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21 outubro 2026

Pesquisas eleitorais: questionamento importante


Algo estranho acontece no TSE desde o 1° Turno. Institutos de Pesquisa NÃO estão divulgando a lista de cidades/Estados das entrevistas. O que pode explicar muito os índices. O site do TSE não mostra e a Quaest, quando questionada, não entregou a lista.


Em 2018, foi descerrada a cortina de dados de uma pesquisa DataFolha quando o instituto mostrou ascensão meteórica de Haddad contra Jair Bolsonaro a 10 dias da eleição. Foi descoberto no detalhamento da lista de cidades que a pesquisa mirou mais o Nordeste, e em especial Pernambuco.

As evidências não deixam dúvida: no domingo, vote Flávio Bolsonaro




A propósito do já conhecido powerpoint do Lula, os eleitores que ainda se encontram em dúvida em qual candidato votar no próximo domingo, de 25, dúvida esta, se houver, pois há muito tempo não deveria haver. A comparação entre as duas imagens não deixam dúvidas sobre a melhor escolha a fazer, até porque se torna inimaginável se votar em um candidato com esse currículo, isto no território brasileiro. Lá fora as imagens seguintes ilustram bem os seus gurus e respectivas companhias desde "criancinha".

  
As imagens à esquerda e abaixo resgatam a histórica (e controversa) entrevista concedida por Lula em julho/1979 à revista Playboy. E o motivo é sempre o mesmo: sua admiração confessa por figuras nefastas como Hitler, Che Guevara, Fidel Castro, Mao Tsé-Tung e o Aiatolá Khomeini. A entrevista completa está 
acessível aqui neste link.


E assim Lula continuou até os dias atuais quando está próximo de completar 81 anos de idade.













Lula vira problemão para a campanha

Lula convencido de que dispensa roteiro chegará ao último confronto sem ouvir quem o prepara. Na terça-feira, chegou a condicionar sua presença no debate da Globo à quebra dos sigilos de Flávio, e o PT precisou corrigi-lo horas depois, confirmando a participação.

O debate será na sexta-feira, 23, às 21h20 A dois dias da votação, se Lula repetir a Band, quebra a cara e afundará ainda mais sem tempo para se recuperar.

Do lado de Flávio, a orientação é dedicar mais tempo à economia, segurança pública e temas sociais, além de responder diretamente às perguntas de Lula. Trata-se de uma correção estratégica típica de campanhas competitivas: manter a contundência política, mas transmitir imagem mais presidencial e preparada para governar.

Outro aspecto relevante é que a campanha pretende preservar elementos que considera bem-sucedidos no primeiro debate, inclusive a movimentação pelo estúdio e a pressão constante sobre Lula.

A conclusão é objetiva. A campanha de Flávio percebeu que a eleição não será decidida pelos eleitores mais engajados, mas por quem ainda está em dúvida. Flávio poderá ampliar seu alcance eleitoral justamente no segmento que decidirá o resultado da disputa.

Na Band, a presença de Deltan Dallagnol com a camiseta “eu prendi o Lula”, ao lado de Sergio Moro, Nikolas Ferreira e Pablo Marçal, não foi acaso. Foi mensagem direta: a agenda da corrupção, da impunidade e da responsabilização permanece viva no centro do embate eleitoral.

Não é revanchismo; é memória institucional diante de um candidato cuja trajetória política foi permanentemente marcada por escândalos, condenações anuladas por decisões judiciais e suspeitas que o eleitor não tem obrigação de esquecer.

Lula fez uma autoprofecia: "Um ladrão não vai governar o Brasil"! Talvez a única verdade que ele disse nos últimos tempos

Lula fez um discurso em tom de confronto nesta terça-feira (20), durante agenda de campanha na região de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE).

Durante o discurso, Lula também convocou sua militância a permanecer mobilizada nas ruas e nas redes sociais e voltou a desafiar Flávio Bolsonaro a autorizar a abertura de seus sigilos bancário e telefônico.

Flávio Bolsonaro afirmou hoje (21), em Guarulhos (SP), que aceita abrir seus sigilos e cobrou que o presidente Lula (PT) também apresente informações sobre o próprio patrimônio e o de seus familiares, além dos gastos do cartão corporativo.