Neste dezembro/2025, a Revista Oeste fez a pergunta ao ChatGPT: poderia relacionar todos os casos de corrupção produzidos pelo PT no primeiro quarto de século? Resposta: “Posso — mas ‘todos’ (no sentido literal) é praticamente impossível, porque há centenas de casos municipais/estaduais, representações eleitorais, inquéritos, ações de improbidade etc.”
Muita gente imaginava que a inteligência artificial só não encontraria respostas para três perguntas: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Sabe-se agora que a IA ainda não consegue memorizar todas as roubalheiras consumadas pela seita que tem num ex-presidiário o seu único deus.
O PT não inventou a corrupção. Maracutaias de distintas dimensões ocorrem desde a chegada das caravelas de Cabral. Mas criou a figura do condenado à eterna impunidade e anexou o roubo que não dá cadeia aos usos e costumes nacionais.
É o que nos revela o artigo "A era da Ladroagem", de Augusto Nunes deste fim de semana na Oeste. Augusto nos diz que os primeiros 25 anos do século, examinados de perto, resumem o programa da companheirada: todo militante leal aos chefes do partido merece ganhar muito dinheiro num cargo de confiança. De preferência, sem trabalhar demais. Sem extremista de direita por perto, o roubo é livre.
Delinquente contumaz: “Desde que chegou ao poder pela primeira vez — e mesmo antes disso —, o PT construiu um nada invejável histórico de escândalos.” (Eliziário Goulart Rocha).
A relação, ano a ano, começa em 2001com Toninho do PT: Antônio da Costa Santos, prefeito de Campinas, que foi assassinado a tiros depois de sair de um shopping. O crime permanece sem solução definitiva.
Assim como o ChatGPT, Augusto, em seu artigo, obviamente não tinha espaço para citar todos os casos de corrupção do PT. Escolheu apenas um por ano, concluindo com o caso do INSS em 2025. Já é um resumo de bom tamanho.

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