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07 agosto 2026

A esquerda no poder. Seu único talento é destruir

Adicionalmente ao que se já se disse neste artigo, "Brasil fasciolulista", a Revista Oeste, no. 334, que acabou de ir ao ar traz, com perfeição, uma das imagens do Brasil oriunda dos quase vinte anos de governos petistas - a esquerda no poder. Seu resumo está exposto na Carta ao Leitor, copiada após o discurso do Sr. Marco Rubio..

É um relato de conteúdo arrasador para um país que sempre foi denominado como o "País do Futuro" pelos maiores estudiosos e escritores do ramo.

As justificativas para tais acontecimentos se encaixam como uma luva nas palavras do recente discurso do Secretário de Estado americano, Sr. Marco Rubio, cujo texto abaixo está disponível nas redes sociais.

Sobre um mundo melhor

«A violência da esquerda não é um “protesto”. É uma revolta dos piores contra os melhores. É a birra dos fracos, dos medíocres e dos covardes contra os fortes, os capazes e os bons.

São aqueles que não sabem construir, criar, nem realizar nada grandioso… E por isso decidem se vingar do mundo, destruindo o que outros ergueram com esforço, talento e visão.

Isso é o esquerdismo radical, em sua essência mais pura. Não importa a etiqueta do momento: anticapitalista, anti-imperialista, comunista, anarquista, marxista, “progressista” ou “ativista climático”. O DNA é sempre o mesmo.

É ressentimento venenoso, disfarçado de “justiça social”.

É inveja podre, maquiada de “igualdade”.

É ódio à excelência, embrulhado em bandeiras de “liberação”.

Seu único talento é destruir.

Sua única alegria é sujar o que é belo.

Seu único objetivo é arrastar tudo para baixo, para que ninguém brilhe mais que a sua própria mediocridade.

Por meio da violência, do terror e do cancelamento, buscam impor sua feiura espiritual à sociedade. Não é idealismo. Não é utopia. É niilismo puro com um sorriso moralista.

O velho dogma se enganou: isso não vem de gente que sonha com um mundo melhor, mas vem de gente que não suporta que o mundo seja melhor sem eles.

E já estamos fartos.

A civilização não se defende, pedindo perdão. Ela se defende, nomeando o inimigo pelo nome.

Marco Rubio, 16/07/2026


Carta ao leitor

Em levantamento feito pela repórter Rachel Díaz constatou que apenas os seis maiores escândalos de corrupção ocorridos nos últimos 20 anos no Brasil somam quase R$ 116 bilhões. A cifra equivale a R$ 5,8 bilhões a cada 12 meses. Ou R$ 15,9 milhões por dia. Ou R$ 662 mil por hora. Ou R$ 11 mil por minuto. 

O dinheiro, que saiu do bolso dos pagadores de impostos, poderia melhorar consideravelmente os serviços públicos. “Para dimensionar o tamanho da cifra, R$ 116 bilhões seriam suficientes para construir 58 mil unidades básicas de saúde ou 10,5 mil escolas de tempo integral”, compara Rachel. 

O top 5 da lista inclui dois episódios ainda em andamento. Com R$ 12,2 bilhões, o Banco Master já garante a medalha de bronze (atrás apenas dos escândalos dos Fundos de Pensão — quase R$ 55 bilhões — e do Petrolão — pouco menos de R$ 43 bilhões). Além de integrantes do Executivo e do Legislativo, membros do Judiciário estão envolvidos até o pescoço nas falcatruas de Daniel Vorcaro. Como observa Augusto Nunes, desde 9 de dezembro de 2025, Alexandre de Moraes mantém absoluto silêncio sobre o contrato de R$ 129 milhões celebrado entre o banqueiro bandido e o escritório de sua mulher, Viviane Barci. 

Por enquanto em quarto lugar, o escândalo do INSS voltou ao noticiário político-policial depois que o Supremo Tribunal Federal instaurou o terceiro inquérito contra Lulinha, filho mais velho de Lula com Marisa Letícia. Na reportagem de capa, Cristyan Costa revela os bastidores das investigações policiais, os negócios suspeitos e os indícios de corrupção que marcam a trajetória profissional de Lulinha. 

Em meio a brigas familiares e ao avanço de operações da PF, o ex-monitor do zoológico de São Paulo que virou megaempresário já no primeiro mandato do pai mudou-se para a Espanha em julho de 2025. Três meses antes, havia estourado o escândalo do INSS. Agora, evita dar as explicações que deve.

Além do cargo de filho de presidente da República, outras profissões no Brasil garantem lucros de dar inveja a muitos figurões de Wall Street. A maioria delas está ligada ao poder público e à burocracia estatal. 

Na primeira colocação estão os donos de cartório, com rendimento anual de R$ 2,4 milhões. Em seguida aparecem juízes, promotores e procuradores do Ministério Público (R$ 1,1 milhão por ano cada). 

No Brasil real, onde 82% das famílias estão endividadas, as coisas são muito diferentes. Como lembra a reportagem de Artur Piva, a média salarial do trabalhador no país gira em torno de R$ 3,6 mil por mês — menos de R$ 50 mil por ano. Enquanto a maioria da população não tem como pagar sequer despesas básicas, uma casta de privilegiados vê cair cifras milionárias em sua conta todos os meses.

Os cintos de quem já tem pouco vão ficar ainda mais apertados. A reforma tributária prevista para 2027 não só vai tirar mais dos cidadãos para engordar os cofres do governo como criará também uma tremenda confusão, explica Adalberto Piotto.

É nesse mundo dos escândalos bilionários, privilégios bancados pelo contribuinte e impostos cada vez maiores que os brasileiros decidirão quem será o próximo presidente da República.

Flávio Bolsonaro acaba de escolher o relator da CPMI do INSS para ser seu vice na disputa de outubro. Sarah Peres traça o perfil de Alfredo Gaspar. O deputado federal por Alagoas, que foi promotor de Justiça e conhece a insegurança pública de perto, pode ajudar a angariar votos no Nordeste.

Rodrigo Constantino acredita que as eleições deste ano devem ser encaradas como um plebiscito: a questão é tirar Lula do poder ou manter tudo do jeito que está. Para isso, a união dos conservadores é mais necessária do que nunca. 

Boa leitura.

Branca Nunes
Diretora de Redação

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