa a instalação de máquinas alteradas em aproximadamente 300 centros eleitorais situados em áreas tradicionalmente favoráveis a Chávez, garantindo uma vantagem aproximada de 1,5 milhão de votos.

Após a eleição, vencida por Chávez por cerca de 1,6 milhão de votos, fontes relataram que o presidente teria parabenizado sua equipe pela implementação bem-sucedida do plano de manipulação. Em setembro de 2020, informações de inteligência relataram que autoridades venezuelanas desenvolveram planos técnicos detalhados para manipular as eleições parlamentares de dezembro de 2020. Segundo esses relatórios, a técnica consistiria na criação de um segundo conjunto virtual de máquinas eleitorais destinado a reproduzir resultados legítimos e, posteriormente, substituir os dados por resultados manipulados, fazendo parecer que os votos provinham das máquinas oficiais. Foi também relatado que, na Venezuela, componentes não especificados de inteligência artificial teriam sido instalados para alterar a apuração dos votos, detectar quando auditorias estivessem sendo realizadas e produzir comprovantes impressos sem registrar, gravar ou transmitir efetivamente esses votos. Analistas da CIA consideraram que tais capacidades eram tecnicamente possíveis, ressaltando, entretanto, que essa avaliação tratava apenas da viabilidade técnica, e não constituía confirmação de que tais funcionalidades efetivamente existissem. Uma análise alternativa da CIA, produzida em 2013 segundo a metodologia denominada “Advogado do Diabo” (Devil’s Advocacy), descreveu um cenário plausível de como uma manipulação eletrônica em larga escala poderia ter ocorrido nas eleições venezuelanas de 2012 sem ser detectada. Essa análise observou que o sistema eletrônico venezuelano apresentava vulnerabilidades decorrentes de acesso privilegiado interno, do controle centralizado do CNE sobre a tecnologia eleitoral e de limitações na capacidade de fiscalização da oposição. O relatório concluiu que, caso tal manipulação tivesse ocorrido, a legitimidade das eleições na Venezuela e em outros países clientes da mesma tecnologia poderia ser colocada em dúvida. Contudo, a avaliação-base da CIA permaneceu sendo a de que nenhuma fraude eletrônica em larga escala ocorreu em 2012, fundamentando-se em pesquisas pré-eleitorais, ausência de padrões irregulares de votação e na própria admissão da derrota pela oposição. Relatórios de inteligência também indicaram de forma consistente que indivíduos ligados aos serviços de inteligência venezuelanos possuíam acesso à tecnologia eleitoral e aos sistemas de votação. Em 2012, fontes relataram que Chávez designou um especialista militar em comunicações para atuar junto ao CNE, com acesso em tempo real aos resultados eleitorais. Também foi informado que o Diretor de Tecnologia da Informação do CNE, descrito como pessoa de confiança do governo, mantinha estreita relação com o aparato estatal. Técnica O relatório de inteligência de setembro de 2020 apresentou a descrição mais detalhada de uma técnica específica para manipulação eleitoral. Segundo o documento, essa técnica teria sido concebida para:

• Replicar arquivos digitais (hash files) enviados ao banco de dados central de totalização dos votos;

• Simular máquinas reais de votação que favorecessem o partido governista;

• Sobrescrever os arquivos de integridade (hash files) das máquinas favoráveis à oposição;

• Fazer votos alterados aparentarem ter sido produzidos por máquinas eleitorais legítimas.

Em tese, essa técnica permitiria ao governo venezuelano monitorar e ajustar os resultados em tempo real durante e após a eleição. Segundo os relatórios, a utilização de tecnologia de máquinas virtuais permitiria realizar essa manipulação evitando sua detecção pelos procedimentos convencionais de auditoria. Avaliações e Preocupações da Comunidade de Inteligência A Avaliação Nacional de Ameaças de 2006, produzida pelo Conselho Nacional de Inteligência, concluiu que a aquisição, pela Smartmatic, da empresa norte-americana Sequoia representava ameaça moderada à segurança nacional.

O Sistema Eleitoral dos EUA está quebrado



É o que foi divulgado agora há pouco pela Casa Branca. Aqui está o que as revelações mostram:

- Centenas de milhões de arquivos de eleitores americanos nas mãos de governos estrangeiros;

- Máquinas de votação e sistemas de contagem de votos expostos a hackers e manipulação;

- China e outros adversários tentando ativamente interferir nas eleições;

- Evidências de fraude sendo encobertas;

- Centenas de milhares de não-cidadãos e pessoas falecidas ainda ativas nas listas de eleitores;

- Sem identificação do eleitor, sem comprovação de cidadania exigida;

- Dezenas de milhões de cédulas por correio circulando sem segurança.

Em seu pronunciamento de ontem à noite, Donald Trump afirmou:

 “Comprometendo ainda mais essa tragédia, o segundo conjunto de documentos que estamos divulgando revela que membros do Estado Profundo em nossas agências de inteligência trabalharam ativamente para suprimir e minimizar informações sobre a extensão da interferência maligna de China nas eleições — encobrindo isso tanto do Presidente quanto do Povo Americano.

As agências de espionagem dos EUA começaram a descobrir o comprometimento dos arquivos de registro de eleitores em 2020, quando descobriram que dados de dezenas de milhões de eleitores em 18 estados haviam sido comprados, roubados ou hackeados pela China. No entanto, aqueles responsáveis por soar o alarme em vez disso mantiveram as informações ocultas. Eles não as divulgaram para mim como presidente, e, pelo que sabemos, não informaram o Congresso. Na verdade, tudo o que eles continuavam dizendo era: “Esta é a eleição mais segura da história do nosso país.”

O encobrimento dessa colossal violação de segurança é ainda mais perturbador à luz de informações adicionais que mostram que a China se envolveu em outras atividades relacionadas às eleições para minar minha primeira administração e nossa campanha de 2020. Eles não queriam que Donald Trump vencesse, e por um bom motivo.

Como os documentos que estamos divulgando mostram, relatórios da CIA afirmavam explicitamente: “Em meados de 2018, a política do Partido Comunista Chinês era alavancar todos os elementos domésticos e estrangeiros que se opusessem ao Presidente dos EUA em um esforço para reduzir os votos do Presidente dos EUA e fazê-lo renunciar ou impedir sua reeleição. Também em meados de 2018, a China estava trabalhando para influenciar os resultados das eleições de meio de mandato dos EUA, e mais tarde, os resultados das Eleições Presidenciais de 2020.”

Separadamente, em meados de 2019, a estratégia do Governo Chinês contra os Estados Unidos estava focada em minar a confiança doméstica no presidente dos EUA” — e eles fizeram tudo o que puderam para isso. Prosseguindo, diz: “A estratégia incluía esforços para usar contratos chineses com grandes empresas dos EUA para influenciar líderes empresariais americanos a se voltarem contra o Presidente dos EUA. O governo chinês buscava identificar jornalistas americanos que haviam relatado negativamente sobre o Presidente dos EUA, e pagar-lhes grandes somas de dinheiro para escreverem artigos ainda mais negativos sobre ele. O Governo Chinês queria que o presidente dos EUA perdesse a próxima eleição.” E o motivo pelo qual eles queriam que eu perdesse é porque sabiam que eu estava atento a eles, cobrei bilhões de dólares em tarifas deles e construí o exército mais forte em qualquer lugar do mundo.

Essas são citações exatas de relatórios da CIA — o nome da pessoa que fez a citação está sob revisão. Mas fica ainda pior. Inteligência bruta obtida pelo FBI em 2020, mas enterrada por burocratas renegados, afirmava que as atividades da China até incluíam uma tentativa de fabricar boletins de voto ilegais para Joe Biden.

Documentos mostram que, durante esse período, dezenas de relatórios significativos da CIA e da NSA sobre o direcionamento eleitoral da China foram mantidos fora do Resumo Diário Presidencial. Um e-mail entre analistas de inteligência admitia que eles haviam ‘deliberadamente ajustado’ o Resumo Diário Presidencial para reter informações sobre atividades chinesas relacionadas à eleição. Outro oficial dentro do FBI escreveu que ela estava gerenciando ‘um governo paralelo’ para manter a inteligência sobre a interferência eleitoral da China longe de ser conhecida. Outros oficiais que testemunharam tais esforços perceberam as motivações como abertamente políticas.”


22 junho 2026

Colômbia adere à guinada à direita na América Latina

Abelardo de la Espriella

No domingo, os colombianos se uniram à revolta da América Latina contra o socialismo, elegendo o empresário Abelardo de la Espriella, de 47 anos, no segundo turno das eleições presidenciais, contra o senador Iván Cepeda, de 63 anos, do partido do presidente Gustavo Petro.

A margem de 245.624 votos de de la Espriella foi muito menor do que a projetada pelas pesquisas, com áreas do país controladas pelo crime organizado votando fortemente em Cepeda. Petro imediatamente levantou dúvidas sobre o resultado, citando irregularidades não especificadas. As autoridades eleitorais irão analisar os resultados como devem, embora veículos de mídia independentes já tenham declarado a vitória de de la Espriella.

Isso eleva para sete o número de nações latino-americanas que, desde novembro de 2023, derrubaram governos socialistas. Argentina, Equador, Bolívia, Honduras e Chile também têm agora presidentes conservadores e defensores do livre mercado. O Peru seguiu o mesmo caminho este mês, embora a vitória de Keiko Fujimori ainda não seja oficial. Panamá e Costa Rica reelegeram governos conservadores.

Oportunidades econômicas e segurança pública dominaram essas eleições, mas a ameaça às instituições democráticas representada por extremistas de esquerda também teve grande peso. O trágico exemplo da Venezuela tem sido uma poderosa demonstração do fracasso do socialismo, especialmente para os colombianos, país vizinho.

Recém-chegado à política, Espriella conduziu uma campanha anti-establishment contra a corrupção, a violência do narcotráfico e a falta de mobilidade econômica. Seus detratores tentaram minar sua credibilidade citando seu trabalho como advogado de defesa de acusados ​​de tráfico de drogas, incluindo Alex Saab, que posteriormente atuou como advogado de Nicolás Maduro, da Venezuela.

Mas ele prometeu reduzir o tamanho do governo em 40%, cortar impostos e restaurar a liberdade econômica para os produtores de combustíveis fósseis. Ele também prometeu romper com a política de Petro de apaziguamento de gangues criminosas, jurando construir megaprisões para tirar seus recrutas das ruas.

Cepeda ficou magoado com o fraco desempenho econômico de Gustavo Petro, as políticas verdes que aumentaram os preços da energia e o crescente déficit fiscal. A produção de coca disparou durante os anos de Petro e grupos armados ilegais prosperaram. Cepeda defendeu um papel maior do Estado na economia e mais concessões aos grupos guerrilheiros sob a bandeira da “paz total”.

Ele também prometeu convocar uma assembleia constituinte para reescrever a constituição, como Petro havia tentado fazer. Isso levou até mesmo os céticos em relação ao Espriella a se juntarem ao seu lado.

Espriella morou em Miami por mais de uma década, possui passaporte americano e é favorável à cooperação com os EUA. Isso reverterá a postura anti-EUA e pró-Cuba de Petro.

O partido de Petro tem maioria no Congresso e Espriella herdará finanças públicas deploráveis. Mas será difícil encontrar um destino pior do que o dePetro, e Espriella se beneficiará da rejeição eleitoral ao fracasso socialista.

23 dezembro 2025

HONDURAS SEGUIU O RUMO CERTO


    Países da América Latina que celebrarão o Natal/2025 em um clima de esperança e transformação, bem diferente do que testemunhamos no Brasil:

Argentina, Paraguai, Bolívia, Chile, Equador, Peru, Panamá, El Salvador, República Dominicana e Honduras (a mais nova integrante do time).

    Após tantas tentativas da esquerda de fraudar as eleições em Honduras, foi finalmente anunciado oficialmente que Nasry Juan Asfira Zablah foi eleito presidente de Honduras para o mandato de 2026-2030.






16 novembro 2025

Resultados históricos nas eleições chilenas

Antes de nossas eleições de 2026 restará na América do Sul apenas 1 país governado pela esquerda: o pequenino Uruguai. Lula não contará com apoio nem mesmo da Colômbia e Venezuela, que já estarão livres de Petro e Maduro.

Ótimo resultado para o candidato de direita José Antonio Kast no primeiro turno das eleições chilenas já reflete bolsa de apostas.



Momentos após a divulgação dos resultados, os outros candidatos de direita, Matthei e Kaiser, declararam seu apoio a ele. A
gora prevê uma vitória esmagadora do candidato da direita no segundo turno.

Para o Parlamento, Câmara e Senado, um resultado histórico. A direita conquista a maioria no Senado chileno pela primeira vez em mais de 30 anos. E na Câmara dos Deputados a direita conquista a maioria pela primeira vez em toda a história democrática.

🔵 Direita: 79 deputados (51 %) 🔴 Esquerda: 62 deputados (40 %) 🟡 Centro: 14 deputados (9%)

 


16 agosto 2025

O Brasil não aguenta mais


     

O Editorial do Estadão deste 16 de agosto de 2025, sob o título "TARCÍSIO ESTÁ CERTO" destaca o que o governador Tarcísio de Freitas afirmou recentemente. Veja um dos trechos deste Editorial.

[ ... ] “O Brasil não aguenta mais o PT, o Brasil não aguenta mais o Lula.” O desabafo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, num encontro promovido pelo BTG Pactual com outros presidenciáveis de centro-direita, como Ratinho Jr., Eduardo Leite e Ronaldo Caiado, vocaliza mais que um diagnóstico político. É a expressão condensada de um esgotamento histórico, comprovado por dados e pelo cotidiano. Não se trata de mera retórica eleitoral. O sentimento popular, traduzido em índices de rejeição, ecoa uma realidade objetiva: o modelo lulopetista é fiscalmente insustentável, economicamente estagnante, institucionalmente corrosivo e diplomaticamente anacrônico - e desbancá-lo é condição para superar o atraso.

    Na sequência o Editorial apresentou as justificativas para retirar o PT do poder, destacando:

[ ... ] "Na oposição, recorde-se, o PT sempre foi irresponsável, rejeitando marcos civilizacionais, a começar pela Constituição e o Plano Real. No governo, o resultado foi inequívoco: retrocesso na produtividade, deterioração fiscal, aparelhamento do Estado, corrosão da moralidade pública e uma política externa que confunde alinhamento com ditaduras e hostilidade ao Ocidente com “soberania”. Na economia, o lulopetismo substituiu reformas estruturais por expansão desenfreada do gasto corrente, subsídios distorcivos e intervencionismo improvisado. O preço está na dívida crescente, no déficit crônico, nos juros exorbitantes, na paralisia do investimento privado. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), em 45 anos o Brasil despencou do 48.º para o 87.º lugar no ranking de PIB per capita, aproximando-se da metade mais pobre do planeta – e isso tem relação direta com o fato de que o Brasil foi governado pelo PT em 16 dos últimos 22 anos."

    O Editorial termina afirmando:

[ ... ] "Mas, para ser completa, ela não pode omitir um dado incômodo: o Brasil não aguenta mais o bolsonarismo também. Entre os muitos males que Lula e o PT causaram ao País, um dos mais degradantes foi a ascensão de Jair Bolsonaro. O populismo bolsonarista foi um subproduto dialético do populismo lulopetista. O antipetismo viabilizou a ascensão de Bolsonaro, e o antibolsonarismo viabilizou o retorno de Lula, mantendo o País cativo de um ciclo infernal de ressentimento, radicalização e estagnação. Rompê-lo é condição para avançar. Como resumiu singelamente Ratinho Jr., basta eleger “uma pessoa normal”.

Virar a página não é trocar um demagogo por outro. É abandonar a mentalidade retrógrada que nos prende a crises recorrentes, colocar a responsabilidade fiscal no centro da agenda, reafirmar o compromisso com instituições sólidas e abraçar o mundo como ele é, e não como o imaginário ideológico o descreve. O Brasil não aguenta mais Lula e Bolsonaro – e, se não superá-los de uma vez, estará condenado à mais profunda mediocridade."

    Contudo, o Estadão deixou de olhar pros seus próprios pés, ou pro seu próprio rabo, como popularmente é mais conhecido esse ditado popular. O Estadão não está excluído do que a história brasileira já registrou.

    Essa história tem anotado que, após a Proclamação da República, surgiram e se mantiveram em curva ascendente desde então, empresários imorais, sindicatos imorais, intelectuais imorais, jornalistas imorais, associações imorais, todos buscando aquilo que não conseguiriam da sociedade num regime de liberdade de mercado, todos sobrevivendo às custas da coerção estatal, o caminho da servidão.

14 agosto 2025

Democratas tentam conter a guinada do Vale do Silício para a direita. Reparar os danos está se mostrando difícil



    O The Wall Street Journal de hoje, 14/08/2025, traz um artigo que mostra a preocupação do Partido Democrata em arrecadar fundos eleitorais no Vale do Silício, berço da vanguarda tecnológica americana. Como se sabe, executivos de tecnologia têm sido uma fonte confiável de arrecadação de fundos para os democratas. Trump está complicando isso. A eleição do ano passado representou o maior golpe em décadas para o casamento entre os democratas e o Vale do Silício. Reparar os danos está se mostrando difícil e já se aproximam as eleições de meio de mandato do próximo ano.

    O artigo mostra a tendência que está alimentando preocupações entre os democratas de que a perda de apoio entre as elites da tecnologia, e cita Sam Altman, da OpenAI, e o capitalista de risco Marc Andreessen, como obstáculos para um partido que enfrenta seus menores números nas pesquisas em mais de três décadas.

    A aliança até então existente azedou para alguns que se opunham ao foco do governo Biden em regulamentar áreas como criptomoedas e inteligência artificial e são encorajados pelas políticas de Trump.

    De acordo com o WSJ, Altman disse recentemente que estava “politicamente sem teto” após o que ele chamou de um afastamento dos democratas de políticas que apoiam a inovação e o empreendedorismo. Agora está entre os executivos favoritos de Trump, abraçando as políticas do presidente de redução da burocracia e apoio à IA.

    O clima em uma cúpula de IA da qual Trump participou no final de julho era de júbilo. Executivos, incluindo Jensen Huang, da Nvidia, se reuniram com funcionários do governo, e Trump expôs seu plano para vencer a China na corrida tecnológica. Trump criticou o foco do ex-presidente Joe Biden em restrições e padrões de exportação para modelos de IA como excessivamente cauteloso. “A maior ameaça de todas é perder a corrida e forçar nossos parceiros a adotar tecnologias rivais”, disse ele. Trump também abraçou as criptomoedas, colocando os democratas no Congresso em apuros. Opor-se à legislação que cria as primeiras regulamentações do setor pode ser visto como uma luta contra uma tecnologia inovadora.

    "Eles cavaram um buraco do qual é muito difícil sair", disse Konstantin Richter, CEO da empresa de criptomoedas Blockdaemon, com sede na Califórnia, sobre os democratas.

23 fevereiro 2025

Alemanha: teatro político projetado para manter o status quo esquerdista. Será?

    Os resultados eleitorais da Alemanha neste domingo confirmaram o crescimento do AfD de extrema direita. Conforme ilustram as imagens, seu crescimento foi bem superior ao dos demais partidos que tiveram resultados positivos, ficando com a segunda maior bancada do parlamento.


 


Contudo, a realidade é que nenhum dos partidos do establishment sequer considera falar com Alice Weidel, líder do AfD. Ela está em completo isolamento político, e a CDU, sob Friedrich Merz, deixou claro que se aterá ao seu “firewall” artificial em vez de se envolver com o partido que acabou de ganhar mais de 20% dos votos em todo o país e uma maioria absoluta na Saxônia.

    Segundo analistas políticos, Merz preferiria devolver o poder aos mesmos esquerdistas fracassados ​​do SPD e, muito provavelmente, aos Verdes de extrema esquerda do que sequer cogitar a ideia de formar um governo que reflita os resultados reais das eleições. É exatamente assim que a chamada democracia da Alemanha opera — os conservadores vencem nas urnas, mas os esquerdistas ainda conseguem governar. A recusa da CDU em se envolver com o AfD expõe sua completa falta de comprometimento com mudanças reais.     Bom, o resultado já é previsível: Merz formará uma grande coalizão com o SPD ou uma coalizão com o SPD e os Verdes, garantindo que as mesmas políticas desastrosas sobre energia, imigração e economia continuem. Enquanto isso, milhões de eleitores do AfD são completamente ignorados. "Isso não é democracia — isso é teatro político projetado para manter o status quo esquerdista enquanto finge que os conservadores têm voz", concluem diversos analistas políticos até este momento.

10 fevereiro 2025

EX-FUNCIONÁRIOS DA CIA E DA USAID ADMINISTRARAM AS "SALVAGUARDAS" DAS ELEIÇÕES NA META

A Meta, empresa de Mark Zuckerberg, teria colocado ex-agentes de inteligência no comando de seus esforços de integridade eleitoral.

O chefe de segurança online da plataforma, o ex-agente da CIA Aaron Berman, supostamente implementou controles abrangentes de conteúdo no Facebook, Instagram e WhatsApp durante as eleições de 2022 no Brasil. O programa incluía remoção de conteúdo, rótulos de advertência e restrições de encaminhamento de mensagens. Aaron Berman, executivo de confiança e segurança da Meta Online:
"Removemos conteúdo do Facebook e Instagram que desencoraja a votação ou interfere na votação"
A Meta colocou avisos em mais de 150 milhões de postagens relacionadas às eleições nos EUA. A empresa expandiu suas parcerias de verificação de fatos no Brasil de quatro para seis organizações, levantando preocupações sobre a influência da comunidade de inteligência nos processos democráticos. Fonte:

09 fevereiro 2025

Há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras

    Ocupam as redes sociais diversas reportagens revelando a atuação da USAID no Brasil com profundo reflexo no Sistema de Poder do Brasil, incluindo o seu sistema eleitoral. Contudo, a USAID não estava sozinha. 

    Em 04 de mai de 2022 o artigo de capa da Time e mensagem do ator Leonardo DiCaprio, ambos com imersão na política brasileira também ganhou alta repercussão. Sobre essa matéria Filipe Martins, então assessor internacional do presidente Bolsonaro  nos alertou: "há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras que ocorrerão em outubro próximo. Segue a thread publicada em seu Twitter naquela data.

Boa leitura.

*. *. *


1. A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.

2. Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.



3. Trata-se do "Washington Brazil Office", think tank fundado no dia 31 de janeiro, na capital dos EUA, com a finalidade de difamar o governo no exterior e promover em nosso país idéias estranhas à nossa cultura, à nossa história, às nossas tradições e ao nosso ethos político.

 

4. Duas informações bastarão para lhes dar uma idéia do que Soros e seus aliados pretendem com essa organização. A primeira é que o think tank tem um Conselho Consultivo, que conta com representantes indicados por ONGs como MST, MTST, APIB, Sou da Paz, e Instituto Marielle.

 


5. A segunda é que o think tank também conta com um grupo de cinco "embaixadores", pessoas que trabalharão em conjunto com organizações e políticos estrangeiros com a finalidade de solapar nossa soberania e influenciar a política brasileira através do lobby e da propaganda.

 


6. Os embaixadores escolhidos não poderiam ser mais reveladores: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura — todos vinculados, de uma forma ou de outra, com a campanha de Lula e comprometidos com interesses alheios aos dos brasileiros.

7. Segundo a própria organização, seu objetivo é se valer da localização da sede do think tank, em Washington, para defender a inocência de Lula, organizar boicotes contra produtos brasileiros e propagar desinformações junto a parlamentares americanos e outros agentes políticos.



8. Tudo, é claro, com a finalidade de manipular os rumos da política no Brasil e influenciar o resultado eleitoral de 2022 e outras disputas políticas em todas as esferas; da esfera governamental à cultural, da esfera educacional à informacional, da esfera legislativa à judicial.

9. Embora alguns se apeguem às dificuldades naturais do percurso (sobretudo a uma corrente política recém-nascida e anti-hegemônica) para dizer que o resultado da eleição não importa, essa é uma visão extremamente equivocada e as forças globalistas e da esquerda sabem BEM disso.

10. Há muitos problemas que estão em um patamar civilizacional e que não podem ser resolvidos eleitoralmente, mas também há muitas questões relevantes que serão decididas neste ano — e a esquerda, dentro e fora do país, já está trabalhando para conseguir o desfecho que almeja.

11. Diante disso, cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se dar conta do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-la à altura.





05 fevereiro 2025

Se a USAID não existisse, Bolsonaro ainda seria presidente do Brasil


    
    Nesta 2ª feira (3.fev), o bilionário Elon Musk, líder do Doge (Departamento de Eficiência Governamental) do governo Trump, afirmou que quer fechar a USAID. No mesmo dia, Musk começou a compartilhar as declarações de Michael Benz afirmando que a USAID foi usada para influenciar a mídia internacional. Na entrevista em que citou Bolsonaro, Benz declarou que a agência classificou “o populismo como uma ameaça à democracia, iniciando uma campanha de censura contra movimentos populistas globais“, incluindo o ex-presidente do Brasil.  Segundo Benz, a USAID teria “investido em operações e financiamento de legislação contra a desinformação dentro do TSE” para censurar conteúdos de Bolsonaro nas redes sociais. Benz comparou a atuação da USAID no Brasil a um “polvo de censura, com tentáculos estendidos por todo o ecossistema de informação do país“.

    Mike Benz atualmente é diretor executivo da Foundation for Freedom Online (FFO), uma organização focada na defesa da liberdade de expressão e dos direitos digitais. As palavras de sua entrevista jogam luz sobre uma operação obscura e vergonhosa no Brasil: a criação de um “Complexo Industrial de Censura” para manipular o debate público e silenciar vozes conservadoras. Segundo Benz, após a vitória de Jair Bolsonaro em 2018, elites globais, em conluio com instituições brasileiras, decidiram que o povo não poderia mais decidir livremente.

    O objetivo. Neutralizar a influência das redes sociais e impor uma narrativa única. Benz revela que essas ações não pararam por aí: instituições como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) teriam se aliado ao esquema, “criando” pesquisas usando a criatividade para justificar leis de censura travestidas de combate à “desinformação”.

    Grupos de mídia brasileiros teriam, segundo Benz, recebido dinheiro para promover essa agenda autoritária. O resultado foi a restrição de conteúdos que desafiavam o establishment e o controle absoluto das informações que chegavam ao público. Tudo isso, é claro, sob o pretexto hipócrita de proteger a democracia. Mas a quem realmente interessa esse tipo de “proteção”?

    A verdade é clara e perturbadora: há um esforço internacional em curso para esmagar a liberdade de expressão no Brasil e garantir que o povo permaneça sob o controle de uma elite globalista. O discurso de “combate às fake news” não passa de uma cortina de fumaça para justificar a censura política.

    As denúncias de Mike Benz soam como um alerta máximo para todos que defendem a liberdade como um valor fundamental: estamos sob ataque! Se essa rede de controle não for desmantelada, o espaço para o contraditório desaparecerá, e o verdadeiro estado de direito será corroído, condenando o Brasil a décadas de censura e manipulação.

    Ainda segundo  Karina Michelin, "Alexandre de Moraes, com o respaldo do STF e TSE, está à frente do que Mike Benz chamou de tirania. As revelações expõem uma Suprema Corte em ruínas, com sua reputação profundamente abalada. A confiança da população foi destruída, e o respeito pela instituição corroído por aqueles que, em vez de proteger a Constituição, agora mancham seu nome com autoritarismo e censura".

20 janeiro 2025

MENSAGEM DE JAIR BOLSONARO PARA O PRESIDENTE DONALD TRUMP


Há poucos instantes o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou a mensagem que enviou ao presidente Donald Trump.

*. *. *

Sr. Presidente Donald Trump,

    Nossos cumprimentos pela posse e impecável pronunciamento em defesa da liberdade individual e honra a Deus.     O uso da máquina estatal - lawfare - para perseguir adversários políticos, a partir de hoje, deixa de existir nos Estados Unidos.     Seu exemplo nos enche de esperanças. Que o Brasil entregue a escolha de seus líderes ao povo. A democracia agradece. Jair Bolsonaro.


    Parabéns e boa sorte.
    Deus salve a América.
    Deus abençoe o Brasil.

*. *. *

PS.:

    Ao se referir que o lawfare deixará de existir nos EUA, lembra o fato de que o mesmo está instalado no Brasil usando toda a máquina pública do Estado brasileiro. Há 6 anos o Brasil assiste diversas prisões e ordens judiciais questionáveis do ponto de vista jurídico, determinadas por um magistrado, posteriormente acusado, de utilizar a lei para supostas práticas ideológicas, ou fins diversos da sua justa aplicação.