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16 setembro 2026

ASI - Qual a melhor estratégia para o seu desenvolvimento?

Cresce a especulação de que a superinteligência artificial, ou ASI — um conceito de difícil definição, vagamente descrito como modelos de IA que superam vastamente as capacidades humanas em todas as tarefas e domínios — poderia surgir em poucos anos. Em contrapartida, os principais modelos de IA atuais superam as capacidades humanas apenas em áreas restritas, como matemática e processamento de dados, ficando aquém do desempenho humano em áreas como bom senso e raciocínio profundo. O surgimento da ASI poderia trazer um progresso econômico e científico vertiginoso ou viabilizar avanços militares revolucionários, capazes de alterar o equilíbrio global de poder. No entanto, também poderia transformar fundamentalmente a relação entre máquinas e humanidade, permitindo, talvez — nos cenários mais catastróficos —, que sistemas quase onipotentes erradiquem seus criadores humanos.

Grande parte disso é hipotética. Ainda é incerto se a ASI é possível, quando poderia ser desenvolvida ou se seria possível mantê-la alinhada ao florescimento da humanidade. Essas incertezas dominam as discussões sobre qualquer resposta política. Contudo, dado que as implicações da ASI seriam sísmicas, é importante avaliar como países, em especial os Estados Unidos, poderiam abordar essa tecnologia e de que maneira diferentes estratégias em relação à ASI afetariam a atuação de Washington no cenário mundial.

Nessa perspectiva, uma opção é buscar a supremacia acelerando a corrida rumo à ASI e, simultaneamente, contendo os rivais. Essa estratégia baseia-se na convicção de que o maior perigo para os Estados Unidos não é a tecnologia de ASI incontrolável em si, mas sim a possibilidade de que um rival controle tal tecnologia. Outra opção é o desenvolvimento compartilhado, no qual os Estados Unidos buscam liberar, de forma responsável, os benefícios da ASI para a humanidade — e conter as dinâmicas perigosas de uma corrida para criá-la — desenvolvendo-a no âmbito de um consórcio de Estados comprometidos com a segurança. Uma terceira opção é a supressão: os Estados Unidos abririam mão do desenvolvimento da ASI e impediriam que qualquer outra parte a criasse, sob o argumento de que a superinteligência é perigosa demais para ser liberada no mundo.

Cada uma dessas opções prioriza aspectos diferentes do desafio da ASI (Inteligência Artificial Superinteligente): a busca por vantagem geopolítica, a necessidade de desenvolver com segurança uma tecnologia revolucionária e a importância de minimizar riscos existenciais. No entanto, cada uma delas também apresenta riscos ou falhas graves e exige apostas potencialmente irreversíveis em um futuro atualmente incognoscível. Se a premissa subjacente a uma determinada estratégia se mostrar equivocada, essa estratégia poderá fracassar de maneira catastrófica. 

Portanto, seria um erro os líderes dos EUA adotarem plenamente qualquer uma dessas opções neste momento. A melhor opção a curto prazo é uma estratégia prudente de diversificação de riscos (*hedging*), posicionando os Estados Unidos para aproveitar diversos futuros possíveis e, ao mesmo tempo, embasando sua capacidade de, futuramente, fazer uma escolha mais clara.

Uma sessão do STF é um reflexo no espelho de fim de noite da alma do país

O mundo lá fora hoje discute questões do futuro, de IAs sem controle a crise energética pesada, de saltos quânticos a bases na lua, mas nós aqui, no brasilzinho minúsculo e eternamente preso ao seu passado, temos uma turma que aplaude chicaninha jurídica de ditadores de toga e que chama juízes corruptos de heróis da democracia. 

Em entrevistas e participações em podcasts, Lula afirmou que o ministro Alexandre de Moraes prestou "dois grandes serviços à democracia brasileira" por sua atuação à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2022 e na condução dos julgamentos dos atos do 8 de janeiro. O Brasil nunca foi lá grande coisa, convenhamos, mas jamais se imaginou que se chegaria um nível tão baixo como o de ontem. 

Essa frase resume bem o teatro do absurdo em que se transformou aquela sessão caótica do STF, nesta terça-feira 15 de setembro de 2026.

Coloquem um microfone à frente de qualquer um de nossos juízes, por horas, que em algum momento, é inescapável, sua verdadeira índole se revelará. Se não sua índole, seu despreparo. Se não seu despreparo, sua arrogância. Se não sua arrogância, sua humana tibieza. Se não sua humanidade, sua patente podridão. Uma sessão do nosso Supremo é um reflexo no espelho de fim de noite da alma do país.
A esquerda brasileira via petismo e tucanismo destruiu nossa saúde, nossos hospitais, nossa economia, nossa educação, nosso futuro. Vimos e sentimos isso todos os dias no país que nos cerca. Porém, o atual Supremo é a grande obra-prima da nossa esquerda, seu grande monumento, seu anticristo não redentor, um valhacouto de concreto armado cravado em Brasília, intocável em todos os sentidos, para os principais bandidos do país. O STF brasileiro hoje é a representação máxima do nosso atraso, o símbolo máximo do que de pior o país já produziu.