O presidente enfrenta um desafio difícil quando os brasileiros forem às urnas em 4 de outubro.
Os conservadores do Hemisfério Ocidental têm visto com satisfação a onda de vitórias de centro-direita nas eleições presidenciais da América Latina desde 2023. Na maior parte da região, o chavismo perdeu espaço e deu lugar a alguma forma de capitalismo democrático, por mais diluído que seja.
O próximo da lista é o gigante sul-americano, o Brasil. Os brasileiros vão às urnas em 4 de outubro para as eleições federais. Até pouco tempo atrás, esperava-se que o presidente de esquerda Luiz Inácio "Lula" da Silva — que também ocupou o cargo entre 2003 e 2010 — conquistasse um quarto mandato. No entanto, novas informações surgidas neste mês sobre alegações de fraude na quebra do Banco Master, sediado em São Paulo, em novembro passado, podem mudar esse cenário.
O principal rival de Lula é Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Não se espera que nenhum dos candidatos obtenha mais de 50% dos votos em 4 de outubro, o que evitaria um segundo turno. Contudo, as pesquisas mais recentes para o segundo turno, marcado para 25 de outubro, mostram um empate técnico entre os dois.
Quando surgiu a notícia, em maio, de que o filho de Bolsonaro havia solicitado recursos ao CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar um filme sobre seu pai, ele caiu nas pesquisas. Mas parece ter se recuperado. Ele nega qualquer irregularidade e insiste que uma investigação, anunciada na sexta-feira, provará sua inocência. O problema de Lula com o Banco Master — que envolve conexões com o Supremo Tribunal — pode ser mais profundo.
Parte do desafio de Lula nas pesquisas explica-se pelo crescimento econômico modesto de 2% neste ano. No entanto, a corrupção também é uma preocupação para os eleitores, e ele nunca conseguiu se livrar da fama de envolvimento em práticas políticas escusas, que remonta a uma condenação de 2017 por recebimento de propina em troca de favores. Lula sustenta sua inocência. Mas é justamente por causa dessa condenação que, com o caso do Banco Master em evidência, não se pode descartar Bolsonaro da disputa.
A condenação de Lula foi mantida em duas instâncias de recurso. Contudo, em 2021, o Supremo Tribunal Federal decidiu que ele havia sido julgado na jurisdição errada e anulou a sentença condenatória. Convenientemente, a decisão veio quando já era tarde demais para julgar novamente o Sr. da Silva antes que o prazo prescricional expirasse.
Quando ele concorreu novamente à presidência em 2022, contra Jair Bolsonaro, seus oponentes usaram as redes sociais para lembrar aos brasileiros que ele havia escapado da responsabilização devido a uma questão técnica. Era um argumento defensável, mas enfureceu Lula e alguns membros da Suprema Corte, que decidiram não deixar impunes as críticas públicas à sua prestigiada instituição.
A Corte não tem autoridade para iniciar investigações, a menos que o suposto crime tenha sido cometido em suas dependências. No entanto, o tribunal iniciou "inquéritos sobre fake news" — conduzidos de forma sigilosa e arbitrária — sob a alegação de que ataques digitais contra a instituição eram uma extensão virtual de suas instalações e representavam um perigo para a democracia. O ministro Alexandre de Moraes tornou-se um defensor da censura.
Lula derrotou Jair Bolsonaro e tomou posse em 1º de janeiro de 2023. Uma semana depois, alguns bolsonaristas pouco perspicazes decidiram organizar um grande protesto de domingo em frente a prédios federais vazios em Brasília. Vândalos depredaram o patrimônio público.
O ministro de Moraes usou o incidente para embasar a acusação contra o Sr. Bolsonaro — que estava na Flórida na época — por tentativa de golpe contra Lula. No ano passado, o ministro de Moraes e seus pares condenaram Jair Bolsonaro, apesar da flagrante falta de provas.
Os ministros estavam atropelando o Estado de Direito e usando a democracia como pretexto. Intelectuais brasileiros, a maioria dos quais detestava o pouco sofisticado Jair Bolsonaro, apoiaram a medida. Agora, estão revendo suas posições.
A quebra do Banco Master provocou enormes prejuízos ao banco estatal Banco de Brasília, afetou fundos de pensão públicos que detinham títulos de alto rendimento do Banco Master (sem garantia do FGC) e drenou bilhões de dólares do fundo garantidor de depósitos do governo, tornando-se o maior resgate de depositantes na história do Brasil. Por que os órgãos reguladores não intervieram a tempo de evitar o desastre permanece sob investigação. No entanto, o Sr. Vorcaro foi acusado de fraude — acusação que ele nega — e comunicações mantidas com o ministro de Moraes levantam questionamentos.
A divulgação, em 1º de setembro, de um relatório de 218 páginas da Polícia Federal — baseado em provas extraídas do telefone do Sr. Vorcaro — sugere que o banqueiro entrou em contato com o ministro de Moraes pouco antes de ser preso. Mensagens de texto mostram que o Sr. Vorcaro pediu ao ministro conselhos sobre se deveria fugir do país, ajuda para conter as autoridades e uma reunião presencial reservada. A resposta do ministro de Moraes não foi divulgada. Sabe-se, porém, que sua esposa, Viviane Barci de Moraes, mantinha um contrato de consultoria jurídica de três anos com o Banco Master, avaliado em cerca de 25 milhões de dólares. As mensagens indicam que o Sr. Vorcaro providenciou acomodações de luxo e tratamento VIP para familiares de de Moraes. A Sra. Barci de Moraes nega a prática de tráfico de influência.
O ministro de Moraes nega qualquer irregularidade, mas uma nação saturada de corrupção pode tirar suas próprias conclusões e manifestá-las nas urnas.
Os levantamentos divulgados entre 7 e 9 de setembro de 2026 mostram um enfraquecimento de Lula, sobretudo quando se observa a disputa direta contra Flávio Bolsonaro.
Os números recentes formam um quadro bastante consistente. Na Quaest, Lula e Flávio aparecem empatados em 41% a 41% no segundo turno; anteriormente Lula tinha pequena vantagem. (Reuters) Na BTG/Nexus, houve inversão: Flávio passou a 46% contra 45% de Lula no segundo turno; na rodada anterior era Lula 46% × 45% Flávio. No primeiro turno, Lula ficou estável em 39%, enquanto Flávio avançou de 33% para 35%. (Nexus)
Em 9 de setembro, apareceram sinais ainda mais fortes. A Meio/Ideia colocou Lula em 38,4% e Flávio em 37,3% no primeiro turno, empate técnico. Em agosto, Lula tinha 43% nessa mesma pesquisa — portanto, a queda de Lula foi superior à margem de erro. No segundo turno, ambos aparecem com 46%. (Terra)
A Palver encontrou Flávio 46% × Lula 44% no segundo turno — novamente empate técnico. (UOL Notícias) E há um segundo problema para Lula: sua avaliação. A Meio/Ideia registra 46,5% de aprovação e 48,4% de desaprovação, contra aprovação de 48,5% na rodada anterior. (CNN Brasil) A Gerp encontrou 41% de aprovação e 52% de desaprovação; em agosto eram 43% e 51%, respectivamente. (CNN Brasil)
Portanto, não há dúvida: há evidência de “desidratação”, mas principalmente da vantagem de Lula, e não de um desmoronamento de seu eleitorado. Ele continua na faixa alta dos 30% no primeiro turno, mas a distância que possuía sobre Flávio Bolsonaro está diminuindo.
Também há um terceiro elemento relevante: Augusto Cury está retirando espaço da polarização, chegando a 8% no Datafolha e 9% no BTG/Nexus. Isso dificulta a estratégia de Lula de ampliar sua vantagem no primeiro turno. O Datafolha de 3 de setembro já mostrava Lula em 38%, Flávio em 33% e Cury em 8%; no segundo turno, Lula 46% × 44% Flávio. (Folha de S.Paulo)
O teste mais interessante virá muito em breve: o Datafolha divulgará uma nova pesquisa presidencial na sexta-feira, 11 de setembro. A rodada anterior tinha Lula 38% × 33% Flávio no primeiro turno e 46% × 44% no segundo. (Folha de S.Paulo).
Neste domingo, 16 de agosto de 2026, tem-se o início oficial da campanha eleitoral para as eleições de 2026. De saída, já se conhecem alguns candidatos perdedores.
É o caso de Lula que já atingiu o teto daqueles que nele votará, independente de ser Lula quem é e o que ele representa de pior. Por outro lado, a rejeição ao Lula é majoritária, recorde e irreversível, ultrapassando os 52%.
Ao mesmo tempo, a poucas semanas da eleição, a tendência de intenções de votos em Flávio Bolsonaro é cada dia maior, crescendo, sendo que a sua rejeição estabilizou, pois que vem do campo lulopetista.
As demais candidaturas de direita são residuais e seus eleitores tendem nas últimas semanas a concentrarem os seus votos em Flávio Bolsonaro.
No entorno social e econômico se tem 82 milhões de brasileiros endividados, uma das maiores cargas tributárias do mundo, taxa Selic estratosférica e uma economia recessiva no emprego, renda e produtividade, sem investimentos, além de criminalidade endêmica.
Portanto, não é adivinhação. É percepção, matemática e estatística.
Realmente, os dias do PT et caterva, chegarão ao fim.
A direita e a esquerda política, nasceram na Assembleia Nacional Constituinte, em Paris, na França, durante a Revolução Francesa, em agosto de 1789.
Do lado DIREITO sentavam-se os conservadores, os nobres que apoiavam o REI e queriam manter a ordem e os antigos privilégios!
Do lado ESQUERDO, sentavam-se os radicais, os jacobinos, grupos populares que queriam mudanças profundas com a deposição do monarca, Luiz XVI. Defendiam a República, o controle de preços, a igualdade e os pobres, e queriam derrubar a monarquia. No auge do poder, em 1793, liderados por Robespierre, executaram na guilhotina milhares de pessoas acusadas de traição, até que, em 1794, o próprio Robespierre foi também executado na guilhotina, pondo um final ao terror da revolução francesa.
Notem que o processo até hoje é sempre o mesmo! Destronar, impor e controlar tudo!
Foi a partir daí que surgiu a polarização política que ASSOMBRA, ainda hoje, todos os povos da Terra.
Mas o que é exatamente a POLÍTICA?
Política é a arte de administrar o CAPITAL, os bens públicos, por excelência, advindos dos IMPOSTOS do povo, pois, o povo é uma máquina de fazer dinheiro sem parar, desde que nasce, até quando morre.
O povo produz, tanto os Bens de Consumo, como os Bens de Capital. Ele fabrica e consome! Consome e fabrica sem parar TUDO que necessita para viver, e até mesmo o que não necessita!
O homem é a mola mestra da evolução universal.
Pois bem! Às vezes nos pegamos pensando na vida, e quanto mais pensamos, não vemos SAÍDA.
Desta forma, a partir da polarização da POLÍTICA, direita e esquerda, surgem então as IDEOLOGIAS POLÍTICAS.
As ideologias são pensamentos ligados à vontade de cada um cidadão. - São pensamentos que nada produzem de Bens de Capital ou Ativos Econômicos, ou Valores e Direitos!
IDEOLOGIAS são apenas discursos, narrativas repetitivas, proferidas por grupos políticos para manipular as massas e a todos confundir com seus discursos, naquilo que acham ser melhor para o povo!
Então, ao longo do tempo, estes grupos dividiram-se em " COMUNISTAS SOCIALISTAS, NAZISTAS E FASCISTAS".
Todos com o mesmo Modus Operandi: Controle, posse ou domínio total, onde se declaram proprietários do território, do país, e da nação!
Neste momento o povo, e todos os bens produzidos, são confiscados por estes grupos que, após cooptar as FFAA legais, assim como as ilegais, reinam absolutos.
Não se trata de ser de direita ou de esquerda, todos querem sempre depor o REI.
Mas o que isso tem a ver com o CAPITALISMO?
ORA! O capitalismo nada mais é do que a movimentação, investimento, transformação e utilização, dos BENS PÚBLICOS ou PRIVADOS. Quanto são públicos, são receitas produzidas pelos IMPOSTOS do povo, e quando são privados, são produzidos pelos empresários ou empreendedores!
Capitalismo é uma atividade comercial inseparável do ser humano, é a sua própria essência primordial.
O CAPITALISMO é formado por ativos econômicos, reais, financeiros, intangíveis, geradores de valores, e de fácil liquidez onde podem ser, facilmente, transformados em dinheiro VIVO.
Este é o CAPITALISMO!
E é exatamente para aí onde as ideologias olham quando querem o PODER!
Os socialistas, os comunistas, os fascistas e os nazistas, grupos, que nada produzem, de BENS DE CAPITAL, brigam entre si para tomarem o poder do ESTADO, onde estão alocadas todas as riquezas produzidas pelo povo, e delas fazerem uso para o domínio completo do país ou nação, relegando o povo a condição de mero SUSTENTADOR (deles), VAGABUNDOS, fascinoras, escroques, MAFIOSOS e criminosos de todas as espécies humanas!
Notem o seguinte!
O político existe para ser um administrador público. (POLÍTICO QUER DIZER ADMINISTRADOR público.)
Diferente do funcionário público, que precisa de um diploma de economista, ou advogado, ou administrador, ou médico, ou professor , ou engenheiro, para galgar a um cargo técnico, o político não precisa de nada disso.
Pode ser ex presidiário, semi analfabeto, burro, ficha suja, assassino, ladrão. Pode ser qualquer um que tenha notoriedade, ator, cantor ou jogador de futebol qualquer pessoa sem qualificação alguma para a ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, pode se tornar, da noite pro dia, num próspero MILIONÁRIO na utilização do dinheiro público para consumo próprio.
Diferentemente do setor privado, o ESTADO é o maior capitalista de todos. É para seus cofres que convergem todos os recursos privados; os IMPOSTOS.
Assim, é fácil entender porque um povo sempre cai nas mãos dos VAGABUNDOS.
Mas há quem diga: "Ah! Mas o povo não sabe votar!".
Sabe sim, e muito bem! O problema é que a inversão de valores reina no Brasil.
No Brasil o voto é obrigatório, para imprimir responsabilidade no povo, caso os resultados sejam ruins.
E os resultados são, comprovadamente, sempre RUINS. Então o povo é sempre o culpado, enquanto os políticos são sempre os "inocentes!".
Assim sendo, o setor privado se apossou do que é público, e vice-versa, e o judiciário, o legislativo e o executivo, uniram-se em um só bloco de MAFIOSOS!
E quem ganha não é quem tem mais votos! Quem ganha no Brasil é quem CONTA OS VOTOS.
Um dos momentos significativos do debate político ocorrido neste último domingo (09/08/2026) entre os candidatos Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad foi quando o primeiro foi questionado sobre os números da segurança do estado de São Paulo. A resposta do Tarcísio incomodou profundamente o Haddad. Confira.
Alessandra Moja, irmã de Leonardo Moja, o Léo do Moinho, líder do PCC e chefe do tráfico de drogas na Favela do Moinho, “prestigiou” Lula, Haddad e corriola aos 26 de junho de 2025.
Quando Lula discursou para aquela comunidade pobre e de baixa escolaridade, completamente refém do crime organizado em São Paulo, sabia quem eram todos ali, até por força das identificações de parte da Polícia Federal.
Para além das críticas politicas, morais e éticas que possam ser tecidas quanto s esta situação, o que chama mais a atenção é o grau de proximidade e convivência pacífica, para não dizer manifesta cumplicidade das esquerdas e do PT, Flávio Dino e Marcelo Freixo que o digam no Rio de Janeiro, pela “familiaridade” com o tráfico de drogas e o crime organizado.
Contudo, evidente que essa “aliança” não é e não pode ser gratuita. Trata-se de evidente conluio e convergência de interesses.
O crime organizado, por seu lado, garante o financiamento de campanhas eleitorais das esquerdas e dos partidos de esquerda com o muito dinheiro advindo do tráfico de drogas e de armas, garantindo o voto de cabresto nos políticos de esquerda, do presidente da República ao vereador da área, mantendo a população sob as botas do terror; em troca da estrutura estatal silenciada pelos eleitos e em posição de poder, a deixar passar batido todas as atividades criminosas e seus integrantes livres da cadeia, dando-lhes cobertura.
Foi esse elo, esse ciclo, que Tarcísio de Freitas rompeu ao demolir a Favela do Moinho, recolocando seus habitantes em moradias sociais, prendendo os lideres criminosos, dispersando a população do Moinho , tendo por consequência o desmantelamento da Cracolândia.
Pareei esta foto com a foto de outro personagem histórico, mas foi removida, por entenderem, corretamente, de tratar-se de um indivíduo perigoso.
Não gosto de movimentos, sobretudo, quando surgem em momentos de graves crises econômicas, morais, sociais que abalam as sociedades, os povos e as nações.
Movimentos são liderados, normalmente, por personagens carismáticos, que se apresentam como grandes reformadores, espécies de “salvadores da pátria”.
Movimentos assim, logo se organizam em partidos que se inserem no panorama politico-institucional, passando a disputar eleições sob o “manto da pureza e da verdade”, as perdendo de início, até que de tanto insistirem e baterem moralmente e, não raro, fisicamente, nos adversários, as vencem e assumem o poder.
Quase certo que esse tipo de liderança, antes ou depois, levará à desgraça o seu povo e outros povos, também, que nada tinham a ver com isso.
Movimentos deram origem aos partidos: comunista; fascista e nazista, por exemplo…
O poder, nestes casos, é alcançado pela retórica, sempre se aproveitando dos eternos vícios da politica como: intrigas, alianças ocasionais e espúrias; pragmatismo; traições, ilusões; oportunismo; mentiras; corrupção; violência; inveja; servilismo; falta de caráter e jogos de poder; sempre buscando caminhos e alianças que permitam a tomada totalitária do poder, custe o que custar.
De triste memória exemplar um sujeito posudo, prepotente, carismático, que também usava retórica e um bigodinho, que alçou ao poder na Alemanha em 1933. PESBC
Parabenizo o deputado Alfredo Gaspar, pela sua indicação como vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Nordestino raiz, alagoano de Maceió, ex-promotor de Justiça por 24 anos, duas vezes Procurador-Geral de Justiça e duas vezes Secretário de Segurança Pública de Alagoas.
Enfrentou o crime organizado, presidiu o Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas e, no Congresso, liderou com coragem e rigor a CPMI do INSS, defendendo os aposentados e pensionistas de um dos maiores escândalos da história.
Sua trajetória é marcada por competência técnica, honestidade e profundo conhecimento da realidade do Nordeste.
É um soldado da legalidade, com a experiência no front da segurança pública e da justiça.
Alfredo Gaspar é peça fundamental na vitória de Flávio e na construção de um novo governo, que trará ordem, segurança e justiça para o Brasil.
Um vice à altura do momento histórico que vivemos. 👊🏻🇧🇷
As eleições brasileiras correm um sério risco de não serem reconhecidas pela comunidade internacional.
Enquanto o governo faz discurso dizendo que aceita observadores, a realidade nos bastidores é outra: o TSE barra missões internacionais de transparência experientes, e o Itamaraty joga gasolina na fogueira ao negar vistos para uma missão diplomática americana que discutiria exatamente o nosso processo eleitoral.
O segredo do sistema eleitoral brasileiro agora se tornou conhecido no mundo todo. A imprensa internacional está repercutindo a decisão suspeita do Brasil de negar vistos a diplomatas americanos designados a conhecer o método adotado exclusivamente no Brasil.
O Brasil negou vistos a dois altos funcionários do Departamento de Estado que a administração Trump planejava enviar em uma missão para lançar dúvidas sobre a imparcialidade e a integridade do sistema eleitoral do país antes da eleição presidencial brasileira neste outono
Com o único sistema do mundo sem comprovante impresso pelo eleitor e o fantasma de empresas obscuras participando da evolução do sistema, o Brasil flerta com o mesmo isolamento diplomático que Nicolás Maduro sofreu em 2024.
Se o governo fecha as portas para o escrutínio internacional, a desconfiança só aumenta.
A esquerda sentiu. O STF também. Fonte: as mensagens emitidas por seus respectivos representantes deixaram isto transparente. As reações imediatas de uma deputada do PT submetendo a um eventual julgamento o vídeo de Jair Bolsonaro produzido por IA e a do presidente do STF sobre a fala o presidente argentino ficaram como marcas históricas.
A presença do presidente da Argentina, Javier Milei, na Convenção, transformou esse evento partidário brasileiro em um episódio de repercussão internacional.
Tal presença evidencia uma transformação na dinâmica das disputas eleitorais contemporâneas. As eleições deixaram de ser fenômenos estritamente nacionais e passaram a integrar uma disputa política transnacional.
De um lado, forças da esquerda reunidas em torno de organizações como o Foro de São Paulo, de outro, lideranças conservadoras e liberais que passaram a atuar de forma coordenada, compartilhando estratégias, discursos e apoio político além de suas fronteiras.
Milei deixou claro que a eleição brasileira será decisiva para toda a América Latina. O Brasil passou a ser visto como a principal e mais importante disputa política do continente.
Leia o discurso na íntegra
Olá a todos.
Em primeiro lugar, quero agradecer às autoridades do Partido Liberal e, em especial, a Flávio Bolsonaro por me convidar para participar deste evento tão importante às vésperas das eleições no Brasil.
É um grande prazer para mim estar neste país, entre aqueles que compartilham minha paixão pelas ideias da liberdade. Isso ganha especial relevância em um momento como este, quando uma nação inteira se debate entre a libertação ou a continuidade de sua submissão à esquerda.
Por isso, é importante que tenhamos muito claros os termos dessa batalha e o que está em jogo, porque aquilo que as urnas decidirem no curto prazo, sem dúvida alguma, terá consequências nas próximas décadas.
Vocês não devem escolher apenas por vocês mesmos, mas também pelas gerações futuras, por uma história cujo veredicto, cedo ou tarde, chegará e não perdoa.
Quero compartilhar com vocês algumas palavras que, se Deus permitir, ajudarão a inclinar a balança em favor do bem, incentivando-os a buscar, com determinação, a mudança que estão procurando.
Desde que assumi a Presidência da República Argentina, venho insistindo em uma ideia específica: os argentinos são profetas de um futuro distópico.
Vivemos as consequências de seguir o caminho do socialismo até o fim e vimos como nossa nação, que já foi uma potência mundial, foi afundada na pobreza pela esquerda,
E, justamente porque passamos por isso, não queremos que outros povos passem pelo mesmo.
Por isso, parte da missão do nosso governo é alertar outras nações para que mudem de rumo a tempo e possam evitar tragédias sociais e econômicas como a da Argentina — ou até piores.
Fizemos isso em visitas a outros países, em fóruns e organismos internacionais e em todos os lugares onde tivemos oportunidade. E continuaremos fazendo.
Seguiremos levando nosso testemunho, em toda parte, contra as mentiras do socialismo.
Quando chegamos ao poder, nosso país caminhava para uma nova hiperinflação, a terceira de sua história.
O kirchnerismo — ou seja, a versão argentina de "o Presidiário", como ele se refere a Lula — havia consumido praticamente todos os recursos disponíveis para sustentar um modelo econômico e político baseado em interesses estabelecidos.
Um sistema em conflito com os princípios básicos do direito natural e com as noções mais elementares da economia. Na verdade, estava em conflito com a própria realidade, e isso nos conduzia a uma crise terminal, provavelmente a pior que já enfrentamos.
Os argentinos haviam sido seduzidos pelo canto da sereia do socialismo do século XXI.
Foram levados a acreditar, por meio da propaganda, que o déficit fiscal não importava — ou que, inclusive, era algo positivo; que regulações sem fim existiam para nos proteger; que o Estado poderia substituir o espírito empreendedor de todo um país; que a riqueza poderia ser distribuída antes mesmo de ser criada.
Todas essas falsas promessas terminaram da mesma forma: com mais pobreza, mais déficit fiscal, mais inflação e uma infinidade de leis e regulações que dificultam a vida de milhões de pessoas.
Assim, para financiar um Estado insaciável, primeiro consumiram a poupança privada. Como isso não bastou, destruíram também a estabilidade monetária, financiando o déficit fiscal com emissão de dinheiro.
Estou falando de um governo que emitiu o equivalente a 13 pontos percentuais do PIB em um único ano para tentar vencer uma eleição e que ainda se gabava disso nas redes sociais.
Enquanto isso, havia um país vizinho que interferia na política argentina para tentar mudar o rumo da história em favor da esquerda.
Estou falando do mesmo país que prende opositores simplesmente por serem opositores.
E, para justificar esses ataques à propriedade privada, destruíram princípios morais básicos e também a educação que lhes dava sustentação.
Além disso, antecipando críticas de seus aliados históricos no Ocidente por seguir esse caminho autodestrutivo, romperam a tradição diplomática argentina e alinharam o país a ditaduras e grupos terroristas de diferentes partes do mundo.
Assim nos deixaram: pobres e isolados, em um mundo que muda em velocidade cada vez maior, onde cada dia perdido sob o velho modelo nos fazia ficar ainda mais para trás.
Eles condenaram o país à ruína apenas para preservar seus privilégios. As famílias e as empresas já não conseguiam planejar o futuro. Os jovens estavam convencidos de que o único projeto de vida possível era emigrar ou resignar-se à pobreza.
A inflação moldou a psicologia dos argentinos, obrigando-os a viver com horizontes temporais cada vez menores, abrindo mão do longo prazo para sobreviver ao dia a dia. Na prática, estavam empurrando os argentinos para níveis cada vez maiores de barbárie e incerteza.
Essa foi a calamidade da herança que recebemos: fazer uma geração inteira acreditar que o futuro estava em outro lugar ou, simplesmente, que ele não existia.
E o motivo de tudo isso é simples. Não se trata de decisões pessoais, mas dos incentivos que surgem quando se tenta agir contra as verdades evidentes da natureza humana em nome do poder.
Porque, quando alguém entra em conflito com os princípios básicos da humanidade, acaba entrando em conflito com a própria realidade e precisa inventar, todos os dias, novos remendos para impedir que a realidade desmonte suas ideias.
Por isso, o caminho para o socialismo é sempre — e em qualquer lugar — o caminho para o totalitarismo, porque o socialista precisa usar todos os meios à sua disposição para negar uma realidade que demonstra que suas ideias são falsas, nocivas e destrutivas para qualquer nação.
E, para isso, utiliza todas as ferramentas coercitivas do Estado.
Acredito que vocês saibam muito bem do que estou falando aqui.
De forma muito semelhante ao mito grego do leito de Procusto, a esquerda busca impor uma conformidade extrema a um sistema anti-humano, que exige, como regra, uma igualdade absoluta e ilusória.
Ou seja, uma situação em que o indivíduo precisa ser quebrado para se encaixar, como acontecia com os viajantes do mito grego, que eram esticados ou mutilados conforme a necessidade de seu anfitrião.
O que quero lhes dizer é que o Brasil ainda não viveu as consequências mais profundas e devastadoras desse modelo, mas poderá vivê-las se não mudar de rumo.
Confiamos em você, Flávio, para deter o lixo socialista.
O socialismo do século XXI criou raízes profundas neste país. O infame Foro de São Paulo, fundado por Lula da Silva e Fidel Castro, foi uma rede transnacional fundamental para a disseminação do comunismo no continente.
A linha política e teórica é a mesma. Apenas em cada país ela opera dentro das limitações próprias de seu território, de suas lideranças e de suas oposições.
Ou seja, diferentes manifestações de um mesmo fenômeno universal e atemporal.
Uma corrupção que existe desde que o homem é homem, desde que Caim matou seu irmão Abel. São a inveja e o ressentimento transformados em filosofia, mascarados sob as bandeiras da igualdade e da solidariedade.
E isso não leva a outra coisa senão ao roubo como sistema político. Leva ao roubo como sistema político.
Por isso, não se surpreendam ao ver que os socialistas sempre estarão ao lado dos ladrões, porque os socialistas são ladrões. E, como eu disse antes, essa visão de mundo não pode tolerar que existam países governados segundo as ideias da liberdade, porque eles funcionam como um espelho invertido de suas mentiras.
Em outras palavras, nós demonstramos todos os dias que o sistema deles não é apenas ineficiente, mas profundamente injusto. Por isso, a cada dia que passa, o desespero deles aumenta.
Eles não podem permitir que suas populações experimentem uma vida próspera e livre, sem depender da esmola dos políticos, nem podem aceitar que exista, ao lado deles, alguém desfrutando dos frutos da liberdade humana.
Por isso, hoje o socialismo latino-americano está sendo derrotado eleição após eleição: Argentina, Colômbia, Peru, Chile, Equador e, esperamos que em outubro, também um Brasil liberal.
Porque os contraexemplos são poderosos.
A transformação vivida pela Argentina repercute em toda a região e também no restante do mundo. Há outras nações despertando. Pouco a pouco, o véu está sendo retirado.
Entretanto, essa ideologia continua agarrada ao Brasil pelas mãos de um de seus principais promotores e mais antigos representantes. E, por esse motivo, diante do isolamento e da ameaça, aprofundou seu modelo populista. Nós fomos testemunhas do que o socialismo é capaz de fazer quando se sente acuado. Sabemos do que estamos falando.
Quando seus privilégios estão em jogo, não existe limite para o que estão dispostos a fazer.
E o futuro de todos os brasileiros sofrerá por causa disso. Por isso, não deixem que os socialistas ladrões roubem o futuro de vocês. A estratégia é a mesma em toda parte: destruir as contas públicas para vencer eleições prometendo soluções fáceis, imediatas e artificiais. É uma estratégia que conhecemos muito bem e que chamamos de "plan platita".
O plano é simples: mais gastos financiados por mais dívida, mais impostos ou, pior ainda, mais emissão de moeda e mais inflação. Os benefícios aparecem agora; as consequências ficam para depois. É a receita perfeita para o desastre.
Esse modo de agir é igual em toda a região: provocar um desequilíbrio econômico com o objetivo de preservar votos no curto prazo e permanecer no poder. Depois, quando perdem a eleição, assume a direita e precisa resolver todos esses problemas.
Enquanto isso, a própria esquerda, que os causou, culpa quem tenta corrigi-los.
Se vencem, vencem.
Se perdem, também.
Exemplos não faltam.
Basta olhar para o que acontece na Bolívia, no Chile, no Equador e na Colômbia. Essa foi a tragédia do socialismo do século XXI. Nunca entregou aos seus sucessores um país preparado para continuar crescendo. Pelo contrário.
Sempre deixou a mesma herança: um Estado gigantesco, uma economia destruída, uma moeda fraca e uma sociedade exausta de servir como laboratório do experimento socialista. E, quando chega a hora de colocar ordem nesse caos, são justamente aqueles que o provocaram que denunciam o custo das medidas necessárias para corrigi-lo.
Por isso, está na hora de afiar a tesoura. Afiar a tesoura para cortar o roubo praticado por todos os delinquentes socialistas.
No ano passado, durante as eleições legislativas na Argentina, o Congresso chegou ao extremo de tentar abrir sete processos de impeachment e apresentou diversos projetos que levariam o país à falência, com o objetivo de destruir o equilíbrio fiscal.
Buscavam, a qualquer custo, provocar um golpe de Estado, gerando pânico nos mercados e uma corrida contra o dólar.
Quando se trata de permanecer no poder ou recuperar privilégios perdidos, realmente não conhecem limites. Assim, hoje o Brasil caminha para uma crise da dívida, resultado de Lula não ter feito o ajuste fiscal que a situação exigia e, agora, estar agravando ainda mais o problema para aumentar suas chances de vencer as eleições.
Ou seja, o desperdício, cedo ou tarde, cobra seu preço. E esperamos que esse preço seja pago por quem o provocou, sendo derrotado nas urnas em outubro.
Voltou um poder radicalizado, seguindo páginas do manual de desastres que o kirchnerismo escreveu na Argentina.
Se na Argentina temos aquilo que chamamos de "risco Kuka", aqui no Brasil hoje vocês têm o "risco Lula", algo que, segundo Milei, se reflete claramente no mercado acionário.
Mas por que Lula se sente ameaçado?
Porque existe alguém que, assim como aconteceu na Argentina, está disposto a enfrentá-lo e a se tornar a voz dessa maioria silenciosa que já sofreu abusos.
Estou falando de Flávio Bolsonaro, filho do meu grande amigo, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Aliás, nem sequer me permitiram visitar meu amigo, injustamente preso, quando sei que Lula recebeu inúmeras lideranças estrangeiras durante o período em que esteve preso, entre elas o nefasto ex-presidente argentino Alberto Fernández.
Isso nada mais é do que uma demonstração clara da injustiça de sua prisão e de seu evidente caráter vingativo. Meu estimado Jair, envio-lhe um abraço à distância.
Aquilo que hoje os burocratas estão impedindo em breve se tornará realidade, e voltaremos a nos abraçar. Por isso, considero que Flávio é a pessoa que hoje pode derrotar Lula e liderar uma verdadeira mudança para todos os brasileiros.
Hoje o Brasil pode se somar à transformação regional da qual fomos testemunhas nos últimos anos, fazendo da América Latina uma região sinônimo de progresso, e não de uma miséria romantizada sob o rótulo do realismo mágico.
Acredito firmemente que não há ninguém mais capaz de pôr fim ao risco Lula que paira sobre o Brasil como uma espada de Dâmocles.
E sei que não há outro com força suficiente para enfrentar as organizações criminosas e os cartéis do narcotráfico que mantêm tantos bairros, comunidades e até cidades inteiras como reféns.
Somente alguém com vontade de ferro pode travar essa batalha, porque não é simples enfrentar um desafio dessa magnitude.
E, nisso, deposito total confiança no meu amigo Flávio Bolsonaro.
Já experimentamos o garantismo. Já experimentamos a paciência e a piedade com quem comete crimes. E todas essas estratégias socialistas fracassaram. Por isso, os brasileiros já sabem que existe apenas uma fórmula eficaz para erradicar a criminalidade:
Quem comete um crime deve pagar por ele.
Já demonstramos que tudo isso é possível na Argentina. Mostramos que é possível reduzir a criminalidade e recuperar a ordem pública quando se governa com firmeza e se pune quem delinque.
Mostramos que é possível reduzir drasticamente o tamanho do Estado sem que a população perca serviços, porque o populismo o enche de funcionários ineficientes.
E, assim como conseguimos isso na Argentina, confio que o Brasil também poderá voltar a se levantar, porque é isso que Flávio representa.
Ao escolher as ideias da liberdade, vocês voltarão a testemunhar uma prosperidade à altura do Brasil.
E, quando finalmente começarem a se reerguer, vocês saberão que estão no caminho certo porque, um a um, os principais representantes do progressismo internacional iniciarão campanhas de difamação contra vocês.
Aqueles que nunca lhes deram muita atenção enquanto o país afundava lentamente na decadência aparecerão de repente, em massa, para apontar todos os seus defeitos — reais ou inventados — quando vocês começarem a prosperar.
Vocês já viram isso há quatro anos, nas últimas eleições presidenciais, e verão novamente.
Preparem-se. Porque a esquerda não tem problema algum em jogar sujo. Preparem-se para uma grande batalha.
Os argentinos vivem isso há muito tempo.
Eles gostavam mais de nós quando éramos os melhores alunos do progressismo. Quando éramos um país-laboratório para seus experimentos políticos. Quando nosso governo abraçava modelos de decadência material e espiritual.
Queriam que aceitássemos, sem questionar, tudo o que seus representantes locais diziam sobre nós. Queriam que sentíssemos vergonha da nossa história e jogássemos nossos heróis nacionais no lixo. Queriam que continuássemos sendo a vanguarda do pior que existe.
Toda essa operação tem como objetivo destruir a autoestima dos nossos povos para torná-los mais dóceis diante das receitas do progressismo.
Um povo convencido de que seu passado foi injusto acaba acreditando que precisa desses falsos sacerdotes de uma religião sem Deus para ser redimido.
Transformam a culpa em ferramenta política. Usam a vergonha como instrumento de dominação.
Os de dentro e os de fora, todos os progressistas, compartilham exatamente o mesmo projeto.
Eles não querem representantes de uma miséria digna, relegados ao papel de animais de estimação, sem orgulho nem relevância, dentro de uma ordem mundial que não escolhemos.
Não querem que Argentina, Brasil, Peru, Colômbia nem qualquer outro país do continente americano seja grande, forte ou próspero.
E digo os progressistas porque esse ataque sistemático contra a Argentina e os argentinos — o mesmo que, segundo ele, o Brasil enfrentará caso comece a prosperar — não vem de conservadores, nem de liberais clássicos, nem de nada parecido.
Vem exclusivamente da esquerda radical, em todas as suas formas.
Se vocês analisarem os dados da recente campanha contra a Argentina, verão que o país de onde partiram mais ataques foi o Brasil.
E não foram os brasileiros. Foi "a merda progressista socialista".
São eles que precisam que permaneçamos calados e obedientes para continuar impondo suas agendas que classificam como anti-humanas.
Mas o nosso Hino Nacional exige outra coisa.
Ele nos faz jurar morrer com glória antes de viver de joelhos.
E esse espírito inspira a luta que estamos travando no governo argentino e que espero que os brasileiros também possam travar nos próximos anos.
Por isso, quero lhes dizer que, quando choverem críticas infundadas, acusando vocês dos piores crimes e das maiores perversidades, não tenham medo.
Não baixem a cabeça.
Como dizia Ludwig von Mises:
"Não cedam diante do mal; combatam-no com ainda mais coragem."
Quando forem atacados, não sintam vergonha de ser quem são.
Isso será a prova mais evidente de que aquilo que estão fazendo está funcionando e de que o caminho escolhido é o correto.
Como diz o ditado.
"Ladram, Sancho, sinal de que cavalgamos."
Por isso, quero lhes dizer que a decisão que vocês têm diante de si é clara.
E, embora o caminho seja difícil e os inimigos — à direita e, sobretudo, à esquerda — queiram destruí-los, a liberdade está acima de tudo.
Finalmente, neste 4 de outubro, vão todos às urnas pelo futuro, pelo Brasil.
Votem com fé.
Porque, ainda que eles tenham toda a máquina do Estado, todo o apoio da imprensa estrangeira e das elites, jamais poderão contar com o verdadeiro poder.
Porque a vitória em uma batalha não depende da quantidade de soldados, mas das forças que vêm do céu.
Por isso, vamos, Flávio. Sigamos em frente. Façam o Brasil grande novamente.
Que Deus abençoe todos vocês. Que as forças do céu nos acompanhem.
Viva a liberdade, carajo!
Em seu artigo de hoje, (21/07/2026), Adolo Sachsida (ex-Ministro de Minas e Energia e ex-Secretário de Política Econômica) faz um alerta sobre o futuro da política econômica brasileira. Nele, Sachsida nos diz que uma das frases que sintetizam a visão do PT é: “O fiscal não pode se opor ao crescimento”. Eis alguns trechos de seu artigo.
Sachsida sugere que a afirmação parece razoável, quase inofensiva. Como costuma ocorrer com slogans bem construídos, porém, ela esconde mais do que revela. Afinal, essa frase sugere que responsabilidade fiscal e crescimento seriam objetivos adversários — e que limitar o gasto público significaria necessariamente limitar o desenvolvimento.
Quando a dívida pública é elevada e sua trajetória provoca desconfiança, o equilíbrio fiscal deixa de ser uma preferência de economistas ortodoxos e passa a ser condição para o próprio crescimento. É a confiança na sustentabilidade das contas públicas que ajuda a reduzir o risco-país, os juros de longo prazo e o custo do crédito para a empresa que deseja investir e para a família que pretende financiar a casa própria.
Sem essa confiança, o crescimento produzido pelo gasto público tende a ser o de sempre: um impulso de curto prazo, seguido de inflação, juros elevados e uma conta que alguém terá de pagar — geralmente quem dispõe de menos instrumentos para se proteger.
Dois caminhos, não um dilema
A escolha diante do país não é entre responsabilidade fiscal e crescimento, como o programa do PT insiste em sugerir. É entre dois modelos de crescimento. Um depende de gasto público crescente, tributação elevada e intervenção estatal — e dura exatamente até o dinheiro acabar. O outro nasce da estabilidade macroeconômica — dívida sob controle, moeda estável, meta de inflação respeitada, Banco Central independente — somada ao aumento da produtividade: segurança jurídica, abertura econômica, competição, infraestrutura, melhores marcos legais, educação, crédito eficiente e desburocratização.
Não é preciso telepatia nem "fontes que preferem não se revelar" para saber qual desses dois caminhos está sendo anunciado. Foi dito publicamente, com todas as letras, por quem coordena o programa de governo do PT, Sergio Gabrielli. Ao eleitor cabe apenas decidir se prefere acreditar no que ouve ou no que gostaria de ter ouvido. O Brasil já pagou, uma vez, para aprender essa lição. Seria uma pena pagar de novo — com juros.
Ontem, nos EUA, Trump suspendeu tarifas sobre fertilizantes fosfatos do Marrocos para proteger o produtor americano e ajudar a segurar o preço dos alimentos.
No mesmo momento, o Brasil fazia o caminho inverso. O governo aumentou a carga tributária sobre o agro ao acabar com a alíquota zero de PIS/Cofins para diversos insumos usados no campo. Na prática, fertilizantes, sementes, defensivos agrícolas e outros produtos essenciais passam a carregar mais imposto já na origem da produção.
O detalhe é ainda mais grave: o Brasil importa mais de 85% dos fertilizantes que consome. Em 2025, gastou cerca de US$ 15 bilhões na compra desses insumos. E decidiu taxar justamente isso.
O custo sobe no campo.
O preço sobe na gôndola.
Quem paga é o consumidor.
Dois países.
Duas visões de mundo.
Um protege quem produz alimento.
O outro taxa.
EUA reduz imposto sobre fertilizante.
Brasil aumenta.
Não é coincidência.
É escolha.
Pense nessa escolha no dia 4 de outubro.
A semana caminha para o seu final e no âmbito político brasileiro ela foi totalmente preenchida com a discussão sobre a viabilidade da candidatura de Flávio Bolsonaro. Roberto Motta -um dos idealizadores e fundadores do Partido Novo - afirma categoricamente que, independentemente das ambições legítimas de outros políticos da direita que sonham em ver seus nomes mobilizando o povo nas ruas, não existe uma outra alternativa politicamente viável que não carregue o sobrenome Bolsonaro.
Segundo ele, Flávio Bolsonaro pode não ser necessariamente a "melhor carta" para alguns, mas no atual cenário politico, é a ÚNICA CARTA capaz de disputar o pleito contra Lula e com chances reais de vitória. Ouça-o.
Flávio diferentemente de Lula, compareceu ao evento denominado "Marcha dos Prefetios", ocorrido esta semana aqui em Brasília e foi ovacionado. Em seu pronunciamento enfatizou:
Enalteceu o trabalho árduo de prefeitos e vereadores indispensável ao desenvolvimento do Brasil.
Relembrou que todas as prefeituras fecharam no azul durante o governo Bolsonaro, mesmo com a pandemia e que Bolsonaro: não perseguiu prefeitos e puniu cidadãos por conta de ideologia, seja direita ou esquerda.
Sem medo de tomar um lado e sempre pensando no trabalhador, com especial atenção às mulheres, propõe inovação na lei trabalhista, algo alternativo à escala 6x1, algo viável que não vai quebrar o Brasil.
Também discorreu sobre outros temas como segurança, saúde e gastar menos.
Como fazer mais gastando menos? Usando tecnologia para melhorar a eficiência de todas as esferas de governo dando transparência ao cidadão.
Ao final se comprometeu ao vivo, no palco, com medidas que melhoram diretamente a condição dos prefeitos de responder às demandas dos cidadãos lá na ponta.
Portanto, como disse Roberto Motta, Flávio Bolsonaro pode não ser necessariamente a "melhor carta" para alguns, mas no atual cenário politico, é a ÚNICA CARTA capaz de disputar o pleito contra Lula e com chances reais de vitória.
Estamos próximos de completar quatro anos das eleições que ocorreram em outubro/2022. Eleições estas que expuseram a parcialidade escancarada do TSE e do STF, ao privilegiarem um candidato, inclusive agindo inconstitucionalmente, conforme foi mencionado no artigo citado a seguir:
"O país passou a ser governado por portarias e resoluções do STF, ou dos tribunais superiores de Brasília que estão logo abaixo dele e sob a sua dependência — e não mais pela legislação em vigor." Um Brasil sem lei, escreveu J. R. Guzzo, em seu último artigo na Revista Oeste.
Naquela época, nos bastidores do novo governo Lula, sua principal liderança, Zé Dirceu, insistia (e insiste) em defender que o projeto do PT deve ser executado ao longo de três mandatos consecutivos na Presidência, com a reeleição de Lula em 2026.
Diversos artigos mostrando isso já foram publicados neste blog e em outros meios de comunicação, mas é recomendável que sempre se volte ao assunto. Neste sentido, indicamos novamente o artigo de capa da Oeste, edição 318, de Adalberto Piotto, cujo conteúdo mostra que o Brasil estabeleceu novo recorde no número de brasileiros endividados: 80 milhões, em fevereiro. “Desde que Lula voltou ao poder, o patamar esteve sempre acima dos 70 milhões, mas nos últimos 12 meses o crescimento acelerou.” O panorama é semelhante em relação às empresas, sobretudo as micro e pequenas. Enquanto a classe média empobrece e se endivida, figurões da República acumulam fortunas, como mostram os casos do Banco Master e a roubalheira do dinheiro dos aposentados do INSS.
A bizarrice maior na fala de Zé Dirceu reside no fato de que o PT, seus membros e seu líder estão enlaçados em páginas e mais páginas de relações íntimas com comunistas pelo mundo.
E é na direção do comunismo que os participantes do PT, muitos deles não mais escondem que são comunistas, estão agindo de forma deliberada, seguindo a cartilha das piores ditaduras já implantadas no mundo, cujo lado econômico é literalmente exposto na charge abaixo, e que nos traz um alerta para os eleitores de outubro próximo e se coaduna perfeitamente com o artigo do Adalberto Piotto já citado.
"Eu odeio a classe média”, berrou Marilena Chauí, uma das ideólogas do PT, durante um evento em 2013. Ao lado, sentados num sofá, Lula e Emir Sader riam de forma abobalhada. Passados 13 anos, o que antes parecia ser a opinião isolada de uma professora fanática, hoje resume o desempenho econômico do governo.
À ideologia se somam o inchaço da máquina pública, a gastança desenfreada, o assistencialismo eleitoreiro e irresponsável, a inflação, o aumento de impostos, fora o resto.
“Quem trabalha, produz e paga impostos que sustentam o governo — essa gente ‘odiosa’ da classe média — foi sendo cada vez mais asfixiada”.
“O modelo de achatar a classe média real é insensato porque beira a estupidez. Vai contra tudo o que deu certo no mundo”, afirma Adalberto Piotto.
O primeiro-ministro Viktor Orban, encerrando 16 anos no poder, admitiu a derrota no domingo em uma eleição geral de alto risco na Hungria. Sua derrota é um golpe para o renascimento nacionalista global promovido pelo presidente Trump.“Eu parabenizei o partido vencedor”, disse a apoiadores aliado de Trump e Putin, ao reconhecer “resultado eleitoral doloroso”
Quem é e quais são as ideias de Péter Magyar?
> Magyar é um conservador-liberal, ex-membro do MESMO partido de Orbán, mas renunciou por causa de todos os casos de corrupção que havia no partido.
> Imigração — Contra as políticas da União Europeia. A favor de manter a cerca fronteiriça. Em campanha, ele disse: “Escolhemos o povo húngaro e não queremos imigrantes”. Eu diria que ele é até mais duro que Orbán nesses temas.
> Econômico — Pró-mercado, liberal. A favor de reduzir impostos. Diminuir o poder do Estado.
> Geopolítica — Anti-Putin, mas em relação à Ucrânia pensa de forma muito similar (lembrem-se, ambos vêm do mesmo partido).
> Social — “Anti-woke”, na verdade apresentou programas para priorizar a família húngara e aumentar a natalidade.
> Defesa — Planeja elevar o gasto militar para 5% do PIB até 2035.