Quem vê as coisas como as coisas são enxerga incontáveis evidências de “quanto o país retrocedeu nos governos petistas”, afirma Adalberto Piotto: “Olhe ao redor e me diga se o Brasil realmente melhorou na redução da miséria quando se sabe que a população de rua aumentou quase 100% nos três anos e meio desse terceiro mandato”, propõe Piotto. O retrato pode ser visto sem retoques em reportagem de Yasmin Alencar. Três anos depois de anunciar um programa de R$ 1 bilhão para resolver a questão, o número de moradores de rua de fato dobrou.
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24 julho 2026
Falência
Quem vê as coisas como as coisas são enxerga incontáveis evidências de “quanto o país retrocedeu nos governos petistas”, afirma Adalberto Piotto: “Olhe ao redor e me diga se o Brasil realmente melhorou na redução da miséria quando se sabe que a população de rua aumentou quase 100% nos três anos e meio desse terceiro mandato”, propõe Piotto. O retrato pode ser visto sem retoques em reportagem de Yasmin Alencar. Três anos depois de anunciar um programa de R$ 1 bilhão para resolver a questão, o número de moradores de rua de fato dobrou.
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08 julho 2026
Símbolo da falência moral de todo um país
Gesto obsceno foi mostrado por Lula durante evento oficial do Palácio do Planalto.
(Foto: Reprodução / YouTube / Lula)
Lula mostrou o dedo do meio, falou palavrão e se fingiu de pobre. Mentiu, mentiu, mentiu. Aquele roteiro de sempre e que a gente conhece há meio século.
O gesto obsceno veio durante um evento no Palácio do Planalto. O discurso foi feito no último dia liberado pela lei eleitoral para a participação do presidente, governadores e demais autoridades em inaugurações e eventos oficiais.
O gesto do Lula, contudo, significa que precisamos melhorar e melhorar. Para que um dia, quem sabe, esta cena presidencial não se repita nem se perca em meio a tantas manchetes escandalosas.
E seja visto pelo que de fato é: símbolo da falência moral de todo um país e um tempo. O nosso.
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02 junho 2026
Lula conseguiu!
O governo americano reconheceu o Brasil como uma nação hostil, ao lado de Nicarágua, Cuba, Venezuela e Colômbia. O Secretário de Estado dos EUA disse que com exceção desses países, os outros países do continente são amigos.
Por que a esquerda ficou indignada com os EUA chamando PCC e CV de terroristas? Segundo Leandro Ruschel, após os Estados Unidos anunciarem que vão tratar o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas, a reação do Estado brasileiro foi tão reveladora quanto a própria medida. Em vez de comemorar uma ação contra as duas maiores facções do país, o governo correu para falar em soberania, riscos e interferência. Ou seja: diante de uma iniciativa contra grupos que aterrorizam milhões de brasileiros, o incômodo principal não foi com o terror imposto pelas facções, mas com o fato de alguém tê-las chamado pelo nome. Esse ponto precisa ser entendido com clareza. O próprio governo admitiu que essas organizações praticam o terror nos territórios em que vivem milhões de famílias. Admitiu o essencial. Mas, logo em seguida, rejeitou a consequência lógica dessa constatação. É exatamente aí que aparece o retrato moral do país. A soberania que se corre para defender não é a do cidadão que quer voltar vivo para casa. Não é a da mãe que cria filho em território dominado pelo tráfico. Não é a do comerciante que paga pedágio para continuar trabalhando. A soberania defendida é a de um arranjo estatal que já entregou o controle de partes do território ao crime, mas se ofende quando alguém de fora resolve nomear o problema. Isso não é apenas falha de gestão. Há uma visão de mundo por trás disso. Uma corrente política que há décadas aprende a tratar o criminoso como vítima da sociedade, enquanto reserva a palavra “terrorista” para o opositor político, para o dissidente, para quem incomoda o regime. O bandido armado é produto da desigualdade. O sujeito que protesta contra o sistema é ameaça à democracia. Essa inversão moral não surgiu ontem, e também não nasceu no vazio. Ela tem doutrina, tem tradição e tem consequência concreta. O nascimento do próprio Comando Vermelho já aponta nessa direção. A organização surgiu no contato entre presos comuns e militantes da esquerda armada, absorvendo disciplina de célula, lógica revolucionária e a ideia de que o crime contra a ordem estabelecida pode ser instrumento político. O PCC, mais tarde, nasce sob retórica parecida, de “defesa dos presos”, mas replicando uma lógica de poder, coesão e controle social que vai muito além de uma quadrilha comum. Quando se observa o continente como um todo, o padrão fica ainda mais visível: FARC, chavismo, narcoterrorismo, normalização da cocaína no discurso de chefes de Estado. Não é coincidência. É uma tradição política que sempre flertou com o crime quando isso serviu à sua estratégia de poder, já dizia Fidel Castro em seus ensinamentos ao presidente venezuelano Hugo Chávez.
O livro nos conta que em entrevista concedida ao próprio Leonardo, em 01/08/2015, em Washington, DC, um exilado venezuelano, ex-executivo da PDVSA, reafirmou que dezenas de malas de dinheiro "desceram da Venezuela" rumo ao sul. Segundo ele, "esse dinheiro foi utilizado por chavistas para patrocinarem as campanhas de Evo Morales, na Bolivia, Pepe Mujica, no Uruguai, Fernando Lugo, no Paraguai, e Luiz Inácio Lula da Silva, no Brasil", p. 42, livro capa dura.
Por isso a reação do establishment brasileiro não surpreende. Ela é coerente com a sua própria formação. Quando PCC e CV são tratados como terroristas, expõe-se não só a natureza das facções, mas também o desconforto de quem construiu, por anos, um ambiente cultural e político mais disposto a relativizar o criminoso do que a enfrentá-lo. E isso ajuda a explicar por que, no Brasil, combater o crime é tantas vezes pintado como autoritarismo, enquanto afrouxar a lei, limitar a polícia e romantizar o bandido é vendido como civilização.
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30 maio 2026
A estupidez é pior que a maldade
Nesta sexta-feira (29) Lula se pronunciou sobre a decisão dos EUA de designar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como entidades terroristas. "Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", disse Lula em uma agenda em Sergipe.
“Estou muito triste hoje, com a notícia de que o secretário [de Estado] dos Estados Unidos da América do Norte, um tal de Marco Rubio, disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção”, discursou Lula. Não tardou e o descondenado recebeu os seguintes comentários:
Em consonância com esses eventos, o artigo de Alexandre Garcia publicado na Oeste deste final de semana, traz em seu título a seguinte pergunta - Ainda decidimos?. O artigo começa citando a encíclica recém-divulgada pelo papa Leão XIV. Vale a pena a sua leitura que encontra-se disponível aqui.
Dele, contudo, ressaltamos alguns trechos que nos lembram tempos passados, especialmente o vivido pelos alemães na época do nazismo. Alexandre busca em Dietrich Bonhoeffer, teólogo alemão e pastor luterano executado pelo nazismo, que explicou como um povo culto — doutores, pastores, professores, intelectuais — não só permitiu como aplaudiu Hitler.
"Bonhoeffer escreveu na prisão que a estupidez é pior que a maldade. A maldade pode ser combatida, tem argumentos, porque quer algo, se revela. Mas a estupidez não, porque é alguém que renunciou ao uso de seu próprio juízo, alguém que entregou sua capacidade de pensar e decidir a um líder, a um slogan, a uma palavra de ordem, a uma ideologia. E quando isso acontece, não se pode apelar à razão, ter um diálogo com argumentos, porque essa pessoa já não tem razão própria, porque está abduzida pela razão alheia, do líder.
[ ... ] Bonhoeffer pensa que não foram Hitler e Goebbels que destruíram a Alemanha, mas os milhões de alemães que se entregaram sem critério, sem fazer perguntas. Pior que serem malvados, eram obedientes sem pensamento próprio.
[ ... ] Nos tempos atuais, como é possível que depois do Mensalão, Lula tenha sido reeleito? Como é possível que depois do Petrolão (ou Lava Jato), tenha sido eleito pela terceira vez? Como é possível que Dilma tenha sido reeleita enquanto a economia despencava numa recessão nunca vista antes? Aparece um contrato de R$ 129 milhões com a família de um ministro do Supremo, aportes de R$ 35 milhões num resort de outro, e a vida continua. Como é possível que se impeça de continuar uma CPI sobre o roubo de R$ 6 bilhões a mais de 4 milhões de idosos? Delegamos nosso futuro?
O destempero verbal de Lula ao atacar a decisão americana pela inclusão de facções criminosas brasileiras na lista de organizações terroristas revela um comportamento incompatível com a liturgia do cargo e preocupante sob o ponto de vista institucional.
A fala presidencial causa ainda mais estranheza porque o tema em debate é extremamente sério. Lula reagiu como se a decisão fosse uma afronta pessoal ou ideológica. O tom utilizado não demonstrou equilíbrio nem capacidade de liderança. Demonstrou irritação, intolerância e um preocupante desequilíbrio retórico.
Bonhoeffer continua vivíssimo no Brasil: a estupidez é pior que a maldade.
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08 maio 2026
Lula tentou controlar a sua imagem, mas esta está cada vez menos favorável a ele
| Lula já retornou ao Brasil, voltou menor |
Lula foi à Casa Branca para tentar transformar uma reunião de trabalho com Donald Trump em ativo político de campanha. A narrativa desejada era simples: após meses de tensão com Washington, após tarifas, sanções de visto, crise diplomática, pressões sobre autoridades brasileiras e desgaste crescente com a nova doutrina hemisférica da administração Trump, Lula apareceria ao lado do presidente americano como um estadista capaz de dialogar com seu principal adversário ideológico. O problema é que a política internacional raramente obedece à versão que um governo deseja vender para sua própria imprensa.
Antes mesmo de o conteúdo da reunião começar a ser conhecido, a forma já havia criado ruído. A agenda previa a chegada de Lula às 11 horas da manhã, horário de Washington, mas a comitiva brasileira chegou atrasada. A informação que circulava entre pessoas próximas à cobertura era de que Trump ficou contrariado com a demora.
O que se viu, na prática, foi uma disputa entre duas versões dos fatos. De um lado, a versão administrada pelo governo brasileiro, construída depois da reunião, em ambiente mais favorável, diante de jornalistas brasileiros e com Lula falando longamente sobre a “boa conversa”, a “sinceridade” da relação com Trump e os supostos avanços do encontro. De outro, a versão observada no ambiente da Casa Branca, marcada por atraso, mudança de agenda, frustração da imprensa, ausência de aparição conjunta no Salão Oval e uma comunicação americana que, mesmo ao tratar oficialmente da reunião, preferiu preservar a centralidade visual de Trump, sem transformar Lula em personagem de destaque.
O próprio Trump publicou, após o encontro, uma declaração protocolar, positiva e cuidadosamente medida:
“Acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos tópicos, incluindo comércio e, especificamente, tarifas. A reunião foi muito boa. Nossos representantes estão programados para se reunir para discutir certos elementos-chave. Reuniões adicionais serão agendadas ao longo dos próximos meses, conforme necessário. Presidente DONALD J. TRUMP.”
A formulação foi positiva, mas seca. Não houve ali celebração política, fotografia de grande reconciliação ou gesto simbólico de apoio à imagem de Lula. Houve um recado protocolar de encerramento de reunião.
O dado mais revelador, portanto, não está apenas naquilo que Trump escreveu. Está naquilo que a Casa Branca evitou entregar. A imprensa que aguardava acesso ao Salão Oval não teve a oportunidade que esperava. A presença dos dois líderes diante das câmeras, que poderia ter rendido a Lula uma imagem de prestígio internacional, não se concretizou da forma imaginada. A Fox News, ao comentar o episódio, registrou que havia expectativa de ver os dois presidentes, mas que isso não ocorreu. O comentarista John Roberts observou que não se esperava uma reunião “calorosa e amigável”, justamente porque Trump e Lula tinham uma relação tensa e já haviam trocado declarações duras em público.
A própria ausência das câmeras, nesse contexto, tornou-se parte da mensagem política. Se Lula tivesse sido recebido com todo o aparato visual de prestígio, com imprensa no Salão Oval, declarações conjuntas e imagens amplamente distribuídas pela Casa Branca, o governo brasileiro poderia vender a reunião como triunfo diplomático. Mas o formato final limitou esse ganho. Lula saiu com uma coletiva na embaixada brasileira, em português, diante de uma audiência muito mais controlada, enquanto a imprensa americana registrava a estranheza da ausência de uma aparição conjunta diante das câmeras.
O que houve foi uma reunião longa, densa, cercada de desconforto e seguida por duas narrativas concorrentes. A narrativa brasileira tentou vender maturidade, normalização e grandeza. A leitura americana foi mais fria: uma conversa necessária com um parceiro importante, mas difícil, dentro de uma agenda que envolve tarifas, segurança, minerais críticos, crime organizado e competição com a China. Para Lula, o encontro era um palco. Para Trump, parece ter sido mais uma peça dentro de um tabuleiro maior.
No tabuleiro real do poder, essa conta dificilmente fecha. Lula saiu da Casa Branca dizendo que a reunião foi boa. Trump disse que a reunião foi muito boa. Mas, para além dos adjetivos diplomáticos, o que se desenha é um Brasil tentando vender normalidade enquanto caminha sobre uma linha cada vez mais estreita entre a necessidade de negociar com os Estados Unidos e a incapacidade ideológica de abandonar os velhos compromissos.
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07 maio 2026
É o terceiro fracasso do mês
Os dois primeiros foram o da reprovação do Bessia e a derrubada do veto da dosimetria, ambos no Brasil. O completo fracasso é a única explicação possível para que Lula tenha cancelado a coletiva de imprensa no salão Oval com o Donald Trump e tenha sido filmado com uma cara de constrangimento impossível de disfarçar.
Posteriormente, na Embaixada do Brasil, Lula falou e sua expressão só confirmou o que antes já se noticiava. Diferentemente do habitual em visitas de Estado, não houve declaração conjunta dos dois líderes na Casa Branca.
A jornalista da Folha de São Paulo perguntou sobre a classificação do CV e do PCC como células terroristas, e o Lula, de forma rápida e sucinta, saiu em defesa do narcotráfico. É incrível como o Lula tem a capacidade de estar sempre do lado do crime, ele de fato mostra ao mundo que o crime compensa!
Lula ainda disse que a economia brasileira está indo bem. Como? Se o principal programa do governo é o Desenrola 2 para milhões de brasileiros endividados pelo caos do governo dele? Empresas indo para o Paraguai, PIB crescendo menos, rombo fiscal e inflação em alta ...
PS.: FOXNEWS também confirmou que foi Lula quem IMPLOROU para não ter coletiva de imprensa.
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26 abril 2026
Haddad mente novamente e diz que 80 anos de Lula são “ativo” eleitoral do PT
Fernando Haddad disse neste domingo (26.abr.2026), no encerramento do 8º Congresso do PT, em Brasília, que a idade de Lula é uma vantagem eleitoral.
“Os seus 80 anos são um grande ativo que nós temos. Toda a experiência de uma vida. São 50 anos de luta. Eu ouço falarem para a gente desde os anos 70. São 50 anos de luta, sendo sempre sem negociar compromissos e ideias, sempre sem abrir mão daquilo que ele acredita e que todos nós acreditamos. Isso é patrimônio”, afirmou.
“A reeleição do Lula é um imperativo do nosso futuro. Lula vai concorrer com o filho do Bolsonaro, uma família que só entregou caos. Há 30 anos fazendo a pior política da história do país”, disse. “Eles são a reação ao colapso de uma agenda que deu errado. Nós somos o antídoto disso.”
Você leitor e mesmo muitos outros brasileiros já perceberam o ponto comum existente nas duas falas: de Haddad e de Lula nos últimos dias. E isso é tudo o que você precisa saber para entender o Brasil de hoje.
Esse golpe em câmera lenta não parte da oposição ou de conspiradores caricatos, mas da ocupação estratégica das instituições para consolidar o poder de um partido. O Partido dos Trabalhadores, historicamente envolvido em escândalos como o Mensalão e o Petrolão, hoje utiliza o STF como extensão de seu projeto político.
O Congresso, cada vez mais enfraquecido, tem sido relegado ao papel de figurante, enquanto o governo recorre ao STF para governar por meio de decisões que desequilibram os Poderes e transformam o Judiciário em legislador informal.
O povo brasileiro já enfrentou grandes desafios. Assim será novamente. Não há golpe mais poderoso do que a verdade, ecoada por uma sociedade determinada a preservar sua liberdade. O futuro do Brasil exige coragem — e essa coragem está em curso, como mostram as recentes pesquisas.
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03 abril 2026
Ninguém mais aguenta Lula e os seus jogadores
O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e o aumento da rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriram, nos bastidores do PT e do Palácio do Planalto, uma discussão sensível: a possibilidade de o petista não disputar a próxima eleição presidencial.
A notícia está nas páginas de revistas, entre elas a edição da Oeste deste fim de semana, no artigo de Adalberto Piotto e da Veja, artigo da imagem abaixo.
"Ninguém mais aguenta Lula. Com a aprovação derretendo, vendo Flávio Bolsonaro crescer e perdido na própria incompetência, o governo se pergunta o que deu errado. A resposta está no espelho", disse Piotto.
Às vésperas da eleição, o Palácio do Planalto bate cabeça para encontrar soluções para problemas reais que o próprio governo criou ou não se preparou para enfrentar. Mas, de novo, a emergência não é o país, é Lula. As medidas precisam estancar a sangria de imagem do presidente que não governa, sem planos e propostas conhecidas desde a última campanha.
É preciso lembrar que Lula não apresentou um programa de governo na eleição de 2022, aquela em que só foi candidato porque foi resgatado da prisão de Curitiba pelo STF, que inventou a estapafúrdia tese do CEP e o fez candidato.
Não assusta que tenha assumido que não conseguiria governar sem o Supremo, seu parceiro de consórcio. Porque plano não tinha. Dado o desespero de agora, ainda não tem. Fato é que não há nada no governo lulopetista que se sustente como uma administração minimamente competente ou preocupada com o país.
O Brasil inteiro conheceu a seleção escolhida pelo descondenado. E não foi porque seus componentes marcaram gols no passado, e sim pelos "lances sensacionais" de, grande parte deles, que ocupou manchetes policiais.
Mais uma vez LULA NA VANGUARDA DO ATRASO. O chefe do PT nem esperou o dia de sua posse para confirmar a opção pelo passado. Por fim, o petista ainda ameaçou aqueles que perderam as eleições: “Fiquem quietinhos”.
Relembre os "jogadores" escolhidos pelo petista para iniciar o desgoverno previsto. Boa parte dele estará concorrendo nas próximas eleições. Cabe ao eleitor reprová-los também pelas más administrações do desgoverno.
- Educação, Camilo Santana (PT-CE)
- Desenvolvimento Agrário e Familiar, Paulo Teixeira (PT-SP)
- Meio Ambiente, Marina Silva (Rede-SP);
- Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB-MS);
- Povos Indígenas, Sônia Guajajara (Psol-SP);
- Transportes, Renan Calheiros Filho (MDB-AL).
- Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB-SP)
- Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR)
- Casa Civil, Rui Costa (PT-BA)
- Fazenda, Fernando Haddad (PT-SP)
- Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)
- Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo (PT-MG)
- Esportes, André Fufuca (PP-MA)
- Cidades, Jader Filho (MDB-PA)
- Igualdade Racial, Anielle Franco (PT-RJ)
- Agricultura. Pecuária, Carlos Fávaro (PSD-MT)
- Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França (PSB-SP)
"Tudo se resume a um projeto pessoal de poder de um narcisista que, neste caso, contrariando a música de Caetano, seu defensor nos palcos da esquerda artística regada a incentivos fiscais, detesta um espelho. Afinal, espelhos não inventam, não criam narrativas, só refletem a realidade que o Brasil quer superar, deixar para trás e seguir em frente", concluiu Piotto em seu artigo já mencionado.
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07 fevereiro 2026
O retrato de um Brasil de cabeça para baixo

É o que expõe a reportagem de capa da revista Oeste deste final de semana. A matéria mostra um dos túneis do abismo vivido pelo Brasil sob a "governança" do PT. Obviamente a maior parte dos brasileiros, e o mundo também, conhecem o fundo do abismo em que o Brasil foi arremessado.
Parte da Carta ao Leitor é reproduzida no texto abaixo e ilustra e fomenta a leitura da íntegra do artigo.
*. *. *
Depois de virar o mundo de ponta-cabeça para atribuir ao país um falso protagonismo e a doutrina igualmente artificial do “Sul Global”, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está perto de prestar outro tremendo desserviço ao Brasil. Pior: desta vez, os danos provocados podem ir muito além de constrangimentos ou do abastecimento da usina de memes da internet.
O presidente do instituto (e idealizador do mapa-múndi invertido), Marcio Pochmann, vem afastando servidores experientes e qualificados que discordam dos seus métodos e ideias e se recusam a submeter o trabalho técnico a diretrizes ideológicas. Ocorre que o IBGE, que ainda trabalha com base no retrato econômico de 2010, está prestes a concluir a revisão do PIB amparado nos dados de 2021. Como os números do instituto orientam a tomada de decisões que influenciam na vida do país, estatísticas eventualmente contaminadas não produzem ruído — produzem dano.
“Estatística é leitura que dá sono em muitos brasileiros, mas é essencial para tomadores de decisão”, argumenta Eugenio Esber em artigo de capa da revista Oeste esta semana. “Isso diz respeito não apenas a grandes empresas ou investidores”. O índice de inflação, por exemplo, regula contratos de aluguel. A medição de preços determina o consumo. Salários, juros e políticas públicas dependem desses números. Ao contrário de mapas surrealistas, que só provocam riso, estatísticas balizadas por linhas ideológicas podem produzir desastres econômicos.
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06 janeiro 2026
8 DE JANEIRO: A fuga das autoridades

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03 janeiro 2026
"A era da Ladroagem" - Para o ChatGPT é impossível responder sobre todos os casos de corrupção produzidos pelo PT
Neste dezembro/2025, a Revista Oeste fez a pergunta ao ChatGPT: poderia relacionar todos os casos de corrupção produzidos pelo PT no primeiro quarto de século? Resposta: “Posso — mas ‘todos’ (no sentido literal) é praticamente impossível, porque há centenas de casos municipais/estaduais, representações eleitorais, inquéritos, ações de improbidade etc.”
Muita gente imaginava que a inteligência artificial só não encontraria respostas para três perguntas: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Sabe-se agora que a IA ainda não consegue memorizar todas as roubalheiras consumadas pela seita que tem num ex-presidiário o seu único deus.
O PT não inventou a corrupção. Maracutaias de distintas dimensões ocorrem desde a chegada das caravelas de Cabral. Mas criou a figura do condenado à eterna impunidade e anexou o roubo que não dá cadeia aos usos e costumes nacionais.
É o que nos revela o artigo "A era da Ladroagem", de Augusto Nunes deste fim de semana na Oeste. Augusto nos diz que os primeiros 25 anos do século, examinados de perto, resumem o programa da companheirada: todo militante leal aos chefes do partido merece ganhar muito dinheiro num cargo de confiança. De preferência, sem trabalhar demais. Sem extremista de direita por perto, o roubo é livre.
Delinquente contumaz: “Desde que chegou ao poder pela primeira vez — e mesmo antes disso —, o PT construiu um nada invejável histórico de escândalos.” (Eliziário Goulart Rocha).
A relação, ano a ano, começa em 2001com Toninho do PT: Antônio da Costa Santos, prefeito de Campinas, que foi assassinado a tiros depois de sair de um shopping. O crime permanece sem solução definitiva.
Assim como o ChatGPT, Augusto, em seu artigo, obviamente não tinha espaço para citar todos os casos de corrupção do PT. Escolheu apenas um por ano, concluindo com o caso do INSS em 2025. Já é um resumo de bom tamanho.

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31 dezembro 2025
Estatais federais têm maior deficit da série histórica
Reduzir o tamanho do Estado (a parte ineficiente) é algo que não faz parte dos planos de Lula.
Uma das primeiras providências que tomou ao vencer (?) a disputa pelo Planalto em 2022 foi deixar claro que praticamente acabaria com o PND (Plano Nacional de Desestatizações). Assim foi feito.
Aqui não se advoga a tese de que seja possível o Brasil se desfazer da noite para o dia de uma centena de empresas, algumas tão complexas como a Petrobras. O que é necessário é planejar o desembarque do Estado.
No governo anterior, foi privatizada a BR Distribuidora. O Brasil era dono de postos de gasolina Hoje, não é mais. É difícil encontrar alguém sensato que defenda com um argumento sólido a necessidade de o Estado brasileiro ser dono de postos.
Muitas outras empresas poderiam também ser privatizadas. Sob Lula essa possibilidade inexiste. Para a administração petista, o deficit das empresas estatais na casa dos bilhões de reais não é rombo, mas investimento “com dinheiro que estava em caixa”.

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20 dezembro 2025
Governo Lula volta ao centro da bandalheira no INSS
Editorial, Folha de S. Paulo (20/12/2025)
Prisão de número 2 do ministério e suspeita sobre senador do PDT expõem inoperância em reestruturar o setor
São evidentes a omissão e a incúria na gestão; o pagamento de benefícios previdenciários anda pela casa de R$ 1 trilhão ao ano. A Polícia Federal prendeu na quinta-feira (18) Adroaldo da Cunha Portal, secretário-executivo da Previdência Social, segundo nome mais importante da pasta. Portal é suspeito de ter recebido propina a fim de facilitar o roubo de benefícios previdenciários, desviados sob pretexto de serem contribuições a associações e sindicatos. O esquema bilionário foi escancarado em abril pela Operação Sem Desconto. Portal foi promovido em maio pelo ministro Wolney Queiroz (PDT), que substituiu seu correligionário Carlos Lupi, abatido pelo escândalo. O agora ex-secretário-executivo ocupava o cargo de secretário de Regime Geral de Previdência desde 2023. Antes disso, fora assessor de mais um pedetista, o senador Weverton Rocha (MA), também objeto de investigações sobre as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta ao centro da bandalheira porque não se ocupou de renovar a administração de um serviço inoperante, no mínimo, e incrustado de corrupção, a se confirmarem as suspeitas da PF. Não se sabe se Portal é pessoalmente culpado, o que depende da Justiça, mas são evidentes a omissão e a incúria na gestão. Registre-se que o pagamento de benefícios previdenciários anda pela casa de R$ 1 trilhão ao ano, o equivalente a 43% da despesa federal não financeira. O número de requerimentos de benefícios previdenciários à espera de solução chegou a 2,862 milhões em outubro, estoque que cresceu 49% em um ano. Nada se fez de relevante para reformar uma estrutura decrépita, com problemas no INSS, na Dataprev e na perícia médica. Com providências duras e tempestivas para rever esse quadro, o governo poderia ter notado também o roubo do dinheiro de aposentados e pensionistas. Nada se fez, porém, nem quando houve alertas por parte de procuradores federais, Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União, além de queixas dos beneficiários e reportagens jornalísticas. Alega-se que o esquema começou sob outros presidentes da República, o que é verdade. Mas tal desculpa apenas expõe a inércia da atual administração, durante a qual os montantes dispararam. Quando o esbulho se tornou caso de polícia público, o governo relutou em demitir Lupi. Quando o fez, nomeou para o posto um aliado e número dois do ministro caído, Queiroz. O presidente do INSS com Lupi, Alessandro Stefanutto, foi demitido em abril, entre outros da cúpula do ministério, e preso em novembro. No entanto integrantes do mesmo grupo político do PDT continuaram a ter cargos e influência na pasta. Para Lula, que passa até pelo constrangimento de ter um filho citado numa mensagem investigada pela Polícia Federal, não resta saída correta além de promover uma reestruturação completa do setor. Se vier mesmo a fazê-lo, já será com enorme atraso.
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19 dezembro 2025
Aumenta a insatisfação da turma que fez o L
Em 3 anos de governo, Lula não aumentou seu eleitorado. Ao contrário, desde 2023, viu sua desaprovação entre quem o elegeu aumentar consideravelmente. Eis os resultados divulgados esta semana.


Há um ano, pesquisa PoderData realizada de 14 a 16 de dezembro de 2024 mostrou os números abaixo.

Não é difícil se concluir que a aprovação do governo Lula caiu de 78% para 46,5%, uma queda de 31,5% e sua reprovação saltou de 18% para 48,9%, um salto de 30,9%.
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15 dezembro 2025
Chegamos ao fim de 2025. Qualidade de vida e o futuro dos brasileiros estão em risco

Estamos nos últimos dias de 2025, infelizmente com vários recordes negativos: o brasileiro nunca pagou tanto imposto, sem ver melhorias nos serviços públicos.
Em 2025, o governo abocanhou 32,2% de tudo o que foi produzido no país! A taxa de juros termina nas alturas, em 15%, pois o Banco Central continua a sinalizar juros altos por "período bastante prolongado“ para conter a inflação. Analistas apontam que o aumento de impostos contribui para que o Brasil se torne um país mais pobre e menos competitivo no ranking internacional.
Enquanto o governo se recusa a cortar custos, acabar com o inchaço da máquina pública ou privatizar estatais deficitárias, a solução é sempre a mesma: tirar o dinheiro de quem trabalha.
A dívida pública pode bater no ano que vem em 84% do PIB, bem acima do prometido no arcabouço fiscal - que é uma fantasia, pois temos centenas de bilhões de reais fora da meta.
Eis o balanço da gastança de três anos do PT, que ainda jogou no buraco os Correios e também bateu recorde de criação de cargos de confiança para a companheirada. É a qualidade de vida e o futuro dos brasileiros que estão em risco.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.