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30 outubro 2026

Uma semana após a "vitória" de Lula

A expectativa dos brasileiros sobre ter que sobreviver em mais quatro anos de governo Lula veio ao ar no dia seguinte às eleições: o prenúncio do caos econômico. O mercado financeiro entrou em pânico, e o Ibovespa desabou quase 14%. Foi o pior resultado diário desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19, e a terceira maior queda da história da bolsa brasileira. 2026 ficará como uma mancha para o nosso sistema eleitoral que, mais uma vez, não observou os limites institucionais. É realmente urgente a reforma do Judiciário!

O desespero de grande parte da população é compreensível. Além das incontáveis dúvidas que cercam a votação, a campanha pela reeleição foi marcada pela compra de votos disfarçada de auxílio social e por uma avalanche de mentiras nas redes sociais.

Só neste ano eleitoral, Lula criou 51 novas medidas com impacto no Orçamento federal que somaram, segundo levantamento do Estadão, mais de R$ 405 bilhões.

Diferentemente do que faz desde 2003, quando estreou no Planalto, agora Lula não terá a quem culpar pela “herança maldita” que ele mesmo criou. A expressão foi usada pela primeira vez para se referir ao legado deixado por Fernando Henrique Cardoso. Mas Lula sabia que a história não era bem assim. Três meses depois da posse, o ministro Antônio Palocci telefonou para FHC para agradecer, “em nome do presidente”, pelo país que haviam recebido: economicamente organizado e com a estabilidade de preços promovida pelo Plano Real.

A história da herança maldita foi uma das mais duradouras mentiras usadas por Lula para enganar o eleitorado e tirar vantagem política. Neste ano, contudo, a tarefa de espalhar falsidades foi terceirizada para o deputado federal André Janones, promovido a general da mentira. Em junho, ao participar de evento com militantes do PT, Janones deu palestra sobre como criar versões dos fatos. Deixou claro que a qualidade do conteúdo, assim como a veracidade das histórias, pouco importa. André Janones é a cara da campanha de Lula à reeleição.

Depois de gastar mais de R$ 400 bilhões no que pode ser definido como o maior caso de abuso de poder econômico e político de uma reeleição na história do mundo, Lula ganhou a presidência pela quarta vez, mas perdeu o Brasil. No caso, o Brasil é representado por um Congresso majoritariamente de oposição.

A nova composição do Parlamento também preocupa integrantes do Supremo Tribunal Federal. Eles sabem que seus abusos poderão encontrar mais resistência.

A eleição terminou, mas o julgamento político continua. E será feito diariamente, não pelos discursos, pelas comemorações ou pelas articulações de Brasília, mas pelos resultados efetivamente entregues à população.

Afinal, uma vitória eleitoral pode garantir mais quatro anos de mandato. Mas somente um governo competente, responsável e comprometido com todos os brasileiros poderá transformá-la em uma verdadeira vitória para o país.

29 outubro 2026

Francês defende investigação das eleições brasileiras: “Desconfiança estrutural”

A situação de Flávio Bolsonaro, as dúvidas levantadas sobre o processo eleitoral brasileiro, as semelhanças entre Brasil e Venezuela e os possíveis efeitos das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos sobre a América Latina estão entre os temas de entrevista com o francês Jacob Safar, consultor em assuntos estratégicos internacionais especializado nos Estados Unidos e no Oriente Médio.

Da França, Safar afirma que a situação de Flávio Bolsonaro é vista, nos meios conservadores e por parte da opinião pública, como uma operação política para neutralizar um adversário que representa uma alternativa forte, e não apenas como uma questão judicial. Segundo ele, o caso já provoca debates nos Estados Unidos, onde há quem o considere um exemplo de lawfare.

O consultor também defende uma investigação internacional independente sobre o processo eleitoral brasileiro e aponta semelhanças entre o funcionamento das instituições no Brasil e na Venezuela, embora ressalte que os dois países não sejam equivalentes. Na entrevista, ele ainda analisa a política de Donald Trump para a América Latina, o combate ao PCC e ao Comando Vermelho e as causas da violência que tem marcado manifestações na França.

Venezuela e Brasil: covardia da repressão não tem pátria

 

Por Paulo Cursino - 28/10/2026

Maria Corina e Flavio Bolsonaro.
Dois exilados de duas ditaduras.
Uma de Maduro e suas eleições fraudadas.
Uma de Lula e suas eleições sujas e STF aparelhado.
Ambos da mesma América Latina subdesenvolvida de sempre.
Ambos salvos pela América da liberdade de sempre.
Maria Corina foi chamada de covarde por canalhas da Venezuela.
Flavio também foi chamado de covarde por canalhas no Brasil.
Caluniados pelos mesmos motivos, pelas mesmas pessoas, porque a vagabundagem moral e a covardia da repressão não tem pátria.
Ambos vítimas da corrupção moral, sistêmica, e endêmica de seus países de origem.
Uma mulher. Um homem.
Dois seres humanos.
Com sonhos, com amores, com famílias.
Ambos obrigados a viver longe da terra onde nasceram.
Dois heróis da liberdade.
Ambos lutando contra políticos com prazos de validade vencidas.
Ambos tentando tirar seus países do século XX das mãos de líderes com ideias do século XIX.
E ambos envolvidos em uma poética coincidência:
Flavio foi roubado no domingo dia 25 de outubro e teve que sair de um país onde não há mais justiça.
Maria Corina voltou para a Venezuela no mesmo dia, no mesmo 25 de outubro, em uma Venezuela livre e voltando a ter justiça.
Um sinal de esperança.
Uma prova de que o mundo dá voltas e de que a verdade sempre vence e a paz sempre retona.
O inferno da Venezuela acabou.
O do Brasil também acabará um dia.
Lula quebrou o Brasil e pagará por isso.
Flavio não quebrará seu espírito e sairá vitorioso.
Lula não viverá para sempre e os coniventes com regimes repressores sempre vão para a lata de lixo da história.
E, ah, sim, sempre bom lembrar: no meio do caminho, Maria Corina ainda ganhou o prêmio Nobel da Paz.
Vai que é tua, Flavio.
Lute a boa luta.
A boa América está contigo.
Os bons brasileiros também.
E Deus está conosco.


O oportunismo não está mais em banho maria

Pronunciamento de Tarcísio de Freitas, como o mostrado na imagem, o deixa mal na sua largada para disputar a presidência da República em 2030. O mais educado comentário encontrado nas redes sociais sobre esse tema o chama de traidor.

A justificativa é óbvia. Tarcísio jamais seria eleito governador de São Paulo nas eleições de 2022 sem a decisão e o apoio de Jair Bolsonaro. Não há nenhuma dúvida de que ele sem o apoio de Bolsonaro nem candidato seria.

Tal declaração surgiu no contexto da ida de Flávio Bolsonaro para os EUA e da publicação de sua carta dirigida aos brasileiros.

O que fica evidente é que diversas figuras políticas, incluindo o Tarcísio, estão querendo transformar a viagem de Flávio em um ato de fuga e ocupar a posição e/ou título de novo líder político brasileiro. 

Porém, todos eles precisam ler mais sobre Charles De Gaulle para aprenderem como surge um líder e passar a ter o apoio de sua nação.



PS.: a petezada está comemorando.

28 outubro 2026

“Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”, declarou Flávio Bolsonaro


O senador Flávio Bolsonaro optou por não realizar uma coletiva de imprensa e preferiu divulgar uma declaração. Flávio denunciou a interferência do STF no processo eleitoral, questionou a prorrogação do horário de votação, afirmou que houve fraude eleitoral e declarou o abuso de poder político e econômico em favor da reeleição de Lula. 

“Saí do Brasil, mas não abandonei os brasileiros”, afirmou. Flávio anunciou que pretende liderar a oposição a partir dos Estados Unidos, realizar pronunciamentos regulares e apresentar uma estratégia de mobilização por meios pacíficos e legítimos. Também pediu apoio à comunidade internacional e às instituições brasileiras. “Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre.”

Veja a seguir o documento:















27 outubro 2026

A chama da oposição brasileira não deve ser apagada

Donald Trump concedeu asilo político para Flávio Bolsonaro. Trump poderá ser lembrado como o Churchil de 1940, quando deu abrigo a De Gaulle. Quiçá o Flávio tenha a mesma determinação do De Gaulle e crie o movimento Brasil Livre a partir do solo americano. 

Estamos em guerra.


Relembre abaixo os acontecimentos ocorridos naquela época, em plena Segunda Guerra Mundial.

Em 17 de junho de 1940, o destino da Europa continental parecia traçado. Com o avanço avassalador das forças da Alemanha Nazista sobre o território francês e o colapso iminente das defesas aliadas, o Marechal Philippe Pétain assumiu o governo da França e anunciou pelo rádio a intenção de solicitar o armistício com o Terceiro Reich.

Recusando-se a aceitar a rendição e o jugo nazista, o então Subsecretário de Estado da Guerra e da Defesa Nacional, General Charles de Gaulle, tomou uma das decisões mais audaciosas da história moderna. Na manhã de 17 de junho de 1940, na pista de pouso de Bordeaux, De Gaulle embarcou num avião britânico da RAF fornecido pelo primeiro-ministro Winston Churchill. Levava consigo poucas bagagens e uma determinação inflexível: fundar o movimento França Livre (France Libre) a partir do solo britânico. Ao aterrisar em Londres naquele mesmo dia, Charles de Gaulle era uma figura praticamente solitária, destituída de exército, recursos ou reconhecimento oficial formal por parte dos diplomatas europeus. No entanto, contava com o apoio vital do governo britânico para iniciar a reconstrução do orgulho e da soberania do seu país a partir do exílio. Embora a partida decisiva da França tenha ocorrido em 17 de junho, foi na tarde do dia seguinte, 18 de junho de 1940, que a voz de De Gaulle ecoou pelo mundo a partir dos estúdios da BBC em Londres. No célebre discurso conhecido como o "Apelo de 18 de Junho", o general dirigiu-se aos seus compatriotas: “Aconteça o que acontecer, a chama da resistência francesa não deve ser apagada e não será apagada.” Ele convocou militares, engenheiros e civis franceses no Reino Unido ou nas suas colônias a unirem-se a ele para combater o nazismo. De Gaulle lembrou que aquela não era apenas uma batalha no solo da França, mas sim uma guerra mundial com recursos imensos à disposição dos Aliados, incluindo os impérios colonial e britânico e a capacidade industrial dos Estados Unidos. A viagem de 17 de junho de 1940 transformou o General de Gaulle de um oficial militar num líder político global. A partir da Inglaterra, organizou tropas que lutaram na África, apoiou a Resistência Francesa interna e garantiu que a França terminasse a Segunda Guerra Mundial como uma das nações vitoriosas.

Governos vêm e vão, mas o caráter de uma nação se revela nas escolhas de seu povo

Governos vêm e vão, mas o caráter de uma nação se revela nas escolhas de seu povo. Eleger pela quarta vez  o maior ladrão da história do país não representa apenas uma decisão política, mas um verdadeiro atestado de fracasso moral de grande parte da sociedade brasileira. 

Aceitar alguém com esse histórico na Presidência revela uma profunda deterioração dos valores éticos que deveriam orientar qualquer sociedade civilizada. Esse personagem passará. Não será eleito novamente e talvez sequer conclua seu mandato. 

Entretanto, o problema é muito maior. Como transformar um país em que mais da metade da população parece disposta a relativizar a honestidade, a integridade e o caráter? Como apostar em um lugar melhor para nossos filhos quando a grande maioria ignora a virtude moral? Como lutar por uma nação onde a moralidade e a ética são suplantadas pela corrupção? 

Governantes são passageiros, mas a degradação moral de uma sociedade pode atravessar gerações. E quando uma parcela tão expressiva da população já não reconhece e relativiza determinados limites éticos, torna-se difícil acreditar em qualquer transformação coletiva. 

Resta, portanto, uma conclusão tão amarga quanto inevitável: a salvação sempre será individual. Lutem por si. Defendam somente seus interesses. Deixem que as mentes moralmente deterioradas sucumbam às consequências do país que elas próprias escolheram.

Dom Adair José Guimarães - Bispo de Formosa-GO

26 outubro 2026

O segundo golpe: a caminhada final do regime totalitário

O pesadelo abordado aqui se tornou realidade no primeiro dia útil após as "eleições" realizadas neste domingo 26 de outubro. Portanto, não houve demora e seu surgimento veio do mercado conforme ilustram as imagens abaixo: 


A previsão não esbarra aí mas atinge também o mesmo segmento e vai muito além. Segundo Fernão Lara Mesquita o que virá por aí é muito pior. Ouça-o no vídeo a seguir:





PS.: Fotografia após às 18:00 horas desta segunda-feira (26)







O pesadelo continua

O resultado da eleição de 2026 foi a confirmação de que o sistema consegue se perpetuar. Lula saiu do primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro e, no segundo, “virou” com margem estreita depois que seu ex-advogado no Supremo, Cristiano Zanin, prorrogou a votação no país inteiro por liminar monocrática.

2026 ficará como uma mancha para o nosso sistema eleitoral. Criada pela demora do TSE em analisar pedidos e agravada pela interferência indevida e intempestiva do STF. Que mais uma vez não observa os limites institucionais. Lamentável tudo isso. É realmente urgente a reforma do Judiciário!

De tudo que pode destruir uma nação, nada é mais letal do que a desconfiança no sistema eleitoral. A eleição é a apoteose da democracia e seu ato mais tangível: é quando uma escolha direta e limpa dá o mesmo valor a todos os cidadãos, seja quem for o cidadão, seja qual for seu voto.

A oposição tem o direito e deve questionar o resultado. Isso a mantém ativa e tem razões para ir adiante com as reclamações. O PT faria o mesmo e com a violência habitual deles "em nome da democracia". A oposição de direita não joga sujo, não é violenta, e precisa marcar posição, continuar expondo os absurdos do lulopetismo, os crimes eleitorais e as soluções reais para o país. Há razões e elementos de sobra para se questionar todo o processo, sobretudo o abuso de poder dos governistas no Palácio do Planalto e no STF, tais como:

- a compra de votos descarada de Lula abusando do poder com populismo eleitoral (crimes eleitorais). Isso aqui enseja a cassação da chapa. No mínimo, escancara a falta de pudores e incompetência ou aparelhamento do TSE para conter os abusos.

- a intervenção de Zanin, o ex-advogado de Lula no STF, extemporânea e invasiva, ilegal, afrontando a Justiça Eleitoral. E a de Gilmar Mendes.

Bom, se o imponderável aparecer nas próximas horas ou dias, algo podre que exponha o atual governo e o processo eleitoral, aproveitar a oportunidade para crescer e apontar o dedo para o governo de Lula. Afinal, eles fizeram o diabo para ganhar a eleição, como Dilma já prometeu. Não há precedentes do derrame de dinheiro na campanha (mais de R$ 400 bilhões, segundo o Gastômetro do Estadão) e promessas abusivas que não têm recursos para serem implementadas. Assim como o uso de ministros amigos para interferir no processo a favor de Lula, como Gilmar Mendes, Dino e Zanin.

Não esmorecer, traçar estratégias e ir adiante. O Brasil desanda ainda mais se a oposição desaparecer ou se desorganizar. Metade do Brasil precisa de liderança e deve vir da oposição. E ir adiante. Seguir. Avançar. Eleição é momento.

22 outubro 2026

A TRÊS DIAS DAS URNAS, GERP AMPLIA VANTAGEM DE FLÁVIO PARA SEIS PONTOS

A três dias do segundo turno, a pesquisa da Gerp, divulga o levantamento, com 2.400 entrevistas e margem de dois pontos, dá 53% a Flávio e 47% a Lula, diferença fora da margem de erro. 

Na rodada anterior, o placar era de 52% a 48%. A rejeição ao presidente chega a 49%, contra 46% do senador. Na véspera do primeiro turno, a Gerp indicou Flávio à frente por 46% a 44%, quando AtlasIntel e Quaest projetavam vantagem de Lula. As urnas deram 47,03% ao candidato do PL e 45,16% ao petista.

Com o voto praticamente consolidado, já que 98% dos eleitores do senador e 97% dos do lula se dizem decididos, segundo a Gerp, o resultado de domingo depende sobretudo da mobilização de quem ficou em casa no dia 4.

21 outubro 2026

Pesquisas eleitorais: questionamento importante


Algo estranho acontece no TSE desde o 1° Turno. Institutos de Pesquisa NÃO estão divulgando a lista de cidades/Estados das entrevistas. O que pode explicar muito os índices. O site do TSE não mostra e a Quaest, quando questionada, não entregou a lista.


Em 2018, foi descerrada a cortina de dados de uma pesquisa DataFolha quando o instituto mostrou ascensão meteórica de Haddad contra Jair Bolsonaro a 10 dias da eleição. Foi descoberto no detalhamento da lista de cidades que a pesquisa mirou mais o Nordeste, e em especial Pernambuco.

As evidências não deixam dúvida: no domingo, vote Flávio Bolsonaro




A propósito do já conhecido powerpoint do Lula, os eleitores que ainda se encontram em dúvida em qual candidato votar no próximo domingo, de 25, dúvida esta, se houver, pois há muito tempo não deveria haver. A comparação entre as duas imagens não deixam dúvidas sobre a melhor escolha a fazer, até porque se torna inimaginável se votar em um candidato com esse currículo, isto no território brasileiro. Lá fora as imagens seguintes ilustram bem os seus gurus e respectivas companhias desde "criancinha".

  
As imagens à esquerda e abaixo resgatam a histórica (e controversa) entrevista concedida por Lula em julho/1979 à revista Playboy. E o motivo é sempre o mesmo: sua admiração confessa por figuras nefastas como Hitler, Che Guevara, Fidel Castro, Mao Tsé-Tung e o Aiatolá Khomeini. A entrevista completa está 
acessível aqui neste link.


E assim Lula continuou até os dias atuais quando está próximo de completar 81 anos de idade.













Lula vira problemão para a campanha

Lula convencido de que dispensa roteiro chegará ao último confronto sem ouvir quem o prepara. Na terça-feira, chegou a condicionar sua presença no debate da Globo à quebra dos sigilos de Flávio, e o PT precisou corrigi-lo horas depois, confirmando a participação.

O debate será na sexta-feira, 23, às 21h20 A dois dias da votação, se Lula repetir a Band, quebra a cara e afundará ainda mais sem tempo para se recuperar.

Do lado de Flávio, a orientação é dedicar mais tempo à economia, segurança pública e temas sociais, além de responder diretamente às perguntas de Lula. Trata-se de uma correção estratégica típica de campanhas competitivas: manter a contundência política, mas transmitir imagem mais presidencial e preparada para governar.

Outro aspecto relevante é que a campanha pretende preservar elementos que considera bem-sucedidos no primeiro debate, inclusive a movimentação pelo estúdio e a pressão constante sobre Lula.

A conclusão é objetiva. A campanha de Flávio percebeu que a eleição não será decidida pelos eleitores mais engajados, mas por quem ainda está em dúvida. Flávio poderá ampliar seu alcance eleitoral justamente no segmento que decidirá o resultado da disputa.

Na Band, a presença de Deltan Dallagnol com a camiseta “eu prendi o Lula”, ao lado de Sergio Moro, Nikolas Ferreira e Pablo Marçal, não foi acaso. Foi mensagem direta: a agenda da corrupção, da impunidade e da responsabilização permanece viva no centro do embate eleitoral.

Não é revanchismo; é memória institucional diante de um candidato cuja trajetória política foi permanentemente marcada por escândalos, condenações anuladas por decisões judiciais e suspeitas que o eleitor não tem obrigação de esquecer.

Lula fez uma autoprofecia: "Um ladrão não vai governar o Brasil"! Talvez a única verdade que ele disse nos últimos tempos

Lula fez um discurso em tom de confronto nesta terça-feira (20), durante agenda de campanha na região de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE).

Durante o discurso, Lula também convocou sua militância a permanecer mobilizada nas ruas e nas redes sociais e voltou a desafiar Flávio Bolsonaro a autorizar a abertura de seus sigilos bancário e telefônico.

Flávio Bolsonaro afirmou hoje (21), em Guarulhos (SP), que aceita abrir seus sigilos e cobrou que o presidente Lula (PT) também apresente informações sobre o próprio patrimônio e o de seus familiares, além dos gastos do cartão corporativo.

19 outubro 2026

Malandro carioca - Lula se deu mal

Lula chamou Flávio Bolsonaro de “malandro carioca” durante o debate realizado na Band, na noite deste domingo (18). A declaração ocorreu durante uma discussão sobre gastos públicos e possíveis cortes de despesas no governo federal.

De acordo com o UOL, a utilização da expressão “malandro carioca” gerou reação imediata e Lula chegou a ser vaiado por parte da plateia nos estúdios da emissora.
No segundo bloco do programa, Flávio Bolsonaro utilizou seu tempo para responder diretamente ao comentário. O candidato do PL dirigiu-se aos eleitores do Rio de Janeiro, afirmando que o presidente desrespeitou os moradores do estado e que esta seria a forma como o petista trata a população local quando a maioria opta pela mudança.


A fala abriu um desgaste na campanha de Lula, gerando preocupação entre seus aliados sobre uma possível repercussão negativa junto ao eleitorado fluminense nesta fase final da eleição.
No primeiro turno, o cenário no estado do Rio de Janeiro registrou 53,01% dos votos válidos para Flávio Bolsonaro, enquanto Lula obteve 39,41%.

18 outubro 2026

Tirar Lula da Presidência da República é a maior economia que o Brasil pode fazer

Foi uma das melhores frases ditas pelo candidato Flávio Bolsonaro durante o debate presidencial desta noite na Band.



O vídeo e as imagens abaixo resumem bem o que dele resultou.

















PS.: em atualização .

Lula assiste Roberta Luchsinger falar à CNN



Às vésperas do debate da TV Band, Lula deve ter sido surpreendido com a entrevista concedida pela lobista Roberta Luchsinger, na CNN, íntegra aqui.

Roberta Luchsinger fala à CNN

Chamada de "pilantra" por Lula, em entrevista na Rede Globo, Roberta deu o troco. Disse que Lula é mentiroso; e afirmou que Lulinha tinha reuniões semanais com ministros de Estado para "trocar figurinhas" ou manter diálogos. 

Sobre a alegação de Lula que não a conhecia, Roberta Luchsinger disse que é a melhor amiga de Lulinha e ironizou alegando que o presidente deve estar senil, uma vez que tinha uma convivência extremamente íntima com Lulinha e sua família. 

A lobista disse que pretende fazer uma delação premiada. Preocupada com retaliações, advertiu que se algo ocorrer com ela ou suas filhas a responsabilidade será do presidente Lula, assim como chamou Lulinha de covarde por não tê-la defendido diante das mentiras do seu pai. 

É evidente que Lula vai continuar alegando que nunca viu Roberta Luchsinger, mas até seus alucinados seguidores não acreditam nisto. Afinal, não é a primeira e nem será a última vez que Lula alega que não sabe de nada.

13 outubro 2026

Dessa mata não sai coelho

Quem teve a oportunidade de conhecer o pensamento de personalidades intelectuais como Celso Furtado, Hélio Jaguaribe e Roberto Campos entende o atraso intelectual brasileiro. 

Chega a ficar dramático ver as figuras que giram em torno de Lula (Guilherme Boulos, Lindbergh Farias, Otoni de Paula, André Janones e Ana Elisa) formulando teses nacionais. 

Tem gente que ainda acredita que é possível mudar a realidade nacional com criaturas deste perfil intelectual. Temos um País sem rumo, endividado, sem a menor diretriz de desenvolvimento, com profundas deficiências de infraestrutura, atraso tecnológico, e uma enorme legião de analfabetos funcionais. 

E a grande política nacional gira em torno da picanha, da cervejinha, do vale gás e do reajuste do Bolsa Família. É neste ponto nefasto em que chegamos.

Pesquisa que acertou o 1º turno mostra Flávio Bolsonaro com 55% contra 45% de Lula no 2º


Na corrida pelo Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com 55% dos votos válidos no segundo turno, contra 45% de Lula, segundo pesquisa Gerp divulgada nesta terça-feira, 13.

Esse é o primeiro levantamento do instituto após o primeiro turno, que foi um dos que mais se aproximou da tendência que apareceu na urna. A pesquisa divulgada na véspera mostrou Flávio com 46% e Lula com 44%, enquanto na urna o senador teve 47,03% contra 45,16% do atual presidente.

12 outubro 2026

Site pró-Lula escondeu alerta sobre boato contra Flávio Bolsonaro e tentou apagar rastros do autor

Versões recuperadas por A Investigação registram a ordem de retirar a ressalva sobre a Farmácia Popular e a aprovação de um vídeo que explorava a mesma acusação.
Por David Agape

Na madrugada de quinta-feira, 8, o Radar da Virada, site criado para ajudar a militância a promover Lula nas redes, retirou um aviso de que não havia fonte para a acusação de que Flávio Bolsonaro acabaria com o programa Farmácia Popular. Horas antes, contas da comunidade ligada ao projeto divulgaram a história no Kwai e no TikTok. Um vídeo com o mesmo tema continuou entre as recomendações, favorecido pelas regras do sistema.

O Farmácia Popular é um programa federal que fornece medicamentos farmácias credenciadas. O boato de que Flávio teria anunciado que iria encerrar o programa circulou entre a militância petista e foi refutado até mesmo por agências de checagem. O plano de governo promete manter os programas sociais e a sua candidatura declarou que fortalecerá o programa.

O levantamento de A Investigação recuperou versões antigas do Radar da Virada e encontrou a retirada do alerta atribuída, no código, a uma decisão de uma pessoa chamada “Gustavo”. Depois, o nome foi apagado, a autoria das alterações foi substituída e o histórico público foi reescrito. Na sexta-feira, 9, o projeto fechou o acesso ao código e substituiu também o histórico de uma cópia pública. Os registros, porém, sobreviveram em outra cópia.

Construído com Claude Code, ferramenta de inteligência artificial que escreve programas, o Radar surgiu em 6 de outubro, depois de Lula terminar o primeiro turno atrás de Flávio. Seus documentos o chamavam de war room, uma sala de guerra digital para a disputa por votos. O painel reúne tendências, vídeos para compartilhar e mapas eleitorais, e se conecta a uma rede de ferramentas pró-Lula, entre elas Fura Bolha, Diretório 13 e a plataforma da Comunidade Tech contra Flávio Bolsonaro.

Os arquivos registram outras decisões: checagens continuaram a ser produzidas, mas deixaram de aparecer; o alerta “Falso, não compartilhe” foi descartado; um canal alertado pelo próprio sistema seguiu sendo promovido; e o medidor da imprensa recebeu regras favoráveis a Lula. No sábado, 10, o site oficial da candidatura indicou o Radar como ferramenta de voluntários.

A indicação documenta a divulgação pela candidatura. O levantamento não estabeleceu que ela tenha criado, financiado ou dirigido a rede. Também não encontrou anúncios dos sites na biblioteca da Meta nem um sistema de disparo em massa: os botões de compartilhamento dependem da ação de quem visita as páginas.

A regra eleitoral permite a mobilização de apoiadores para ampliar o alcance de mensagens. Quando essa organização serve a fins ilícitos, prevê a responsabilização de quem organiza, cria, distribui e participa, conforme a conduta de cada pessoa.