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Mostrando postagens com marcador Lula. Mostrar todas as postagens
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16 setembro 2026

Uma sessão do STF é um reflexo no espelho de fim de noite da alma do país

O mundo lá fora hoje discute questões do futuro, de IAs sem controle a crise energética pesada, de saltos quânticos a bases na lua, mas nós aqui, no brasilzinho minúsculo e eternamente preso ao seu passado, temos uma turma que aplaude chicaninha jurídica de ditadores de toga e que chama juízes corruptos de heróis da democracia. 

Em entrevistas e participações em podcasts, Lula afirmou que o ministro Alexandre de Moraes prestou "dois grandes serviços à democracia brasileira" por sua atuação à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2022 e na condução dos julgamentos dos atos do 8 de janeiro. O Brasil nunca foi lá grande coisa, convenhamos, mas jamais se imaginou que se chegaria um nível tão baixo como o de ontem. 

Essa frase resume bem o teatro do absurdo em que se transformou aquela sessão caótica do STF, nesta terça-feira 15 de setembro de 2026.

Coloquem um microfone à frente de qualquer um de nossos juízes, por horas, que em algum momento, é inescapável, sua verdadeira índole se revelará. Se não sua índole, seu despreparo. Se não seu despreparo, sua arrogância. Se não sua arrogância, sua humana tibieza. Se não sua humanidade, sua patente podridão. Uma sessão do nosso Supremo é um reflexo no espelho de fim de noite da alma do país.
A esquerda brasileira via petismo e tucanismo destruiu nossa saúde, nossos hospitais, nossa economia, nossa educação, nosso futuro. Vimos e sentimos isso todos os dias no país que nos cerca. Porém, o atual Supremo é a grande obra-prima da nossa esquerda, seu grande monumento, seu anticristo não redentor, um valhacouto de concreto armado cravado em Brasília, intocável em todos os sentidos, para os principais bandidos do país. O STF brasileiro hoje é a representação máxima do nosso atraso, o símbolo máximo do que de pior o país já produziu.

14 setembro 2026

Lula tem um problema com o Banco Master

O presidente enfrenta um desafio difícil quando os brasileiros forem às urnas em 4 de outubro.

Os conservadores do Hemisfério Ocidental têm visto com satisfação a onda de vitórias de centro-direita nas eleições presidenciais da América Latina desde 2023. Na maior parte da região, o chavismo perdeu espaço e deu lugar a alguma forma de capitalismo democrático, por mais diluído que seja.

O próximo da lista é o gigante sul-americano, o Brasil. Os brasileiros vão às urnas em 4 de outubro para as eleições federais. Até pouco tempo atrás, esperava-se que o presidente de esquerda Luiz Inácio "Lula" da Silva — que também ocupou o cargo entre 2003 e 2010 — conquistasse um quarto mandato. No entanto, novas informações surgidas neste mês sobre alegações de fraude na quebra do Banco Master, sediado em São Paulo, em novembro passado, podem mudar esse cenário.

O principal rival de Lula é Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Não se espera que nenhum dos candidatos obtenha mais de 50% dos votos em 4 de outubro, o que evitaria um segundo turno. Contudo, as pesquisas mais recentes para o segundo turno, marcado para 25 de outubro, mostram um empate técnico entre os dois.

Quando surgiu a notícia, em maio, de que o filho de Bolsonaro havia solicitado recursos ao CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar um filme sobre seu pai, ele caiu nas pesquisas. Mas parece ter se recuperado. Ele nega qualquer irregularidade e insiste que uma investigação, anunciada na sexta-feira, provará sua inocência. O problema de Lula com o Banco Master — que envolve conexões com o Supremo Tribunal — pode ser mais profundo.

Parte do desafio de Lula nas pesquisas explica-se pelo crescimento econômico modesto de 2% neste ano. No entanto, a corrupção também é uma preocupação para os eleitores, e ele nunca conseguiu se livrar da fama de envolvimento em práticas políticas escusas, que remonta a uma condenação de 2017 por recebimento de propina em troca de favores. Lula sustenta sua inocência. Mas é justamente por causa dessa condenação que, com o caso do Banco Master em evidência, não se pode descartar Bolsonaro da disputa.

A condenação de Lula foi mantida em duas instâncias de recurso. Contudo, em 2021, o Supremo Tribunal Federal decidiu que ele havia sido julgado na jurisdição errada e anulou a sentença condenatória. Convenientemente, a decisão veio quando já era tarde demais para julgar novamente o Sr. da Silva antes que o prazo prescricional expirasse.

Quando ele concorreu novamente à presidência em 2022, contra Jair Bolsonaro, seus oponentes usaram as redes sociais para lembrar aos brasileiros que ele havia escapado da responsabilização devido a uma questão técnica. Era um argumento defensável, mas enfureceu Lula e alguns membros da Suprema Corte, que decidiram não deixar impunes as críticas públicas à sua prestigiada instituição.

A Corte não tem autoridade para iniciar investigações, a menos que o suposto crime tenha sido cometido em suas dependências. No entanto, o tribunal iniciou "inquéritos sobre fake news" — conduzidos de forma sigilosa e arbitrária — sob a alegação de que ataques digitais contra a instituição eram uma extensão virtual de suas instalações e representavam um perigo para a democracia. O ministro Alexandre de Moraes tornou-se um defensor da censura.

Lula derrotou Jair Bolsonaro e tomou posse em 1º de janeiro de 2023. Uma semana depois, alguns bolsonaristas pouco perspicazes decidiram organizar um grande protesto de domingo em frente a prédios federais vazios em Brasília. Vândalos depredaram o patrimônio público.

O ministro de Moraes usou o incidente para embasar a acusação contra o Sr. Bolsonaro — que estava na Flórida na época — por tentativa de golpe contra Lula. No ano passado, o ministro de Moraes e seus pares condenaram Jair Bolsonaro, apesar da flagrante falta de provas.

Os ministros estavam atropelando o Estado de Direito e usando a democracia como pretexto. Intelectuais brasileiros, a maioria dos quais detestava o pouco sofisticado Jair Bolsonaro, apoiaram a medida. Agora, estão revendo suas posições.

A quebra do Banco Master provocou enormes prejuízos ao banco estatal Banco de Brasília, afetou fundos de pensão públicos que detinham títulos de alto rendimento do Banco Master (sem garantia do FGC) e drenou bilhões de dólares do fundo garantidor de depósitos do governo, tornando-se o maior resgate de depositantes na história do Brasil. Por que os órgãos reguladores não intervieram a tempo de evitar o desastre permanece sob investigação. No entanto, o Sr. Vorcaro foi acusado de fraude — acusação que ele nega — e comunicações mantidas com o ministro de Moraes levantam questionamentos.

A divulgação, em 1º de setembro, de um relatório de 218 páginas da Polícia Federal — baseado em provas extraídas do telefone do Sr. Vorcaro — sugere que o banqueiro entrou em contato com o ministro de Moraes pouco antes de ser preso. Mensagens de texto mostram que o Sr. Vorcaro pediu ao ministro conselhos sobre se deveria fugir do país, ajuda para conter as autoridades e uma reunião presencial reservada. A resposta do ministro de Moraes não foi divulgada. Sabe-se, porém, que sua esposa, Viviane Barci de Moraes, mantinha um contrato de consultoria jurídica de três anos com o Banco Master, avaliado em cerca de 25 milhões de dólares. As mensagens indicam que o Sr. Vorcaro providenciou acomodações de luxo e tratamento VIP para familiares de de Moraes. A Sra. Barci de Moraes nega a prática de tráfico de influência.

O ministro de Moraes nega qualquer irregularidade, mas uma nação saturada de corrupção pode tirar suas próprias conclusões e manifestá-las nas urnas.




09 setembro 2026

Lula desidratando

Os levantamentos divulgados entre 7 e 9 de setembro de 2026 mostram um enfraquecimento de Lula, sobretudo quando se observa a disputa direta contra Flávio Bolsonaro.

Os números recentes formam um quadro bastante consistente. Na Quaest, Lula e Flávio aparecem empatados em 41% a 41% no segundo turno; anteriormente Lula tinha pequena vantagem. (Reuters) Na BTG/Nexus, houve inversão: Flávio passou a 46% contra 45% de Lula no segundo turno; na rodada anterior era Lula 46% × 45% Flávio. No primeiro turno, Lula ficou estável em 39%, enquanto Flávio avançou de 33% para 35%. (Nexus)

Em 9 de setembro, apareceram sinais ainda mais fortes. A Meio/Ideia colocou Lula em 38,4% e Flávio em 37,3% no primeiro turno, empate técnico. Em agosto, Lula tinha 43% nessa mesma pesquisa — portanto, a queda de Lula foi superior à margem de erro. No segundo turno, ambos aparecem com 46%. (Terra)

A Palver encontrou Flávio 46% × Lula 44% no segundo turno — novamente empate técnico. (UOL Notícias) E há um segundo problema para Lula: sua avaliação. A Meio/Ideia registra 46,5% de aprovação e 48,4% de desaprovação, contra aprovação de 48,5% na rodada anterior. (CNN Brasil) A Gerp encontrou 41% de aprovação e 52% de desaprovação; em agosto eram 43% e 51%, respectivamente. (CNN Brasil)

Portanto, não há dúvida: há evidência de “desidratação”, mas principalmente da vantagem de Lula, e não de um desmoronamento de seu eleitorado. Ele continua na faixa alta dos 30% no primeiro turno, mas a distância que possuía sobre Flávio Bolsonaro está diminuindo.

Também há um terceiro elemento relevante: Augusto Cury está retirando espaço da polarização, chegando a 8% no Datafolha e 9% no BTG/Nexus. Isso dificulta a estratégia de Lula de ampliar sua vantagem no primeiro turno. O Datafolha de 3 de setembro já mostrava Lula em 38%, Flávio em 33% e Cury em 8%; no segundo turno, Lula 46% × 44% Flávio. (Folha de S.Paulo)

O teste mais interessante virá muito em breve: o Datafolha divulgará uma nova pesquisa presidencial na sexta-feira, 11 de setembro. A rodada anterior tinha Lula 38% × 33% Flávio no primeiro turno e 46% × 44% no segundo. (Folha de S.Paulo).

28 agosto 2026

Album de família: a pilantra e o mentiroso


Ganhou repercussão a presença de Lula na Globo. Por razões desprezíveis, entre elas as mencionadas fortemente nas redes sociais: as obvias mentiras nas áreas de educação, saúde, ... e também sua própria vida pessoal, como uma delas ilustrada na imagem abaixo. Lula mentiu quando disse que nunca tinha visto a lobista Roberta Luchsinger, que a PF diz ser sócia oculta do seu filho. Há fotos deles juntos em cinco ocasiões, pelo menos.

Lula também mentiu quando disse que foi perseguido pela Lava Jato com acusações infundadas, preso injustamente por “ilações” e finalmente inocentado dos crimes dos quais foi acusado (corrupção e lavagem de dinheiro).

Lula mentiu ao afirmar que não interfere na investigação contra LulinhaPF, PGR e ministros do STF aliados ao Palácio do Planalto tentam torpedear o trabalho de André Mendonça, relator do caso.

Lula mentiu ao afirmar que a farra no INSS foi descoberta graças ao seu governo. As denúncias foram ignoradas pelo então ministro da Previdência, Carlos Lupi, e a roubalheira do dinheiro de aposentados e pensionistas só estancou graças às reportagens publicadas pela imprensa, em especial ao Metrópoles, que revelou o fato escandaloso ao país.

Lula mentiu quando disse que o país estava estagnado havia mais de década e que só voltou a crescer, e acima de 2% ao ano, depois que ele assumiu a presidência pela terceira vez. Em 2022, o PIB cresceu 3%; em 2021, 4,6%.

Lula mentiu ao dar a entender que a dívida governamental cairá automaticamente em relação ao PIB,  se o Brasil voltar a crescer consistentemente. Isso só poderá ocorrer se ele não for reeleito, uma vez que Lula e o seu partido demonstram ser fiscalmente irresponsáveis, empenhados em multiplicar gastos sem ter receita para tanto. Lembre-se de que, associados a um parlamento fisiológico, eles criaram a farsa do arcabouço fiscal para substituir o teto de gastos.



27 agosto 2026

Ligação de Lula para Trump - o nó górdio entre os dois

A indústria bélica norte-americana vive um momento de forte estresse, funcionando em tempo integral, forçando máquinas, equipamentos, tecnologias e pessoal a se desdobrarem na produção de armamento, o que, evidentemente, exige maior demanda por petróleo, energia, minerais, metais e dinheiro.

É neste contexto que a conversa entre Lula e Trump azedou, a ponto de Trump ordenar o ingresso de Daniel Perez, embaixador norte-americano designado diretamente por Rubio, imediatamente, no Brasil, conceda Lula ou não as credenciais para o embaixador.


O nó górdio entre Trump e Lula envolve a mineradora norte-americana USA Rare Earth, que avançou para concluir a compra da Serra Verde, operadora da mina Pela Ema em Minaçu, no norte de Goiás, em uma operação de cerca de US$ 2,8 bilhões .
A China se opõe à aquisição e à entrega dos minerais e metais aos EUA, no que Lula concordou com Xi Jinping, muito embora a compra da Serra Verde e da Pela Ema tenha sido chancelada pelos órgãos administrativos do governo brasileiro.
Tivessem saído dos cofres da USA Rare Earth os 2,8 bilhões de dólares para esta aquisição, o fato em si já seria grave, pela quebra de contrato, mas reduzida a uma questão eminentemente privada, contudo, a aquisição foi financiada em grande parte pelo governo dos Estados Unidos, especificamente, pelo Departamento de Guerra, sinalizando que toda a produção será dirigida à indústria bélica norte-americana.
Este sim é o ponto de maior atrito entre Trump e Lula, capaz de causar forte irritação, a não escrever exasperação franca, tanto pelo ponto de vista geopolítico, dado o descarado alinhamento do Brasil lulista à China comunista de Jinping, fato este insuportável para os EUA, como do ponto de vista estratégico-militar, pelo boicote brasileiro subtraindo matéria prima fundamental para a indústria bélica norte-americana.

PS.: Apesar da retórica petista sobre a conversa, de certo, o desgoverno Lula já admitiu que nada ocorrerá em termos de redução da imposição de tarifas aos produtos brasileiros até depois das eleições, salvo um ou outro produto de exclusivo interesse norte-americano, como metais, ferro, alumínio e por aí afora.

23 agosto 2026

Traidor da Constituição é traidor da Pátria





As imagens acima expressam a situação atual do Brasil. São afrontas aos brasileiros vindas de onde deveriam jorrar o inverso. Mas não é uma novidade. O tema já foi explicitado em outras ocasiões há muito tempo mundo afora.

Quando o Ocidente, por bons ou maus modos, pôs fim ao absolutismo monárquico, destacaram-se dois modelos de limitação do poder político: o britânico, construído a partir da Revolução Gloriosa de 1688, e o estadunidense, instituído com a independência de 1776. Os artífices desta última conheciam bem o modelo institucional vigente na Inglaterra. Com bom proveito, haviam estudado O Espírito das Leis, que Montesquieu publicara poucos anos antes. Tempos brutos na América, mas quem sabia ler, lia.

“Todo poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Lord Acton

Lord Acton (John Emerich Edward Dalberg-Acton, 10/01/1834 – 19/06/1902), eminente historiador inglês do século XIX, que elegeu os principais inimigos da liberdade. 

Ali estava a tripartição do poder, pondo a funcionar o sistema de freios e contrapesos, para evitar que qualquer deles saísse de controle. Seria a esse modelo que o Brasil aderiria nas suas constituições democráticas, adotando, com igual intuito (o de fracionar o poder político), o federalismo vigente nos Estados Unidos. 

Só que não. Em momento algum foram providas, no Brasil, as precondições necessárias para a efetiva autonomia dos entes federados. A experiência republicana associou a palavra “federal” à ideia de governo central, do qual dependem, em proporções variáveis, estados e municípios. No encadeamento dessa tradição, foram ganhando força crescente as expressões “federal”, “nacional”, “central”, “geral”, “único”, entre outras. Tal fenômeno reflete a permanência de práticas que concentram o poder político na capital da República – um hábito intoxicante.

A corrupção colossal que estamos vendo em Brasília é expressão política e apocalíptica de uma brutal concentração de poder. É sintoma visível da servidão a que fica relegada a nação quando artifícios são montados para perenizar autoridades, posições e acesso a meios abundantes, agindo de modo autônomo e... fora de controle.

Brasília, nosso mostruário de excessos, é referência sensível da concentração de autoridades gerando autoritarismo, de poder gerando abuso e de arrogância gerando narcisismo.

Liberdade rima com prosperidade. Toda ideologia que limitou a liberdade e dirigiu a economia, pode até ter tido sucesso à princípio. No passar do tempo, a derrocada é inevitável. Exemplos? Fascismo, Nazismo, Comunismo, Chavismo, Petismo.




Se comprovado, há possíveis crimes de responsabilidade:

  • LULA — atentado ao livre exercício do Poder Judiciário — art. 85, II, da Constituição.
  • MORAES — atividade político-partidária e/ou conduta incompatível com a honra, dignidade e decoro da função — art. 39, itens 3 e 5, da Lei 1.079/50.
  • ALCOLUMBRE — eventual responsabilização dependerá dos atos praticados, além de possível quebra de decoro parlamentar — art. 55, II, da Constituição.

15 agosto 2026

Não é adivinhação. Lula será derrotado por Flávio Bolsonaro no 1º turno

Neste domingo, 16 de agosto de 2026, tem-se o início oficial da campanha eleitoral para as eleições de 2026. De saída, já se conhecem alguns candidatos perdedores.

É o caso de Lula que já atingiu o teto daqueles que nele votará, independente de ser Lula quem é e o que ele representa de pior. Por outro lado, a rejeição ao Lula é majoritária, recorde e irreversível, ultrapassando os 52%.

Ao mesmo tempo, a poucas semanas da eleição, a tendência de intenções de votos em Flávio Bolsonaro é cada dia maior, crescendo, sendo que a sua rejeição estabilizou, pois que vem do campo lulopetista.
As demais candidaturas de direita são residuais e seus eleitores tendem nas últimas semanas a concentrarem os seus votos em Flávio Bolsonaro.
No entorno social e econômico se tem 82 milhões de brasileiros endividados, uma das maiores cargas tributárias do mundo, taxa Selic estratosférica e uma economia recessiva no emprego, renda e produtividade, sem investimentos, além de criminalidade endêmica.
Portanto, não é adivinhação. É percepção, matemática e estatística.
Realmente, os dias do PT et caterva, chegarão ao fim.

10 agosto 2026

O que espera o Brasil ?


A hostilidade de Lula em relação a Marco Rubio não surpreende. Diante de uma liderança firme que defende a liberdade, a esquerda radical responde com ataques.

O Brasil merece mais: liberdade, democracia e um futuro longe da influência castrocomunista.

Lula mexeu com um latino e a reação veio em cadeia nos Estados Unidos. Na sexta-feira, 7 de agosto, Lula provocou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, filho de imigrantes cubanos, chamando-o de “latino-americano frustrado” e afirmando que ele “não gosta da América Latina e muito menos do Brasil”. A reação do deputado republicano Carlos Giménez foi imediata. Nascido em Cuba e duro opositor do regime comunista da ilha, ele atribuiu a hostilidade de Lula contra Rubio à influência cubana. “O ódio de Lula contra Marco Rubio tem uma origem clara - a influência de seus chefes da ditadura castrocomunista”, dizia a imagem publicada pelo congressista. No texto, reforçou: o Brasil merece “um futuro longe da influência castrocomunista”. Giménez não parou aí - chamou Lula de “porco corrupto e criminoso” e o acusou de destruir a histórica aliança entre Brasil e Estados Unidos.

Neste domingo, 9 de agosto, elevou a provocação a outro patamar. No X, publicou uma montagem de Lula no lugar de Nicolás Maduro na foto divulgada por Trump após a captura do venezuelano pelas forças americanas, em 3 de janeiro. Maduro aparece vendado, com protetores auriculares e sob custódia; Giménez substituiu seu rosto pelo de Lula e a garrafa de água por uma garrafa de cachaça. A mensagem foi curta: “O que o espera… #Brasil.” O Deputado utilizou a imagem de Maduro sob custódia americana e usou a IA para deixar esta mensagem para Lula.

Cubanos e outros povos da América Latina que ainda estão sob o regime comunista castrista aguardam ansiosamente uma virada, tal qual o que aconteceu com a Polônia no século passado quando foi retomado e implantado com rigor o regime democrático e capitalista.

Agora estão reportando nas redes sociais que em menos de 10 anos a Polônia será a primeira economia da Europa e um dos países mais ricos do mundo. Qual a receita? Capitalismo puro, com incentivos a iniciativa privada e ao empreendedorismo, educação com foco nas ciências exatas, controle rigoroso da imigração, proibição de qualquer ideologia comunista no País (determinada claramente na constituição do País) e por último: a preservação e a prática dos valores Cristãos. A Polônia já é, em 2026, o país mais organizado e o que mais cresce economicamente na Europa. Parece que foi um dos poucos que aprendeu com o sofrimento da segunda guerra mundial. Que este também seja o destino de nosso Brasil e dos demais países latino-americanos.

07 agosto 2026

A esquerda no poder. Seu único talento é destruir

Adicionalmente ao que já se disse neste artigo, "Brasil fasciolulista", a Revista Oeste, no. 334, que acabou de ir ao ar traz, com perfeição, uma das imagens do Brasil oriunda dos quase vinte anos de governos petistas - a esquerda no poder. Seu resumo está exposto na Carta ao Leitor, copiada após o discurso do Sr. Marco Rubio.

É um relato de conteúdo arrasador para um país que sempre foi denominado como o "País do Futuro" pelos maiores estudiosos e escritores do ramo.

As justificativas para tais acontecimentos se encaixam como uma luva nas palavras do recente discurso do Secretário de Estado americano, Sr. Marco Rubio, cujo texto abaixo está disponível nas redes sociais.

Sobre um mundo melhor

«A violência da esquerda não é um “protesto”. É uma revolta dos piores contra os melhores. É a birra dos fracos, dos medíocres e dos covardes contra os fortes, os capazes e os bons.

São aqueles que não sabem construir, criar, nem realizar nada grandioso… E por isso decidem se vingar do mundo, destruindo o que outros ergueram com esforço, talento e visão.

Isso é o esquerdismo radical, em sua essência mais pura. Não importa a etiqueta do momento: anticapitalista, anti-imperialista, comunista, anarquista, marxista, “progressista” ou “ativista climático”. O DNA é sempre o mesmo.

É ressentimento venenoso, disfarçado de “justiça social”.

É inveja podre, maquiada de “igualdade”.

É ódio à excelência, embrulhado em bandeiras de “liberação”.

Seu único talento é destruir.

Sua única alegria é sujar o que é belo.

Seu único objetivo é arrastar tudo para baixo, para que ninguém brilhe mais que a sua própria mediocridade.

Por meio da violência, do terror e do cancelamento, buscam impor sua feiura espiritual à sociedade. Não é idealismo. Não é utopia. É niilismo puro com um sorriso moralista.

O velho dogma se enganou: isso não vem de gente que sonha com um mundo melhor, mas vem de gente que não suporta que o mundo seja melhor sem eles.

E já estamos fartos.

A civilização não se defende, pedindo perdão. Ela se defende, nomeando o inimigo pelo nome.

Marco Rubio, 16/07/2026


Carta ao leitor

Um levantamento feito pela repórter Rachel Díaz constatou que apenas os seis maiores escândalos de corrupção ocorridos nos últimos 20 anos no Brasil somam quase R$ 116 bilhões. A cifra equivale a R$ 5,8 bilhões a cada 12 meses. Ou R$ 15,9 milhões por dia. Ou R$ 662 mil por hora. Ou R$ 11 mil por minuto. 

O dinheiro, que saiu do bolso dos pagadores de impostos, poderia melhorar consideravelmente os serviços públicos. “Para dimensionar o tamanho da cifra, R$ 116 bilhões seriam suficientes para construir 58 mil unidades básicas de saúde ou 10,5 mil escolas de tempo integral”, compara Rachel. 

O top 5 da lista inclui dois episódios ainda em andamento. Com R$ 12,2 bilhões, o Banco Master já garante a medalha de bronze (atrás apenas dos escândalos dos Fundos de Pensão — quase R$ 55 bilhões — e do Petrolão — pouco menos de R$ 43 bilhões). Além de integrantes do Executivo e do Legislativo, membros do Judiciário estão envolvidos até o pescoço nas falcatruas de Daniel Vorcaro. Como observa Augusto Nunes, desde 9 de dezembro de 2025, Alexandre de Moraes mantém absoluto silêncio sobre o contrato de R$ 129 milhões celebrado entre o banqueiro bandido e o escritório de sua mulher, Viviane Barci. 

Por enquanto em quarto lugar, o escândalo do INSS voltou ao noticiário político-policial depois que o Supremo Tribunal Federal instaurou o terceiro inquérito contra Lulinha, filho mais velho de Lula com Marisa Letícia. Na reportagem de capa, Cristyan Costa revela os bastidores das investigações policiais, os negócios suspeitos e os indícios de corrupção que marcam a trajetória profissional de Lulinha. 

Em meio a brigas familiares e ao avanço de operações da PF, o ex-monitor do zoológico de São Paulo que virou megaempresário já no primeiro mandato do pai mudou-se para a Espanha em julho de 2025. Três meses antes, havia estourado o escândalo do INSS. Agora, evita dar as explicações que deve.

Além do cargo de filho de presidente da República, outras profissões no Brasil garantem lucros de dar inveja a muitos figurões de Wall Street. A maioria delas está ligada ao poder público e à burocracia estatal. 

Na primeira colocação estão os donos de cartório, com rendimento anual de R$ 2,4 milhões. Em seguida aparecem juízes, promotores e procuradores do Ministério Público (R$ 1,1 milhão por ano cada). 

No Brasil real, onde 82% das famílias estão endividadas, as coisas são muito diferentes. Como lembra a reportagem de Artur Piva, a média salarial do trabalhador no país gira em torno de R$ 3,6 mil por mês — menos de R$ 50 mil por ano. Enquanto a maioria da população não tem como pagar sequer despesas básicas, uma casta de privilegiados vê cair cifras milionárias em sua conta todos os meses.

Os cintos de quem já tem pouco vão ficar ainda mais apertados. A reforma tributária prevista para 2027 não só vai tirar mais dos cidadãos para engordar os cofres do governo como criará também uma tremenda confusão, explica Adalberto Piotto.

É nesse mundo dos escândalos bilionários, privilégios bancados pelo contribuinte e impostos cada vez maiores que os brasileiros decidirão quem será o próximo presidente da República.

Flávio Bolsonaro acaba de escolher o relator da CPMI do INSS para ser seu vice na disputa de outubro. Sarah Peres traça o perfil de Alfredo Gaspar. O deputado federal por Alagoas, que foi promotor de Justiça e conhece a insegurança pública de perto, pode ajudar a angariar votos no Nordeste.

Rodrigo Constantino acredita que as eleições deste ano devem ser encaradas como um plebiscito: a questão é tirar Lula do poder ou manter tudo do jeito que está. Para isso, a união dos conservadores é mais necessária do que nunca. 

Boa leitura.

Branca Nunes
Diretora de Redação

24 julho 2026

Falência


A revista Oeste deste final de semana traz a capa e reportagens sobre o atual momento político e econômico do Brasil. Resumo dos prinicipais artigos estão citados abaixo e fazem referência a outros momentos de politicagens ocorridos no País, a começar pelo entendimento remoto do lançamento do Bolsa Família.

Jarbas Vasconcellos, ex-governador de Pernambuco e ex-senador, fez um perfeito resumo da ópera da politicagem: “O Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo”. A gastança que ameaça levar o Brasil à falência reafirma que Lula sabe disso. 

Como sempre apostou nos votos dos pobres e desinformados para conseguir outro mandato, Lula depende da legião de dependentes do governo, que cresceu como nunca nos últimos quatro anos.final do terceiro mandato, Lula faz de conta que melhorou um país à beira do colapso, como informa Raphaela Ribas na reportagem de capa desta edição. “Se quiser salvar o Brasil da falência, quem assumir a Presidência em 1º de janeiro de 2027 terá de desarmar uma bomba”. Sempre de olho nas urnas, “Lula torrou bilhões em programas sociais para dar a falsa ideia de que o Brasil está melhorando”. Não está. O cenário é tão assustador quanto o produzido por Dilma Rousseff há mais de dez anos.

Quem vê as coisas como as coisas são enxerga incontáveis evidências de “quanto o país retrocedeu nos governos petistas”, afirma Adalberto Piotto: “Olhe ao redor e me diga se o Brasil realmente melhorou na redução da miséria quando se sabe que a população de rua aumentou quase 100% nos três anos e meio desse terceiro mandato”, propõe Piotto. O retrato pode ser visto sem retoques em reportagem de Yasmin Alencar. Três anos depois de anunciar um programa de R$ 1 bilhão para resolver a questão, o número de moradores de rua de fato dobrou.

08 julho 2026

Símbolo da falência moral de todo um país


Gesto obsceno foi mostrado por Lula durante evento oficial do Palácio do Planalto. 
(Foto:
 Reprodução / YouTube / Lula)

Lula mostrou o dedo do meio, falou palavrão e se fingiu de pobre. Mentiu, mentiu, mentiu. Aquele roteiro de sempre e que a gente conhece há meio século. 

O gesto obsceno veio durante um evento no Palácio do Planalto. O discurso foi feito no último dia liberado pela lei eleitoral para a participação do presidente, governadores e demais autoridades em inaugurações e eventos oficiais.

O gesto do Lula, contudo, significa que precisamos melhorar e melhorar. Para que um dia, quem sabe, esta cena presidencial não se repita nem se perca em meio a tantas manchetes escandalosas. 

E seja visto pelo que de fato é: símbolo da falência moral de todo um país e um tempo. O nosso.

02 junho 2026

Lula conseguiu!



    O governo americano reconheceu o Brasil como uma nação hostil, ao lado de Nicarágua, Cuba, Venezuela e Colômbia. O Secretário de Estado dos EUA disse que com exceção desses países, os outros países do continente são amigos.


Por que a esquerda ficou indignada com os EUA chamando PCC e CV de terroristas? Segundo Leandro Ruschel, após os Estados Unidos anunciarem que vão tratar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, a reação do Estado brasileiro foi tão reveladora quanto a própria medida. Em vez de comemorar uma ação contra as duas maiores facções do país, o governo correu para falar em soberania, riscos e interferência. Ou seja: diante de uma iniciativa contra grupos que aterrorizam milhões de brasileiros, o incômodo principal não foi com o terror imposto pelas facções, mas com o fato de alguém tê-las chamado pelo nome. Esse ponto precisa ser entendido com clareza. O próprio governo admitiu que essas organizações praticam o terror nos territórios em que vivem milhões de famílias. Admitiu o essencial. Mas, logo em seguida, rejeitou a consequência lógica dessa constatação. É exatamente aí que aparece o retrato moral do país. A soberania que se corre para defender não é a do cidadão que quer voltar vivo para casa. Não é a da mãe que cria filho em território dominado pelo tráfico. Não é a do comerciante que paga pedágio para continuar trabalhando. A soberania defendida é a de um arranjo estatal que já entregou o controle de partes do território ao crime, mas se ofende quando alguém de fora resolve nomear o problema. Isso não é apenas falha de gestão. Há uma visão de mundo por trás disso. Uma corrente política que há décadas aprende a tratar o criminoso como vítima da sociedade, enquanto reserva a palavra “terrorista” para o opositor político, para o dissidente, para quem incomoda o regime. O bandido armado é produto da desigualdade. O sujeito que protesta contra o sistema é ameaça à democracia. Essa inversão moral não surgiu ontem, e também não nasceu no vazio. Ela tem doutrina, tem tradição e tem consequência concreta. O nascimento do próprio Comando Vermelho já aponta nessa direção. A organização surgiu no contato entre presos comuns e militantes da esquerda armada, absorvendo disciplina de célula, lógica revolucionária e a ideia de que o crime contra a ordem estabelecida pode ser instrumento político. O PCC, mais tarde, nasce sob retórica parecida, de “defesa dos presos”, mas replicando uma lógica de poder, coesão e controle social que vai muito além de uma quadrilha comum. Quando se observa o continente como um todo, o padrão fica ainda mais visível: FARC, chavismo, narcoterrorismo, normalização da cocaína no discurso de chefes de Estado. Não é coincidência. É uma tradição política que sempre flertou com o crime quando isso serviu à sua estratégia de poder, já dizia Fidel Castro em seus ensinamentos ao presidente venezuelano Hugo Chávez.

Esses registros podem ser encontrados no livro "Hugo Chávez: o espectro", publicado em janeiro de 2018. O livro mostra, detalhadamente, como o presidente venezuelano alimentou o narcotráfico, financiou o terrorismo e promoveu a desordem global, com pretensões que iam muito além da América Latina.

O livro nos conta que em entrevista concedida ao próprio Leonardo, em 01/08/2015, em Washington, DC, um exilado venezuelano, ex-executivo da PDVSA, reafirmou que dezenas de malas de dinheiro "desceram da Venezuela" rumo ao sul. Segundo ele, "esse dinheiro foi utilizado por chavistas para patrocinarem as campanhas de Evo Morales, na Bolivia, Pepe Mujica, no Uruguai, Fernando Lugo, no Paraguai, e Luiz Inácio Lula da Silva, no Brasil", p. 42, livro capa dura.

Por isso a reação do establishment brasileiro não surpreende. Ela é coerente com a sua própria formação. Quando PCC e CV são tratados como terroristas, expõe-se não só a natureza das facções, mas também o desconforto de quem construiu, por anos, um ambiente cultural e político mais disposto a relativizar o criminoso do que a enfrentá-lo. E isso ajuda a explicar por que, no Brasil, combater o crime é tantas vezes pintado como autoritarismo, enquanto afrouxar a lei, limitar a polícia e romantizar o bandido é vendido como civilização.

30 maio 2026

A estupidez é pior que a maldade

    Nesta sexta-feira (29) Lula se pronunciou sobre a decisão dos EUA de designar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como entidades terroristas. "Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", disse Lula em uma agenda em Sergipe.


    Ao reagir de forma crítica à decisão dos americanos, Lula, que já não estava em condição de falar do assunto por conta de suas declarações desastradas sobre o crime, ainda tropeçou nas palavras. Como se opor a algo que é interpretado como um aumento de rigidez contra grupos que tomaram o lugar do Estado em boa parte do país sem parecer discursar a favor das facções?

    “Estou muito triste hoje, com a notícia de que o secretário [de Estado] dos Estados Unidos da América do Norte, um tal de Marco Rubio, disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção”, discursou Lula. Não tardou e o descondenado recebeu os seguintes comentários:

    Em consonância com esses eventos, o artigo de Alexandre Garcia publicado na Oeste deste final de semana, traz em seu título a seguinte pergunta - Ainda decidimos?. O artigo começa citando a encíclica recém-divulgada pelo papa Leão XIV. Vale a pena a sua leitura que encontra-se disponível aqui.

    Dele, contudo, ressaltamos alguns trechos que nos lembram tempos passados, especialmente o vivido pelos alemães na época do nazismo. Alexandre busca em Dietrich Bonhoeffer, teólogo alemão e pastor luterano executado pelo nazismo, que explicou como um povo culto — doutores, pastores, professores, intelectuais — não só permitiu como aplaudiu Hitler.

"Bonhoeffer escreveu na prisão que a estupidez é pior que a maldade. A maldade pode ser combatida, tem argumentos, porque quer algo, se revela. Mas a estupidez não, porque é alguém que renunciou ao uso de seu próprio juízo, alguém que entregou sua capacidade de pensar e decidir a um líder, a um slogan, a uma palavra de ordem, a uma ideologia. E quando isso acontece, não se pode apelar à razão, ter um diálogo com argumentos, porque essa pessoa já não tem razão própria, porque está abduzida pela razão alheia, do líder.


[ ... ] Bonhoeffer pensa que não foram Hitler e Goebbels que destruíram a Alemanha, mas os milhões de alemães que se entregaram sem critério, sem fazer perguntas. Pior que serem malvados, eram obedientes sem pensamento próprio.

[ ... ] Nos tempos atuais, como é possível que depois do Mensalão, Lula tenha sido reeleito? Como é possível que depois do Petrolão (ou Lava Jato), tenha sido eleito pela terceira vez? Como é possível que Dilma tenha sido reeleita enquanto a economia despencava numa recessão nunca vista antes? Aparece um contrato de R$ 129 milhões com a família de um ministro do Supremo, aportes de R$ 35 milhões num resort de outro, e a vida continua. Como é possível que se impeça de continuar uma CPI sobre o roubo de R$ 6 bilhões a mais de 4 milhões de idosos? Delegamos nosso futuro?

    O destempero verbal de Lula ao atacar a decisão americana pela inclusão de facções criminosas brasileiras na lista de organizações terroristas revela um comportamento incompatível com a liturgia do cargo e preocupante sob o ponto de vista institucional.

    A fala presidencial causa ainda mais estranheza porque o tema em debate é extremamente sério. Lula reagiu como se a decisão fosse uma afronta pessoal ou ideológica. O tom utilizado não demonstrou equilíbrio nem capacidade de liderança. Demonstrou irritação, intolerância e um preocupante desequilíbrio retórico.

    Bonhoeffer continua vivíssimo no Brasil: a estupidez é pior que a maldade.