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08 setembro 2026

A economia brasileira no governo atual (petista)

O que se aprende logo cedo nos bancos escolares é que quando o processo de abertura de capital de empresas é frequente, isto pode significar um mercado financeiro desenvolvido, confiança dos investidores e boas perspectivas econômicas, embora outros indicadores também devam ser considerados para avaliar a situação econômica de um país, incluindo a estabilidade política e institucional.

A abertura de capital ocorre quando uma empresa passa a vender ações ao público, normalmente por meio de uma bolsa de valores. Esse processo permite captar recursos de investidores para financiar expansão, novos projetos, tecnologia, aquisições ou redução de dívidas.

Em mais detalhes, o que a abertura de capital pode representar para a economia? Novamente, os bancos escolares nos ensinam que isto pode significar:

  • Maior capacidade de investimento: as empresas obtêm recursos sem depender exclusivamente de empréstimos bancários.

  • Desenvolvimento do mercado de capitais: aumenta a participação de investidores e a circulação de recursos na economia.

  • Expansão empresarial: o dinheiro captado pode financiar novas fábricas, serviços, tecnologia e empregos.

  • Maior transparência: empresas listadas geralmente precisam divulgar informações financeiras e seguir regras de governança.

  • Diversificação das formas de financiamento: a economia fica menos dependente do crédito bancário.

  • Confiança dos investidores: um ambiente com muitas ofertas de ações pode refletir expectativas favoráveis sobre empresas e sobre a economia do país.

Um país que apresenta um mercado de capitais desenvolvido e frequentes aberturas de capital tende a possuir uma economia com maior capacidade de mobilizar a poupança dos investidores para financiar atividades produtivas. Isso pode ser sinal de dinamismo econômico, instituições financeiras mais desenvolvidas e confiança nas perspectivas de crescimento.

No Brasil, infelizmente, notadamente nos governos do PT isso não tem ocorrido e, diariamente, o Brasil é bombardeado com informações resumidas nas figuras abaixo.




Uma saída recorde de investidores estrangeiros que retiraram R$ 18 bilhões da Bolsa no mês de agosto, maior saída da série histórica iniciada em janeiro de 2022.



Uma dívida bruta que chegou a R$ 10,9 tri e atinge 82,5% do PIB refletindo a subida de 0,6 ponto percentual em julho e acumulação de alta de 3,9 pontos no ano.



27 agosto 2026

Ligação de Lula para Trump - o nó górdio entre os dois

A indústria bélica norte-americana vive um momento de forte estresse, funcionando em tempo integral, forçando máquinas, equipamentos, tecnologias e pessoal a se desdobrarem na produção de armamento, o que, evidentemente, exige maior demanda por petróleo, energia, minerais, metais e dinheiro.

É neste contexto que a conversa entre Lula e Trump azedou, a ponto de Trump ordenar o ingresso de Daniel Perez, embaixador norte-americano designado diretamente por Rubio, imediatamente, no Brasil, conceda Lula ou não as credenciais para o embaixador.


O nó górdio entre Trump e Lula envolve a mineradora norte-americana USA Rare Earth, que avançou para concluir a compra da Serra Verde, operadora da mina Pela Ema em Minaçu, no norte de Goiás, em uma operação de cerca de US$ 2,8 bilhões .
A China se opõe à aquisição e à entrega dos minerais e metais aos EUA, no que Lula concordou com Xi Jinping, muito embora a compra da Serra Verde e da Pela Ema tenha sido chancelada pelos órgãos administrativos do governo brasileiro.
Tivessem saído dos cofres da USA Rare Earth os 2,8 bilhões de dólares para esta aquisição, o fato em si já seria grave, pela quebra de contrato, mas reduzida a uma questão eminentemente privada, contudo, a aquisição foi financiada em grande parte pelo governo dos Estados Unidos, especificamente, pelo Departamento de Guerra, sinalizando que toda a produção será dirigida à indústria bélica norte-americana.
Este sim é o ponto de maior atrito entre Trump e Lula, capaz de causar forte irritação, a não escrever exasperação franca, tanto pelo ponto de vista geopolítico, dado o descarado alinhamento do Brasil lulista à China comunista de Jinping, fato este insuportável para os EUA, como do ponto de vista estratégico-militar, pelo boicote brasileiro subtraindo matéria prima fundamental para a indústria bélica norte-americana.

PS.: Apesar da retórica petista sobre a conversa, de certo, o desgoverno Lula já admitiu que nada ocorrerá em termos de redução da imposição de tarifas aos produtos brasileiros até depois das eleições, salvo um ou outro produto de exclusivo interesse norte-americano, como metais, ferro, alumínio e por aí afora.

10 agosto 2026

O que espera o Brasil ?


A hostilidade de Lula em relação a Marco Rubio não surpreende. Diante de uma liderança firme que defende a liberdade, a esquerda radical responde com ataques.

O Brasil merece mais: liberdade, democracia e um futuro longe da influência castrocomunista.

Lula mexeu com um latino e a reação veio em cadeia nos Estados Unidos. Na sexta-feira, 7 de agosto, Lula provocou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, filho de imigrantes cubanos, chamando-o de “latino-americano frustrado” e afirmando que ele “não gosta da América Latina e muito menos do Brasil”. A reação do deputado republicano Carlos Giménez foi imediata. Nascido em Cuba e duro opositor do regime comunista da ilha, ele atribuiu a hostilidade de Lula contra Rubio à influência cubana. “O ódio de Lula contra Marco Rubio tem uma origem clara - a influência de seus chefes da ditadura castrocomunista”, dizia a imagem publicada pelo congressista. No texto, reforçou: o Brasil merece “um futuro longe da influência castrocomunista”. Giménez não parou aí - chamou Lula de “porco corrupto e criminoso” e o acusou de destruir a histórica aliança entre Brasil e Estados Unidos.

Neste domingo, 9 de agosto, elevou a provocação a outro patamar. No X, publicou uma montagem de Lula no lugar de Nicolás Maduro na foto divulgada por Trump após a captura do venezuelano pelas forças americanas, em 3 de janeiro. Maduro aparece vendado, com protetores auriculares e sob custódia; Giménez substituiu seu rosto pelo de Lula e a garrafa de água por uma garrafa de cachaça. A mensagem foi curta: “O que o espera… #Brasil.” O Deputado utilizou a imagem de Maduro sob custódia americana e usou a IA para deixar esta mensagem para Lula.

Cubanos e outros povos da América Latina que ainda estão sob o regime comunista castrista aguardam ansiosamente uma virada, tal qual o que aconteceu com a Polônia no século passado quando foi retomado e implantado com rigor o regime democrático e capitalista.

Agora estão reportando nas redes sociais que em menos de 10 anos a Polônia será a primeira economia da Europa e um dos países mais ricos do mundo. Qual a receita? Capitalismo puro, com incentivos a iniciativa privada e ao empreendedorismo, educação com foco nas ciências exatas, controle rigoroso da imigração, proibição de qualquer ideologia comunista no País (determinada claramente na constituição do País) e por último: a preservação e a prática dos valores Cristãos. A Polônia já é, em 2026, o país mais organizado e o que mais cresce economicamente na Europa. Parece que foi um dos poucos que aprendeu com o sofrimento da segunda guerra mundial. Que este também seja o destino de nosso Brasil e dos demais países latino-americanos.

07 agosto 2026

A esquerda no poder. Seu único talento é destruir

Adicionalmente ao que já se disse neste artigo, "Brasil fasciolulista", a Revista Oeste, no. 334, que acabou de ir ao ar traz, com perfeição, uma das imagens do Brasil oriunda dos quase vinte anos de governos petistas - a esquerda no poder. Seu resumo está exposto na Carta ao Leitor, copiada após o discurso do Sr. Marco Rubio.

É um relato de conteúdo arrasador para um país que sempre foi denominado como o "País do Futuro" pelos maiores estudiosos e escritores do ramo.

As justificativas para tais acontecimentos se encaixam como uma luva nas palavras do recente discurso do Secretário de Estado americano, Sr. Marco Rubio, cujo texto abaixo está disponível nas redes sociais.

Sobre um mundo melhor

«A violência da esquerda não é um “protesto”. É uma revolta dos piores contra os melhores. É a birra dos fracos, dos medíocres e dos covardes contra os fortes, os capazes e os bons.

São aqueles que não sabem construir, criar, nem realizar nada grandioso… E por isso decidem se vingar do mundo, destruindo o que outros ergueram com esforço, talento e visão.

Isso é o esquerdismo radical, em sua essência mais pura. Não importa a etiqueta do momento: anticapitalista, anti-imperialista, comunista, anarquista, marxista, “progressista” ou “ativista climático”. O DNA é sempre o mesmo.

É ressentimento venenoso, disfarçado de “justiça social”.

É inveja podre, maquiada de “igualdade”.

É ódio à excelência, embrulhado em bandeiras de “liberação”.

Seu único talento é destruir.

Sua única alegria é sujar o que é belo.

Seu único objetivo é arrastar tudo para baixo, para que ninguém brilhe mais que a sua própria mediocridade.

Por meio da violência, do terror e do cancelamento, buscam impor sua feiura espiritual à sociedade. Não é idealismo. Não é utopia. É niilismo puro com um sorriso moralista.

O velho dogma se enganou: isso não vem de gente que sonha com um mundo melhor, mas vem de gente que não suporta que o mundo seja melhor sem eles.

E já estamos fartos.

A civilização não se defende, pedindo perdão. Ela se defende, nomeando o inimigo pelo nome.

Marco Rubio, 16/07/2026


Carta ao leitor

Um levantamento feito pela repórter Rachel Díaz constatou que apenas os seis maiores escândalos de corrupção ocorridos nos últimos 20 anos no Brasil somam quase R$ 116 bilhões. A cifra equivale a R$ 5,8 bilhões a cada 12 meses. Ou R$ 15,9 milhões por dia. Ou R$ 662 mil por hora. Ou R$ 11 mil por minuto. 

O dinheiro, que saiu do bolso dos pagadores de impostos, poderia melhorar consideravelmente os serviços públicos. “Para dimensionar o tamanho da cifra, R$ 116 bilhões seriam suficientes para construir 58 mil unidades básicas de saúde ou 10,5 mil escolas de tempo integral”, compara Rachel. 

O top 5 da lista inclui dois episódios ainda em andamento. Com R$ 12,2 bilhões, o Banco Master já garante a medalha de bronze (atrás apenas dos escândalos dos Fundos de Pensão — quase R$ 55 bilhões — e do Petrolão — pouco menos de R$ 43 bilhões). Além de integrantes do Executivo e do Legislativo, membros do Judiciário estão envolvidos até o pescoço nas falcatruas de Daniel Vorcaro. Como observa Augusto Nunes, desde 9 de dezembro de 2025, Alexandre de Moraes mantém absoluto silêncio sobre o contrato de R$ 129 milhões celebrado entre o banqueiro bandido e o escritório de sua mulher, Viviane Barci. 

Por enquanto em quarto lugar, o escândalo do INSS voltou ao noticiário político-policial depois que o Supremo Tribunal Federal instaurou o terceiro inquérito contra Lulinha, filho mais velho de Lula com Marisa Letícia. Na reportagem de capa, Cristyan Costa revela os bastidores das investigações policiais, os negócios suspeitos e os indícios de corrupção que marcam a trajetória profissional de Lulinha. 

Em meio a brigas familiares e ao avanço de operações da PF, o ex-monitor do zoológico de São Paulo que virou megaempresário já no primeiro mandato do pai mudou-se para a Espanha em julho de 2025. Três meses antes, havia estourado o escândalo do INSS. Agora, evita dar as explicações que deve.

Além do cargo de filho de presidente da República, outras profissões no Brasil garantem lucros de dar inveja a muitos figurões de Wall Street. A maioria delas está ligada ao poder público e à burocracia estatal. 

Na primeira colocação estão os donos de cartório, com rendimento anual de R$ 2,4 milhões. Em seguida aparecem juízes, promotores e procuradores do Ministério Público (R$ 1,1 milhão por ano cada). 

No Brasil real, onde 82% das famílias estão endividadas, as coisas são muito diferentes. Como lembra a reportagem de Artur Piva, a média salarial do trabalhador no país gira em torno de R$ 3,6 mil por mês — menos de R$ 50 mil por ano. Enquanto a maioria da população não tem como pagar sequer despesas básicas, uma casta de privilegiados vê cair cifras milionárias em sua conta todos os meses.

Os cintos de quem já tem pouco vão ficar ainda mais apertados. A reforma tributária prevista para 2027 não só vai tirar mais dos cidadãos para engordar os cofres do governo como criará também uma tremenda confusão, explica Adalberto Piotto.

É nesse mundo dos escândalos bilionários, privilégios bancados pelo contribuinte e impostos cada vez maiores que os brasileiros decidirão quem será o próximo presidente da República.

Flávio Bolsonaro acaba de escolher o relator da CPMI do INSS para ser seu vice na disputa de outubro. Sarah Peres traça o perfil de Alfredo Gaspar. O deputado federal por Alagoas, que foi promotor de Justiça e conhece a insegurança pública de perto, pode ajudar a angariar votos no Nordeste.

Rodrigo Constantino acredita que as eleições deste ano devem ser encaradas como um plebiscito: a questão é tirar Lula do poder ou manter tudo do jeito que está. Para isso, a união dos conservadores é mais necessária do que nunca. 

Boa leitura.

Branca Nunes
Diretora de Redação

Brasil fasciolulista

Lula e Nikolai Petruschev

Que ninguém se iluda: O contexto em que está mergulhado o Brasil fasciolulista diante da iniciativa de Marco Rubio e de Trump reunindo 32 países em uma reunião na OEA para tratar da segurança continental liderada pelos EUA, o chamado Escudo das Américas, proposta esta recusada pelo Brasil, que não comparecerá ao encontro, tem bastidores do lado brasileiro que tem tudo para descambar para um conflito ainda mais grave e profundo entre os dois países, que não se limitarão somente às relações comerciais e econômicas.
Não é fruto do acaso que logo após Múcio, o Ministro da Defesa brasileiro, informar Lula que as Forças Armadas brasileiras estão em estado de penúria, sendo melhor “abrir o portão” e deixar entrar tropas dos EUA em caso de invasão norte-americana, que tentar resistir, Lula ligou para Xi Jinping por mais de hora e ato contínuo, recebeu Nikolai Petruschev, o segundo homem da hierarquia russa, após Putin, em Brasília.
Especula-se muito sobre as razões deste estreitamento das relações do Brasil fasciolulopetista lulista e a China comunista de Jimping e a Rússia autárquica de Putin.
De certo, a natureza desta aproximação é emergencial. O Brasil está isolado e afastado no contexto ocidental livre e democrático. Isto por um lado. Por outro, Lula sente a forte oposição a ele de parte dos países circunvizinhos nos quais a direita venceu, tomando o poder das mãos corruptas e aliadas ao narcoterrorismo das esquerdas latino-americanas e, sobretudo, dos EUA de Trump e Rubio.
Afora isso, Lula sente que após a derrocada do regime chavista na Venezuela por um ato de força dos EUA , capturando Maduro, levando-o ao banco dos réus e prendendo-o com sua mulher em uma prisão em Nova Iorque, percebe que os próximos a caírem serão Diaz-Canel em Cuba e Ortega na Nicarágua, derrocando de vez o Foro de São Paulo, isolando-o de todo, sabendo que antes os depois será ele a bola da vez.
Portanto, essa aproximação estreita, de agora, com China e Rússia, não se limitou à compra de fertilizantes, até por conta do desprezo que Lula sente pelo agro brasileiro, tido por ele como “fascista” e contrário a ele e ao seu desgoverno, e de diesel de parte da Rússia, ou de comercialização incrementada de produtos brasileiros com a China, assuntos estes que podem ser tratados pelos escalões secundários dos três Estados.
Os assuntos tratados por Lula com Jinping e Petruschev, a este nível, de cúpula, podem envolver a transferência de armamentos e tecnologias militares para o Brasil, além da manipulação das eleições brasileiras de 2026 com tecnologia chinesa.
Documentos ora divulgados pela CIA provam que a China interveio nas eleições venezuelanas, garantindo uma vantagem de cerca 1,5 milhão de votos em favor de Chaves, o que efetivamente ocorreu, viciando os resultados eleitorais.
Nada garante que Lula não tenha pedido isto a Jimping, de interferência nas eleições de 2026, sabendo ele que a oposição liberal e de direita alinhada com os EUA pode sim vencer as eleições, senão por outras razões, pelo desastre de seu desgoverno do ponto de vista macroeconômico e social.
Evidente que Rubio e Trump sabem em minúcias, pela CIA, destas negociações entre Brasil, China e Rússia, com possível aprofundamento mais dramático das diferenças entre EUA e Brasil a nível diplomático, aproximando-se de uma ruptura em que, de fratura simples, passa a ser fraturas compostas, colocando um alvo na testa do Brasil.
Exagero? Não! O Brasil é grande demais e importante demais no contexto geopolítico americano e continental para cair nas mãos da Rússia e da China.

23 julho 2026

Sinal amarelo para o Brasil

Entre as prioridades do 15º Plano Quinquenal chinês, aprovado em 12 de março de 2026, encontram-se a autossuficiência alimentar, a IA no campo e e novas proteínas. Todas estão no centro de seu planejamento para os próximos anos. O recado para os grandes exportadores, como o Brasil, é difícil de ignorar. A estratégia da China é clara - importar menos e produzir mais. O movimento já começou. Desde janeiro, a China passou a aplicar um adicional de 55% sobre as importações de carne bovina que ultrapassarem as cotas anuais estabelecidas para países como o Brasil, com o objetivo declarado de proteger sua produção doméstica.

Enquanto o Brasil se volta para a China como parte de sua estratégia de diversificação, Pequim trabalha para reduzir justamente a dependência externa que ajudou a transformar o país em uma potência agrícola.

"A China identificou que estar muito exposta a importações é um elemento de vulnerabilidade para um país com uma população tão grande e por isso está promovendo uma mudança estrutural", afirma Larissa Wachholz, coordenadora do Programa Ásia e do Grupo de Análise da China do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais) e ex-assessora especial do Ministério da Agricultura.

"Obviamente, a China não vai renunciar às exportações brasileiras de soja num prazo visível, mas ela vai começar a depender num grau cada vez menor dessas importações, porque está investindo seriamente em tecnologias de substituição dessas proteínas vegetais por aminoácidos industriais e outras formas de produção de proteína para consumo animal. Essa ideia de que a produção brasileira de soja é importantíssima para alimentar o mundo é uma ficção. Nós não alimentamos pessoas, nós alimentamos animais", afirma o professor Ricardo Abramovay, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo .

O alerta encontra respaldo em projeções do relatório China's Food Future, da consultoria Systemiq, segundo o qual as importações chinesas de soja podem cair cerca de 25% até 2030 — uma redução equivalente a aproximadamente 23,5 milhões de toneladas. 

Entre os fatores apontados estão melhorias na alimentação animal, ganhos de produtividade e o avanço de proteínas produzidas por novos processos industriais. O estudo destaca tecnologias como fermentação de precisão, biomanufatura e carne cultivada em laboratório, métodos que podem reduzir a necessidade de soja destinada à produção convencional de proteína animal.

A transformação da China em potência econômica foi acompanhada por uma mudança igualmente profunda na forma como sua população se alimenta. Desde o início das reformas econômicas lançadas por Deng Xiaoping no fim dos anos 1970, centenas de milhões de chineses deixaram a pobreza e ingressaram na classe média. Com mais renda disponível, a dieta do país passou por uma rápida diversificação: o consumo de carne, leite, ovos e alimentos processados cresceu de forma acelerada.

Essa mudança teve efeitos diretos sobre o comércio global de alimentos. Para produzir mais fontes de proteína, a China precisou ampliar fortemente a oferta de ração animal — que tem como um dos insumos principais a soja. Foi essa demanda crescente que ajudou a transformar o Brasil em um dos principais fornecedores agrícolas do país asiático. 

Isso porque o território chinês enfrenta limitações estruturais para expandir sua produção agrícola: o país abriga cerca de um quinto da população mundial, mas dispõe de menos de 10% das terras agricultáveis do planeta e de cerca de 6% dos recursos hídricos globais.

Assim, durante décadas, a solução encontrada por Pequim foi combinar produção doméstica com importações crescentes de alimentos e insumos agrícolas. Esse modelo permitiu sustentar a expansão do consumo sem exigir que o país produzisse internamente tudo aquilo que sua população demandava. 

Agora, porém, a mesma dependência externa que ajudou a impulsionar seu crescimento passou a ser vista internamente com apreensão, especialmente em um contexto marcado por guerras, disputas comerciais, sanções econômicas e interrupções nas cadeias globais de suprimento.

A preocupação não é teórica. Segundo o relatório China's Food Future, da consultoria Systemiq, a China é hoje o maior importador de alimentos do mundo e acumula um déficit comercial agrícola de US$ 124,5 bilhões. 

No caso da soja, cerca de 84% do consumo doméstico depende de importações. Mais da metade desse abastecimento vem do Brasil, que responde por cerca de 71% das compras chinesas do grão. 

Na carne bovina, a dependência externa é menor, mas ainda relevante: aproximadamente 32% do consumo é importado, e o Brasil responde por 54% dessas compras.

O historiador econômico Adam Tooze, da Universidade Columbia, enxerga paralelos entre a atual estratégia de soberania alimentar chinesa e a política industrial que permitiu ao país assumir posições de liderança global em setores como energia solar, baterias e veículos elétricos. 

Em artigo recente publicado no jornal britânico Financial Times, ele aponta o caminho percorrido por Pequim em ambos os casos: planejamento estatal, financiamento direcionado, coordenação entre universidades, empresas e centros de pesquisa e forte aposta em inovação tecnológica.

"Se o desacoplamento alimentar for perseguido com a mesma energia da política industrial da China, ele irá subverter a economia agrícola global do último quarto de século", alerta Tooze.

O historiador argumenta que a dependência de importações ajudou a sustentar a rápida melhora do padrão de vida da população chinesa, mas também criou vulnerabilidades que passaram a preocupar a liderança do país.

"É para os atuais líderes de mercado que a formidável guinada da China em direção à segurança tecnoindustrial traz uma incerteza radical", conclui.

Para Wachholz, a lógica por trás dessa transformação vai além da produção agrícola. Segundo ela, Pequim passou a tratar a segurança alimentar como uma questão estratégica porque precisa garantir o abastecimento de uma população cada vez mais urbana, rica e exigente.

"A China não depende de importações para assegurar o mínimo de calorias para a sua população. Ela depende delas para garantir uma alimentação mais diversa", afirma.

Essa mudança ajuda a explicar por que o governo chinês tem direcionado investimentos para áreas como biotecnologia, agricultura de precisão e novas formas de produção de proteína. Ela também reflete transformações no comportamento do consumidor chinês, cada vez mais atento à relação entre alimentação, saúde e sustentabilidade.

"É muito comum usar o termo 'verde' na China. E esse termo está associado não apenas a algo que seja benéfico para o meio ambiente, mas também para a saúde. Os chineses tendem a compreender esses dois conceitos de forma associada", diz Wachholz.

"O Brasil tem que estar com o sinal amarelo ligado", afirma a senadora pelo Mato Grosso do Sul e ex-ministra da Agricultura (2019-2022) Tereza Cristina (PP). "Não vai acontecer da noite para o dia [a redução das importações], mas o Brasil tem que estar de olho e se preparar para novos mercados ou para a diminuição da área plantada de soja", afirma.

Para ela, um dos pontos de atenção é a possível expansão do uso de sementes geneticamente modificadas pelos produtores chineses. Embora a China importe há décadas grandes volumes de soja transgênica produzida em países como Brasil e EUA, o cultivo doméstico dessas variedades avançou mais lentamente por razões regulatórias e políticas.

Nos últimos anos, porém, Pequim passou a flexibilizar gradualmente essas restrições e a investir pesadamente em melhoramento genético, biotecnologia e desenvolvimento de sementes próprias. O 15º Plano Quinquenal estabelece como meta elevar a autossuficiência em sementes consideradas estratégicas para 85%.

"A hora que eles passarem para os transgênicos e aumentarem essa produção própria para diminuir a dependência, o Brasil será o primeiro país impactado, já que nós somos os maiores exportadores de soja", diz Tereza Cristina.

Na visão de Abramovay, há também um fator geopolítico em jogo: uma eventual acomodação das tensões comerciais entre Washington e Pequim poderia levar a China a ampliar compras de produtos agrícolas americanos como parte de acordos mais amplos entre as duas potências. "É um horizonte que nem de longe pode ser tomado como seguro para o Brasil", afirma.

Para Tereza Cristina, o alerta não significa que o Brasil esteja condenado a perder espaço, mas que precisa começar a se adaptar a um cenário diferente daquele que predominou nas últimas duas décadas.

"O Brasil tem que pensar no que fazer estrategicamente, se terá que diminuir a produção de soja ou passar para outros produtos", avalia. "Não existem outros países para onde a gente possa exportar esse volume que podemos vir a perder se a China diminuir a demanda".

Segundo ela, a experiência recente mostra que metas anunciadas por Pequim costumam ser perseguidas de forma consistente: "Quando a China fala, ela cumpre. Então isso é um alerta para a produção brasileira."

Para Tereza Cristina, o governo deveria manter estruturas permanentes de inteligência estratégica para monitorar tendências globais e antecipar mudanças de mercado. Wachholz, que estabeleceu o "Programa China" na gestão da ministra, também vê falhas na resposta brasileira, mas direciona suas críticas principalmente ao setor privado.

"Ele deveria estar mais presente na China, fazendo mais ações de monitoramento e de acompanhamento e promoção dos nossos produtos", afirma. "O governo brasileiro trabalha para abrir o mercado, mas mesmo depois de aberto, os fluxos de negócio demoram a acontecer. Não é como se o Estado brasileiro fosse o exportador".

Apesar dos alertas, nenhum dos entrevistados prevê um colapso da relação comercial entre Brasil e China. O consenso é que Pequim continuará importando grandes volumes de alimentos brasileiros por muitos anos. O risco, segundo Wachholz, está em continuar tomando decisões de investimento de longo prazo como se a demanda chinesa fosse crescer indefinidamente.

15 julho 2026

Fiasco da Copa confirma que o País padece de apatia contagiosa


    O desempenho decepcionante da Seleção Brasileira na Copa do Mundo consolidou uma das piores campanhas no torneio. Eliminada pela Noruega, a equipe sofreu com a falta de consistência tática e rendimento individual abaixo do esperado, marcando um dos capítulos mais frustrantes do futebol nacional.


    Cair fora da Copa já na disputa das oitavas de final é sempre uma humilhação no país que só aplaude o vencedor. De qualquer forma, o adiamento do hexa não tornou o Brasil mais desenvolvido ou menos endividado. Ganhando ou perdendo, continuaria ocupando a mesma posição em rankings mais relevantes que os da FIFA. Embora reiterem que vamos de mal a pior, tais números são recebidos com descaso pelos governantes e com indiferença por incontáveis governados. É verdade que, em casa ou no bar, muitos reclamam, se queixam ou lamentam. Mas são raríssimos os que reagem com efetiva indignação.


    Os desinformados creem que Deus proverá — ou confiam no socorro prometido por um presidente que capricha na fantasia de Pai dos Pobres que esconde a Mãe dos Ricos. Entre os que veem as coisas como as coisas são, milhões engolem com desmoralizante passividade um Supremo Tribunal Federal fora da lei, a roubalheira que alvejou aposentados e pensionistas do INSS, os 37 impostos criados ou anabolizados pelo governo Lula 3, as 2,5 mil empresas em recuperação judicial, o endividamento de mais de 80% das famílias brasileiras, o rombo de R$ 50 bilhões aberto pelo falecido Banco Master no Fundo Garantidor de Crédito ou o pântano da corrupção onde chapinham, atraídos pelo vigarista Daniel Vorcaro, figurões dos Três Poderes. Fora o resto. 


    Esse entorpecimento coletivo ajuda a encarar sem perplexidade o naufrágio do Brasil no ranking mundial da educação (65º colocado em matemática, 62º em ciências e 52º em leitura na mais recente avaliação de estudantes de 81 países). Mais que a metade dos jovens são incapazes de compreender textos básicos. São analfabetos funcionais quase 30% dos brasileiros com 15 a 64 anos de idade. Sete em cada dez nascidos há 15 anos são incapazes de resolver problemas matemáticos elementares. “Sabe por que o Brasil tem tanto analfabeto?”, pergunta Lula num vídeo recente. “Porque nenhum governo se preocupa com educação neste país”, responde o único presidente da República que não sabe escrever e jamais leu um livro da primeira palavra ao ponto final.


    Haja cinismo. Neste primeiro quarto de século, Lula e Dilma Rousseff somaram 17 anos e seis meses no poder. Segundo o maridão de Janja, Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer e Jair Bolsonaro conseguiram no pouco tempo que sobrou multiplicar extraordinariamente o número de lulas e aumentar a multidão de dependentes do Bolsa Família. Para esse eleitorado majoritariamente petista, a vida consiste em não morrer de fome. 


    Na Noruega, país que mandou a Seleção Brasileira de Futebol para casa, o salário mensal médio é dez vezes maior que o pago por aqui. E a inflação brasileira atingiu o dobro do índice norueguês.





05 julho 2026

Brasil vs Noruega


Humilhação não foi perder da Noruega no futebol.

Humilhação é perder para um país de apenas 5,6 milhões de habitantes que encontrou petróleo, teve responsabilidade para administrar essa riqueza e hoje possui o maior fundo soberano do planeta, com cerca de US$ 2,2 trilhões em patrimônio e participação em aproximadamente 1,5% das empresas listadas no mundo. Enquanto isso, o Brasil descobriu o pré-sal, mas continua desperdiçando oportunidades em meio a escândalos de corrupção, desperdício de recursos públicos e decisões de curto prazo. A diferença entre Brasil e Noruega nunca foi talento. Sempre foi gestão, planejamento e responsabilidade com o dinheiro do povo. No futebol, uma derrota faz parte do esporte. O que realmente deveria envergonhar é ver um país tão rico continuar desperdiçando seu potencial enquanto outros transformam riqueza em prosperidade para as próximas gerações.

PIB per capita: 🇳🇴 $ 85 mil 🇧🇷 $ 10 mil Desenvolvimento: 🇳🇴 0,970 🇧🇷 0,750 Expectativa de vida 🇳🇴 83 anos 🇧🇷 75 anos Corrupção: 🇳🇴 5° lugar 🇧🇷 107º lugar Segurança: 🇳🇴 19 homicídios (2025) 🇧🇷 34.086 (2025) Futebol: 🇳🇴 2 x 1 🇧🇷

02 julho 2026

Os Estados Unidos criaram 1200 milionários POR DIA em 2025!


Só ano passado, foram adicionados 438 mil milionários, mais do que os milionários existentes no Brasil, que seriam 386 mil, segundo o UBS.

Pouca gente tem a exata noção da amplitude da prosperidade americana. 23,6 milhões de americanos tem um patrimônio maior que US$ 1 milhão. É uma proporção de 7,15 para cada 100 pessoas. No Brasil, a proporção de 0,18 para cada 100. Ou seja, proporcionalmente, os EUA tem 39x mais milionários que o Brasil.

24 junho 2026

O Brasil é um regime socialista de autoritarismo crescente

 

Gramsci deve estar sorrindo no inferno. O teórico comunista estava certo. A forma mais eficiente de impor o socialismo não é na ponta do fuzil, como fizeram os bolcheviques, mas pela conquista da cultura, em que as pessoas vão abandonando valores tradicionais e adotando o pensamento esquerdista sem nem perceber. Esse é o ponto que poucos entenderam. O socialismo do século XXI abandonou a estatização das fábricas e adotou a captura das instituições. Não precisa mais confiscar a propriedade quando consegue esvaziá-la por dentro. Na verdade, o confisco continua existindo, só que de forma implícita. Se um empresário não pode mais administrar a própria empresa como julga melhor, ele já não a possui de verdade. O título de propriedade permanece no papel. O conteúdo do direito é que foi expropriado. É o mesmo projeto de sempre, com outra roupagem. E é exatamente essa mutação que Gramsci anteviu. A estratégia foi amplamente adotada pela esquerda brasileira, pela ocupação de espaços no meio artístico, nas universidades, na imprensa, nas religiões organizadas e em outras instituições, dentro e fora do Estado, inclusive os próprios órgãos de Justiça. O resultado começa a aparecer como uma avalanche. Vai muito além da censura e da perseguição à direita dos últimos anos. Chega ao ponto de condenações que transformam a vida privada em campo de batalha ideológico. Algumas decisões judiciais recentes expõem o nível de arbitrariedade alcançado: 1. A Ortobom, fabricante de colchões, foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos porque todas as suas 24 chefias eram ocupadas por homens. Em nenhum momento o processo provou um único caso concreto de discriminação contra uma mulher. O TST entendeu que a ausência de mulheres, por si só, inverte o ônus da prova: cabia à empresa demonstrar que seus critérios de promoção eram neutros. Na prática, a estatística virou acusação. Vale lembrar que NÃO existe lei alguma que obrigue uma empresa a contratar mulheres, e que, pela Constituição, ninguém pode ser punido sem que a lei defina o crime. Mas, como a ideologia socialista EXIGE igualdade de resultados, e não igualdade de oportunidades, a empresa foi condenada. 2. Um casal do interior de São Paulo foi condenado por educar as filhas em casa, o chamado homeschooling, mesmo demonstrando que as meninas têm nível cultural muito superior à média brasileira. Detalhe que diz tudo: o próprio Ministério Público pediu a absolvição, e o juiz condenou assim mesmo, contrariando entendimentos do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, do STJ e do Supremo. O magistrado se incomodou até com o fato de uma das filhas não gostar de funk e sertanejo, o que ele leu como "discriminação e preconceito". Numa lógica que trata o Estado como dono das crianças, é primordial que elas sejam educadas pelo time de professores militantes, que transforma os inocentes em soldados da revolução. 3. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi condenada por omissão diante das agressões que mataram o próprio filho. Depois de o júri desclassificar o homicídio para a forma culposa, a juíza concedeu o perdão judicial. O motivo: a sociedade teria agido de forma "misógina" e "patriarcal" ao cobrar dela, como mãe, a proteção da criança. Na prática, o gênero da ré valeu mais do que a vida de um menino de quatro anos. São três exemplos entre uma série crescente de decisões, todas movidas pelo mesmo princípio. A lei deixou de ser igual para todos e passou a depender do grupo a que pertence o réu. Empresa privada, pune-se. Pais cristãos que educam, pune-se. Mãe omissa diante da morte do filho, perdoa-se. É a revogação da Constituição e das leis em nome da ideologia. E nada disso acontece num vácuo. Esses casos se somam a um quadro de censura e perseguição política em que a própria oposição ao regime foi criminalizada. O principal líder da direita está preso e inelegível, condenado num verdadeiro show trial. Milhares de pessoas foram censuradas, e centenas, presas. Há brasileiros no exílio por razões políticas. Não está satisfeito com a corrupção endêmica, com o crime organizado tomando conta do país? Fique quieto, ou seja preso. Essa é a realidade desde 2019. Onde o adversário do regime perde a liberdade, não há oposição livre. E onde não há oposição livre, a eleição vira fachada, assim como a própria "democracia". A outra ferramenta de tomada do patrimônio é a tributação. Aqui o confisco é literal, e ganhou tração inédita no último governo. Em pouco mais de três anos, foram dezenas de aumentos de impostos, num ritmo que chegou a quase um novo tributo a cada 27 dias. A carga tributária bateu o recorde histórico, superando 32% do PIB, e a arrecadação federal alcançou R$ 2,9 trilhões em 2025, a maior da série. A partir de 2026, voltam a ser tributados os dividendos, rompendo uma isenção que vigorava desde 1995. E vêm aí os efeitos da reforma tributária, que elevarão sensivelmente a carga sobre o setor de serviços, justamente o grande motor da economia. E mesmo arrecadando como nunca, o governo gasta ainda mais. A conta não fecha pela receita, fecha pela dívida. O endividamento público explodiu: a dívida bruta saltou para perto de 79% do PIB, uma alta de quase sete pontos em três anos, e caminha para mais de 83% já em 2026. Só de juros, o Estado torrou cerca de R$ 1 trilhão num único ano, quase 8% de tudo o que o país produz. É esse rio de gasto público e crédito subsidiado que mantém a economia aparentemente aquecida. Na prática, o regime financia a própria popularidade no cartão de crédito, empurrando a fatura para frente. E essa fatura tem nome: inflação, que corrói silenciosamente o poder de compra do trabalhador, e juros nas alturas, que sufocam quem quer produzir. Sufoca-se a livre iniciativa por dentro, sangrando quem produz, enquanto o Estado se endivida para sustentar a ilusão de prosperidade. A marca central do socialismo é a negação dos direitos individuais fundamentais. A liberdade de expressão, de culto, o direito à propriedade, à livre iniciativa. É a guerra contra a livre iniciativa em todas as suas matizes, supostamente em favor do coletivo, mas, na prática, concentrando poder nas mãos daqueles que se apresentam como líderes das massas "oprimidas". E o socialismo não confisca apenas a liberdade econômica. Confisca também a liberdade política. Em qualquer sociedade minimamente saudável, cada um desses casos bastaria para provocar uma revolta de grandes proporções. Mas numa sociedade em que boa parte da população já foi inoculada com o vírus mental socialista, a oposição não é suficiente para mudar a trajetória rumo à consolidação de um autoritarismo sem precedentes.


Por Leandro Ruschel - 24/06/2026.