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17 janeiro 2026

Estamos retornando à “Idade das Trevas”?

Holanda
  

    Amanhecemos o dia e topamos com notícias e manchetes como as citadas abaixo. De propósito copiamos aqui apenas aquelas referentes ao Hemisfério Norte mas abaixo dα linha do equador o que ocorre não é muito diferente.

FBI

 

Por que o Canadá está prestes a se fragmentar. 
É impressionante como o aparelhamento progressista 
está destruindo as bases civilizatórias de todos os países do ocidente.

Estamos retornando à “Idade das Trevas”?


    Recentemente, nos últimos anos, tem se tornado comum a afirmação de que a sociedade contemporânea estaria vivendo um “retorno à Idade das Trevas”. Embora essa ideia seja impactante, ela não se sustenta do ponto de vista histórico, mas é bastante apropriada como uma metáfora crítica.


    A popularização dessa comparação pode ser explicada por fenômenos atuais que evocam, simbolicamente, momentos de retrocesso intelectual. Observa-se, por exemplo, o crescimento do negacionismo, a disseminação de desinformação e a rejeição do debate racional. Tais práticas enfraquecem a razão crítica, um dos pilares da modernidade, e geram a sensação de regressão civilizatória.


    Além disso, a fragilização das instituições democráticas e o descrédito em relação ao conhecimento acadêmico contribuem para a percepção de um ambiente hostil ao pensamento racional. Nesse cenário, emoções, crenças absolutas e interesses políticos frequentemente se sobrepõem ao diálogo fundamentado, o que aprofunda a polarização social e o empobrecimento do debate público em pleno século XXI.


17 janeiro 2023

DAVOS



"Alguns chegam a acreditar que fazemos parte de uma conspiração secreta que trabalha contra os melhores interesses do EUA, caracterizando a minha família e a mim como "internacionalistas", e de conspirar com outros em todo o mundo para formar uma estrutura econômica e uma política global mais integrada - um mundo, se preferir assim. Se essa é a acusação,
eu sou culpado, e me orgulho disso."
David Rockefeller, em seu livro Memórias, de 2002.

"A elite globalista não é apenas uma vaga classe social de capitalismo e banqueiros. 
É uma entidade  organizada, com existência contínua há mais de um século, 
que se reúne periodicamente para assegurar a unidade de seus planos e a 
continuidade de sua execução, com minúcia e a precisão científica 
com que um engenheiro controla a transmutação do seu projeto em edifício"
Olavo de Carvalho, 2011.

Foi pensando nisso que o mega-investidor globalista George Soros fundou a Open Society, da qual faz parte a centralização da opinião, a concretização do velho sonho dos intelectuais e capitalistas, que desde o final do século XIX chamavam a atenção para a tamanha imprudência de se deixar os rumos globais para as bocas famintas e imprevisíveis das massas alienadas. Em 1922, Walter Lippmann já recomendava: "as opiniões devem ser organizadas para a imprensa e não pela imprensa". Tais grupos sabem muito bem que o povo não ficaria contente em saber que estão planejando o seu futuro sem o seu consentimento.


Criada em 1984, a Open Society defende bandeiras como a liberação das drogas, o desarmamento, a legalização do aborto e a libertação de presos considerados “não violentos”. Alexander Soros sucedeu ao pai na Open Society, em setembro de 2021. 

Entre as ONGs brasileiras que receberam recursos de Soros, a maior beneficiada foi o Instituto Clima e Sociedade: US$ 1,5 milhão. 

Em Davos, no Fórum Econômico Mundial, a ministra Marina Silva reuniu-se com Alexander Soros. Fiel a filosofia do pai, Alexander deu, nas entrelinhas, o seu recado: “O desenvolvimento da floresta em pé na Amazônia beneficiará aqueles que vivem lá, e é crucial para o futuro do nosso planeta”.