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Mostrando postagens com marcador PT - Partido dos Trabalhadores. Mostrar todas as postagens
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23 agosto 2026

Traidor da Constituição é traidor da Pátria





As imagens acima expressam a situação atual do Brasil. São afrontas aos brasileiros vindas de onde deveriam jorrar o inverso. Mas não é uma novidade. O tema já foi explicitado em outras ocasiões há muito tempo mundo afora.

Quando o Ocidente, por bons ou maus modos, pôs fim ao absolutismo monárquico, destacaram-se dois modelos de limitação do poder político: o britânico, construído a partir da Revolução Gloriosa de 1688, e o estadunidense, instituído com a independência de 1776. Os artífices desta última conheciam bem o modelo institucional vigente na Inglaterra. Com bom proveito, haviam estudado O Espírito das Leis, que Montesquieu publicara poucos anos antes. Tempos brutos na América, mas quem sabia ler, lia.

“Todo poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Lord Acton

Lord Acton (John Emerich Edward Dalberg-Acton, 10/01/1834 – 19/06/1902), eminente historiador inglês do século XIX, que elegeu os principais inimigos da liberdade. 

Ali estava a tripartição do poder, pondo a funcionar o sistema de freios e contrapesos, para evitar que qualquer deles saísse de controle. Seria a esse modelo que o Brasil aderiria nas suas constituições democráticas, adotando, com igual intuito (o de fracionar o poder político), o federalismo vigente nos Estados Unidos. 

Só que não. Em momento algum foram providas, no Brasil, as precondições necessárias para a efetiva autonomia dos entes federados. A experiência republicana associou a palavra “federal” à ideia de governo central, do qual dependem, em proporções variáveis, estados e municípios. No encadeamento dessa tradição, foram ganhando força crescente as expressões “federal”, “nacional”, “central”, “geral”, “único”, entre outras. Tal fenômeno reflete a permanência de práticas que concentram o poder político na capital da República – um hábito intoxicante.

A corrupção colossal que estamos vendo em Brasília é expressão política e apocalíptica de uma brutal concentração de poder. É sintoma visível da servidão a que fica relegada a nação quando artifícios são montados para perenizar autoridades, posições e acesso a meios abundantes, agindo de modo autônomo e... fora de controle.

Brasília, nosso mostruário de excessos, é referência sensível da concentração de autoridades gerando autoritarismo, de poder gerando abuso e de arrogância gerando narcisismo.

Liberdade rima com prosperidade. Toda ideologia que limitou a liberdade e dirigiu a economia, pode até ter tido sucesso à princípio. No passar do tempo, a derrocada é inevitável. Exemplos? Fascismo, Nazismo, Comunismo, Chavismo, Petismo.




Se comprovado, há possíveis crimes de responsabilidade:

  • LULA — atentado ao livre exercício do Poder Judiciário — art. 85, II, da Constituição.
  • MORAES — atividade político-partidária e/ou conduta incompatível com a honra, dignidade e decoro da função — art. 39, itens 3 e 5, da Lei 1.079/50.
  • ALCOLUMBRE — eventual responsabilização dependerá dos atos praticados, além de possível quebra de decoro parlamentar — art. 55, II, da Constituição.

07 agosto 2026

A esquerda no poder. Seu único talento é destruir

Adicionalmente ao que já se disse neste artigo, "Brasil fasciolulista", a Revista Oeste, no. 334, que acabou de ir ao ar traz, com perfeição, uma das imagens do Brasil oriunda dos quase vinte anos de governos petistas - a esquerda no poder. Seu resumo está exposto na Carta ao Leitor, copiada após o discurso do Sr. Marco Rubio.

É um relato de conteúdo arrasador para um país que sempre foi denominado como o "País do Futuro" pelos maiores estudiosos e escritores do ramo.

As justificativas para tais acontecimentos se encaixam como uma luva nas palavras do recente discurso do Secretário de Estado americano, Sr. Marco Rubio, cujo texto abaixo está disponível nas redes sociais.

Sobre um mundo melhor

«A violência da esquerda não é um “protesto”. É uma revolta dos piores contra os melhores. É a birra dos fracos, dos medíocres e dos covardes contra os fortes, os capazes e os bons.

São aqueles que não sabem construir, criar, nem realizar nada grandioso… E por isso decidem se vingar do mundo, destruindo o que outros ergueram com esforço, talento e visão.

Isso é o esquerdismo radical, em sua essência mais pura. Não importa a etiqueta do momento: anticapitalista, anti-imperialista, comunista, anarquista, marxista, “progressista” ou “ativista climático”. O DNA é sempre o mesmo.

É ressentimento venenoso, disfarçado de “justiça social”.

É inveja podre, maquiada de “igualdade”.

É ódio à excelência, embrulhado em bandeiras de “liberação”.

Seu único talento é destruir.

Sua única alegria é sujar o que é belo.

Seu único objetivo é arrastar tudo para baixo, para que ninguém brilhe mais que a sua própria mediocridade.

Por meio da violência, do terror e do cancelamento, buscam impor sua feiura espiritual à sociedade. Não é idealismo. Não é utopia. É niilismo puro com um sorriso moralista.

O velho dogma se enganou: isso não vem de gente que sonha com um mundo melhor, mas vem de gente que não suporta que o mundo seja melhor sem eles.

E já estamos fartos.

A civilização não se defende, pedindo perdão. Ela se defende, nomeando o inimigo pelo nome.

Marco Rubio, 16/07/2026


Carta ao leitor

Um levantamento feito pela repórter Rachel Díaz constatou que apenas os seis maiores escândalos de corrupção ocorridos nos últimos 20 anos no Brasil somam quase R$ 116 bilhões. A cifra equivale a R$ 5,8 bilhões a cada 12 meses. Ou R$ 15,9 milhões por dia. Ou R$ 662 mil por hora. Ou R$ 11 mil por minuto. 

O dinheiro, que saiu do bolso dos pagadores de impostos, poderia melhorar consideravelmente os serviços públicos. “Para dimensionar o tamanho da cifra, R$ 116 bilhões seriam suficientes para construir 58 mil unidades básicas de saúde ou 10,5 mil escolas de tempo integral”, compara Rachel. 

O top 5 da lista inclui dois episódios ainda em andamento. Com R$ 12,2 bilhões, o Banco Master já garante a medalha de bronze (atrás apenas dos escândalos dos Fundos de Pensão — quase R$ 55 bilhões — e do Petrolão — pouco menos de R$ 43 bilhões). Além de integrantes do Executivo e do Legislativo, membros do Judiciário estão envolvidos até o pescoço nas falcatruas de Daniel Vorcaro. Como observa Augusto Nunes, desde 9 de dezembro de 2025, Alexandre de Moraes mantém absoluto silêncio sobre o contrato de R$ 129 milhões celebrado entre o banqueiro bandido e o escritório de sua mulher, Viviane Barci. 

Por enquanto em quarto lugar, o escândalo do INSS voltou ao noticiário político-policial depois que o Supremo Tribunal Federal instaurou o terceiro inquérito contra Lulinha, filho mais velho de Lula com Marisa Letícia. Na reportagem de capa, Cristyan Costa revela os bastidores das investigações policiais, os negócios suspeitos e os indícios de corrupção que marcam a trajetória profissional de Lulinha. 

Em meio a brigas familiares e ao avanço de operações da PF, o ex-monitor do zoológico de São Paulo que virou megaempresário já no primeiro mandato do pai mudou-se para a Espanha em julho de 2025. Três meses antes, havia estourado o escândalo do INSS. Agora, evita dar as explicações que deve.

Além do cargo de filho de presidente da República, outras profissões no Brasil garantem lucros de dar inveja a muitos figurões de Wall Street. A maioria delas está ligada ao poder público e à burocracia estatal. 

Na primeira colocação estão os donos de cartório, com rendimento anual de R$ 2,4 milhões. Em seguida aparecem juízes, promotores e procuradores do Ministério Público (R$ 1,1 milhão por ano cada). 

No Brasil real, onde 82% das famílias estão endividadas, as coisas são muito diferentes. Como lembra a reportagem de Artur Piva, a média salarial do trabalhador no país gira em torno de R$ 3,6 mil por mês — menos de R$ 50 mil por ano. Enquanto a maioria da população não tem como pagar sequer despesas básicas, uma casta de privilegiados vê cair cifras milionárias em sua conta todos os meses.

Os cintos de quem já tem pouco vão ficar ainda mais apertados. A reforma tributária prevista para 2027 não só vai tirar mais dos cidadãos para engordar os cofres do governo como criará também uma tremenda confusão, explica Adalberto Piotto.

É nesse mundo dos escândalos bilionários, privilégios bancados pelo contribuinte e impostos cada vez maiores que os brasileiros decidirão quem será o próximo presidente da República.

Flávio Bolsonaro acaba de escolher o relator da CPMI do INSS para ser seu vice na disputa de outubro. Sarah Peres traça o perfil de Alfredo Gaspar. O deputado federal por Alagoas, que foi promotor de Justiça e conhece a insegurança pública de perto, pode ajudar a angariar votos no Nordeste.

Rodrigo Constantino acredita que as eleições deste ano devem ser encaradas como um plebiscito: a questão é tirar Lula do poder ou manter tudo do jeito que está. Para isso, a união dos conservadores é mais necessária do que nunca. 

Boa leitura.

Branca Nunes
Diretora de Redação

01 maio 2026

Em 61 páginas o PT reescreve seu futuro com os ideais da década de 60

Impropérios constam na mais nova versão do programa do Partido dos Trabalhadores (PT). Intitulado Documento de programa para o VIII Congresso, o texto ocupa 61 páginas e está dividido em cinco tópicos que reforçam o pensamento petista nos mais diferentes campos, de políticas socioeconômicas no âmbito nacional às relações exteriores. O mentor intelectual é uma figura que, mesmo com condenações na Justiça, jamais se afastou do comando do PT: José Dirceu.

Dirceu discursou no congresso anual do PT, que ocorreu no último fim de semana, em Brasília. No evento, foi aprovado o manifesto que serve como resumo do programa elaborado pelo ex-ministro. 


1. Denunciar como “sequestro” a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por há quase 70 anos. 

2. Elogiar o “papel moderador” da China no cenário global atual. 

3. Atacar o “imperialismo decadente” dos Estados Unidos. 

4. Marcar posição contra liberdades econômicas e da imprensa. 

5. Advogar em prol da diminuição de poder das Forças Armadas e do Judiciário. 


Aos 80 anos, ele, que foi ministro-chefe da Casa Civil no início do primeiro governo de Lula, cumpriu temporadas na cadeia por causa de envolvimento com dois dos maiores esquemas de corrupção do país: o Mensalão e o Petrolão. Em vez do ostracismo, o petismo oferece a Dirceu o papel de protagonista. Além de idealizar o projeto do partido, ele almeja voltar a ter status de autoridade e, para isso, se apresenta como pré-candidato a deputado federal por São Paulo, cargo para o qual já foi eleito em 1998 e 2002.


Dirceu, além de defender o conteúdo presente no material, afirmou que o principal objetivo deste ano será “derrotar a família Bolsonaro”. “Derrotar a intervenção externa”, oficializar o PT como partido socialista e “quebrar a ortodoxia neoliberal” foram outros mantras ditos pelo ex-ministro, que acabou sendo tietado por militantes.

Vale relembrar o que concluiu o jornalista Otávio Cabral em seu livro "Dirceu, a biografia". 

"Saíra de Passa Quatro na infância sonhando em mudar o mundo. Liderava um movimento de estudantes que pretendia enfrentar o regime militar, mas foi preso. Tentara voltar ao Brasil como líder de uma organização guerrilheira que derrubaria o governo pela armas, mas acabou tendo de voltar à clandestinidade, com seu grupo dizimado. Ajudara a construir um partido de trabalhadores, que chegaria o poder, porém longe de cumprir as promessas de mudar práticas políticas políticas vigentes no país. Sonhara, desde aquela conversa com a mãe, aos 8 anos, em ser presidente da República. Mas o sonho de uma vida acabaria enterrado pelo mensalão. José Dirceu de Oliveira e Silva jamais chegou a lugar nenhum." 


Além de sua participação no mensalão, o livro também assinala outros episódios típicos de sua atuação na esquerda brasileira. Entre eles, um que relata que, por sua determinação, foi realizado o sequestro, seguido de prisão e sevícias do então universitário João Parisi Filho, estudante da Universidade Mackenzie.

Naquela ocasião José Dirceu liderava o movimento estudantil de esquerda e tinha se aquartelado nas dependências do Conjunto Residencial da USP, o Crusp, o qual era também usado, pelo movimento estudantil, como delegacia e como local para o armazenamento de munições, armas e livros considerados subversivos. 






 

26 abril 2026

Haddad mente novamente e diz que 80 anos de Lula são “ativo” eleitoral do PT



Fernando Haddad disse neste domingo (26.abr.2026), no encerramento do 8º Congresso do PT, em Brasília, que a idade de Lula é uma vantagem eleitoral.


“Os seus 80 anos são um grande ativo que nós temos. Toda a experiência de uma vida. São 50 anos de luta. Eu ouço falarem para a gente desde os anos 70. São 50 anos de luta, sendo sempre sem negociar compromissos e ideias, sempre sem abrir mão daquilo que ele acredita e que todos nós acreditamos. Isso é patrimônio”, afirmou.


Para Haddad, reconduzir Lula à presidência em 2022 foi “questão de honra e de desagravo” depois de um governo que, segundo ele, destruiu o Estado brasileiro. Por isso, classificou a reeleição do presidente como imperativa.

“A reeleição do Lula é um imperativo do nosso futuro. Lula vai concorrer com o filho do Bolsonaro, uma família que só entregou caos. Há 30 anos fazendo a pior política da história do país”, disse. “Eles são a reação ao colapso de uma agenda que deu errado. Nós somos o antídoto disso.”

Você leitor e mesmo muitos outros brasileiros já perceberam o ponto comum existente nas duas falas: de Haddad e de Lula nos últimos dias. E isso é tudo o que você precisa saber para entender o Brasil de hoje.

Esse golpe em câmera lenta não parte da oposição ou de conspiradores caricatos, mas da ocupação estratégica das instituições para consolidar o poder de um partido. O Partido dos Trabalhadores, historicamente envolvido em escândalos como o Mensalão e o Petrolão, hoje utiliza o STF como extensão de seu projeto político.

O Congresso, cada vez mais enfraquecido, tem sido relegado ao papel de figurante, enquanto o governo recorre ao STF para governar por meio de decisões que desequilibram os Poderes e transformam o Judiciário em legislador informal.

O povo brasileiro já enfrentou grandes desafios. Assim será novamente. Não há golpe mais poderoso do que a verdade, ecoada por uma sociedade determinada a preservar sua liberdade. O futuro do Brasil exige coragem — e essa coragem está em curso, como mostram as recentes pesquisas.



03 janeiro 2026

"A era da Ladroagem" - Para o ChatGPT é impossível responder sobre todos os casos de corrupção produzidos pelo PT

    Neste dezembro/2025, a Revista Oeste fez a pergunta ao ChatGPT: poderia relacionar todos os casos de corrupção produzidos pelo PT no primeiro quarto de século? Resposta: “Posso — mas ‘todos’ (no sentido literal) é praticamente impossível, porque há centenas de casos municipais/estaduais, representações eleitorais, inquéritos, ações de improbidade etc.”

    Muita gente imaginava que a inteligência artificial só não encontraria respostas para três perguntas: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Sabe-se agora que a IA ainda não consegue memorizar todas as roubalheiras consumadas pela seita que tem num ex-presidiário o seu único deus. 

    O PT não inventou a corrupção. Maracutaias de distintas dimensões ocorrem desde a chegada das caravelas de Cabral. Mas criou a figura do condenado à eterna impunidade e anexou o roubo que não dá cadeia aos usos e costumes nacionais.

    É o que nos revela o artigo "A era da Ladroagem", de Augusto Nunes deste fim de semana na Oeste. Augusto nos diz que os primeiros 25 anos do século, examinados de perto, resumem o programa da companheirada: todo militante leal aos chefes do partido merece ganhar muito dinheiro num cargo de confiança. De preferência, sem trabalhar demais. Sem extremista de direita por perto, o roubo é livre.

    Delinquente contumaz: “Desde que chegou ao poder pela primeira vez — e mesmo antes disso —, o PT construiu um nada invejável histórico de escândalos.” (Eliziário Goulart Rocha).

    A relação, ano a ano, começa em 2001com Toninho do PT: Antônio da Costa Santos, prefeito de Campinas, que foi assassinado a tiros depois de sair de um shopping. O crime permanece sem solução definitiva.

    Assim como o ChatGPT, Augusto, em seu artigo, obviamente não tinha espaço para citar todos os casos de corrupção do PT. Escolheu apenas um por ano, concluindo com o caso do INSS em 2025. Já é um resumo de bom tamanho.




26 julho 2025

A USP está igual a seu edifício, decadente

 

    Manifestantes de diversas entidades da sociedade civil se reuniram, na manhã desta sexta-feira (25), no salão nobre da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, no centro de São Paulo, para defender a soberania nacional, tendo como pano de fundo a taxação anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que entrará em vigor a partir de 1º de agosto.

    Uma carta-manifesto afirmou: “Nossa soberania não está à venda e não será negociada”. O discurso de “soberania nacional” é pura encenação. Há quase um século, movimentos de esquerda atuam sob forte influência internacional. Primeiro, vieram os comunistas, diretamente subordinados à linha de Moscou; depois, o aparato ONGueiro, que nos governos petistas se infiltrou profundamente em praticamente todos os setores do Estado.

    Nada surpreendeu. A esquerda brasileira sofre da hipocrisia-raiz, uma doença sem cura.




A linha de frente dos anti-imperialistas

    Questionou-se o @grok (IA do X) sobre o perfil dessa linha de frente. Sem nenhuma supresa recebeu-se a modesta resposta copiada a seguir.



    É recomendável se apontar os equívocos do Grok, no caso de Casagrande que não está presente. Possivelmente o trocou por Juca Kfouri, pois ambos são comentaristas esportivos. Igualmente, na linha de frente, não está visível Aloizio Mercadante embora tenha comparecido ao evento.

    Não obstante hoje posem de nacionalistas, militantes de esquerda sempre atuaram sob forte influência soviética ao longo do século XX. Desde a fundação do Partido Comunista Brasileiro, em 1922, passando pela Intentona Comunista de 1935 e pelas diretrizes recebidas de Moscou durante a Guerra Fria, esses grupos seguiam agendas externas travestidas de projetos nacionais.

    A retórica patriótica era apenas fachada. Enquanto pregavam “independência” e “defesa do Brasil”, obedeciam ordens de fora, recebiam financiamento e treinamento ideológico de organismos ligados ao Kremlin. Essa dependência moldou toda uma geração de lideranças de esquerda e estruturou partidos, sindicatos e movimentos sociais em redes alinhadas aos interesses estratégicos da URSS. Esse histórico ajuda a explicar por que, ainda hoje, parte da esquerda brasileira mobiliza discursos nacionalistas apenas quando lhe convém, sem jamais romper de fato com a lógica de subordinação a agendas e financiadores internacionais.

11 julho 2025

Defenda o Brasil do PT

 


    Ganharam manchetes e continuam nos "trends" os comentários, opiniões, pronunciamentos, ... que surgiram logo após a divulgação da carta que Trump endereçou para Lula, estabelecendo possível aplicação de uma tarifa de 50% aos produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos. Não há nenhuma dúvida de que Trump apenas reagiu aos pronunciamentos de Lula. Alguns deles resumidos neste vídeo.



    Uma curta e precisa análise do assunto foi feita pelo deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança reproduzida nesta imagem.



    Por outro lado, o que tem dito Lula e sua cumpanheirada em reação ao Trump só nos faz lembrar e reiterar que Lula está ocupando um lugar que não mais deveria. No noticiário já se tonaram permanentes as mesmas notícias que os brasileiros já ouviram nos governos anteriores do PT. Desde o mensalão, o petrolão e por aí vai. Mais recentemente, agora em 2025, a corrupção no INSS. E não fica só nisso. Há também registros da má ocupação de toda a máquina administrativa do governo por pessoas despreparadas para assumirem as diversas funções. Até o ministro da fazendo declarou que não sabe nada de economia. Parece que de outras coisas também.

    Não é difícil se concluir, portanto, que camisetas, faixas, adesivos, ... mais adequadas para o futuro do país DEVEM incluir  essa mensagem: "Defenda o Brasil do PT", dando início as manifestações pedindo o impeachment de Lula.

Defenda o Brasil do PT




    Ganharam manchetes e continuam nos "trends" os comentários, opiniões, pronunciamentos, ... que surgiram logo após a divulgação da carta que Trump endereçou para Lula, estabelecendo possível aplicação de uma tarifa de 50% aos produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos. Não há nenhuma dúvida de que Trump apenas reagiu aos pronunciamentos de Lula. Alguns deles resumidos neste vídeo.



    Uma curta e precisa análise do assunto foi feita pelo deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança reproduzida nesta imagem.



    Por outro lado, o que tem dito Lula e sua cumpanheirada em reação ao Trump só nos faz lembrar e reiterar que Lula está ocupando um lugar que não mais deveria. No noticiário já se tonaram permanentes as mesmas notícias que os brasileiros já ouviram nos governos anteriores do PT. Desde o mensalão, o petrolão e por aí vai. Mais recentemente, agora em 2025, a corrupção no INSS. E não fica só nisso. Há também registros da má ocupação de toda a máquina administrativa do governo por pessoas despreparadas para assumirem as diversas funções. Até o ministro da fazendo declarou que não sabe nada de economia. Parece que de outras coisas também.

    Não é difícil se concluir, portanto, que camisetas, faixas, adesivos, ... mais adequadas para o futuro do país DEVEM incluir  essa mensagem: "Defenda o Brasil do PT", dando início as manifestações pedindo o impeachment de Lula.









04 março 2025

Zé Dirceu: PT terá três mandatos consecutivos na Presidência

    Sabe-se que nos bastidores petistas, sua principal liderança, Zé Dirceu, defende que o projeto do PT deve ser executado ao longo de três mandatos consecutivos na Presidência, com a reeleição de Lula em 2026.

    A bizarrice maior na fala de Zé Dirceu reside no fato de que o PT, seus membros e seu líder estão enlaçados em páginas e mais páginas de relações íntimas com comunistas pelo mundo. E é na direção do comunismo que os participantes do governo, muitos deles não mais escondem que são comunistas, estão agindo de forma deliberada, seguindo a cartilha das piores ditaduras já implantadas no mundo e contam, pra isto, com a colaboração irrestrita do ativismo judicial.

    Para essa questão, a solução universal marxista é sempre “derrubar a classe dominante” e implantar uma certa “ditadura do proletariado”. É lógico que esse termo sempre causa estranheza. Afinal, ditadura é uma coisa ruim, certo? Nem sempre, apressam-se a explicar os teóricos marxistas (eles estão em todos os lugares). Na verdade, a tal “ditadura do proletariado” é o reino da “justiça social”, onde ninguém será mais dono de nada e todo mundo será feliz. 

Max

    Como se pode esperar que uma teoria de salvação do mundo pudesse ser criada por um homem (Max) incapaz, moral e fisicamente, de criar, nutrir e proteger a própria família? Como esperar uma teoria geral das relações econômicas vinda de uma pessoa incapaz de prover o seu próprio sustento e o de seus filhos Apesar disso, ainda encontramos muitos marxistas no mundo de hoje. Por quê? 

    Quem explica é A. C. Grayling, que diz que as ideias marxistas continuam a exercer influência na cultura e na filosofia: 

"Principalmente na análise e na crítica de tendências nas artes e na mídia, em certas escolas de pensamento sociológico, no pensamento feminista, e como uma posição conveniente para críticos de quase todos os assuntos. No confortável mundo dos professores universitários assalariados, a retórica marxista pode ser combinada com, digamos, ideias lacanianas — na verdade, com qualquer ideia — para produzir dissidência instantânea e sob medida."

    Como uma espécie em extinção, o marxismo encontrou no meio acadêmico seu último refúgio. O marxismo é muito útil para aqueles que precisam aparecer e chamar a atenção da mídia, mas não têm nada a dizer. É o que tem acontecido no Brasil.

02 março 2025

Lula e o PT são teimosos

    Ao longo de sua história, o PT sempre defendeu que o combate à inflação deve ser realizado por meio do controle de preços de combustíveis, incentivos setoriais e uma política cambial que reduza a volatilidade da moeda.

    Em 1986, Aloizio Mercadante foi escalado pelo PT para defender o Plano Cruzado, que estabelecia o congelamento de preços. Fantasiado de “fiscal do Sarney”, o petista fez elogios à medida econômica, que confirmou ser um inevitável fracasso meses depois. O vídeo antigo sempre volta a circular nas redes sociais quando o assunto em discussão retorna a esse tema.

    Não poderia ser diferente. Além da indicação de Mercadante para o BNDES, o time econômico de Lula ainda tem o Haddad, que declarou ter estudado economia apenas durante dois meses. Os demais nomes indicados para outros cargos governamentais seguiram/seguem o mesmo padrão.


18 janeiro 2025

Sim! Estamos em guerra!

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    Após a segunda guerra as armas utilizadas demonstraram ao mundo o seu alto grau de destruição da espécie humana. Passou-se, em seguida, ao que se chamou de “guerra fria”, travada entre as duas “sobreviventes potências”, os EUA e a URSS, cada qual com seus aliados, conquistados não somente pelo poderio bélico e ameaças, mas também com a propagação de ideologias, há muito escritas e propagadas.

    Outras “armas”, então, passaram a ser utilizadas por ambos os lados, sobretudo em locais sensíveis e de fácil adesão, considerada a fragilidade econômica, cultural e, até mesmo, intelectual de determinado povo ou nação. 

    Goebbels, a fim de tornar positiva aos concidadãos e ao mundo as incursões nazistas e as atrocidades do regime, identificou formas de manipulação de massa tornando o ser humano destinatário de seus atos, incapaz de seguir seus próprios pensamentos e vulnerável às informações criadas por ele (fake news).

    A cultura, como o cinema, o rádio, a televisão passaram a fazer parte das estratégias com a difusão das opiniões e ideias, em conformidade com os interesses dos supostos controladores e manipuladores, oriundos, supostamente, nos ensinamentos do ministro das comunicações da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels (leia os seus 11 mandamentos na nota ao final do artigo).

    A entrevista de Fernando Haddad ontem para a CNN foi um dos pontos mais baixos da história política brasileira. Nunca se viu um ministro da economia tão perdido, tão despreparado, tão politiqueiro, e tão incompetente para o cargo que ocupa. Foi assombroso.

    A maior de todas as mistificações, a que mais provocou vergonha alheia, foi a teoria de Haddad de que Bolsonaro estaria por trás do financiamento do vídeo do Nikolas. O motivo seria Bolsonaro não gostar da Receita Federal. Haddad usou a mesma arma (fake news) da Dilma quando, em 2015, culpou o FHC pelo escândalo do Petrolão, por não ter começado as investigações nos anos noventa. Dilma já estava em seu segundo governo, depois de dois do Lula, mas ainda teve a cara-de-pau de puxar a carta do "culpa do FHC". 

    Sim, esse é o limite moral dessa gente. Haddad tirar da manga o "culpa do Bozo" é mais do que esperado, eram favas contadas, faz parte da cultura interna do partido a arrogância de não reconhecer seus erros. Haddad é a prova de que o PT continua utilizando a arma nazista (fake news) sugerida por Goebbels, não mudou nada. Hilário mesmo é ver o jornalismo militante se fazer de surpreso com isso tudo. Mas ao menos a ficha está caindo para eles e para grande parte da população, graça as redes sociais.

Vídeo

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NOTA

“Na Alemanha, Goebbels mantinha o domínio das emoções do povo e o ministério que dirigia contava com vários departamentos que se ocupavam de cultura e publicidade, rádio, cinema, teatro, música e arte, política, lei e finanças, cerimonial, juventude, problemas raciais e viagens, e o mais curioso: o de proteção contra a contrapropaganda no país e no exterior.”

Goebbels, segundo estudos de seu método, tinha seus próprios 11 mandamentos e que muito bem serviram ao seu propósito:

1- Princípio da simplificação e o único inimigo: Adote uma única ideia, um único símbolo; individualizar o adversário em um único inimig70

2- Princípio do método de contágio: Reúna vários adversários em uma única categoria ou indivíduo; os adversários devem ser constituídos em soma individualizada.

3- Princípio da transposição: Cobrar do adversário os próprios erros ou defeitos, respondendo ao ataque com o ataque. "Se você não pode negar as más notícias, invente outras notícias para distraí-las."

4- Princípio do exagero e da desfiguração: Transforme qualquer anedota, por menor que seja, em uma séria ameaça.

5- Princípio da popularização: “Toda propaganda deve ser popular, adaptando seu nível ao menos inteligente dos indivíduos a quem se dirige. Quanto maior 69massa a ser convencida, menor o esforço mental a ser feito. A capacidade receptiva das massas é limitada e sua compreensão é escassa; além disso, têm uma grande facilidade de esquecimento”.

6- Princípio de orquestração: “A propaga68a deve limitar-se a um pequeno número de ideias e repeti-las incansavelmente, apresentadas continuamente sob diferentes perspectivas, mas sempre convergindo para o mesmo conceito. Sem fissuras nem dúvidas”. É também daí que vem a famosa frase: "Se uma mentira é repetida o suficiente, acaba virando verdade".

7- Princípio de renovação: Novas informaç67s e argumentos devem ser emitidos constantemente em um ritmo tal que, quando o adversário responder, o público já esteja interessado em outra coisa. As respostas do adversário nunca devem ser capazes de neutralizar o nível crescente de acusações.

8- Princípio da probabilidade: Construir argumentos de várias fontes, através dos chamados balões de ensaio ou informações fragmentadas.

9- Princípio do silenciamento: Silenciar questões sobre as quais não há argumentos e ocultar notícias que favoreçam o adversário, também contra programando com a ajuda de mídias afins.

10- Princípio da transfusão: Via de regra, a propaganda sempre opera a partir de um substrato preexistente, seja uma mitologia nacional ou um complexo de ódios e preconceitos tradicionais; trata-se de disseminar argumentos que podem se enraizar em atitudes primitivas.

11- Princípio da unanimidade: Conseguir convencer muita gente que se acha “como todo mundo”, criando uma impressão de unanimidade.

15 janeiro 2025

O desejo do PT de controlar o Estado

    A noite desta terça-feira (14/01/2025) se encerrou com dois fatos nas trends das redes sociais, decorrentes de decisões do desgoverno Lula. Ambas vinculadas a má gestão, o que não é nenhuma novidade.

    A primeira delas sobre o monitoramento de movimentação financeira acima de R$ 5 mil para pessoas físicas. Assunto complicado e mal explicado levou a que muitos traduzissem a normativa como “imposto sobre o Pix”. Não é isso, nem poderia, um imposto, ser introduzido desse modo. Mas é pior que isso! Se fosse sobre o valor de cada Pix, seria uma fração pequena; sobre a renda, acima de R$ 5 mil, pula para 27,5%. Como pode um Estado que não controla a si mesmo e que impõe sigilo às próprias extravagâncias querer, tão afoitamente, controlar as famílias brasileiras?

    O deputado federal Nikolas Ferreira de Minas Gerais disse, através de um vídeo de 4 minutos, que esse assunto envolvendo o Pix está unindo o povo brasileiro e elevando o tom da crítica ao governo federal. Na sequência, o deputado afirma que a pessoa mais afetada com a nova medida do governo será o trabalhador informal e acrescenta: "se já é difícil sem declarar, imagina o PT tirando 27,5% do que você ganha. É impossível sobreviver. E termina perguntando o que aconteceria se abrissem o sigilo de Lula, Rodrigo Pacheco ou de Alexandre de Moaes". As visualizações do vídeo, à meia-noite, já tinha ultrapassado a marca dos 100 milhões, um recorde. E esse número vai aumentar, para desgosto do novo secretário da SECOM, nosso próximo assunto após o vídeo do Nikolas.



GOVERNO FALA EM "COMBATER MENTIRAS", MAS VIVE DELAS


    O novo ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, declarou logo após tomar posse na SECOM:
"O objetivo é informar e passar a verdade... É preciso identificar quem faz fake news e puni-los, porque geralmente prejudicam os mais simples e que a desinformação é o “grande mal da humanidade”.

 

Ops, considerando que o governo constantemente distorce os fatos, fica claro que o verdadeiro alvo são as vozes que ousam expor a realidade. É a velha tática: acusar os outros do que eles mesmos fazem, repetindo mentiras até que pareçam verdade, já dizia Joseph Goebbels Ministro da Propaganda na Alemanha Nazista entre 1933 e 1945.
    
    Nas redes sociais foi repetido que "a liberdade de expressão é que desvirtua todo e qualquer extremismo. É pelo debate que pontos de vista extremos se diluem. E isso é o básico do básico do básico de uma democracia. Pena que o responsável pela comunicação do governo não saiba".

    Da mesma forma foi "ridícula a postura do novo membro do governo. Um repetidor de bordões e que se permite produzir fakes absurdos em sua fala elogiando um gestor desonesto e incompetente, completamente sem rumo, gastador, perdulário e inconsequente. Vai ter muito trabalho!"